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CPCI: “Gestão das empresas não pode continuar a ser uma sucessão de decisões caso a caso”

A CPCI recorda que outros Governos europeus estão a anunciar medidas fortes para o Sector da Construção e Imobiliário e considera que Portugal tem de acompanhar esta estratégia, e que não é tempo de regatear meios, mas sim de envidar os esforços para que, salvas todas as todas as vidas que se puderem salvar, se possa rapidamente reconstruir o nosso País e captar investimento

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A Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI) alertou para as consequências “já muito significativas” da Covid-19 no sector e pediu a suspensão de impostos até Dezembro e apoios para os encargos com o pessoal, alertando para a necessidade de serem adoptados mecanismos efectivos e orientados para este tecido empresarial. A organização entende que este é o momento de agir e sublinha que a gestão das empresas e dos seus trabalhadores não pode continuar a ser uma sucessão de decisões caso a caso, sem mecanismos efectivos de apoio imediato e as empresas do Sector não podem ficar por sua conta e risco, sem uma resposta efectiva por parte do Governo.

Em comunicado, a Confederação liderada por Reis Campos alerta para os impactos do surto pandémico nas empresas de uma fileira que, no seu conjunto, representa mais de 600 mil postos de trabalho e integra uma extensa cadeia de valor que inclui muitas actividades cujo
funcionamento, neste momento de emergência nacional, é absolutamente imprescindível para o funcionamento do País e para a segurança das populações e que, no seu conjunto, ultrapassada a actual crise, vão ser decisivas para a recuperação da economia nacional.

A Confederação refere que apesar de ainda não ser possível apurar a real dimensão desta situação extraordinariamente séria e grave, as consequências imediatas sobre a generalidade das empresas são já muito significativas e entende que este é momento de agir, assegurando mecanismos efectivos e orientados para este tecido empresarial. Suspender o pagamento de impostos, incluindo o IMI e o AIMI, até ao final do ano, apoiar financeiramente os encargos com o pessoal, fazer chegar liquidez de forma imediata às empresas, através do pagamento imediato a todos os fornecedores do Estado, criar uma linha de crédito específica para a Construção e Imobiliário, recorrendo-se aos instrumentos financeiros europeus, com uma taxa máxima de 1% de juros, são necessidades prementes e indiscutíveis para a generalidade das empresas desta fileira.

A CPCI recorda que outros Governos europeus estão a anunciar medidas fortes para o Sector da Construção e Imobiliário e considera que Portugal tem de acompanhar esta estratégia, e que não é tempo de regatear meios, mas sim de envidar os esforços para que, salvas todas as todas as vidas que se puderem salvar, se possa rapidamente reconstruir o nosso País e captar investimento.


A Confederação da Construção e Imobiliário, termina dizendo que já alertou o Governo para os efeitos desta crise sem precedentes, que poderá conduzir a um desastre absoluto, para esta fileira e para o País, reafirmando, por isso, que o Sector da Construção e do Imobiliário deverá ser salvaguardado, dado que, como todos sabemos, é um dos mais importantes motores da economia e do investimento, pela sua capacidade de, rapidamente, promover a retoma da actividade económica de Portugal.

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Tétris conclui renovação de villas do Onyria Quinta da Marinha

As villas, de tipologia T1 e T2,  foram totalmente remodeladas para integrar áreas mais amplas e arejadas. A Tétris também já havia sido responsável renovação dos 198 quartos da unidade hoteleira de 5 estrelas

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A Tétris, empresa do grupo JLL que presta serviços de arquitectura e construção, continua a consolidar a sua actividade no sector hoteleiro e turístico, tendo concluído recentemente as obras de renovação das 27 villas que compõem a oferta de alojamento da Onyria Quinta da Marinha, a 5 minutos da vila de Cascais.

As villas, de tipologia T1 e T2,  foram totalmente remodeladas para integrar áreas mais amplas e arejadas, tendo a obra decorrido por um período recorde de meses. Esta foi a segunda vez em que a Tétris colaborou com o Grupo Onyria, tendo também sido responsável pela obra de renovação dos 198 quartos da unidade hoteleira de 5 estrelas presente neste empreendimento de luxo.

Carlos Cardoso, managing director da Tétris Portugal, evidencia a importância desta obra, que permite à empresa reforçar a sua presença no segmento hoteleiro e turístico. “Este é um sector desafiante e complexo, onde consideramos que podemos aportar um valor acrescentado muito importante para o cliente, dada a nossa experiência e rigor em termos de cumprimento de prazo, orçamentos e qualidade de execução. Temos vindo a conquistar reconhecimento neste sector, reforçando o número de projectos em carteira e merecendo hoje o voto de confiança de vários clientes que são referências no sector em Portugal”.


Gonçalo Valente, business developer da Tétris e JLL, explica que “estamos activamente à procura de oportunidades no sector hoteleiro e turístico, para o qual podemos aportar muitas vantagens a nível de serviço. Desde logo, com recurso a processos de gestão e fornecimento pró-activos como é o caso do modelo Open Book, de que esta obra mais recente na Quinta da Marinha é um excelente exemplo. É um processo que permite importantes poupanças de custos e sobretudo de tempo, que são cruciais em qualquer sector, mas ainda mais na área hoteleira, especialmente neste tempo de pandemia”.

Sugerido, neste caso concreto, pela Tétris ao cliente, o modelo Open Book é um processo evolutivo em que se faz a consulta ao mercado de materiais e fornecedores à medida que a obra vai progredindo, sem necessidade de concurso e definindo-se uma margem de facturação à cabeça, bem como um valor fixo de estaleiro. Tal processo tem a grande vantagem de permitir optimizar o tempo de concretização das obras e a gestão do orçamento garantido ao cliente que o mesmo não é excedido. Neste caso concreto, a obra foi executada em menos dois meses do que o inicialmente previsto, por se ter abdicado de um processo tradicional de concurso. Com este processo Open Book, o cliente recebe um produto de qualidade, de acordo com os parâmetros arquitectónicos desejados, dentro do orçamento previsto, optimizando o prazo e, obtendo assim, uma rentabilização extra.

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PRR: investimentos transfronteiriços próximos dos 100%

A componente C7 do PRR que contempla os investimentos estruturais nos territórios transfronteiriços está a caminho dos 100% de contratualização

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Em Setembro foram assinados em Alcoutim e em Nisa os contratos de financiamento que vão permitir concretizar até 2025 a Ponte Internacional entre Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana e a Ponte Internacional sobre o Rio Sever.
Estes investimentos, financiados em Portugal pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) com 18 milhões de euros, vão ser concretizados pelas Câmaras Municipais de Alcoutim e de Nisa, contando com a intermediação das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve e do Alentejo. Estes beneficiários estão em ligação com a Estrutura de Missão Recuperar Portugal, autoridade de gestão e coordenação operacional do PRR.

Ainda no âmbito do investimento transfronteiriço previsto no Plano de Recuperação e Resiliência já está assinado o contrato entre a Recuperar Portugal e a Infraestruturas de Portugal (IP) para a construção da ligação entre Vinhais e Bragança.

O último investimento da C7, em fase de conclusão do processo de contratualização, destina-se a concretizar a ligação entre Bragança e Puebla de Sanabria (ES) e terá como beneficiário intermediário a CCDR/Norte.


Os investimentos transfronteiriços no PRR têm uma dotação de 65 milhões de euros. A sua execução pretende trazer uma melhoria às ligações rodoviárias destes territórios, assegurar maior proximidade a corredores de grande capacidade, bem como menores custos de contexto para quem vive e trabalha nestas regiões. Ao mesmo tempo, impulsiona a dinâmica socioeconómica na zona de fronteira entre Portugal e Espanha e facilita a partilha de serviços ou infraestruturas já existentes.

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Fundo Ambiental já canalizou 5M€ para edifícios mais sustentáveis

3247 candidaturas ao Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis já receberam financiamento, num total de 5M€. 24 000 aguardam ainda resposta

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3247 candidaturas ao Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis já receberam financiamento do Fundo Ambiental, que corresponde à entrega de apoios no montante superior a cinco milhões de euros.
Com uma dotação total de 30 milhões de euros, o programa recebeu até ao momento 26779 candidaturas, das quais apenas 3486 foram validadas e aceites.

O programa agora em vigor insere-se no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência e visa melhorar a eficiência energética e hídrica dos edifícios, contribuindo também para a recuperação económica pós-pandemia. As candidaturas são validadas por uma equipa que, além do Fundo Ambiental, integra o Laboratório de Energia e Geologia, a ADENE – Agência para a Energia e a Universidade Nova de Lisboa.

O aviso do Fundo Ambiental financia medidas que promovam a reabilitação, a descarbonização, a eficiência energética, a eficiência hídrica e a economia circular contribuindo para a melhoria do desempenho energético e ambiental dos edifícios. Em concreto, pretende-se que as medidas a apoiar possam conduzir, em média, a pelo menos 30% de redução do consumo de energia primária nos edifícios intervencionados.


O incentivo total máximo do programa é de 7500 euros (edifício unifamiliar) ou de 15 mil euros (multifamiliar e em propriedade total) e apoia a aquisição e instalação de janelas eficientes, isolamentos de base natural, sistemas de aquecimento e arrefecimento com base em energias renováveis, painéis fotovoltaicos e, ainda, intervenções que visem a eficiência hídrica.

A 1.ª fase do Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis revestiu-se de uma enorme procura que conduziu ao esgotamento da totalidade da verba afecta ao Programa antes do final de 2020 e ao seu reforço estimado em cerca de 5 M€, totalizando 9,5 M€. Com esta iniciativa foi possível alavancar cerca de 21 milhões de euros de investimento que contribuíram para promover a dinamização económica do emprego, através do lançamento de pequenas obras, de execução célere e disseminadas pelo território, que pudessem absorver algum do impacto da crise económica provocada pela pandemia causada pela doença COVID-19, entre outras iniciativas.

Face ao sucesso do Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis, as candidaturas apresentadas ao abrigo desta 2ª fase, que venham a ser aprovadas e que não tenham cabimento no orçamento, transitarão para programas similares posteriores.

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Martifer ganha contrato de 35M€ para ampliação do Aeroporto de Marselha

A empresa portuguesa será responsável pelo fornecimento e montagem de estrutura metálica, fachadas em vidro, clarabóias e revestimentos em chapa de alumínio

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A Martifer, através da sua participada Martifer Constructions SAS (“Martifer França”), ganhou um contrato de 35M€ no âmbito das obras de ampliação do Aeroporto de Marselha Provence, anunciou a empresa em comunicado enviado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários.

Segundo a empresa a adjudicação foi ganha em “em consórcio com a GTM SUD e a Travaux du Midi Provence (empresas do grupo Vinci) para a ampliação do Aeroporto de Marselha Provence. O valor global do contrato ascende a 125 milhões de euros”, avança em comunicado.

Os trabalhos a executar pela Martifer têm um valor estimado de 35 milhões de euros e o prazo previsto para a execução da obra é de 37 meses. A Martifer será responsável pelo fornecimento e montagem de estrutura metálica, fachadas em vidro, clarabóias e revestimentos em chapa de alumínio.


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Metro: Novos contratos ao abrigo do PRR permitem avançar com expansão da rede

O prolongamento da linha Vermelha terá uma extensão de 4 km e 4 novas estações: Amoreiras, Campo de Ourique, Infante Santo e Alcântara, com ligação à futura Linha Intermodal Sustentável. Já o Metro de Superfície Odivelas-Loures, com 18 estações e 12 km, ligará o Hospital Beatriz Ângelo ao Infantado, com interface e transbordo para Lisboa na Estação de Metropolitano em Odivelas

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O Metropolitano de Lisboa e a Estrutura de Missão “Recuperar Portugal” celebraram os contratos de financiamento para a realização dos investimentos para a linha Vermelha do Metropolitano de Lisboa até Alcântara e o Metro Ligeiro de Superfície Odivelas/Loures, previstos no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) 2026 que determinam o apoio financeiro destinado à concretização e operacionalização destes investimentos.

O contrato relativo ao Investimento TC-C15-i01 “Expansão da Rede de Metro de Lisboa – Linha Vermelha até Alcântara” fixa um financiamento de 304 milhões de euros, prevendo o contrato relativo ao Investimento TC-C15-i03 “Metro Ligeiro de Superfície Odivelas-Loures” um financiamento de 250 milhões de euros, valores que correspondem, em ambos os projectos, ao custo total do investimento. Os presentes investimentos e financiamentos têm um prazo de conclusão previsto para 31 de Dezembro de 2025.

O prolongamento da linha Vermelha de São Sebastião a Alcântara terá uma extensão de quatro quilómetros e quatro novas estações: Amoreiras, Campo de Ourique, Infante Santo e Alcântara, efectuando-se nesta última, a ligação à futura Linha Intermodal Sustentável que promoverá a ligação ao concelho de Oeiras (LIOS Ocidental).


O Metro Ligeiro de Superfície Odivelas-Loures terá um total de 18 estações e 12 quilómetros de rede. Esta linha irá estender-se num corredor em “C”, que ligará o Hospital Beatriz Ângelo ao Infantado, com interface e transbordo para Lisboa na Estação de Metropolitano em Odivelas.

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Lidl lança concurso de 1M€ com o apoio da RE/MAX

O Lidl Portugal através do seu programa de fidelização, Lidl Plus, e em parceria com a RE/MAX Portugal, lança um novo concurso que procura ajudar os portugueses a concretizarem o sonho de comprar casa.

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O Lidl Portugal através do seu programa de fidelização, Lidl Plus, e em parceria com a RE/MAX Portugal, lança um novo concurso que procura ajudar os portugueses a concretizarem o sonho de comprar casa.

A decorrer entre os dias 20 de Setembro e 14 de Novembro, o Lidl irá sortear um cheque-oferta RE/MAX no valor de 150.000 euros para adquirir um imóvel, na tipologia de moradia ou apartamento, através da imobiliária.

Este concurso, inovador no sector do retalho alimentar, e em parceria com a RE/MAX, assenta numa mecânica simples. Para participarem, os clientes têm que estar registados na aplicação gratuita Lidl Plus – o programa de fidelização do Lidl – identificarem-se com o seu cartão digital Lidl Plus no leitor da caixa de pagamento e, por cada 25 euros em compras, em cada talão, recebem uma participação que deverá ser submetida através da app.


Os oito vencedores serão seleccionados através de um sorteio semanal ao longo das 8 semanas de concurso, e terão 1 ano para utilizar o seu Cheque-Oferta, no valor de 150.000 euros, na RE/MAX, em Portugal Continental e nas ilhas da Madeira e dos Açores. Durante a sua validade, os vencedores poderão utilizar este montante para encontrar a casa dos seus sonhos, tendo de cobrir a diferença caso o imóvel seja superior ao valor do Cheque-Oferta.

O concurso vai ao encontro daquele que é o desejo de muitas famílias portuguesas: comprar casa própria. “Temos vindo a construir nos últimos anos um percurso sólido em campanhas de fidelização que muito nos orgulha – relevantes e com um cariz educacional. As nossas campanhas como o Gang dos Frescos, os Guardiões da Terra ou o Lidl Shop, foram muito acarinhadas pelos nossos clientes. Este ano, dado o contexto económico actual, agravado pela situação de pandemia, foi imperativo para nós contribuir para algo que é o sonho de muitas famílias – a possibilidade de terem a sua própria casa – em parceria com uma das maiores imobiliárias no país, algo inovador no retalho alimentar”, justifica Filipa Appleton, directora de marketing do Lidl Portugal.

Já para a RE/MAX ”uma casa, além de um investimento, é um dos bens mais preciosos, onde são construídas histórias, tradições, amizades e famílias. É por isso para nós muito gratificante ter estabelecido esta parceria com uma das maiores empresas de retalho alimentar e que irá proporcionar a oito clientes Lidl a possibilidade de concretizar o sonho de ter a sua própria casa. Acreditamos que esta campanha terá um poder transformador em várias famílias e, sendo essa a base do nosso trabalho, acreditamos que esta parceria faz todo o sentido para a RE/MAX Portugal”, reforça Beatriz Rubio, CEO da rede imobiliária.

Para a divulgação deste concurso, será lançada, a partir do dia 19 de Setembro, uma campanha multimeios com a criatividade d’O Escritório, presente em televisão, rádio, digital, outdoor e ownmedia – website, redes sociais, app e newsletter.

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Uber investe mais de 90 M€ em novo hub em Lisboa

Há sete anos em Portugal, o mercado português tem sido um pólo de inovação e crescimento como é o exemplo do Uber Green ou a expansão do serviço a 100% do território

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tagsUber

A Uber inaugurou a sua nova sede em Portugal e em Lisboa, um novo hub que será a sua principal fonte de conhecimento sobre utilizadores, motoristas e parceiros de entrega e de desenvolvimento de produto e tecnologia da Uber na região do Sul da Europa. O novo hub da Uber e a sede de operações representam um investimento de mais de 90 milhões de euros e já gerou mais de 400 empregos directos com perspectivas de recrutar 200 colaboradores adicionais até ao final de 2021.

A sede em Portugal reúne talento proveniente de 28 países com mais de 10 áreas de especialização como Qualidade, Formação & Desenvolvimento, Analytics, Gestão de Projecto, Operações, Marketing, Comunicação entre outras. Além disso, presta apoio ao cliente complexo, como é o caso, por exemplo, do apoio prestado pelas equipas de fraude ou de resposta a incidentes e de segurança da Uber.

“Hoje queremos reforçar o nosso compromisso para com Portugal e a vontade de continuar a investir neste país. Já fizemos um investimento de 60 milhões de euros e pretendemos investir mais 30 milhões nos próximos quatro anos. Portugal tem profissionais de excelência e também capacidade para atrair os melhores talentos para trabalhar na Uber e viver em Lisboa.” partilhou Régis Haslé, director sénior de Operações de Cliente EMEA.


“Desde que chegámos, há sete anos, o mercado português tem sido um pólo de inovação e crescimento onde pudemos criar e testar produtos como o Uber Green ou a expansão do serviço a 100% do território, entre tantos outros projectos e iniciativas inovadoras. Isso tem sido possível graças ao talento de excelência e uma parceria positiva e produtiva com Portugal e os portugueses” acrescentou Anabel Diaz, directora Geral Regional de Rides EMEA.

O Hub irá oferecer suporte para nove países europeus, incluindo França, Espanha, Portugal, Itália, Grécia, Israel, Turquia, Alemanha e Croácia, entre outros.

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Portugal apoia abastecimento de água em Moçambique com 1M€

Portugal vai contribuir com um milhão de euros para apoiar Moçambique na realização dos estudos necessários à viabilização do plano de expansão do abastecimento de água do país

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O Ministro do Ambiente e da Acção Climática, Matos Fernandes, afirmou a abertura de Portugal para partilhar experiências com Moçambique na expansão dos sistemas de abastecimento de água no país, à margem da conferência internacional de financiadores que se realizou em Maputo.

Ao longo dos próximos 10 anos o plano de expansão dos sistemas de abastecimento de água em Moçambique prevê um investimento de 1,5 mil milhões de euros na construção e modernização de infraestruturas com o objectivo de garantir um acesso mais universal à água. Portugal está disposto a contribuir com um milhão de euros para, ao longo dos próximos três anos, apoiar Moçambique na realização dos estudos necessários à viabilização do plano.

Em Moçambique para participar na Conferência Internacional de Financiadores que se realizou no início da semana, o ministro português do Ambiente e da Acção Climática, Matos Fernandes, referiu “que a experiência que Portugal adquiriu com a transformação do sector nos últimos 25 anos será partilhada com Moçambique, embora seja importante perceber que as realidades e desafios são diferentes”. “As questões ambientais estão sempre ligadas aos territórios e não há dois territórios iguais”, sublinhou.


Portugal vai ainda apoiar dois outros projectos em Moçambique: 150 mil euros serão destinados à reserva de elefantes de Maputo, da responsabilidade do Serviço de Parques e Reservas de Moçambique, e outros 150 mil euros vão para a recuperação dos mangais de Marromeu, a cargo do Parque da Gorongosa.

Matos Fernandes relembrou que, em 2017, quando teve início o Fundo Ambiental português, o país manifestou a intenção de financiar projectos nos países africanos lusófonos e em Timor-Leste, valor que ultrapassou este ano 11,5 milhões de euros. Destes, 1,8 milhões foram investidos em Moçambique. O apoio foi canalizado para sete projectos de reforço ao abastecimento de água na província de Maputo.

Até 2026 Portugal conta investir outros 20 milhões de euros para a cooperação no domínio ambiental e do combate às alterações climáticas.

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MatosinhosHabit define novas Áreas de Reabilitação Urbana

As novas Áreas de Reabilitação Urbana de Matosinhos, incluem as freguesias de Lavra, Senhora da Hora, Guifões, Leça do Balio, Perafita e Santa Cruz do Bispo

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A MatosinhosHabit acaba de aprovar a proposta final para delimitação das novas Áreas de Reabilitação Urbana, as quais beneficiam de vários incentivos fiscais. As novas Áreas de Reabilitação Urbana de Matosinhos, incluem as freguesias de Lavra, Senhora da Hora, Guifões, Leça do Balio, Perafita e Santa Cruz do Bispo.

Assim, e após consulta pública, a proposta final agora deliberada, será publicada em Diário da República, onde também constarão os Quadros dos Benefícios Fiscais de Incentivo à Reabilitação Urbana (apoios financeiros, regulamentares e fiscais), ao nível da competência municipal e também da Administração Central.

“Esta fase é uma das mais importantes, uma vez que marca uma nova etapa para estas ARU, que significa o início da intervenção no terreno para muito breve. Por outro lado, é também importante referir que, com esta medida e a sua consequente aprovação, contemplaremos todas as freguesias do concelho no que concerne às Áreas de Reabilitação Urbana”, sublinha Tiago Maia administrador da MatosinhosHabit


Afigurando-se como um importante instrumento de gestão territorial para a revitalização da área e potencial motor de economia, as novas ARU promoverão a melhoria da qualidade de vida dos habitantes, actuando também como factor de actratividade e forma de acesso a apoios e incentivos, específicos para imóveis e/ou fracções localizados nas zonas em causa.

De salientar ainda que as novas ARU devem obedecer a diversos critérios previamente estabelecidos, nomeadamente coincidir o perímetro urbano do Plano Director Municipal com o limite exterior da ARU; excluir os terrenos livres de edificação, disponíveis para expansão urbana, situados no limite exterior da ARU; preencher com novas edificações as frentes urbanas sem construção e os terrenos livres de edificações; e excluir as áreas urbanas disponíveis a consolidar e as áreas classificadas como solo rústico.

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Exportações de Metal Portugal com um dos melhores resultados de “sempre”

As exportações nacionais de metal seguem em alta, após o crescimento acumulado de 32% das vendas ao exterior no primeiro semestre deste ano, face ao período homólogo

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“Depois de meses em que os constrangimentos crescentes afectaram a acção e o possível crescimento do sector do metalúrgico e do metalomecânico, com possíveis danos irremediáveis para a economia nacional, as empresas do Metal Portugal continuam numa recuperação surpreendentemente acentuada, tendo registado, até à data, um ano de 2021 cheio de recordes e dos melhores resultados de sempre”, refere a Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos e Afins de Portugal (AIMMAP) em comunicado.

Referindo-se aos valores de exportações referentes a Julho, a associação sublinha que o registo “entra directamente para o top 10, sendo a oitava melhor marca de sempre”. Um resultado que surge após o crescimento acumulado de 32% das exportações do Metal Portugal no primeiro semestre deste ano, face ao mesmo período do ano anterior.

De acordo com a AIMMAP, esta evolução resulta da “recuperação dos mercados tradicionais, que representam 76% das exportações, como Espanha, França, Itália e Reino Unido e Alemanha, sendo que Alemanha e Itália ainda se encontram aquém dos valores apresentados em 2019”. “Por outro lado, a importância que os mercados extraeuropeus assumiram é muito relevante, quando vemos que mercados como Marrocos e Japão tiveram um aumento de cerca de 45%”, acrescenta a associação.


“Estes resultados, mês após mês, acabam por ser surpreendentes”, tendo em conta o cenário pandémico, a “grave crise no que diz respeito à escassez de matérias-primas”, o “aumento exponencial do custo das matérias-primas e do transporte” e o mais recente “aumento galopante nos preços da energia” que as empresas têm enfrentado, sublinha Rafael Campos Pereira, vice-presidente da AIMMAP

“Conseguimos, com todos estes constrangimentos, mostrar a resiliência das empresas portuguesas, que conseguiram fazer com que o sector crescesse 0,1% face ao período homólogo em período pré-pandemia, ou seja, em 2019, que foi o melhor ano de sempre nas exportações do Metal Portugal. Todos estes factores fazem-nos crer que, a manter a tendência de crescimento, o ano de 2021 vai ser um ano de recorde para o sector”, adianta o responsável.

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