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Portugal Home Week cancela edição de 2020

Motivo prende-se com o reagendamento do ‘Salone del Mobile” de Milão para a mesma data do evento português

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Portugal Home Week cancela edição de 2020

Motivo prende-se com o reagendamento do ‘Salone del Mobile” de Milão para a mesma data do evento português

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A organização do Portugal Home Week liderada pela APIMA – Associação Portuguesa das Indústrias do Mobiliário e Afins, optou por cancelar a edição deste ano do certame, em virtude do reagendamento do ‘Salone del Mobile’ de Milão, um dos maiores eventos mundiais do sector para as mesmas datas do certame em Portugal. “As novas datas do prestigiado evento colidem com as do Portugal Home Week, agendado para os dias 17, 18 e 19 de Junho, na Alfândega do Porto. O Home Show, espaço expositivo das melhores empresas nacionais da Fileira Casa, estava já lotado, registando níveis de adesão muito superiores aos da primeira edição, realizada no ano passado. Contudo, das empresas inscritas, cerca de 70% participa, também, no ‘Salone del Mobile’. Confrontada com esta sobreposição, e face ao preenchido calendário de iniciativas sectoriais agendadas até ao final do ano, a organização do Portugal Home Show optou pelo cancelamento da edição prevista para 2020”, explica a APIMA em comunicado. Aquele que é um dos maiores eventos mundiais do sector, que se realizado em Milão, precisamente uma das cidades europeias mais afectadas pelo vírus Covid-19, estava inicialmente agendada para os dias 21 a 26 de Abril.

A decisão agora tomada afecta directamente cerca de 200 empresas portuguesas inscritas no evento, cujos resultados económicos dependem fortemente dos contactos efectuados nas feiras internacionais.

Joaquim Carneiro, presidente da APIMA, confessa tratar-se de uma “decisão difícil”, mas que salvaguarda, simultaneamente, “a saúde pública e o superior interesse das empresas nacionais”. O responsável da associação, que apoia directamente cerca de 80 empresas nacionais presentes no ‘Salone del Mobile’, explica que “dividir esforços e a atenção mediática seria negativo para as nossas empresas e para o próprio posicionamento do evento. Preferimos apostar no apoio às empresas nacionais nesta fase complicada, que tem afectado não só os encontros empresariais, como as próprias cadeias de fornecimento, e preparar atempadamente uma edição 2021 que reforce, ainda mais, a inovação, a sofisticação e a pujança da Fileira Casa Portuguesa”.

O Portugal Home Week nasceu em 2019, com o objectivo de reforçar a projecção internacional e o posicionamento premium e inovador das indústrias da Fileira Casa. Para além do espaço expositivo e dedicado ao networking, a organização aposta num fórum de debates, designado de Home Summit, acerca do presente e futuro do cluster, com a participação de alguns dos principais agentes e players do panorama mundial.

A primeira edição recebeu mais de mil visitantes, estimando a organização que a actividade económica gerada tenha superado os 10 milhões de euros. Para este ano, a ambição passava por quintuplicar o número de visitantes, registando-se particular procura por parte dos mercados russo, britânico e norte-americano.

As indústrias da Fileira Casa Portuguesa geraram, em 2018, cerca de 3,5 mil milhões de euros, sendo que 2,5 mil milhões foram resultado de exportações, representando 4,3 % do total nacional. É hoje um dos clusters portugueses com maior projecção internacional, numa trajectória contínua de crescimento que leva, actualmente, os produtos destes sectores a mais de 180 mercados, com destaque para França, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos da América.

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Empreitada ‘Cerveira – Palco das artes’ já arrancou

Com um investimento de 2,7 milhões de euros, este será um dos maiores auditórios da região do Alto Minho

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Um dos maiores auditórios da região do Alto Minho – ‘Cerveira – Palco das Artes’ – já começou a nascer em Vila Nova de Cerveira. A intervenção, a desenvolver-se na praça superior do Mercado Municipal, confrontando com o edifício do Palácio da Justiça e a Praça da Galiza, consiste na construção de um grande auditório polivalente com capacidade para 408 lugares (com oito destinados a pessoas com deficiência motora). A empreitada, já arrancou e prevê-se concluída até ao final do Verão de 2023.

Com um valor contratual global na ordem dos 2,7M€, trata-se de um investimento que corresponde a uma prioridade do Plano de Acção de Reabilitação Urbana de Vila Nova de Cerveira (PARU), sendo cofinanciado, em cerca de 1,8M€, pelo Programa Operacional Regional do Norte 2020 através de um fundo FEDER.

A realização da empreitada assegurará a criação de um espaço polivalente que criará condições para a promoção de actividades multiculturais: da música clássica ao jazz, do teatro à dança, da ópera à literatura, da arquitectura ao cinema. Será, ainda, um espaço preparado para figurar como um centro para a realização de conferências, palestras e reuniões profissionais de âmbito nacional e internacional.

Segundo o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Rui Teixeira “o novo espaço foi dimensionado e concebido para responder às necessidades dos dias de hoje, assumindo-se tecnológico, digital e inovador. Com estas valências promover-se-á uma nova geração na programação cultural do concelho, do Alto Minho e da região Galiza – Norte de Portugal”, sublinhou.

De acordo com o autarca, “com este auditório vai ser possível implementar uma estratégia de captação de turismo e de agendamento de eventos para todo o ano, e não só durante a época de Verão, contribuindo para uma maior atractividade” conclui.

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Parque logístico do Grupo Garland cresce 61% em 2022

Centro Logístico de Valadares está concluído e a funcionar há mais de um mês. Garland Logistics espera crescimento do volume de negócios na ordem dos 40% este ano

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O Grupo Garland tem vindo a aumentar o seu parque logístico em resposta ao boom do e-commerce e ao aumento da procura por serviços logísticos de outsourcing, que a actual crise veio ainda aprofundar. A Garland Logistics – empresa do Grupo, dedicada a esta área – passou este ano de um parque com 91.500 m2 para um com 148.000 m2, distribuídos por centros logísticos em Cascais (7.000 m2), Aveiro (35.500 m2), Vila Nova de Gaia (85.500m2) e Maia (14.000 m2). Em curso está também a expansão no centro-sul do país, contando a Garland anunciar novidades até ao final de 2022

Para este ano, “perspectiva-se um crescimento significativo do negócio, na ordem dos 40%, fruto desta expansão bem-sucedida da capacidade da armazenagem e da correspondente angariação de clientes. É sem dúvida um ano importante de afirmação da Garland Logistics no mercado nacional da logística, onde detém um dos maiores parques logísticos e é inequivocamente uma das principais referências”, partilha Ricardo Sousa Costa, membro do conselho de administração do Grupo Garland e CEO da Garland Logistics.

Centro Logístico de Valadares: ocupação a 50% em 30 dias

A funcionar há cerca de um mês, está o Centro Logístico de Valadares, o terceiro armazém da empresa em Vila Nova de Gaia. Com 38.000 m2 de área de construção, é o maior, o mais recente e moderno centro logístico da Garland Logistics. O mês de Agosto foi dedicado ao enchimento inicial das instalações, “realizado num ritmo dedicado de elevada intensidade, mobilizando meios relevantes, numa cadência que envolve o recurso a mais de 70 camiões por dia.

“No primeiro mês de actividade, já foram recepcionadas cerca de 50.000 paletes, representando 50% da capacidade do centro”, continua o responsável, segundo o qual as operações requereram a contratação directa de 40 pessoas, ou seja, de 40% da necessidade futura prevista. Recorde-se que deverão ser admitidos 100 colaboradores fixos, mas os postos de trabalho indirectos deverão ascender a 200.

Segundo Ricardo Sousa Costa, “a abertura do Centro Logístico de Valadares assenta numa lógica de consolidação de stocks para assegurar uma maior disponibilidade aos clientes e fornecedores, minimizando os movimentos e os lead time associados na cadeia de abastecimento nacional dos mesmos”.

Representando um investimento de 30 milhões de euros, o Centro Logístico de Valadares, que está implementado num terreno com cerca de 100.000 m2, junto ao nó de Arcozelo, entre a A44 e a A29, incorpora as mais avançadas tecnologias de segurança, nomeadamente um modelo de sprinklagem FM approved, um sistema completo de detecção e combate de incêndios, desenfumagem, CCTV, controlo de acessos e intrusão, e bacias de retenção, o que “garante à Garland uma posição de liderança na oferta logística ao mercado nacional”.

A construção do edifício obedeceu a todas as boas práticas de inovação e sustentabilidade ambiental e energética, fazendo deste um empreendimento logístico de última geração. Com o objectivo de se tornar um dos primeiros centros logísticos em Portugal com certificação internacional BREEAM New Construction, o projecto seguiu um plano extremamente exigente, com validações rigorosas de vários intervenientes, incluindo as mais apertadas exigências de segurança e de sustentabilidade ambiental. Assim, o piso é de alta planimetria, permitindo uma circulação optimizada e segura dos equipamentos de movimentação, há 44 cais desnivelados de vários tipos, incluindo telescópicos de forma a permitir a adaptação a qualquer tipo de veículos; iluminação LED em linhas programáveis com sensores de presença, possibilitando uma optimização total dos consumos de electricidade, acrescida de uma grande preocupação em maximizar a iluminação zenital; painéis fotovoltaicos para autoconsumo e postos de carregamento para viaturas eléctricas.

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Bataria da Parede cedida a Cascais por 50 anos

A Câmara Municipal de Cascais vai investir 3,3 milhões de euros na limpeza, requalificação do espaço e implementação de um projecto que inclui a valorização do núcleo arqueológico e criação de um parque temático e jardim

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Decorreu esta sexta-feira, 16 de Setembro, a cerimónia de assinatura do Auto de Entrega da “Bataria da Parede e Ramal de Serventia” entre o Ministério da Defesa Nacional – Exército Português – e a Câmara Municipal de Cascais, que cede aquele espaço ao município por um período de 50 anos.

“É uma vitória da paciência, da persistência, diria até mesmo, da teimosia, porque há muitos anos que andamos a tratar deste processo. Estamos a falar de décadas, mas agora chegámos a bom porto e vamos já começar a intervenção”, sublinhou Carlos Carreiras, presidente da Câmara Municipal de Cascais.

Para o município esta é “uma grande oportunidade para a preservação e dinamização destes espaços, elementos âncoras para a requalificação da zona envolvente da Parede”. A Câmara irá investir 3,2 milhões de euros na limpeza, requalificação e implementação do projecto para usufruto da população.

A intervenção pretende “recuperar e valorizar o importante núcleo de arqueologia e património militar, designadamente as fortificações subterrâneas e de superfície, bem como a criar um parque temático e jardim, com o fim de proporcionar à população um espaço de lazer, fruição panorâmica sobre o rio Tejo e polo histórico-cultural de atracção turística para a região, numa freguesia onde não há espaços verdes por ser muito concentrada e densificada”.

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Zehnder Group reforça crescimento com estratégia de aquisições

A multinacional suíça, que em 2021 teve um volume de negócios de 700 milhões de euros a nível mundial, encontra-se numa fase de forte expansão a qual foi agora reforçada com a aquisição de três empresas no sector da ventilação de alta eficiência

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(na imagem: da esquerda para a direita, Josep Castellà e Gaizka Pérez, Diretor Geral e Diretor Comercial da Zehnder Group para Espanha e Portugal, respectivamente.)

A multinacional suíça, que em 2021 teve um volume de negócios de 700 milhões de euros a nível mundial, encontra-se numa fase de forte expansão a qual foi agora reforçada com a aquisição de três empresas no sector da ventilação de alta eficiência: a francesa Caladair, a Airia Brands Inc, do Canadá, e a Filtech, com sede nos Países Baixos.

A Zehnder adquiriu uma participação maioritária de 75% na empresa francesa de ventilação Caladair, com o objectivo de expandir a sua carteira de produtos de ventilação para incluir grandes unidades para edifícios comerciais e habitações multifamiliares, um sector estrategicamente importante.

Por sua vez a Airia Brands Inc (Airia), Canadá, desenvolve, fabrica e distribui sistemas de ventilação de recuperação de calor há mais de 35 anos. Os seus produtos são comercializados tanto no Canadá como nos Estados Unidos da América, mercados estratégicos para a Zehnder. “Zehnder Group e Airia, é a combinação perfeita. A marca Lifebreath representa soluções de ar condicionado saudáveis, energeticamente eficientes e amigas do ambiente, tal como a marca Zehnder. Com a aquisição da Airia, expandimos significativamente a nossa posição de mercado na América do Norte, e crescemos ainda mais no futuro”, justifica Matthias Huenerwadel, CEO do Zehnder Group.

Já a aquisição da Filtech, com sede nos Países Baixos, empresa que se dedica ao desenvolvimento e fabrico de filtros de ar, é justificada pelo contributo que irá dar à componente da alta qualidade do ar interior.

Com estas três aquisições, o grupo suíço dá um passo estratégico para impulsionar o crescimento no sector da ventilação e reforçar os seus conhecimentos tecnológicos.

Em Espanha, o crescimento no sector residencial de ventilação de alta eficiência começou no final de 2020 com a incorporação de Josep Castellà, director do negócio da ventilação desde 2011, como novo diretor-geral para Espanha e Portugal.

“Nos últimos dois anos tivemos de enfrentar muitos desafios: uma pandemia global, escassez de materiais, aumentos significativos dos custos, etc. Mas pertencemos a um grupo sólido e temos uma equipa empenhada, o que nos tem permitido investir e crescer significativamente. O nosso objectivo a curto prazo é duplicar o volume do nosso negócio”, explica Josep Castellà.

Estes objectivos de crescimento concretizaram-se com a abertura de novos escritórios no Paseo de la Castellana em Madrid e a incorporação de Gaizka Pérez como director comercial. “A partir da capital, trabalhamos no desenvolvimento da nossa estratégia de crescimento nacional, posicionando a Zehnder como um fornecedor líder de soluções de ventilação de alta eficiência e um clima interior saudável para os principais promotores e empresas de construção do país. Além disso, queremos estabelecer a marca como líder e referência no mercado de radiadores de alta qualidade”, sublinhou o responsável.

O desenvolvimento da marca em 2022 culminará com a abertura de uma nova sede no centro de Sabadell, em Barcelona, com quase mil metros quadrados, que incluirá vários espaços de trabalho, um centro de formação avançada e um espaço de experiência do cliente.

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“Seguro de rendas: a solução para o risco de incumprimento?”

Este é o tema que estará em debate na conferência que a ALP – Associação Lisbonense de Proprietários, em parceria com a Hispania e com a Mútua de Proprietários, irá realizar no dia 19

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A ALP – Associação Lisbonense de Proprietários, em parceria com a Hispania e com a Mútua de Proprietários realiza a 19 de Setembro, uma conferência em formato híbrido subordinada ao tema: “Seguro de Rendas: a solução para o risco de incumprimento?”.

O arrendamento é, em Portugal, uma actividade económica que apresenta um elevado risco de incumprimento contratual. Esta é uma situação que se tem perpetuado impunemente ao longo das décadas, com as perdas a serem suportadas exclusivamente pelos proprietários de imóveis.

De acordo com a V edição do barómetro ALP, que recolheu respostas de mais de duas centenas de proprietários durante a primeira quinzena de Julho, um em cada quatro proprietários tem rendas em atraso. Destes, 20 por cento acumula perdas de mais de 6 meses. O barómetro de Julho da ALP revela, no entanto, que mais de metade dos senhorios com arrendatários incumpridores não vão avançar para os tribunais ou instruir despejos.

Poderão os seguros de arrendamento ser a solução para minorar o risco do arrendamento em Portugal, e evitar as perdas de rendimentos dos senhorios? Os dados do último barómetro da ALP revelam que uma fatia de um terço dos proprietários considera muito dispendiosos os prémios dos seguros de renda muito dispendiosos. No entanto, um quinto dos respondentes estar aberto a equacionar essa possibilidade.

Este é o ponto de partida para o debate da conferência organizada pela ALP, em parceria com a ALP Seguros, a Hispania Underwriting e o Grupo Mútua de Proprietários, mutualista espanhola especializada em seguros imobiliários, desde 1835.

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Grupo CVM vai investir 140M€ até 2024

O grupo nortenho Construções Vila Maior (CVM) anuncia o investimento de 140 milhões de euros, a realizar até 2024, com vista ao desenvolvimento de vários projectos imobiliários para o segmento residencial que irão criar 825 novas fracções. Os investimentos concentram-se a Norte

Do total previsto, 425 fracções estão já em desenvolvimento/construção e as restantes quatro centenas irão iniciar-se até ao final de primeiro trimestre de 2023, como conta ao CONSTRUIR Severino José Ponte, CEO do Grupo CVM.

O grupo CVM foi fundado em 1999, dedica-se à construção e promoção imobiliária e centra a sua actividade essencialmente entre Espinho e Leça da Palmeira. Uma concentração geográfica que irá ser reforçada nos próximos dois anos. O objectivo do grupo é “consolidar e expandir o negócio de promoção imobiliária, e liderar o sector em Vila Nova de Gaia, reforçar no Porto, Espinho e Matosinhos”.

O grupo é já um forte player na área da construção, reabilitação e promoção, com soluções que abrangem diversas dimensões, desde a construção de habitação prime, à reabilitação integral de edifícios, tendo, nos últimos 10 anos, construído 900 fracções no Porto e Vila Nova de Gaia. Em 2021, o grupo CVM facturou 24 milhões de euros e estima atingir os 32milhões de euros em 2022.

A empresa lançou, recentemente, sete novos projectos imobiliários no valor de 49,7 milhões de euros. Que projectos são estes, dirigidos para que segmentos de mercado?
Todos os projectos lançados e que estão em construção e em fase de comercialização são de habitação e destinam-se ao segmento de mercado médio-alto. Temos o empreendimento Pedras da Mare, em São Félix, Vila Nova de Gaia, está em fase de obra e será um edifício com 34 fracções de habitação de tipologia T1, T2, T3 e T4 e está já 90% vendido. O empreendimento Rua Trinta e Seis, em Espinho, está em fase de obra e será um edifício com 20 fracções de habitação. Ainda em Espinho, o edifício Rua Cinco está em início de construção e tem 19 fracções de habitação.

Já o edifício Aires Ornelas, localizado em pleno centro do Porto, está em início de construção e tem 16 fracções. O edifício Encosta do Infante 2ª fase, em Vila Nova de Gaia, terá 65 fracções.

As Casas da Marinha vão nascer em São Félix da Marinha e serão contempladas por 4 Moradias T4 e T5. O início de obra está previsto para Outubro 2022. Depois temos o edifício Pacífico, em Vila Nova de Gaia, com 62 fracções, também deverá arrancar em Outubro deste ano, tal como o edifício Encosta do Infante 3ª fase, em Vila Nova de Gaia, que terá 48 fracções

No último ano, Vila Nova de Gaia foi um dos concelhos que mais investimento imobiliário captou. Sendo este também um dos locais onde a empresa está mais activa, pergunto-lhe quais os factores por detrás deste boom?
O conhecimento do mercado de Vila Nova de Gaia, resultado da nossa actividade nos últimos anos nesse concelho, associado ao reconhecimento da nossa marca pelos clientes levaram a nossa empresa a reforçar o investimento não só no centro da cidade como também na zona litoral. Gaia é historicamente um bom mercado com elevada procura de habitação de qualidade. Neste momento verificamos além da procura de habitação própria também a existência de clientes nacionais e internacionais que procuram investimentos seguros.

Essa procura estendesse a outros concelhos do grande Porto. São mercados onde a empresa vai actuar?
Porto, Matosinhos e Espinho são mercados que pela proximidade da nossa zona de intervenção também despertaram o nosso interesse para investimento. Neste momento mantemos a nossa presença no Porto com o projecto de Aires Ornelas, em Matosinhos com um novo projecto com arranque previsto para o início de 2023 e em Espinho com três projectos novos, Espinho 36 (1 e 2 fase), Espinho 5 e um outro projecto ainda em estudo prévio.

Qual o valor do investimento a realizar nos próximos dois anos?
Na verdade, pretendemos investir 140 milhões de euros, até 2024, na construção de quinze edifícios, o que corresponde a 825 fracções. Deste total, 425 já estão em curso e as restantes 400 irão iniciar-se até final do primeiro trimestre de 2023.
O objectivo do grupo é consolidar e expandir o negócio de promoção imobiliária, e liderar o sector em Vila Nova de Gaia, reforçar no Porto, Espinho e Matosinhos.

Que projectos vão nascer? E onde?
Além dos projectos que já mencionei, estão programados para arrancar no primeiro trimestre 2023 os seguintes projectos imobiliários: o da Rua 36 2ª fase, em Espinho, o projecto para 15 apartamentos está em fase de; o da Rua de Brito em São Félix da Marinha, Vila Nova de Gaia, o projecto para 35 apartamentos; o da Rua D João I em Matosinhos Sul, o projecto para 9 apartamentos. Todos eles estão em fase de licenciamento. E temos previsto mais um projecto de 75 fracções na Avenida da República, em Vila Nova de Gaia.

A CVM estará sozinha nestes projectos ou em parceria com outras entidades? Como está estruturado este investimento?
Do total do investimento a realizar de 140 milhões de euros, a área de promoção imobiliária do grupo, a Dunaplana, que é detida a 100% pelo grupo, assumirá 60 milhões de euros, os restantes 80 milhões de euros serão realizados através de empresas participadas do Grupo CVM.

Todos estes projectos destinam-se ao segmento residencial?
Nem todos eles serão residenciais. O grupo CVM está a investir também na área do arrendamento industrial, onde investirá até final de 2023 quinze milhões de euros em Santa Maria da Feira no Parque Empresarial A32, um empreendimento que terá 25.000m2.

É uma estratégia ambiciosa. Este volume de investimento destina-se a aproveitar o bom momento do mercado?
O nosso grupo de empresas tem como base a empresa de construção, Construções Vila Maior, uma empresa com mais de 30 anos de experiência e que nos permite garantir a execução dos empreendimentos com qualidade e prazo propostos. O volume de projectos que temos em curso é resultado de uma estratégia que foi traçada nos últimos anos, com a compra de terrenos e com a realização de parcerias estratégicas com outras empresas de promoção imobiliária. A CVM acredita que a união faz a força e as parcerias que fizemos são prova disso mesmo.

Não teme um abrandamento da procura no mercado da construção nova no Grande Porto?
O objectivo do grupo ao avançar com todos estes projectos é, na verdade, antecipar as mudanças de fundo que surgirão a cinco anos no mercado em Portugal. Desta forma, estamos a reposicionar-nos fortemente para combater as actuais dificuldades que o sector enfrenta com os preços das matérias-primas e com a escassez de mão de obra qualificada.

A curto prazo construir será ainda mais difícil, devido à falta de mão de obra qualificada, e mais caro, resultado do crescimento de preços que se verifica não só nos materiais, mas também nos terrenos. Verificamos que os terrenos bem localizados são cada vez mais escassos.
Acreditamos que este é o momento de crescer e aproveitar desta forma a nossa capacidade construtiva que será certamente uma vantagem para a colocação do nosso produto no mercado.

Construir para a classe média é um desafio? De que forma os altos preços das matérias-primas condicionam (ou não) a vossa actividade?
Estamos certos de que o aumento de preços vai continuar a sentir-se e terá de se reflectir no preço final da habitação. Trabalhamos de forma a optimizar soluções para que o preço final se enquadre no nosso mercado.

O nosso modelo de negócio traz muitas vantagens para que o produto seja competitivo, uma vez que participamos activamente em todas as fases do desenvolvimento dos projectos. Os projectos são pensados e desenvolvidos do zero o que nos permite colocar todo o conhecimento adquirido ao longo dos anos, as soluções arquitectónicas e construtivas são estudadas de forma que o produto final seja o pretendido pelo cliente.

O grupo CVM trabalha muito para investidores estrangeiros, mas o nosso mercado principal é o mercado nacional. A nossa preocupação é sempre o custo final das habitações, obviamente que não podemos desligar-nos dessa preocupação quando desenvolvemos um projecto.

Os investimentos que realizaram e que pretendem realizar obrigaram ao reforço da estrutura? Em que sentido?
Para podermos realizar os projectos em curso a empresa teve a necessidade de crescer nos últimos anos quer ao nível de mão de obra qualificada e quadros técnicos como no investimento de equipamentos e novas instalações.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Arquitectos: Revisão do CCP é “lesiva do interesse público”

A redacção da iniciativa legislativa, no entender dos responsáveis da Ordem, “é francamente lesiva do interesse público por uma arquitectura de qualidade, qualidade essa que o legislador propõe passar a desconhecer, pois a escolha do melhor projecto que serve o interesse público não será, em primeira instância, feita pelo Estado”

Ricardo Batista

O projecto de Decreto-Lei 32/XXIII/2022, relativo às novas alterações propostas para o Código dos Contratos Públicos (CCP), cuja consulta pública decorreu até ao passado dia 16 de Agosto, continua a gerar críticas por parte dos arquitectos.

Em comunicado, a Ordem dos Arquitectos (OA), através do seu Conselho Directivo Nacional (CDN), considera que o actual documento “vem na senda da inicial Proposta de Lei n.º 41/XIV/1.ª (GOV)”, cuja gravidade sublinhámos em sede de audição da Comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação (CEIOPH), no dia 29 de Setembro de 2020″, por se pretende estabelecer como regra um regime que é de excepção. Essa proposta viria então a ser retirada em favor de um texto de substituição, que recuava na alteração proposta ao regime de concepção-construção. Deste modo, a OE encara com “redobrada apreensão” as consequências do actual diploma, nomeadamente, “as suas graves implicações para o território e a paisagem edificada, bem como para o exercício da profissão de arquitecto, estando em causa questões da maior relevância para a salvaguarda da Arquitectura e do interesse público”, na medida em que a nova leitura volta a propor um procedimento dito especial face àquilo que é regra, de acesso excepcional à modalidade de concepção-construção. “Verificamos que, na verdade, não existe excepção, mas antes a possibilidade do encomendador, de forma livre, arbitrária, generalizada e definitiva, recorrer ao regime de concepção-construção, hoje consagrado como excepcional e de âmbito claramente (e bem) restringido. E por que razão? Possibilitar a eliminação de dispêndios de tempo e recursos desnecessários, por parte da entidade adjudicante, nos casos em que esta considere que o mercado está em melhor posição de elaborar um projecto de execução de determinada obra, concluindo que tal prerrogativa concorrerá para uma pretendida agilização procedimental”, explica a OE no mesmo comunicado.

Desburocratizar sim, mas…
Ainda que se entenda a necessária “desburocratização e flexibilização”, estas “não podem justificar preterir os mecanismos que melhor protegem o interesse e os recursos públicos”. “Ora, a solução que se apresenta é especialmente gravosa e fortemente limitadora do acesso à encomenda de projecto, sendo preteridos serviços de dezenas de milhares de projectistas – arquitectos e engenheiros – em favor de construtoras de maior dimensão e de maior capacidade técnica e financeira”, salienta. Considerando que “o projecto não é um dispêndio desnecessário”, mas antes um investimento elementar na boa aplicação do dinheiro público, a Ordem considera que “através da solução que agora se discute, abre-se a porta, mais do que à simplificação e à eliminação de tempos e recursos desnecessários, à própria extinção de procedimentos, e fecham-se as janelas à transparência e livre concorrência”. “Insistimos na defesa da solução que separa a actividade de projecto da actividade da construção e da preservação do livre acesso de projectistas à encomenda de obra pública”, já que “com a proposta que agora se apresenta não descortinamos qualquer passo em frente no que toca ao bom uso dos dinheiros públicos e combate à corrupção”, nem que a mesma “assegure um benefício efectivo para a generalidade dos trabalhadores de toda a fileira económica da construção, mas apenas e tão só para alguns (poucos) dos seus actores”, assim como “não se antecipa que resulte numa contribuição positiva para a paisagem do país e, nessa medida, para a futura qualidade de vida dos portugueses”. Neste sentido, a Ordem solicita nova alteração do Projecto de Decreto-Lei “em favor de uma redacção que garanta o interesse público por uma arquitectura de qualidade e mantenha as condições de livre acesso de projectistas à encomenda de obra pública”.

Sobre o autorRicardo Batista

Ricardo Batista

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Câmara de Oliveira de Azeméis lança concurso para construção do Parque Urbano

A descrição do projecto refere que os “valores patrimoniais” deste espaço serão valorizados e interpretados. Toda a intervenção no futuro parque seguirá como linhas orientadoras “a paisagem humanizada e o património ambiental e natural”

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A Câmara de Oliveira de Azeméis está a promover o concurso público com vista à construção do novo Parque Urbano e Centro de Interpretação Ambiental, com uma área de cinco hectares, localizado na antiga Quinta dos Borges.

O investimento, estimado em 4,7 milhões de euros, contempla a requalificação do edificado existente na Quinta dos Borges para espaços de restauração, como o café do parque e esplanada do café-concerto, e a disponibilização de áreas para Centro Interpretativo e Quinta Pedagógica, estruturas de slide e arborismo, circuitos e equipamentos de desporto de manutenção, zonas de repouso, entre outras valências.

A descrição do projecto refere que os “valores patrimoniais” deste espaço serão valorizados e interpretados. Toda a intervenção no futuro parque seguirá como linhas orientadoras “a paisagem humanizada e o património ambiental e natural”.

Trata-se, segundo as autoridades envolvidas, de “uma obra estratégica para o concelho que, no futuro, irá valorizar urbanisticamente a entrada sul da cidade, proporcionando aos oliveirenses e visitantes a possibilidade de usufruir de um espaço verde para recreio e lazer, que privilegiará o contacto com a natureza, através de atividades desportivas, culturais, de convívio, encontros sociais e ações lúdicas e pedagógicas diversas”.

O parque de 5 hectares ficará localizado numa área central da cidade, na denominada Quinta dos Borges.

“O objetivo do projeto é contribuir para o bem estar dos oliveirenses e para a promoção de hábitos de vida saudáveis, aproximando as pessoas do contacto com a natureza”, refere a edilidade que prevê o início da obra ainda este ano.

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ACO ShowerDrain S+

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O novo canal de chuveiro ACO ShowerDrain S+ combina um design elegante com um sistema de drenagem para casas de banho de alto desempenho e funcional. O ACO ShowerDrain S+ combina as vantagens de um canal de chuveiro convencional com as facilidades de manutenção de um sumidouro com acesso livre e fácil aos componentes interiores do canal.

ACO ShowerDrain S+ é a nova proposta de design do canal de chuveiro que se integra perfeitamente na estética global da casa de banho e, ao mesmo tempo, proporciona uma forma simples de a manter limpa e em perfeitas condições. Isto é obtido graças à função “tip & flip” que permite levantar a grelha e removê-la com uma simples pressão de dedos na lateral, sem precisar de ferramentas adicionais, evitando arranhões e danos no material ou outros inconvenientes.

A elegância do canal ACO ShowerDrain S+ também pode ser vista no seu acabamento de superfície. As partes exteriores fabricadas em aço inoxidável receberam um tratamento especial de eletropolimento que as torna 50% mais lisas e ainda mais brilhantes.

Em termos de instalação, o sistema vem pré-montado com tela de impermeabilização e tem um declive integrado para assegurar uma drenagem ideal da água. Isto melhora substancialmente a capacidade de autolimpeza do canal e reduz consideravelmente a quantidade de águas residuais estagnadas e as manchas de calcário resultantes. Todos os componentes internos podem ser facilmente removidos, o que assegura o livre acesso às tubagens e facilita possíveis trabalhos de manutenção e limpeza.

O ACO ShowerDrain S+ está disponível em comprimentos de 800, 900, 1000 e 1200 mm, e com dois modelos de grelha: Stripes ePlate. É uma solução ideal para projetos de casas de banho que requerem um chuveiro ao nível do chão que para além de expandir as possibilidades de design, facilita a acessibilidade.

Mais informações: Tel. 972 859 300 – [email protected]www.aco.es

Canal de chuveiro ACO ShowerDrain S+ com grelha Plate
Elevação da grelha do canal de chuveiro ACO ShowerDrain S+ com grelha Stripes

 

Sobre a ACO Iberia

A ACO Iberia é uma empresa industrial fundada em 1998 que oferece uma ampla gama de canais de drenagem, sumidouros, tampas de registo, separadores de hidrocarbonetos e gorduras, tubagens em aço inoxidável e estações de bombagem, entre outros. A sua sede central localiza-se em Maçanet de la Selva (Girona), conta com escritórios comerciais em Madrid, Porto e Lisboa e emprega 64 pessoas, conseguindo ultrapassar o número de 20 milhões de euros em 2021. A partir de Espanha distribui também as suas soluções e sistemas na Colômbia, Chile e Brasil, países onde conta com filial própria e unidade de produção no Brasil.

A ACO Iberia é a filial na Península Ibérica do Grupo ACO; uma empresa familiar de origem alemã, líder mundial em sistemas de drenagem de águas pluviais, industriais e de utilização doméstica. O grupo está presente em 46 países em todo o mundo, com um total de 36 unidades de produção nos cinco continentes. Com uma equipa humana formada por mais de 5000 pessoas, o grupo gerou um volume de negócios superior a 1000 milhões de euros em 2021.

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La Redoute inaugura nova loja outlet com artigos Casa e Moda

O novo espaço situa-se num moderno edifício polivalente com cerca de 3.000m2, e para além da loja, conta com zonas de montagem e de armazenamento de artigos. Localiza-se numa zona privilegiada e de grande acessibilidade, junto ao IC2, entre Leiria e Batalha

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Face ao crescimento acentuado do segmento Casa La Redoute (que representa actualmente 65% do negócio), a marca teve necessidade de procurar um espaço que reunisse as condições ideais para um conceito outlet de grande dimensão. Por isso, decidiu apostar na abertura de um novo estabelecimento, construído de raiz, onde o consumidor poderá encontrar, sobretudo, artigos de mobiliário, decoração e têxtil-lar das marcas AM.PM e La Redoute Intérieurs, mas também peças de vestuário La Redoute Collections e de outras marcas distribuídas pela La Redoute.

“A afirmação da marca nas categorias de mobiliário e decoração tem vindo a gerar um maior fluxo de mercadoria de média e grande dimensão que origina, naturalmente, a necessidade de maiores espaços de armazenamento. Por outro lado, e seguindo a nossa política de sustentabilidade e otimização de recursos, é necessário dar uma resposta adequada a todas as situações de trocas, devoluções ou gestão de artigos danificados e excedentes, que no caso da decoração e mobiliário implica um redireccionamento para a loja OUTLET. A idealização e concretização do espaço que agora abrimos é o culminar de um caminho construído nos últimos anos”, justifica Paulo Pinto, CEO da La Redoute em Portugal.

A nova loja, que dispõe de mais de 50 lugares de estacionamento, apresenta na sua área de exposição artigos das mais diversas tipologias: mobiliário para diferentes ambientes (sala, quarto, hall, cozinha, jardim, etc.), tapetes, propostas de iluminação, sofás, cadeiras, colchões e artigos têxteis (roupa de cama, cortinados, atoalhados), e claro, artigos de vestuário.

Além da loja outlet, a La Redoute conta com mais um ponto físico de venda em Portugal: a pop up store em Lisboa (Avenidas Novas), que abriu em outubro de 2020.

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