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Globaldis apresenta novo catálogo de soluções 360º

O novo catálogo apresenta soluções que vão desde portas a pavimentos e madeiras para aplicações decorativas e/ou estruturais, passando pelos painéis, componentes e roupeiros

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A Globaldis acaba de apresentar ao mercado português o seu novo catálogo Soluções 360º. Inspirar e dar a conhecer o seu portfólio de projectos de referência em áreas como habitação, hotelaria, saúde e educação é o objectivo da marca com o lançamento deste trabalho. Além deste propósito, a Globaldis deseja oferecer uma ferramenta de apoio imprescindível para profissionais do sector da construção.

O novo catálogo Soluções 360º proporciona uma vasta gama de soluções que vão desde portas a pavimentos e madeiras para aplicações decorativas e/ou estruturais, passando pelos painéis, componentes e roupeiros, privilegiando continuamente o desenvolvimento e apresentação de propostas à medida de grandes projectos de autoria arquitectónica. A Globaldis oferece, desta forma, um serviço de consultoria e desenvolvimento de soluções capazes de apoiar de forma integrada e completa arquitectos e construtores, com as melhores opções para os diferentes trabalhos de remodelação e nova construção.

Para apoiar e acompanhar de forma estreita os profissionais do sector, e com vista a manter uma elevada eficiência logística, bem como a máxima eficácia de actuação comercial, a Globaldis dispões de showrooms próprios em Lisboa, este especialmente dedicado a profissionais da arquitectura, Vale de Cambra e Albufeira. Aos showrooms somam-se três centros de distribuição localizados em Vale de Cambra, Perafita e Albufeira.

Com esta oferta integrada, a Globaldis apresenta-se como um player de referência capaz de dotar qualquer projecto com serviços premium que vão desde o design e acabamento até soluções construtivas e técnicas.

Em linha com as últimas tendências, a Globaldis deseja assim inspirar clientes e parceiros e sugerir um conjunto de opções que vão desde as mais exclusivas às mais sofisticadas e minimalistas, colocando em destaque a autêntica essência da madeira.

O novo catálogo Soluções 360º poderá ser consultado através no novo site da marca.

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Construção

Mais de um terço dos edifícios em Portugal precisa de reparações

Em quase 5% do total de edificado são necessárias reparações “profundas”, indica estudo do Instituto Nacional de Estatística

Mais de um terço (35,8%) dos edifícios em Portugal precisa de reparações, com 9,4% a necessitar de reparações médias e 4,6% de reparações profundas, segundo um estudo do INE apresentado esta quarta-feira.

“Dos 35,8% de edifícios que necessitavam de reparações (1.278.826 edifícios), 21,8% necessitavam de reparações ligeiras (780.126 edifícios), 9,4% de reparações médias (335.599 edifícios) e 4,6% de reparações profundas (163.101 edifícios)”, refere o estudo “O que nos dizem os Censos sobre a habitação”, hoje apresentado na sede do Instituto Nacional de Estatística (INE), em Lisboa.

O INE assinalou que não foram verificadas “grandes discrepâncias regionais”.
O Alentejo Central, o Baixo Alentejo e o Algarve eram as regiões que apresentavam maiores proporções de edifícios sem necessidades de reparação, com 75,1%, 71,6% e 70,7%, respetivamente.

Por sua vez, a Região de Coimbra, a Região Autónoma da Madeira e a Área Metropolitana do Porto apresentavam o “parque habitacional com estado de conservação menos favorável”, por, respetivamente, 43,5%, 43,0% e 41,3% dos seus edifícios a precisarem de intervenções de algum tipo.

O INE refere que não foram registadas “diferenças significativas quanto ao estado de conservação dos edifícios, atendendo ao número de pisos”.

“Ainda assim, os edifícios que não tinham necessidades de reparação representavam 72,2% dos edifícios com três pisos e 68,3% dos edifícios com sete ou mais pisos. Os edifícios com necessidades de reparação profundas representavam 6,8% dos edifícios com um piso, diminuindo para 0,6% nos edifícios com sete ou mais pisos”, assinala o instituto estatístico na sua análise aos Censos 2021.

Entre os alojamentos familiares clássicos, 3,3% estão em edifícios com necessidades de reparação profundas (197.066), sendo o valor mais elevado para a residência secundária (2,8%, 30.682 alojamentos) do que para a residência habitual (1,4%, 57.465 alojamentos).

Entre os alojamentos familiares clássicos com necessidades de reparações profundas, 55,3% encontravam-se vagos e 29,2% estavam a ser utilizados como residência habitual.

Num debate após a apresentação do estudo, a diretora do Observatório da Habitação, do Arrendamento e da Reabilitação Urbana, Maria da Graça Igreja, registou que é importante que estes problemas sejam enfrentados e que deve haver um entendimento se estas necessidades são “mais intensas, se são menos intensas”.

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Qantara Capital investe na maior plataforma logística verde em Portugal

Qantara Capital vai investir centenas de milhões de euros no desenvolvimento Grândola Logistics Park – Euro Atlantic (GLPEA). A nova plataforma logística de 130 hectares acaba de ser considerada Projecto PIN e promete ser um player chave para a indústria a nível internacional. A construção deverá arrancar este ano, com o início das operações previsto para 2024

O município de Grândola vai receber um dos maiores parques logísticos privados em Portugal, o Grândola Logistics Park – Euro Atlantic (GLPEA) será um hub chave que irá reforçar a supply chain euro-atlântica. O projecto foi reconhecido como Projecto de estatuto de Potencial Interesse Nacional (PIN) pela CPAI (Comissão Permanente de Apoio ao Investidor). A Qantara Capital, empresa privada suíça de investimento e consultoria, é a entidade responsável pelo desenvolvimento do Grândola Logistics Park – Euro Atlantic (GLPEA), que promete ser um game-changer na indústria logística a nível nacional e europeu.

Trata-se de um investimento de centenas de milhões de euros, numa área de 130 hectares divididos em megalotes, com um total de 670.000 metros quadrados de área de construção destinados a logística, indústria e serviços, 300.000 metros quadrados para infrastruturas adjacentes e 330.000 metros quadrados para áreas verdes.

“É para nós uma enorme honra e um verdadeiro selo de qualidade termos sido considerados um Projecto PIN. Vamos construir a maior plataforma logística privada de Portugal e uma das mais verdes da Europa. A par da expansão no e-commerce e nearshoring, os eventos desde 2020 destacaram a importância estratégica do corredor comercial euro-atlântico, onde Portugal está a tornar-se protagonista. A escala, a localização e a intermodalidade do GLPEA reflectem esta nova realidade. Com o GLPEA estamos de facto a criar um novo hub logístico na península Ibérica e saudamos o apoio da AICEP para o fazer,” salienta Hadrien Fraissinet, CEO da Qantara Capital.

O GLPEA está ligado à via rápida IC1, a 8km do centro do município de Grândola e da auto-estrada A2, a 100 km de Lisboa. O projecto tem também ligação ferroviária directa ao Corredor Internacional Sul, que por sua vez conecta o Porto Internacional de Sines a Espanha. Com estação ferroviária privada, o GLPEA funcionará como uma plataforma intermodal, uma porta de ligação entre o interland europeu e o atlântico.

A nova plataforma irá criar, no mínimo, 1.000 novos postos de trabalho até ao final do projecto e a Câmara Municipal de Grândola espera acolher o mesmo número de residentes directamente associados ao projecto.
“Entre os principais objectivos da autarquia de Grândola está a atracção de investimento com o objectivo de impulsionar o desenvolvimento socioeconómico e, consequentemente, aumentar a qualidade de vida da nossa população. A construção do GLPEA está totalmente alinhada com estas prioridades. Mais importante ainda, este projecto proporcionará a diversificação do turismo de uma forma sustentável,” refere António Figueira Mendes, presidente da Câmara Municipal de Grândola.

A promoção e comercialização do GLPEA será assegurada pela CBRE Portugal. Para a consultora “o GLPEA surge para dar resposta a uma crescente procura de espaços de dimensão, flexíveis e alinhados com os mais altos padrões a nível de ESG. Portugal é cada vez mais um destino de players internacionais e as características deste especificas deste projecto bem como as suas extraordinárias ligações rodoviárias e ferroviárias ao Porto de Sines bem como a Lisboa, Porto e Espanha irão ajudar a consolidar Portugal como destino preferencial para empresas industriais e intervenientes do sector de supply chain a nível mundial”.

A construção deverá arrancar já em 2023, com o início das operações previsto para 2024.

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O investimento imobiliário global irá recuperar no segundo semestre de 2023

Na sua perspectiva global sobre o sector imobiliário para 2023, a equipa de Research da Savills World afirma que o aumento do valor do capital, na maioria dos sectores imobiliários de todo o mundo, será apenas marginal em 2023, mas a expectativa é que a actividade de investimento recupere no segundo semestre

Numa actualização do relatório Impacts, o programa global de investigação da Savills, a consultora afirma esperar que a actividade de investimento recupere na segunda metade de 2023, à medida que as perspectivas económicas melhorem, e que se normalize de acordo com os níveis médios a longo prazo. A “quantidade de dinheiro” disponível para investimento imobiliário, que no final de 2022 era de 828 mil milhões de dólares, observou uma diminuição year-on-year, mas ainda assim, 80% superior relativamente aos níveis de 2019 / pré-Covid-19.

Para contrariar o baixo valor de capital e o crescimento moderado do arrendamento, a Savills acredita que os investidores se concentrarão nas escolhas core e nas estratégias de value-add (reajustamento, reposicionamento, enfoque nas lacunas da oferta).

Nesse sentido, é esperado que os escritórios de primeira linha, em localizações prime CBD, em mercados centrais (Londres, Paris, Berlim, Tóquio, Singapura, Sidney) com taxas de ocupação elevada, mantenham sua atractividade para abordagens core/core plus, com foco na eficiência energética, na excelência do design e na certificação verde, apesar desta oferta permanecer reduzida. Ainda neste segmento, o arrendamento prime pode aumentar em vários mercados-chave, numa combinação de pressões inflacionistas e de disponibilidade limitada de stock para a classe alta.

A logística de primeira linha nos principais trade hubs e em países com taxas de penetração de crescimento do comércio electrónico continuará a estar no topo das estratégias dos investidores. Embora a procura seja expectável que abrande após a actividade dinâmica verificada durante a pandemia Covid-19, a baixa taxa de disponibilidade e a pressão ascendente sobre as rendas deverão ser mantidas.

O segmento Multifamily é uma das poucas classes de activos em que os proprietários podem reajustar regularmente as rendas para captar o crescimento, com propriedades construídas de raiz em alguns mercados igualmente isentas dos regulamentos de arrendamento. Carências estruturais e níveis relativamente baixos de novas construções residenciais em grandes cidades dos EUA, Japão, Alemanha, Austrália, Reino Unido, Escandinávia, Espanha e França irão impulsionar o retorno dos rendimentos, embora a acessibilidade dos preços esteja a tornar-se cada vez mais uma questão política.

As estratégias de valor acrescentado, incluindo a adaptação de edifícios de escritórios mais antigos a padrões ecológicos e o reposicionamento de bens com elevadas taxas de ocupação em utilizações alternativas, incluindo a área da saúde, residencial e hotéis, continuarão na vanguarda em 2023; no entanto, os elevados custos de construção e de renovação permanecerão uma grande adversidade para os investidores que procuram rendimento.

O aumento das taxas de juro e a tendência de correcções de preços, pode desencadear algumas perturbações nas vendas, embora em menor grau do que durante a crise financeira de 2007-2009, uma vez que os níveis de progressão são mais baixos. É provável que os investidores com perfil oportunístico tirem partido de activos com valor a longo prazo através de uma gestão dinâmica de activos e de reposicionamento, em especial redireccionando o retalho e os escritórios para localidades secundárias nas principais cidades (EUA, Reino Unido, Austrália), para fins residenciais, hotéis, área da saúde, logística de etapa final ou utilização mista.

As modificações estruturais, incluindo a inovação tecnológica, os riscos das alterações climáticas e a demografia, continuam atractivas para certos tipos de activos alternativos. As maiores apostas da Savills incluem centros de dados e de saúde nos EUA, Reino Unido, Europa, Índia, China e Austrália, mercado senior e residencial nos EUA, Reino Unido, Europa, Japão e Austrália, e infraestruturas de energias renováveis em todas as geografias.

, afirma: “A realidade é que, no início de 2023, uma enorme quantidade de capital continua à espera de ser aplicado em bens imobiliários em todo o mundo. Embora neste mercado os compradores estejam mais cautelosos e precisem potencialmente de explorar mais planos de negócios específicos de activos, na ausência de uma generosa viabilização de dinheiro, e com o retorno de crescimento do investimento no mercado do arrendamento, as perspectivas a longo prazo dos imóveis como classe de activos de investimento permanecem robustas. A actual oportunidade de adquirir activos de primeira categoria, em todos os sectores, a preços com algum desconto, é convincente para muitos investidores”, constata Rasheed Hassan, Head da Savills Global Cross Border Investment.

“Para 2023 antevemos que as decisões de investimento sejam tomadas com mais cautela, com uma estratégia mais pronunciada de wait and see. O aumento dos custos de financiamento estão a criar um desequilíbrio de expectativas entre compradores e vendedores. Os activos de escritórios vão sempre permanecer no topo das preferências dos investidores. Mas, vamos assistir a uma maior diversificação das carteiras como estratégia adoptada pelos investidores que desejem equilibrar o seu grau de exposição, tais como o investimento em segmentos residenciais e alternativos, nomeadamente os de senior living, health care e student housing, uma vez que existe uma falta de oferta existente no mercado”, sublinha Alexandra Portugal Gomes, Head of Research & Communications da Savills Portugal

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Tétris arranca 2023 com mais de 36 M€ em obras adjudicadas

Prosseguindo a estratégia dos últimos anos, a Tétris pretende “continuar a crescer e apostar nas áreas de hotelaria e retalho ao longo deste ano, enquanto cimenta a sua posição de liderança nos escritórios”

A Tétris, empresa do grupo JLL que presta serviços de design e construção, registou “mais um ano memorável”, encerrando 2022 com um volume de negócios recorde de 57 milhões de euros. Esta facturação representa um crescimento de 3% face a 2021 e posiciona o volume de negócios da empresa acima dos 50 milhões de euros pelo terceiro ano consecutivo.

Do volume de facturação total da Tétris, 68% resultam de projectos desenvolvidos para a área de escritórios, destacando-se também as duas áreas de grande aposta da empresa nos últimos anos, nomeadamente a hotelaria e retalho. Cada uma destas áreas contribuíram com 11% para o volume de negócios em 2022, continuando com um crescimento robusto.

O volume de negócios da Tétris incluiu, ainda, a execução de projectos de arquitectura e especialidades, incluindo prescrição e fornecimento de mobiliário. Esta última, sendo uma nova área de actuação da Tétris, que corresponde já a um valor de facturação de 5%.

Na sequência de um ano de novo recorde de facturação, 2023 arranca também de forma muito positiva para a empresa, que contabiliza já obras adjudicadas no valor de mais de 36 milhões de euros, montante que equivale a cerca de 62% do volume de facturação projectada para o ano. Prosseguindo a estratégia dos últimos anos, a Tétris pretende “continuar a crescer e apostar nas áreas de hotelaria e retalho ao longo deste ano, enquanto cimenta a sua posição de liderança nos escritórios”.

Com uma forte presença no segmento dos escritórios, Carlos Cardoso, managing director na Tétris, realça a “crescente procura do sector da hotelaria e retalho, no sentido de adaptarem os seus espaços”. Além disso, “tem crescido os trabalhos em portfólios imobiliários detidos por investidores, que estão focados em fazer as melhorias e reformulações nos seus edifícios para adequação aos mais elevados requisitos na área da sustentabilidade.”

Em 2022, a empresa integrou no seu portfólio mais de duas dezenas de novos projectos nas mais diversas áreas, aumentando a sua expressão no mercado de hotelaria e turismo com intervenções executadas num dos núcleos de villas do conceituado Six Senses Douro Valley, no Vale do Douro ou o upgrade do Hotel dos Capuchos para um Crowne Plaza, do Grupo IHG, para o fundo DHM. Em retalho, evidenciam-se projectos como a Mango nas Amoreiras, a Guess no Cascais Shopping e na gama de luxo, a loja de alta relojoaria Vacheron Constantin e a Yves Saint Laurent na Avenida da Liberdade, além de espaços de conceitos inovadores de restauração como a loja Honest Greens no Chiado e na Rodrigues Sampaio. Na área de escritórios, um dos projectos mais emblemáticos de 2022 foi a sede da Natixis no Porto, a qual traz uma proposta completamente disruptiva no âmbito dos novos espaços de trabalho que colocam a experiência do utilizador no centro. Outras sedes de empresas executadas pela Tétris foram os escritórios da Bayer no World Trade Centre, da Ferring no Lagoas Park e da Airbus, no Exeo Office Campus.

“Para 2023, continuamos a perspectivar um volume de trabalho considerável em escritórios e retalho, bem como no turismo, onde o ano passado marcou a recuperação da actividade”, revelou, ainda, Carlos Cardoso.

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Prevemos um crescimento entre os 1,5% e os 4,5%” no segmento profissional

Disponibilidade, rapidez e preço justo são as principais necessidades dos clientes profissionais, cujo volume de vendas na Leroy Merlin já ultrapassou os 140 M€. Para este segmento, a empresa prepara, ainda este ano, o lançamento de linhas de crédito dedicadas, reforço de gamas e de stocks, assim como uma equipa com formação específica

O segmento profissional tem vindo a crescer acima da inflação e conta com “uma forte ambição” para 2023, com “um conjunto de soluções personalizadas, desenhadas a pensar no cliente profissional”, confirma ao Construir, Pedro Cabral, director de Negócio PRO na Leroy Merlin Portugal. Apesar da incerteza económica, “a procura ainda se situa num bom patamar”

Qual foi o volume de negócios referente à área Leroy Merlin PRO?

Considerando todos os canais, desde as 50 lojas físicas que temos espalhadas pelo país ao online, hoje já temos mais de 40 mil clientes e um volume de vendas acima dos 140 milhões para o cliente PRO.

Sendo esta uma área em crescimento qual o investimento previsto para responder a esta estratégia?

Esta é considerada uma área estratégica para a empresa e o investimento está de acordo com a sua relevância, tanto a nível online como offline. A nossa ambição para o futuro próximo é duplicar os meios dedicados a este target e conseguir ter uma equipa com cobertura nacional, que será ainda mais reforçada com a formação específica que estamos a preparar nos domínios de produto, noções comportamentais e ofício.

Quais as necessidades específicas que identificam no cliente profissional?

Com uma postura e comportamento de compra claramente diferente, o cliente profissional tem como principais necessidades a disponibilidade, a rapidez e o preço justo. A Leroy Merlin tem como objectivo, mais do que ser um mero fornecedor de produto, acima de tudo ser um parceiro de confiança que vá de encontro às diversas necessidades desta tipologia de cliente, tais como uma visita ao negócio com muito mais frequência, promoção de um DATA mais regular, a procura de uma visita mais ágil, encomendas mais complexas, o negociar do preço, um digital adaptado, um conhecimento especialista que procura marcas, produtos ou serviços, uma logística taylor made e um sistema de conta corrente.

Tendo já uma actuação pensada para os profissionais, que outras iniciativas estão previstas a curto prazo para este segmento?

Em 2023, vamos implementar uma série de soluções personalizadas, desenhadas a pensar no cliente profissional que nos procura e que mantém a confiança na Leroy Merlin enquanto parceiro preferencial para as suas necessidades de produto. Além de preços especiais e de campanhas exclusivas, iremos ter linhas de crédito dedicadas, que nos permitirá oferecer condições de pagamento extra para clientes profissionais. Adicionalmente, aumentaremos a gama em variedade e disponibilidade, integrando mais soluções, marcas reconhecidas do mercado e vamos reforçar o stock em mais de 1500 referências.

Estas iniciativas vêm juntar-se a outras já existentes desde 2021, como a criação do Assessor Profissional, um colaborador Leroy Merlin que tem como principal responsabilidade a gestão de uma carteira de Clientes PRO, acolhendo, escutando, aconselhando e acompanhando de forma omnicanal e personalizada, assegurando uma relação de confiança e continuada no tempo com o cliente. Desta forma, acreditamos que estamos no bom caminho para conseguirmos responder a todas as necessidades específicas que identificamos nesta categoria de cliente.

Perante a incerteza da economia e do aumento generalizado dos preços das matérias-primas, sentem de alguma forma algum abrandamento nesta área de actividade?

De momento, não é essa a nossa visão. Crescemos acima da inflação e temos uma ambição forte para 2023. Acreditamos que a procura ainda se situa num bom patamar apesar da incerteza económica e da inflação. Ainda existe procura tanto para construção nova, como para reabilitação ou para manutenção. Nesse sentido, prevemos um crescimento entre os 1,5% e os 4,5%, já contando com as licenças de construção aprovadas, mas cuja obra não avançou.

Segundo os dados mais recentes do INE, referentes a Novembro de 2022, os custos de construção de habitação nova subiram 11,7% comparativamente a 2021. Assim, e perante este contexto, é agora mais importante do que nunca para os clientes profissionais contarem com parceiros como a Leroy Merlin que dispõem do bom conhecimento para alcançar o resultado desejado e evitar custos dispendiosos.

As nossas equipas estão sensíveis a estes fenómenos, com propostas claras e concretas de adaptação no sentido de mitigar impactos.

Numa perspectiva de crescimento da marca, ponderam a aquisição de activos que possam contribuir para esse objectivo?

A Leroy Merlin é uma empresa responsável com o impacto positivo e comprometida com os clientes. Neste sentido está constantemente a testar novos modelos e soluções para melhor servir todas as comunidades, sejam elas o reforço de activos existentes ou alargamento do parque físico (lojas e entrepostos) ou online. Este ano, teremos investimentos fortes com uma nova plataforma online, bem como com a construção de um entreposto de grandes dimensões. Mas não é só no meio físico que nos reforçamos, pois como já referi anteriormente ampliamos as equipas em quantidade e qualidade, através do upskilling e do reskilling, trazendo mais conhecimento e confiança, bem como garantindo uma visão clara das novas tendências de mercado, seja em produto, técnicas e aplicações.

Sobre o autorCidália Lopes

Cidália Lopes

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29-05-2020 MARTINHO OLIVEIRA – CEO AFA
(Foto Joana Sousa)

Engenharia

AFAVIAS em expansão com reforço da actividade em África e em Portugal

2021 e 2022 foram anos de forte crescimento para a empresa de construção e engenharia do Grupo AFA. Com uma carteira de obras “adjudicadas, contratualizadas, negociadas e, em alguns casos, financiadas” superior a 1.000 milhões de euros, a expansão é a estratégia que o Grupo tem delineada para 2023

2023 será um ano de expansão e crescimento para a AFAVIAS, a empresa de engenharia e construção do madeirense Grupo AFA deposita as suas expectativas no mercado nacional e, sobretudo, em África, mais particularmente em Angola. Este país africano foi responsável, num passado recente, por cerca de 70% da facturação anual da AFAVIAS e a previsão é de que, em 2023, África volte a ser a geografia mais representativa, à boleia, uma vez mais da actividade no mercado angolano, como avançou Martinho Oliveira, CEO da AFAVIAS

A Construção e Engenharia está na génese do Grupo AFA. Esta é a área que ainda tem maior peso no volume de facturação do grupo?

A construção continua a ser a actividade com maior peso na facturação do Grupo AFA, variando em função da sazonalidade do mercado imobiliário, representando, em média, mais do que 60% do volume da facturação total. Em 2021, o volume de negócios da AFAVIAS (área da construção) rondou os 145 milhões de euros, o que representou um crescimento, em todas as geografias onde operamos, que excedeu em 30% a facturação alcançada em 2020. Para 2022, prevemos que o volume de negócios da AFAVIAS ronde os 200 milhões de euros.

Qual o volume de carteira de obras da AFAVIAS? E como tem esta evoluído?

Actualmente, a nossa carteira de obras adjudicadas, contratualizadas, negociadas e, em alguns casos, financiadas, ascende a 1.000 milhões de euros, sendo de salientar que cerca de 85% se localizarão fora da Região Autónoma da Madeira, com especial incidência em Angola.

Quanto desse crescimento e volume de obras [da AFAVIAS] vem de fora do Grupo AFA?

Existe de facto, uma forte interligação entre a área da construção e as demais actividades, que resultam dos outros dois pilares do Grupo AFA, a Imobiliária e a Hotelaria. Na verdade, a AFA Real Estate é, neste momento, o cliente, na área da construção civil mais representativo da AFAVIAS por conta dos novos projectos residenciais em execução em particular na Região Autónoma da Madeira. Relativamente ao volume total de obras, 20% dizem respeito a trabalhos executados para empresas do grupo e 80% para clientes externos.

No caso da hotelaria, a AFAVIAS foi responsável pela construção de hotéis do grupo, nomeadamente, o Calheta Beach, Saccharum, Savoy Palace e NEXT, assim como, executou obras de remodelação do Royal Savoy e Gardens.

Que geografias são hoje determinantes para a operação da AFAVIAS?

A internacionalização da empresa AFAVIAS iniciou-se em 2007, como resposta à diminuição da actividade na Madeira no contexto da crise financeira e recessão económica à época. Em termos de volume de facturação, e depois da Madeira, Angola continua a ser o nosso mercado mais representativo, tendo o mesmo, num passado recente, representado mais de 70% da facturação anual da AFAVIAS. É nossa convicção que já em 2023, África, volte a ser o nosso mercado mais representativo, naquilo que concerne ao volume de facturação. Mantemos representações comerciais na Guiné Equatorial, Colômbia e realizamos obras de grande dimensão na Mauritânia e Senegal, tendo, contudo, registado nestes países uma acentuada redução da nossa presença ao longo dos últimos anos.

Savoy Residence Monumentalis

“Crescimento” nos planos para 2023

A conjuntura de alta de preços das matérias-primas tem afectado de forma muito directa o sector da construção. Qual o impacto na actividade da AFAVIAS?

Devo realçar que, apesar do aumento generalizado de custos, nomeadamente das principais matérias-primas que a AFAVIAS integra na sua actividade principal, a sua grande autonomia lhe tem permitido ultrapassar, sem especiais constrangimentos, as dificuldades decorrentes da crise. No sector das obras públicas, as revisões ordinárias colmataram uma parte desse impacto, estando em processo a negociação de uma eventual revisão extraordinária, de acordo com a lei, para que se reponham as condições e as premissas contratualizadas. Contudo, importa registar que alguns dos atrasos verificados, nomeadamente na definição/publicação dos índices, se traduziram num esforço financeiro acrescido para a generalidade das empresas. Tivemos, e continuamos a ter, oscilações nos preços, nomeadamente na generalidade dos derivados do petróleo, combustíveis, aço e cimento, que constituem parte muito relevante da nossa estrutura de custos.

Como fazem para contornar o problema da mão de obra na construção que, por certo, a Madeira, à semelhança do que acontece no continente, também sente?

A falta de mão-de-obra está generalizada a várias empresas e a vários sectores a nível nacional, sendo particularmente relevante nalguns domínios da área da construção. Contudo, gostaria de destacar que o Grupo AFA é um dos grandes empregadores do arquipélago da Madeira, empregando, no total das três áreas de actividade, 3100 colaboradores. Para captar mão-de-obra, mantemos uma estreita colaboração com as entidades formadoras de referência na região, acolhendo diversos estagiários ainda em percurso académico e diferentes áreas do conhecimento, com o objectivo de se tornarem colaboradores do Grupo, após conclusão da sua formação. Na AFAVIAS, prevemos a contratação de mais colaboradores em 2023, para fazermos face ao acréscimo do volume expectável para 2023, muito especialmente na nossa actividade em Angola e nos Açores.

Esse sentimento de optimismo faz antever uma boa perspectiva para a actividade em 2023?

Em 2023, é nosso objectivo manter e ampliar a presença nos mercados onde operamos, com expectativas de forte crescimento em África e no continente português e mantendo na Madeira e nos Açores os volumes de negócios alcançados em 2022. No caso de Angola, relevamos igualmente, que para além do crescimento que registaremos em 2023, que garantiremos cumulativamente uma carteira de obras com enorme estabilidade, que constituirão um aval de grande solidez para os anos vindouros.

Na Madeira, manteremos uma inequívoca posição de liderança, continuaremos envolvidos na construção de obras de túneis e vias rápidas, algumas delas em curso e outras que terão o seu início no decorrer do ano. Destacamos ainda a obra da 2ª fase da Construção do Hospital Central e Universitário da Madeira, integrando um consórcio que lideramos, bem assim como a realização da ETAR do Funchal, a Central Hidroeléctrica da Serra de Água para a Empresa de Electricidade da Madeira e ainda o reinício das obras do Campo de Golfe da Ponta do Pargo e a ligação da Via Rápida entre o Arco de São Jorge e a Boaventura.

Savoy Residence Casa Insular

O peso do Imobiliário

No imobiliário, quais os projectos em curso actualmente?

Na Madeira, onde se encontra actualmente a maior parte a actividade da AFA Real Estate, o foco são os empreendimentos de luxo Savoy Residence. Ao Savoy Residence | Casa Branca, totalmente comercializado, segue-se o Savoy Residence | Insular, que está em fase avançada de construção no centro histórico do Funchal, com 49 apartamentos, e o Savoy Residence | Monumentalis, com 150 apartamentos em zona turística nobre da cidade, estará concluído no início de 2024.  A estes, somam-se outros projectos imobiliários que se irão desenvolver no centro do Funchal. O investimento global nestes empreendimentos ronda os 350 milhões de euros.

Integramos, igualmente, o projecto imobiliário do ‘Dubai Madeira’ no Funchal, no âmbito da Varino, na qual temos uma posição paritária. Trata-se de um projecto já em fase de construção, que terá uma área de construção de aproximadamente 80.000/m2 e um investimento de 250 milhões de euros.

Em Portugal continental, o Grupo AFA acaba de adquirir o número 35 da Av. 5 de Outubro, que terá projecto do Arquitecto Frederico Valsassina e ao qual será conferida a qualidade dos demais projectos da Savoy Residence. Nota também para outros projectos no âmbito da sociedade Varino, com investimento de 150 milhões de euros.

Como é que surgiu esta parceria com o Grupo Socicorreia?

Resultante da estreita colaboração entre o Grupo AFA (50,1%) e a Socicorreia (49,9%), a Varino Investimentos Imobiliários, Lda. surgiu, em 2016, para criar sinergias e dar resposta às fortes exigências do mercado imobiliário, defendendo desde os seus primórdios uma construção com arquitectura diferenciada de qualidade e rigor. A Varino encontra-se actualmente a desenvolver vários empreendimentos residenciais, com espaços comerciais integrados, em Portugal continental e na Madeira. A marca conta já com seis projectos, sendo cinco deles em Lisboa e o primeiro edifício em construção na Madeira, com tipologias que variam entre T0 a T3, edificados em localizações de excelência e com design contemporâneo.

Depois de Lisboa, a Madeira surge como o novo polo de atracão de investimento. Quais os factores de atractividade deste mercado?

A Madeira encontra-se num processo de transformação do sector imobiliário, tanto na oferta quanto na procura, e potencializado também pela conjuntura internacional dos últimos anos, que projectou a Madeira no mundo. É um destino que proporciona grande qualidade de vida pela sua localização geográfica, clima ameno, beleza natural, fácil acesso a bens e serviços, e segurança. A poucas horas de viagem das principais capitais europeias, muitas com voos directos, a região oferece uma experiência inigualável a quem a visita, mas também, e sobretudo, aos que a escolhem para viver.

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“Lisboa, A Cidade dos Vales” arranca ciclo de debates do CIUL em 2023

As sessões têm início a 16 de Fevereiro e irão abordar questões urbanísticas relacionados com o Vale de Alcântara, de Chelas, de Santo António, da Ajuda e de Almirante Reis

O Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL) organiza em 2023 mais uma edição do Ciclo de Conferências Encontro de Urbanismo, a ter lugar no auditório do CIUL, localizado no Picoas Plaza. Tendo como tema “Lisboa, A Cidade dos Vales”., o ciclo centra-se na reflexão sobre a cidade na óptica do urbanismo.

Ao longo de seis sessões, uma por cada mês e ao final do dia, pelas 18 horas, um painel de técnicos e especialistas é convidado a apresentar experiências e perspectivas sobre as temáticas lançadas, abrindo-se espaço ao debate e à troca de ideias.

Trata-se de uma oportunidade de reflectir e dar a conhecer a visão para o desenvolvimento e requalificação de alguns vales da cidade de Lisboa e respetivas áreas envolventes, partindo de uma noção de contraponto com as colinas que, historicamente, têm balizado as várias áreas de referência da cidade.

À excepção da primeira sessão que terá um caracter mais global, cada uma das sessões será dedicada a um dos vales que integram a cidade e serão revisitados temas abordados em edições anteriores, tais como a sustentabilidade, a requalificação, a mobilidade, a paisagem, o património e a coesão social.

A primeira sessão tem lugar já no próximo dia 16 de Fevereiro e conta com a participação de Paulo Pardelha, do Departamento de Planeamento Urbano da Câmara Municipal de Lisboa, como moderador, Joana Almeida, vereadora do Urbanismo, dos Sistemas de Informação e Cidade Inteligente, e da Transparência e Prevenção da Corrupção, Filipa Roseta, vereadora da Habitação e Obras Municipais e Jorge Gaspar, geógrafo.

As restantes acontecem dia 23 de Março, sobre o ‘Vale de Alcântara’, a 20 de Abril, sobre o ‘Vale de Chelas’, a 18 de Maio sobre o ‘Vale da Ajuda / Rio Seco’, a 15 de Junho sobre o ‘Vale Almirante Reis’ e termina a 6 de Julho com o debate sobre o ‘Vale de Santo António’.

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Schneider Electric lança eDesign

A nova ferramenta web permite que os profissionais desenhem o quadro eléctrico e economizem tempo graças a um design intuitivo, um fluxo de trabalho lógico e uma experiência muito real

A Schneider Electric, lançou a ferramenta web eDesign, pensada especialmente para electricistas e para facilitar o desenho de quadros eléctricos para pequenos edifícios.

O eDesign oferece um ecrã intuitivo e uma experiência muito real que tornam extremamente fácil o desenho de quadros eléctricos para pequenos edifícios. A ferramenta simplificada pretende economizar tempo para os utilizadores, que, tendo todas as informações necessárias num só lugar, são capazes de pesquisar, adicionar e validar produtos com apenas alguns cliques. Cada etapa segue um fluxo lógico, levando à próxima automaticamente e permitindo a utilização eficaz, mesmo com pouca formação. Para além disso, possui múltiplas funções que orientam os profissionais ao longo do processo, ajudando-os a concluir as suas tarefas com rapidez. Por exemplo, com o eDesign os electricistas podem ampliar as imagens dos produtos para verificar detalhes, mesmo num quadro já montado, proporcionando uma experiência muito real e permitindo que partilhem os orçamentos com os seus clientes mais rapidamente.

Graças à integração com os quadros salientes PrismaSet S até 160 A, o eDesign torna-se ideal também para instalações comerciais, edifícios terciários e aplicações industriais, sendo tão ágil neles quanto em instalações residenciais e economizando muito tempo de instalação. Também integra as soluções Linergy VDIS 160A e Linergy BS.
O eDesign é uma ferramenta web baseada em Cloud, pelo que não requer a instalação de nenhum software ou aplicação e não tem qualquer custo. Os utilizadores têm a opção de explorar e criar gráficos sem terem de criar uma conta, mas o registo na plataforma desbloqueia funcionalidades adicionais, como a capacidade de aceder, em qualquer momento e lugar, a todos os projectos guardados.

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GreenVolt equipa pólo operacional da Teixeira Duarte no Montijo

Com 2.155 módulos solares fotovoltaicos, a UPAC irá permitir reduzir a factura energética da Teixeira Duarte em 62% e, ao mesmo tempo, ajudar a acelerar a sua descarbonização passando a dispor de energia limpa e de origem 100% renovável

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A Greenvolt Next Portugal chegou a acordo com a Teixeira Duarte para implementar uma Unidade de Produção para Autoconsumo (UPAC) no Pólo Operacional da construtora portuguesa no Montijo. Recorrendo à Greenvolt Next Invest, as instalações vão contar, sem investimento inicial, com 2.155 módulos solares fotovoltaicos que permitirão reduzir a factura energética da Teixeira Duarte em 62% e, ao mesmo tempo, ajudar a acelerar a sua descarbonização passando a dispor de energia limpa e de origem 100% renovável.

Com sede em Portugal, mas com negócios em 22 países de quatro continentes, o Grupo Teixeira Duarte “está empenhado num crescimento sustentado, apostando também na redução do impacto ambiental e no aumento da eficiência energética das suas operações”. É neste sentido que serão aplicados, numa área de mais de 5.500 m2 no Montijo, painéis solares com uma capacidade instalada de 1.174 kWp.

A UPAC do Pólo Operacional da Teixeira Duarte será capaz de gerar 1.716 MWh por ano de energia obtida a partir da irradiação solar. Desta forma, será possível reduzir a factura energética das instalações da construtora em 62%, gerando uma poupança face à energia que seria obtida através da rede, mas também evitar a emissão de 823 toneladas de CO2 todos os anos.

“Este projecto, desenvolvido pela nossa equipa, permitirá que a curto prazo a Teixeira Duarte possa começar a tirar partido de uma energia mais barata, mas também amiga do ambiente. Graças à nossa elevada capacidade de implementação, dentro de pouco tempo teremos os painéis prontos a gerar energia”, diz Pedro Ramalhosa, cofundador da Greenvolt Next.

Diogo Rebelo, administrador do Grupo Teixeira Duarte, sublinha “a rapidez com que a Greenvolt Next apresentou uma solução que, a curto prazo, será uma realidade. As emissões evitadas com a instalação destes painéis solares são equivalentes ao CO2 capturado anualmente por 5.700 árvores, o que é uma redução considerável. É, para nós, muito importante dar este passo, passando a consumir uma energia limpa, alinhada com os princípios de sustentabilidade do nosso Grupo”.

Também Carlos Coelho, director executivo do Grupo Greenvolt, responsável pela unidade de novos negócios de energia do grupo, destaca que “cada vez mais empresas procuram dar este passo, reduzindo a sua pegada, sendo a solução da Greenvolt Next Invest essencial para que muitas possam fazê-lo sem o avultado esforço financeiro inicial que habitualmente se exige”.

Através de um modelo de partilha das mais-valias obtidas com a energia gerada, o Grupo Greenvolt oferece uma solução desenhada para superar aquele que é o principal entrave à adopção dos sistemas de autoconsumo de energia renovável. Desde a sua criação, o portfólio de projectos financiados através da Greenvolt Next Invest ascende a 13,5 milhões de euros.

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UBI realiza mostra tecnológica Inovc+

A iniciativa, integrada no evento internacional “Exhibition of Sustainable Materials and Solutions”, decorrerá nos dias 1 e 2 de Março de 2023, na Faculdade de Engenharia

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A Universidade da Beira Interior, na Covilhã, vai realizar a mostra tecnológica INOVC+ para o sector da construção sobre materiais e soluções sustentáveis. A iniciativa, integrada no evento internacional “Exhibition of Sustainable Materials and Solutions”, decorrerá nos dias 1 e 2 de Março de 2023, na Faculdade de Engenharia.

Organizado pelo C-MADE: Centre of Materials & Building Technologies da Universidade da Beira Interior, o evento incidirá sobre soluções e materiais sustentáveis, com especial enfoque para a new stone age, e destina-se a e vários públicos, desde empresas, a profissionais do sector, aos académicos, e ao público em geral.

A iniciativa é integrada no evento internacional “Exhibition of Sustainable Materials and Solutions”, que contempla três momentos distintos, nomeadamente, um Simpósio Internacional: New construction with stones, a Mostra de Materiais e Soluções Sustentáveis, bem como, um Concurso de Ideias, aberto à comunidade.

A realização deste evento pretende promover o conhecimento gerado na academia, estimulando processos de cocriação com a indústria e a sociedade. Será igualmente um espaço de afirmação e promoção da região da Beira Interior, como uma região rica em recursos naturais graníticos de características ímpares, bem como do seu cluster empresarial.

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