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Morgado & Companhia lança equipamento que elimina o Covid-19

A empresa, de materiais e equipamentos eléctricos e electrónicos para a indústria e construção civil, lançou o SanificaAria Beghelli, o mais recente higienizador de ar

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A empresa, de materiais e equipamentos eléctricos e electrónicos para a indústria e construção civil, lançou o SanificaAria Beghelli, o mais recente higienizador de ar

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Setembro é o mês de regresso aos locais de trabalho e às escolas. Um regresso que se faz cauteloso e com preocupações acrescidas. A pensar na necessidade impostas pela pela pandemia a Morgado & Companhia, empresa importadora e distribuidora de materiais e equipamentos eléctricos e electrónicos para a indústria e construção civil, lança no mercado nacional o SanificaAria Beghelli. O mais recente higienizador de ar, destinado a inactivar bactérias e vírus, incluindo a Covid-19, desenvolvido pela italiana Beghelli, que actua na área de iluminação de emergência.

Com uma taxa de sucesso de 99,9%, comprovado por laboratórios independentes, o SanificaAria promove a circulação do ar pelo seu interior e higieniza-o, através da radiação de ultravioletas, UV-C. Apresenta capacidade de tratamento de ar de 30 m³ por hora e consumo de 25W, podendo ser instalado em casas, restaurantes, hotéis, escolas, escritórios, lojas, repartições públicas e hospitais, entre outros.

Projectado para operar na presença de pessoas, o SanificaAria Beghelli apresenta-se como uma solução segura, com eficácia comprovada até 99,9% em vírus (incluindo os coronavírus) e bactérias, ozono free, sem exposição externa a fontes de UV-C, silencioso e eficaz mesmo na presença de ar condicionado. Assegura a higienização contínua de ambientes, através de uma tecnologia que replica e intensifica a acção purificadora natural da radiação solar, minimizando ou eliminando quaisquer substâncias contaminantes.

“A Beghelli criou uma tecnologia que utiliza uma célula de fluxo iluminada internamente por uma fonte de UV-C, através da qual é forçada a circulação do ar que sai higienizado, mantendo o processo sempre eficaz e respeitando o meio ambiente”, explica Filipe Morgado, CEO da Morgado & Companhia. “É um processo totalmente seguro para as pessoas, porque a tecnologia UvOxy® patenteada não gera Ozono nem as radiações UV-C emitidas pela lâmpada passam para o exterior do equipamento”, garante Filipe Morgado. “O aparelho utiliza uma lâmpada UV-C, que, por estar encapsulada no interior do aparelho, não expõe as pessoas a essas mesmas radiações. A par desta protecção, a fonte de luz está calibrada de forma a não gerar ozono”, sublinha ainda o responsável. O ar é aspirado para dentro da câmara fechada que contém a fonte de UV-C, onde o processo de inactivação dos microrganismos ocorre, garantindo um ambiente mais inócuo.

A segurança das pessoas, aliada ao conforto e inovação, tem sido, ao longo dos últimos 43 anos de existência da empresa, a preocupação primária da Morgado & Companhia nas soluções e produtos que comercializa. “Há mais de 35 anos iniciámos uma parceria com a Beghelli, uma empresa focada na segurança das pessoas, que agora apresenta ao mercado uma arma no combate a esta pandemia provocada pela Covid-19 “, assinala o CEO.

Eficácia contra os vírus e bactérias garante certificações

Os produtos Beghelli utilizam fontes de UV-C que irradiam o volume de ar tratado com energia suficiente para decompor até 99,9% dos microrganismos. O SanificaAria foi submetido a testes de certificação em laboratórios independentes, onde foi comprovada a sua eficácia do ponto de vista sanitário, no que concerne à inativação de vírus e bactérias.

Os resultados concluíram que a sua redução, expressa em percentagem, é superior a 99,9%.Os resultados indicam ainda que o SanificaAria decompõe uma ampla gama de bactérias, vírus, coronavírus e outros microrganismos, o que lhe valeu a classificação de acordo com a norma IEC 60335-2-65 para higienizadores de ar. Testes realizados num laboratório credenciado pela UNI CEI EN ISO/IEC 17025:2018.

Reconhecida como um fabricante credível de equipamentos relacionados com a segurança do consumidor, a Beghelli lançou o equipamento no passado mês de Julho, em Itália, onde vendeu só no primeiro mês mais de 5000 unidades, nomeadamente para escolas, empresas e bancos. Para além de Portugal, o SanificaAria está a ser comercializado em países como Alemanha, Polónia, Hungria, República Checa, Espanha, Irlanda e Inglaterra.

Um equipamento para qualquer espaço

O SanificaAria pode ser colocado em qualquer espaço público ou privado, doméstico ou comercial. Restaurantes, hotéis, salas de aula, escritórios, cabeleireiros, consultórios médicos, cozinhas, salas de habitações, repartições públicas e hospitais são alguns dos espaços, onde pode ser instalado, estando disponível no formato “stand alone”, vertical em pavimento ou suspenso na parede ou tecto.

É um produto certificado do ponto de vista eléctrico pela aposição da marcação CE, pode funcionar 24/24 horas, pois apresenta uma elevada eficiência energética consumindo apenas 25W. Pode funcionar em simultâneo com o ar condicionado.

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Simon inaugura o novo espaço “Casa de la Luz”

A “Casa de la Luz” foi concebida com um conceito que vai mais longe. Deve servir para que juntamente com o distribuidor, sejam dadas a conhecer ao detalhe as soluções, integrar a formação contínua na sua zona de oficina

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Com o pretexto para restabelecer a ligação com o sector, os distribuidores profissionais foram convidados a inaugurar a “Casa de la Luz” (Casa da Luz), o novo espaço da Simon concebido precisamente para albergar as pessoas que fazem parte da grande família de profissionais que promovem e criam luz e toda a cultura e conhecimento necessários para melhorar a vida das pessoas.

A empresa de material eléctrico, iluminação e controlo de luz, Simon, demonstra através deste evento, que continua a identificar o distribuidor profissional de material eléctrico como uma peça chave da cadeia de valor, com a importância no sector de ser um catalisador das preocupações do fabricante e das necessidades do instalador.

Para Marta Arcaya, directora de Marketing da Península Ibérica, “a nossa liderança no mercado obriga-nos a fazer a diferença nas ferramentas e ações promocionais. Vivenciamos isto com a recente experiência do Roadshow Simon 270, visitando mais de 50 cidades, percorrendo mais de 17 000 km, e vimo-lo ontem na “Casa de la Luz” (Casa da Luz). Estamos empenhados em trabalhar arduamente para promover e divulgar os nossos produtos de modo que isto se traduza em procura directa nos pontos de venda do sector.

A “Casa de la Luz” (Casa da Luz) foi concebida com um conceito que vai mais longe, para se tornar uma ferramenta de comunicação, encontro, colaboração, formação, exemplificação e, inclusive, de experimentação. Deve servir para que juntamente com o distribuidor, sejam dadas a conhecer ao detalhe as soluções, integrar a formação contínua na sua zona de oficina, gerar inquietude e dar a conhecer o que está a perder o cliente e com que possibilidades poderia melhorar a sua qualidade de vida.

Alberto Rouco, director geral da Península Ibérica, explicou o plano de acção estratégico da Simon para alcançar o seu objectivo como empresa: “Reinventar o espaço para gerar bem-estar às pessoas”.

Este plano de desenvolvimento baseia-se “em factores diferenciadores de design, inovação e tecnologia, na responsabilidade social da Simon como empresa familiar, diversificada e sustentável”, na sua capacidade em adaptar-se às rápidas mudanças tecnológicas e sociais, confiando em ambientes de colaboração para desenvolver novas ideias e na sua estreita colaboração com a distribuição para fazer evoluir o sector. Alberto Rouco destacou, também, que “uma parte importante do compromisso da Simon com a sustentabilidade baseia-se na produção local: fabricamos em Espanha praticamente tudo o que vendemos na Península Ibérica”.

O recém-nomeado Diretor Comercial da Península Ibérica, Felipe Iturri, falou-nos de como continuar a trabalhar conjuntamente com os nossos parceiros no mercado elétrico, para alcançar esses objetivos:

“E o mercado não deixa de nos dar boas razões para continuar a apostar em produtos de tecnologia facilitadora na hora de tornar os espaços digitais, com as nossas séries conectivas, como a Simon 270 iO ou a Simon 100 iO. Com alianças como a que temos com o nosso parceiro tecnológico Protopixel para o controlo completo do pixel e a geração de experiências imersivas com a luz”, ressalva Felipe Iturri, director comercial da Península Ibérica.

Nesta linha, a empresa estabeleceu uma parceria com a Finsa, uma indústria de madeira de ponta, para gerar novos produtos a partir do conhecimento de ambas as empresas.

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Estudo: Portugal é o segundo país mais atractivo para nearshoring na indústria

Segundo o estudo da Savills, “a pandemia, as tensões geopolíticas e a crescente importância da sustentabilidade para os consumidores estão a mudar a forma como a sociedade pensa sobre a globalização e as cadeias de abastecimento”

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Portugal pode vir a afirmar-se como uma das principais alternativas para a deslocalização de indústrias. Segundo o «Impacts», o estudo da Savills que analisa as grandes tendências no imobiliário à escala global, Portugal é o segundo país mais atractivo para instalar indústrias numa lógica de nearshoring, apenas atrás da República Checa e à frente de economias como Áustria, Taiwan, Reino Unido, Japão, Canadá, Finlândia, Polónia ou Suécia.

Segundo o estudo da Savills, “a pandemia, as tensões geopolíticas e a crescente importância da sustentabilidade para os consumidores estão a mudar a forma como a sociedade pensa sobre a globalização e as cadeias de abastecimento que foram previamente organizadas para minimizar custos”.

Os investidores nos mercados financeiros procuram cada vez mais empresas com bons critérios de Sustentabilidade, o que está a pressionar os fabricantes para melhorar seu desempenho ESG e forçá-los a reconsiderar as cadeias de abastecimento. Uma das consequências é aumentar a produção para locais mais próximos dos locais de consumo, o nearshoring, em detrimento do modelo seguido nos últimos anos de produção offshoring, onde os custos de mão de obra são mais baixos mas onde os critérios ESG são ainda muito baixos.

A Covid-19 demonstrou que uma cadeia de abastecimento complexa e dispersa pode ser interrompida, enquanto a invasão russa da Ucrânia pode, nas palavras do FMI, “alterar fundamentalmente a ordem económica e geopolítica” a longo prazo.

A reconexão com as cadeias de abastecimento nacionais e regionais parece agora mais importante do que nunca. Segundo Pedro Figueiras, Associate Director de Industrial e Logística da Savills, “Portugal tem feito um caminho muito relevante nas diferentes vertentes ESG, o que a par com outros parâmetros levam a sermos neste momento uma das melhores alternativas para deslocalizar investimentos na indústria”.

“O segmento de logística já estava a assistir a um forte crescimento de investimento. Também na área da indústria há um interesse cada vez maior, tendência que esperamos que se mantenha, o que serão excelentes notícias para o nosso país”, reforça.

Pressão política e sustentabilidade

A política é outro factor que está a moldar as decisões de localização das empresas, especialmente as que estão afectas ao sector de tecnologia. As políticas comerciais da China têm sido alvo de grandes pressões políticas sendo que, na revisão de Outubro de 2021 da política comercial da China pela OMC, os países membros levantaram mais de 2.500 objecções às práticas comerciais desleais no país, aumentando 16% em relação à revisão de 2018. Os governos estão cada vez mais dispostos a utilizar a política industrial para incentivar a produção nacional.

Por outro lado, os consumidores e as empresas, nas economias desenvolvidas estão mais focados em questões ambientais, sociais e de ESG. A deslocalização prejudicou o ambiente: em grande parte, transferiu a produção para economias com padrões ambientais mais fracos, menor eficiência energética e maior consumo de combustíveis fósseis.

Os fabricantes estão sob pressão para melhorar o seu desempenho no âmbito da ESG, o que os obrigará a reconsiderar cadeias de abastecimento globalizadas. Uma pesquisa da PWC realizada em setembro de 2021 descobriu que cerca de 80% dos investidores consideravam as políticas ESG importantes na tomada de decisão de investimento e 50% estavam dispostos a mudar de empresa caso esta não tomasse medidas suficientes neste sentido.

A alteração para um modelo de nearshoring levaria a uma alteração significativa no que respeita aos mercados mais atraentes. As aproximações favorecem economias estáveis, enquanto que os países de baixa renda com políticas de protecção ambiental e de RH pobres, perdem terreno.

No entanto, uma reorganização das cadeias de abastecimento globais para se reconectarem com o consumidor e aumentar a resiliência terá um custo. Simulações da OCDE sugerem que o PIB global cairia 5% num cenário localizado, onde os mercados estariam menos conectados através de cadeias de abastecimento globais. Uma estratégia de nearshoring aumentará a despesa contínua, devido ao custo mais elevado do trabalho em mercados desenvolvidos e da manutenção do inventário nesses mesmos mercados.

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Cepsa apresenta solução inovadora para a ferrovia

A nova solução integra betumes de elevado desempenho, adaptados para utilização em conjunto com materiais reciclados

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A empresa Cepsa lançou uma solução inovadora de misturas betuminosas para aplicação no sub-balastro, pensado já para a ferrovia do futuro. A apresentação decorreu no 10º Congresso Rodoferroviário Português, que se realizou de 5 a 7 de Julho, no LNEC, em Lisboa.

A nova solução integra betumes de elevado desempenho, adaptados para utilização em conjunto com materiais reciclados, e que são utilizados a temperaturas mais baixas, o que significa poupança a nível energético e menos emissões de CO2.

Com uma fábrica de emulsões em Matosinhos e uma refinaria, muito próxima da fronteira, no Sul do País, esta é uma área de “grande relevância” para a empresa. “É esta aposta a longo prazo nesta área, bem como a constante inovação, que nos permite agora apresentar ligantes de baixa temperatura, que espero nos permitam reforçar a liderança neste mercado, quer através da qualidade dos nossos produtos, quer através do serviço proporcionado aos nossos clientes. A melhor prova do que digo é o número de estradas portuguesas relevantes que têm já produtos Cepsa desta gama, como a A1, A2, A3, A12, A22, A24, A25, A33, ou o Autódromo Internacional do Algarve”, refere Rui Matias, responsável da área de Betumes da Cepsa.

Estes produtos cobrem várias aplicações e pretendem assegurar uma oferta 360º neste mercado. A companhia olha para estes produtos como sendo importantes para a estratégia de crescimento do negócio de asfaltos, que se tem vindo a adequar à também crescente procura deste tipo de produtos, vendo nesta aposta a consubstanciação do seu compromisso para com os futuros formatos de mobilidade urbana.

Até 2030, a Cepsa assume o compromisso de reduzir as suas emissões de CO2 de alcance 1 e 2 em 55%, e entre 15% e 20% as de alcance 3, colocando-se assim entre as empresas mais ambiciosas do sector. O objectivo da companhia é atingir a neutralidade em carbono em 2050 e ir mesmo mais longe (`Net Positive`).

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APEGAC apela à criação de uma “via verde” de apoio a condomínios

A criação desta “via verde” esteve na agenda da reunião que juntou a Associação Portuguesa das Empresas de Gestão e Administração de Condomínios (APEGAC) e a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP)

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A urgência na criação desta “via verde” surge pelo facto de cerca de metade da população portuguesa viver em condomínio e em edifícios que, na maior parte, têm mais de vinte e trinta anos, a necessitar de obras de manutenção e conservação, o que implica obtenção de licenças, incluindo de ocupação da via pública. A isto acresce a questão da publicação de um aviso do Fundo Ambiental para obras de manutenção em condomínios, com recurso ao PRR, que terá prazos curtos para apresentação das candidaturas, além da consulta de processos, pedidos de plantas e outros documentos, situação que está para ocorrer dentro em breve, o que tornaria este atendimento menos burocrático e mais célere.

“Os administradores de condomínio, especialmente os profissionais, são um óptimo parceiro dos municípios, no seu propósito de manter o parque habitacional em boas condições de habitabilidade. Contudo, os prazos de emissão das licenças de obras e ocupação das vias públicas e o respectivo custo, são um obstáculo para a realização das obras, quando estas deveriam ser incentivadas pelos municípios”, sublinha Vítor Amaral, presidente da APEGAC.
Outro dos pontos discutidos foi a importância de uniformizar o valor da taxa das inspecções dos elevadores nos municípios, porque é substancialmente diferente entre cada um deles, indo de €35,00 a mais de €200,00 por elevador, quando o serviço é rigorosamente o mesmo, o que significa que o custo do serviço administrativo também será aproximadamente o mesmo.

Foi, ainda, sugerida uma parceria entre a ANMP e a APEGAC na elaboração de um documento informativo para condóminos, a ser distribuído em todos os municípios, de forma a sensibilizar para as principais regras da vida em condomínio, tendo em conta o grande número de portugueses que vivem nesta situação, sendo que muitos deles desconhecem os seus direitos e obrigações enquanto condóminos.

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Entrevista ao CEO da COBA, Casais, Vanguard e TRAÇO na edição 462 do CONSTRUIR

O CEO da COBA fala, pela primeira vez, sobre a indefinição em torno do novo aeroporto, numa edição onde lhe mostramos também a aposta sustentável da Casais, da entrada da Vanguard na área industrial, do projecto da SPMR em Almada. Mas há muito mais para ler

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“Temos todas as condições de isenção para fazer o melhor trabalho. Ao ministro cabe a última palavra”
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Setúbal aprova projecto para nova unidade hoteleira

Nova unidade hoteleira vai ser edificada na Estrada das Machadas, local onde actualmente existe um imóvel devoluto que vai ser demolido no âmbito do projeto promovido pela empresa com sede no Porto, a Gratitude Meridian. 

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A Câmara Municipal de Setúbal aprovou esta quarta-feira, dia 6 de Julho, em reunião pública, o projecto de arquitetura para a construção de uma unidade hoteleira na Estrada das Machadas. 

A nova unidade hoteleira vai ser edificada nos números 2, 4 e 6 da Estrada das Machadas, local onde actualmente existe um imóvel devoluto que vai ser demolido no âmbito do projeto promovido pela empresa com sede no Porto, a Gratitude Meridian. 

O hotel, com uma área bruta de construção de 3.591,30 metros quadrados (m2), terá uma oferta de 120 quartos distribuídos por seis pisos, uma cave para estacionamento e um piso com valências técnicas. 

“Do ponto de vista urbanístico, a proposta apresentada não suscita reservas, respeitando o previsto no PDM em vigor para o local e demais legislação aplicável, pelo que nada obsta quanto à aprovação do projecto de arquitetura”, sublinha a deliberação camarária, em comunicado. 

Tendo em conta que se trata de um edifício com uma área total de construção superior a 1500 m2, face ao disposto no Regulamento de Edificação e Urbanização do Município de Setúbal o promotor do projecto deve ceder gratuitamente à autarquia cerca de 1800 m2 destinados a equipamentos e  mais 718 m2 para espaços verdes de utilização colectiva.  

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Grupo Casais lança 1ª pedra do B&B Hotel Olhão

A nova unidade de três estrelas do Grupo B&B Hotels, com capacidade para 89 quartos, deverá inaugurar na Primavera de 2023

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A parceria Casais/Sunny lançou hoje a primeira pedra do Hotel B&B Olhão, um projecto com um investimento de cerca de 6 milhões de euros, com a assinatura do arquitecto José Mário Fernandes. Este valor de investimento integra ainda a renovação do Ria Shopping, espaço onde está integrado esta nova unidade hoteleira.

A nova unidade de três estrelas do Grupo B&B Hotels, com capacidade para 89 quartos, deverá inaugurar na Primavera de 2023. A construção está a cargo do Grupo Casais e integra um grupo de seis unidades hoteleiras do Grupo B&B Hotels, que serão construídas pela Casais. A cadeia de hotéis chegou em 2018 ao mercado português e que conta actualmente com 17 unidades hoteleiras já em funcionamento ou em construção e um forte pipeline de unidades em licenciamento que permitirá em 2023 ser, em Portugal, líder de segmento Budget & Economy.

“A aposta no sector do turismo é fundamental quando falamos de um país com características únicas. Este será certamente um dos sectores com maior potencial de crescimento e o Grupo Casais estará certamente a acompanhar esse crescimento”, refere José Mário Fernandes, administrador executivo do Grupo Casais. Para além disso, “projectos como o B&B Hotel Olhão são o exemplo vivo do tipo de relação que o Grupo Casais pretende estabelecer com os seus clientes. Procuramos oferecer, desde a fase de desenvolvimento do projecto, soluções que vão permitir a execução de obra com maior fluidez, cumprindo os objectivos e a visão do cliente. Procuramos em conjunto criar soluções construtivas que oferecem um equilíbrio entre a qualidade e a funcionalidade, com especial enfoque nos temas relacionados com a operação e a manutenção. Numa época de escassez de recursos qualificados esta é a única solução cque garante uma satisfação de todas as partes envolvidas num projecto de construção”, sustenta o responsável.

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ABAI reforça investimento e anuncia nova sede na Torre Oriente

Empresa espanhola anunciou recentemente um volume de negócios de 114,5 milhões de euros no último ano fiscal

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A empresa espanhola ABAI, especialista em outsourcing de processos empresariais, abriu a sua nova sede em Lisboa, na Torre Oriente, junto ao Centro Comercial Colombo. O espaço composto por dois andares e com capacidade para receber um total de 500 profissionais, funcionará como um novo centro de atendimento ao cliente, tendo a Endesa como principal cliente, bem como a Arval – BNP Paribas Group ou a AVAYA.

A ABAI iniciou a sua actividade em Portugal em Abril de 2021 através da aquisição da Leads4sales, empresa portuguesa especializada em marketing digital e geração de leads, como parte do seu Plano Estratégico de Aquisição e com o objectivo de reforçar a sua posição no sector de outsourcing do processo empresarial.

A nova sede destaca-se pela sua robustez e segurança em redes locais e internacionais para apoiar projectos globais em línguas diferentes (inglês, francês, espanhol, entre outras) de clientes nearshore (com fuso horário idêntico) e locais. Além disso, as instalações estão totalmente equipadas para garantir a segurança dos colaboradores.

O novo centro de atendimento ao cliente, que servirá várias áreas geográficas a nível nacional e internacional, é uma plataforma chave para a empresa e uma porta de entrada para clientes importantes.

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CBRE reforça área de apoio à Promoção Imobiliária

Miguel Alvim, arquitecto de formação, está inserido na equipa de Capital Markets desde 2015 e assume agora a função Head of Development Properties

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A CBRE reforçou a área de Development Properties, que passa a ser liderada por Miguel Alvim. Este departamento está inserido na área de Capital Markets transacionando imóveis que se destinam a promoção ou reabilitação imobiliária.

Miguel Alvim é formado em Arquitectura e em Gestão e integra a equipa de Capital Markets da CBRE desde 2015, onde tem participado em algumas das maiores transações em Portugal, nomeadamente Portfolio Vasco da Gama (escritórios e residencial para reabilitação), Portfolio Connect (logística) ou Portfolio Invictus (escritórios e residencial para reabilitação, no Porto. Iniciou o seu percurso no atelier na RRJ Arquitectos, tendo fundado posteriormente a Alvim Arquitectos, o que lhe permite aportar um know-how diferenciador numa primeira fase de qualquer produto imobiliário.

“A formação e a experiência do Miguel Alvim são uma mais-valia para a nossa área de Development Properties do ponto de vista do aconselhamento na tomada de decisão a proprietários e investidores. Poder utilizar estas competências in house permite-nos um elevado grau de diferenciação no serviço que prestamos ao cliente. Aliada a esta valência, o Miguel tem mais de sete anos de contacto intenso com investidores nacionais e internacionais o que lhe permite rapidamente identificar potenciais compradores para os mais diversos produtos”, explica Nuno Nunes, head of Capital Markets da CBRE.

“É com grande orgulho que assumo a liderança da área de Development Properties na CBRE. Esta área não só é a cara da CBRE no início do ciclo imobiliário como é a génese de qualquer negócio neste sector, no qual procuramos realizar o potencial máximo de cada activo. O meu objectivo passa por maximizar resultados para os nossos clientes, sejam eles particulares, family offices ou institucionais, tanto nos processos de venda ou aquisição, mas também, e em simultâneo, promover cidades sustentáveis, eficientes e acessíveis, orientadas para as pessoas”, afirma Miguel Alvim, Head of Development Properties.

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Maio sustenta recuperação do alojamento local: ocupação de 73% em Lisboa e 56% no Porto

O mês de Maio deu continuidade à recuperação do Alojamento Local (AL) observada na Páscoa, atingindo-se uma taxa de ocupação média de 73% em Lisboa e de 56% no Porto

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Lisboa mantém, assim, a ocupação em níveis máximos, os quais tinham sido atingidos quer no mês anterior quer em Maio de 2019. No caso do Porto, a ocupação média de Maio supera a registada em Abril (54%), mas fica ainda abaixo da observada em Maio de 2019 (66%). Os dados são divulgados pela Confidencial Imobiliário no âmbito do SIR-Alojamento Local.

Em termos de RevPAR, Lisboa fixou em Maio um novo máximo para este indicador, que atingiu os €71, mais €2 do que no mês anterior e mais €13 do que em Maio de 2019. No Porto, o RevPAR médio em Maio foi de €47, €3 acima quer do mês anterior quer do mesmo mês de 2019, ambos com um RevPAR de €44.

No que respeita o volume de negócios, em Lisboa registaram-se 54.400 noites de AL vendidas em Maio, num volume de negócios de €5,75 milhões. No Porto, no mês em análise foram vendidas 33.750 noites com um volume de facturação de €3,0 milhões. Em qualquer dos mercados, estes níveis ficam pouco abaixo dos observados em Abril, mas permanecem bastante distantes do padrão de Maio de 2019. Há dois anos, o AL em Lisboa vendia em torno das 115.000 noites, facturando €9,4 milhões, enquanto o Porto vendia 70.000 noites para um volume de negócios de €4,8 milhões.
Em termos de diária média, Lisboa atingiu os 105€ e o Porto os 89€ em Maio. Em ambos os casos trata-se do valor mais elevado da série SIR-Alojamento Local, a qual remonta ao início de 2019, superando em mais de €20 as diárias médias praticadas há dois anos.

No que se refere à oferta, Lisboa contabilizava em Maio um total de 2.400 fogos T0/T1 activos no AL e o Porto outros 1.950 fogos. Nas duas cidades, o volume de fogos activos neste tipo de alojamento decresceu face ao mês anterior. Em Lisboa esse decréscimo é de 250 fogos e no Porto é de 430 fogos. Comparativamente a igual mês de 2019, a compressão da oferta é ainda mais expressiva, com Lisboa a contabilizar menos 2.650 fogos em actividade actualmente e o Porto menos 1.470.

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