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Desenvolvimento do Projecto Revidry em vídeo

Projecto de preparação de pavimentos e revestimentos através da pasta por via seca, foi desenvolvido pela Revigrés, em parceria com o CTCV

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Projecto de preparação de pavimentos e revestimentos através da pasta por via seca, foi desenvolvido pela Revigrés, em parceria com o CTCV

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O projecto Revidry pretendeu desenvolver “um novo processo de produção de revestimentos e pavimentos cerâmicos em porcelânico, através da preparação de pasta por via seca, tornando o processo mais eco-eficiente e economicamente mais vantajoso”. Liderado pela Revigrés, em parceria com o CTCV – Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro, a Universidade de Aveiro e a JUCA, o projecto foi cofinanciado pelo programa Compete 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional. Tendo ficado concluído em 2019, encontra-se agora disponível para visualização.

As grandes preocupações ambientais, nomeadamente, a escassez de água e a redução do consumo energético, de emissões de CO2 e outros tipos de poluentes, tornam a investigação em novos métodos de produção muito relevante.

O processo de preparação de pasta cerâmica tradicional, por via húmida, utiliza elevadas quantidades de água como meio de moagem. Posteriormente, no processo de atomização, esta água é removida por secagem, com um consumo elevado de gás natural. Já a preparação de pasta cerâmica por via seca permitirá reduzir de forma expressiva a utilização de água e minimizar a posterior secagem, com ganhos económicos e ambientais significativos.

Neste sentido, o Revidry visou “desenvolver e optimizar o processo de preparação de pasta cerâmica para a prensagem com pós processados por via seca, garantindo características idênticas ou superiores aos pós obtidos por via húmida, designadamente, elevada fluidez, compatibilidade e sinterabilidade”.

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Acciona Energia fornece renováveis nos hotéis NH em Portugal e Espanha

O acordo, com duração até Dezembro de 2023, inclui o fornecimento de mais de 100 GWh/ano de electricidade renovável com vista a cobrir as necessidades energéticas da cadeia hoteleira na Península Ibérica

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A Acciona Energía foi escolhida pelo NH Hotel Group para fornecer energia 100% renovável a todos os hotéis em Portugal e Espanha, num acordo com duração até Dezembro de 2023. Desta forma, serão fornecidos mais de 100 GWh/ano de electricidade renovável, com o objectivo de cobrir as necessidades energéticas da cadeia hoteleira na Península Ibérica. Com este contrato, a Acciona Energia consolida a posição como parceiro estratégico do NH Hotel Group para a sua descarbonização, que visa reduzir as suas emissões de CO2 em mais de 14.000 toneladas por ano, graças ao consumo de electricidade limpa.

Esta iniciativa faz parte das medidas de combate às alterações climáticas que a empresa elenca no seu “Plano de Compromisso SBT 2030”, que estabelece as alavancas de acção para cumprir o desiderato de reduzir até 2030 em 20% as emissões de carbono ao longo de toda a sua cadeia de valor.

O NH Hotel Group demonstra assim o seu forte empenho em respeitar e preservar o ambiente no qual opera e em minimizar o impacto ambiental das suas unidades hoteleiras. Na Áustria, Espanha, França, Itália, Luxemburgo, Países Baixos e Portugal, o fornecimento de electricidade aos hotéis da marca tem origem em fontes de produção de energia renovável. O consumo de energia renovável ou verde está disponível nestes países, e representa 62% do total da electricidade consumida pelos hotéis que constituem o portefólio do NH.

Como resultado do empenho no desenvolvimento sustentável da sua actividade, a cadeia hoteleira encontra-se a levar a cabo numerosas iniciativas que pretendem contribuir para limitar as alterações climáticas. Graças a alianças como esta, e ao consumo de electricidade verde, o NH Hotel Group reduziu em 91% a emissão de toneladas de CO2 no âmbito 2 e 61% no âmbito 1+2, para além de ter economizado quase 30.000 toneladas de CO2, o equivalente a 31% da pegada de carbono (âmbito 1 + 2) de toda a empresa, de acordo com dados emanados pela unidade de negócios do sul da Europa no final de 2021.

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Um ecossistema verde em edifício multifamiliar

Uma proposta ecológica do gabinete Trama Arquitetos para o investimento da Competro – Investimentos. A construção Green Plaza Apartments arrancou em Abril e o novo edifício estará pronto a habitar em Junho de 2024

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O empreendimento Green Plaza Apartments vai inaugurar 56 novos apartamentos em Vila Nova de Famalicão. Um projecto que se distingue pelo verde proporcionado pelas floreiras nas varandas. Uma proposta ecológica do gabinete Trama Arquitetos para o investimento da Competro – Investimentos. A construção arrancou em Abril e o novo edifício estará pronto a habitar em Junho de 2024.

“A verticalização de plantas na fachada do Green Plaza Apartments, com floreiras em todas as varandas, permite a regulação natural da temperatura e da humidade. As plantas proporcionam a humanização do ambiente e têm um impacto na redução de ruídos. Em todas as varandas está incluído um sistema de rega automática”, refere a Pedro Fernandes director comercial da Medium, uma das agências que comercializará os imóveis.

O Green Plaza Apartments terá unidades das tipologias T1, T2 e T3, com preços que oscilam entre os 149.500€ e os 289.000€. “Quem escolher o Green Plaza para morar irá viver num jardim vertical. Este empreendimento será um verdadeiro ecossistema em Famalicão”, destaca Pedro Fernandes.

As 56 habitações do Green Plaza Apartments ficarão situadas na Rua Lino José de Sousa Ferreira, na zona residencial de Talvai, na zona norte da cidade de Vila Nova de Famalicão, a centenas de metros de um hipermercado, do hospital da cidade (Centro Hospitalar do Médio Ave), de dois parques verdes (Parque de Sinfães e Parque da Devesa) e de dois espaços culturais (a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, cuja programação é reconhecida em todo o país, e a Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco).

É um lugar tranquilo, servido por espaços comercias e diversos serviços e com acesso rápido à rede de autoestradas (A3 e A7) em direcção a cidades como Porto, Braga, Guimarães, Póvoa de Varzim ou Vila do Conde, as quais são praticamente equidistantes em relação a Vila Nova de Famalicão.

“Famalicão é uma cidade muito bem localizada, com acesso a todos os serviços que uma família precisa, com parques verdes bem planeados e com impacto na qualidade de vida”, afirma Pedro Fernandes.

Os apartamentos estão divididos em dois blocos de oito pisos, com garagem e lugares de garagem para cada apartamento e ainda uma sala para bicicletas.

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IP investe 108 M€ em conservação da rede rodoviária

IP vai investir mais de 108 milhões de euros em Conservação Corrente da Rede Rodoviária Nacional, abrangendo mais de 14 mil quilómetros de estradas a nível nacional. A empresa assinou em Maio os novos acordos para o triénio

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No início de maio de 2022 a Infraestruturas de Portugal consignou 18 contratos, no valor global de 108,5 milhões de euros, para a execução de trabalhos de Conservação Corrente da Rede Rodoviária Nacional (RRN) que terão lugar ao longo dos próximos três anos. De acordo com a empresa estes contratos, um por cada distrito, “asseguram a realização de trabalhos regulares de manutenção nos mais de 14 mil quilómetros de estradas a nível nacional, que estão sob gestão directa da IP e têm por objectivo a promoção da manutenção e conservação de todos os elementos/componentes constituintes das Estradas objecto do contrato e Obras de Arte nelas integradas”.

Nestes contratos incluem-se todas as actividades rotineiras de conservação, tanto de carácter curativo como preventivo, de forma a oferecer aos utentes da rede melhores condições de conforto na circulação, agradabilidade de percursos nos itinerários percorridos, e maiores condições de segurança rodoviária.

A maior percentagem dos contratos continua a estar afecta à gestão de pavimentos, 38,2 milhões de euros, correspondendo a cerca 35%), 22, 9 milhões de euros serão afectos às actividades ambientais (21%), sendo que o investimento em conservação de pavimentos subiu cerca de 3% face ao triénio anterior.

Nos presentes contratos o investimento em actividades de Segurança mantém-se em cerca de 10,4%, enquanto as actividades de operação, fiscalização e assistência têm um acréscimo de 2% face ao anterior triénio, sendo agora a quarta actividade com maior investimento.

No âmbito destes contratos está prevista a execução de diversos tipos de trabalhos de manutenção, entre outros: reparação e beneficiação de pavimentos; reposição e adequação da sinalização horizontal e vertical; reparação e adequação de guardas de segurança e outros equipamentos de protecção; estabilização de taludes; conservação de vedações; tratamento dos sistemas de drenagem; limpeza das bermas e zonas adjacentes à faixa de rodagem; reparações e manutenção de obras de arte.

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Ferrovia: Governo relança linha de alta-velocidade como “projecto estruturante para o País”

Pedro Nuno Santos lembrou que o comboio de alta velocidade permitirá ir de Braga a Lisboa em cerca de 47 minutos e de Lisboa ao Porto em uma hora e 15 minuto

Ricardo Batista

Está previsto para o início do próximo ano o lançamento do concurso público para a construção dos primeiros troços da linha de alta velocidade entre Lisboa e Porto, altura em que estará também concluída a avaliação de impacto ambiental do projecto que é encarado como “transformador para cidades como Leiria, Coimbra, Aveiro e Braga, bem como para um conjunto de cidades do interior”.

A garantia foi deixada no Parlamento pelo ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, que acredita que “a linha de alta velocidade é um projecto estruturante para o País, que vai mudar de forma radical a forma como as duas áreas metropolitanas Lisboa e Porto se relacionam”, disse, na comissão parlamentar conjunta de Orçamento e Finanças e Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação, no âmbito da apreciação, na especialidade, do Orçamento do Estado para 2022.

Pedro Nuno Santos lembrou que o comboio de alta velocidade permitirá ir de Braga a Lisboa em cerca de 47 minutos e de Lisboa ao Porto em uma hora e 15 minutos. Numa primeira fase, explica Pedro Nuno Santos, será construído o troço Porto-Aveiro e Aveiro-Soure (Coimbra), seguindo-se depois para a construção da ligação até ao Carregado (concelho de Alenquer, distrito de Lisboa). Para a segunda fase, está prevista a construção da ligação Porto-Vigo (Espanha.

Relativamente à linha do Algarve, Pedro Nuno Santos afirmou que a mesma estará “toda eletrificada até 2024”, estando já prevista a consignação da electrificação, entre Tunes e Lagos, em Junho.

Sobre o autorRicardo Batista

Ricardo Batista

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“É nas crises que surgem novas oportunidades de negócio e novos mercados a explorar”

Em entrevista ao CONSTRUIR, o novo gestor da Tektónica antecipa as linhas fortes da edição deste ano de uma das feiras de referência do Sector em Portugal. José Paulo Pinto sublinha o regresso de algumas empresas no sector do Banho e Cozinha e reforça a importância do evento enquanto plataforma de negócios do sector

Ricardo Batista

O novo gestor da Tektónica, José Paulo Pinto, considera que a feira pode ter um importante papel enquanto plataforma de negócio numa altura marcada pela incerteza, incerteza essa que resulta das implicações do aumento dos custos energéticos e pelo conflito na Ucrânia. Novos espaços de partilha de contactos e de informação vão estar à disposição de expositores e visitantes.

A edição deste ano surge numa altura muito particular em que o conflito na Ucrânia parece longe do fim e as indústrias estão a braços com a escalada dos preços de matérias-primas e energia. Em que medida é que iniciativas como a Tektónica podem responder aos desafios colocados pelos expositores?
Efectivamente, com um evento desta natureza, às portas da Europa, que irá implicar várias alterações, quer na produção, no recurso a matérias-primas, logística de transporte e armazenamento, a situação para as empresas, pelo menos nesta fase, é de grande incerteza quanto a um futuro a curto e médio prazo. Estas diferentes situações já estão a impactar as empresas que operam em Portugal, principalmente as que dependem de fornecimento de matérias-primas oriundas da Europa de Leste. O aumento dos custos de energia, é igualmente, um factor de grande preocupação. Por outro lado, também é nas crises que surgem novas oportunidades de negócio e novos mercados a explorar e isso é também revelador da decisão em várias empresas, em manter a sua aposta na participação neste importante evento. Aliás, a Tektónica vai apresentar nesta edição, um crescimento de participações, com a entrada de novas empresas que participam pela primeira vez ou que retomam a sua participação após uma ausência em algumas edições, o que revela que o sector continua em actividade e a apostar na Tektónica como o Marketplace do sector, o espaço privilegiado para o network, o lançamento de novos produtos e inovações. É bastante revelador que tenhamos nesta edição a participação de 70% de novas empresas.

Enquanto organizadores, quais são as expectativas para a edição deste ano da Tektónica?
A adesão a esta edição de 2022 por parte das empresas está a decorrer de forma positiva e podemos mesmo afirmar que estão a superar as expectativas, em linha com a evolução prevista para o sector e tendo em conta principalmente que estamos a deixar para trás um período também ele muito complicado e com impacto na economia global. A evolução positiva que se tem sentido em termos de mercado reflecte-se directamente na presença de empresas na feira. Mesmo empresas que nas últimas edições estiveram afastadas dos eventos sectoriais estão a regressar e a marcar presença na edição deste ano, mostrando que estão activas e trazendo à feira novos produtos e equipamentos.

Apostam, este ano, no Tektónica HUB. Que necessidades identificaram para chegar a esta solução e o que esperam que venha a ser este espaço?
Face ao interesse e crescimento positivo que estamos a verificar e que se materializa num aumento de empresas a participar, o Espaço Tektónica HUB surge como uma necessidade de, junto das empresas e dos visitantes e compradores profissionais, oferecer um espaço de excelência dentro da feira, vocacionado para a partilha de conhecimentos, formação, network e gerador de novas oportunidades de negócio. Neste HUB, vão decorrer as Tek Talks, que privilegiarão intervenções técnicas e de menor duração, proporcionando maior proximidade e interacção entre oradores e assistentes, vão estar reunidos os Media sectoriais e especializados e os parceiros Institucionais, uma zona de Lounge para reuniões profissionais e também de network entre participantes e uma área especifica para reuniões B2B assegurando um match entre a oferta e a procura, nomeadamente no âmbito da participação de compradores estrangeiros.

Em relação à edição do ano passado, quais vão ser as grandes novidades?
O principal contributo da Tektónica sempre foi e continuará a ser a plataforma de negócios do sector, contribuindo para a divulgação de novos materiais, novos produtos, tecnologias e conceitos. Face a este enquadramento, as grandes novidades são-nos trazidas pelas empresas que apostam na sua participação. A fileira da construção está mais do que nunca a ser desafiada a apresentar soluções, materiais e propostas a esta crescente necessidade de vivermos mais e melhor. Na Tektónica todas estas novidades e tendências são apresentadas e acima de tudo são valorizadas e incentivadas. Exemplo disso o facto de se organizar o Prémio Inovação, onde se destaca tudo o que de novo as empresas expositoras estão a desenvolver e vão trazer à feira, sendo estes produtos e equipamentos colocados em evidência na exposição, avaliados por um júri constituído por elementos de reconhecido mérito, e aos quais serão atribuídos Prémios e Menções, por sector de actividade. Nesta edição contaremos com cerca de 25 empresas e produtos a concurso.

Olhando para a lista de expositores, e à imagem do que já tinha sucedido em 2021, é notória a ausência de alguns dos grandes players, nomeadamente em sectores como os Pavimentos e mesmo espaços de banho. No seu entender, isso é reflexo do papel atribuído às feiras em Portugal ou pode ser reflexo de um novo posicionamento das próprias feiras?
Este tipo de análise tem de ser feito tendo em consideração o passado recente, o enquadramento actual e as perspectivas internas e externas futuras. Todos estamos conscientes que as edições de 2020 e 2021 não reflectiram a realidade a que a Tektónica habitualmente oferecia, por via do passado recente em que todos, Portugal e o resto do Mundo, estivemos envolvidos. Daí, estas duas edições terem sido sempre identificadas como edições especiais. Posicionando-nos no agora, importa ter em consideração que na presente edição estamos aliás, a constatar o regresso de algumas empresas no sector do Banho e Cozinha e um crescimento considerável no sector dos Pavimentos e Revestimentos.

Quais são os grandes desafios que se colocam à organização na edição deste ano?
A Tektónica afirmou-se ao longo dos anos e é hoje, a feira líder do sector da construção em Portugal. É o evento representativo dos principais fabricantes, nacionais e internacionais, nos diferentes sectores em exposição que sempre reconheceram a importância deste Marketplace único no sector pelas suas características e dimensão. Também os representantes, distribuidores, grossistas e comerciantes habitualmente presentes, reconhecem à Tektónica o seu potencial de network essencial para os negócios assim como o local por excelência para o lançamento e apresentação de novos produtos ao mercado. Como evento de cariz internacional, procura também assegurar um match entre a oferta e a procura, identificando, neste momento, compradores de mercados de proximidade, que possam potenciar rapidamente, face ao enquadramento internacional que vivemos e ao aumento dos custos de contexto, a dinâmica de negócios dos expositores presentes na feira, quer pela qualidade dos seus produtos quer pela facilidade/competitividade logística decorrente do factor proximidade. A Tektónica diferencia-se ainda, por ser um palco de excelência para a partilha de conhecimentos e de tendências presentes e futuras. É fundamental para os profissionais presentes, quer por parte das empresas quer por parte dos profissionais que a visitam, a oferta de um programa de acções, desenvolvido em colaboração com as entidades profissionais do sector em que se evidencie a participação e partilha de novos ensinamentos.

Sobre o autorRicardo Batista

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Architect Your Home e APPII promovem mesa redonda no Sil 2022

O encontro promove temas da actualidade do sector da arquitectura e construção, entre eles “Os aumentos dos custos de construção na conjectura actual” e “Os desafios e burocracias processuais”

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(na imagem: equipa AYH)

Sob o tema “Lessons Learned”, o evento visa a partilha de experiência e conhecimento, é promovido pelo Architect Your Home Portugal (AYH) e pela Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) e terá lugar irá realizar-se no dia 14 de Maio Salão Imobiliário de Lisboa 2022 (SIL), em formato de Mesa Redonda.

A debate estarão temas da actualidade do sector da arquitectura e construção, nomeadamente: “Os aumentos dos custos de construção na conjectura actual” e “Portugal – os desafios e burocracias processuais”. À mesa, a trocar e partilhar ideias, boas práticas, casos de sucesso, e vivências, de uma forma informal e sem filtros, estarão um conjunto de arquitectos, decoradores e construtores portugueses. Entre eles, Paula da Mata, Paris Sete, Rita Castro, SOS Arquitectura, Gustavo Romero, do Gustavo Romero Atelier, Rita Frias e Nuno Guerra, do gabinete ADOC, Ana Costa e Hugo Almeida , do Atelier 72, entre outros.

Nas palavras de “Após este período de grandes mudanças, é com grande prazer que voltamos “ao normal” com esta iniciativa juntamente com a organização da FIL Para além da habitual consultoria, este ano teremos um evento especial, uma mesa-redonda junto da APPII, que creio será muito interessante para todos, refere Mariana Morgado Pedroso, directora geral e arquitecta no AYH
“O evento Lessons Learned possibilita um momento de convivência imprescindível na realidade em que vivemos, entre os vários profissionais do sector imobiliário. É essencial continuar a falar dos problemas actuais do sector para que eles sejam conhecidos e resolvidos, beneficiando disto tanto os profissionais como os destinatários finais, os portugueses”, acrescenta Hugo Santos Ferreira, Presidente APPII

A 25.ª Edição do Salão Imobiliário de Lisboa, realiza-se de 12 a 15 de maio na FIL.

Esta será a nona participação consecutiva do AYH no certame, onde mais uma vez estará presente com uma equipa especializada nas áreas do investimento e no residencial, disponíveis para consultoria e esclarecimento de dúvidas e dicas sobre como comprar e/ou investir num imóvel, desde o grande empreendimento ao mercado residencial. O aconselhamento é gratuito para todos visitantes da feira, para tal os visitantes apenas têm que trazer o seu projecto e receberão aconselhamento sobre o tema em que tenham dúvidas.

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Open House 2022: “O interior dos edifícios é, muito mais do que o exterior, um campo de exploração arquitectónica”

Apartamentos, edifícios, palácios, palacetes, escritórios, hotéis, restaurantes, num total de 70, entre Lisboa e Almada, são algumas das muitas possibilidades que podem ser visitadas na Open House de 2022. A partir da pergunta: Se retirássemos as fachadas, que cidade ficaria à vista?, a “A Rebeldia do Invisível”, procura explorar o que está no interior, o que não se vê

Cidália Lopes

A dupla de arquitectos do atelier Aurora são os curadores convidados da 11ª Open House. Ao Construir, Sérgio Antunes revela-nos de que forma esta edição nos pode mostrar o que está além das fachadas dos edifícios, “a dissociação entre o interior e o exterior, a identidade invisível das cidades e que só está acessível a alguns e que esconde, na sua maioria das vezes, novas formas de habitar a cidade”.

Como é que surgiu o convite para serem os curadores da edição de 2022 da Open House?

O convite foi feito pela Trienal e normalmente a escolha recai em gabinetes de arquitectos com um plano mais teórico. Mas, pela segunda vez, (julgo que com as irmãs Almada Negreiros foi a primeira) voltaram a apostar em alguém que vem da prática e como nós temos tido alguma atenção na nossa prática profissional no que diz respeito às questões relacionadas com o património, à identidade da cidade e as cidades de uma forma geral, talvez isso tenha pesado na decisão da Trienal. Mas confesso que nunca explorei muito porque é que isso aconteceu, mas imagino que tenha sido algo deste género.

Mais uma vez o público é convidado a conhecer a arquitectura, mas também as ruas e a sua envolvência. Qual o tema que definiram para esta edição?

O texto que nós produzimos como sinopse acho que é revelador do próprio tema, “A Rebeldia do Invisível”, no sentido daquilo que está no interior, do que não se vê. Em todo em caso e, explicando um pouco a ideia, é que há de facto nas cidades todas, e em Lisboa também, características que são próprias da cidade, que fazem com que, quando vemos uma fotografia desta cidade, nós a reconheçamos pelas características dos edifícios, dos materiais e da luz. Portanto, a nós interessava-nos explorar esta ideia de que existe uma arquitectura que é mais ou menos anónima, que é mais ou menos não excepcional, portanto contínua, quase se quisermos, igualitária e que, depois, a pouco e pouco, por dentro, no interior destes edifícios, tem-se alterado. O interior dos edifícios é, muito mais do que o exterior, um campo de exploração arquitectónica. Há uma maior liberdade no interior porque é menos controlado e por isso mesmo o interior tem sido fonte de exploração arquitectónica muito mais do que o exterior. E a nós interessa-nos esta dissociação entre interior e exterior e pouco e pouco os edifícios são cada vez mais diferentes por dentro do que são por fora e interessa-nos explorar, nessas visitas que fazemos, estes edifícios.

É também por isso que lançam, na própria sinopse da página oficial da Open House 2022, a questão “Se retirássemos as fachadas, que Lisboa ficaria à vista?”

Exacto. Provavelmente os nossos interiores já não correspondem, nem sociologicamente, nem arquitectonicamente, à imagem que temos do exterior. É frequente, hoje em dia, existirem casas em prédios de rendimento com uma única fracção por piso, onde cada pessoa tinha o seu apartamento. Sociologicamente há mudanças que depois do exterior são invisíveis. E, portanto, a pergunta que queremos fazer é: Que identidade de Lisboa é essa agora que está por trás das fachadas?

No fundo a identidade dessa Lisboa tem muito a ver com todas as mudanças sociologias e turísticas que a cidade tem vindo a sofrer?

Claro, e também com um esvaziamento dos bairros tradicionais, porque as pessoas formam família e muitas vezes não tem capacidade económica para se manterem nos bairros e isso a pouco e pouco esvazia as cidades das suas soluções tradicionais. E depois, os novos habitantes, quem vem, transforma o interior das habitações muitas vezes, mas não é autorizado a fazê-lo no exterior, porque não pode fazê-lo e, portanto, o exterior não é um espelho desses novos habitantes. Há uma dissociação entre o interior e o exterior.

Não se consegue olhar para o exterior e perceber o que está no interior….

Exacto, há uma dissociação entre estes dois aspectos. Por outro lado, percebemos também que esta dissociação acontece não só em edifícios mais contemporâneos, fruto dessas mudanças sociológicas, também em edifícios mais antigos, por exemplo. Alguns dos edifícios escolhidos para a Open House reforçam exactamente esta ideia. Edifícios, que nos séculos XVII ou XVIII, estavam integrados na cidade, em que não havia nada de reconhecível no exterior e que eram iguais aos edifícios que estavam ao lado e que depois por dentro eram palacetes e edifícios extraordinários e, portanto, construídos assim de raiz. Não foi só a transformação ao longo do tempo que fez essa dissociação entre o exterior e o interior, mas é que verificamos que há edifícios que sempre o foram.

Haveria nessas situações então alguma intenção?

Havia claramente. Um dos edifícios que faz parte da Open House este ano é o do Manteigueiro, que é um palacete no Chiado, onde hoje funciona o Ministério da Economia, que do exterior não difere em nada de um prédio de rendimento, mas depois quando se entra é que se nota a diferença logo a começar pela escadaria fantástica. Em si mesmo já construído para ser continuo e discreto, mas depois quem entra tem essa explosão e é interessante termos essa perspectiva também.

Pelo segundo ano, a Open House atravessa o Tejo e divide os seus percursos com a cidade de Almada. Que semelhanças e diferenças podemos esperar em relação à edição do ano passado?

Não há propriamente diferenças entre Lisboa e Almada no que diz respeito a este lado conceptual, essa diferença entre o interior e o exterior, aliás as tipologias construtivas repetem-se de um lado e doutro. Portanto, se víssemos uma fotografia de Almada iriamos confundi-la com uma Lisboa neste sentido conceptual e, em muitas coisas, é uma cidade só. Como é evidente há menos disponibilidade de edifícios em Almada do em que em Lisboa, por ser uma cidade com muito maior diversidade, ainda assim, nós repetimos alguns edifícios que já tinham estado na edição anterior e acrescentamos outros que são muito particulares, alguns palacetes e algumas quintas que vão ser possíveis ver este ano.

Além do Tejo, que une ambas as cidades, qual o fio condutor que une as edições?

Prende-se com aquilo que dizia: com o facto de procuramos uma Lisboa e uma Almada onde não existem grandes diferenças, onde as tipologias habitacionais são basicamente as mesmas e que, à semelhança de Lisboa, também sofreu com a saída da população do centro e uma alteração dos usos dos edifícios.

Tal como qualquer centro histórico, Almada acaba por ter que manter as suas fachadas e isso acaba até por ser transversal a todas as cidades de certa forma…

O que eventualmente existirá em Lisboa de forma mais acentuada e de forma muito particular é de facto esta obrigação de continuidade, que tem sido sempre defendida pelas políticas publicas, de preservação das fachadas e com isso uma certa preservação da imagem da cidade e isso tem sido de facto muito de forte em Lisboa e essa diferença entre o interior e o exterior é mais marcante por causa disso. Ou seja, Lisboa acaba por transmitir uma imagem que de facto já não existe…

Em termos programáticos, é possível avançar qual o roteiro ou os percursos previstos para este ano?

São por volta de 70 edifícios ou fracções de edifícios, no conjunto entre Lisboa e Almada. À semelhança dos anos anteriores existem edifícios que são de visita livre e outros que necessitam de marcação para poderem ser visitados. Vamos manter o percurso sonoro e para este ano foram convidados quatro especialistas, que não pertencem necessariamente ao mundo da arquitectura, que vão fazer roteiros e visitas guiadas na rua, são também artistas plásticos, jornalistas. Não é só uma Lisboa de arquitectos.

No fundo, a programação será muito idêntica ao modelo pré-pandemia, altura em que excepcionalmente o programa teve que ser muito mais fechado e circunscrito.

Sofia Couto e Sérgio Antunes, Aurora Arquitectos
@Elia Diez

BIO

Fundado em 2010 por Sofia Couto e Sérgio Antunes, o atelier Aurora Arquitectos foi a consequência natural de um trabalho desenvolvido em conjunto nos anos anteriores. O percurso começou durante o período académico, tendo-se fortalecido com a experiência profissional com o colectivo Kaputt!

Actualmente com uma equipa ampliada a outros elementos, o atelier tem como objecto de trabalho projectos das mais variadas escalas, de pequenas casas a edifícios de habitação, bem como equipamentos culturais. Recentemente, a área mais desenvolvida é a reabilitação urbana, que representa um foco de especialização e investigação para o atelier.

Na sua abordagem é particularmente importante a reacção ao local que se encontra, daquilo que faz parte da existência desse espaço e de outros elementos da construção (por vezes, com centenas de anos). O desafio é, por isso, interpretar, esmiuçar, copiar, distorcer e até ironizar essas matérias-primas, para que sejam devolvidas ao local de uma forma nova e inesperada.

Cada caso é acompanhado de uma forma atenta e personalizada, procurando-se assim uma solução distinta, que torna cada projecto uma experiência singular. Perante os condicionalismos encontrados (legais, orçamentais, programáticos ou de constrangimentos de obra), os esforços vão no sentido de vencer os momentos chave do projecto, momentos esses que culminam no espaço construído, dando sentido a tudo o resto.

Sobre o autorCidália Lopes

Cidália Lopes

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Mercado imobiliário apresenta trajectória de recuperação

No primeiro trimestre de 2022 foi registado um volume de investimento na ordem dos 191M€. Um valor que não reflecte a dinâmica da actividade registada em todos os segmentos

CONSTRUIR

O mercado imobiliário registou, no primeiro trimestre de 2022 um volume de investimento de 191 milhões de euros. Este valor, estando 27% abaixo do registado no mesmo período de 2021, não reflecte a crescente actividade que o mercado tem demostrado, com várias transacções em processo de negociação. Esta é uma conclusão do “Real Estate Market Overview”, um estudo elaborado pela consultora imobiliária internacional Savills, que analisou o panorama actual e as tendências de mercado em Portugal durante o primeiro trimestre de 2022.


Perspectivas e tendências actuais

Este trimestre registou um aumento mais acentuado do que inicialmente esperado da inflação (5,5% em Março) e dos custos dos materiais e da mão de obra na construção (8%), em parte motivado pelo conflito na Ucrânia, e um decréscimo no indicador de confiança do consumidor. No entanto, e com base no desempenho registado nos dois primeiros meses de 2022, a economia não parou de crescer, tendo o PIB registado uma variação homóloga de 11,9%.

Os resultados apontados pelo estudo com autoria da Savills demonstram que, em termos de distribuição de volume de investimento, aproximadamente 70% do mesmo se concentrou no mercado de Escritórios. Indústria e Logística está na segunda posição e regista 13% do total de investimentos, seguida da Hotelaria com 12%.
74% das transacções, equivalentes a 134 milhões de euros, foram realizadas por investidores estrangeiros provenientes da Suíça (35%), Espanha (26%), Suécia (9%) e China (4%) e tiveram como principal target os sectores dos Escritórios, Indústria e Logística e de Retalho. Quanto aos investidores nacionais, que representam 26% do total do investimento, durante o primeiro trimestre de 2022 apostaram preferencialmente nas áreas de Hotelaria, Escritórios e de Retalho.

As expectativas quanto ao investimento residem, neste momento, nos factores geopolíticos uma vez que o conflito na Ucrânia poderá reforçar a atractividade de Portugal relativamente a investimentos nos sectores da Hotelaria, Escritórios e Industrial e Logístico, mas igualmente no crescimento de sectores como o Residencial e Industrial e Logístico com base numa procura que excede a oferta. Importa referir que os vários segmentos estão a recuperar, mas a ritmos diferentes.

“Será agora mais seguro dizer que o mercado imobiliário português superou com nota distinta os desafios dos últimos dois anos. Ainda que pairem algumas incertezas motivadas pelo conflito Rússia-Ucrânia, Portugal ocupa uma posição cada vez mais competitiva e aliciante no mercado ocupacional e assume-se como um safe heaven para investidores que valorizam segurança e estabilidade. Nos primeiros três meses do ano, os resultados alcançados abrem portas para um fecho de ano em que poderão ser retomados valores pré- pandemia e, em alguns setores, deverão ser mesmo ultrapassados“, refere Alexandra Portugal Gomes, head of research da Savills Portugal

Quais as tendências para os diversos mercados?

O sector do Retalho, severamente atingido pelos efeitos da pandemia tem vindo adaptar-se gradualmente, tendo alguns subsetores como o High-street, Retail Parks e supermercados melhorado o seu desempenho. O e-commerce em Portugal deverá seguir a tendência de 2021, período em que registou um total de aproximadamente 4.2 mil milhões de dólares americanos em receitas sendo que grande parte do volume destas proveio do sector da moda e equipamentos de media e tecnologia. O primeiro trimestre de 2022 continuou a provar-se como um desafio para os centros comerciais, cuja recuperação continua a ritmo menos célere, mercê de uma redução no footfall.

Quanto ao sector Industrial e Logístico, que registou o melhor resultado de sempre em 2021, no primeiro trimestre de 2022 apresentou valores de absorção substancialmente superiores ao mesmo período do ano passado, acima dos 56.000 m2. Tendo em conta a elevada procura por parte de operadores logísticos, da Indústria e de Retalho, e os projectos que serão concluídos ainda durante 2022, augura-se um resultado bastante satisfatório para este sector. Importa referir que existe uma crescente preocupação com a sustentabilidade, optimização e qualidade dos equipamentos que estão a ser desenvolvidos.

O mercado Residencial começou o ano com um impulso positivo, em continuidade com o final de 2021, impulsionado pelo clima económico e financeiro favorável, uma vez que taxa de desemprego, inflação e taxas de juro se mantinham baixas e a concessão de novos empréstimos para a habitação continuava a aumentar. No entanto, as alterações que se verificaram nas taxas Euribor e na inflação a partir do final de Fevereiro tiveram algum impacto, ainda que reduzido, neste trimestre podendo, futuramente, implicar outras alterações nomeadamente um ajuste das taxas de juro de referência por parte do Banco Central Europeu.

No que se refere a performance do mercado, o preço médio por metro quadrado em Lisboa é de 4.113 euros, valor que representa um crescimento de 6% quando comparado com o 1º trimestre de 2021. Os valores de renda no mercado de arrendamento continuam igualmente a subir, sendo que este mercado poderá ganhar maior destaque neste ano, por tendência e/ou necessidade, devido às alterações demográficas que o tornam mais apetecível, mas igualmente à incerteza no âmbito financeiro dos núcleos familiares, devido ao aumento das taxas de juro, inflação e restrições na atribuição de crédito.

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Zona Oeste é o novo alvo de expansão da Homing Group

O crescimento da actividade de Alojamento Local na Zona Oeste da grande Lisboa é o mote da expansão da actividade da Homing Group para a Ericeira, Santa Cruz e Lourinhã

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Ericeira, Santa Cruz e Lourinhã são as novas apostas para a expansão da área negócio do grupo, depois extensão de negócio em Lisboa, para os municípios de Cascais, Sintra, Loures e Oeiras, e para a Ilha da Madeira.

Esta nova expansão, permite que o grupo alargue o serviço de gestão total a todos os proprietários destas zonas com uma presença física no local, reforçando assim a sua estratégia de proximidade com os actuais e potenciais clientes.

Com foco na rentabilidade dos seus proprietários, a empresa especializada em alojamento local e mediação imobiliária, oferece diversos serviços como uma estrutura própria de manutenção limpeza e lavandaria. A Homing conta actualmente com 4 lojas física (em Lisboa, Porto e Algarve), e 350 propriedades para o alojamento local. A Homing Group é composta por três marcas – Homing Short Rent, Homing Real Estate e Facility Care

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Consumo de cimento cresce 10,7% no primeiro trimestre

Por sua vez, a evolução do mercado das obras públicas no 1º trimestre de 2022 foi negativa, apurando-se uma redução de 7,9%, em termos homólogos

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O consumo de cimento no mercado nacional registou, no primeiro trimestre, um crescimento de 10,7% face a igual período do ano passado, totalizando 1.020,9 milhares de toneladas nos primeiros três meses de 2022.

Os números, que constam da Análise de Conjuntura do Sector da Construção divulgado pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), estão em linha com os indicadores da economia revelados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), segundo os quais o PIB registou um aumento homólogo de 11,9%, reflectindo em parte um efeito de base, dado que em Janeiro e Fevereiro de 2021 estiveram em vigor várias medidas de combate à pandemia, e um crescimento acentuado do consumo privado.

Nos primeiros dois meses de 2022, o número total de obras de edificação e reabilitação licenciadas aumentou 3,5% face a igual período do ano passado, em resultado de variações de 5,8% nos edifícios residenciais e de -3,2% nos edifícios não residenciais. Quanto ao número de fogos licenciados em construções novas, assiste-se a um expressivo aumento de 19,8% em termos homólogos. Paralelamente, no que concerne ao montante dos novos empréstimos concedidos aos particulares para aquisição de habitação, a informação disponibilizada indica um total de 2.464 milhões de euros até Fevereiro, o que traduz uma subida de 25,3% em termos homólogos.

Por sua vez, a evolução do mercado das obras públicas no 1º trimestre de 2022 foi negativa, apurando-se uma redução de 7,9%, em termos homólogos, no volume dos concursos de empreitadas de obras públicas promovidos, e no que concerne ao montante total dos contratos de empreitadas de obras públicas objecto de celebração e registo no Portal Base verifica-se uma variação homóloga temporalmente comparável de -42,7%(2). Contudo, apesar deste arranque deficitário ao nível das empreitadas de obras públicas, perspectiva-se uma aceleração da actividade para os próximos meses, tendo em conta o volume de investimentos públicos previstos no PRR e no Portugal 2020 e a expectável aprovação do Orçamento do Estado para 2022.

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