Edição digital
Assine já
    PUB
    Imobiliário

    Portugueses e espanhóis partilham receios e ansiedades

    A Zaask, marketplace de serviços, lançou um inquérito aos profissionais da plataforma. Portugueses e espanhóis responderam e traçam um cenário comum.

    CONSTRUIR
    Imobiliário

    Portugueses e espanhóis partilham receios e ansiedades

    A Zaask, marketplace de serviços, lançou um inquérito aos profissionais da plataforma. Portugueses e espanhóis responderam e traçam um cenário comum.

    CONSTRUIR
    Sobre o autor
    CONSTRUIR
    Artigos relacionados
    Flex offices registam taxa de ocupação superior a 85%
    Imobiliário
    Porto: Zona do Pinheiro Manso recebe novo empreendimento
    Imobiliário
    Brasileiros, franceses, americanos, suíços e ingleses lideram top 5 de estrangeiros à procura de casa em Portugal
    Imobiliário
    IDB Lisbon recebe quatro novos inquilinos
    Empresas
    Um ano depois da aquisição da Predibisa, Savills regista forte crescimento no Norte
    Imobiliário
    Corian Design lança cores 2024 da gama Solid Surface
    Empresas
    Lã Mineral com alta resistência térmica Volcalis ALPHA PLUS 32
    Arquitectura
    Hera.coop representa investimento de 34M€
    Imobiliário
    Tektónica antecipa edição em 2025
    Construção
    B. Prime mandatada para gerir Lote 23 da Quinta Patino
    Imobiliário

    Num momento em que se vive uma crise de saúde e económica à escala global, em consequência da COVID-19, a Zaask, marketplace de serviços na Península Ibérica que liga profissionais dos mais diferentes sectores a clientes, lançou um questionário aos profissionais da plataforma. Este inquérito foi realizado em Portugal e Espanha e tem como finalidade perceber quais os sentimentos em relação à situação financeira actual e ao apoio essencial por parte do governo.

    Em Portugal, a amostra é maioritariamente de profissionais liberais (69%), ou seja, aqueles que prestam serviços e que não pertencem a quadros de empresas, podendo ser empresários em nome individual ou trabalhadores independentes. Em Espanha a amostra também é semelhante, sendo a maioria trabalhadores independentes (86%). Das empresas que responderam ao inquérito em ambos os países, grande parte são microempresas (menos de 10 colaboradores). A média de tempo de actividade destas empresas e profissionais é de 10 anos em Portugal e 8 anos em Espanha.

    Portugueses acreditam que há oportunidades que podem vir desta crise de COVID-19, apesar da quebra de rendimentos. Cerca de 76% dos inquiridos acreditam que podem surgir novas oportunidades para o seu negócio, o que parece mostrar que os portugueses podem estar dispostos a adaptar-se e a adaptar os seus negócios para uma nova realidade, mesmo em tempos de crise. Uma opinião que é partilhada pelos empresários do país vizinho. No entanto, apesar do optimismo, cerca de 87% dos profissionais dizem que os seus rendimentos diminuíram. Desta fatia, a maioria dos profissionais (64%) afirmam mesmo que os seus rendimentos caíram mais de 50 por cento. Em Espanha a situação é ainda um pouco mais grave, pois há uma percentagem ainda maior de profissionais que indicou uma quebra nos rendimentos (90%).
    Tal como em Portugal, a maioria dos inquiridos também aponta que o impacto nos rendimentos foi superior a 50%. Estes números podem ser especialmente preocupantes porque, em Portugal, uma grande parte indicou que a tesouraria das suas empresas poderia durar, no máximo, até 1 mês (35%) ou entre 1 e 3 meses (45%).
    Em Espanha há uma menor percentagem de profissionais a indicar que as suas finanças resistem menos de 1 mês (26%) ou entre 1 e 3 meses (40%). Isto significa que, sem um recomeço breve à actividade económica, linhas de apoio financeiro ou ajudas estatais em ambos os países, a situação pode ser especialmente delicada e as empresas podem ser obrigadas a parar a sua actividade.
    Quando se perguntou se os profissionais consideravam fechar a actividade até ao fim do ano a maioria, 74%, disse que não. No entanto, mais de um quarto dos inquiridos pondera fechar a actividade, o que é uma percentagem relativamente alta. De acordo com o inquérito espanhol, os números são semelhantes.
    Sublinha-se o descontentamento dos portugueses em relação às medidas de apoio para profissionais liberais, micro empresas e PMES adoptadas pelo governo. 76% expressou que as medidas são “insuficientes” e mais de um quarto refere que as medidas são “completamente insuficientes”. Esta opinião é bastante semelhante à dos profissionais em Espanha.

    Mas se por um lado as medidas não são suficientes, a esmagadora maioria portuguesa não se candidatou a linhas de financiamento (80%) e, pelo menos metade (51%), não o fez porque não cumpre com os requisitos. Em Espanha, 68 por cento revelam que não tentaram aceder mas menos de metade (41%) foi porque não cumpriam os requisitos.
    Dos que se candidataram a linhas de financiamento COVID-19, apenas 12% receberam o valor monetário de apoio das mesmas, à data de preenchimento do inquérito. O tempo médio para o receberem foi de 3 semanas e meia. Em Espanha, a fatia que recebeu a compensação económica já ascende a 30% e a média de semanas de espera reduz-se a 2 semanas e meia.

    Profissionais liberais e microempresas encontram-se, assim, numa situação muito delicada: os seus rendimentos estão a diminuir acentuadamente e uma grande percentagem não está a conseguir aceder a apoios governamentais. Pode parecer que nem todas as realidades profissionais estão a ser cobertas pelas medidas económicas extraordinárias.
    Em termos de percepção dos profissionais, em ambos os países a maioria acredita que a economia não voltará ao normal antes do próximo ano (80% em Portugal e 75% em Espanha). Mas quando se pergunta se defendem o regresso gradual à actividade económica (produção, consumo e circulação de pessoas). em Portugal, 68 % acreditam que se deve regressar já no mês de Maio. Já em Espanha, apenas 52 % dos profissionais acredita no mesmo. Uma reticência explicada pelas consequências da pandemia no país vizinho.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Artigos relacionados
    Flex offices registam taxa de ocupação superior a 85%
    Imobiliário
    Porto: Zona do Pinheiro Manso recebe novo empreendimento
    Imobiliário
    Brasileiros, franceses, americanos, suíços e ingleses lideram top 5 de estrangeiros à procura de casa em Portugal
    Imobiliário
    IDB Lisbon recebe quatro novos inquilinos
    Empresas
    Um ano depois da aquisição da Predibisa, Savills regista forte crescimento no Norte
    Imobiliário
    Corian Design lança cores 2024 da gama Solid Surface
    Empresas
    Lã Mineral com alta resistência térmica Volcalis ALPHA PLUS 32
    Arquitectura
    Hera.coop representa investimento de 34M€
    Imobiliário
    Tektónica antecipa edição em 2025
    Construção
    B. Prime mandatada para gerir Lote 23 da Quinta Patino
    Imobiliário
    PUB
    Imobiliário

    Flex offices registam taxa de ocupação superior a 85%

    Segundo dados do estudo da CBRE – “Spring 2023 U.S. Occupier Sentiment Survey” – o segmento dos flex offices tem despertado cada vez mais interesse na Europa e em Portugal o que significa, para as empresas, flexibilidade e agilidade

    CONSTRUIR

    A taxa de penetração dos flex offices é, actualmente, de 2,7% , segundo os dados da CBRE, num total de cerca de 4.500.000 m2 de escritórios em Lisboa. Adicionalmente, os flex registam uma taxa de ocupação a nível nacional superior a 85%.

    Foi também registado que, em 2023, foram acolhidos seis mil postos de trabalho em Lisboa e que a procura no Porto continua a crescer. Um exemplo disto mesmo foi a colocação do LACS na totalidade do edifício Boavista Office Center, com cerca de 7.800 m2, tendo sido esta a maior transação de flex offices já registada em Portugal, num dos edifícios de escritórios mais emblemáticos da cidade invicta.

    Estas são algumas das conclusões do primeiro evento realizado em Portugal exclusivamente para os principais operadores de flex offices e que contou com a organização da CBRE.

    Espaços como o Avila Spaces, Flexoffices, Heden, Idea Spaces, IWG, LACS, Leap, Maleo, Monday, Nimbler, Second Home, SITIO, Unicorn Workspaces e WeWork marcaram presença naquele que pretendeu “discutir as tendências e desafios” desde tipo de escritórios, também conhecidos como co-working.

    “A mudança de paradigma no mundo do trabalho é inegável e hoje estamos certos de que enormes mudanças se têm verificado, sobretudo ao longo dos últimos dois anos, e que caminhamos para uma evolução crescente. O segmento dos flex offices é dinâmico e tem despertado cada vez mais interesse na Europa e em Portugal o que significa, para as empresas, flexibilidade e agilidade.”, comenta André Almada, senior diretor Offices na CBRE Portugal.

    A oferta de experiências é outra tendência que, segundo a consultora, tem vindo a ser verificada, tendo em conta que os flex offices pretendem fomentar um sentimento de comunidade, oferecendo experiências diferenciadoras a todos aqueles que trabalham nestes espaços, para elevar o nível de pertença e satisfação em relação ao espaço.

    Para além da flexibilidade, os dados do estudo CBRE “Spring 2023 U.S. Occupier Sentiment Survey”, revelaram que mais de metade das empresas indicam também que, no edifício do seu escritório, gostariam de ter acesso a serviços e comodidades partilhadas, como espaços para reuniões, espaços extra, creches, ginásios. E quase 40% referiram que desejariam poder gerir os custos do aluguer com base na utilização real do espaço, de acordo, por exemplo, com o formato de trabalho híbrido.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Porto: Zona do Pinheiro Manso recebe novo empreendimento

    Os 20 novos apartamentos, localizados numa zona premium do Porto, estão a ser comercializados em exclusivo pela Luximo’s Christie´s International Real Estate

    CONSTRUIR

    O novo empreendimento Pinheiro Manso Residences, edificado num dos bairros mais “cobiçados” do Porto, destaca-se pela sua localização, reconhecida pelo seu “carisma e nobreza, numa zona tranquila, tipicamente residencial e arborizada”.

    O empreendimento fica a uma curta distância a pé de comércio, serviços, restaurantes e dos melhores colégios do Porto. Tudo isto com ótimas acessibilidades em transporte público ou individual e encontra-se a ser comercializado, em exclusivo, pela Luximo’s Christie´s International Real Estate.

    Com 20 apartamentos, de tipologias T1 a T4, o Pinheiro Manso Residences combina “estética com funcionalidade”, sendo de destacar as “amplas varandas ou terraços, bem como as áreas interiores amplas e luminosas”.

    Ricardo Costa, CEO da Luximo’s Christie´s International Real Estate sublinha que “o empreendimento Pinheiro Manso Residences é elegante, moderno e sofisticado, mas é a localização que é irrepetível: rodeado por comércio e serviços, restaurantes e cafés, colégios reputadíssimos, junto ao novo metro bus e aos acessos à VCI.” E remata: “O Pinheiro Manso Residences foi pensado para quem valoriza verdadeiramente viver no Porto autêntico, com vida boa de bairro e pontos de encontro fixos.”

    Considerando que “nada no design e no espaço foi deixado ao acaso”, Ricardo Costa destaca, ainda, os acabamentos de “qualidade” e de “sofisticação”, com quartos en suite com roupeiros embutidos, loiças sanitárias são suspensas, cozinhas totalmente equipadas com electrodomésticos Siemens, iluminação LED indirecta, climatização com equipamento embutido e caixilharia minimalista de correr com perfis ocultos permitindo que as superfícies de vidro se prolonguem desde o chão até ao teto.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Brasileiros, franceses, americanos, suíços e ingleses lideram top 5 de estrangeiros à procura de casa em Portugal

    No que diz respeito às localizações, além de Lisboa e Porto, as zonas mais procuradas incluem Cascais e Estoril, Portimão, Albufeira, Cedofeita e Paranhos. Estas áreas destacaram-se no ranking das preferências dos utilizadores

    CONSTRUIR

    Entre os meses de Março a Junho, o número de utilizadores estrangeiros e portugueses a procurar imóveis em Portugal apresentou variações significativas, no qual a percentagem de utilizadores activos (22,5%) e novos utilizadores (5.18%) mostrou uma tendência de crescimento, especialmente em determinadas faixas etárias. De acordo com o recente estudo divulgado pelo portal Imovirtual, baseados nos dados disponíveis na plataforma, que analisa a evolução do tráfego proveniente de países estrangeiros, assim como o de Portugal.

    De acordo com Sylvia Bozzo, marketing manager do Imovirtual, “os dados reflectem uma procura diversificada e crescente pelo mercado imobiliário português, tanto por estrangeiros como por portugueses. Este crescimento é um sinal positivo da atractividade de Portugal como destino residencial e de investimento”.

    Relativamente aos países, o Brasil (3,24%) ocupa o primeiro lugar do ranking da procura de casa por estrangeiros deste último trimestre, em Portugal, representando uma percentagem significativa do tráfego. Seguindo-se a França (2,54%), os Estados Unidos da América (1,62%), a Suíça (1,60%) e o Reino Unido (1,26%). No entanto, comparativamente com o ano anterior, é possível identificar variações percentuais que reflectem as mudanças nas preferências dos utilizadores estrangeiros.

    O Brasil, apesar de continuar a ser um dos principais países a procurar imóveis em Portugal, apresentou uma variação negativa, quer na percentagem de utilizadores activos (-6.93%) comparado ao período homólogo de 2023. Em contraste, a procura interna em Portugal aumentou 21.28% nos utilizadores activos.

    Os utilizadores brasileiros e americanos tiveram o mesmo comportamento dos portugueses:  o grupo etário que mais cresceu foi o dos 55-64 anos, com um crescimento médio de 57%. Em França, o crescimento mais significativo foi entre os utilizadores com mais de 65 anos, com um aumento de 52%. Enquanto na Suíça, a faixa dos 45-54 anos mostrou um crescimento de 39%

    Analisando o tipo de procura e tipologias, tanto os estrangeiros como os portugueses se mostraram mais interessados em comprar casa do que arrendar. Com a excepção do Brasil, que é o único que demonstra mais interesse em arrendar do que comprar.

    No que diz respeito às localizações, além de Lisboa e Porto, as zonas mais procuradas incluem Cascais e Estoril, Portimão, Albufeira, Cedofeita e Paranhos. Estas áreas destacaram-se no ranking das preferências dos utilizadores.

    Segundo Sylvia Bozzo, Marketing Manager do Imovirtual, “as zonas litorais, como Cascais, Estoril, Portimão e Albufeira, são particularmente populares durante esta época, refletindo o aumento do interesse por áreas que combinam beleza natural com excelente qualidade de vida”, acrescenta.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Empresas

    IDB Lisbon recebe quatro novos inquilinos

    A Pictet Technologies, UpHill, Mamma Team e Circutor, ocupam em conjunto mais de 4.800 m2 do edifício, tendo encontrado no hub o “lugar certo” para potenciar os seus negócios

    CONSTRUIR

    O IDB Lisbon – Innovation & Design Building Lisbon, edifício detido e gerido pela Jamestown, empresa global de investimento e gestão imobiliária, conta com quatro novos inquilinos. A Pictet Technologies, UpHill, Mamma Team e Circutor, que, em conjunto, ocuparam mais de 4.800 metros quadrados (m2) do edifício, encontraram no hub de inovação o “lugar certo” para potenciar os seus negócios, afirma a empresa.

    “Os escritórios que têm sucesso no mercado actual são hubs de lifestyle que oferecem às empresas uma comunidade e promovem interacções criativas” afirma Michael Phillips, presidente da Jamestown. “No IDB Lisbon, activámos o rooftop com arte, gastronomia e entretenimento, criando uma experiência dimensional e distinta que torna o edifício muito mais do que um local de trabalho. Estamos empenhados em criar uma rede global de centros de inovação e o IDB Lisbon é uma componente-chave desse programa mais amplo, que se estende de Berlim a Roterdão e de Nova Iorque à Área da Baía de São Francisco”, destaca.

    Fundada em 2016, a Pictet Technologies, que irá ocupar todo o 5º piso (2.644m2) do IDB Lisbon, é a fábrica de software de tecnologia financeira de ponta que serve exclusivamente as necessidades do grupo Suíço Grupo Pictet, um dos principais especialistas independentes em gestão de activos e património na Europa, fundado em 1805.

    Com o objectivo de desenvolver software e conteúdos médicos para a automação de jornadas de cuidados em hospitais e outras instituições, a startup portuguesa de série A, UpHill, irá ocupar mil m2 do IDB Lisbon, a partir do qual pretende continuar a criar soluções de primeira linha para o sector da saúde, após ter fechado, em Março, uma ronda de investimento de sete milhões de euros com o objectivo de duplicar a equipa e abrir escritórios em Espanha e no Reino Unido.

    Também a produtora com origem em Barcelona, Mamma Team escolheu este espaço para continuar a inspirar-se no desenvolvimento de conteúdos televisivos e fotográficos para agências, marcas e produtoras de todo o Mundo, arrendando mil m2 no 4º andar.

    A Circutor, também de origem espanhola, irá ocupar 160 m2 do IDB Lisbon, enquanto sede do seu primeiro escritório em Portugal, apesar de operar há mais de 20 anos no País e que irá agora disponibilizar um showroom e dar formação aos seus clientes sobre a área da mobilidade eléctrica e eficiência energética a partir do seu escritório nos Olivais.

    Com mais de 40 anos de experiência no mercado internacional, a Jamestown tem uma abordagem de propriedade e gestão a longo prazo e é conhecida pela revitalização de edifícios históricos em polos de inovação e centros comunitários de uso misto.

    A Jamestown está empenhada em criar uma rede global de centros de inovação com foco em tecnologia, media, gaming e em iniciativas climáticas. As propriedades europeias sob sua gestão incluem o Groot Handelsgebouw em Roterdão, uma carteira de edifícios no distrito Schinkel de Amesterdão, o Innovation and Design Building Lisbon, a Factory Lisbon, o Schanzenstrasse e o CIC Berlin. Nos Estados Unidos, a Jamestown é conhecida pelo One Times Square em Nova Iorque, Industry City em Brooklyn e Ponce City Market em Atlanta.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Um ano depois da aquisição da Predibisa, Savills regista forte crescimento no Norte

    A consultora destaca aumentos “expressivos” de actividade do retalho e do residencial, especialmente na angariação e venda de empreendimentos em exclusivo, a par do segmento de investimento

    CONSTRUIR

    No mês em que se assinala um ano desde a aquisição da Predibisa pela Savills Portugal, a empresa tem registado um período de crescimento “notável”. De destacar os aumentos “expressivos” de actividade nos departamentos de retalho e de residencial, especialmente na angariação e venda de empreendimentos em exclusivo, a par do segmento de investimento, que apresenta uma performance “muito positiva”.

    A aquisição da Predibisa, em Junho de 2023, foi crucial para a consolidação geográfica da Savills Portugal no Norte do país. Com mais de 30 anos de experiência em aconselhamento imobiliário residencial e comercial no Porto, a Predibisa trouxe uma valiosa expertise para a Savills. Por outro lado, o negócio que apresentava um âmbito local, foi também impulsionado com a chegada da Savills enquanto multinacional que, com o seu know-how e sofisticação de serviços disponibilizados, abriu portas para um mercado global.

    Hoje são já 170 as pessoas que integram a Savills nos escritórios de Lisboa e Porto, que para além da aquisição, revela um continuado crescimento orgânico da equipa que reflecte o crescente dinamismo na actividade da empresa.

    Além disso, a aquisição protagonizada pela Savills não só consolidou a presença da marca do Porto na área das transações imobiliárias, como também permitiu um desenvolvimento significativo das áreas não transacionáveis como BPC & Architecture e Consultoria para a Sustentabilidade destacando a importância de uma oferta diversificada e especializada para melhor servir os diversos segmentos do mercado imobiliário num âmbito nacional.

    Paulo Silva, head of Country da Savills Portugal, considera esta aquisição um passo “muito revelante” para o crescimento da Savills. “O objectivo de consolidação geográfica e de crescimento da empresa na região Norte do país está a ser amplamente alcançado com uma capacidade de integração indiscutível. A nossa equipa do Porto está de parabéns ao demonstrar a sua solidez no mercado e a tirar partido de todo o potencial que a marca Savills pode trazer. Estamos a crescer de forma sólida, acompanhada de uma capacidade crescente de servir os nossos clientes com a excelência que nos define. Por outro lado, a estratégia de diversificação de serviços, tem-nos permitido oferecer mais e melhor serviço aos nossos clientes.”

    Também Rui Branco, managing director do escritório do Porto da Savills Portugal, destaca o “crescimento” e a “evolução” da Savills no Porto. “A vasta experiência da empresa no mercado de Lisboa e o forte networking a nível nacional e internacional, trazem consigo uma maior capacidade de acompanhar a forte dinâmica que se faz sentir no mercado do Porto. A nossa equipa irá, certamente, permitir-nos continuar nesta trajetória ascendente nos próximos anos, não só no mercado residencial, mas também no que respeita à propriedade comercial”, reforça.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Empresas

    Corian Design lança cores 2024 da gama Solid Surface

    As novidades apresentam-se em 10 novas cores integradas em cinco colecções – Artista, Geologic, Terrazzos, Terrains e Atmosphere – concebidas para materializar a beleza existente da natureza em qualquer espaço de design, tanto em ambientes comerciais como residenciais

    CONSTRUIR

    A Corian Design apresenta a sua nova colecção de cores para 2024, aperfeiçoando o seu portfólio da Corian Solid Surface com uma gama de cores e opções de design, feitas à medida para elevar os “espaços a novos patamares”.

    As novidades apresentam-se em 10 novas cores integradas em cinco colecções – Artista, Geologic, Terrazzos, Terrains e Atmosphere – concebidas para materializar a beleza existente da natureza em qualquer espaço de design, tanto em ambientes comerciais como residenciais, onde cada espaço é uma tela para uma transformação “inspirada”. Muitas destas propostas têm por base componentes reciclados, causando impacto no design, mas não no ambiente.

    “Inspirados pela natureza, sempre em constante evolução, introduzimos estilos e designs inovadores que enriquecem os espaços trazendo uma sensação de natureza que é simultaneamente subtil e sofisticada”, afirma Andrea Albert, EMEA marketing leader da Corian Design. “Estamos particularmente entusiasmados por mostrar a integração de componentes reciclados na nossa mais recente paleta de cores, que reflectem o nosso compromisso de combinar estética com responsabilidade ambiental.”

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos

    Lã Mineral com alta resistência térmica Volcalis ALPHA PLUS 32

    Respondendo ao desafio “a melhor energia é a que não se gasta”, o Grupo Preceram, reforçou a sua gama de produtos de isolamento Volcalis com uma nova referência, ALPHA PLUS, ainda mais eficiente, com uma condutibilidade térmica muito baixa: 0,032 W/(m.K)

    Brand SHARE

    ALPHA PLUS é uma lã mineral com alta resistência térmica, semirrígida, incombustível, resistente ao fogo e hidrorrepelente, fornecida em painel ou rolo, disponível também com barreira de vapor em papel Kraft, para aplicação em sistemas de construção e reabilitação.

    As suas características técnicas de excelência, fruto de um extenso trabalho de investigação e desenvolvimento, possibilitam soluções construtivas de elevado isolamento térmico, tanto no interior como no exterior dos edifícios.

    Aplicações

    A sua utilização permite a aplicação de sistemas de isolamento, ocupando menos espaço com a mesma eficiência. Adequada para a utilização em obras de construção e reabilitação, tais como: revestimento de paredes, tetos, coberturas e fachadas ventiladas.

    Vantagens

    • Excelente comportamento térmico com menor espessura.
    • Fácil de manusear e com toque suave.
    • Excelente isolamento acústico.
    • Resistente ao fogo, não é combustível nem conduz o calor.
    • Processo sustentável. Produto 100% reciclável.

    A preocupação da Volcalis é disponibilizar ao mercado uma ampla gama de soluções ecológicas e de alta qualidade, que contribuam para o conforto e a eficiência térmica e acústica dos edifícios.

    A lã mineral Volcalis é fabricada em Portugal, à base de areia, um recurso natural abundante, e a sua produção está otimizada para minimizar o impacto ambiental. Para além de ser um ótimo isolamento térmico e acústico, é incombustível.

    A lã mineral Volcalis não liberta poluentes voláteis pelo que é inócua para a saúde. Volcalis tem classificação A+ na qualidade do ar interior, significando emissões muito baixas ou nulas de substâncias no ar interior.

    Sobre o autorBrand SHARE

    Brand SHARE

    Mais artigos
    Imobiliário

    Hera.coop representa investimento de 34M€

    A MOME, gestora profissional de cooperativas de habitação apresenta dia 20 de Junho a cooperativa Hera.coop. O investimento de 34 milhões de euros irá criar 98 apartamentos de diferentes tipologias

    CONSTRUIR

    A MOME, gestora profissional de cooperativas de habitação, faz o lançamento da cooperativa Hera.coop no dia 20 de Junho. O evento terá como tema central “O que move as pessoas a fazerem grandes coisas em conjunto”.

    Com assinatura do gabinete de arquitectura Hori.zonte, a cooperativa Hera.coop, localizada no Carvalhido, contará com 98 apartamentos de diferentes tipologias (T0, T2 e T3) e representa um investimento de 34 milhões de euros.
    Francisco Rocha Antunes, fundador e presidente da MOME, marcará presença na sessão que contará com a apresentação do gabinete Hori.zonte, responsável pelo projecto Hera.coop.

    O evento incluir um painel de debate que contará com a presença de Álvaro Domingues, geógrafo e professor da faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Joana Milhais Ferreira, arquitecta da MASSLAB, José Miguel Lameiras, arquitecto paisagista e professor da faculdade de Ciências da Universidade do Porto, Lourenço França, seleccionador nacional de Ginástica Acrobática. A João Braz Pereira, responsável de Conhecimento e Iniciativas ESG da MOME, caberá moderar o debate.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Construção

    Tektónica antecipa edição em 2025

    A 27ª edição da feira de construção terá lugar de 10 a 12 de Abril de 2025, novamente em conjunto com o SIL. Em 2025, a organização pretende reforçar o seu estatuto enquanto “marketplace” e como “local privilegiado” para a apresentação das principais novidades e tendências

    CONSTRUIR

    A organização da feira de construção Tektónica, anuncia que a 27ª edição terá lugar de 10 a 12 de Abril de 2025, na FIL – Centro de Congressos e Exposições de Lisboa. Em 2025, a Tektónica pretende reforçar o seu estatuto enquanto “marketplace” e como “local privilegiado” para a apresentação das principais novidades e tendências, através de um programa de acções e iniciativas para o sector, onde se destacam as últimas inovações. Mantêm-se igualmente a realização em simultâneo com o Salão Imobiliário de Portugal (SIL).

    A edição de 2024, registou um crescimento em participações de empresas, ascendendo a 300 presenças, nacionais e internacionais, e uma forte adesão de visitantes, ultrapassando as 25.500 visitas.

    De realçar que num inquérito efectuado durante a feira os visitantes, profissionais e público, avaliaram positivamente a Tektónica, com 98% a referir que o evento correspondeu às expectativas.

    De destacar, ainda, que 92% dos visitantes profissionais consideram que o Salão contribui para a projecção e crescimento económico do sector e 94% recomenda a visita a outros profissionais do sector, tencionando repetir a visita na próxima edição.

    No que reporta ao público, 96% recomendaria a visita ao evento e 95% tenciona visitar na próxima edição em 2025.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    B. Prime mandatada para gerir Lote 23 da Quinta Patino

    Segundo Francisco Grilo, responsável pela área de Building Consultancy & Management“, além da gestão aos espaços comuns dos edifícios, implementámos igualmente o serviço B. Exclusive, um facilitador do dia-a-dia para os utilizadores dos nossos imóveis”

    CONSTRUIR

    A consultora B. Prime foi mandatada para gerir o Lote 23 da Quinta Patino, constituído por 43 fracções, com 17 mil metros quadrados (m2), constituído por inúmeros jardins e que se situa em Alcabideche.

    Considerado um dos “mais prestigiados e reconhecidos pela sua beleza”, a Quinta Patino é um dos mais “marcantes” projectos residenciais da zona do Estoril e é um dos maiores complexos habitacionais que a B. Prime gere, juntando-se ao restante portfólio que se concentra essencialmente na Área Metropolitana de Lisboa.

    Segundo Francisco Grilo, responsável pela área de Building Consultancy & Management, “além da gestão aos espaços comuns dos edifícios, implementámos igualmente o serviço B. Exclusive, um facilitador do dia-a-dia para os utilizadores dos nossos imóveis”.

    O B. Exclusive disponibiliza o mesmo tipo de resposta que teria num reconhecido hotel, mas sem necessitar de sair de casa, através de um serviço de “concierge” que pode estar disponível fisicamente ou remotamente e que poderá resolver meros recados, passando por serviços de limpeza, reparações, ou serviços de babysitting ou petsitting. No caso da Quinta Patino, este serviço é garantido de forma remota.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB

    Navegue

    Sobre nós

    Grupo Workmedia

    Mantenha-se informado

    ©2024 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.