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Hospital Central do Alentejo vai ser adjudicado até final de Novembro

O concurso público de construção foi ganho pelo grupo espanhol Acciona em Abril deste ano

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A construção do novo Hospital Central do Alentejo, em Évora, vai ser  adjudicada até ao final do mês de Novembro, assegurou o Governo, aquando da audição conjunta da Comissão da Saúde e da Comissão de Orçamento e Finanças, na Assembleia da República, notícia o jornal SemMais.

“Está tudo preparado para que o novo Hospital Central do Alentejo possa ser finalmente adjudicado. Será adjudicado durante o mês de Novembro”, disse Diogo Serras Lopes, secretário de Estado da Saúde,  a propósito do projecto cujo concurso público de construção foi ganho pelo grupo espanhol Acciona já em Abril deste ano.

O novo Hospital Central do Alentejo, que vai ficar na periferia da cidade de Évora, envolve um investimento total superior a 180 milhões de euros, dos quais 40 milhões de euros são apoios comunitários, mais 23% de IVA, prevendo-se que esteja concluído em 2023.

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IASFA lança novo concurso para arrendamento de 60 casas de renda económica

A concurso estão 60 habitações, situadas em Almada, Cacém, Coimbra, Elvas, Évora, Lisboa, Mem Martins, Ponta Delgada, Ramada, Seixal e Tomar

Estão abertas as candidaturas para o arrendamento de casas de renda económica do Instituto de Acção Social das Forças Armadas (IASFA), que se encontram devolutas e a necessitar de obras. A concurso estão 60 habitações, situadas em Almada, Cacém, Coimbra, Elvas, Évora, Lisboa, Mem Martins, Ponta Delgada, Ramada, Seixal e Tomar.

O aviso de abertura, publicado em Diário da República, prevê a atribuição de casas de renda económica que se encontram devolutas ou a precisar de reabilitação. As obras necessárias para a utilização das fracções, com um custo máximo de cinco mil euros, acrescidos de IVA, deverão ser realizadas pelos arrendatários, sendo que o valor pago, até ao montante definido no concurso, será posteriormente descontado nas rendas mensais, no prazo máximo de 60 meses.

O concurso está aberto por 30 dias, até 5 de Fevereiro, e podem concorrer todos os militares e pessoal militarizado dos quadros permanentes das Forças Armadas, nas situações de activo, reserva e reforma.

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Desde a alteração do regime jurídico do arrendamento das casas de renda económica do IASFA, em 2019, foram abertos três concursos para arrendamento de habitações: em 2019, para 55 casas prontas a habitar; em 2020, para 97 casas carecidas de obras e o presente concurso para 60 casas que também necessitam de obras de reabilitação.

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Fundo Ambiental executou perto de 1000 milhões em 2021

O ano passado o Fundo Ambiental aplicou 955,4 milhões de euros em apoios nas diferentes áreas da sua intervenção, o que, em termos absolutos, configura o maior valor de sempre aplicado em matéria de ambiente

Este valor representa um crescimento de 68% face ao ano anterior e de 703% em relação a 2017, ano em que foi criado o Fundo Ambiental e cuja aplicação em despesa se cifrou nos 135,8 milhões de euros.

Face à receita cobrada, a qual se situou nos 974,3 milhões de euros, a execução foi de 98,1%, o que reflecte a capacidade de resposta do Fundo num ano de ainda particular exigência nos apoios concedidos no âmbito da resposta aos efeitos da pandemia provocada pela Covid-19.

À semelhança dos anos anteriores, a área dos Apoios Tarifários foi a rubrica à qual foi alocada a maior verba do orçamento do Fundo: cerca de 733,1 milhões de euros. Dentro deste apoio destacam-se as transferências para o Sistema Energético Nacional (SEN), no valor global de 407,5 milhões de euros, acima do que é estipulado por lei, na medida em que foi necessário proceder a uma transferência extraordinária de 104 milhões de euros para que a que as tarifas do sector eléctrico não aumentassem em 2022.

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Seguem-se o Apoio à Redução do Tarifário dos Transportes Públicos (PART) com 280,1 milhões de euros, o qual também contou com reforço de verbas, tal como previsto no Orçamento do Estado para 2021, a sustentabilidade dos serviços de águas (28 milhões) e o Programa de Apoio à Densificação e Reforço da Oferta de Transporte Público (PROTransP) com 15 milhões.

Em 2021, o Fundo Ambiental continuou a apoiar a aquisição de veículos de baixas emissões (VBE) – 926 veículos ligeiros e de mercadorias, 4712 bicicletas, motociclos e ciclomotores eléctricos, bicicletas de carga e bicicletas convencionais –, tendo comparticipado cerca de 4,5 milhões de euros.

O Fundo ainda apoiou, com 87,5 milhões, os projectos referentes à expansão da rede e aquisição de material circulante dos Metros de Lisboa e Porto, a aquisição de 10 navios eléctricos da Transtejo e a renovação de frota da CP – Comboios de Portugal.

Foram aplicados 12,8 milhões de euros nos recursos hídricos; 14 milhões na reparação de danos ambientais; 10,8 milhões na conservação da natureza e na biodiversidade; 3,6 milhões em projectos de sensibilização ambiental e 1,4 milhões em projectos de resíduos e economia circular.

Foram igualmente executados 17,1 milhões de euros com verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no qual o Fundo tem o papel de organismo intermediário. A maior parte desta verba diz respeito aos pagamentos das candidaturas aceites no programa Edifícios Mais Sustentáveis, o qual financia medidas que promovam a eficiência energética e hídrica nas habitações.

O Fundo Ambiental tem por finalidade apoiar políticas para a prossecução dos objectivos de desenvolvimento sustentável. Deste modo contribui para o respeito pelos compromissos nacionais e internacionais, designadamente os relativos às alterações climáticas, aos recursos hídricos, aos resíduos e à conservação da natureza e da biodiversidade.

Transição justa

Além disso, foi iniciado o pagamento aos 25 trabalhadores da empresa que prestava serviços na central termoelétrica do Pego, os quais receberam a primeira tranche da Compensação para uma transição justa.

Esta compensação, atribuída pelo Fundo Ambiental, tem como objectivo garantir a manutenção do rendimento dos trabalhadores afectados, directa e indirectamente, pelo fim da produção de electricidade a partir de carvão na Central Termoeléctrica do Pego, durante uma fase transitória e até que estes encontrem emprego, vigorando até 31 de Dezembro de 2022.

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Garcia Garcia assegura ampliação da norte-americana Brunswick em Portugal

A construtora é responsável pelo projecto de Design & Build, com intervenção ao nível da arquitectura, engenharia e execução da obra, para a subsidiária portuguesa da multinacional que fabrica barcos desportivos e de recreio das marcas Quicksilver e Bayliner

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A multinacional norte-americana Brunswick, vai expandir a sua unidade fabril em Portugal. O projecto de ampliação da unidade industrial localizada em Vilanova de Cerveira foi entregue à construtora nacional Garcia Garcia. Alinhado com a sua estratégia de crescimento e expansão, este projecto permitirá à subsidiária portuguesa potenciar o aumento da sua capacidade produtiva e logística e tem conclusão prevista para Junho do próximo ano. Actualmente, a Brunswick é líder na concepção, construção e comercialização de produtos de entretenimento, sendo a maior produtora mundial de barcos de lazer e de recreio.

“Este projecto, que reflecte o dinamismo e a competitividade que a Brunswick Portugal tem vindo a revelar, tem como objectivo garantir um eficiente aumento da capacidade instalada orientado para a consolidação da sua liderança no mercado. Neste sentido, é bastante gratificante podermos fazer parte deste plano de expansão da Brunswick, contribuindo com todo o nosso know-how e experiência para que este projecto responda integralmente às suas necessidades”, sublinha Miguel Garcia, administrador da construtora.

O projecto consiste na ampliação das instalações da Brunswick, através da construção de uma nova nave industrial. Os trabalhos incluem a demolição de um edifício existente e a edificação de um novo, contíguo às actuais instalações da empresa. O novo edifício agregará uma área total de 5.200 m2, dos quais 4.000 m2 terão como destino o apoio à produção e 1.200 m2, em piso superior, terão como fim áreas administrativas e sociais.

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A fase conceptual do projecto teve em linha de conta alguns desafios e condicionalismos, nomeadamente o espaço disponível e o facto de a empresa continuar a laborar, o que obrigou a um planeamento sólido e uma coordenação eficaz entre a Garcia e a Brunswick. Desta forma, todas as intervenções foram planeadas e estão a ser executadas de modo a não provocarem constrangimentos à normal actividade da Brunswick, sendo que a realização dos trabalhos em obra foi previamente pensada para garantir a segurança de todos os trabalhadores e a normal laboração da empresa.

Para além da construção da nova nave industrial, a construtora está a realizar alguns trabalhos de melhoria nas naves já existentes, com o objectivo de optimizar os processos produtivos e as instalações da Brunswick.

Este é o segundo projecto que a Garcia desenvolve com a Brunswick, reforçando uma parceria iniciada em 2012, quando a construtora foi responsável pela reconstrução de uma das naves industriais do complexo da subsidiária portuguesa.

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Alentejo recebe projecto turístico de 10 M€

O investimento de 10 M€ compreende a criação de um parque zoológico, numa área com 141,9 hectares, e uma unidade hoteleira de cinco estrelas, já em construção. O projecto criará meia centena de postos de trabalho

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O investimento de 10 M€ compreende a criação de um parque zoológico, numa área com 141,9 hectares, e uma unidade hoteleira de cinco estrelas, já em construção. Ambos os projectos ficarão localizados na Herdade da Camacha
Recrear a savana africana nas planícies alentejanas é o que se pretende com o “Africa Safari Park”. O projecto turístico promovido pela Africa Land – Turismo e Natureza Lda, compreende a construção de um parque zoológico e uma unidade hoteleira, num investimento estimado de 10 milhões de euros, subscritos por capitais privados, e ficará localizado na Herdade da Camacha, a sete quilómetros da vila de Almodôvar.

Ambos os projectos, Africa Safari Park e Africa Safari Lodge, estiverem em apreciação na Câmara Municipal de Almodôvar ainda em 2018 tendo obtido, em Outubro desse ano, o estatuto de Reconhecimento de Interesse Publico Municipal requerido pela empresa promotora. Na altura, o valor do investimento, o facto do projecto de arquitectura estar, à data, já em licenciamento, bem como o seu impacto na promoção e desenvolvimento económico e social do concelho do concelho foram argumentos suficientes para convencer o município. A perspectiva é que ambos os projectos venham a criar cerca de 55 postos de trabalho directos, bem como algumas dezenas de empregos indirectos em virtude do fornecimento de bens e serviços, consultorias, trabalho sazonal, estágios, etc. Para além disso, a expectativa é que o “fluxo turístico venha a levar à instalação de novos negócios e empresas, impulsionando outros investimentos e empreendedorismos”, pode ler-se na acta de reunião da assembleia municipal.

O promotor avançou agora com a avaliação do estudo de impacto ambiental do Safari Park, que se encontra em fase de consulta pública. De acordo com os documentos apresentados o projecto do Parque Zoológico (também designado por Safari Park) constitui uma das componentes do empreendimento designado por AFRICA SAFARI PARK – ALMODÔVAR, a ser implantado na Herdade da Camacha, com uma área total de 147,67 há. O Parque Zoológico terá uma área de cerca de 141,9 ha e estará vocacionado para a conservação da vida animal aliada à vertente de investigação/educação.
A componente de hotelaria “considerado como uma actividade complementar, para permitir a estadia de visitantes no local, a instalar em zona vedada e separada da área do Parque Zoológico”, está já licenciada pela CM de Almodôvar desde 27 de Abril de 2020, e está actualmente em fase inicial de construção. Inclui um edifício central e 32 unidades de alojamento (estilo bungalow) com 72 camas e capacidade para 108 hóspedes e ficará implementada numa área com 4,8 ha.

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De acordo com o documento em apreciação pública o ”Parque Zoológico pretende “recriar” o ambiente dos Safari que se realizam em África, contemplando um conjunto de exemplares de animais típicos da savana africana, felinos e herbívoros, que servem como referencial da conservação da vida animal aliada às vertentes de educação e investigação. O Parque foi concebido e dimensionado tendo em conta o bem-estar dos animais, no sentido de lhes serem proporcionadas as melhores condições, tão próximas quanto possível dos seus ecossistemas naturais.
Palancas, girafas, impalas e zebras são alguns dos animais herbíferos (das dez espécies que estarão representadas) que poderão ser vistos. Mas o projecto contempla ainda a introdução de leões, lince Ibérico e chitas, entre outros carnívoros.

Estima-se que o Parque Zoológico venha a empregar 18 funcionários permanentes, estabelecimento hoteleiro poderá vir a empregar até 40 funcionários.

As visitas realizar-se-ão em veículos todo-terreno (deverão existir 3 veículos com capacidade para 9 ou 12 passageiros). “Estima-se uma carga máxima de 200 visitantes por dia, cerca de 5160 visitantes por mês e cerca de 54810 visitantes por ano”, refere o estudo.

Em termos do edificado, o projecto contempla a construção de um edifício de quarentena, um centro interpretativo, que “servirá como local de informação aos visitantes relativamente às características e às actividades desenvolvidas no Parque Zoológico”. O centro ficará localizado no “monte alentejano” existente na propriedade e que será alvo de reabilitação, uma clínica veterinária, para além de edifícios afectos à manutenção do espaço. Para além disso, está ainda prevista a construção de uma charca e de 3 furos para abastecimento de água e respectiva ETA, a execução de valas para a implantação das redes de abastecimento, saneamento, electricidade e gás, a construção de duas ETARs, reservatórios de água para consumo humano, rega e incêndio e acessos, bem como os arranjos paisagísticos dos espaços exteriores e instalação de vedações.

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Lisboa com um orçamento de 1160 M€ para 2022

Neste que é o primeiro orçamento municipal de Lisboa do actual mandato, 2021-2025, que governa sem maioria absoluta, o seu vice-presidente referiu que este é um orçamento que “concilia a herança do passado com a aspiração da mudança

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A proposta de orçamento apresentada hoje por Filipe Anacoreta Correia, vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa tem inscrito uma despesa de 1160 milhões de euros, em linha com aquela que estava prevista para 2021.
Em termos de receitas, o município espera arrecadar 1028 milhões de euros, dos quais 791 milhões de euros são receitas correntes e 234 milhões de euros são despesa de capital e três milhões de euros são outras receitas. No dessegregamento das receitas correntes o vice-presidente que é também vereador das Finanças, destacou o peso dos impostos sobe o património “que são os que apresentam uma fatia maior das receitas de financiamento”, designadamente o Imposto sobre Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT), no valor de 230 milhões de euros e o Imposto Municipal Sobre Imóveis (IMI), no montante de 125 milhões de euros.

Já nas despesas, as correntes estão estimadas em 734,5 milhões de euros e as de capital em 425,5 milhões de euros. Nas despesas correntes de sublinhar “as despesas com pessoal constituem uma componente muito relevante, como não podia deixar de ser, dado o universo dos recursos humanos da cidade de Lisboa”, no valor de 283,2 milhões de euros, seguindo-se a aquisição de bens e serviços, com 179,2 milhões de euros, as transferências correntes (150,6 milhões de euros), os subsídios (100,2 milhões de euros), as outras despesas correntes (19 milhões de euros) e juros e outros encargos (2,3 milhões de euros).

Neste que é o primeiro orçamento municipal de Lisboa do actual mandato, 2021-2025, que governa sem maioria absoluta, o seu vice-presidente referiu que este é um orçamento que “concilia a herança do passado com a aspiração da mudança”. O compromisso com todos os partidos com representação é assumido na aposta nas áreas da Habitação, Transporte, Educação e Saúde, que têm neste investimento uma previsão de investimento superior, face ao ano transacto. Assim, ma Habitação a Câmara de Lisboa espera investir 116 milhões de euros, mais 30,9 milhões de euros que em 2021, o que representa um crescimento de 36%. Filipe Anacoreta Correia afirmou a continuidade de todos os programas nesta vertente e não pôs de lado a hipótese do orçamento para a Habitação ser superior numa perspectiva plurianual, em virtude do PRR, o qual “constitui uma oportunidade para o reforço do investimento nas áreas em que esse investimento é garantido, como seja a Habitação. Já nesta fase final de 2021 foi possível apresentar a candidatura de projectos ao PRR, tendo uma parte, cerca de 32 milhões de euros, sido já aprovado e recebido. Estimamos que no [orçamento] plurianual a Câmara Municipal de Lisboa possa ter capacidade, ao abrigo do PRR, em valores que rondarão os 150 milhões de euros, mas poderemos ir mais além. Em 2022 vamos reforçar os projectos que podem ser enquadrados neste âmbito”, avançou o vice-presidente.

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A dimensão da mobilidade deverá receber 102 milhões de euros, mais 20,7 milhões de euros. Com a aposta do Executivo de Moedas nas medidas inscritas no pacto eleitoral como seja os transportes gratuitos para menores de 23 anos e para os maiores de 65 anos, que sejam residentes. Uma medida que irá custar cerca de 12 milhões de euros.
Outra promessa eleitoral de Carlos Moedas que é cumprida neste orçamento é o desconte de 50% no estacionamento da EMEL para os residentes no município que terá um custo de 2,5 milhões de euros.

Ao nível da Saúde, a CML vai criar um Plano de Saúde para facilitar o acesso à saúde dos maiores de 65 anos mais carenciados. O projecto é realizado em articulação com as juntas de freguesia e deverá abranger até 20 mil pessoas.
Em 2022 o orçamento para creches e equipamentos de educação conhece um crescimento de 70%, face a 2021, com o actual executivo a reservar 42,5 milhões de euros para esta componente.

“Queremos deixar um legado, um marco no desenvolvimento da cidade de Lisboa, valorizar a participação e o envolvimento dos cidadãos”, sublinhou Filipe Anacoreta Correia.

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DGRM lança concurso para centro de controlo do mar

Novo Centro de Controlo do Mar ficará localizado no Campus da Escola Náutica Infante D. Henrique, em Paço D’Arcos, e terá um custo de 1,4 M€

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A Direcção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM) lançou um concurso para a implementação do Centro de Controlo do Mar (CMAR), que ficará localizado nas instalações da DGRM em Paço D’Arcos. O Concurso foi já publicado em Diário da República tendo um preço base de 1,4 Milhões de Euros, acrescidos de IVA. O
Centro conta com financiamento do Programa Operacional MAR2020.

O objectivo é “implementar um novo centro de controlo que melhore e explore as sinergias da instanciação das obrigações de Estado na monitorização e controlo da frota nacional de pesca, e das obrigações de Estado no controlo de tráfego marítimo costeiro e monitorização dos navios da marinha mercante de bandeira portuguesa, maximizando as condições de operação 24 horas por dia e sete dias por semana, num espaço partilhado e com os dois serviços a usufruírem de mais meios e melhores infraestruturas físicas e tecnológicas. Desta forma, para além de serem melhoradas as condições de operação e de supervisão, são optimizados os investimentos e os custos de funcionamento através da partilha de comunicações e de todo o hardware e serviços”, refere nota da DGRM.

Actualmente, o Centro de Controlo e Vigilância das Pescas está localizado em Algés e o Centro de Controlo de Tráfego Marítimo do Continente em Paço D’Arcos, ambos funcionando sob responsabilidade da DGRM.
O CMAR será baseado na evolução do espaço do centro de controlo de Paço De Arcos, juntando os dois centros e permitindo uma melhor resposta às obrigações de Estado de Bandeira e de Estado Costeiro, enquadrado no conceito europeu de Política Marítima Integrada.

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Com o CMAR será também melhorada a cooperação e partilha de dados com o Sistema Integrado de Vigilância, Comando e Controlo (SIVICC) da Guarda Nacional Republicana (GNR), com o Centro de Busca e Salvamento Marítimo (MRCC) da Marinha, com a Força Aérea, entre outras entidades nacionais com competências ou participação nas questões marítimas, bem como no quadro de partilha da informação (CISE) no domínio marítimo da UE.

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Santar recebe Boutique Hotel num investimento de 10 M€

O novo cinco estrelas, Valverde Santar, que nasce da reconversão da antiga casa senhorial do século XVII, abre portas no segundo semestre de 2022

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A antiga Casa das Fidalgas em Santar, no concelho de Nelas e distrito de Viseu, vai dar lugar um boutique hotel de luxo com uma oferta de 21 quartos e suites. O Valverde Santar abre portas no segundo semestre de 2022 depois de um investimento de 10 milhões de euros do grupo liderado por Pedro Mendes Leal, proprietário do Valverde Hotel, em Lisboa, e do Condes de Azevedo Palace, no Porto, avança o site Publituris Hotelaria.

O novo cinco estrelas, que nasce da reconversão da antiga casa senhorial do século XVII, está inserido numa propriedade com quatro hectares de vinha e três hectares de jardim. No total, a área construída é de 3500 metros quadrados e o hotel ocupa, na totalidade, 2100 metros quadrados.

“A decoração ao cargo do José Pedro Vieira tem como objectivo de criar um espaço com carácter, os hóspedes se sentirão como estando numa casa portuguesa com requinte e confortável”, acrescenta fonte responsável pelo projecto.

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O wellness é uma das principais apostas do novo cinco estrelas que criou, em conjunto com as Clínicas Viver, uma proposta de saúde e bem-estar que visa “mudar vidas”, garante o grupo. Os programas serão criados à medida de cada hóspede e da oferta constam tratamentos no spa, consultas de medicina integrativa, consultas de nutrição, refeições à medida, ozonoterapia, hidroterapia do colon, aulas de cozinha, visitas dos jardins de Santar e sessões de desporto com personal trainer. A clínica ocupará uma área de 500 metros quadrados e o spa de 700 metros quadrados.

“O Valverde Santar  tem um conceito baseado na nutrição e no bem-estar, tendo como princípio a análise do estado clínico de cada cliente ( através de análises clínicas ), propondo-se a desenvolver um conjunto de tratamentos específicos. Inclui na sua oferta programas de detox, emagrecimento e rejuvenescimento “desenhado “ para cada pessoa. O Valverde Santar pretende ser inovador em Portugal, acompanhando as técnicas e metodologias já existentes em outras unidades na Europa e no Mundo”, explica a administração à Publituris Hotelaria.

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Sintra abre concurso ReaViva 2022

A Câmara de Sintra lançou o quarto aviso para abertura de candidaturas ao Programa ReaViva 2022, com uma dotação de 300 mil euros e comparticipação até 30 mil euros por candidatura

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A Câmara Municipal de Sintra aprovou o quarto aviso para abertura de candidaturas ao Programa ReaViva 2022, com uma dotação de 300 mil euros e comparticipação até 30 mil euros por candidatura.
O programa ReaViva Sintra tem por objectivo conceder apoio financeiro, a fundo perdido, destinado à execução de obras de reabilitação de prédios urbanos integrados em Áreas de Reabilitação Urbana.

“Com o ReaVIVA estamos a aplicar um modelo de gestão e de intervenção no território. Na nossa visão esta é uma metodologia que promove a valoriza as acções levadas a cabo pelos cidadãos para a regeneração e revitalização das áreas consideradas prioritárias, no que concerne à reabilitação de edificado”, afirma Basílio Horta presidente da Câmara Municipal de Sintra

As candidaturas aprovadas totalizam um investimento de 1 milhão e 253 mil euros, sendo a comparticipação da Câmara Municipal de Sintra de 408 mil euros. “O Programa ReaVIVA já aprovou um total de 38 candidaturas, das quais 20 têm a obra concluída, 12 têm contrato de celebrado e seis estão a aguardar celebração do contrato, traduzindo-se num investimento total de 408 mil euros por parte da autarquia.” sublinha Basílio Horta.

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O programa atribui apoios com carácter de complementaridade ao autofinanciamento e as obras a realizar devem incidir na conservação, alteração, manutenção e restauro, de partes comuns e exteriores de prédios urbanos.
As candidaturas decorrem durante todo o ano de 2022.

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Metropolitano de Lisboa submete à APA estudo de impacto ambiental da Linha Vermelha até Alcântara

O objectivo é que o concurso para as obras de extensão da Linha Vermelha seja lançado este ano e que as mesmas fiquem concluídas entre 2025/2026

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Está concluída a fase de Estudo Prévio do Prolongamento da Linha Vermelha entre a estação São Sebastião e a estação Alcântara. O estudo foi submetido à Agência Portuguesa do Ambiente (APA), para início do respectivo processo de licenciamento ambiental.

O prolongamento da Linha Vermelha entre São Sebastião e Alcântara deverá iniciar-se a partir da zona já construída, localizada após a estação São Sebastião, através de um troço em túnel construído junto ao Palácio da Justiça e terá uma extensão total de cerca de 4 km, incluindo cerca de 380 metros em viaduto. Ao longo do traçado de túnel de via dupla prevê-se a construção de três novas estações subterrâneas (Amoreiras, Campo de Ourique e Infante Santo) e uma estação à superfície (Alcântara).

De acordo com o Metropolitano de Lisboa, no âmbito da realização dos estudos foram consultadas 41 entidades e/ou empresas para obtenção de informação de cadastro de infraestruturas na área de intervenção do projecto e sua envolvente.

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O prolongamento da linha Vermelha está enquadrado no Plano de Recuperação e Resiliência 2021-2026 com um financiamento no montante global de € 304.000.000,00 (trezentos e quatro milhões de euros). A expectativa é que esta extensão da linha Vermelha esteja em concurso no ano de 2022 e que seja uma realidade em 2025/2026.

“Os estudos realizados indicam que a procura diária captada nas quatro estações que integram este prolongamento corresponderá a um acréscimo no primeiro ano após a entrada em exploração de 11 milhões de passageiros (4,7%) em toda a rede. Considerando a análise a 30 anos, os benefícios gerados por este projecto da linha Vermelha ascendem a 1.047 milhões de euros. A nova configuração da linha Vermelha vai conseguir retirar da circulação diária de Lisboa 3,7 mil viaturas individuais, o que significa menos 6,2 mil toneladas de CO2 no primeiro ano de operação”, avança o Metropolitano de Lisboa

O Plano de Expansão “tem como objectivo contribuir para a melhoria da mobilidade na cidade de Lisboa, fomentando a acessibilidade e a conectividade em transporte público, promovendo a redução dos tempos de deslocação, a descarbonização e a mobilidade sustentável”.

4 estações e um viaduto

Amoreiras, Campo de Ourique, Infante Santo e Alcântara são as quatro novas estações da Linha Vermelha que vão entrar em concurso.
A estação Amoreiras terá a sua localização ao longo da Rua Conselheiro Fernando Sousa, próximo do cruzamento desta com a Av. Engenheiro Duarte Pacheco. Prevê-se a sua construção a céu aberto, por método C&C (cut and cover) e terá uma profundidade de 18,5 metros.

Já a estação Campo de Ourique ficará localiza sob o Jardim Teófilo Braga/Jardim da Parada, no bairro de Campo de Ourique. “Esta estação representa um grande desafio do ponto de vista construtivo, considerando a malha urbana apertada, com arruamentos com uma única faixa de circulação por via e com falta de alternativas de estacionamento”, refere a empresa. A estação terá uma profundidade de 31 metros e três pontos de acesso.

A estação Infante Santo ficará localizada entre a Av. Infante Santo e a Calçada das Necessidades, em terreno municipal não edificado e desimpedido de qualquer construção. Prevê-se a escavação do túnel pela aplicação do método NATM e recurso a um poço de ataque vertical alinhado no seu eixo. A estação terá uma profundidade de 29,5 metros e dois acessos.

A estação Alcântara ficará localizada do lado poente da Praça General Domingos de Oliveira, na Via de Acesso à Ponte 25 de Abril. Terá como limites a Rua da Quinta do Jacinto a Norte, a Calçada da Tapada e a Rua de Alcântara a Sul e a Praça General Domingos de Oliveira a Nascente. A implantação da estação encontra-se não só fixada pelos limites construídos acima referidos, bem como pelas reservas futuras, nomeadamente, o túnel ferroviário do IP (integração da Linha de Cascais na Linha de Cintura), a nova rotunda de Alcântara (prevista no Plano de Urbanização de Alcântara) e todas as condicionantes técnicas dos traçados viários e ferroviários.

O novo Viaduto atravessará o vale de Alcântara, entre o Baluarte do Livramento e a estação Alcântara, e será implantado de modo a não contrariar as condições existentes nem a versatilidade de evoluções futuras desse local. Estão ainda previstos os trabalhos de limpeza, protecção e requalificação da muralha exterior e do interior do Baluarte do Livramento.

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Município de Vila Franca investe 10M€ em habitação pública

O chefe do Executivo Municipal sublinha “que a habitação pública pode contribuir para avançar com o empoderamento das classes médias e sobretudo dos jovens e queremos apresentar soluções de renda acessível para um público mais vasto

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O Município de Vila Franca de Xira e o Instituto da Habitação e a Reabilitação Urbana (IHRU) assinaram um acordo de colaboração, para a implementação do “1.º Direito” – Programa de apoio ao Acesso à Habitação, nos Paços do Município, em Vila Franca de Xira, protocolo que foi homologado pela Secretária de Estado da Habitação, Marina Gonçalves e o Secretário de Estado da Descentralização e da Administração Local, Jorge Botelho.

A cerimónia, presidida pelo Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, apresentou um programa que prevê, nos próximos quatro anos, a construção de fogos municipais e a reabilitação de fracções municipais devolutas, dispersas pelo Concelho, visando a promoção do arrendamento acessível.

Na ocasião, o presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Fernando Paulo Ferreira adiantou que “o Município de Vila Franca de Xira investirá cerca de 10 milhões de euros no seu programa de construção de habitação publica a custos controlados, para o benefício de 111 famílias, previamente identificadas como não dispondo de habitação digna no nosso Concelho”.

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O chefe do Executivo Municipal sublinhou ainda “que a habitação pública pode contribuir para avançar com o empoderamento das classes médias e sobretudo dos jovens e queremos apresentar soluções de renda acessível para um público mais vasto e que anseia por uma oportunidade de sair de casa dos pais, construir novas famílias ou fixar-se no nosso Concelho”.

O Programa de Apoio ao Acesso à Habitação “1.º Direito” tem como objectivo promover o direito a uma habitação condigna e enquadra-se na Estratégia Local de Habitação de Vila Franca de Xira, instrumento aprovado em Assembleia Municipal em 25 de maio de 2021.

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