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Concurso público internacional para empreitada no Ceará

A Embaixada de Portugal em Brasília está a divulgar uma oportunidade negócio da prefeitura de Fortaleza (Ceará).

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A Embaixada de Portugal em Brasília está a divulgar uma oportunidade negócio da prefeitura de Fortaleza (Ceará) que consiste na contratação de uma empresa para a execução das obras de infraestrutura e saneamento básico para as ruas Renascer (bairro de São Bento) e as ruas Expedicionários II (bairro Dendê), na cidade de Fortaleza.
O concurso público internacional decorre até dia 3 de Março . As propostas terão que ser entregues em envelope fechado.
Este concurso surge no âmbito do  contrato de financiamento do Programa de Infraestrutura em
Educação e Saneamento (PROINFRA), que é financiado pelo  Banco de Desenvolvimento da
América Latina (CAF).

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IHRU lança concursos para 456 novas habitações em Lisboa

Quinta da Baldaya, Quinta das Conchinhas e Rua do Beato são os locais escolhidos para receber as novas habitações que são promovidas ao abrigo do Programa de Arrendamento Acessível (PAA)

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tagsIHRU

Dando continuidade à estratégia estabelecida para dar resposta às famílias que não têm capacidade de aceder a uma habitação no mercado livre, o IHRU lançou mais três concursos de concepção, de âmbito internacional, para a selecção das equipas projectistas para o desenvolvimento dos projectos dos empreendimentos Quinta da Baldaya, Quinta das Conchinhas e Rua do Beato, todos em Lisboa. No seu conjunto, estas operações representam um total de 456 habitações.

À semelhança dos anteriores, estes concursos contam com a assessoria da Secção Regional de Lisboa e Vale do Tejo da Ordem dos Arquitectos (OASRS) e com o apoio e a colaboração do Município de Lisboa.

Prosseguindo os trabalhos iniciados em 2020, o IHRU já lançou 23 concursos de concepção, a que correspondem um total de 2.478 habitações. Além do mais recente concurso lançado em Lisboa, o Programa de Arrendamento Acessível (PAA) conta já com 11 concursos de concepção para a promoção de 883 habitações em Almada, cinco concursos para 702 habitações em Setúbal, um concurso para 224 habitações na Maia, um concurso para 108 novas habitações em Aveiro, um concurso para 60 habitações em Paços de Ferreira e mais 45 habitações em Lousada.

Brevemente serão lançados, também, outros concursos de concepção, sendo que, com a conclusão de alguns dos projectos, o IHRU já começou a lançar os primeiros concursos públicos de empreitada dos respectivos empreendimentos.

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Governo quer aumentar parque habitacional público para 5%

A Secretária de Estado da Habitação, Marina Gonçalves, afirmou que o Governo pretende aumentar o parque público habitacional dos actuais 2% para 5% nos próximos anos, com o objectivo de se aproximar progressivamente da média europeia

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“Temos um objectivo que é aumentar de 2 para 5% [o parque habitacional público], um objectivo de curto prazo para depois ir reforçando. Quando comparamos com países como a Holanda», que tem um parque habitacional público entre os 20% e os 30%, «percebemos o quão atrás estamos”, afirmou a Secretária de Estado da Habitação.

“Temos que olhar para aquilo que é a média da Europa. E o nosso objectivo a médio prazo deve ser precisamente esse, de ir robustecendo o parque habitacional público dos 2% para os 5% e depois continuar a partir daí”, acrescentou Marina Gonçalves, considerando que depois da falta de prioridade que foi sendo dada à Habitação nos últimos anos, esse trabalho vai demorar décadas.

A Secretária de Estado da Habitação falava depois de ter presidido à cerimónia de homologação do acordo de colaboração entre o IHRU (Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana) e a Câmara da Moita, que prevê a construção e reabilitação de 334 fogos neste concelho.

O acordo homologado prevê um investimento global de 30 milhões de euros, no âmbito do Programa de Apoio ao Acesso à Habitação, 1.º Direito, que visa apoiar a promoção de soluções habitacionais para pessoas que vivem em condições habitacionais indignas.

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Certif regista um crescimento de 15% nas auditorias realizadas

Produtos da construção lideram certificação. Marcação CE, cujos protocolos estabelecidos permitem acesso à Marcação UKCA do Reino Unido, também regista aumento

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tagsCertif

A Certif, especialista na certificação de produto e marcação CE em Portugal, registou no primeiro semestre um crescimento homólogo de 15% nas auditorias realizadas. Depois de um início de ano afectado por adiamentos devido a restrições com a pandemia, foi também possível recuperar a programação e retomar totalmente as acções presenciais no estrangeiro.

A evolução positiva das exportações de bens e a necessidade de evidenciar a certificação do produto em vários mercados, seja por exigência legal, seja por exigência dos clientes, foram factores que influenciaram de forma positiva a actividade do primeiro semestre.

Na marcação CE, foram estabelecidos acordos com organismos de certificação ingleses que permitem aos clientes da Certif o acesso à marcação UKCA. Note-se, também, que existem já 25 empresas com certificados de controlo de produção na fábrica para a norma EN 1090-1: Estruturas metálicas.

Considerando o grau de penetração da Certif nos sectores que mais procuram a certificação de produtos, não se verificou uma entrada significativa de novos clientes, sendo, contudo, de assinalar a emissão de novos certificados para clientes actuais que fazem a extensão a novas gamas de produtos, mostrando, assim, a sua fidelização.

De registar os novos certificados no âmbito do CB-Scheme que se destinam à exportação de produtos eléctricos. Registou-se, também, a entrada de novos clientes estrangeiros fabricantes de produtos de construção.

No que diz respeito à certificação de serviços, houve lugar à emissão de cerca de 80 novos certificados para empresas que trabalham com gases fluorados, elevando para mais de 1.400 certificados emitidos, correspondendo a mais de 80 % do mercado. No esquema FER – Fim dos Estatuto de Resíduo estão válidos 15 certificados.

A marcação CE continua a manter a liderança para produtos da construção, dispondo de uma vasta oferta que possibilita às empresas portuguesas o acesso à marcação CE e que, de outra forma, teriam de recorrer a organismos estrangeiros.

O conflito entre a Comissão Europeia e o CEN tem impedido a publicação de novas normas harmonizadas, pelo que os 40 certificados emitidos cobrem extensões de produtos e novos clientes estrangeiros.

Existem já 25 empresas com certificados de controlo de produção na fábrica para a norma EN 1090-1: Estruturas metálicas.

De salientar os Acordos estabelecidos pela CERTIF com organismos de certificação ingleses que permitem aos nossos clientes o acesso à marcação UKCA.

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Governo abre concursos para exploração da Estação da Lousã e de Serpins

Estas duas antigas estações ferroviárias serão objecto de requalificação e valorização, promovendo o desenvolvimento regional e local, através de novas utilizações para fins turísticos. Candidaturas decorrem até 5 de Janeiro de 2023

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No âmbito do Fundo Revive Natureza, foram hoje lançados, pela TF Turismo Fundos – SGOIC, dois novos concursos para atribuição dos direitos de exploração, sobre imóveis do Domínio Público Ferroviário, relativos às seguintes estações localizadas no concelho da Lousã, a Estação da Lousã e a Estação de Serpins. As candidaturas decorrem até 5 de Janeiro de 2023.

Estas duas antigas estações ferroviárias serão objecto de requalificação e valorização, promovendo o desenvolvimento regional e local, através de novas utilizações para fins turísticos, ficando sujeitas a várias regras de utilização e de gestão em rede, como o uso da marca Revive Natureza, o consumo de produtos locais, a sustentabilidade ambiental e a valorização do território.

Com estes dois novos concursos, a Turismo Fundos chega a um total de 60 concursos já lançados, dos quais 40 são respeitantes, essencialmente, a antigos postos fiscais e casas de guardas-florestais e 20 relativos a estações de caminho de ferro desactivadas.

Para Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, do Comércio e Serviços, a integração destas duas estações no acordo celebrado entre a IP Património e a Turismo Fundos, “é um bom exemplo, não só da excelente interação entre estas entidades e os municípios, como também da importante função que o Revive Natureza desempenha na dinamização da economia e do nosso património, proporcionando a sua requalificação num contexto de actividades económicas relacionadas com o turismo”.

E adianta que “até ao final do ano, serão lançados novos concursos relativos a outras estações ferroviárias”.

Além disso, foram, ainda, identificadas pelo Município da Lousã e a Turismo Fundos um conjunto de casas, que em tempos estiveram ao serviço da intervenção florestal do Estado, e que reúnem as condições e características necessárias para uma possível integração no Fundo Revive Natureza.

Assim, a sessão contou também com a assinatura de um Protocolo entre o Fundo Revive Natureza e a Direção-Geral do Tesouro e Finanças, com vista à integração das de cinco outras Casas Florestais, localizadas na Serra da Lousã, nomeadamente, Casa de Guarda de Hortas, Casa de Guarda do Porto Espinho, Casa de Guarda do Estoirão, Casa de Guarda do Braçal e Casa de Guarda da Mata do Sobral.

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Águas do Douro investe 3,7M€ na ampliação da rede de água em Baião

Obras passam pela ligação entre o reservatório de Amarelhe e o reservatório de Valadares, assim como a construção de uma nova origem de abastecimento com a construção de uma estrutura de captação de água no rio Douro

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A empresa Águas do Douro e Paiva, responsável pelo fornecimento de água “em alta” à Águas do Norte, está a proceder a duas intervenções no concelho de Baião, tendo em vista a ampliação da rede de abastecimento, através da ligação entre o reservatório de Amarelhe e o reservatório de Valadares, assim como a construção de uma nova origem de abastecimento com a construção de uma estrutura de captação de água no rio Douro.

A conduta de ligação à rede em baixa, a partir do reservatório de Amarelhe, será instalada paralelamente à conduta de adução ao reservatório de Valadares, ficando já preparada para futura ligação à rede de distribuição existente nas localidades de Cedofeita, Eiras e Eirós, na União de Freguesias de Santa Cruz do Douro e São Tomé de Covelas, bem como uma possível expansão futura às freguesias de Viariz e Gestaçô.

Esta intervenção irá aumentar a fiabilidade do sistema e incrementar a qualidade e quantidade de água para o consumo da população de Baião.
Trata-se de um investimento no valor de 1,66 milhões de euros, que contempla a instalação de 5 km de condutas adutoras para ligação ao reservatório de Valadares, assim como a instalação de dois pontos de entrega para o controlo e quantificação dos caudais transportados a este reservatório e à rede de distribuição da empresa Águas do Norte, que abastece os lugares de Cedofeita, Eiras e Eirós.

No reservatório de Amarelhe, estão também a ser efetuadas intervenções de reabilitação, como pinturas interiores da câmara de manobras, pintura integral das superfícies exteriores das paredes e pintura da escadaria metálica interior.
A conclusão desta empreitada está prevista para julho de 2023.

A empresa está também a proceder a uma empreitada para a criação de uma nova origem de abastecimento, através da construção de uma estrutura de captação de água no Rio Douro.

Esta intervenção, que irá permitir aumentar o fornecimento de água para 4 mil metros cúbicos por dia, representa um investimento de 2 milhões e 50 mil euros, com 1 milhão a ser financiado pelo Fundo de Coesão.

A empreitada contempla a construção de uma estrutura de captação de água no rio Douro, a instalação de uma conduta adutora elevatória de água até ao futuro reservatório de Sobreiral, na freguesia do Gôve, a respetiva estação elevatória e uma segunda conduta entre este reservatório e o reservatório da Estação de Tratamento de Água (ETA) de Pousada.
Estes trabalhos têm conclusão prevista para o início do próximo ano.

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Obras públicas: Concursos caem 15% nos primeiros sete meses

Paralelamente, “no mês de Junho de 2022, o índice de custos de construção de habitação nova aumentou 12,9%, em termos homólogos

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O volume de concursos de empreitadas de obras públicas caiu, nos primeiros sete meses de 2022, em 14,7% em termos homólogos, tendo ainda descido 43% no montante de contratos celebrados e registados no portal Base.

Segundo dados divulgados pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) “observa-se uma redução no volume de concursos de empreitadas de obras públicas promovidas nos primeiros sete meses de 2022 de 14,7%, em termos homólogos acumulados, e uma variação homóloga temporalmente comparável de -43% no montante dos contratos de empreitadas celebrados e registados no portal Base”.

De acordo com a associação, “o número de fogos em construções novas licenciados pelas câmaras municipais nos primeiros seis meses de 2022, totalizou 15.558, o que corresponde a um aumento de 4,4% face aos 14.897 alojamentos licenciados no mesmo período do ano anterior”, sendo que “no que concerne à área licenciada, neste período assiste-se a crescimentos de 1,6% e de 2,2%, em termos homólogos, na habitação e nos edifícios não residenciais, respectivamente”.

Paralelamente, “no mês de Junho de 2022, o índice de custos de construção de habitação nova aumentou 12,9%, em termos homólogos, em resultado de crescimentos de 17,2% no índice relativo à componente de materiais e de 6,9% no índice relativo à componente de mão-de-obra”.

A AICCOPN indicou ainda que “no primeiro semestre de 2022, a concessão de novo crédito à habitação pelas instituições financeiras subiu 16,9% face ao 1.º semestre do ano anterior para 8.397 milhões de euros”.

Por outro lado, no que diz respeito à “avaliação bancária na habitação, no mês de Julho registou-se um aumento de 16,1% em termos homólogos, em face de aumentos de 16,7% nos apartamentos e de 13,1% nas moradias, atingindo-se novos máximos desta série estatística iniciada em 2011”.

A associação recordou também que “quanto à evolução do investimento em construção e do VAB [valor acrescentado bruto] do sector da construção, neste semestre, verificaram-se crescimentos de 1,7% e 1,3%, respectivamente, variações que denotam um abrandamento no ritmo de crescimento do sector (+4,0% e +3,8% em 2021, respectivamente), num período em que, no mercado das obras públicas, se observa uma forte redução homóloga do volume de contratos celebrados, devendo ter-se presente o facto de que o Orçamento de Estado para 2022 apenas entrou em vigor no final do mês de Junho”.

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Construção do Centro de Saúde de Loulé estimada em cinco milhões de euros

O investimento alocado à obra ronda os cinco milhões de euros, financiados pela Autarquia de Loulé (65%) e Administração Central (35%). O prazo de execução previsto é de dois anos e meio

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Vão finalmente arrancar os trabalhos de construção da nova Unidade de Saúde de Loulé, um investimento estimado em cinco milhões de euros repartido entre o município e a administração central.

De acordo com o município, liderado por Vitor Aleixo, está agendada para o próximo dia 8 a assinatura do auto de consignação da obra do centro de saúde e lançada a primeira pedra do novo edifício.

Este equipamento irá localizar-se num terreno junto ao atual Centro de Saúde e contará com valências distintas: Agrupamento de Centros de Saúde Central – ACES Central, Unidade de Saúde Familiar Lauroé – USF Lauroé, Unidade de Cuidados de Saúde na Comunidade – UCC Gentes de Loulé e Centro de Saúde Universitário, este último da responsabilidade do ABC – Algarve Biomedical Center.

“Numa altura em que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) é um tema que está na ordem do dia na sociedade portuguesa, esta Unidade constitui uma resposta importante às necessidades existentes ao nível dos cuidados de saúde da região algarvia, sobretudo em termos de equipamentos, já que permitirá melhorar serviços, em especial na zona com maior densidade populacional”, pode ler-se na pagina da autarquia algarvia.

O investimento alocado à obra ronda os cinco milhões de euros, financiados pela Autarquia de Loulé (65%) e Administração Central (35%). O prazo de execução previsto é de dois anos e meio.

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Governo investe 12M€ na reabilitação de esquadras na Madeira

A Secretária de Estado da Administração Interna, Isabel Oneto, afirmou que o Governo vai investir 12 milhões de euros na reabilitação de cinco esquadras da Polícia de Segurança Pública na Madeira

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“São projectos de execução que estão concluídos e que em breve esperemos estar em condições de lançar o contrato interadministrativo, de forma que a obra possa iniciar-se, com a garantia de que o financiamento será feito pela administração central”, referiu Isabel Oneto. A Secretária de Estado esteve presente na cerimónia comemorativa do 144.º aniversário do Comando da Polícia de Segurança Pública (PSP) da Madeira, no Funchal, que decorreu no final da semana passada.

Na ocasião a responsável afirmou que, no âmbito dos investimentos a canalizar para a Região Autónoma da Madeira, será lançado, em breve, “o concurso de empreitada das Esquadras da Ponta do Sol e de Santa Cruz”, a resolução definitiva do “processo da Esquadra de Machico” e o avanço do “projecto para a Calheta e Porto Santo, sendo que o projecto para a requalificação da Esquadra de Porto Moniz já está em execução”, precisou.

A Secretária de Estado relembrou que estes projectos decorrem da Lei da Programação das Infraestruturas e Equipamentos das Forças e Serviços de Segurança, que prevê um investimento global superior a 607 milhões de euros.
Será também disponibilizada, conforme referiu, uma verba de 15 milhões de euros ao nível nacional para compra de equipamento de protecção individual, uma vez que, em média, por dia, seis agentes da autoridade são vítimas de agressão.

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Viana: Construção da ERPI do Carreço financiada com recurso ao PRR

Foi garantido um financiamento público de 1.749.065 euros para o Centro Social e Cultural de Carreço, para Construção de Edifício destinado a ERPI – Estrutura Residencial para Idosos, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência

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O presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, anunciou a 63 protocolos para a requalificação e alargamento da rede de equipamentos e respostas sociais no Norte, numa sessão que contou com a presença da ministra da Segurança Social, Ana Mendes Godinho, numa cerimónia que incluiu um importante investimento para o concelho vianense, garantindo financiamento para um novo hotel sénior em Carreço.

Assim, na cerimónia foi garantido um financiamento público de 1.749.065 euros para o Centro Social e Cultural de Carreço, para Construção de Edifício destinado a ERPI – Estrutura Residencial para Idosos, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência.

De acordo com a IPSS, o novo equipamento, cuja construção se prevê concluída no próximo ano, terá capacidade para 49 residentes e criará cerca de 30 postos de trabalho, permitindo assim alargar a capacidade de resposta da Instituição às necessidades da comunidade.

O Centro Social e Cultural de Carreço é uma Instituição Particular de Solidariedade Social e, como tal, possui como âmbito de intervenção a área social. Foi fundado em 1994 com o intuito de colmatar graves lacunas sociais na freguesia, designadamente a precariedade de vida dos idosos e a falta de acompanhamento e apoio às faixas etárias mais jovens.

Atualmente com seis respostas sociais protocoladas com a Segurança Social, o Centro Social e Cultural de Carreço “cuida com amor” e conta com mais de 700 sócios. Com uma equipa técnica multidisciplinar, esta Instituição oferece à comunidade serviços de grande qualidade, através das seguintes respostas: Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (Hotel Sénior), Centro de Dia, Serviço de Apoio Domiciliário, Centro de Convívio, Creche e Cantina Social.

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Uma Reabilitação cómoda e sustentável com Grupo Puma

A renovação da cerâmica tornou-se uma das usuais grandes mudanças na hora de dar um novo ar à sua casa

Carmen Noronha

 

Atualmente, os revestimentos cerâmicos podem ser renovados sem a necessidade de remoção dos anteriores, utilizando a linha Profissional do Grupo Puma. Além disso, você ajuda a minimizar o desperdício e reduzir o custo da mão-de-obra, assim como as demolições incómodas. Mas para isso, devem ser levadas em conta as seguintes considerações:

  • Avaliação do suporte: o suporte cerâmico antigo deve estar perfeitamente aderido à sua base, ser forte e resistente, que ao bater não soe a oco e avaliar a sua capacidade de suportar o peso do novo sistema cerâmico.
  • Limpeza do suporte: é sempre aconselhável efetuar uma lavagem prévia ou decapagem com água ligeiramente acidificada para que todos os resíduos que possam ficar na superfície (detergentes, gorduras, etc…) sejam removidos do suporte. Uma vez lavado com água acidificada, deve ser lavado com água limpa para remover quaisquer vestígios de ácido que possam ter permanecido.
  • O adesivo a ser utilizado deve ser um adesivo adequado para sobreposição de revestimentos cerâmicos, como é a Linha Profissional do Grupo Puma, que aceita uma cerâmica existente como base de assentamento. São adesivos de alta prestação, com alto teor em resina. (link: https://www.grupopuma.com/pt-PT/produtos/familia/linha-pegoland-profissional-pt )
  • Colocar a nova cerâmica escolhida respeitando sempre as juntas de colocação (mínimo 1,5 mm no interior e 5 mm no exterior) entre as cerâmicas.
  • Preencha a nova junta com argamassa de rejuntamento, como Pegoland Profissional Junta. A escolha de uma boa argamassa de rejuntamento é fundamental: a junta é o que dará ou não o devido destaque à cerâmica escolhida, e a sua qualidade e durabilidade são fatores muito importantes. Algo que devemos prestar atenção ao escolher um material de rejuntamento é:
    1. A sua alta impermeabilidade: quanto menos poroso for, mais durável será, menos se sujará e mais protege da entrada de água no sistema cerâmico.
    2. A homogeneidade da cor: para que as juntas sejam o mais discretas possível e alcancemos a uniformidade de cor que tanto procuramos entre cerâmica e junta, devem ser escolhidas argamassas cuja homogeneidade de presa torne a sua cor uniforme e estável ao longo do tempo. Quer conseguir esse efeito camaleão?
    3. Alta resistência mecânica: para que não fissure ou quebre com o tempo.
    4. Efeito protetor da saúde: argamassas bacteriostáticas, antifúngicas e antialgas, para que os microrganismos não proliferem na sua superfície. Este aspeto é ainda mais importante se a cerâmica for colocada em zonas húmidas (casas de banho, cozinhas ou piscinas).
  • Com o Grupo Puma ajudamos a alcançar a mudança que procura de forma confortável, duradoura e sustentável.

    Para mais informações sobre qualquer um dos nossos sistemas ou produtos, o GRUPO PUMA dispõe da Oficina Técnica:

    Email: [email protected]

    Web: www.grupopuma.com

     

     

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