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B. PRIME GERE EDIFÍCIO MULBERRY HILL

Este projecto promovido pela Avenue foi totalmente reabilitado e traduz-se num edifício com oito pisos, estacionamento privativo que fica localizado junto ao jardim das Amoreiras.

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Este projecto promovido pela Avenue foi totalmente reabilitado e traduz-se num edifício com oito pisos, estacionamento privativo que fica localizado junto ao jardim das Amoreiras.

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A B. Prime assumiu a gestão do Mulberry Hill, um edifício com uma área bruta privativa de 2.600m2. Para além da gestão dos espaços comuns, a equipa de Building Consultancy & Management da B. Prime vai igualmente implementar o serviço B. Exclusive, que pretende posicionar-se como um facilitador do dia-a-dia dos ocupantes do edifício.

Este projeto promovido pela Avenue foi totalmente reabilitado e traduz-se num edifício com oito pisos, estacionamento privativo que fica localizado junto ao jardim das Amoreiras.

O departamento de Building Consultancy & Management da B. Prime, responsável pela gestão imobiliária integrada do ativo, incorpora vários serviços, nomeadamente Asset & Property Management, B. Exclusive, Project Management e Technical Due Diligence. Esta equipa esteve ainda envolvida na Due Diligence técnica que se traduziu na maior transação do setor hoteleiro português.

“A B. Prime tem vindo a angariar a gestão de vários edifícios, todos eles por recomendação dos nossos clientes e este é o maior voto de confiança que podemos receber. Neste momento temos alguns clusters geográficos que nos permitem obter uma maior eficiência nos processos e tempos de resposta, o que se traduz numa mais-valia para os edifícios que gerimos. O nosso objetivo agora é o de expandir esta gestão a edifícios comerciais dos mais variados segmentos”, sublinhou Francisco Grilo, responsável pela área de Building Consultancy & Management.

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Aquisições? “Estamos a olhar para o mercado”

“Estamos a olhar para o mercado. Para determinados nichos no mercado em que não temos competências próprias internamente e consideramos que num futuro próximo poderá existir aqui margem de progressão”

Estamos perante a iminência de uma oportunidade perdida? Uma entrada significativa de empresas no mercado nacional com outro tipo de dimensão que possam um espaço que, em situações naturais, poderia ser preenchido por empresas portuguesas?
O facto de estas empreitadas e de estas obras terem, de certa forma, de ser lançadas grandes volumes de obra ao mesmo tempo, porque de outra forma não há hipótese de cumprir os calendários previstos, vai levar grupos internacionais a olharem para o mercado português. E isso não apenas na área do projecto como da construção. Há um outro problema: o sector da consultoria e da engenharia está muito fragmentado. Nós, que somos uma das maiores empresas de projecto de engenharia, mas se nos compararmos com a dimensão das empresas com que temos de ombrear, nomeadamente no mercado externo, estas são 10, 20 ou 100 vezes maiores que a Coba. Se as empresas portuguesas de engenharia se juntassem, iriamos ter uma empresa de média dimensão se comparadas com as grandes internacionais. Isto é um facto. O que poderá acontecer, e já aconteceu com outras empresas, é que o futuro pode trazer-nos alguma apetência dos grandes grupos internacionais para virem às compras. É uma forma fácil e rápida de entrar no mercado. Quanto mais concentração houver, mais prejudicado fica o mercado. Nós temos essa noção, mas são as leis do mercado.

Têm em cima da mesa a hipótese de ganharem dimensão pela aquisição de empresas em Portugal?
Estamos a olhar para o mercado. Para determinados nichos no mercado em que não temos competências próprias internamente e consideramos que num futuro próximo poderá existir aqui margem de progressão. Existem áreas de negócio que nós consideramos, internamente, como novas áreas de actividade, em que temos duas formas de crescer: ou adquirimos empresas com essas competências ou por via de um crescimento orgânico, que seria mais lento. Ambas são hipóteses em cima da mesa. Quando surgir a oportunidade e sempre que identificamos alguma empresa que possa vir a interessar, olharemos para esses casos.

Em que áreas isso poderá acontecer?
Diria que nas áreas ligadas à energia e à transição energética. São áreas com grande potencial. A necessidade que existe nos próximos anos a nível mundial no reforço de toda a área do sector eléctrico é gigantesco. A necessidade de armazenamento de energia, a necessidade de todos os processos e do tipo de processos associados à parte industrial, do hidrogénio, também são fundamentais. A parte dos combustíveis sintéticos…há um novo Mundo que se abriu com esta necessidade de dar resposta à transição energética e que são áreas que são completamente novas para as quais as empresas, nomeadamente a Coba, não tem experiência.

Sobre o autorRicardo Batista

Ricardo Batista

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“Temos todas as condições de isenção para fazer o melhor trabalho. Ao ministro cabe a última palavra”

“Associámo-nos à Ineco como nos podíamos ter associado a uma empresa francesa. Caso o tivéssemos feito, o que diriam? Que estaríamos, eventualmente, privilegiar uma empresa como a ANA que é detida por uma empresa francesa? “

Ao CONSTRUIR, Fernando Prioste considera que qualquer que seja a decisão do Governo a propósito do Novo Aeroporto, a COBA está disponível para fazer parte da solução.

O CEO da COBA, a quem foi entregue, pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes, a realização da Avaliação de Impacte Ambiental do novo aeroporto de Lisboa, previsto para o Montijo, recorda que o processo está em fase de tramitação. “Fomos notificados da adjudicação e estamos a aguardar a assinatura do contrato”, sublinha Fernando Prioste.

Sobre o processo, o ministro Pedro Nuno Santos, que tutela a pasta dos Transportes, manifestou no Parlamento “dúvidas e inquietações” pela escolha da espanhola Ineco, que integra o consórcio com a COBA, para a avaliação ambiental estratégica do Novo Aeroporto de Lisboa. Segundo Fernando Prioste, “a COBA considera que este é um processo político. Não nos cabe a nós opinar sobre a decisão política que está em cima da mesa. Nós escolhemos o parceiro que achámos que teria mais competências para fazer um trabalho de qualidade. Não nos podemos esquecer que o próprio caderno de encargos não permitia a nenhuma empresa portuguesa concorrer sozinha sem parceiros internacionais. Porquê? Porque face às exigências requeridas, nenhuma empresa portuguesa conseguiria cumpri-las. Associámo-nos à Ineco como nos podíamos ter associado a uma empresa francesa. Caso o tivéssemos feito, o que diriam? Que estaríamos, eventualmente, privilegiar uma empresa como a ANA que é detida por uma empresa francesa? Qualquer solução teria sempre prós e contras. Estamos aqui há 60 anos. Temos toda a idoneidade para fazer um trabalho irrepreensível em termos técnicos e nunca estivemos associados a nenhuma força política. Não seria agora que o faríamos. Temos todas as condições de isenção para fazer o melhor trabalho. Ao ministro cabe a última palavra. Como se percebe, este deixou de ser um problema técnico.

Questionado sobre os ‘apartes’ públicos de quem tutela esta pasta, o CEO da COBA deixa claro: “Somos técnicos, não políticos. Não devo comentar as decisões tomadas por este ou outro Governo. Sabemos que tudo isto não é culpa deste ou do anterior Governo, é um processo que se arrasta há mais de 50 anos para decidir a localização do novo aeroporto de Lisboa. Contudo, é claro para toda a gente, e basta ver os noticiários, que esta decisão é mais do que urgente. Nós estamos cá para trabalhar, qualquer que seja a decisão. Se for para avançar com o Estudo de Avaliação Ambiental Estratégica, melhor. Se não for, também estaremos cá para colocar o nosso conhecimento à disposição das entidades públicas para estudar outras hipóteses”.

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Luís Ferreira Alves (1938-2022)

Entre as obras com as quais colaborou, Luís Ferreira Alves tem alguns dos seus trabalhos publicados nas páginas do Yearbook, publicações produzidas e geridas pela equipa do jornal CONSTRUIR

Ficará para a eternidade o seu legado, a sua arte, entregue oportunamente à Casa da Arquitectura, mas a perda de alguém, para mais com a dimensão humana e profissional de Luís Ferreira Alves, deixa um vazio imenso.

Luís Ferreira Alves faleceu no passado sábado, 9 de Julho, aos 84 anos, vítima de doença prolongada. E são inúmeras as organizações e as personalidades que recordam o percurso de um dos mais reconhecidos fotógrafos da arquitetura moderna e contemporânea.

Gonçalo Byrne, presidente da Ordem dos Arquitectos, exprimiu a sua tristeza, mas também a sua admiração pelo legado de Luís Ferreira Alves: “É uma perda importantíssima, de um amigo também, de longa data, um grande fotógrafo de arquitetura, para não dizer o grande fotógrafo da arquitetura da sua geração, que está muito ligado, a partir dos anos 70, à divulgação da arquitetura, em Portugal mas também no estrangeiro, sobretudo no acompanhamento dos arquitetos da escola do Porto, como o Álvaro Siza, o Alexandre Alves Costa, o Fernando Távora, do Pedro Ramalho ou do Eduardo Souto Moura, entre outros, uma figura incontornável no domínio da fotografia de arquitetura, área em que foi pioneiro, tendo trabalhado com alguns dos nomes mais destacados da arquitetura contemporânea”.

Na sua página no Facebook, a Casa da Arquitectura, a quem Luís Ferreira Alves concedeu todo o espólio em Novembro de 2021, recorda “a figura incontornável no domínio da fotografia de arquitetura, área em que foi pioneiro, tendo trabalhado com alguns dos nomes mais destacados da arquitetura contemporânea”. Foi-­lhe atribuído a 8 de outubro de 2013, em Lisboa, o título de Membro Honorário da Ordem dos Arquitectos. Em julho de 2015 foi agraciado pela Câmara Municipal do Porto com a Medalha Municipal de Mérito -­ Grau Ouro. Em outubro de 2021 recebeu a Medalha de Mérito Cultural atribuída pelo Ministério da Cultura, numa cerimónia realizada na Casa da Arquitectura.

Quer a FAUP, quer a autarquia do Porto dedicam publicações nas suas páginas oficiais a Luís Ferreira Alves, um fotógrafo que se dedicou à fotografia de arquitetura e património, trabalhando recorrentemente com alguns dos mais importantes arquitetos portugueses.

“Assumiu um importante papel de divulgador da arquitetura portuguesa, contribuindo para a sua visibilidade nacional e internacional”, refere a FAUP, acrescentando que o fotógrafo “manteve uma ligação de proximidade” a esta instituição, “sendo autor de diversos registos da Faculdade desde a sua construção até à recente reabilitação dos edifícios, em 2016”. Já a Câmara do Porto recorda que Luís Ferreira Alves trabalhou “recorrentemente com nomes como [os arquitetos] Fernando Távora, Eduardo Souto de Moura ou Álvaro Siza Vieira”. Segundo a autarquia, Luís Ferreira Alves foi o primeiro fotógrafo a ser distinguido como Membro Honorário da Ordem dos Arquitetos.

Luís Ferreira Alves nasceu em Valadares, concelho de Vila Nova de Gaia, em 1938. Além da atividade como fotógrafo, realizou de vídeos de arquitetura e culturais, tendo dezenas de livros editados e exposições realizadas, algumas delas em co­autoria, dentro e fora do país. Entre as obras com as quais colaborou, Luís Ferreira Alves tem alguns dos seus trabalhos publicados nas páginas do Yearbook, publicações produzidas e geridas pela equipa do jornal CONSTRUIR.

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7º Congresso “Os dias da Madeira” discute o futuro da fileira

Arranca esta semana o 7º Congresso “Os dias da Madeira”. O encontro organizado pela AIMMP irá discutir o crescimento, a modernização e a internacionalização da fileira

“A fileira da madeira e mobiliário reforçou as exportações em 1,6 milhões face a 2019 e tem como objectivo reforçar a presença no Médio Oriente, nos próximos cinco anos”, garante o Presidente da Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal (AIMMP). O crescimento e a expansão da industria estarão em discussão no 7º Congresso “Os Dias da Madeira”, que decorre de 14 e 15 de Julho nos Hotéis do Bom Jesus, em Braga.

Em destaque nesta edição estarão temas tão relevantes como: As perspectivas de Crescimento e Apoios para Portugal: a Indústria 4.0 e seu desenvolvimento; O Marketing ao serviço das novas tendências de mercado; O financiamento às empresas do sector; A gestão do talento e a atractividade do sector; e o Desenvolvimento e Protecção da Floresta e combate à escassez de matéria-prima.

A abertura e boas-vindas será realizada pelo presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio e o encerramento pelo secretário de Estado da Conservação da Natureza, das Florestas e do Ordenamento do Território, João Paulo Catarino. O programa inclui também uma visita técnica para os participantes ao novo projecto de construção off-site do Grupo Casais “BLUFAB”.

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Marrocos: oportunidade negócio energia solar

Marrocos lançou um concurso para a construção, exploração e manutenção de sete centrais fotovoltaicas com uma capacidade combinada de cerca de 260 megawatts (MW)

A Agência Marroquina para a Energia Sustentável (Masen) lançou o concurso para a selecção do(s) construtores(s) EPC para o programa solar Noor Atlas.

O objectivo é a construção, exploração e manutenção de sete centrais fotovoltaicas com uma capacidade combinada de cerca de 260 megawatts (MW). Os projectos serão localizados em Ain Beni Mathar (42 MW), Enjil (42 MW), Boudnib (36 MW), Outat el Haj (36 MW), Bouanane (30 MW), e Tan-Tan e Tata (72MW).

Trata-se de um concurso regido pela lei 38-16, a qual prevê a transferência dos activos renováveis da ONEE – Office Nationale de l’Electricité et de l’Eau Potable para a Masen – Moroccan Agency for Sustainable Energy.
Neste quadro, e na sequência da fase de pré-qualificação organizada pela ONEE, a Masen procederá à selecção do(s) construtor(es) de entre as 8 empresas/consórcios pré-qualificados.

A abertura das propostas está prevista para 30 de Outubro de 2022.

Recorde-se que, actualmente, Marrocos conta com cerca de cinquenta projectos de energias renováveis em funcionamento, com uma capacidade total de 4109 MW.

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Archi Summit 2022: Revitalização do Palácio Ford e todo o quarteirão

Este será um marco na cidade do Porto, na medida em que esta área de mais de 50 mil metros quadrados em pleno coração da cidade esteve abandonado e sem qualquer utilidade

Edifícios sustentáveis e novos arruamentos num processo de urbanização de todo o quarteirão, enquadrada num plano urbanístico e de desenvolvimento da cidade, é a premissa para o concurso de ideias que o Archi Summit 2022 lança este ano, para a revitalização do espaço devoluto onde foi o Palácio Ford e de todo o quarteirão.

A sessão de apresentação irá ocorrer no primeiro dia do evento e será levada a cabo pelo arquitecto João Paulo Rapagão, com a presença da Ordem dos Arquitectos e pelo promotor, a IME, onde serão revelados mais detalhes do concurso.

Este será um marco na cidade do Porto, na medida em que esta área de mais de 50 mil metros quadrados em pleno coração da cidade esteve abandonado e sem qualquer utilidade. Prevê-se um processo de urbanização de todo o quarteirão, com novos arruamentos e organização daquele quarteirão.

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Archi Summit 2022 regressa à origem: Porto

Depois de três edições em Lisboa e do interregno de dois anos provocados pela pandemia, a 6ª edição do Archi Summit regressa com um programa histórico. O premiado estúdio MVRDV, da Holanda, Office, da Bélgica ou o Go Hasegawa, do Japão, juntam-se ao Pritzer Siza Vieira. Há ainda tempo para lançamentos de livros, visitas guiadas, exposições e um concurso de ideias

Um dos maiores eventos internacionais de arquitectura, em Portugal, regressa à cidade que o viu nascer: a Invicta. volta ao Porto nos dias 13, 14 e 15 de Julho e como habitualmente, vai ‘ocupar’ e dar “um novo corpo a um lugar peculiar”.
É no Palácio Ford que se vão receber os “pesos pesados” da arquitectura que sob o tema “Impacto” vão abordar de que forma a partir de situações de crise podem surgir oportunidades ou até estimular a criatividade.

O Palácio Ford encontra-se, actualmente, abandonado e devoluto, mas a pretexto do evento a secção regional do norte da Ordem dos Arquitectos vai lançar um
concurso de ideias para o quarteirão da cidade onde este edifício se encontra inserido e cujo anúncio está agendado para o primeiro do Summit.

Entretanto, o projecto de intervenção no espaço para receber os muitos arquitectos e empresas que irão marcar presença no evento foi elaborado pelos AO-LX, sediados em Lisboa e São Paulo.

Em edições anteriores, o Archi Summit já se instalou no Silo Auto e Matadouro Industrial do Porto e, em Lisboa, no Pavilhão de Portugal, Lx Factory e Carpintarias de São Lázaro.

Visão radical e criativa a pensar cidades futuras
O conceituado e premiado gabinete holandês MVRDV, fundado em 1993 por Winy Maas, Jacob van Rijs and Nathalie de Vries, em Roterdão (Países Baixos) está confirmado, sendo representado por Fokke Moerel. E, não fosse o tema deste ano “Impacto”, habituados a criar e construir espaços impactantes, sustentáveis e felizes, os MVRDV prometem contribuir para a reflexão. Já de Tóquio, a presença do japonês Go Hasegawa (cujo trabalho pôde ser apreciado na exposição “E depois, a história”, em 2018, em Serralves) pela primeira vez no Archi Summit. Antigo partner dos OMA, o italiano curador e arquitecto multidisciplinar Ippolito Pestellini também estará presente, assim como os portugueses OODA, Paulo Moreira, Fala, entre outros.
O programa foi elaborado pelos curadores Mafalda Rangel e Francesco Moncada, do atelier Moncada Rangel.

Lançamento de novo livro de Siza Vieira
Com um portfólio internacionalmente reconhecido, a curiosidade paira no ar, este ano, com o regresso de Siza Vieira, também, e o lançamento do livro “04 Textos – Álvaro Siza” e que conta com colaborações não só do próprio Álvaro Siza Vieira, mas também de Jorge Figueira, António Choupina e Carlos Campos Morais. O lançamento do livro estará, também, integrado no programa de conferências do evento.

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Investimento em imobiliário de rendimento ascende a 700 M€ nos primeiros seis meses do ano

O investimento em imobiliário de rendimento alcançou os 325 milhões de euros no segundo trimestre do ano em Portugal, o que perfaz um total de 700 milhões de euros no primeiro semestre, de acordo com a consultora imobiliária CBRE

Nos primeiros seis meses do ano, a dinâmica nos sectores logístico e de hotelaria registou uma evolução positiva, com um investimento de 230 e 180 milhões de euros respectivamente. Os escritórios mantêm a atractividade e confiança dos investidores, o que se reflectiu nos 190 milhões de euros aplicados no sector.

“Há três meses, as expectativas apontavam para um trimestre com um volume de transacções superior ao que se realizou. No entanto, a complexidade de alguns dos negócios em curso, fez com que o fecho dos mesmos derrapasse para o terceiro trimestre. Só no mês de Julho, a CBRE prevê concluir a venda de três portefólios (de escritórios, logística e residências de estudantes), os quais no seu conjunto representam 500 milhões de euros”, afirma Cristina Arouca, directora de research e data intelligence da CBRE Portugal.

Apesar da grande incerteza que paira sobre a economia global e sobre a amplitude e velocidade do aumento das taxas de juro, existe ainda uma elevada liquidez nos fundos de investimento para alocar ao mercado imobiliário, o que sustenta as projecções da CBRE de elevado investimento até o final do ano.

“O contexto de incerteza que vivemos poderá também reflectir-se numa maior percepção de risco por parte dos compradores e num desfasamento de expectativas de preço entre compradores e vendedores. Na realidade, apesar de não prevermos uma subida, no curto prazo, das taxas de rentabilidade (yields), já alterámos a nossa percepção face ao início do ano, quando esperávamos uma compressão de yield em diversos sectores”, explica. Nuno Nunes, head of capital markets da CBRE Portugal.

Só na primeira metade do ano, a ocupação em escritórios já excedeu o indicador de 162 mil metros quadrados correspondente à área colocada nos 12 meses de 2021. Paralelamente, no sector logístico, uma significativa escassez de espaços para arrendamento está a pressionar a subida das rendas em todo o país.

Por outro lado, uma acelerada retoma do turismo, em particular de lazer, está também a contribuir para uma recuperação mais rápida do que a esperada no sector de alojamento turístico. Inclusive, em algumas localizações, já se verificaram indicadores superiores aos observados em 2019, como as dormidas em alojamentos turísticos no Porto e o RevPAR (receita média por quarto disponível) no Algarve.

A CBRE mantém as previsões apontadas no início do ano e continua a prever um volume total de transacções superior a 3 mil milhões de euros em 2022, o que reposiciona o mercado de investimento em imobiliário de rendimento no patamar em que se encontrava antes da pandemia.

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Edifícios sustentáveis: Rumo a 2050

“Rumo a 2050: O Papel dos Edifícios na Sustentabilidade do Planeta”, promovida pela Associação Portuguesa de Facility Management (APFM). Um encontro que se centrou na forma como as Organizações gerem os seus espaços tem o seu impacto no bem-estar, na produtividade, na sustentabilidade e no risco

A Savills marcou presença na conferência “Rumo a 2050: O papel dos edifícios na sustentabilidade do planeta”, promovida pela Associação Portuguesa de Facility Management (APFM). Um encontro que se centrou na forma como as Organizações gerem os seus espaços tem o seu impacto no bem-estar, na produtividade, na sustentabilidade e no risco. Nuno Fideles, BREEAM AP & Sustainability Consultant da Savills Portugal abordou a temática “Qual a tendência da oferta de edifícios sustentáveis em Portugal (Lisboa+Porto)”.

Actualmente, as empresas enfrentam desafios na gestão de riscos e compliance, com possíveis impactos negativos em termos económicos, sociais e reputacionais. A adaptação de estratégias, princípios e políticas de ESG vão exercer um peso muito significativo e importante nos edifícios. “A Savills através de uma equipa a multidisciplinar altamente especializada em serviços de consultoria acompanha todos os clientes na investigação e desenho de soluções de melhoria dos seus edifícios”, frisou o Sustainability Consultant da Savills Portugal.

Os edifícios passaram a ser claramente a ser o nosso habitat. “Nós passamos 90% do nosso tempo em edifícios (…), portanto, cabe-nos olhar não só em termos de eficiência energética os edifícios e melhoraria do se impacto na descarbonização, mas também reflectirmos sobre as experiências que estamos ou não a proporcionar aos habitantes dos edifícios”, explicou Nuno Fideles.

A descarbonização e a questão energética, são dois temas urgentes que estão em cima da mesa e que já estão nas agendas das empresas. Até 2050 existe uma meta que tem que ser cumprida. Que ferramentas temos no mercado que nos podem ajudar a ir ao encontro do cumprimento das metas estabelecidas? questionou, esclarecendo que “existem sistemas tecnológicos que avaliam o estado dos edifícios e os preparam na fase de construção nova ou reabilitação, permitindo medir parâmetros estabelecidos para a obtenção de certificados reconhecidos, tornando-.se assim possível balizar os edifícios num benchmarking internacional”.

A equipa de Arquitectura e Sustentabilidade da Savills Portugal está em franco e forte crescimento, traduzido numa sólida aposta em acções de formação e contratações, de modo a reforçar a sua capacidade de oferecer aos clientes todas as respostas necessárias na área da Sustentabilidade & ESG a nível nacional e internacional.

A Savills Portugal tem vindo a desenvolver um percurso na sustentabilidade, tendo reforçado a sua equipa com dois arquitectos acreditados em BREEAM AP e WELL AP. No ano de 2021, tornou-se igualmente membro da BCSD Portugal – Empresas para a Sustentabilidade. A garantia de sustentabilidade e eficiência energética assumem-se como principais objectivos nos projectos Savills, com o mais recente projecto MB4 OFFICE a integrar soluções de sustentabilidade e monotorização com base em critérios BREEAM e WELL.

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Riportico Engenharia assina contrato para a elaboração do projecto de execução do eixo rodoviário Aveiro – Águeda

O projeto, que inclui o estudo de impacto ambiental, vai ser financiado a 100% pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), tendo um prazo de conclusão de 270 dias

(na imagem: Carlos Fernandes, Vice-presidente IP, Jorge-Almeida, presidente de Câmara de Águeda, Jose Ribau Esteves, presidentes da autarquia de Aveiro, Ricardo Campos, CEO da Riportico Engenharia)

A Riportico Engenharia acaba de firmar, com os municípios de Aveiro e de Águeda, o contrato para a elaboração do projecto de execução do eixo rodoviário Aveiro-Águeda, no valor de 841 mil euros. Este é um dos maiores contratos conquistados pela Riportico, que alcança assim uma quota de mercado de 30% na execução dos projectos deste tipo de infraestrutura ao abrigo do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência.

O projecto visa a concretização de uma via de ligação entre os dois municípios, com 14 quilómetros de extensão, num trajecto que passará a fazer-se em 10 minutos, encurtando-se em 40% o percurso actual e em 65% a duração. O contrato foi celebrado pelo CEO da Riportico Engenharia, Ricardo Campos, e pelos presidentes das autarquias de Aveiro e Águeda, José Ribau Esteves e Jorge Almeida, respectivamente.

“Este é um projecto muito importante, numa região com uma comunidade intermunicipal com muitos municípios, que em conjunto têm sabido tornar esta região num polo de atracção de empresas, de geração de emprego e de criação e construção de um Portugal mais exportador», começou por referir o CEO da Riportico.

«Ligar o ponto A ao ponto B pode significar apenas uma estrada, uma obra de engenharia, mas é muito mais que isso. Reflecte aquilo que é a atitude de dois concelhos que se querem aproximar e unir e, através desta infraestrutura, desenvolverem-se do ponto de vista económico e social e criarem condições para que as pessoas possam nas suas terras procurar realização e fixarem-se», afirmou Ricardo Campos.

O novo eixo rodoviário terá o perfil de autoestrada, permitindo, em termos ambientais, uma redução de custos e de tempos de deslocação para cidadãos e empresas, assim como o aumento da segurança rodoviária nas áreas urbanas atravessadas pela antiga EN230, e de promoção do desenvolvimento urbano e empresarial.

«Para a Riportico é uma grande alegria podermos participar neste projecto, aprofundando a nossa ligação aos dois municípios. Deixo aqui uma palavra de compromisso com a dimensão do projecto e com a responsabilidade dos prazos que têm de ser cumpridos. Na Riportico cumprimos 96% dos prazos dos nossos projectos, sendo que temos cada vez mais técnicos a trabalhar neste sector da rodovia», realçou Ricardo Campos.

Nas palavras do presidente da autarquia de Aveiro, «esta é uma infraestrutura muito importante para a região de Aveiro e para o município». «Nas características novas que quisemos colocar, esta infraestrutura vai também ter uma função estruturante na nossa própria rede viária. A solução que está desenhada faz com que esta infraestrutura assuma essa função muito importante de estruturar a nossa rede viária», afirmou José Ribau Esteves, destacando também a importância da ligação destes dois municípios nas dimensões «industrial, urbana, de serviços a vários níveis, social e institucional».

«É uma obra que anda a ser desejada, prometida e falada há muitas décadas. E é absolutamente estruturante e fundamental. No que respeita ao concelho de Águeda, o acesso às autoestradas é absolutamente essencial, mas o acesso à cidade de Aveiro e à sede de concelho do distrito é igualmente determinante para a região. Vamos ganhar muito com esta ligação, não só os dois municípios, mas sobretudo a região», sublinhou Jorge Almeida, presidente do município de Águeda.

A encerrar a sessão, Carlos Fernandes, vice-presidente da Infraestruturas de Portugal, entidade que vai prestar apoio técnico, assessoria e acompanhamento durante as várias fases do projecto e da empreitada, afirmou tratar-se de «uma infraestrutura muito complexa, muito para além daquilo que é normal os municípios deste país construírem. Há aqui um objectivo, mas também um enorme desafio, que é concretizar uma infraestrutura com características que estão habitualmente a cargo da administração central». «No que respeita à Infraestruturas de Portugal, reforço o compromisso de que estaremos aqui a apoiar os municípios nas várias fases», rematou Carlos Fernandes.

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