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Já são conhecidos os vencedores da 2ª edição do Prémio Arquétipo – Inovação N41º

Lançado pela OASRN o prémio tem como objectivo “promover aproximação dos arquitectos à indústria”

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Um toalheiro em cerâmica e uma solução de construção em pedra maciça  são os produtos  vencedores da segunda edição do Prémio Inovação N41º do Prémio Arquétipo, com o Prémio Inovação Arch-Valadares e Prémio Inovação Filstone, respectivamente, anunciou a Secção Regional Norte da Ordem dos Arquitectos (OASRN), entidade promotora da iniciativa.  As estes dois primeiros prémios juntou-se, ainda, uma menção honrosa atribuída a uma solução de revestimento de paredes e pavimentos feito em excedentes da extracção de rocha., também patrocinado pela Filstone.

Os prémios Arquétipo, que contam com o apoio do Ministério da Economia, “têm como objectivo
promover a aproximação entre a indústria da construção e os arquitectos, procurando ideias
com aplicabilidade directa no sector da construção”.

“Apesar do desenvolvimento das propostas ao Prémio Arquétipo – Inovação ter decorrido em
período de confinamento, devido à pandemia, o resultado desta edição demonstra a
persistência dos profissionais arquitectos em encontrar e reinventar soluções ou produtos para
o sector da construção”, salientou Conceição Melo, presidente da OASRN, entidade promotora
do galardão.

Os arquitectos José Cardoso, criador do toalheiro em cerâmica, e Jérémy Pernet,  da solução de
construção em alvenaria maciça,  receberam um prémio de 2.500 euros, e têm agora a possibilidade desenvolver e estudar o potencial de produção e adaptabilidade das suas soluções junto das equipas de I&D das empresas.

O Prémio Master, que inclui um prémio de 6000 euros e a criação de um protótipo da ideia escolhida, vai ser conhecido em Setembro, numa cerimónia que deverá contar com a presença do Ministro da Economia.

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Assimagra apresenta proposta de alteração à nova “Lei das Pedreiras”

Redução da burocracia, salvaguarda dos direitos dos exploradores com licenças em vigor ou em fase final de aprovação e uma lei redigida de forma clara são alguns dos pontos apresentados

A Associação Portuguesa que representa a Indústria dos Recursos Minerais, apresentou a sua proposta de alteração ao projecto de Decreto-Lei que procede à regulamentação da Lei n.º 54/2015, de 22 de Junho, no que respeita às massas minerais, no âmbito da sua consulta pública que terminou dia 3 deste mês. Esta proposta decorre de uma anterior versão que esteve também em Consulta Pública no Verão de 2020, alvo de forte contestação pela Assimagra.

Decorrente dessa contestação, a associação viu contempladas, neste novo documento, várias das suas sugestões de alteração, relativamente ao inicialmente apresentado, como são exemplos o alargamento do prazo das fases de pesquisa e de exploração, a não limitação do número de prorrogações da licença de exploração, a introdução da figura de deferimento tácito, a possibilidade das pedreiras beneficiarem da mesma protecção a novos objectos a instalar na sua vizinhança em termos de distância de defesa, a possibilidade da coexistência de pedreiras com rotas formativas e outros actividades relacionadas, a eliminação da contribuição financeira anual e a procura de uma solução capaz de fazer face à actual caução e a compatibilização entre as alterações dos IGT e das Servidões Administrativas com os desenvolvimentos e realização dos projectos de licenciamento e regularização das pedreiras.

No entanto, a nova proposta de redacção para este decreto-lei agrega ainda um elevado grau de burocratização que culminará num desenfreado sentido de punição não contemplando os direitos adquiridos das pedreiras existentes e devidamente licenciadas.

Como tal, a Assimagra vem solicitar a “redução da burocracia envolvida nos processos, a salvaguarda dos direitos adquiridos dos exploradores com licenças em vigor ou em fase final de aprovação e que a lei seja redigida de forma clara e de interpretação inequívoca para evitar discricionariedades administrativas, designadamente no que concerne ao procedimento de licenciamento e ao regime transitório”.

Dadas as especificidades deste sector importa acautelar muitos aspectos para que uma possível proposta final da tutela culmine numa alteração legislativa passível de ser efectivamente aplicável no terreno, nomeadamente no que respeita aos prazos e procedimentos estabelecidos e a multiplicidade de entidades públicas envolvidas, sob pena dos processos se tornarem mais dispendiosos para as empresas e “sem fim à vista”.

As pedreiras existentes, com licenças válidas emitidas pelo Estado não podem ser penalizadas económica e operacionalmente. Não se alcançam as razões para modificar as obrigações decorrentes de uma licença devidamente atribuída a um explorador tornando essa licença definitiva, em provisória, e exigindo que as explorações se adaptem ao que de novo é imposto pois, caso não cumpram, “são obrigados a cessar actividade”.

Já no que toca a eventuais licenças que não compreendam planos de pedreira aprovados ou cauções prestadas cria-se a equiparação ao não licenciamento e, assim, transmutam-se pedreiras “licenciadas” em pedreiras ilegais. Para a Assimagra, a questão das licenças precárias é urgente ser resolvida, por uma questão de segurança jurídica, sendo que é ao Estado que cabe a obrigação de fiscalizar essas mesmas licenças.

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Efacec lidera projecto SCALE

Solução altamente inovadora de protecção, controlo e monitorização de redes de média tensão é cofinanciada pelo Portugal 2020. Com um investimento de cerca de dois milhões de euros, a sua conclusão está prevista para o primeiro semestre de 2023

tagsEface

A Efacec é líder do projecto SCALE – Scalable Centralized Grid Protection, Automation and Control, cofinanciado pela União Europeia, no âmbito do Portugal 2020, que tem como objectivo o desenvolvimento de uma plataforma para a subestação de distribuição digital do futuro, que permita o controlo, monitorização e protecção de redes eléctricas de média tensão (MT) de forma centralizada.

Além da Efacec, o projecto é desenvolvido pelo consórcio constituído pela ARMIS, INESC TEC e IT Aveiro, envolvendo ainda a participação da E-REDES (ex. EDP Distribuição), e do INESC-ID e envolve um investimento de cerca de dois milhões de euros. A sua conclusão está prevista para o primeiro semestre de 2023.

Esta solução, que projecta e desenvolve sistemas de protecção centralizados para subestações, desafia as arquitecturas de subestação digital actuais, e é também uma alternativa disruptiva face à geração anterior de produtos e soluções PAC hoje aplicada na indústria, com forte impacto no modelo de negócio.

A solução a desenvolver consistirá, assim, numa arquitectura inovadora e de alto valor acrescentado através da integração de flexibilidade na rede de distribuição, bem como pela capacidade acrescida na adaptação a novos requisitos funcionais, particularmente relevantes nos contextos dinâmicos de rede do futuro.

“Simultaneamente, o projecto possibilitará a integração de aplicações inovadoras centralizadas e inteligentes, permitindo uma maior flexibilidade e adaptação do sistema de protecção e controlo à medida que evoluem as redes inteligentes e a integração das energias renováveis/ DER (Distributed Energy Resources), até agora mais difíceis de realizar.”

“Desde 2018 que a Efacec tem vindo a desenvolver e a investir em soluções inovadoras de automação para subestações no mercado internacional, potenciando a evolução do conceito tradicional de proteção e controlo para soluções totalmente digitais das subestações, digitalização do station-bus e process-bus, gestão de ativos e cibersegurança”, afirmou Ana Cristina Aleixo, gestora de projecto da Efacec

Com produtos e sistemas presentes em mais de 60 mercados, a Efacec tem sido distinguida pela criação de valor no sector energético, graças a uma aposta contínua em I&D.

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Preço das casas continua a crescer e arrendamento estabiliza ao longo de 2021

Segundo a Casafari, os distritos de Faro, Lisboa e Évora registaram as maiores subidas (entre 8,4 e 9,4%) ao nível dos preços médios de venda de apartamentos

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Ao longo de 2021, os preços médios de venda de apartamentos continuaram a sua trajectória ascendente praticamente em todos os distritos de Portugal, com Faro, Lisboa e Évora a registarem as maiores subidas (entre 8,4 e 9,4%), seguindo-se Aveiro e Madeira, com os mesmos 8,2%.

Os dados da CASAFARI  apontam ainda para crescimentos mais acentuados nos preços de venda de moradias.  Évora e Lisboa lideram o aumento com variações entre os 13.2% e 11.8%, respectivamente, enquanto Guarda regista o maior decréscimo com -1.6%

No entanto, no mercado de arrendamento, a oferta de casas para arrendar levou a uma estabilização dos preços nos principais distritos do país.

A plataforma de tecnologia de dados imobiliários da Europa, Casafari, divulgou esta sexta-feira, dia 7 de Janeiro, o mais completo relatório de análise do mercado imobiliário relativo ao ano de 2021, com destaque para os distritos de Lisboa, Porto, Setúbal e Faro, e uma análise geral da evolução dos preços de venda e arrendamento, por distrito e concelho.

Quanto ao distrito de Lisboa, a venda de imóveis, em geral, os preços médios de apartamentos e moradias continuam o seu caminho ascendente, com Alenquer e Cascais a liderarem esta subida (13,8% e 11,9%, respectivamente). Cascais, Lisboa e Oeiras destacam-se como os concelhos mais caros do distrito de Lisboa, com preços médios de venda de apartamentos na ordem dos 300 e 400 mil euros.

No arrendamento, o ano foi marcado por um aumento generalizado da oferta disponível, decorrente da crise do sector do Turismo devido à pandemia, o que levou a uma estabilização dos preços, já que nenhum dos concelhos de Lisboa registou uma subida do preço médio de arrendamento superior a 2,9%. Lisboa, Cascais e Oeiras são os concelhos onde é mais caro arrendar uma casa, com Lisboa a registar um preço médio de 1070€, Cascais 1204€ e Oeiras 960€.

A norte, todos os concelhos do distrito do Porto registaram um crescimento do preço de venda de apartamentos e moradias no último ano, com a variação mais acentuada do preço médio de venda de apartamentos a verificar-se em Vila do Conde (12%), enquanto Santo Tirso, Felgueiras e Vila Nova de Gaia foram os concelhos com maior aumento do preço de venda de moradias – 15,1%, 13,1% e 12,2%, respectivamente.

Já no mercado de arrendamento, Matosinhos é o concelho que apresenta preços médios mais elevados, na ordem dos 750€.

A sul, no distrito de Faro, todos os concelhos demonstraram um crescimento contínuo dos preços médios de venda tanto de apartamentos, como de moradias, com Vila Real de Santo António e Silves a liderarem com aumentos dos preços médios de venda de apartamentos  entre os 12% e 14%.

Na venda de moradias, o maior aumento observado foi no concelho de Castro Marim, com os preços de venda das moradias a subirem até 16.2% ao longo de 2021, seguindo-se Lagos com 14.9%. O preço médio mais alto de venda de moradias continua a registar-se nos concelhos de Loulé e Lagos, com valores a rondar  os 620 e 670 mil euros.

A nível de arrendamento, os concelhos de Faro mostraram algumas variações, com uma tendência de estabilização ou, até, de diminuição dos preços médios. Loulé foi o único concelho a ter um crescimento residual, de 0,8%, mantendo-se como o concelho mais caro do distrito de Faro, onde arrendar uma casa custa em média 750€, enquanto Albufeira e Tavira registaram uma diminuição do preço médio de arrendamento na ordem dos 3% e Vila Real de Santo António arrecada a maior diminuição com -5,8%.

Já no Distrito de Setúbal, nenhum concelho registou diminuição de preços ao fechar o ano, sendo a Moita o concelho a registar o maior aumento do preço médio de venda de apartamentos (10,9%). Por outro lado, a cidade de Setúbal foi a que registou uma maior quebra de preços entre o 3º e 4º trimestres (1,4%). Grândola regista o preço médio mais caro de um apartamento (praticamente 328 mil euros), e o Barreiro demonstra um maior aumento do preço por m2 entre o 3º e o 4º trimestres (4,7%).

Todos os dados de preços de venda e arrendamento dos distritos podem ser consultados nos quadros anexos do Relatório, que registam os valores por trimestre ao longo de 2021 e com mais detalhes para os vários concelhos dos distritos de Lisboa, Porto, Faro e Setúbal.

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IASFA lança novo concurso para arrendamento de 60 casas de renda económica

A concurso estão 60 habitações, situadas em Almada, Cacém, Coimbra, Elvas, Évora, Lisboa, Mem Martins, Ponta Delgada, Ramada, Seixal e Tomar

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Estão abertas as candidaturas para o arrendamento de casas de renda económica do Instituto de Acção Social das Forças Armadas (IASFA), que se encontram devolutas e a necessitar de obras. A concurso estão 60 habitações, situadas em Almada, Cacém, Coimbra, Elvas, Évora, Lisboa, Mem Martins, Ponta Delgada, Ramada, Seixal e Tomar.

O aviso de abertura, publicado em Diário da República, prevê a atribuição de casas de renda económica que se encontram devolutas ou a precisar de reabilitação. As obras necessárias para a utilização das fracções, com um custo máximo de cinco mil euros, acrescidos de IVA, deverão ser realizadas pelos arrendatários, sendo que o valor pago, até ao montante definido no concurso, será posteriormente descontado nas rendas mensais, no prazo máximo de 60 meses.

O concurso está aberto por 30 dias, até 5 de Fevereiro, e podem concorrer todos os militares e pessoal militarizado dos quadros permanentes das Forças Armadas, nas situações de activo, reserva e reforma.

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Desde a alteração do regime jurídico do arrendamento das casas de renda económica do IASFA, em 2019, foram abertos três concursos para arrendamento de habitações: em 2019, para 55 casas prontas a habitar; em 2020, para 97 casas carecidas de obras e o presente concurso para 60 casas que também necessitam de obras de reabilitação.

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Fundo Ambiental executou perto de 1000 milhões em 2021

O ano passado o Fundo Ambiental aplicou 955,4 milhões de euros em apoios nas diferentes áreas da sua intervenção, o que, em termos absolutos, configura o maior valor de sempre aplicado em matéria de ambiente

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Este valor representa um crescimento de 68% face ao ano anterior e de 703% em relação a 2017, ano em que foi criado o Fundo Ambiental e cuja aplicação em despesa se cifrou nos 135,8 milhões de euros.

Face à receita cobrada, a qual se situou nos 974,3 milhões de euros, a execução foi de 98,1%, o que reflecte a capacidade de resposta do Fundo num ano de ainda particular exigência nos apoios concedidos no âmbito da resposta aos efeitos da pandemia provocada pela Covid-19.

À semelhança dos anos anteriores, a área dos Apoios Tarifários foi a rubrica à qual foi alocada a maior verba do orçamento do Fundo: cerca de 733,1 milhões de euros. Dentro deste apoio destacam-se as transferências para o Sistema Energético Nacional (SEN), no valor global de 407,5 milhões de euros, acima do que é estipulado por lei, na medida em que foi necessário proceder a uma transferência extraordinária de 104 milhões de euros para que a que as tarifas do sector eléctrico não aumentassem em 2022.

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Seguem-se o Apoio à Redução do Tarifário dos Transportes Públicos (PART) com 280,1 milhões de euros, o qual também contou com reforço de verbas, tal como previsto no Orçamento do Estado para 2021, a sustentabilidade dos serviços de águas (28 milhões) e o Programa de Apoio à Densificação e Reforço da Oferta de Transporte Público (PROTransP) com 15 milhões.

Em 2021, o Fundo Ambiental continuou a apoiar a aquisição de veículos de baixas emissões (VBE) – 926 veículos ligeiros e de mercadorias, 4712 bicicletas, motociclos e ciclomotores eléctricos, bicicletas de carga e bicicletas convencionais –, tendo comparticipado cerca de 4,5 milhões de euros.

O Fundo ainda apoiou, com 87,5 milhões, os projectos referentes à expansão da rede e aquisição de material circulante dos Metros de Lisboa e Porto, a aquisição de 10 navios eléctricos da Transtejo e a renovação de frota da CP – Comboios de Portugal.

Foram aplicados 12,8 milhões de euros nos recursos hídricos; 14 milhões na reparação de danos ambientais; 10,8 milhões na conservação da natureza e na biodiversidade; 3,6 milhões em projectos de sensibilização ambiental e 1,4 milhões em projectos de resíduos e economia circular.

Foram igualmente executados 17,1 milhões de euros com verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no qual o Fundo tem o papel de organismo intermediário. A maior parte desta verba diz respeito aos pagamentos das candidaturas aceites no programa Edifícios Mais Sustentáveis, o qual financia medidas que promovam a eficiência energética e hídrica nas habitações.

O Fundo Ambiental tem por finalidade apoiar políticas para a prossecução dos objectivos de desenvolvimento sustentável. Deste modo contribui para o respeito pelos compromissos nacionais e internacionais, designadamente os relativos às alterações climáticas, aos recursos hídricos, aos resíduos e à conservação da natureza e da biodiversidade.

Transição justa

Além disso, foi iniciado o pagamento aos 25 trabalhadores da empresa que prestava serviços na central termoelétrica do Pego, os quais receberam a primeira tranche da Compensação para uma transição justa.

Esta compensação, atribuída pelo Fundo Ambiental, tem como objectivo garantir a manutenção do rendimento dos trabalhadores afectados, directa e indirectamente, pelo fim da produção de electricidade a partir de carvão na Central Termoeléctrica do Pego, durante uma fase transitória e até que estes encontrem emprego, vigorando até 31 de Dezembro de 2022.

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Openbook assina renovação do escritório da SPS Advogados

O projecto de interiores foi “redesenhado a pensar nas pessoas, na sua comodidade e bem-estar, privilegiando o trabalho de equipa, a socialização corporativa e o sentido de grupo e comunidade”

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O atelier de arquitectura Openbook assinou o projecto de renovação do escritório de advogados SPS. Localizado em Lisboa, a empresa transformou o espaço num novo paradigma “redesenhado a pensar nas pessoas, na sua comodidade e bem-estar, privilegiando o trabalho de equipa, a socialização corporativa e o sentido de grupo e comunidade”.

“Este projecto de arquitectura de interiores teve por base a reabilitação do local de trabalho pré-existente, num novo desenho que reflecte o modelo de trabalho híbrido adoptado. Um escritório que se assume como um ponto de encontro para u novo normal, de forma despretensiosa e informal, mas ao mesmo tempo moderna e inovadora. Um local de trabalho com foco na colaboração e bem-estar dos colaboradores, que vai ao encontro das tendências dos escritórios pós-pandemia”, refere a Openbook.

Com uma vista de 360º sobre Lisboa, foi salvaguardado e aproveitado ao máximo a luz natural através de uma planta sem barreiras físicas opacas. “Todos os gabinetes têm divisórias de vidro com cortinados, conferindo privacidade sem criar barreiras à luz natural”.

O desenho privilegiou as áreas comuns e colaborativas, como é disso exemplo a fusão da recepção com o hub, detalha a Openbook: “O cuidado com o conforto visual e acústico foi tido em conta, em especial nas zonas de trabalho, com a presença de painéis acústicos e o uso de plantas e vegetação como elemento arquitectónico.

A portugalidade está, também, presente na escolha de materiais como a pedra, a cortiça e o burel, com a sustentabilidade a assumir também protagonismo“.

Este novo conceito tem ainda presente uma redução da área de escritório, face a uma nova política de trabalho que permitirá o regresso ao trabalho presencial, mantendo contudo, parcialmente, o teletrabalho. Assim, o paperfree, a cleandesk e o freesitting marcam o novo modelo de trabalho da SPS.

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Preço da venda de casas cresce e arrendamento estabiliza ao longo de 2021

Lisboa, Porto, Setúbal e Faro registaram ao longo do ano um aumento dos preços de venda entre 5% e 10%, enquanto arrendamento estabilizou ou desceu em algumas localidades, revela o último relatório apresentado pela plataforma CASAFARI

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Ao longo de 2021, apesar da situação de pandemia, os preços médios de venda de apartamentos continuaram a trajectória ascendente praticamente em todos os distritos de Portugal, com Faro, Lisboa e Évora a registarem as maiores subidas (entre 8,4 e 9,4%), seguindo-se Aveiro e Madeira, com os mesmos 8,2%. Os números foram apresentados pela plataforma CASAFARI, no seu mais recente relatório de análise do mercado imobiliário relativo ao ano de 2021,
Os dados da CASAFARI apontam para o crescimento mais acentuados nos preços de venda de moradias. Évora e Lisboa lideram o aumento com variações entre os 13.2% e 11.8%, respectivamente, enquanto Guarda regista o maior decréscimo com -1.6%

No entanto, no mercado de arrendamento, a oferta de casas para arrendar levou a uma estabilização dos preços nos principais distritos do país. Os dados de 2021 revelam o impacto da pandemia no preço de venda de apartamentos, moradias e arrendamento ao longo de todo o ano. Aqui seguem as principais conclusões:

Distrito de Lisboa:
No que diz respeito à venda de imóveis, em geral, os preços médios de venda de apartamentos e moradias continuam o seu caminho ascendente, com Alenquer e Cascais a liderarem esta subida (13,8% e 11,9%, respectivamente). Cascais, Lisboa e Oeiras destacam-se como os concelhos mais caros do distrito de Lisboa, com preços médios de venda de apartamentos na ordem dos 300 e 400 mil euros.
No arrendamento, o ano foi marcado por um aumento generalizado da oferta disponível, decorrente da crise do sector do Turismo devido à pandemia, o que levou a uma estabilização dos preços, já que nenhum dos concelhos de Lisboa registou uma subida do preço médio de arrendamento superior a 2,9%. Lisboa, Cascais e Oeiras são os concelhos onde é mais caro arrendar uma casa, com Lisboa a registar um preço médio de 1070€, Cascais 1204€ e Oeiras 960€.

Distrito do Porto:
A norte, todos os concelhos do distrito do Porto registaram um crescimento do preço de venda de apartamentos e moradias no último ano, com a variação mais acentuada do preço médio de venda de apartamentos a verificar-se em Vila do Conde (12%), enquanto Santo Tirso, Felgueiras e Vila Nova de Gaia foram os concelhos com maior aumento do preço de venda de moradias – 15,1%, 13,1% e 12,2%, respectivamente.
Já no mercado de arrendamento, Matosinhos é o concelho que apresenta preços médios mais elevados, na ordem dos 750€.

Distrito de Faro:
A sul, no distrito de Faro, todos os concelhos demonstraram um crescimento contínuo dos preços médios de venda tanto de apartamentos, como de moradias, com Vila Real de Santo António e Silves a liderarem com aumentos dos preços médios de venda de apartamentos entre os 12% e 14%.
Na venda de moradias, o maior aumento observado foi no concelho de Castro Marim, com os preços de venda das moradias a subirem até 16.2% ao longo de 2021, seguindo-se Lagos com 14.9%. O preço médio mais alto de venda de moradias continua a registar-se nos concelhos de Loulé e Lagos, com valores a rondar os 620 e 670 mil euros.
A nível de arrendamento, os concelhos de Faro mostraram algumas variações, com uma tendência de estabilização ou, até, de diminuição dos preços médios. Loulé foi o único concelho a ter um crescimento residual, de 0,8%, mantendo-se como o concelho mais caro do distrito de Faro, onde arrendar uma casa custa em média 750€, enquanto Albufeira e Tavira registaram uma diminuição do preço médio de arrendamento na ordem dos 3% e Vila Real de Santo António arrecada a maior diminuição com -5,8%.

Distrito de Setúbal
Já no Distrito de Setúbal, nenhum concelho registou diminuição de preços ao fechar o ano, sendo a Moita o concelho a registar o maior aumento do preço médio de venda de apartamentos (10,9%). Por outro lado, a cidade de Setúbal foi a que registou uma maior quebra de preços entre o 3º e 4º trimestres (1,4%). Grândola regista o preço médio mais caro de um apartamento (praticamente 328 mil euros), e o Barreiro demonstra um maior aumento do preço por m2 entre o 3º e o 4º trimestre (4,7%).

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Garcia Garcia assegura ampliação da norte-americana Brunswick em Portugal

A construtora é responsável pelo projecto de Design & Build, com intervenção ao nível da arquitectura, engenharia e execução da obra, para a subsidiária portuguesa da multinacional que fabrica barcos desportivos e de recreio das marcas Quicksilver e Bayliner

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A multinacional norte-americana Brunswick, vai expandir a sua unidade fabril em Portugal. O projecto de ampliação da unidade industrial localizada em Vilanova de Cerveira foi entregue à construtora nacional Garcia Garcia. Alinhado com a sua estratégia de crescimento e expansão, este projecto permitirá à subsidiária portuguesa potenciar o aumento da sua capacidade produtiva e logística e tem conclusão prevista para Junho do próximo ano. Actualmente, a Brunswick é líder na concepção, construção e comercialização de produtos de entretenimento, sendo a maior produtora mundial de barcos de lazer e de recreio.

“Este projecto, que reflecte o dinamismo e a competitividade que a Brunswick Portugal tem vindo a revelar, tem como objectivo garantir um eficiente aumento da capacidade instalada orientado para a consolidação da sua liderança no mercado. Neste sentido, é bastante gratificante podermos fazer parte deste plano de expansão da Brunswick, contribuindo com todo o nosso know-how e experiência para que este projecto responda integralmente às suas necessidades”, sublinha Miguel Garcia, administrador da construtora.

O projecto consiste na ampliação das instalações da Brunswick, através da construção de uma nova nave industrial. Os trabalhos incluem a demolição de um edifício existente e a edificação de um novo, contíguo às actuais instalações da empresa. O novo edifício agregará uma área total de 5.200 m2, dos quais 4.000 m2 terão como destino o apoio à produção e 1.200 m2, em piso superior, terão como fim áreas administrativas e sociais.

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A fase conceptual do projecto teve em linha de conta alguns desafios e condicionalismos, nomeadamente o espaço disponível e o facto de a empresa continuar a laborar, o que obrigou a um planeamento sólido e uma coordenação eficaz entre a Garcia e a Brunswick. Desta forma, todas as intervenções foram planeadas e estão a ser executadas de modo a não provocarem constrangimentos à normal actividade da Brunswick, sendo que a realização dos trabalhos em obra foi previamente pensada para garantir a segurança de todos os trabalhadores e a normal laboração da empresa.

Para além da construção da nova nave industrial, a construtora está a realizar alguns trabalhos de melhoria nas naves já existentes, com o objectivo de optimizar os processos produtivos e as instalações da Brunswick.

Este é o segundo projecto que a Garcia desenvolve com a Brunswick, reforçando uma parceria iniciada em 2012, quando a construtora foi responsável pela reconstrução de uma das naves industriais do complexo da subsidiária portuguesa.

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KERAKOLL com unidade produtiva em Portugal

A nova fábrica do grupo que actua no sector da construção sustentável está já a operar. Localizada em Rio Maior, representa um investimento superior a 11M€ e vem reforçar a actuação do grupo na Península Ibérica

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A Kerakoll, empresa que actua no sector da construção sustentável, inaugurou a primeira unidade produtiva em Portugal em Rio Maior, no distrito de Santarém.

A Kerakoll está presente em Portugal desde 2006 através da filial Kerakoll Portugal S.A., dirigida pelo director geral, Mário Couto, com sede na Venda do Pinheiro.

Com um investimento de mais de 11 milhões de euros e o envolvimento de mais de 100 operários especializados, a nova fábrica de Rio Maior foi construída em menos de um ano, apesar do contexto da pandemia.

A fábrica estende-se numa superfície total de 19.000 m2, dos quais 6.600 m2 cobertos, e, uma vez em pleno funcionamento pleno, terá uma capacidade produtiva de cerca de 60.000 ton/ano. A unidade foi realizada respeitando padrões importantes de sustentabilidade e de poupança energética, típicos na pegada industrial da Kerakoll. Foram instalados 900 m2 de sistemas para isolamento térmico pelo exterior Kerakoll e 443 painéis fotovoltaicos que garantem a produção anual de 55% da energia eléctrica e de 70% da água quente necessária.

A nova fábrica portuguesa integra a estratégia de expansão internacional do grupo iniciada em 2020. Até 2025 o grupo prevê investir até 175 milhões de euros na sua presença em várias geografias. O investimento em Portugal vem reforçar a presença na península ibérica onde a Kerakoll está presente com duas unidades, ambas localizadas em Espanha (Almazora e Castellón de la Plana).

O investimento em Portugal é justificado pelo facto deste ser “um mercado particularmente interessante pela potencialidade de crescimento económico e pelas dinâmicas em perspectiva especificamente no sector da construção, graças também aos resultados obtidos na luta contra a covid-19 com uma elevada percentagem de população vacinada”, referiu Andrea Remotti, Administrador Delegado do Kerakoll Group.

A fábrica situa-se próxima da costa atlântica, numa posição estratégica para o aprovisionamento de matérias-primas como areias, carbonato de cálcio e cimentos, permitindo reduzir o tráfego rodoviário, em linha com a vocação sustentável da empresa.

A fábrica de Rio Maior é caracterizada por uma elevada automação e por uma grande flexibilidade produtiva que permite realizar numerosas mudanças de produção, em particular para a realização de adesivos como o H40 Gel, lançado pela primeira vez no mercado português, Bioflex e Super-K. Para além disso, a localização é estratégica também do ponto de vista distributivo, permitindo um melhor fornecimento para todo o território nacional e para chegar a todos os diversos parceiros.

A Kerakoll está directamente presente em 12 países, com 17 unidades produtivas em Itália, Espanha, Polónia, Grécia, França, Reino Unido, Índia, Brasil e Portugal.

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Alentejo recebe projecto turístico de 10 M€

O investimento de 10 M€ compreende a criação de um parque zoológico, numa área com 141,9 hectares, e uma unidade hoteleira de cinco estrelas, já em construção. O projecto criará meia centena de postos de trabalho

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O investimento de 10 M€ compreende a criação de um parque zoológico, numa área com 141,9 hectares, e uma unidade hoteleira de cinco estrelas, já em construção. Ambos os projectos ficarão localizados na Herdade da Camacha
Recrear a savana africana nas planícies alentejanas é o que se pretende com o “Africa Safari Park”. O projecto turístico promovido pela Africa Land – Turismo e Natureza Lda, compreende a construção de um parque zoológico e uma unidade hoteleira, num investimento estimado de 10 milhões de euros, subscritos por capitais privados, e ficará localizado na Herdade da Camacha, a sete quilómetros da vila de Almodôvar.

Ambos os projectos, Africa Safari Park e Africa Safari Lodge, estiverem em apreciação na Câmara Municipal de Almodôvar ainda em 2018 tendo obtido, em Outubro desse ano, o estatuto de Reconhecimento de Interesse Publico Municipal requerido pela empresa promotora. Na altura, o valor do investimento, o facto do projecto de arquitectura estar, à data, já em licenciamento, bem como o seu impacto na promoção e desenvolvimento económico e social do concelho do concelho foram argumentos suficientes para convencer o município. A perspectiva é que ambos os projectos venham a criar cerca de 55 postos de trabalho directos, bem como algumas dezenas de empregos indirectos em virtude do fornecimento de bens e serviços, consultorias, trabalho sazonal, estágios, etc. Para além disso, a expectativa é que o “fluxo turístico venha a levar à instalação de novos negócios e empresas, impulsionando outros investimentos e empreendedorismos”, pode ler-se na acta de reunião da assembleia municipal.

O promotor avançou agora com a avaliação do estudo de impacto ambiental do Safari Park, que se encontra em fase de consulta pública. De acordo com os documentos apresentados o projecto do Parque Zoológico (também designado por Safari Park) constitui uma das componentes do empreendimento designado por AFRICA SAFARI PARK – ALMODÔVAR, a ser implantado na Herdade da Camacha, com uma área total de 147,67 há. O Parque Zoológico terá uma área de cerca de 141,9 ha e estará vocacionado para a conservação da vida animal aliada à vertente de investigação/educação.
A componente de hotelaria “considerado como uma actividade complementar, para permitir a estadia de visitantes no local, a instalar em zona vedada e separada da área do Parque Zoológico”, está já licenciada pela CM de Almodôvar desde 27 de Abril de 2020, e está actualmente em fase inicial de construção. Inclui um edifício central e 32 unidades de alojamento (estilo bungalow) com 72 camas e capacidade para 108 hóspedes e ficará implementada numa área com 4,8 ha.

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De acordo com o documento em apreciação pública o ”Parque Zoológico pretende “recriar” o ambiente dos Safari que se realizam em África, contemplando um conjunto de exemplares de animais típicos da savana africana, felinos e herbívoros, que servem como referencial da conservação da vida animal aliada às vertentes de educação e investigação. O Parque foi concebido e dimensionado tendo em conta o bem-estar dos animais, no sentido de lhes serem proporcionadas as melhores condições, tão próximas quanto possível dos seus ecossistemas naturais.
Palancas, girafas, impalas e zebras são alguns dos animais herbíferos (das dez espécies que estarão representadas) que poderão ser vistos. Mas o projecto contempla ainda a introdução de leões, lince Ibérico e chitas, entre outros carnívoros.

Estima-se que o Parque Zoológico venha a empregar 18 funcionários permanentes, estabelecimento hoteleiro poderá vir a empregar até 40 funcionários.

As visitas realizar-se-ão em veículos todo-terreno (deverão existir 3 veículos com capacidade para 9 ou 12 passageiros). “Estima-se uma carga máxima de 200 visitantes por dia, cerca de 5160 visitantes por mês e cerca de 54810 visitantes por ano”, refere o estudo.

Em termos do edificado, o projecto contempla a construção de um edifício de quarentena, um centro interpretativo, que “servirá como local de informação aos visitantes relativamente às características e às actividades desenvolvidas no Parque Zoológico”. O centro ficará localizado no “monte alentejano” existente na propriedade e que será alvo de reabilitação, uma clínica veterinária, para além de edifícios afectos à manutenção do espaço. Para além disso, está ainda prevista a construção de uma charca e de 3 furos para abastecimento de água e respectiva ETA, a execução de valas para a implantação das redes de abastecimento, saneamento, electricidade e gás, a construção de duas ETARs, reservatórios de água para consumo humano, rega e incêndio e acessos, bem como os arranjos paisagísticos dos espaços exteriores e instalação de vedações.

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