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Haier considerada nº1 em electrodomésticos

Distinção foi atribuída pela Euromonitor Internacional, especialista em estudos e estratégias para o mercado de grande consumo

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Pelo 12º ano consecutivo, a Haier é a marca número 1 em eletrodomésticos em todo o mundo. De acordo com a Euromonitor Internacional, entidade mundialmente reconhecida e especialista em estudos e estratégias para o mercado de grande consumo, a Haier, detentora da marca Candy Hoover, continua a ser a que surge em primeiro lugar no mercado dos principais eletrodomésticos.

Se especificarmos por segmento de produto, a Haier está classificada no primeiro lugar em relação a equipamentos de refrigeração há 13 anos, no segmento de máquinas de lavar roupa há 12 anos, no mercado de caves de vinhos há 11 anos e no segmento de arcas e congeladores há 10 anos consecutivos.

“Este importante reconhecimento encoraja a Haier a prosseguir na busca contínua de soluções que proporcionem aos consumidores as melhores experiências. A liderança mundial tem sido construída ao longo dos anos com base numa abordagem sempre empreendedora e na distância zero com os consumidores, o que tem constituído a chave para compreender e corresponder às suas necessidades”, destaca a empresa.

A IoT (Internet das Coisas) tem sido outro pilar do desenvolvimento dos produtos da Haier “com o objectivo de fornecer experiências úteis, agradáveis, cada vez mais evoluídas e únicas aos utilizadores”.

Actualmente, a Haier tem 10 centros de inovação estabelecidos, 28 parques industriais, 122 centros de produção e cerca de 240 mil redes de venda em todo o mundo.

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OLI conquista o primeiro hotel de cinco estrelas de Formentera

A eficiência hídrica motivou a escolha das soluções OLI para os espaços de banho do hotel Five Flowers Hotel & Spa Formentera. A OLI reforça, assim, a sua presença em projectos hoteleiros internacionais de referência, que apostam na sustentabilidade hídrica, depois de em Abril ter sido convidada a integrar a ‘Casa Sophia’

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tagsOLI

O hotel Five Flowers Hotel & Spa Formentera, é o primeiro e, até agora, único hotel cinco estrelas de Formentera, em Espanha. A eficiência hídrica motivou a escolha das soluções OLI para os seus espaços de banho.

Os autoclismos hidricamente eficientes OLI 74 Plus Sanitarblock e a placa de comando Oceânia, em vidro branco, foram os eleitos, deste hotel localizado em Es Pujols, na principal zona turística da ilha.

Numa altura em que a conjuntura actual exige uma maior eficiência hídrica, o Five Flowers Hotel & Spa Formentera escolheu um autoclismo interior de dupla descarga, equipado com uma torneira de boia com sistema Plus, de abertura retardada e silenciosa, que permite uma poupança média de cerca de nove litros de água por dia.

Com este negócio, a OLI reforça a sua presença em projectos hoteleiros internacionais de referência, que apostam na sustentabilidade hídrica. Em Abril deste ano, a OLI foi convidada a integrar a ‘Casa Sophia’, que se apresenta como “A casa mais sustentável de Espanha”. Este é um projecto de construção, pensado e desenvolvido com os pressupostos da bioconstrução, da máxima eficiência energética e hídrica e da preservação da saúde daqueles que a habitam.

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Edifício Visconde de Alvalade com mais 1.828m2 ocupados pela Jerónimo Martins

A Worx, em representação do Fundo CA Património Crescente, arrendou recentemente um espaço de escritórios com 1.828m2 junto ao Campo Grande à Jerónimo Martins

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O Edifício Visconde de Alvalade, no qual a Jerónimo Martins vai ocupar 2 pisos, é um edifício moderno com amplas áreas por piso, muita luz natural e uma boa oferta de estacionamento. A sua localização junto ao estádio de Alvalade, onde podemos encontrar o Centro Comercial Alvaláxia, uma Clínica CUF e um ginásio Holmes Place, é também um dos seus pontos fortes. A juntar a isso, a existência da interface de transportes do Campo Grande e a proximidade à 2ª Circular e ao Eixo N/S, fazem com que esta seja uma localização de excelência, com boas acessibilidades e espaços de conveniência nas imediações.

“O Edifício Visconde de Alvalade tinha as características e respondia às necessidades de espaços amplos e flexíveis que a Jerónimo Martins procurava, a que se alia a sua excelente localização junto à sua actual sede no Campo Grande”, refere Fábio Fontes, Consultant da Worx Real Estate Consultants, que representou o detentor do imóvel, o Fundo CA Património Crescente, sendo o edifício gerido pela Square Asset Management.

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Porto é a cidade escolhida para o primeiro projecto imobiliário da LasKasas

O edifício ‘Sá da Bandeira 502’, projecto por José Porto, será agora reabilitado gabinete de arquitectura Pedro Ferreira Architecture Studio, representando um investimento de 18 M€, o Grupo tem mais sete projectos imobiliários em vista

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O grupo português de mobiliário e decoração, vai avançar com a construção do seu primeiro projecto imobiliário, localizado na Rua Sá da Bandeira, no Porto, junto ao recém-inaugurado Mercado do Bolhão. Denominado Sá da Bandeira 502, o novo empreendimento conta com um investimento estimado da ordem dos 18 milhões de euros. O plano construtivo prevê a conclusão da obra no primeiro semestre de 2024 e o promotor já escolheu os seus parceiros para a comercialização deste projecto, que fica a cargo da Century 21 Portugal e da JLL.

Localizado em plena Baixa do Porto o edifício Sá da Bandeira é um prédio dos finais dos anos 30, originalmente projectado pelo conceituado arquitecto modernista José Porto – também autor do emblemático Edifício Emporium do Porto. A reabilitação do edifício fica a cargo do gabinete de arquitectura Pedro Ferreira Architecture Studio.
O empreendimento Sá da Bandeira 502 foi pensado para criar uma perfeita harmonia entre a vivência num prédio de início de século e as mais exigentes comodidades dos critérios actuais de conforto.

O conceito construtivo destaca-se pelo design, marcado pela elegância e sofisticação dos materiais e acabamentos. Distribuído por cinco pisos, este novo projecto residencial é constituído por sete modernos apartamentos de tipologia T1, com áreas brutas entre 62 m2 e 70 m2, todos com varandas ou pátios, todos com duas frentes, uma com vista de cidade e outra com vista de quarteirão.

O Sá da Bandeira 502 é o primeiro de oito projectos que se encontram, neste momento, em desenvolvimento pelo grupo nortenho, que emprega actualmente cerca de 500 pessoas e exporta para mais de 50 países em todo mundo.
“Este nosso primeiro projecto imobiliário destaca-se por ser o primeiro empreendimento, em Portugal, onde os acabamentos se fundem com a decoração. Colocamos toda a nossa experiência na área da decoração para criar um produto que se irá distinguir de tudo o resto que se encontra actualmente no mercado, quer em termos de design, quer de qualidade. Temos como principal objectivo criar um produto diferenciado, em que o cunho da marca Laskasas estará presente em todas as vertentes dos nossos projectos”, refere Celso Lascasas, CEO do grupo Laskasas.

O ‘Sá da Bandeira 502’ será comercializado pela JLL e pela Century 21. Patrícia Barão, head of residential da JLL, considera que “com a requalificação do Mercado do Bolhão e os vários projectos que aqui estão a nascer, esta é actualmente a zona mais apetecível do Porto para visitar, morar e investir. O Laskasas Boutique Homes coloca a valorização deste eixo um nível acima, ao desenvolver uma nova reabilitação de excelência, mas, sobretudo, fazendo-o de forma diferenciada. Não são apenas a arquitectura, materiais e acabamentos de grande qualidade, mas o facto de existir um conceito de design que elege a decoração Laskasas como um elemento transversal. É um projecto que se impõe pelo charme e inovação”, sustenta.

Por sua vez, Pedro Almeida, sócio da Century 21 Grupo Aliados III & IV, sublinha que “é uma enorme satisfação formalizar esta parceria com a marca Laskasas, que vem reforçar os nossos laços comerciais e perspectivar novos projectos”. “A sólida especialização no mercado imobiliário da Baixa do Porto, bem como o profundo conhecimento do segmento e perfil de clientes desta zona da cidade são os maiores factores competitivos que podemos aportar a esta parceria, suportados pelas sinergias operativas com a rede nacional e internacional Century 21. Este é um projecto imobiliário com características absolutamente singulares, às quais se juntam uma localização privilegiada. Dado que o Sá da Bandeira 502 ficará a escassos metros da principal rua comercial da cidade – junto ao renovado Mercado do Bolhão, a restaurantes, a espaços culturais como teatros, galerias e outros – este empreendimento permitirá aos futuros moradores, ou investidores, experienciarem uma vivência puramente cosmopolita e com o glamour da Baixa Portuense”, especifica o responsável.

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Espanhóis da Montepino entram em Portugal

A CBRE assessorou a Montepino na aquisição de um lote com mais de 400.000 metros quadrados ao Novo Banco, localizado no Carregado onde deverá arrancar ainda este ano com a construção de naves logísticas

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A CBRE assessorou a Montepino na aquisição de um lote com mais de 400.000 metros quadrados ao Novo Banco, localizado no Carregado. O Bankinter Investments e o fundo Valfondo, gestores da carteira da Montepino, dão início à sua atividade em Portugal e investem pela primeira vez fora do território espanhol.

“É com enorme orgulho que apoiamos a Montepino nesta aquisição icónica. Trata-se do maior e melhor terreno para promoção em Portugal, com escala, visibilidade e acessibilidades de excelência, considerando os factores ideais no contexto logístico. Estão reunidos todos os ingredientes para um projecto de sucesso”, comenta Nuno Nunes, head of capital markets da CBRE Portugal.

O projecto situa-se junto ao nó da Castanheira do Ribatejo, entre a A10 e a A1, que ligam Lisboa a Espanha e ao Porto, respectivamente. O terreno conta já com todas as autorizações e licenças necessárias para o arranque da construção e nesta fase os primeiros trabalhos de urbanismo estão já em curso. O promotor acredita que as obras, com vista à construção de naves logísticas, possam iniciar-se ainda durante o decorrer de 2022.

“Temos indicação de que já existem potenciais inquilinos que demonstram interesse no projecto. Isto comprova que a construção no sector industrial e logístico em Portugal continua a ser uma aposta segura. O sector atravessa um período de enorme dinamismo, não só pela escassez de oferta de qualidade atualmente verificada no mercado, mas também pelo formato e exigência que a nova cadeia de abastecimento tem vindo a assumir, também impulsionada pelo fast delivery e pelo aumento das compras online”, acrescenta ainda Nuno Nunes.

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Schneider Electric ajuda Landsec a criar edifício net-zero em Londres

O ‘The Forge’ é o primeiro edifício comercial do Reino Unido construído em conformidade com o enquadramento net-zero do UK Green Building Council (UKGBC), tanto na construção como nas operações

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O ‘The Forge’, é o primeiro empreendimento comercial neutro em carbono (net-zero) da Landsec, vai contar com soluções inteligentes de gestão de energia da Schneider Electric, líder global na transformação digital da gestão e automação da energia.

A Landsec e Schneider Electric colaboraram estreitamente desde a fase inicial de concepção deste desenvolvimento pioneiro, que deverá estar concluído no final de 2022 e está alinhado com o compromisso da Landsec de se tornar uma empresa neutra em carbono e reduzir as emissões absolutas de carbono em 70% até 2030.

Uma abordagem inteligente às emissões líquidas zero

O ‘The Forge’, um empreendimento no hub cultural de Bankside, em Londres, engloba dois novos edifícios de escritórios comerciais com nove andares cada um, o ‘Bronze’ e o ‘Phosphor’, que em conjunto compreendem cerca de 13.000m2 de espaço interno líquido.

O ‘The Forge’ pretende ser o primeiro empreendimento comercial de escritórios construído e operado de acordo com o enquadramento de edifícios net-zero do UKGBC. É também o primeiro esquema de escritórios a ser construído utilizando a abordagem de design de plataforma altamente sustentável nas técnicas de fabrico e montagem (P-DfMA). A Schneider Electric contribuiu para o processo de construção fora do local, o que incluiu a produção de unidades de embalagem para os controlos do Sistema de Gestão de Edifícios (BMS). O projecto vai beneficiar de toda a gama de produtos EcoStruxure for Buildings da empresa, com soluções de edifícios inteligentes e gestão de energia.

“O acesso ao conhecimento e inovação da Schneider Electric desde cedo, ainda no processo de design, reforçou indubitavelmente as nossas ambições net-zero para este projecto,” afirmou Neil Pennell, head of design innovation and property solutions da Landsec. “A variedade da sua oferta vai permitir-nos melhorar a experiência dos ocupantes, a eficiência operacional e as credenciais de sustentabilidade dos edifícios, que vão adaptar-se às mudanças climáticas e à utilização ao longo do tempo, minimizando o carbono em todo o ciclo de vida. É essencial que as novas construções continuem a cumprir os objectivos climáticos na fase operacional, razão pela qual as soluções de edifícios inteligentes da Schneider Electric são tão cruciais”.

“O ‘The Forge’ é a prova de que os edifícios neutros em carbono são possíveis. A Landsec está a criar, hoje, os edifícios do futuro. Crucial para isso é utilizar tecnologias inteligentes e tirar partido do poder da electricidade inteligente, limpa e digital – algo a que chamamos Electricidade 4.0 – desde os primeiros momentos,” comentou Kas Mohammed, vp digital energy da Schneider Electric UK & Ireland. “Com muitas empresas a ver o tempo esgotar-se rapidamente para cumprirem os seus objectivos de neutralidade carbónica, espero que o trabalho realizado pela Landsec proporcione inspiração e um caminho a seguir para quem não sabe por onde começar”.

O ‘The Forge’ foi seleccionado pela Innovate UK, parte da UK Research and Innovation, como projecto de demonstração da iniciativa ‘Transforming Construction Challenge’, em reconhecimento do seu design pioneiro e técnicas de construção inovadoras – que contribuíram, até à data, para uma redução de cerca de 25% do carbono incorporado desde a fase inicial de design.

A tecnologia de ponta da Schneider Electric também vai ajudar os edifícios a atingir o objectivo de Design para o Desempenho (Design for Performance – DfP) da Landsec. A classificação energética em utilização é deduzida através de uma iniciativa apoiada pela indústria que visa colmatar a lacuna de desempenho, estabelecendo um método para assegurar que os novos complexos de escritórios cumprem o seu nível de desempenho previsto, durante a fase operacional. O conjunto completo de dashboards EcoStruxure™ vai ajudar a Landsec a monitorizar o progresso no seu caminho de neutralidade carbónica e a obter a sua meta da classificação NABERS UK de 5*.

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Queijos Santiago instala painéis fotovoltaicos em todas as suas instalações

A queijaria centenária nacional investe 1 milhão de euros para uma transição energética mais ‘verde’, com a instalação de painéis fotovoltaicos nas suas instalações, incluindo unidades de produção e centro logístico

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O investimento global de um milhão de euros, terá início na unidade fabril de Montemuro com uma área de cobertura de 2.785 m2 e painéis de 580 KWp, que vai possibilitar uma produção de energia limpa e renovável a partir da luz solar e a redução da pegada ecológica. Uma vez concluída a empreitada seguem-se as montagens de painéis fotovoltaicos nas restantes unidades fabris da marca, bem como no seu centro logístico.

“A sustentabilidade é prioridade na gestão e funcionamento da Queijos Santiago, tanto a nível de produtos como de procedimentos internos, tendo como preocupação a diminuição do desperdício e conservação do nosso planeta. Neste sentido e no âmbito dos compromissos e metas ambientais que temos vindo a estabelecer, surge o programa “Saber Proteger – Cuidamos hoje para saborear amanhã”, onde se insere esta aposta”, justifica João Santiago, CEO do grupo.
Só com este primeiro projecto em Montemuro, a Queijos Santiago vai conseguir reduzir as emissões de CO2 em 300 toneladas/ano, o que equivale ao consumo de energia de 250 famílias. O que a coloca entre as empresas mais sustentáveis do seu sector, reforçando a preocupação com o bem-estar dos consumidores e a qualidade dos seus produtos, quer a nível de matérias-primas e sabor, como a nível económico, sustentável e global.

A definição e implementação do projecto ficou a cargo da Átomo Capital Partners. “Este compromisso com a sustentabilidade de empresas como a Queijos Santiago será fundamental para o desenvolvimento do nosso país. Este é o tipo de projectos que vale a pena apoiar e ajudar a tornar realidade”, refere Miguel Subtil managing director da Átomo Capital Partners.

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Sonae entre as 330 empresas a nível mundial que defende maior transparência das empresas em prol da sustentabilidade

Sonae está entre as 330 empresas de todo o mundo que apelam aos governos para a necessidade de o sector empresarial avaliar e divulgar o seu desempenho sobre natureza e biodiversidade até 2030. Iniciativa quer que decisores políticos adoptem metas concretas na Conferência de Biodiversidade da ONU, agendada Dezembro

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Cerca de 330 empresas, entre as quais a Sonae, lançaram um apelo aos chefes de Estado de todo o mundo para assumir metas ambiciosas para travar e reverter a perda de biodiversidade. A iniciativa pretende que os decisores políticos tomem medidas concretas já na Conferência de Biodiversidade da ONU (CBD COP15), que se realiza em Montreal, Canadá, de 7 a 19 de Dezembro de 2022.

O manifesto, subscrito por empresas de 56 países com receitas combinadas de 1,5 biliões de dólares, defende ainda a criação de requisitos obrigatórios para todas as grandes empresas e instituições financeiras, por forma a que estas avaliem e divulguem os seus impactos e dependências da biodiversidade até 2030.

Os signatários, onde se que incluem mais de 100 empresas com receitas superiores a mil milhões de dólares e onde a Sonae é a única representante portuguesa, reconhecem o papel crítico das empresas para parar e reverter a perda da natureza. Através da “COP15 Business Statement”, as empresas descrevem as acções voluntárias que estão a realizar, tais como avaliação dos seus impactos e dependências da natureza, divulgação das informações relevantes relacionadas com a natureza e transformação das suas estratégias de negócio para proteger e restaurar os ecossistemas naturais. O manifesto realça que o processo “não será fácil, mas deve acontecer se levarmos a sério a realização da Visão 2050 da Convenção sobre Diversidade Biológica para ‘Viver em Harmonia com a Natureza’”.

“As empresas têm um papel crucial na protecção dos recursos naturais e na defesa da biodiversidade. Acreditamos que a adopção de metas globais é essencial e não constitui uma ameaça, mas antes uma grande oportunidade para as empresas e para os Estados assumirem a sua responsabilidade de salvaguardar todos os recursos e serviços que a Natureza nos proporciona e dos quais dependemos”, sublinha João Günther Amaral, membro da Comissão Executiva da Sonae.

Os signatários da declaração realçam que, sem objectivos robustos e obrigatórios, falta clareza aos governos e às empresas sobre o caminho a seguir para entender e gerir os seus impactos e as suas dependências da natureza. A mudança para uma economia de positiva para a natureza criará quase 400 milhões de empregos e um valor económico anual de 10 biliões de dólares até 2030.

O novo relatório “Tornar obrigatório: o caso para avaliação corporativa obrigatória e divulgação sobre a natureza”, publicado pela Business for Nature, Capitals Coalition e Carbon Disclosure Project, realça que, se a avaliação e a divulgação da natureza fossem obrigatórias, ajudariam a elevar a ambição por parte dos negócios, aumentar a responsabilidade e responsabilização, envolver investidores e consumidores, apoiar as PMEs para minimizar suas dependências da natureza ao nível das cadeias de suprimentos e ajudar a garantir os direitos dos Povos Indígenas e das comunidades locais.

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Edifício Habitat vai nascer no centro do Porto

Promovido pela Terra Capital Partners, o novo edifício Habitat, está localizado na zona do Pinheiro Manso e tem data de conclusão prevista para final de 2024

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O projecto da autoria do arquitecto João Ferros, contempla a edificação de 7 apartamentos, tipologia T2, e 4 apartamentos, tipologia T3, numa área total de 2.032m2 (dos quais 502 m2 abaixo do solo).

“O edifício Habitat tem tudo a ver com qualidade – qualidade de vida e qualidade de viver. Este projecto boutique é um marco importante para o crescimento da zona do Pinheiro Manso e será uma inspiração para futuros empreendimentos”, refere Itay Mor representante da Terra Capital.

Distribuídos ao longo de 4 pisos, o Habitat sobressai e convence pelos espaços exteriores verdes e jardins verticais, zona arrumos e lugares de garagem para corresponder às necessidades e novos padrões de espaços para viver com novos conceitos de bem-estar.

“O edifício Habitat é um projecto dotado de muita personalidade e que combina uma arquitectura moderna e cosmopolita. Está localizado numas das zonas mais procuradas da cidade, com grande centralidade e envolvida por uma vasta oferta de comércio, restauração, transportes e serviços. É, sem dúvida, uma excelente oportunidade para quem pretende investir num produto imobiliário de qualidade ou para quem deseja viver numa zona central do Porto. Estamos muito confiantes no seu sucesso”, sublinha Carla Barbosa, responsável da Predibisa pelo negócio.

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Câmara de Braga tem um orçamento de 165M€ para 2023

O Município de Braga vai gerir, no próximo ano, um orçamento na ordem dos 165 milhões de euros, que representa um aumento de cerca de 33 milhões de euros, relativamente ao ano anterior

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Os documentos fundamentais à gestão autárquica são apreciados esta Sexta-feira, dia 28 de Outubro, em reunião do Executivo Municipal. O orçamento para 2023, no valor de 165 milhões de euros, apresenta um aumento de cerca de 33 milhões de euros, relativamente a 2022. Um acréscimo que se deve, sobretudo, “à descentralização administrativa nas áreas da Saúde, Educação e Acção Social que irão receber mais 19 milhões de euros, assim como à comparticipação de Fundos Comunitários e do Plano de Recuperação e Resiliência, responsáveis por mais 10 milhões de euros adicionais”, explica o executivo camarário

“Comprometido com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, o Orçamento e as Grandes Opções do Plano para 2023 foram elaborados no cumprimento dos princípios orçamentais e contemplam os projectos, obras e iniciativas estratégicas e prioritárias para a concretização do projecto autárquico, tendo em conta o enquadramento macroeconómico nacional e internacional, a proposta de Lei do Orçamento de Estado para 2023, as consequências da pandemia, da crise energética, da inflação e da guerra na Ucrânia”, sublinha nota da autarquia.

Neste sentido, o Orçamento do Município de Braga para 2023 é de 164.990.000 euros, as Grandes Opções do Plano ascendem a 111,9 milhões de euros, que compreende o Plano Plurianual de Investimentos (PPI) no montante de 47,1 milhões de euros, e as Actividades Mais Relevantes, no valor de 64,8 milhões de euros.

“A proposta de orçamento assume um conjunto de medidas que visam dar resposta aos desafios da sustentabilidade ambiental e materializam iniciativas de apoio social articuladas aos recursos disponíveis para ajudar as famílias a enfrentar crises de origem diversa”, refere Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga.
Estes instrumentos de gestão, “concretizam um conjunto de projectos e acções fundamentais para a prossecução do desenvolvimento do Concelho, de forma a afirmar Braga como Capital de Cultura, mas também a inovar e reforçar respostas sociais e educativas, a liderar nas políticas de sustentabilidade, a promover uma comunidade activa e saudável e a melhorar a rede de acessibilidades rodoviárias e a qualificar o espaço público”, considera Ricardo Rio.

Os projectos prioritários

Na agenda para 2023 consta projectos como o Festival Internacional Literário que está a ser desenhado para substituir a Feira do Livro, o lançamento da Musealização da Insula das Carvalheiras, bem como a conclusão da intervenção do Convento de São Francisco de Real. No próximo ano a câmara conta terminar a primeira parte da requalificação da escola Francisco Sanches e a sua transformação num Centro Cultural. Será ainda lançado o concurso para a construção do Media Arts Center, no antigo Cinema São Geraldo.

Ao nível dos apoios sociais o município pretende desenvolver em 2023 o programa municipal de Combate à Pobreza Energética. Dessa forma, o valor do RADA – programa de apoio de renda apoiada para famílias mais desfavorecidas irá duplicar em relação ao início do mandato (+ 200 mil euros em 2023, passando a totalizar 1,2 milhões de euros).
Ao nível do parque escolar, será reforçada a requalificação do parque escolar, para a qual está reservada uma verba de 7 milhões de euros. Com o executivo a prometer também “um maior investimento em parques infantis, no sentido de criar novas valências e substituir algumas antigas. Irá também ser terminada uma intervenção com vista à Regularização do Rio Torto/Variante Cávado, uma aspiração antiga desta parte do concelho, bem como a Requalificação das Margens da Ribeira de Castro, cerca de 1 milhão de euros.
No próximo ano irá avançar o programa faseado para a implementação da neutralidade energética nos edifícios municipais (incluindo escolas).

Em 2023, a Autarquia Bracarense irá prosseguir com a infra-estruturação do Concelho, com o término da requalificação do Pavilhão das Goladas, a requalificação da Piscina da Ponte ou com o início da construção do Pavilhão da Ginástica. Em 2023 será também realizado o projecto para a requalificação do Estádio 1º de Maio, e continuará a ser implementado o plano faseado de requalificação e certificação dos Parques Infantis.
Ao nível das intervenções estratégicas para o Concelho, destacam-se a requalificação do Túnel da Avenida, juntamente com a Avenida da Liberdade. O Município vai continuar a criar condições para uma mobilidade mais suave, com o lançamento de novas intervenções do “Eu Já Passo Aqui” e da criação de novas ciclovias, bem como dotar as ruas de melhores condições para os peões e pessoas com dificuldades motoras.

Não havendo nenhum imprevisto legal e ou administrativo, em 2023 a Câmara considera haver condições para avançar com a requalificação da antiga Fábrica da Confiança para uma Residência Universitária.

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dstelecom lança cabo submarino inteligente em Tróia

E se além de autoestradas de dados, os cabos submarinos tivessem capacidade de monitorização? A questão esteve na base do projecto do K2D – Knowledge and Data from the Deep to the Space, desenvolvido pela dstelecom, em colaboração com a Marinha Portuguesa e com o INESC-TEC. O primeiro protótipo foi lançado na Zona Livre Tecnológica Portuguesa Infante D. Henrique, em Tróia

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Com um sistema único no mundo, este cabo submarino inteligente vai permitir monitorizar os dados vitais da terra e validar a arquitectura do sistema, composto por um repetidor de sinal e nós de monitorização que permitem a instalação de um número alargado de sensores.

Neste protótipo foram instalados quatro sensores, para captar imagens e recolher dados de temperatura, pressão e acústica marítima, possibilitando a localização de cetáceos como baleias e golfinhos.

A aquisição de dados potenciados pelo sistema irá permitir criar modelos de análise baseados em geoinformática e inteligência artificial, de forma a ampliar o alcance da monitorização e do espectro do conhecimento até ao interior dos oceanos.
A dstelecom iniciou este projecto tendo em vista a criação do smartcable como um produto diferenciador e de valor acrescentado, que ainda não existe a nível mundial. “A nossa estratégia passa por aumentar o valor acrescentado dos cabos submarinos, convertendo-os não só em autoestradas de dados, mas também acrescentar a capacidade de monitorização, associando uma camada de sensorização a estes elementos que estão alojados no fundo do oceano. Isto vai permitir-nos apresentar uma solução única a este mercado e que esperamos uma disseminação global”, afirma Sérgio Fernandes, CTO da dstelecom.

A estrutura já foi instalada no início de Setembro e ficou submersa durante várias semanas para validar o conceito. “Já estamos a trabalhar num novo protótipo, com mais sensores, que poderá ser instalado a maiores profundidades, de forma a testar a resistência a condições mais adversas de profundidade e pressões elevadas. Adicionalmente, nesta segunda fase, o espectro de monitorização será alargado de forma a permitir a recolha de dados adicionais, nomeadamente da actividade sísmica”, conclui o mesmo responsável.

O projecto liderado pela dstelecom, em co-promoção com a Universidade do Minho e o INESC-TEC e em parceria com o CINTAL, o AIRCentre e a Universidade dos Açores, conta com um investimento de cerca de 1.4 milhões de euros e está a ser desenvolvido com o objectivo de monitorizar as condições físicas e biológicas das profundezas dos oceanos, dados que os actuais sistemas de previsão meteorológica – satélites, aviões e estações terrestres – não conseguem recolher. O projecto K2D, desenvolvido em parceria com o MIT – Massachusetts Institute of Technology, deverá estar concluído em Junho de 2023.

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