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José Pedro Croft cria escultura para o Castilho 203 da Vanguard Properties

A obra de arte foi criada especificamente para o projecto e encontra-se agora instalada no átrio do edifício

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A Vanguard Properties acaba de instalar no edifício Castilho 203 uma obra de arte criada especificamente para o projecto por José Pedro Croft.  A peça de arquitectura contemporânea que agora sobressai no átrio do edifício foi, desde o início do projecto, idealizada pela Vanguard Properties para se tornar numa referência e contribuir para a redefinição do conceito de imobiliário residencial de luxo na cidade de Lisboa.

O átrio do Castilho 203 é um espaço imponente com um invulgar pé direito com cinco metros de paredes forradas a madeira e pavimento em mármore branco de Carrara, que evidencia plenamente o espírito do edifício. O pilar estrutural central serve de suporte à escultura que se desenvolve em toda a sua altura.

“A escultura composta por três painéis que se agarram ao pilar, cobertos com a mesma madeira das paredes, disfarçam-se na arquitetura, desaparecem num primeiro momento. Quando se abrem, revelam espelhos que, num movimento giratório e pivotante, trazem parte da paisagem exterior para o interior, deslocam porções de espaço da arquitetura, criando colapsos de perceção. Desmaterializam o pilar estrutural. Uma escultura que usa o espaço virtual, de imagens em movimento, com qualidades cinemáticas. Não dispensa a presença do espetador, para uma experiência que, só assim, terá sentido”, segundo José Pedro Croft.

Croft é um dos mais destacados artistas contemporâneos portugueses. A sua vasta obra interliga o desenho, gravura e escultura, tendo o seu trabalho espalhado pelo mundo em museus, galerias e coleções privadas e institucionais como o Centre Georges Pompidou em Paris, Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa, Fundación Caixa Galicia em La Coruña, Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (MNAC) em Madrid, Museo de Arte Moderno y Contemporáneo de Santander y Cantabria, em Santander, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM), European Central Bank em Frankfurt na Alemanha, entre muitos outros. José Pedro Croft foi ainda o representante de Portugal na Bienal de Arte de Veneza em 2017.

Esta peça dá expressão ao mote da Vanguard Properties – Inspired by art, designed for living. A arte faz parte do seu ADN dai que todos os projectos que a promotora tem em desenvolvimento contarão com uma obra de arte da autoria de artistas portugueses de renome.

O edifício Castilho 203 encontra-se em fase de acabamentos e será o mais exclusivo de Lisboa. Vai contar com duas tipologias de apartamentos ultra premium: City Flats e Sky Flats (com vistas deslumbrantes de 360 graus). Terá 14 pisos acima do solo com apenas 19 apartamentos de tipologias T2 e T3 e uma Penthouse no 13º piso. O Castilho 203 oferecerá a todos os seus residentes uma piscina coberta no r/c, uma piscina ao ar livre no 8º piso, spa/ginásio no 1º andar, uma ampla receção e serviços de Concierge.

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Porto lança novo concurso no âmbito do “Rua Direita”

Aberto concurso para a requalificação da Rua do Professor Abílio Cardoso, no Porto, ao abrigo do programa Rua Direita. A empreitada tem um valor superior a meio milhão de euros

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Foi lançado, esta semana, o concurso público para a “requalificação da Rua do Professor Abílio Cardoso e Outras”, na zona de Massarelos. A empreitada integra o “Rua Direita”, programa municipal de reabilitação profunda da rede fina de perto de uma centena de arruamentos da cidade e é da responsabilidade da GO Porto, empresa municipal de Gestão e Obras do Porto.

O concurso tem como preço base o valor de 665.500,00 euros e as propostas podem ser submetidas até às 23,59 horas de 23 de Junho, na plataforma acinGov, onde se encontram disponíveis todas as peças do concurso.

A empreitada prevê a requalificação das ruas do Professor Abílio Cardoso, do Professor Carlos Alberto Ferreira de Almeida e do Professor Henrique David, através da pavimentação dos arruamentos e passeios e melhoria da acessibilidade pedonal, por meio da adopção de troços de via partilhada. Está, ainda, prevista a criação de áreas ajardinadas, com rede de rega, e a criação de uma bolsa de estacionamento.

Além destes trabalhos, serão executadas infraestruturas de saneamento, de telecomunicações e de iluminação pública, de gás, e serão instalados equipamentos enterrados de recolha selectiva de resíduos.

De recordar que o “Programa Rua Direita” já requalificou o troço nascente da Rua de Vila Nova e, tem em curso, seis empreitadas de requalificação, nas ruas de Rua de Vila Nova (poente) e Travessa da Costibela, Rua da Via-Sacra e Outras, Rua Silva Porto (parcial), Rua da Arada, Rua do Encontro e Outras e Rua da Granja de Lordelo.

Anunciado em Junho de 2018, o “Rua Direita” representa um investimento global de 21 milhões de euros do Município e abrange a reabilitação de arruamentos do sistema viário municipal, dispersos por várias freguesias e correspondentes a antigos caminhos rurais, áreas urbanas em transformação ou ruas degradadas em tecido consolidado.

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Prémios de franchising distinguem imobiliário e construção

Prémios de Franchising 2022 da Associação Portuguesa de Franchising distinguiram melhores marcas na indústria nas suas diversas categorias. Os vencedores concorrem agora a Prémios Europeus de Franchising

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A Associação Portuguesa de Franchising (APF) premiou as melhores marcas da indústria em Portugal com os Prémios Franchising 2022. Em cerimónia realizada no Centro Cultural de Cascais, a APF distinguiu a performance das empresas em vários segmentos.

A Remax foi a grande vencedora, com a conquista da categoria Super Master de Franquiador do Ano e ainda uma Menção Honrosa em Resiliência. A mesma menção distinguiu a MaxFinance, UNU, Urban Orbas e Melom. Esta última obteve também o primeiro lugar em Marca Internacional e o segundo lugar em Franquiador do Ano (categoria Master), enquanto o terceiro lugar da mesma categoria foi alcançado pela MaxFinance.

A Fitness Factory destaca-se com dois primeiros prémios: Franquiador do Ano (categoria Jovem) e Resiliência. A House Shine venceu a categoria Pleno de Franquiador do Ano e ficou em segundo lugar na Resiliência enquanto a Best Travel foi primeira classificada na categoria Master de Franquiador do Ano e terceira em Resiliência.

O segundo lugar no prémio de Franquiador do Ano, categoria Jovem, foi entregue à UNU e o terceiro à Luzzo. Esta última foi ao mesmo tempo a vencedora do Prémio Franquiado do Ano, enquanto o Prémio Franquiado Emergente foi conquistado pela Harab’s.

”É com grande satisfação que distinguimos as marcas vencedoras dos Prémios Franchising 2022 pelo seu profissionalismo e empreendedorismo num contexto de incerteza e de adaptação a uma nova realidade”, afirma a Secretária-Geral e CEO da APF, Cristina Matos. “Os prémios valorizam o que de melhor fazem as marcas, franquiadores e franquiados e estimulam o crescimento do franchising como pilar do empreendedorismo, criação de emprego e desenvolvimento económico”, acrescenta.

Concorreram aos Prémios Franchising 2022 – que distinguem as marcas que actuam no mercado de franquias em Portugal pelas melhores práticas de gestão em franchising – dez empresas de diversos sectores de actividade.

A classificação foi alcançada depois da ponderação pontual entre um inquérito junto das redes de franquia a franquiados e colaboradores e uma avaliação de um júri independente. As categorias variam em função do número de franquiados, de unidades franquiadas e número de anos como franquiador enquanto a performance é avaliada nas suas dimensões global, económica, operacional, de relacionamento e de sensibilidade.

Facturação, unidades, diferenciação, presença internacional, apoio aos franquiados, formação e integração, diferenciação da marca, cultura organizacional e relacionamento entre franquiadores e franquiados forma alguns dos critérios avaliados nos Prémios Franchising 2022 da APF.

Este ano os prémios contaram com a categoria especial Resiliência, na qual as marcas foram avaliadas pelo impacto da Covid-19 na sua atividade e a forma como lidaram com o problema e o apoio aos franquiados e aquilo que as diferenciou durante a pandemia.

Concorreram aos Prémios de Franchsing 2022 da Associação Portuguesa de Franchising a maioria dos vencedores dos primeiros Selos de Excelência da APF, atribuídos durante a 25.ª edição da Expofranchise, em Março, e os primeiros classificados vão disputar os prémios da Federação Europeia de Franchise, numa cerimónia a ter lugar em Setembro, em Bruxelas.

O sector de franchising contabilizou, em 2020, 159 inaugurações, um valor que mesmo sendo um decréscimo comparativamente ao ano anterior revela-se surpreendente e a demonstrar uma tendência positiva. Já em 2019, o franchising representava 30 mil empresas e quase 200 mil postos de trabalho, distribuídos por 557 marcas, que geraram um volume de negócios de 11 mil milhões de euros. Neste período representou 5,8% do PIB.

“O franchising oferece aos franquiados um modelo de negócios que engloba know-how, procedimentos, propriedade intelectual, disponibiliza suporte no momento de implementação e permite um forte reconhecimento da marca. O processo associado ao sector ajuda a reduzir o risco associado a iniciar uma nova operação de negócios”, salienta Cristina Matos.

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Fórum acentua peso do financiamento especializado no PIB e exportações

As empresas portuguesas devem promover a sua adaptação aos desafios da sustentabilidade e da digitalização, e o financiamento especializado afirma-se como um dos veículos para a transição

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“Este é o momento de trabalhar em soluções inovadoras no financiamento especializado”, notou Rita Marques, Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, durante o Fórum ALF, que se realizou no passado dia 19. Numa proximidade de posições, o presidente da Associação Portuguesa de Leasing Factoring e Renting, Luís Augusto, aponta o sector como “impulsionador inequívoco do crescimento económico”. Num regresso da iniciativa ao modelo presencial, após dois anos de pandemia, a ALF juntou os associados em torno do tema “Financiamento especializado – O motor da transição na economia portuguesa”.

Rita Marques, Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, a quem coube a abertura do Fórum ALF, salientou a nova agenda de transformação para a década como parte fundamental do desenvolvimento económico neste período. Com a sustentabilidade e a digitalização enquanto condições para o sucesso empresarial no pós-pandemia, Rita Marques destacou que “estamos a virar uma página, tendo em conta as circunstâncias pandémicas em que vivemos até há uns meses”, pelo que, na óptica do Governo, “este é o momento de trabalhar novas soluções, soluções inovadoras a nível do financiamento especializado”.

Neste encontro decorrido no Centro Cultural de Belém, Luís Augusto, presidente da Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting, salientou a recuperação ao longo do ano passado – em alguns indicadores, para níveis de 2019, pré-pandemia –, explicando que “o financiamento especializado continua a posicionar-se como impulsionador inequívoco do crescimento económico. A evolução histórica do sector, mesmo em tempo de crise, assim o demonstra, e a recuperação iniciada em 2021 demonstra a resiliência frente aos fortes constrangimentos económicos dos últimos dois anos”, reforçou Luís Augusto.

São disso exemplo o renting, com um aumento da produção em 10,5% no número de viaturas ao longo do primeiro trimestre deste ano – recuperação homóloga a dois dígitos, ainda abaixo de 2019, mas que permite à ALF afirmar que “estamos a crer que o renting recuperará até final do ano para valores de 2019”.

Também o leasing, que no ano passado cresceu 5%, para cerca de 2,5 mil milhões de euros em financiamentos, soma um importante reforço no primeiro trimestre deste ano. De Janeiro a Março, a locação financeira cresceu 17,5% face ao período homólogo de 2021, fruto do forte contributo do imobiliário. “Contamos com mais 60 milhões de euros em operações novas, motivadas também pela melhoria do sector da construção em Portugal”, esclareceu o presidente da ALF. “São valores que nos deixam bastante optimistas para 2022, e que confirmam o papel crucial dos nossos associados para o crescimento da economia e para a sustentabilidade ambiental e inovação da economia portuguesa”, destacou Luís Augusto. Na senda da defesa ambiental, o financiamento especializado tem permitido o investimento em painéis solares e edifícios mais ecológicos, por exemplo.

A relevância dos bons instrumentos financeiros, bem como o papel da ALF na divulgação destes perante o tecido empresarial, foram destacados pela Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços. “Não se terá bons investimentos se não tivermos à disposição dos nossos empresários bons instrumentos financeiros, que muitas vezes podem não ser do conhecimento de todos os empresários, principalmente porque temos um tecido económico e empresarial, muito sustentado nas micro pequenas e médias empresas”.

À ALF cabe saber capacitar o tecido empresarial, destaca Rita Marques, num repto aos dirigentes e associados da ALF, seguido de uma assunção de responsabilidades próprias: “Numa reunião que tive com a direcção da ALF foram identificados vários constrangimentos que precisam de ser regulados”. Entre esses temas, afirma a secretária de Estado, contam-se “a elegibilidade de algumas despesas no quadro dos fundos comunitários” e outros de natureza fiscal. “Sabemos que a nível de operações de leasing e renting, temas como o IMT e o IMI, precisam de ser melhor acarinhados e melhor analisados da parte do Estado”, assumiu Rita Marques, acentuando a necessidade de simplificação administrativa, “uma das propostas que tive oportunidade de discutir com o presidente da ALF”, explicou durante a sua intervenção neste Fórum.

O presidente da associação, por seu turno, referindo-se também às reuniões conjuntas entre a ALF e o Governo, apontou, perante os associados, alguns dos argumentos utilizados em prol do financiamento especializado. Entre eles, a segurança do leasing no aproveitamento dos financiamentos, considerando que “sendo a Locadora proprietária jurídica do bem pode ele servir de garante de que não há desvios do investimento realizado”.


Exportações aceleram com ajuda do financiamento especializado

A nível europeu, Portugal é já o terceiro país onde o factoring mais pesa no Produto Interno Bruto, valendo, no acumulado ano passado, 16,4% do total da riqueza produzida em 2021. “É o valor mais alto da história do factoring em Portugal”, realçou Luís Augusto. Já relativamente à participação nas exportações, o factoring vale cerca de 5% do total, representando cerca de 4 mil milhões de euros.
Por seu lado, referindo-se ao segmento das exportações, Isabel Marques, directora da AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal), deu conta de uma transição na categoria dos bens exportados, de produtos indiferenciados, para outros “com incorporação de alguma inovação, design, tecnologia e maior valor
acrescentado. Temos que evoluir e transitar para perfil de produção que aporte mais valor, quer às empresas quer à economia”, instou a directora da AICEP perante uma assistência de dezenas de associados da ALF, designadamente das rentings e do sector financeiro.

Num encontro onde foram debatidas, para lá da transição exportadora, também a transição do tecido empresarial (tema analisado por Jorge Portugal diretor-geral da COTEC Portugal), a transição energética (explicada por Nelson Lage, Presidente da Agência para a Energia – ADENE), a transição digital (João Mota Lopes, Public Sector Lead da Oracle) e a transição da mobilidade (Rui Rei, presidente da Parques Tejo E.M.), coube ao director da Agência para a Competitividade e Inovação (IAPMEI), José Augusto do Vale, encerrar a sessão.

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Águas do Norte inicia empreitada de 1,5M€ em Chaves

A ligação do sistema do Alto Rabagão ao sistema de Arcossó tem como objetivo o incremento da resiliência global do sistema, permitindo, no limite, o abastecimento integral do sistema de Arcossó a partir de uma origem de elevado volume de armazenamento, a Albufeira do Alto Rabagão

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A Águas do Norte vai iniciar brevemente a empreitada de execução da ligação do subsistema de abastecimento de água do Alto Rabagão ao subsistema de abastecimento de água do Arcossó, no Município de Chaves. O investimento, no valor de cerca 1,5 milhões de euros e um prazo de execução de 300 dias, vai permitir o aumento da cobertura de abastecimento de água com origem no sistema do Alto Rabagão, e compreende a construção de uma conduta adutora gravítica numa extensão aproximada de 6,3 km, incluindo os respetivos equipamentos de regulação, segurança, controlo e automação.

A ligação do sistema do Alto Rabagão ao sistema de Arcossó tem como objetivo o incremento da resiliência global do sistema, permitindo, no limite, o abastecimento integral do sistema de Arcossó a partir de uma origem de elevado volume de armazenamento, a Albufeira do Alto Rabagão. A atual origem, a Albufeira de Arcossó, tem-se demonstrado algumas dificuldades no que diz respeito à quantidade e qualidade de água disponível, não oferecendo as garantias que a Águas do Norte considera necessárias para poder disponibilizar um eficiente e resiliente fornecimento de água ao sistema público de distribuição. Deste modo, e enquadrando o presente projeto no âmbito das medidas de adaptação às alterações climáticas, a construção desta infraestrutura permitirá a diversificação das origens de água mediante a interligação de sistemas de abastecimento.

Com a conclusão deste investimento, a Águas do Norte pretende melhorar em qualidade e quantidade o abastecimento de água a uma parte significativa da população residente, e a possibilidade de a mesma usufruir de um melhor serviço público de abastecimento de água o que permitirá uma melhoria significativa da sua qualidade de vida.

A Águas do Norte iniciou a atividade a 30 de junho de 2015 e, enquanto entidade concessionária do sistema multimunicipal de abastecimento de água e de saneamento do Norte de Portugal, em “alta”, é responsável pela captação, tratamento e abastecimento de água para consumo público e pela recolha, tratamento e rejeição de efluentes domésticos, urbanos e industriais e de efluentes provenientes de fossas séticas.

Assume ainda a exploração e gestão do sistema de águas da região do Noroeste, reunindo numa única entidade gestora, os serviços de abastecimento de água e de saneamento de águas residuais em “alta” (prestados aos Municípios) e em “baixa” (prestados aos utilizadores finais, os munícipes), de forma regular, contínua e eficiente.

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“Arquitectura dos Territórios Metropolitanos Contemporâneos” em debate no CIUL

Integrado na rubrica de “Aulas Abertas”, a 7ª edição, resultante de uma estreita colaboração entre o CIUL e o ISCTE-IUL, terá lugar no próximo dia 26 de Maio, entre as 9 horas e as 19 horas

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Integrado na rubrica de “Aulas Abertas” promovidas pelo CIUL – Centro de Informação Urbana de Lisboa e resultante de uma estreita colaboração entre o Centro e o ISCTE-IUL, terá lugar no próximo dia 26 de Maio a 7ª edição do Colóquio Arquitectura dos Territórios Metropolitanos Contemporâneos, onde serão apresentadas e discutidas as linhas temáticas de investigação em desenvolvimento no Doutoramento em Arquitectura dos Territórios Metropolitanos Contemporâneos (ATMC) do ISCTE-IUL.

O programa de Doutoramento em ATMC elege o território contemporâneo como tema central de debate, privilegiando por essa via o estabelecimento de ramificações de pesquisa numa ampla rede.

A linha científica que orienta este ciclo de estudos é acolhida pelas unidades de investigação DINAMIA’CET-IUL e ISTAR-IUL, resultando do cruzamento entre a arquitectura, a arquitectura paisagista, a arte pública e o desenvolvimento urbano. A construção deste corpo multidisciplinar clarifica a perceção relativa aos fenómenos metropolitanos e respectiva cultura contemporânea.

O colóquio resulta de uma componente lectiva obrigatória do segundo ano curricular do programa doutoral que se destina a enquadrar e acompanhar a investigação em curso. Integra, ainda, intervenções de curta duração proferidas por alunos do curso e por docentes e investigadores do ISCTE-IUL, com o objectivo de partilhar e debater os resultados da investigação que o programa doutoral em ATMC tem originado com uma audiência abrangente, que inclua cidadãos e especialistas não-académicos.

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Efapel cresce em vendas e reforça posição no mercados onde actua

Facturação global ultrapassou os 50 M€ e cresce 20% no mercado Ibérico e 25% nos restantes países onde actua

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A Efapel registou em 2021 um crescimento homólogo de 25% nas suas exportações, índice superior à performance global, que foi de mais 20%. A crescente procura dos produtos Efapel foi acompanhada de um forte investimento em novas tecnologias e melhoria de produtos, como também na ampliação da sua capacidade produtiva e de armazenamento, com a ampliação do actual edifício 2 da fábrica de Serpins para o dobro da área, que passou a ser de 18 mil m2.

Além disso, também as exportações da sua produção registaram um aumento de 30%. De referir, que a empresa exporta para mais de 50 destinos de todo o mundo, desde a Europa e África até ao Médio Oriente e América Latina.

O exercício de 2021 foi também marcado com o lançamento de produtos novos como a nova série de aparelhagem de embeber Latina e o sistema de Domótica Domus 40.

Actualmente, a Efapel conta com um quadro de 450 colaboradores, em cuja formação investe continuadamente. No âmbito da sua política de captação de novos quadros e de ligação ao meio envolvente, assinou protocolos de parceria com o Instituto Superior de Engenharia de Coimbra (ISEC), a Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (FEUC) e a Associação Para a Extensão Universitária (APEU-FEUC), com vista a desenvolver uma cultura de cooperação, aberta à partilha de conhecimento e aprendizagem num contexto empresarial.

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Sonae Capital vende activos do Troia Resort

Operação foi assessorada pelo departamento de Hotel Advisory da JLL. Valor transaccionado não foi revelado, mas consultora avança que comprador é um “player português”. Activos englobam Aqualuz Tróia Mar&Rio e The Editory By The Sea Tróia-Comporta, num total de 377 apartamentos

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A Sonae Capital, através das suas participadas, vendeu um conjunto de activos hoteleiros em Tróia, tendo a operação sido mediada pela equipa de Hotel Advisory da consultora JLL. Este negócio é uma das maiores operações de investimento imobiliário em hotéis realizada no mercado português desde o início do ano. Embora valor transaccionado não tenha sido divulgado, a JLL informou tratar-se de um “player português”.

Nesta operação, a The Editory Hotels, unidade de negócio de Hospitality da Sonae Capital manterá a gestão destes activos.

Os activos incluem o Aqualuz Tróia Mar&Rio e o The Editory By The Sea Tróia-Comporta, num total de 377 apartamentos, além de espaços para reuniões e eventos – incluindo um centro de eventos com capacidade máxima para 600 pessoas – três restaurantes, spa, sala fitness, piscina interior e exterior e jardim, entre vários outros equipamentos e serviços.

Segundo Karina Simões, head of Hotel Advisory da JLL, esta operação vem confirmar que, actualmente, há um grande apetite em investir no sector hoteleiro em Portugal, e não apenas em activos de cidade ou destinos turísticos mais consolidados, como Lisboa, Porto ou o Algarve”.

“No entanto, apesar da solidez da procura e ainda que se diga que existem muitos hotéis para venda em Portugal, a verdade é que nem toda a oferta disponível no mercado consegue dar resposta aos critérios de investimento, pois muitas vezes são unidades de pequena dimensão, sem marca associada e com localizações secundárias. Por isso, quando surge no mercado activos como estes, o interesse dos investidores é imediato, dando início a um processo de venda muito disputado, como foi o caso”, acrescenta responsável.

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Estudo: “Reconectar é a nova tendência global”

Segundo o Savills Impact prevê-se uma diminuição global da procura de escritórios em toda a Europa entre 8-10% à medida que as empresas se adaptam às novas formas de trabalho

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2022 é o ano em que a Humanidade começa a emergir da pandemia, o ano em que o mundo começa a voltar ao normal. Ao mesmo tempo que as pessoas voltam à sua rotina, a Savills lança o seu estudo Impacts 2022que pretende explorar a nova tendência global – “Reconectar”.

Depois de dois anos em que a pandemia manteve as pessoas mais afastadas, 2022 representa o regresso a alguma normalidade, o ano em que as principais cidades do mundo estão a retomar a sua actividade e que as pessoas procuram uma reconexão ao seu local de trabalho exigindo, no entanto, uma maior qualidade de vida, flexibilidade e políticas de sustentabilidade. É este novo paradigma que a Savills pretende abordar no seu estudo Impacts 2022que explora nova tendência global – “Reconectar”.

Esta edição do Savills Impacts aborda perspectivas sobre a nova era do trabalho, o futuro das cidades resilientes, o comércio/retalho físico, as oportunidades do mercado imobiliário e a realidade actual da cadeia logística.

Uma nova era do trabalho

As pessoas estão a reconectar-se ao seu local de trabalho, mas também a exigir uma nova realidade. As novas tecnologias, alterações demográficas e o impacto da Covid-19 transformaram a forma como a sociedade global experiencia o mundo. As prioridades passaram agora a ser a tecnologia – potenciadora de trabalho remoto – a diversidade, o talento e o espaço de trabalho enquanto lugar que proporciona bem-estar e qualidade de vida. Perante os novos factores prioritários, as empresas deverão adaptar-se ao “novo normal” para atrair e reter talento, através da diversidade e do trabalho flexível, o que permitirá aumentar os níveis de satisfação e a integração dos colaboradores.

Como exemplo desta nova era do trabalho, a cidade de Lisboa foi recentemente eleita como o destino preferido dos nómadas digitais, oriundos de todo o mundo, e o Algarve conquistou a 4ª posição como destino favorito para os nómadas digitais trabalharem.

O inquérito Savills Office FiT 2021 concluiu que 12% dos trabalhadores revela interesse por espaços de coworking, em comparação com 3% verificados em 2020. Prevê-se que o tipo de espaço flexível se torne ainda mais diversificado, com localizações disponíveis no centro das cidades como em áreas suburbanas.

No entanto, a procura de espaço flexível é também susceptível de aumentar com o crescente número de pessoas que optam por trabalhar por conta própria. No Reino Unido, os pedidos de espaço flexível para escritórios aumentaram 82% em relação aos níveis pré-pandémicos. A Savills prevê uma diminuição global da procura de escritórios em toda a Europa entre 8-10% à medida que as empresas se adaptam às novas formas de trabalho.

Os green offices registam também uma tendência crescente à medida que as preocupações com as políticas de ESG são cada vez mais prementes. Os EUA e cidades como Londres, Paris, Pequim e Xangai são os locais que apresentam o maior número de escritórios com certificados verdes. Em média, 28% do stock total nas 20 principais cidades globais tem o certificado verde, o que significa que mais de 70% do stock existente deverá sofrer alterações no futuro.

Oportunidades e desafios para o sector imobiliário

O investimento global em apartamentos atingiu um valor recorde de mais de 478 mil milhões de dólares em 2021 e, no terceiro trimestre do ano, o investimento excedeu pela primeira vez o mercado dos escritórios.

Na maioria dos países, os retornos totais do investimento para a habitação em 2020 foram de 5,5%-8,3%. O aumento do investimento em habitações multifamiliares levou a que os rendimentos líquidos atingissem níveis mínimos de 3% ou menos, na maioria das geografias.

A procura de habitação para arrendamento, especialmente habitação acessível, pode aumentar durante períodos de incerteza, nomeadamente se os critérios de empréstimo mais rigorosos reduzirem a procura. A procura tem sido impulsionada sobretudo por jovens que se deslocam para centros urbanos para trabalhar e estudar e, neste sentido, é pouco provável que esta situação seja alterada pela Covid-19 a longo prazo.

Um outro desafio para os investidores é a crescente intensidade operacional dos activos para arrendamento. Numa fase pós-pandémica, os ocupantes passam mais tempo em casa e focam-se em aspectos como o bem-estar e a conveniência, sendo essencial uma divisão entre o espaço de escritório e a esfera familiar. Após a experiência de confinamento, os espaços exteriores e janelas de maior dimensão tornaram-se um pré-requisito, ao mesmo tempo que o interesse pela segurança e saneamento foi reforçado.

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Alunas de arquitectura representam Portugal em concurso internacional da Saint-Gobain

O projecto “The Green Community” tem a marca das estudantes Adriana Pinto e Inês Matos e conta com o contributo da professora Clara Vale, da FAUP

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No âmbito do Concurso Internacional Saint-Gobain para Estudantes de Arquitectura, a Saint-Gobain Portugal seleccionou o vencedor da fase nacional, que parte agora em representação do país para Varsóvia, no Architecture Student Contest 2022. A capital europeia abraça, entre os dias 8 e 10 de Junho, a etapa final do concurso. O projecto inclui, pela primeira vez, estudantes portugueses. Cada país leva a concurso uma ideia vencedora, escolhida e apurada, de forma igual, numa fase nacional.

O desafio proposto na presente edição envolveu a revitalização de uma área, localizada junto à estação ferroviária de Warszawa Wschodnia, na cidade de Varsóvia, através de uma combinação de funções de ativação social e residencial. O programa para um quarteirão de 14.500 m2, define como objectivos a criação de um centro de encontro e entretenimento num antigo edifício industrial existente, tendo em conta as directrizes dos responsáveis locais pela conservação e património, e o projeto de apartamentos de estudantes na nova parte residencial, a criar no restante espaço do quarteirão.

“The Green Community” tem a marca das estudantes Adriana Pinto e Inês Matos e conta com o contributo da professora Clara Vale, da Faculdade de Arquitetura do Porto (FAUP) e vai representar Portugal, onde concorre juntamente com 25 nações e acima de meia centena de projectos.

As alunas projectaram uma comunidade verde, que pretende fundir a nova construção com a renovação de um edifício industrial existente, criando um espaço calmo, conformado e colectivo. Procurando criar o menor impacto possível sobre os recursos utilizados e as zonas verdes, é proposta a reutilização do tijolo, proveniente das demolições, no revestimento dos novos edifícios. Já a luz solar é utilizada, não só para a produção de energia, mas também para o conforto térmico, através do efeito de estufa permitido pelas clarabóias ajustadas à orientação solar.

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Alojamento Local: LovelyStay espera resultados de 7 M€ e 13 mil reservas para este Verão

O objetivo, até o final do ano, é ultrapassar os 18 milhões de euros de rentabilidade bruta

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A LovelyStay, empresa especialista no mercado de alojamento local no País, estima um crescimento, nos meses de Junho, Julho e Agosto, em mais de 250% (face ao período homólogo), o que se traduz numa receita bruta em reservas superior a 7 milhões de euros.

Só em Abril deste ano, a LovelyStay teve uma receita bruta de mais de 1,3 milhões de euros em reservas, um resultado diferenciador para um período pré-época alta. Desta forma, a empresa termina os primeiros quatro meses do ano com uma rentabilidade, para os seus proprietários, de mais de três milhões e 180 mil euros, um aumento significativo quando comparado com os anos anteriores, já que em 2021 teve uma facturação de mais de 585 mil euros e, em 2020, de mais de 657 mil euros.

“Quando iniciámos a nossa actividade, entrámos num mercado que já se encontrava em crescimento e resolvemos por isso profissionalizar a oferta de serviços de gestão de forma a trazer as melhores experiências aos hóspedes e, claro, uma maior rentabilidade aos nossos clientes. Hoje, dispomos de um serviço premium que ajuda os proprietários de alojamento local desde o início, ou seja, desde o processo de decoração do imóvel, a estratégias de preços assim como todos os aspetos diários inerentes à gestão completa da sua propriedade”, afirma William Tonnard, CEO da LovelyStay.

Para 2022, já considerado um dos melhores anos para o turismo em Portugal, a expectativa é que a LovelyStay continue a faturar pelo menos 30% acima da concorrência. A expectativa da empresa é de fechar o ano com uma rentabilidade bruta, ao nível de reservas para os seus proprietários, de mais de 18 milhões de euros.

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