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Inovação no sector do Habitat em debate

No dia 23 de Junho, terá lugar mais uma sessão do “Ciclo de Eventos – Dinâmicas para a Inovação” em formato virtual, promovido pela Agência Nacional de Inovação

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No dia 23 de Junho, terá lugar mais uma sessão do “Ciclo de Eventos – Dinâmicas para a Inovação” em formato virtual, promovido pela Agência Nacional de Inovação

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Materiais e sistemas de construção sustentáveis, eficiência energética, hídrica e de materiais na construção e na reabilitação, desafios da Economia Circular para um habitat sustentável, desafios da descarbonização e transição energética para o Habitat, e transformação digital na cadeia de valor do Habitat serão os temas em debate em mais uma sessão do “Ciclo de Eventos – Dinâmicas para a Inovação”, organizado pela Agência Nacional de Inovação (ANI), e que regressou em Junho em formato virtual. Nesta sessão, que conta com o apoio do Cluster Habitat Sustentável e do Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro, o Habitat será a temática em discussão.

O evento inicia-se às 10 horas e abre com uma mesa redonda, cujos oradores serão Victor Ferreira, do Cluster Habitat Sustentável, José Matos, da Associação Portuguesa de Materiais de Construção e António B. Dias, do Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro.   Seguem-se as conclusões e o debate. A segunda metade da manhã incluirá um pitch com a apresentação de tendências e de tecnologias disruptivas nesta área.

A iniciativa integra o “Ciclo de Eventos – Dinâmicas para a Inovação”, promovido no âmbito do projecto Iniciativa de Transferência de Conhecimento, co-financiada pelo COMPETE 2020 através do Portugal 2020 e do FEDER.

Nas próximas semanas, a ANI dará sequência ao conjunto de iniciativas sobre a Valorização do Conhecimento, subordinado a áreas e sectores estratégicos no âmbito da Estratégia Nacional para a Especialização Inteligente, sempre online. A participação será gratuita, mas de registo obrigatório.

Entre 2014 e 2018 as entidades nacionais investiram 156,5 milhões de euros em projectos enquadrados na área temática “Habitat”, que se integra no eixo “Saúde, bem-estar e território”, um dos cinco identificados pela Estratégia Nacional de Investigação e Inovação para uma Especialização Inteligente (2014-2020).

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Setúbal aprova projecto para nova unidade hoteleira

Nova unidade hoteleira vai ser edificada na Estrada das Machadas, local onde actualmente existe um imóvel devoluto que vai ser demolido no âmbito do projeto promovido pela empresa com sede no Porto, a Gratitude Meridian. 

A Câmara Municipal de Setúbal aprovou esta quarta-feira, dia 6 de Julho, em reunião pública, o projecto de arquitetura para a construção de uma unidade hoteleira na Estrada das Machadas. 

A nova unidade hoteleira vai ser edificada nos números 2, 4 e 6 da Estrada das Machadas, local onde actualmente existe um imóvel devoluto que vai ser demolido no âmbito do projeto promovido pela empresa com sede no Porto, a Gratitude Meridian. 

O hotel, com uma área bruta de construção de 3.591,30 metros quadrados (m2), terá uma oferta de 120 quartos distribuídos por seis pisos, uma cave para estacionamento e um piso com valências técnicas. 

“Do ponto de vista urbanístico, a proposta apresentada não suscita reservas, respeitando o previsto no PDM em vigor para o local e demais legislação aplicável, pelo que nada obsta quanto à aprovação do projecto de arquitetura”, sublinha a deliberação camarária, em comunicado. 

Tendo em conta que se trata de um edifício com uma área total de construção superior a 1500 m2, face ao disposto no Regulamento de Edificação e Urbanização do Município de Setúbal o promotor do projecto deve ceder gratuitamente à autarquia cerca de 1800 m2 destinados a equipamentos e  mais 718 m2 para espaços verdes de utilização colectiva.  

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Grupo Casais lança 1ª pedra do B&B Hotel Olhão

A nova unidade de três estrelas do Grupo B&B Hotels, com capacidade para 89 quartos, deverá inaugurar na Primavera de 2023

A parceria Casais/Sunny lançou hoje a primeira pedra do Hotel B&B Olhão, um projecto com um investimento de cerca de 6 milhões de euros, com a assinatura do arquitecto José Mário Fernandes. Este valor de investimento integra ainda a renovação do Ria Shopping, espaço onde está integrado esta nova unidade hoteleira.

A nova unidade de três estrelas do Grupo B&B Hotels, com capacidade para 89 quartos, deverá inaugurar na Primavera de 2023. A construção está a cargo do Grupo Casais e integra um grupo de seis unidades hoteleiras do Grupo B&B Hotels, que serão construídas pela Casais. A cadeia de hotéis chegou em 2018 ao mercado português e que conta actualmente com 17 unidades hoteleiras já em funcionamento ou em construção e um forte pipeline de unidades em licenciamento que permitirá em 2023 ser, em Portugal, líder de segmento Budget & Economy.

“A aposta no sector do turismo é fundamental quando falamos de um país com características únicas. Este será certamente um dos sectores com maior potencial de crescimento e o Grupo Casais estará certamente a acompanhar esse crescimento”, refere José Mário Fernandes, administrador executivo do Grupo Casais. Para além disso, “projectos como o B&B Hotel Olhão são o exemplo vivo do tipo de relação que o Grupo Casais pretende estabelecer com os seus clientes. Procuramos oferecer, desde a fase de desenvolvimento do projecto, soluções que vão permitir a execução de obra com maior fluidez, cumprindo os objectivos e a visão do cliente. Procuramos em conjunto criar soluções construtivas que oferecem um equilíbrio entre a qualidade e a funcionalidade, com especial enfoque nos temas relacionados com a operação e a manutenção. Numa época de escassez de recursos qualificados esta é a única solução cque garante uma satisfação de todas as partes envolvidas num projecto de construção”, sustenta o responsável.

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Grupo Preceram participa no Archi Summit 2022

De regresso à cidade do Porto, a edição de 2022 do Archi Summit conta com o apoio e presença das empresas do Grupo Preceram, (Argex, Gyptec, Preceram e Volcalis).

Recuperando o espírito original, o evento realiza-se de 13 a 15 de julho num espaço singular de um conjunto de antigos edifícios industriais, no centro do Porto: o Palácio Ford.

O Grupo Preceram leva a exposição, soluções para a construção direcionadas para o conforto, eficiência energética, sustentabilidade dos edifícios, flora e paisagismo.

Lançada no mercado recentemente, a nova Placa Gyptec Gold, será uma das estrelas do evento.

Sendo uma placa multifunções resistente a tudo, a Gyptec Gold, combina as vantagens dos vários tipos de placas, permitindo resolver todas as necessidades de um projeto usando apenas uma placa.

Estará também disponível a nova biblioteca de soluções para paredes exteriores adequadas a edifícios nZEB, desenvolvida pelo ITeCons que combina materiais das várias empresas do Grupo Preceram, mas também de outras empresas parceiras.

As soluções construtivas foram definidas no sentido de dar resposta aos requisitos legais de comportamento térmico dos edifícios. A ideia surgiu para apoiar os técnicos projetistas na definição de soluções para a envolvente opaca vertical, caracterizadas e identificadas, de forma a cumprir os critérios da nova legislação de certificação energética dos edifícios.

Será também possível identificar que soluções poderão ser adequadas, e mais eficientes, para um determinado projeto ou obra, a partir da localização geográfica.

Temos assim paredes em tijolo térmico e acústico Preceram, com isolamento pelo interior em sistemas de placas de gesso Gyptec e lã mineral Volcalis, mas também soluções com isolamento pelo exterior em sistema ETICS com cortiça da Amorim ou argamassas térmicas da SECILTEK.

Partindo desta base de trabalho, foram elaborados um conjunto de fichas de paredes que, para além da caracterização do sistema, apresenta a indicação das zonas climáticas onde se recomenda a sua utilização.

Ainda, relativamente a ferramentas de apoio ao projeto, destaque para a adição de mais objetos à biblioteca BIM da Gyptec. Nesta área de trabalho é possível encontrar agora ainda mais sistemas e soluções para construção e reabilitação de paredes e tetos.

Visitas guiadas a obras de referência

No dia 13 de julho às 10h a Argex, em conjunto com a Neoturf, promove uma visita à cobertura verde do Forum da Maia.

Integrado no Baze – Living Lab Maia, o laboratório vivo para a descarbonização, o projeto da cobertura verde do Fórum da Maia pretende apresentar à comunidade concelhia uma solução de cobertura de edifícios com base na Natureza, demonstrando na prática os inúmeros benefícios ambientais, financeiros e sociais.

No dia 14 de julho às 10h30 será realizada uma visita guiada ao Neya Porto Hotel, promovida pela Gyptec.

Com localização privilegiada mesmo em frente ao Rio Douro, o NEYA Porto Hotel nasceu da recuperação de parte das ruínas do Convento Madre Deus de Monchique e é o primeiro com certificação LEED Gold em Portugal.

Os lugares disponíveis para as visitas são limitados.

Faça já a sua inscrição ou peça-nos o seu convite gratuito, indicando o dia em que pretende ir ao evento para [email protected]receram.pt

Programa e inscrições: https://www.archisummit.pt/

Visite-nos de 13 a 15 de julho das 14h às 20h30.

Local: Palácio Ford (mapa: ht https://goo.gl/maps/zDtyji9Pbe6uViaL9 )

Sobre o autorCarmen Noronha

Carmen Noronha

cnoronha2020
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Bysteelfs escolhida para “vestir” palco dos jogos olímpicos de Paris

Empresa do Dstgroup ganhou um contrato no valor de 5 M€ para a construção do “envelope arquitectónico” da Arena Porte de la Chapelle, uma fachada com cerca de 10 mil m2 em alumínio, vidro e material compósito

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A bysteelfs, empresa do dstgroup, ganhou um contrato no valor de cinco milhões de euros para a construção do envelope arquitectónico da Arena Porte de la Chapelle. Esta arena servirá de palco para as provas de badminton e ginástica dos Jogos Olímpicos 2024 e para as provas de badminton e halterofilismo dos Jogos Paralímpicos 2024, provas que se realizam em Paris, França.

O contrato assinado com a Bouygues insere-se numa operação de 136 milhões de euros promovida pelo concelho parisiense. A arquitectura concebida em conjunto pelos gabinetes SCAU e NP2F prescreve uma fachada com cerca de 10 mil metros quadrados (m2) em alumínio, vidro e material compósito, cujo design e execução é da responsabilidade da bysteelfs e será construída em cinco meses. A obra estará pronta no Verão de 2023.

No total, a infraestrutura de 26 mil m2 contará com uma sala com capacidade para 8 mil pessoas, dois ginásios para os habitantes das comunidades mais próximas e uma zona de lazer e comércio com 2600 m2. No exterior vão ser criados 3 mil metros quadrados de zonas verdes, 6 mil m2 de jardins em coberturas e uma zona com vista panorâmica sobre a cidade.

A redução do impacto ambiental foi um desafio da maior importância tanto na fase de projeto como na gestão desta obra. Mais de 95% das 944 toneladas de resíduos produzidos na construção serão revalorizados e 45% do betão utilizado é de baixo carbono, evitando assim a emissão de 1.300 toneladas de CO2. Por outro lado, parte dos muros não portantes serão construídos com blocos de terra e as 8 mil cadeiras para espectadores serão feitas a partir de 70 toneladas de resíduos plásticos recolhidos nos quarteirões mais próximos.

“Participar numa obra com este nível de preocupação ambiental é muito importante para nós porque é uma oportunidade para confirmarmos a mudança de paradigma no setor da construção. Cada vez se investe mais e melhor em inovação, na procura de soluções mais eficientes e sustentáveis. É neste futuro mais ecológico que a bysteel e a bysteelfs se colocam” comenta Rodrigo Araújo, CEO da bysteel.

Depois dos Jogos Olímpicos 2024, a Arena Porte de la Chapelle será a residência do Paris Basketball, o maior clube de basquetebol da capital francesa, e funcionará também como o hub cultural do Norte da cidade servindo para palco de grandes espectáculos.

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MAP Engenharia constrói primeira unidade da marca “Mama Shelter”na Península Ibérica

Esta empreitada consistiu na reabilitação e ampliação de um antigo edifício de escritórios, para o transformar na primeira unidade hoteleira na Península Ibérica da marca “Mama Shelter”, fundada pela família francesa Trigano, cofundadora do Club Med, e pelo designer Philippe Starck

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A MAP Engenharia, empresa especializada em construção e reabilitação, foi responsável pela reabilitação do edifício do hotel Mama Shelter, em Lisboa, o primeiro desta unidade hoteleira na Península Ibérica.

Esta empreitada consistiu na reabilitação e ampliação de um antigo edifício de escritórios, para o transformar na primeira unidade hoteleira na Península Ibérica da marca “Mama Shelter”, fundada pela família francesa Trigano, cofundadora do Club Med, e pelo designer Philippe Starck.

Localizado no coração de Lisboa, entre o largo do Rato e o Marquês de Pombal, este hotel pertencente à cadeia Mama Shelter (Grupo Accor), possui um design único e irreverente, com uma área bruta de 6.000 m2, oferece um total de 130 quartos, para além de um amplo restaurante, espanadas, rooftop e todas as zonas técnicas necessárias para o perfeito funcionamento de todos os serviços do Hotel.

Peça central desta marca, a área de restauração do Mama Shelter Lisboa tem uma capacidade total para 400 lugares, que se encontram distribuídos pelo restaurante, por uma esplanada na Rua Alexandre Herculano, por um pátio interno, e pelo rooftop.

O rooftop, que se encontra localizado no 9º piso, e que foi inaugurado no passado mês de abril, possui uma fantástica vista panorâmica da cidade de Lisboa, que vai do Castelo de São Jorge à Ponte 25 de Abril.

Segundo Diogo Guerra Abecasis, Co-Founder e Managing Partner da MAP Engenharia, “estamos muito orgulho por termos sido selecionados para a construção do Mama Shelter, o primeiro hotel desta marca na Península Ibérica. Este hotel, de conceito inovador, arrojado e com uma decoração disruptiva, vem trazer uma lufada de ar fresco à cidade de Lisboa. Toda a equipa interveniente nesta obra, dedicou-se sempre de alma e coração, e está realmente de parabéns pelo resultado final alcançado.”

Para Julien Leroy, responsável pela promoção deste investimento, através da AH 51 HOTEL, “o Mama Shelter Lisboa foi um projeto de reabilitação muito desafiante, por se tratar da transformação de um edifício de escritórios existente, com várias décadas. A construção de soluções estruturais complexas, bem como a execução de detalhes decorativos mais delicados, demonstram bem a capacidade e a versatilidade da MAP na concretização desta obra. Só com um verdadeiro espírito de equipa e toda a dedicação e entrega a este projeto, por parte de todos os intervenientes – MAP, Ficope, Projetistas e Mama team -, foi possível concretizar este sonho e abrir este magnífico Hotel em Lisboa.”

Paulo Consciência, Managing Partner da Ficope e responsável pela Coordenação e Fiscalização, acrescenta ainda que “foi um privilégio trabalharmos com a MAP nesta fantástica obra do Hotel Mama Shelter. Este foi um processo que correu de forma exemplar, quer na fase de contratação, onde a MAP demonstrou ser competitiva e proativa na busca de soluções de value engineering; quer na fase da obra, onde foi possível ultrapassar as enormes dificuldades causadas pela pandemia. É de destacar também a qualidade da equipa de obra no terreno e a permanente atenção da estrutura diretiva, que efetuaram o acompanhamento e estiveram sempre focados na solução. Foi uma parceria de sucesso a repetir, sem dúvida, em obras futuras.”

O projeto de arquitectura é da autoria da AZ ARCHIZEST.

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Câmara de Gaia vai contratualizar empréstimo de 18 milhões de euros para prosseguir com investimentos

Entre os investimentos que constam da proposta de empréstimo encontra-se a reformulação da rede viária pedonal da Estrada da Rainha e rua Caminho do Senhor (três milhões de euros) ou o pavilhão multiusos nos Arcos do Sardão (8,5 milhões de euros)

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O presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia afirmou esta segunda-feira que o município vai contratualizar um empréstimo de 18 milhões de euros para prosseguir com alguns investimentos e poder providenciar a comparticipação em projetos comunitários no “overbooking”.

A proposta de abertura de procedimento para a contratação de um empréstimo para aplicação em investimentos até ao montante de 18.516.473,56 euros foi esta segunda-feira aprovada com a abstenção dos dois vereadores do PSD.

Ao executivo, Eduardo Vítor Rodrigues assegurou que “o empréstimo é fundamental para libertar o município para os fundos comunitários”, em particular, para o “overbooking” do programa Norte 2020, mecanismo que, disse, “não é possível ser desprezado”.

“Parece estranho que o município peça empréstimo, mas isto não tem a ver com dinheiro”, assegurou, esclarecendo que na conta bancária a câmara conta com 39,5 milhões de euros, mas que o mesmo “não pode ser usado” devido à lei das finanças locais.

“Este é um empréstimo de tentativa de resposta à lei, que é insuficiente e apresenta mais deficiências do que vicissitudes. Vamos usar a margem de endividamento para afetar a um conjunto de investimentos”, garantiu.

Entre os investimentos que constam da proposta de empréstimo encontra-se a reformulação da rede viária pedonal da Estrada da Rainha e rua Caminho do Senhor (três milhões de euros), o pavilhão multiusos nos Arcos do Sardão (8,5 milhões de euros), construção do pavilhão municipal de Vilar do Paraíso (três milhões de euros), reabilitação dos edifícios dos Paços do Concelho (3,5 milhões de euros) e sistema de acesso ao centro histórico (600 mil euros).

Para o vereador social-democrata Cancela Moura, o pedido de contratação de empréstimo “suscita dúvidas”, considerando que que o município deveria ser “prudente” face à conjuntura de incerteza.

“Numa época de conjuntura de tanta incerteza, entre as consequências da guerra da Europa e com os níveis de inflação a recuarem 30 anos, seria prudente que o município dispusesse de uma reserva de financiamento para situações imponderáveis, como ocorreu, por exemplo, no passado recente com a pandemia”, defendeu.

Cancela Moura considerou ainda que alguns dos investimentos que constam da proposta de empréstimo deveriam ser “realizados à custa do município”, como previsto no orçamento.

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Universidade do Porto tem plano para modernizar campus avaliado em 100M€

A aposta em novas residências universitárias está a ser desenvolvida em articulação com algumas autarquias do distrito, como é o caso da Câmara do Porto, com quem a U. Porto irá submeter duas candidaturas ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)

Ricardo Batista

Está avaliado em 100 milhões de euros o plano de investimentos delineado pelos responsáveis da Universidade do Porto, uma iniciativa que vai permitir não apenas a requalificação do campus universitário como a execução de um conjunto de trabalhos com implicações na forma como se vive e estuda na Área Metropolitana do Porto. O ambicioso conjunto de projectos esteve em particular destaque na sessão solene que assinalou a tomada de posse de António de Sousa Pereira para o segundo mandato, de quatro anos, enquanto reitor da Universidade. Em causa está a requalificação de alguns espaços da universidade e a construção de outros, nomeadamente, novos espaços para “estudar e investigar”, mas também novos alojamentos e espaços dedicados à cultura e arte.

Planos de expansão
Entre os projectos, destacam-se a expansão da Faculdade de Belas Artes e da Faculdade de Desporto, mas também a construção de mais três edifícios na Faculdade de Engenharia.

A requalificação da Faculdade de Medicina no edifício partilhado com o Centro Hospitalar Universitário de São João (CHUSJ), a reconstrução do Aquário da Foz e a conclusão do novo Estádio Universitário são também alguns dos projectos prioritários para os próximos quatro anos. A par do investimento nas unidades orgânicas da U. Porto, António de Sousa Pereira pretende criar novas residências universitárias, sendo que esta aposta vai permitir “quase duplicar a oferta de camas da universidade”.


Articulação com a AM Porto

A aposta em novas residências universitárias está a ser desenvolvida em articulação com algumas autarquias do distrito, como é o caso da Câmara do Porto, com quem a U. Porto irá submeter duas candidaturas ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para a construção de uma residência no Monte Pedral, com 200 camas, e outra no Morro da Sé, também com cerca de 200 camas.

Além destes alojamentos e da residência universitária situada no centro histórico sob a gestão da Federação Académica do Porto (FAP), que terá 20 quartos, a U. Porto tem previstas mais candidaturas ao PRR. Uma das candidaturas destina-se à reabilitação de camas já existentes em diferentes residências espalhadas pela cidade, e outras duas serão “exclusivas” da U. Porto para a construção de uma residência universitária na Rua Boa Hora, com cerca de 250 quartos, e para a construção de uma residência na Asprela, com cerca de 150 quartos.

Outro dos objectivos do reitor para este segundo mandato passa pela instalação do Centro de Investigação para a Saúde Humana e Animal no concelho da Maia, bem como o novo campus a ser desenvolvido na antiga refinaria de Leça da Palmeira, em Matosinhos, e cujo valor não está incluído nos cerca de 100 milhões de euros a investir.

Apesar de reconhecer que a situação provocada pela crise pandémica, agravada pelo recente conflito na Ucrânia, “criou, objectivamente, um impasse no processo de desenvolvimento e crescimento da Universidade”, o Reitor acredita que “os anos vindouros devem servir para recuperar dos efeitos da crise sanitária e iniciar uma nova fase de expansão sustentada e estrutural”. “Para o sucesso da retoma pós-Covid, é crucial a materialização das possibilidades abertas pela nova geração de fundos europeus. O Horizonte Europa, o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e o novo quadro comunitário de apoio representam importantes oportunidades de financiamento para as instituições de ensino superior”, lembrou.

Para superar este “desinvestimento”, o Reitor aponta como receita a “actualização dos níveis de financiamento”, “fundamental para a requalificação do património, infraestruturas e equipamentos das instituições”, bem como a “desburocratização da gestão das instituições de ensino superior e de investigação científica”. Até que tal se concretize, “não tenho dúvidas de que, mesmo num contexto adverso, a Universidade do Porto não deixará de se desenvolver e de desenvolver o país”, vincou.

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AICEP dedica rubrica “Em foco” às oportunidades de negócio no Canadá nas áreas das Infraestruturas e Construção

Uma sessão on-line para conhecer melhor as características do mercado canadiano, as regras das principais plataformas de public procurement e as oportunidades de negócio nos sectores das infraestruturas e da construção

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A Academia AICEP vai realizar no dia 15 de Julho o webinar Em Foco Canadá – Infraestruturas e Construção, dedicado às empresas que pretendam conhecer melhor as características do mercado canadiano, as regras das principais plataformas de public procurement e as oportunidades que aí podem encontrar no que se refere aos sectores das infraestruturas e da construção.

Este webinar conta com a participação do especialista do sector, Mário Rosado, presidente da empresa INFRABIZ com sede em Toronto, fundada em 2013 e especializada em infraestruturas e construção. Mário Rosado, fará uma apresentação geral do sector, recomendará as melhores formas de abordar o mercado e identificar oportunidades. Explicará ainda como as empresas portuguesas podem aceder e utilizar as principais plataformas de public procurement. Por sua vez, o delegado da AICEP no Canadá, Raúl Travado, fará uma breve introdução de enquadramento geral do mercado canadiano.

O sector da construção (incluindo infraestruturas) tem um grande peso na economia do Canadá, dando emprego a cerca de 1.5 milhões de canadianos. O sector representa 7.5% do PIB canadiano, tendo registado um valor de 149 mil milhões de dólares em 2021 (Statistics Canada). Apesar do impacto negativo da pandemia e da persistência de problemas ao nível das cadeias de abastecimento, ao que acrescem as pressões inflacionárias dos últimos longos meses, o sector da construção continua a mostrar resiliência e em 2021 recuperou já a tendência de crescimento.
De acordo com um relatório publicado em Março passado pela organização nacional BuildForce Canada, espera-se que o investimento, público e privado, e o crescimento do sector se mantenham até 2027, embora gradualmente a um ritmo mais moderado.

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Gebalis com mais de 40M€ para reabilitar bairros municipais

Investimento aprovado pela CML inclui reforço de 17 M€ para intervir em 740 fracções vazias até 2026

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Com 66 bairros municipais sob a sua gestão em Lisboa, cuja população residente estimada ascende a cerca de 60 mil habitantes, a Gebalis vai contar com um total de 40 milhões de euros provenientes do contrato-programa hoje aprovado pela Câmara Municipal de Lisboa.

Assumindo-se como o maior contrato-programa alguma vez celebrado entre a edilidade e a Gebalis, o valor que está nele consagrado será canalizado para a necessária reabilitação estrutural de 11 bairros camarários, com um impacto em 2.613 frações, das quais cerca de 740 de forma directa.

Ao dar prioridade à melhoria da qualidade de vida nos bairros e das condições de habitabilidade dos respectivos arrendatários, a Gebalis vai então dar início a trabalhos de conservação em vários dos aglomerados urbanos localizados em Lisboa que se encontram sob sua responsabilidade, nomeadamente os bairros 2 de Maio, Açucenas, Alfinetes, Boavista, Bom Pastor, Condado, Flamenga, João Nascimento Costa, Padre Cruz, Rego e Telheiras Sul.

Com um calendário de execução que se estende até 2026, a este contrato-programa de 40 milhões de euros junta-se um anteriormente celebrado entre o actual executivo camarário e a Gebalis, no valor de 2 milhões de euros, para reabilitação de frações já em obras.

Para Fernando Angleu, Presidente do Conselho de Administração da Gebalis, este considerável suporte financeiro “representa a forte aposta da Câmara Municipal de Lisboa na habitação e assume-se como uma ferramenta fundamental para que a Gebalis melhore a resposta às necessidades prementes da população residente nos bairros camarários”.

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IP: Investimento de 6M€ em nova variante

Avançam as obras para a construção da variante à EN248 em Arruda dos Vinhos, uma empreitada avaliada em seis milhões de euros

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A Infraestruturas de Portugal consignou o contrato para a execução da obra de construção da variante à EN248, em Arruda dos Vinhos, uma empreitada avaliada em seis milhões de euros. A obra integra o Programa de Recuperação e Resiliência, e é promovido no âmbito do plano de beneficiação das acessibilidades rodoviárias às zonas empresariais, para a melhoria da capacidade das empresas na entrada e saída de mercadorias e de ligação directa à rede rodoviária de alta prestação.

Um investimento que é justificado pelo facto da actual rede viária (EN248, EN115-4 e Variante Industrial das Corredouras) ter “um elevado volume de circulação automóvel, nomeadamente com intenso tráfego pesado de mercadorias. Nesta zona, a EN248 atravessa uma zona marcadamente urbana residencial que convive com uma forte estrutura comercial e industrial”, justifica a IP.

Nesse sentido, a construção de uma nova via alternativa à EN248 tem como principais objectivos, o “aumento da segurança rodoviária em Arruda dos Vinhos através da redução do tráfego rodoviário dentro da zona urbana; o reforço da mobilidade, com a melhoria das acessibilidades à rede rodoviária (autoestradas) e ferroviária (Linha do Norte); benefícios ao nível ambiental e de qualidade de vida das populações, através da diminuição da exposição da população à poluição automóvel e a níveis incomodativos de ruído”.

A futura Variante a Arruda dos Vinhos terá uma extensão de cerca de 2,3 quilómetros e integrará quatro novas rotundas ao longo do traçado, facilitadoras das acessibilidades e distribuição de tráfego à rede viária local.
No âmbito deste projecto será construída uma nova ponte sobre o Rio Grande da Pipa, com uma extensão de 300 metros.
Esta empreitada destaca-se de um conjunto de nove obras já lançadas no âmbito do PRR, que correspondem actualmente a um investimento de cerca de 83 milhões de euros. A primeira destas empreitadas foi já consignada, em Março passado, e está em pleno andamento, no caso, na Variante à EN14, entre Maia e Trofa.

Recorde-se também que a IP já assinou os contratos de financiamento com a Estrutura de Missão Recuperar Portugal, que englobam um valor de investimento de 394,8 milhões de euros.

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