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Sonae no top mundial no combate às alterações climáticas

CDP distingue compromisso ambiental da Sonae com atribuição do rating A, a classificação mais alta possível. Apenas 3% das mais de 9.000 empresas avaliadas alcançaram esta distinção.

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A Sonae foi distinguida como líder mundial no combate às alterações climáticas pelo CDP, organização não governamental de referência nos mercados de capitais pela classificação da performance ambiental de empresas e cidades. O Grupo foi, novamente, reconhecido pelas suas acções concretas para reduzir emissões de gases de efeito de estufa, mitigar riscos climáticos e desenvolver a economia de baixo carbono, tendo evoluído para o patamar mais elevado – a “A List” – que reúne as empresas com maior pontuação do mundo em matéria de sustentabilidade corporativa ambiental.

“Na Sonae assumimos os desafios do Planeta como nossos, definindo planos e acções concretas para os endereçar diariamente, mesmo que isso implique mudanças estruturais complexas. É disso exemplo o nosso compromisso ambicioso de antecipar a neutralidade carbónica para 2040. Este reconhecimento inédito do CDP é prova de que os alicerces para atingir essa meta estão criados. É um orgulho e, também, uma responsabilidade para continuarmos a inovar na incorporação da sustentabilidade na gestão dos nossos negócios. Estamos no caminho certo e iremos continuar a ser ambiciosos na defesa do Ambiente e de uma economia sustentável”, afirma Cláudia Azevedo, CEO da Sonae.

O CDP, organização sem fins lucrativos criada há 20 anos sob o mote “Carbon Disclosure Project”, é a fonte de informação ambiental corporativa de referência para centenas de investidores e decisores dos mercados bolsistas em todo o mundo. As suas análises profundas e rigorosas escrutinam de forma exigente e independente a acção e os resultados concretos das empresas cotadas em prol do Clima, pelo que as suas tabelas classificativas são o indicador de excelência na validação das políticas de sustentabilidade. Em 2020, o estudo avaliou impactos ambientais, riscos e oportunidades em mais de 9.000 empresas de todo o mundo – o maior número de sempre, tendo apenas 3% alcançado a “A List”.

A análise de 2020 realizada pelo CDP foi solicitada por 515 investidores e por mais de 150 grandes compradores que gerem os maiores ativos das bolsas mundiais. A divulgação ambiental anual e o processo de pontuação do CDP são amplamente reconhecidos como referência pela transparência ambiental corporativa. A metodologia detalhada e independente usada pelo CDP avalia as empresas atribuindo-lhes uma pontuação de A a D- com base na abrangência da divulgação, consciencialização e gestão de riscos ambientais e demonstração de melhores práticas associadas à liderança ambiental, tais como a definição de objetivos significativos. Aquelas que não divulgam ou fornecem informações insuficientes são classificados com um F.

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Vicaima lança nova linha de design de interiores para profissionais

O Spalted maple, Terrazo amber e Antique Patina, as três principais colecções Vicaima Infinity oferecem uma multiplicidade de inspirações, com recurso a madeira, metal ou pedra

Com o objectivo de “colocar ao dispor dos profissionais um espetro ilimitado de opções nos diferentes momentos do processo criativo”, a Vicaima acaba de lançar uma nova marca, a Vicaima Infinity.

Através de uma produção tecnologicamente avançada, a Vicaima Infinity assegura a criação de designs e acabamentos personalizados, em diferentes superfícies e texturas, com diferentes opções de acabamento que vão desde o mate, ao satin e ao alto brilho.

Paralelamente, para os profissionais que procuram uma visão sobre as últimas tendências, as três principais colecções Vicaima Infinity oferecem uma multiplicidade de inspirações. Com recurso a madeira, metal ou pedra, a marca proporciona uma experiência imersiva que inclui, entre outras opções, o Spalted maple, Terrazo amber e Antique Patina.

A diferenciação do Vicaima Infinity afirma-se “na promoção de uma perfeita harmonia entre múltiplos produtos, como portas, roupeiros, painéis ou peças para mobiliário. Estas soluções somam a esta estética e sofisticação, a qualidade e elevada performance da marca nas soluções corta fogo, corta fogo e acústico, segurança, e térmicas, caraterística do universo de produtos Vicaima”.

Fiel aos seus valores de sustentabilidade, todas estas soluções Vicaima Infinity estão disponíveis com certificação FSC, entidade que promove a gestão responsável das florestas.

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CIN pinta a história de monumentos icónicos em Lisboa

A Estação de Santa Apolónia e o Teatro Nacional de São Carlos voltaram às suas cores originais graças à fusão entre o passado e à inovação tecnológica da CIN

O tom avermelhado, que agraciava a Estação Ferroviária de Santa Apolónia em 1967 voltou a tomar cor na fachada deste icónico edifício. Esta mudança contou com o apoio da CIN e surge no seguimento de um projecto criado no interior da estação, onde foi construído um novo empreendimento hoteleiro. A intervenção devolveu às fachadas a cor vermelha após terem sido encontrados vestígios deste tom original numa imagem que remonta a 1967.

Liliana Leis Soares, directora-adjunta de Marketing da CIN, esclarece que “o encontro do tom certo foi um grande desafio para a nossa equipa de colorimetria e prescrição, tendo em consideração toda a história que o projecto representa. A cor original que, tal como refere o arquitecto José Aguiar, em tudo se assemelha um vermelho óxido de ferro, remonta a uma época específica da Revolução Industrial, pelo que teríamos de conciliar os melhores produtos de reabilitação e afinar um tom que pudesse contar a magia e a importância de um edifício como a Estação de Santa Apolónia”.

Nos anos 90, a Estação Ferroviária de Santa Apolónia mudava a sua cor para um azul claro, numa pretensão de harmonia entre a vista rio e o tom do céu. O retorno do vermelho a Santa Apolónia, pelo atelier de arquitectura Saraiva e Associados (S+A) para a construção do novo hotel The Editory Riverside, foi aprovado pela Infraestruturas de Portugal, que detém o edifício. O licenciamento passou pela Câmara Municipal de Lisboa (Santa Apolónia não é monumento nacional, mas imóvel de interesse público).

Também em Lisboa, o Teatro Nacional de São Carlos regressou à sua cor original, um azul envolvente que, à semelhança do anterior se deve à intervenção da CIN no processo de reabilitação. As suas fachadas, que eram amarelas desde 1940, retomaram a sua cor azul original após o encontro de vestígios desse mesmo tom nas paredes do edifício. Contudo, este facto não foi suficiente para que a Direcção-Geral do Património da Cultura (DGPC) desse o parecer positivo quanto à alteração da cor. Os arquitectos João Aguiar e João Pernão, da equipa da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa elaboraram, com o apoio da CIN, um relatório que definia a cor original do Teatro Nacional de São Carlos – que, posteriormente foi pintado com Cinoxano Mineral da CIN, cor E563.

Liliana Leis Soares explica que “mais do que um projecto de reabilitação urbana, o processo inerente ao Teatro Nacional de São Carlos pressupôs uma investigação histórica e exaustiva que evidenciou o saber-fazer centenário da marca CIN no que à cor diz respeito. Colocámos o nosso conhecimento ao serviço da Direcção-Geral do Património da Cultura, encontrando uma cor que corresponde, em detalhe, ao que havia sido projectado na sua inauguração em 1973. A responsável acrescenta que “é um enorme orgulho poder associar a marca CIN a estes projectos de enorme impacto cultural, que concede às cores este poder singular de contar as histórias de cada edifício e de cada lugar, numa perfeita simbiose entre o passado e o futuro”.

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Rendas das casas sobem 9,2% em lisboa e 6,0% no porto no último ano

Trata-se de uma forte recuperação das rendas, considerando que há um ano atrás, no 1º trimestre de 2021, as rendas em Lisboa estavam a descer 18,0% em termos homólogos, enquanto no Porto essa descida era de 8,0%

No último ano, terminado no 1º trimestre de 2022, as rendas das casas aumentaram 9,2% em Lisboa e 6,0% no Porto, conforme a taxa de variação homóloga apurada pela Confidencial Imobiliário para o Índice de Rendas Residenciais. Em qualquer das cidades trata-se de uma forte recuperação das rendas, considerando que há um ano atrás, no 1º trimestre de 2021, as rendas em Lisboa estavam a descer 18,0% em termos homólogos, enquanto no Porto essa descida era de 8,0%.

Em Lisboa, a variação homóloga de 9,2% observada no 1º trimestre de 2022 é mesmo a mais expressiva desde o final de 2018, resultando da forte recuperação trimestral das rendas observada desde meados do ano passado. As rendas na capital entraram em terreno negativo ainda antes da pandemia, no final de 2019, exibindo a primeira descida trimestral em anos. Só desde meados do ano passado voltaram ao crescimento, aumentando agora há três trimestres consecutivos a um ritmo trimestral próximo de 3,0%. No 1º trimestre deste ano, a variação trimestral foi de 3,3%.

No Porto, a variação homóloga de 6,0% coloca este indicador em terreno positivo pela primeira vez no último ano e meio, refletindo igualmente o forte desempenho de curto-prazo das rendas nos últimos dois trimestres. Assim, depois de vários trimestres de descida, apuraram-se variações trimestrais de 3,5% no 4º trimestre de 2021 e de 4,8% no 1º trimestre de 2022, esta última sendo mesmo a maior subida trimestral desde meados de 2018.

No agregado nacional (Portugal Continental), as rendas contratadas na habitação exibiram um aumento de 7,2% no 1º trimestre face ao mesmo período do ano passado e de 1,3% face ao trimestre anterior.

Não obstante a forte recuperação dos últimos meses, as rendas em Lisboa e no Porto mantêm-se em níveis inferiores aos praticados no pré-Covid (1ºtrimestre de 2020). Concretamente, no 1º trimestre deste ano, em Lisboa as rendas permaneciam 10,5% abaixo do 1º trimestre de 2020, enquanto no Porto esse diferencial era de -2,5 %. No conjunto do país, pelo contrário, as rendas no 1º trimestre do ano já recuperaram para os níveis pré-Covid, dos quais estão atualmente 0,8% acima. No 1º trimestre de 2022, a renda média contratada foi de 14,3€/m2 em Lisboa e de 11,7€/m2 no Porto, fixando-se em 11,0€/m2 no país, de acordo com os dados do SIR-Arrendamento.

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Lançado concurso público para reabilitar a EN114

O investimento de 6M€ pretende incrementar as condições de acessibilidade, circulação e de segurança do tráfego com origem e destino na zona industrial de Rio Maior, bem como do tráfego de passagem vindo da A15

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Foi publicado em Diário da República o concurso público para a empreitada da EN114 – Ligação da A15 a Rio Maior, uma intervenção no âmbito do “Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)”, na vertente das Áreas de Acolhimento Empresarial (AAE) – Acessibilidades Rodoviárias. Com um investimento estimado de seis milhões de euros e um prazo de execução de 420 dias, o objectivo da empreitada é o de incrementar as condições de acessibilidade, circulação e de segurança do tráfego com origem e destino na zona industrial de Rio Maior, bem como do tráfego de passagem vindo da A15, que utiliza o eixo da EN114 como acesso a Rio Maior.

Esta intervenção, que se inicia junto à intersecção da Estrada Nacional com a Rua do Matadouro e se desenvolve até à rotunda de acesso à A15, ao km 50,838, vai incluir a construção de intersecções giratórias ao longo do traçado, de modo a reduzir as velocidades praticadas. A faixa de rodagem será ladeada por passeios, ciclovias e percurso mistos.

Serão igualmente reforçados e/ou substituídos os equipamentos de sinalização, balizagem e segurança, e realizados trabalhos ao nível do pavimento e dos órgãos de drenagem existentes.

Na empreitada serão ainda melhoradas as características de algumas intersecções de estradas e ruas secundárias na EN114, que terão intervenções a nível de traçado, pavimentação, drenagem, sinalização, limpeza e, ou substituição de colectores de passagem sob serventia.

Esta empreitada destaca-se de um conjunto de nove obras já lançadas no âmbito do PRR, que correspondem a um investimento de cerca de 75 milhões de euros. Até à data a Infraestruturas de Portugal já assinou os três contratos de financiamento com a Estrutura de Missão Recuperar Portugal, num total de 394,8 milhões de euros.

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ASAVAL organiza spring meeting internacional do Tegova em portugal

A conferência “EU Law on Financing Sustainable Growth – Big Bang for Bank Valuation”, terá lugar em Lisboa a 6 de Maio e irá debater as últimas alterações na legislação europeia sobre eficiência energética e sobre requisitos de capital dos bancos

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O Spring Meeting do Tegova, um dos grandes encontros europeus na área da Avaliação Imobiliária será promovido e coorganizado pela ASAVAL em Portugal, de 5 a 7 de Maio, em Lisboa. A conferência, iniciativa principal do evento, vai decorrer no dia 6, no Hotel Epic Sana, sob a temática: “EU Law on Financing Sustainable Growth – Big Bang for Bank Valuation” (Lei da UE sobre o financiamento do crescimento sustentável – Big Bang para a avaliação bancária).

Esta iniciativa já tinha decorrido em Portugal em 2013 e 2018, também em coorganização com a ASAVAL, visa a partilha das boas práticas, inovações, casos de sucesso, bem como o debate de temas críticos para o sector, nomeadamente o futuro da Avaliação.

“Este é um evento de grande importância para o universo da avaliação imobiliária Europeia, sendo que a conferência deste ano irá debater as últimas alterações na legislação europeia, quer ao nível da eficiência energética, quer ao nível dos requisitos de capital dos bancos (CRR), regulamento que introduzirá inovações ao nível das avaliações automáticas (AVM) que podem alterar substancialmente o paradigma da avaliação na Europa e, por inerência, em Portugal. Durante 3 dias teremos em Portugal representantes de 40 Países, incluindo os Estados Unidos da América, a debater os temas prementes para a avaliação imobiliária. O evento culminará no dia 7 com a Assembleia Geral de Primavera do TEGOVA”, avança Paulo Barros Trindade. O Tegova é o principal Grupo Europeu de Associações de Avaliadores e o Presidente da ASAVAL é membro do seu Board.

A conferência, “EU Law on Financing Sustainable Growth – Big Bang for Bank Valuation”, estará estruturada em torno de quatro temas: Eficiência Energética de Edifícios – Situação actual em Portugal e Impacto da Lei Green Deal da UE no Futuro; Impacto das Mudanças na Regulação de Requisitos de Capital (CRR) na Prática da Avaliação; Mudanças de CRR e Modelos de Avaliação Automatizada (AVMs) – O Fim Dos Avaliadores Residenciais? Avaliação Transfronteiriça – Problemas e Soluções.

A iniciativa contará com a presença de oradores, nacionais e estrangeiros, incluindo representantes da ASAVAL, Tegova, Associação Portuguesa de Bancos (APB) e European Valluers’ Alliance (EVA).

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Três cidades portuguesas na Missão Cidades

Lisboa, Porto e Guimarães fazem parte da lista das 100 cidades que foram seleccionadas, entre mais de 370 candidatas, para integrarem as “100 Climate-neutral and Smart Cities by 2030”

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A Missão Cidades é uma iniciativa da Comissão Europeia, que faz parte das cinco Missões Europeias lançadas no âmbito do programa europeu de investigação e inovação Horizonte Europa, e tem como objectivo tornar 100 cidades europeias inteligentes e climaticamente neutras até 2030.

A Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Elvira Fortunato, felicita a participação de Lisboa, Porto e Guimarães, tornando estas cidades portuguesas em centros de experimentação e inovação para colocar todas as cidades europeias em posição de se tornarem neutras até 2050. “A ciência e a tecnologia são fortes aliados para, com inovação, lidarmos com as alterações climáticas”, afirma Elvira Fortunato.

As cidades escolhidas terão acesso a diferentes oportunidades, como aconselhamento e apoio da Plataforma da Missão Cidades, que é operacionalizada através do projecto Europeu NetZeroCities no desenvolvimento do denominado Climate City Contract; acesso a oportunidades adicionais de financiamento e oportunidades de financiamento para a investigação e inovação; oportunidade de contactar, aprender e trocar experiências entre cidades; apoio ao envolvimento dos cidadãos na tomada de decisão; e visibilidade política e atractividade para o investimento e para trabalhadores qualificados.

Para além de cidades dos 27 Estados-Membros da União Europeia, foram também seleccionadas 12 cidades de países associados e em processo de negociação para integrar o Horizonte Europa, o programa de investigação e inovação da União Europeia (2021-2027).

No âmbito da rede PERIN (Portugal in Europe Research and Innovation Network), a Agência Nacional de Inovação dá apoio à participação da comunidade nacional nas oportunidades de Investigação e Inovação orientadas para as Missões Europeias, nomeadamente no âmbito do Pilar II do Horizonte Europa (Desafios Globais e Competitividade Industrial Europeia).

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Gyptec lança nova placa Gold

A Gyptec Ibérica acaba de lançar uma nova placa de gesso multifunções resistente a tudo, a Gyptec Gold.

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Agora já é possível usar uma única placa para toda a obra de reabilitação e/ou construção nova, com substanciais vantagens ao nível do desempenho mecânico, térmico e acústico das soluções.

Esta nova placa, reforçada com fibras para melhorar o comportamento ao fogo, tem maior densidade e resistência ao impacto e flexão, e é tratada com um agente hidrófugo para diminuir a absorção de água. A placa Gold é apropriada para todos os sistemas interiores com características de maior capacidade de carga, resistência ao fogo e bom comportamento à humidade.

Qualidade e versatilidade

A mais versátil das placas, a placa Gold, é um produto de excelência da gama de soluções Gyptec, que combina múltiplas vantagens dos vários tipos de placas, permitindo resolver todas as necessidades de um projeto usando apenas uma placa. Não só proporciona melhor desempenho nas zonas de humidade moderada e maior resistência ao fogo, como também, resiste a golpes e impactos em áreas de grande afluência, como por exemplo ginásios, centros comerciais ou hotéis.

Para além das vantagens técnicas dos sistemas, no lançamento deste novo produto existem objetivos de racionalidade logística e gestão de recursos, já que a placa Gold, permite uma diminuição de desperdícios em obra.

Com a Gold, uma placa vencedora que cobre todas as necessidades, a Gyptec Ibérica alarga a sua gama de produtos e o seu leque de soluções, para todo o tipo de obra seca em interiores, tais como: paredes divisórias, revestimento de alvenarias e tetos. É também recomendada para cozinhas, lavandarias e casas de banho, pode ser revestida com azulejos ou similar.

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Savills e JLL comercializam edifício adquirido pela Incus Capital ao Santander

Apesar de ter sofrido uma reabilitação recentemente, o actual proprietário irá investir numa remodelação profunda das zonas comuns, com obra a cargo da Tétris Portugal e com o apoio da Savills para a certificação BREEAM

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A Savills Portugal e a JLL foram mandatadas, em regime de co-exclusividade, para a comercialização do número 51 da Rua Ramalho Ortigão, junto à Praça de Espanha, um dos imóveis que se destaca no cenários do edifícios de escritórios de Lisboa e que foi totalmente reabilitado entre 2018 e 2019.

Intitulado por RO51, este edifício foi adquirido pela Incus Capital ao Santander no início de 2022. Apesar de ter sofrido uma reabilitação recentemente, o actual proprietário irá investir numa remodelação profunda das zonas comuns, com obra a cargo da Tétris Portugal e com o apoio da Savills para a certificação BREEAM. Esta obra considera novos espaços colaborativos e de lazer e em sustentabilidade, cumprindo as normas ESG com o objectivo de atingir a certificação BREEAM In-Use Excellent. Estes factores conferem ao espaço vantagens competitivas, tornando-o ainda mais environmental friendly.

Situado numa zona central da cidade, num do principais hubs de transportes, onde se cruza o metro, o comboio e autocarros, o edifício é constituído por 10 pisos acima do solo, com áreas acima dos 1.200m2. Adicionalmente, o imóvel conta ainda com 296 lugares de estacionamento com possibilidade de carregamento eléctrico.

No que respeita às principais caraterísticas do edifício, o espaço conta com uma excelente exposição solar devido à existência de janelas ao longo das duas fachadas. Com a recente reabilitação, o espaço dispõe de perfeitas condições e está disponível para entrada imediata.

Está a ser projectado para o edifício um conjunto de amenities que vão complementar o espaço do escritório, como auditório/espaços multiusos, ginásio e várias zonas colaborativas.

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Athena Advisers vende Palacete Benformoso por 3,4 M€

A consultora destaca a sua localização como “um dos bairros mais pulsantes da cidade de Lisboa, atraindo uma nova vaga de empreendedores e artistas e novas oportunidades de investimento”

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O Palacete Benformoso, no bairro do Intendente, em Lisboa, encontra-se à venda pelo valor de 3,4 milhões de euros. O imóvel está a ser comercializado pela consultora Athena Advisers que destaca a sua localização como “um dos bairros mais pulsantes da cidade de Lisboa, atraindo uma nova vaga de empreendedores e artistas e novas oportunidades de investimento”.

Construído em meados do século XIX e classificado como Imóvel de Interesse Público, conta com uma área total de 831 metros quadrados (m2), distribuída por três pisos e ainda sótão e terraços.

De estilo romântico com fachada revestida a azulejo, o palacete foi alvo de obras de beneficiação ao longo dos anos, mantendo em bom estado os seus interiores e bem preservados os elementos originais, como os tectos altos decorados com motivos florais, os pisos em soalho e o imponente hall de entrada. Da arquitectura do imóvel sobressaem ainda outros elementos característicos da época, entre os quais as janelas em arco com guardas de ferro, a varanda corrida ondeante e a grande porta frontal com brasão.

“O Palacete Benformoso é um bom exemplo do potencial que a zona apresenta em termos de requalificação e valorização. É um edifício cheio de charme, com características que tanto podem atrair grandes famílias que queiram instalar aqui a sua habitação, como investidores que pretendam transformar o imóvel e rentabilizá-lo, por exemplo, enquanto residência turística associada a espaços de cowork”, destaca David Moura-George, director geral da Athena Advisers em Portugal.

Composto por três pisos, o Palacete Benformoso apresenta um impressionante hall de entrada no nível térreo ladeado por duas grandes salas, com potencial para serem transformadas em espaços de cowork. No piso 1 existem 4 quartos, uma suite e uma sala adjacente e, no piso 2, encontram-se um quarto adicional e as principais áreas sociais, incluindo uma enorme sala de estar, cozinha, escritório, biblioteca e uma sala mais pequena e recolhida.

A partir deste último piso, pode aceder-se ao primeiro terraço com uma potencial área de bar, que liga a outro terraço mais elevado com vista sobre a cidade e uma zona de cozinha exterior.

Um sótão espaçoso tipo mezzanine, que tanto pode ser usado para arrecadação, para uma sala de estar ou transformado em quartos, completa o imóvel, que dispõe ainda nas traseiras de um espaço exterior com acesso direto à rua.

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A+A lança caderno de arquitectura de Carrilho da Graça

As principais obras realizadas por Carrilho da Graça, desde 1995 até à actualidade, foram editadas em livro pela A+A Books. O lançamento é esta quinta-feira, na sede da Ordem dos Arquitectos

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Reconhecido essencialmente pela “dimensão territorial, radical e ainda artística da sua obra”, João Luís Carrilho da Graça, define a sua arquitetura como “possibilidade artística que tem sempre como referência a construção”. É esta perspectiva que a A+A Books dá a conhecer através das 446 páginas da mais recente edição da TC Cuadernos e que pretende observar este aspecto menos estudado da sua obra. Esta edição, que percorre as suas principais obras realizadas desde 1995 até à actualidade, ao longo de uma selecção de 18 obras, situadas maioritariamente em Portugal, é apresentada dia 5 de Maio, pelas 18h30, no auditório da Ordem dos Arquitectos, em Lisboa.

Ao longo das suas páginas descobrimos as diferentes sensibilidades que integram a ampla trajectória de Carrilho da Graça. A sua sensibilidade estrutural, com a defesa de propostas arriscadas, e também a sua sensibilidade em relação ao património nas suas diferentes intervenções. Destacamos também a sua defesa da autonomia do arquitecto, a incorporação ou criação de materiais que vão para além das soluções disponíveis no mercado, e assim responder à problemática de cada projecto.

Carrilho da Graça, arquitecto desde 1977, vive e trabalha em Lisboa. À sua obra foram atribuídos diversos prémios e distinções, nomeadamente o Prémio da Associação Internacional dos Críticos de Arte (1992); Prémio Secil de Arquitectura (1994); Prémio Valmor (1998, 2008, 2010, 2017, Menção em 1993, 2007, 2013); Prémio FAD Ibérico (1999); Ordem de Mérito da República Portuguesa (1999); Prémio Bienal Internacional da Luz – Luzboa (2004); Prémio Pessoa (2008); Prémio Piranesi – Prix de Rome (2010); Ordre des Arts et des Lettres – República Francesa (2010); Medalha da “Académie d’Architecture”, Paris (2012); Prémio Internacional de Arquitectura Sacra Frate- Sole (2012); Prémio Bienal Ibero Americana de Arquitectura e Urbanismo (2012); International Fellowship do Royal Institute of British Architects (2015); Membro Honorário da Ordem dos Arquitectos (2015); Prémio Bienal Internacional de Arquitectura de Buenos Aires (2018); Prémio Leon Battista Alberti do Politecnico di Milano, Mantova (2018); Prémio arpaFil, Guadalajara, México (2018); Ordem da Instrução Pública da República Portuguesa (2019). Nomeado e/ou finalista para o prémio de arquitectura Mies Van der Rohe em diversas edições. Participou na representação oficial de Portugal à 12a, 13a e 16a Bienal de Arquitectura de Veneza e na exposição central da 15a Bienal. Professor na Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa entre 1977 e 1992 e, posteriormente, entre 2014 e 2019; Universidade Autónoma de Lisboa entre 2001 e 2010; Universidade de Navarra entre 2005 e 2015; Cornell University, New York, em 2015; Haute École du Paysage, d’Ingénierie et d’Architecture de Genève, em 2019. CátedraUnesco Leon Battista Alberti do Campus de Mantova do Politecnico di Milano de 2017 a 2019, e actualmente da Accademia di Architettura da Università della Svizzera Italiana,em Mendrisio. Doutor Honoris Causa pela Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa.

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