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Revigrés apresenta seis novas colecções

A Revigrés apresenta seis novas colecções de revestimentos e pavimentos cerâmicos com que pretende dar resposta às crescentes expectativas dos profissionais do sector e consumidores.

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Calacatta_Bianco

REVIGRÉS APRESENTA NOVAS COLEÇÕES

A Revigrés apresenta seis novas colecções de revestimentos e pavimentos cerâmicos com que pretende dar resposta às crescentes expectativas dos profissionais do sector e consumidores. “Os recentes acontecimentos globais trouxeram mudanças profundas à forma como nos relacionamos em comunidade e vivenciamos os espaços, privilegiando-se, mais do que nunca, o conforto e o bem-estar”, justifica a empresa.

Surgem, assim, as colecções OMNI e OMNISTONE, em grés porcelânico técnico de última geração. Desenhadas para dar resposta aos projectos arquitectónicos mais exigentes, aliando a qualidade técnica ao design. Os padrões gráficos singulares destas colecções – com tonalidades suaves e variações cromáticas naturais – são obtidos através da mistura e deposição controlada de pós, em toda a espessura da peça, o que lhes confere elevada resistência e durabilidade.

A colecção OMNI está disponível em seis cores, cinco formatos e quatro acabamentos. A colecção OMNISTONE, com seis cores, cinco formatos e dois acabamentos, alia excelentes características técnicas a nuances gráficas inspiradas na subtileza da pedra natural.

A Revigrés refere que a OMNI e OMNISTONE são soluções muito completas para revestimento e pavimento que permitem projectar ambientes em espaços interiores e exteriores, residenciais ou públicos, sendo especialmente adequadas para áreas de tráfego intenso.

Já a nova colecção Montana reproduz as texturas e tons originais da madeira com a mesma riqueza de contrastes deste material natural.“Uma textura suave aliada a uma variação gráfica muito rica e tonalidades naturais, recriam com toda a fidelidade os pormenores da madeira, remetendo para sensações de conforto e tranquilidade”.

Apresentando o novo formato 20x90cm, com cinco cores, a colecção Montana destaca-se pelo seu carácter prático e funcional, contribuindo para desenhar ambientes impactantes e, ao mesmo tempo, envolventes, em espaços interiores públicos e residenciais.

Inspiradas no requinte e nobreza da pedra natural, as colecções Calacatta Oro, Calacatta Bianco e Covelano Bianco possuem uma beleza diferenciadora que surpreende nos mais diversos ambientes.

Enquanto as tonalidades douradas da colecção Calacatta Oro criam ambientes sofisticados e harmoniosos, Calacatta Bianco reproduz os veios cinza refinados do mármore natural, enriquecendo a vivência dos espaços. A colecção Covelano Bianco remete para a elegância e personalidade do mármore natural com reflexos subtis que criam ambientes intimistas. Disponíveis nos formatos 30x60cm, 30x90cm e 40x120cm, as coleções Calacatta e Covelano são adequadas para revestimento em interiores, como halls de entrada, salas, quartos de banho e cozinhas.

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Câmara Municipal e Startup Lisboa desafiam jovens a encontrarem soluções para a habitação em Lisboa

O HACKATHOME pretende reunir nos dias 28 e 29 de Maio, no Hub Criativo do Beato, a maratona de ideias tecnológicas, inovadoras e sustentáveis que deem resposta ao desafio de dar nova vida às 48 mil casas vazias da cidade

Numa iniciativa em que convidam jovens universitários a dar resposta ao desafio das mais de 48 mil casas vazias na cidade, a Câmara Municipal de Lisboa e a Startup Lisboa, incubadora de empresas na área da tecnologia, uniram-se para lançar o HACKATHOME.

Nos dias 28 e 29 de Maio decorrerá no Hub Criativo do Beato, a maratona de ideias tecnológicas, inovadoras e sustentáveis que deem resposta ao desafio de dar nova vida às 48 mil casas vazias da cidade, que, actualmente, não estão a servir a sua função habitacional. Neste contexto, é urgente apelar ao conhecimento e dinamismo do ecossistema empreendedor para definir políticas públicas apoiadas na cocriação com os cidadãos.

“A colocação à disposição dos munícipes destas casas é uma missão urgente que precisa de respostas rápidas e à altura da era tecnológica que vivemos. Envolver os jovens neste desafio tem como objectivo fazer com que esta geração participe na tomada de decisão, ao mesmo tempo que beneficiamos da sua capacidade de inovar tecnologicamente”, explicou Filipa Roseta.

A apresentação pública realizou-se com a presença de Filipa Roseta, vereadora da Habitação da Câmara Municipal de Lisboa, Gil Azevedo, o novo director executivo da Startup Lisboa, Frederico Santos, em representação da Microsoft, entidade parceira, entre outros, durante a qual foi traçado o diagnóstico da crise de habitação em Lisboa e explicado o processo de desenho da Carta Municipal de Habitação, a primeira a ser implementada no município e que está a ser desenvolvida em regime de plena cocriação com os cidadãos e prevê-se concluída no final deste ano.

“Com base nos dados disponíveis dos Censos 2021, percebemos que das 320 mil casas identificadas em Lisboa, há um universo de 242 mil de residência habitual, a que acrescem 30 mil de residência secundária. Com esta informação, chegámos à incógnita das 48 mil casas classificadas como vagas. É este potencial que queremos explorar com o Hackathon”, destacou Margarida Maurício, arquitecta do gabinete da vereadora Filipa Roseta.

Sobre o contributo da tecnologia para as políticas de habitação, Marco Rodrigues sublinhou “a ausência generalizada de dados eficientes sobre o tema e a necessidade de promover uma cultura de inteligência urbana, destacando o papel dos jovens universitários na procura de soluções e na sua sensibilização para a temática da habitação”.

Serão selecionadas até 15 equipas com diferentes perfis de tecnologia, gestão, engenharia ou arquitetura, com a missão de pensar soluções digitais sustentáveis que possam ser implementadas na cidade para ajustar a oferta e a procura de habitação.

A última etapa do programa é a apresentação da solução desenvolvida ao júri, composto por elementos da autarquia, da Startup Lisboa, parceiros e convidados. O primeiro prémio tem um valor monetário de 7 mil euros, o segundo de 2 mil euros e o terceiro lugar de mil euros.

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Vortal lança nova plataforma de compras dedicada ao sector da construção

VBuild é o novo mercado eletrónico totalmente dedicado à construção, lançado pela Vortal. O novo market place promete “trazer simplicidade, confiança, rapidez e inteligência às compras e vendas neste sector”

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Lançado pela plataforma de eSourcing e eProcurement, este novo portal vai permitir responder às dificuldades de empresas de todas as dimensões em receber propostas adequadas para os seus projectos ou obras, facilitando o processo de encontrar novos parceiros de negócios.

Numa altura em que o sector da construção enfrenta desafios relacionados com a sustentabilidade, a digitalização, a escassez de mão de obra e a pressão inflacionista, as empresas têm sentido a necessidade de rever e adaptar as suas estratégias para se enquadrarem num sector em constante mudança. O novo VBuild assenta em quatro pilares essenciais que permitem fazer face às dificuldades da realidade actual: uma rede alargada de fornecedores, qualificação dos mesmos, inteligência de mercado para conhecimento profundo da paisagem competitiva e a identificação de projectos em fase inicial, particularmente útil para os vendedores.

“Através da plataforma VBuild, 90% dos contratos são adjudicados a novos fornecedores, permitindo cobrir possíveis carências do mercado através do acesso a propostas mais competitivas e aos vendedores mais indicados para um determinado projeto. Por outro lado, os vendedores aumentam as suas oportunidades de potenciar os seus negócios”, assegura a plataforma.

Por ser totalmente dedicado ao sector, o VBuild permite a construção de uma rede alargada de fornecedores qualificados em diversas categorias. Por ser um processo de compra totalmente digitalizado, resulta ainda em poupanças significativas para as empresas – em média poupam 22% por ano –, redução do risco e gestão de todo o processo de forma eficiente, transparente, inovadora e sustentável.

“O VBuild permite às empresas melhorar o seu desempenho, diminuir os riscos e inovar nos seus processos e organizações. Compradores e fornecedores têm agora à sua disposição uma plataforma inteligente com oportunidades de negócio e de acesso simples e fácil”, afirmou Para Miguel Sobral, CEO da Vortal.

A Vortal integra o grupo Byggfakta, que tem a sua sede na Suécia e uma presença global, com cerca de 47 mil clientes listados, fornecendo informação a mais de um milhão de projectos no mundo. A plataforma Vortal tem uma presença em Portugal, Espanha e América Latina.

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Cluster ferroviário com foco nos investimentos a realizar

Marcado por um contexto de expectativa quanto ao futuro do sector ferroviário em Portugal e na Europa, “PORTUGAL RAILWAY SUMMIT” focou-se nos planos de investimento, nos desafios da sustentabilidade e em discutir as prioridades

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Em Matosinhos terminou hoje, 17 de Maio, o “PORTUGAL RAILWAY SUMMIT”, organizado pela PFP – Plataforma Ferroviária Portuguesa, Cluster da Ferrovia.

Marcado por um contexto de expectativa quanto ao futuro do sector ferroviário em Portugal e na Europa, o evento focou-se nos planos de investimento e nos desafios da sustentabilidade, proporcionando a discussão de prioridades e novas perspectivas de inovação ferroviária.

Este encontro assume particular importância para a discussão de prioridades, novas perspectivas de inovação ferroviária, para o desenvolvimento do sector e toda a sua cadeia de valor, focando os planos de investimento que se avizinham e os desafios ecológicos a enfrentar.

Foi proposto ao Governo […] que fosse antecipada a ligação ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro, e que os comboios de alta velocidade pudessem chegar mais cedo não só a Campanhã, mas depois a uma nova estação no aeroporto”, afirmou Carlos Fernandes. O Vice-Presidente da Infraestruturas de Portugal, IP, foi um dos oradores no Painel sobre Investimentos Nacionais, onde a empresa tem tido papel fundamental nos últimos anos, decorrente do Programa Ferrovia 2020, e que terá também futuramente, na concretização do investimento a realizar através do Programa Nacional de Investimento – PNI2030.

A proposta de antecipação, que o responsável anunciou, relaciona-se com a possível disponibilidade de verbas proveniente do adiamento de investimentos na ligação à estação do Oriente, em Lisboa. “Estavam previstas duas fases, a IP propôs ao Governo a constituição de uma terceira fase”, que corresponde ao troço Carregado – Lisboa, para que este “seja atrasado, provavelmente, para depois de 2040”, disse.

Segundo Carlos Fernandes, os dois ou três minutos de viagem perdidos com a não execução dessa obra até Lisboa permitiram alocar verbas para a ligação ao aeroporto Francisco Sá Carneiro, na Maia, que serve o Porto, o Norte do país e a Galiza.

O projecto de alta velocidade ferroviária está previsto ser finalizado até 2030, com a primeira fase, correspondente ao troço Porto – Soure (Coimbra), com obras entre 2026 e 2028. O aeroporto estava inicialmente previsto na segunda fase, envolvendo a ligação a Vigo, mas é agora pretensão da IP antecipá-la. A estação em Gaia será a primeira estação da Área Metropolitana do Porto.

Ao longo dos dois dias de encontro tiveram lugar seis painéis, tendo o primeiro dia sido dedicado ao tema “Investimentos Nacionais e Internacionais” e às “Inovações e Desafios Tecnológicos”. No dia 17 de Maio a “Intermodalidade” e o “Fórum de Clusters” dominaram os trabalhos.

O PORTUGAL RAILWAY SUMMIT, é o fórum de discussão anual das tendências do sector Ferroviário. Pontos de encontro privilegiados para a criação de oportunidades de negócio e parcerias estratégicas focadas nos tópicos definidos pelo European Rail Research Advisory Council e pela Agenda Estratégica de Investigação e Inovação Ferroviária, “RAIL 2030 – Research and Innovation priorities”: Digitalização, Automação, Nova Mobilidade Soluções, Mobilidade Mais Verde e Sustentável. Ferrovia, a espinha dorsal da Mobilidade 2030.

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Aleluia Cerâmicas lança bibliotecas BIM das suas colecções

A companhia de Esgueira, em Aveiro, coloca no seu website bibliotecas BIM das suas principais colecções, ficheiros digitais com características técnicas associadas a cada referência, texturas, links para documentação relevante, amostras gratuitas que passam assim a estar disponíveis para clientes profissionais e finais

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A Aleluia Cerâmicas acaba de introduzir um conjunto de soluções digitais com vista a “ajudar os seus clientes profissionais na criação dos seus projetos”.

A companhia de Esgueira, em Aveiro, coloca no seu website bibliotecas BIM das suas principais colecções, ficheiros digitais com características técnicas associadas a cada referência, texturas, links para documentação relevante, amostras gratuitas que passam assim a estar disponíveis para clientes profissionais e finais. Segundo os responsáveis da empresa, “no simulador de aplicação de cerâmica para paredes e chão, muitos clientes têm conseguido encontrar a cerâmica perfeita para o seu espaço, conseguindo ter uma melhor perceção dos
detalhes das peças e do aspeto da sua aplicação antes de completar a compra”.

Nos últimos anos, a Aleluia Cerâmicas tem apostado no lançamento de diversas ferramentas digitais com o objetivo de ajudar os seus clientes profissionais na criação dos seus projetos. De momento, a Biblioteca BIM inclui 11 coleções distintas, estando planeado para breve o
alargamento para mais referências.

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OTIS divulga primeiro relatório ESG

O grupo internacional de fabrico, instalação e manutenção de elevadores e escadas rolantes, com presença no mercado português, apresentou o seu primeiro relatório Ambiente, Social e de Governação Corporativa

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A OTIS apresentou mundialmente o seu primeiro relatório Ambiente, Social e de Governação Corporativa (ESG) enquanto empresa independente. O relatório fornece informações actualizadas sobre as suas 13 metas ESG – cada uma delas alinhada com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas – e onde se inclui divulgações de acordo com os padrões da Global Reporting Initiative (GRI) e do Sustainability Accounting Standards Board (SASB) e da Task Force on Climate-Related Financial Disclosures (TCFD).

Para identificar os tópicos ESG mais importantes para a OTIS e os seus stakeholders, a empresa estabeleceu metas mensuráveis e acções estratégicas ao redor das suas quatro áreas de actuação ESG: Saúde & Segurança; Ambiente & Impactos; Pessoas & Comunidades; e Governação & Responsabilização.

Nesse sentido até ao final do ano passado todas as fábricas globais concluíram a certificação ISO 14001. Uma meta que antecipa em quatro anos o objectivo estabelecido. Em 2021, o grupo registou uma redução de 7% nas emissões de Scope 1 e Scope 2 em relação aos parâmetros de 2019. Mas a meta da OTIS é reduzir as suas emissões de Scope 1 e Scope 2, em 50% até 2030. O grupo alcançou a sua meta anual de dar formação a 100% dos profissionais da OTIS no terreno e de empresas subcontratadas. 78% dos colaboradores da OTIS em todo o mundo têm acesso a um Programa de Assistência ao Funcionário. A OTIS espera que este programa possa abranger todos os seus funcionários até ao final de 2022, antecipando em 1 ano antes o seu objectivo original.

Cerca de 36% dos executivos OTIS no conjunto de países onde opera são mulheres e o grupo foi o “primeiro do seu sector a assinar o compromisso de paridade de género Paradigm for Parity” que visa atingir a paridade de género nos seus cargos executivos até 2030.
Além destes marcos ESG de 2021, a OTIS tornou-se ainda signatária do U.N. Global Compact, concluiu a sua primeira divulgação do CDP e lançou o segundo ano do Made to Move Communities.

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dstgroup constrói laboratórios da EDP em Lisboa

“A complexidade técnica e tecnológica agregada à projeção e construção de um laboratório desta natureza para a EDP implica uma coordenação grande entre as empresas do grupo” explica José Teixeira, presidente do dstgroup

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A dst, empresa de construção do dstgroup, construiu o novo edifício de laboratórios da EDP, em Lisboa, para a modernização das infraestruturas de investigação que se destinam aos laboratórios de ambiente, de metais, de materiais isolantes, de redes inteligentes e armazenamento de energia (SmartLab) e de prototipagem (Fablab).

Os novos laboratórios estão dotados de equipamentos pouco comuns e de grande especificidade, cujos sistemas e equipamentos foram concebidos para dotar a LABELEC com níveis ultra fiáveis de investigação, com recurso a tecnologia de ponta, e em segurança.

“A complexidade técnica e tecnológica agregada à projeção e construção de um laboratório desta natureza para a EDP implica uma coordenação grande entre as empresas do grupo” explica José Teixeira, presidente do dstgroup. “Ao longo dos anos investimos em I&D e crescemos em conhecimento e tecnologia, especializando e criando empresas específicas para os aspetos vitais da construção. Assim conseguimos dar respostas integradas com níveis de inovação, coordenação e integração, que garantem ótimos resultados.”, conclui.

Foram implementados sistemas AVAC e de extração de gases, redes elétricas independentes e redundantes, e sistemas de climatização independentes entre laboratórios, com gestão técnica centralizada.

Foi também instalada uma rede com cerca de 11 gases laboratoriais e ar comprimido para garantir todas as necessidades por parte da LABELEC. A rede de distribuição de água tratada foi concebida para funcionar em anel, com produção de dois tipos de água pura, para aplicações industriais, sendo o tipo I completamente adequado a consumo humano. Também foi construída uma Estação de Neutralização de Esgoto Químico, para tratamento de resíduos, que garante o cumprimento de parâmetros exigidos para as águas residuais.

O elevado nível freático levou à necessidade de inovar, para avançar com a execução de três tanques enterrados. Para respeitar as condições técnicas necessárias utilizaram uma prática construtiva recente que promove a impermeabilização do betão através do processo químico de “cristalização”, que utiliza as partículas não hidratadas de cimento e restantes minerais existentes. Para conseguir promover estas caraterísticas foi utilizado um adjuvante, misturado previamente à betonagem.

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CBRE contrata novo responsável para liderar zona Norte

A CBRE anuncia a contratação de Rui Moreira para a posição de head of Porto, para liderar a actividade da consultora afecta ao escritório do Porto e a toda a região Norte

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Rui Moreira tinha já trabalhado na CBRE entre 2012 e 2017, inicialmente como senior asset manager, mais tarde como associate director de capital markets e, no fim, como director – head of shopping centers, cobrindo todas as linhas de serviço desta classe de activos.

“Contamos com a experiência e empenho do Rui para desenvolver ainda mais a presença da CBRE no Porto. Nos últimos anos consolidámos a equipa nas diversas áreas em que operamos e sabemos que uma liderança experiente será um factor decisivo para alcançar os resultado ambiciosos a que nos propusemos na região Norte do país”, indica Francisco Horta e Costa, diretor-geral da CBRE Portugal.

“O imobiliário nacional está a passar por uma fase entusiasmante e o mercado do Porto é um dos motores deste dinamismo. A cidade conquistou uma agenda imobiliária própria e hoje em dia atrai investidores e ocupantes dos quatro cantos do mundo. Os nossos objectivos imediatos passam por consolidar, no Porto, uma equipa multidisciplinar de alta performance, capaz de amplificar a notoriedade da marca CBRE a Norte e apoiar de forma diferenciada os nossos clientes que pretendem entrar ou expandir o seu negócio na cidade invicta”, acrescenta Rui Moreira, o novo responsável pelo escritório do Porto da CBRE Portugal.

Licenciado em Economia pela Universidade do Porto, Rui Moreira, antes de se juntar novamente à CBRE, ocupou o cargo de vice presidente da área de asset management na Jamestown, sendo responsável pelo portefólio Ibérico da empresa. Com mais de 15 anos de experiência no sector imobiliário, dez dos quais em Madrid, foi senior asset manager em diferentes fases da carreira na Unibail Rodamco, Intu e CBRE. Durante este período geriu portefólios de grandes centros comerciais, incluindo quatro dos dez maiores activos de retail do mercado Espanhol, liderando projectos emblemáticos de expansão e reforma desses centros, tais como a Diagonal Mar, em Barcelona e o Intu Xanadú, em Madrid. Entre 2007 e 2011, trabalhou na Sonae Sierra como investment analyst, tendo começado a sua carreira como controller de crédito no Grupo Auto Sueco (Nors).

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Lançado portal para listar imóveis em criptomoeda

A Zome lançou esta segunda-feira, o Cryptohouses, o primeiro portal de uma rede imobiliária a listar imóveis integralmente em criptomoeda

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No novo site, será possível consultar todas as informações sobre imóveis disponíveis para permuta com activos virtuais, os respectivos valores de transacção convertidos nos vários criptoativos, e solicitar visitas. A Zome, em parceria com a sociedade de advogados Antas da Cunha ECIJA, assegurará o acompanhamento próximo em todas as fases do processo, da pesquisa à escritura.

O anúncio foi feito no primeiro dia do evento anual Zome Summit2022, no Tróia Design Hotel, em Tróia. Um encontro que todos os anos reúne os colaboradores da empresa para partilha de resultados, conquistas e objectivos.

“O lançamento deste portal reforça a nossa vontade de estar na vanguarda das tendências do sector, e poder anunciá-lo a todos os colaboradores da Zome em Portugal e Espanha, é também uma forma de mostrar a cada um deles que são a nossa inspiração e motivação para continuarmos a evoluir. Acreditamos que os criptoativos farão parte do futuro e as plataformas digitais abrem um novo mundo de oportunidades para a mediação”, sublinha Patrícia Santos, CEO da Zome.

Este é mais um passo para a mediadora imobiliária portuguesa neste novo segmento do mercado da mediação. Recorde-se que a 4 de Maio, a Zome e a sociedade de advogados Antas da Cunha ECIJA, montaram em conjunto a primeira escritura pública de venda em criptoativos, sem necessidade de conversão para euros antes do acto da escritura. A primeira transferência de um activo digital para um activo físico – uma casa – sem qualquer conversão para euros, na Europa, foi concretizado com um apartamento T3, em Braga.

Todos os negócios que decorrem a partir do novo portal, serão acompanhados por especialistas do departamento de Crypto Negócios, criado pela Zome para assegurar toda a componente processual e legal das transacções, e todos os passos do processo de permuta de uma casa em criptoativos. O compliance legal de origem dos fundos activos de acordo com os requisitos legais em vigor, será assegurado pela sociedade de advogados Antas da Cunha ECIJA.

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Savills e JLL comercializam loja premium em Lisboa

O espaço está inserido num edifício contemporâneo misto (escritórios e residencial), localizado junto à Rotunda de Entrecampos, na zona do Campo Grande, num dos locais emergentes da cidade de Lisboa

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A Savills Portugal e a JLL estão a proceder ao arrendamento em co exclusividade de uma loja em Entrecampos, localizada no coração da capital. Com uma área bruta total de 606m², o espaço divide-se em 2 pisos – R/c e sobreloja, com áreas de 292m² e 314m², respectivamente. Esta loja tem ainda 5 lugares de estacionamento associados o que, nesta zona, se torna um factor bastante diferenciador.

O espaço amplo beneficia de luminosidade natural, pé direito generoso ao nível do R/c, fachada com cerca de 30 metros, rodeada de passeio largo, permitindo uma forte visibilidade viária e pedestre.

Sendo esta área considerada um dos “pulmões verdes” e mais centrais da cidade de Lisboa, com cerca de 11 hectares de espaços verdes, é também um dos locais mais procurados por famílias, pois permite usufruir de uma qualidade de vida superior. A proximidade das muitas escolas e colégios, desde o infantário até ao ensino superior, é também uma das principais razões para a fixação da população neste local. Todos estes factores constituem vantagens competitivas para o espaço a arrendar.

O espaço encontra-se num dos locais emergentes da cidade de Lisboa, uma vez que está prevista uma nova dinâmica económica e social com o Projecto Integrado de Entrecampos abarcando comércio, escritórios e habitação, nos terrenos da antiga Feira Popular, fazendo desta localização o novo ex-libris da cidade.

Para Maria Luísa Branco, agency retail associate da Savills Portugal, esta localização tem uma “forte visibilidade viária e pedestre, associada a um layout amplo, o que faz deste espaço um local ideal para actividades ligadas a serviços, comércio e restauração. Há hoje uma maior preocupação por parte dos operadores em tornar as suas marcas mais atractivas e funcionais. A tecnologia, a experiência e a localização, são factores essenciais para quem pretende criar uma maior conectividade entre a marca e o consumidor. Esta é uma oportunidade única para marcas que querem aproveitar o momento actual para expandir com novos conceitos ou entrar em Portugal”.

Por sua vez, Mariana Rosa, head of leasing markets advisory da JLL, destaca “o potencial da envolvente desta loja, onde actualmente já existe um enorme fluxo diário de pessoas entre residentes e população flutuante, e pessoas que trabalham ou estudam na zona, bem como as que ali trocam de transporte. Além disso, esta é uma zona com um projecto urbano muito promissor, e que vai criar uma nova centralidade habitacional em Lisboa, por isso, além do footfall actual, há uma capacidade de o exponenciar num futuro próximo. Tudo isto, num espaço com excelentes características a nível de dimensão e visibilidade, que certamente vai gerar muito interesse”.

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Mexto vende totalidade dos apartamentos do Maison Eduardo Coelho

Com arquitectura de João Tiago Aguiar, o desafio foi, desde o início, “alcançar a simbiose perfeita entre a história deste edifício e a arquitectura moderna”

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O empreendimento Maison Eduardo Coelho, localizado no Príncipe Real, em Lisboa, tem já a totalidade dos seus apartamentos vendidos. Segundo a Mexto Property Investment, promotora imobiliária focada no segmento da reabilitação residencial de luxo, “a venda a 100% do edifício foi realizada pelo valor solicitado e em apenas 6 meses após a colocação do empreendimento no mercado”.

Segundo Tomas Suter, senior advisor & partner da Mexto, “a venda da Maison Eduardo Coelho correu da melhor forma possível, num projecto de reabilitação bastante desafiante. Todos os materiais foram criteriosamente seleccionados para atender aos mais altos padrões de elegância e funcionalidade, respeitando sempre a história deste edifício, localizado numa zona nobre da cidade de Lisboa. Este projecto reflecte a visão da Mexto no segmento de habitação de luxo, com apartamentos de dimensões grandes, com acabamentos de elevada qualidade e sempre com atenção aos detalhes. Factores que colocam a Maison Eduardo Coelho ao nível de padrões internacionais.”

Constituído por sete apartamentos, a Maison Eduardo Coelho resulta da reabilitação de um edifício histórico do início do século XIX e da recuperação da fachada que revela toda a sua beleza original, de forma a preservar a sua memória.

Com arquitectura de João Tiago Aguiar arquitectos, o desafio na Maison Eduardo Coelho foi, desde o início, alcançar a simbiose perfeita entre a história deste edifício e a arquitectura moderna, seguindo os padrões de qualidade que caracterizam os projectos Mexto.

Disponíveis nas tipologias T1+1, T2, T3 e T3 duplex, com áreas entre os 84m2 a 343m2, todos os apartamentos dispõem de lugar de estacionamento privativo e arrecadação bem como acesso a varandas privadas. Ao nível do solo, o duplex inclui um terraço deslumbrante com jardim e piscina privativos.

Com um número de apartamentos muito restrito e uma excelente localização, a Maison Eduardo Coelho apresenta excelentes condições de privacidade e segurança. O empreendimento reserva, ainda, um apartamento muito especial com uso exclusivo de um amplo jardim e uma piscina.

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