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Image4ALL renova site e imagem

O renovado site, restyling da imagem e nova assinatura pretende reflectira estratégia de posicionamento da marca no mercado

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A Image4All,  uma empresa de engenharia dedicada ao diagnóstico, desenvolvimento e implementação integrada de soluções de energia,  iniciou o ano de 2021 com um website renovado, um restyling da imagem e uma nova assinatura de marca.

O valor acrescentado da Image4All está reflectido sua nova assinatura de marca: Energizing Our Future. Apresentada num novo site, de imagem e funcionalidade renovadas, a empresa de engenharia e consultoria técnica de energia oferece um serviço abrangente, integrado e de qualidade nas várias vertentes, alicerçado numa equipa tecnicamente competente e empenhada, que responde ao cliente com um acompanhamento próximo e transparente dos projetos e com soluções ajustadas aos desafios e necessidades que lhe são colocados.

“A nova assinatura de marca resume as capacidades, competências e valências da Image4All para responder às actuais e futuras oportunidades e desafios que se colocam à sociedade e empresas”, afirma João Loureiro, CEO da Image4All.

“Em toda a incerteza que vivemos, há uma certeza: a optimização energética nas suas múltiplas vertentes é estrutural e a Image4All trabalha para a potenciar e desenvolver”, afirma o CEO da Image4All. “Ao longo dos anos temos vindo a inovar nas respostas e a alargar o leque de soluções, quer em novos investimentos, quer na melhoria de instalações existentes, para acrescentar valor aos clientes e projectos”, acrescenta.

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A Image4All presta serviços de engenharia e consultoria técnica no diagnóstico, desenvolvimento e implementação integrada de soluções de energia em três vertentes principais: Eficiência Energética, Pontos de Carregamento de Veículos Elétricos e Segurança e Qualidade da Água de Consumo.

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Governo lança concurso de 40M€ para renovação energética de edifícios públicos

Enquadrado no PRR, concurso envolve destinam-se às entidades da Administração Pública Central (incluindo empresas públicas), abrangendo edifícios em todo o território continental. As candidaturas estão abertas até 30 de Março de 2022

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O primeiro aviso para “Apoio à Renovação Energética dos Edifícios da Administração Pública Central”, enquadrado no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), foi apresentado esta terça-feira, dia 7 de Dezembro, no Ministério do Ambiente e da Acção Climática.
O concurso envolve o montante global de 40 milhões de euros, sendo que se destinam às  entidades da Administração Pública Central (incluindo empresas públicas), abrangendo edifícios em todo o território continental. As candidaturas estão abertas até 30 de Março de 2022.
O Governo pretende fomentar a eficiência energética nos edifícios da Administração Pública Central e que reforcem a produção de energia de fontes renováveis em regime de autoconsumo e que possam conduzir, em média, a pelo menos 30% de redução do consumo de energia primária nos edifícios intervencionados e 20% do consumo de água.
Para melhorar o desempenho energético e ambiental dos edifícios da Administração Pública Central, as candidaturas podem integrar diferentes tipologias de intervenção: na envolvente dos edifícios (opacas e envidraçadas); nos sistemas técnicos (iluminação, climatização, isolamentos, etc.); na produção de energia com base em fontes de energia renováveis para autoconsumo; na eficiência hídrica e em acções imateriais como campanhas de sensibilização e informação.
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Schneider Electric e GreenYellow estabelecem parceria para acelerar a redução de carbono

Esta parceria apoia o desenvolvimento de novas soluções que melhorem a eficiência energética para a transformação digital de edifícios e aplicações industriais

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A Schneider Electric, líder global na transformação digital da gestão e automação da energia, e a GreenYellow, um dos mais importantes players internacionais na geração de energia solar descentralizada e eficiência energética, anunciam uma parceria para desenvolver programas de eficiência energética “chave na mão” e totalmente financiados a grandes empresas internacionais. O acordo foi oficializado por Laurent Bataille, Presidente da Schneider Electric France, e Otmane Haiji, Presidente da GreenYellow.

Acelerar as metas de neutralidade carbónica das empresas líderes no mundo

Com a recente conclusão da COP26 em Glasgow e a intenção de reforçar a acção dos governos e stakeholders na batalha contra as alterações climáticas, a Schneider Electric e a GreenYellow anunciam esta parceria para disponibilizar soluções concretas e dar resposta aos desafios de neutralidade carbónica das grandes empresas internacionais.
O acordo de parceria a três anos irá oferecer aos clientes internacionais da Schneider Electric e da GreenYellow programas e tecnologias de eficiência energética totalmente financiados que podem ser implementados nas suas instalações em todos os territórios onde operarem. As duas empresas vão especializar-se no segmento industrial multinacional de utilização intensiva de energia, tendo como alvos principais as empresas com uma ambição clara de descarbonizar rapidamente as suas operações.

A parceria será implementada inicialmente nos 16 países em que a GreenYellow opera na Europa, América Latina, África e Ásia, com a possibilidade de incluir novos países, dependendo das necessidades dos clientes.

A Schneider Electric, que em Janeiro foi nomeada a empresa mais sustentável do mundo pelo ranking Global 100 Index da Corporate Knights, trará para esta parceria a sua experiência em consultoria para a definição de planos de descarbonização operacional, assim como o EcoStruxureTM Resource Advisor, a plataforma digital para registar os dados das emissões e o progresso nos objetivos corporativos de descarbonização.

A GreenYellow contribuirá com os seus conhecimentos em eficiência energética, assegurará a instalação de tecnologias eficientes e seu acompanhamento, comprometer-se-á com garantias de desempenho e realizará o investimento, de forma a propor programas totalmente financiados.

Através desta parceria, a GreenYellow espera um investimento mínimo de 100 milhões de euros a nível global, equivalente à implementação de programas de eficiência energética em centenas de fábricas diferentes e à geração centenas de GWh de poupança de energia por ano para os clientes e o planeta.

A união de duas empresas francesas líderes em energia

Esta parceria permite que a Schneider Electric amplie as capacidades de consultoria para desenvolver programas de implementação global, melhorando as suas competências em eficiência energética, com o objectivo de acelerar a jornada dos clientes em direcção à descarbonização.

“A Schneider Electric está a apoiar a transição para um mundo totalmente digital e totalmente eléctrico para dar resposta aos desafios da crise climática. A nossa parceria com a GreenYellow está alinhada com este objectivo: queremos ajudar os nossos clientes a alcançar mais rapidamente os seus objectivos de neutralidade carbónica,” afirmou Laurent Bataille, Presidente da Schneider Electric France.

Para a GreenYellow, esta parceria representa um novo passo na aceleração do seu crescimento internacional – no final de Julho, anunciara a sua chegada à Europa do Leste – e confirma a relevância do seu modelo ágil para apoiar as empresas na sua transição energética, económica e ecológica “através de uma plataforma de ofertas globais e complementares”.

“É com satisfação que unimos forças com a Schneider Electric, líder mundial em gestão de energia e sustentabilidade, nesta parceria estratégica. Através desta aliança, a GreenYellow continua a afirmar-se como um dos principais players internacionais, capaz de apoiar grandes empresas industriais e multinacionais nas suas transições energéticas, económicas e ecológicas, tão perto do terreno quanto possível, nas suas instalações, para reduzir a sua pegada de carbono,” afirmou Otmane Hajji, Presidente da GreenYellow.

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Os cinco novos efeitos decorativos da CIN

Através da mistura do Craft Effects Extender e do Craft Effects Top Coat com tintas convencionais, a CIN criou cinco efeitos que permitem “tornar qualquer parede numa obra de arte”

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A CIN lançou os novos Craft Effects em cinco novas cores “criativas, inovadoras e de acordo com as actuais tendências de decoração”. Os novos produtos variam entre o mais clássico e o mais arrojado e destacam-se pela sua facilidade de aplicação, sendo apenas necessário recorrer a objectos simples como rolos, esponjas, vassouras, panos ou plásticos, mediante o efeito que se desejar, segundo a marca.

O Craft Effects Extender, um aditivo acrílico que prolonga o tempo de secagem das tintas aquosas, e o Craft Effects Top Coat, um verniz aquoso mate permitem criar efeitos decorativos nas paredes. Através da mistura destes produtos com tintas convencionais, a CIN criou cinco efeitos que permitem “tornar qualquer parede numa obra de arte”.

O Linen Effect confere um acabamento semelhante ao linho, “fundindo a paz e tranquilidade, à delicadeza e conforto de um lar leve, fresco e aconchegante”. Para conseguir este efeito, é necessário ter à mão uma vassoura de cerdas duras que permitam desenhar as finas linhas texturadas do linho.

Por sua vez, o Leather Finish é próprio para uma parede mais clássica, conferindo um ambiente mais contemporâneo e arrojado. Neste caso, o truque passa pela utilização de plástico no processo de aplicação dos produtos.

O Speckled Finish é um efeito salpicado que pode adicionar “uma tónica terrena e mais espontânea” a qualquer divisão. Para tal, basta pincelar um rolo de alvéolos com a trincha, sem o saturar, e aplicar directamente na parede, num movimento cruzado.

Para um efeito ‘esponja’, a CIN sugere Sponging Effect, uma técnica decorativa que combina a base numa cor sólida, com uma ou mais cores translúcidas para criar um jogo de tonalidades.

Por último, o Ragging Effect espelha a textura do veludo, do pergaminho ou da camurça, sendo necessário ter à mão panos texturados para criar estes efeitos no momento de pintura.

O passo-a-passo de cada um destes efeitos pode ser visto no canal de YouTube da CIN.

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Corkeen tem balanço de carbono negativo

O estudo de Pegada Ambiental conduzido pela EY, segundo uma perspectiva de Ciclo de Vida, baseou-se na abordagem cradle-to-gate, contemplando os impactos ambientais de todas as actividades, desde a extracção da matéria-prima, pessando pela produção, expedição e instalação in situ do sistema

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O balanço de carbono do sistema Corkeen, solução revolucionária de superfícies amortecedoras de impacto para espaços de jogo, lazer e recreio é de -102kg CO2 eq/m2. Isto significa que o sistema Corkeen promove um sequestro de carbono no montado que é superior às emissões de CO2 que resultam da sua produção.

O estudo de Pegada Ambiental conduzido pela EY, segundo uma perspectiva de Ciclo de Vida, que considera também o sequestro da floresta do montado, baseou-se na abordagem cradle-to-gate, contemplando os impactos ambientais de todas as actividades, desde a extracção da matéria-prima, passando pela produção de todos os componentes até à porta da fábrica, e incluiu ainda as fases de expedição e de instalação. Isto tendo presente que o sistema Corkeen, concebido pela Amorim Cork Composites, Unidade de Aglomerados Compósitos da Corticeira Amorim, é instalado in situ como um sistema de duas camadas (uma primeira camada na base para absorção de impacto e uma camada superior à prova de desgaste).

Produzido com cortiça, uma matéria-prima 100% natural, reciclável e renovável, o inovador piso Corkeen alia credenciais de segurança, acessibilidade e sustentabilidade, combinando os conceitos Comunidade, Natureza e Planeta. Desenvolvido de acordo com os princípios da economia circular, o sistema Corkeen tem na sua composição desperdícios resultantes da indústria da cortiça. Para além disso, a energia utilizada para a sua produção provém sobretudo do uso de biomassa (pó de cortiça).

O facto de ser instalado in situ como sistema de duas camadas permite preservar os seus atributos únicos e, mesmo após anos de utilização, a superfície Corkeen possui uma excelente capacidade de drenagem, consegue baixar a temperatura da superfície em mais de 20% quando comparado com outras soluções sintéticas, e oferece um desempenho técnico de última geração, em concordância com rigorosas normas de segurança (EN1176 e EN1177).

À prova de intempéries, de fácil manutenção, imputrescível e ignífugo, o sistema Corkeen reduz igualmente a propagação de microplásticos. Na verdade, a cortiça usada na sua composição é completamente livre de contaminação de todos os tipos de produtos químicos, nomeadamente os metais pesados, EDC, COVs, formaldeídos ou HAPs.

Cumulativamente, e sempre beneficiando das singularidades ímpares dessa matéria-prima irreplicável, “o sistema Corkeen – como afirma António Rios de Amorim – é ecológico. Contribuindo dessa forma para a diminuição das emissões de CO2 na atmosfera e promovendo um Planeta mais verde, saudável e sustentável”. O presidente e CEO da Corticeira Amorim sublinha ainda que “estes estudos de Pegada Ambiental revelam o esforço contínuo da Corticeira Amorim em aprofundar o enorme contributo do montado, e de toda a fileira da cortiça, através de apurada, validada e ratificada investigação sobre a matéria, na resposta às alterações climáticas”.

Corkeen é uma marca e empresa pertencente à Corticeira Amorim, a empresa líder mundial de transformação de cortiça que disponibiliza aos mais de 27 000 clientes, quer nacionais quer internacionais, dados quantificáveis sobre como reduzir a própria pegada de carbono dos seus produtos. Os resultados colocam também em evidência o enorme valor do montado em matéria de sustentabilidade.

FL Gaspar é o representante exclusivo da marca Corkeen em Portugal. Uma empresa com reconhecida experiência e know-how técnico na instalação de espaços de jogo, lazer e recreio, certificada para ministrar formação do sistema Corkeen a outros instaladores localizados no território nacional.

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A nova identidade de marca da TK Elevator recebe dois Red Dot Awards

O júri premiou a TKE e a agência MetaDesign pelo lançamento da nova marca, nas categorias “Brand Design & Identity” e “Corporate Design & Identity”

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Desde fevereiro de 2021 que a TK Elevator se apresenta ao mercado com uma nova identidade de marca e uma nova imagem. Esta mudança foi desenvolvida pela MetaDesign e foi agora reconhecida e premiada nos Red Dot Awards, nas categorias “Brand Design &Identity” e “Corporate Design & Identity”.

O júri do Red Dot considerou que a inovação e o potencial da nova marca TK Elevator foram implementados com sucesso desde o lançamento da nova identidade.

A nova marca foi criada com o intuito de apoiar a comunicação e o reposicionamento da TK Elevator enquanto pioneira em inovação e soluções digitais para uma melhor mobilidade urbana. Apesar das elevadas exigências e requisitos, a nova marca foi desenvolvida em conjunto pela TK Elevator e pela MetaDesign em apenas seis meses.

“Este reconhecimento deixa-nos extremamente orgulhosos porque demonstra, de uma perspetiva totalmente independente, que o lançamento da nova marca foi um sucesso. Todos os envolvidos no projecto demonstraram como a mudança pode ser usada para novas abordagens. Isto aplica-se à marca TK Elevator, mas também à nossa capacidade de adaptação enquanto empresa orientada para o futuro, aos nossos produtos inovadores e sustentáveis e ao nosso serviço”, referiu Peter Walker CEO da TK Elevator.

A inovação digital vai jogar um papel muito importante no compromisso da TK Elevator para tornar o mundo num sítio melhor para as próximas gerações. Espírito empreendedor, segurança em 1º lugar e um inigualável serviço a cliente caracterizam a nova cultura da empresa. “Seja em arranha céus, centros comerciais, aeroportos ou em qualquer outra instalação, queremos ser sempre um pouco melhores do que o que os nossos clientes esperam de nós. Os Red Dot Awards demonstram isto mesmo, que a nova TK Elevator reflecte estes valores e que é percebida como tal”, remata Peter Walker.

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Guardian SunGuard SNX 70 oferece luz, conforto e elegância

Este é um novo vidro com revestimento triplo prata que apresenta um maior controlo solar e uma transmissão de luz que se aproxima dos 70%, além de contar com um isolamento térmico elevado

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A Guardian Glass Europe lançou o produto mais recente na sua gama líder SunGuard eXtraSelective: o Guardian SunGuard SNX 70. Este é um novo vidro com revestimento triplo prata que apresenta um maior controlo solar e uma transmissão de luz que se aproxima dos 70%, além de contar com um isolamento térmico elevado. Além disso, também tem um aspecto simples e natural único e uma qualidade reflectora subtil que lhe permite atingir uma estética surpreendentemente uniforme em todos os contornos do design e em diferentes ângulos de visualização.

Isto significa que o SunGuard SNX 70 oferece aos arquitectos a oportunidade de introduzir mais luz natural, a possibilidade de melhoria na eficiência energética e no conforto para os habitantes, juntamente com uma estética de design superior. Estas características, por sua vez, podem conduzir a um melhor bem-estar dos ocupantes e são particularmente relevantes para edifícios de escritórios, cuidados de saúde e educativos, onde os níveis mais elevados de luz natural podem ajudar a incentivar a concentração, a recuperação e a aprendizagem.

O vidro é especialmente eficaz quando combinado com o Guardian UltraClear como base, disponível como SunGuard SNX 70 Ultra. Em unidades de isolamento duplo padrão, fornece 68% de transmissão de luz, 32% de factor solar e um valor Ug de 1,0 W/m2K. Em unidades de envidraçamento triplo oferece 62% de transmissão de luz, 30% de factor solar e um valor Ug de 0,5 W/m2K. A transparência superior do vidro também significa que as vistas de dentro e de fora são mais fiéis em cor.

Como parte da gama SunGuard na Europa e Rússia, o SunGuard SNX 70 tem uma Declaração Ambiental do Produto (EPD) e foi avaliado de forma independente ao abrigo do programa Produtos Cradle to Cradle Certified®, onde é certificado como Bronze.

Em termos estéticos, o reflexo exterior de 13% do vidro pode trazer um carácter elegante aos edifícios, ajudando-os a parecer mais vivos no ambiente que os rodeia e oferecendo um maior apelo visual aos transeuntes.

“Os arquitectos muitas vezes tiveram de comprometer o aspceto geral de uma fachada no que diz respeito ao vidro de alto desempenho. Agora, o SNX 70 oferece o equilíbrio perfeito entre o controlo solar, a transmissão de luz natural e uma estética surpreendentemente simples”, sublinha Andras Kovacs, Gestor de Produtos na área da Comercialização da Guardian Glass Europe

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Vulcano aposta na requalificação de recursos de engenharia

Empresa anunciou parceria com Instituto Politécnico de Castelo Branco. Primeiro webinar realiza-se no dia 15 de Dezembro, das 15h30 às 16h30, com o tema “Manutenção de Sistemas Solares Térmicos”

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A Vulcano, através do seu Instituto de Formação Vulcano (IFV), referência na formação e certificação dos profissionais nas áreas de água quente, energia solar térmica e climatização, anuncia a sua parceria com o Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) a pensar, principalmente, nos estudantes dos cursos de Engenharia Industrial e Engenharia Electrotécnica.

A primeira acção desta parceria já tem data marcada. No próximo dia 15 de Dezembro, das 15h30 às 16h30, vai realizar-se o webinar com o tema “Manutenção de Sistemas Solares Térmicos”.

Esta colaboração com o IPCB pretende criar uma ligação de proximidade entre o IFV e os estudantes, que possibilite a melhor compreensão das suas necessidades de forma a que seja possível ajudá-los na transição para o mercado laboral. Dentro das futuras acções conjuntas, destaca-se a realização de webinars ministrados por formadores do IFV que possibilitarão um maior contacto dos estudantes com a vida profissional.

João Francisco Silva, formador e dinamizador do IFV, afirma que “o objectivo é criar um espaço de formação para os profissionais de hoje e do futuro. Se queremos estar próximos do futuro, faz todo o sentido estabelecer uma parceria que ajudará a próxima geração de profissionais a ter um leque de experiências e conhecimento que lhes dêem ferramentas para ingressarem no mercado. Esta parceria com o Instituto Politécnico de Castelo Branco demonstra esta nossa vontade e temos aqui o parceiro ideal para projectarmos um amanhã mais qualificado no nosso país”.

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Sector fintech na Europa recebeu 20MM de euros em capital de risco até Outubro

Análise da Savills aponta que o mercado português está bem posicionado para o desenvolvimento e crescimento deste segmento, que alia serviços financeiros à inovação tecnológica

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Nos 9 primeiros meses de 2021, registou-se um volume de investimento de capital de risco de mais de 20 mil milhões de euros, face aos cerca de 7 mil milhões aplicados na totalidade do ano 2020, aponta análise da consultora imobiliária internacional Savills. Só nos últimos 3 anos, o volume de consumidores europeus que pretendem passar a usar exclusivamente serviços bancários digitais subiu de 49% para 62%.

As fintech, empresas que conjugam serviços financeiros com inovação tecnológica, tirando partido do desenvolvimento dos dispositivos móveis e que facilitam os processos de pagamento digitais, estão a reconfigurar os mercados dos serviços financeiros, mas não só.

O desenvolvimento e consequente amadurecimento do segmento de fintech tem actuado como um factor-chave no crescimento do comércio electrónico, facilitando as transacções comerciais. Poderá, assim, prever-se que quanto mais este segmento crescer, mais se desenvolverá, proporcionalmente, o e-commerce.

Por seu lado, o desenvolvimento do segmento de fintech na Europa tem também, de acordo com a Savills, sido alimentado por outro fenómeno em crescendo: o green financing, ou “financiamento verde”. Este é um modelo de financiamento cujo foco incide sobre projectos que tenham como objectivo a protecção e sustentabilidade ambiental, reflectindo as preocupações que têm marcado a agenda mundial e procurando dar resposta às cada vez mais presentes exigências de sustentabilidade por parte dos investidores. Deste modelo de financiamento são exemplo: empreendimentos relacionados com as energias renováveis, prevenção de poluição, conservação da biodiversidade, economia circular e a utilização sustentável dos recursos naturais.

De acordo com o European Fintech Occupier Index 2021, produzido pela consultora imobiliária internacional, que analisa os principais 24 mercados europeus, Londres é a cidade que mais investimento consegue atrair para o segmento de fintech, posição que também alcançou na análise de 2020. Nos últimos cinco anos, o segmento londrino de fintech captou mais de 18 mil milhões de euros em capital de risco.

Paris e Berlim aparecem em segundo e terceiro lugar, respectivamente, na análise realizada este ano. Amesterdão, de 2020 para 2021, subiu da 10.ª para a 4.ª posição da tabela, e apresenta-se na liderança do green financing na Europa. No final do Top 5, aparece a cidade irlandesa de Dublin. Londres, Paris e Madrid são as cidades europeias que registam os níveis mais elevados de emprego no sector fintech e os maiores volumes de produção económica nesse segmento.

No topo da lista de prioridades dos ocupantes de imobiliário da área de fintech está a atracção do melhor talento a preços mais acessíveis, visto que cerca de 55% dos custos totais das empresas prendem-se com despesas com colaboradores.

De acordo com dados da empresa norte-americana Glassdoor, das 24 cidades europeias abrangidas pelo índice da Savills, Lisboa aparece como a terceira em que os custos com o emprego de um programador de software são mais reduzidos, perto dos 35 mil euros por ano. A Savills aponta que uma das grandes preocupações das empresas fintech se prende com a atracção dos melhores profissionais da área da tecnologia com o melhor equilíbrio custo-benefício, pois as despesas com funcionários representam mais de metade dos gastos totais das empresas. Assim, Portugal posiciona-se como um dos países europeus que melhores condições oferecem à fixação e desenvolvimento de empresas fintech.

Para as empresas de fintech que estejam a equacionar a radicação em Portugal, o país oferece profissionais altamente qualificados no sector das Tecnologias da Informação. De importante menção é, também, a crescente e reconhecida qualidade do sistema de ensino superior nacional, que tem colocado Portugal nos rankings internacionais de instituições universitárias.

Em termos comparativos, um engenheiro informático na Europa poderá custar à empresa empregadora uma média máxima de 67 mil euros por ano, ao passo que nos Estados Unidos da América esse valor pode ultrapassar os 100 mil euros/ano.
Na União Europeia, ao longo da última década, o crescimento dos salários de profissionais de fintech tem vindo a desacelerar. Contudo, o custo de vida é também uma motivação significativa. Nesta métrica, Portugal adquire vantagem sobre a maioria dos outros mercados europeus em análise.

Dados da Savills mostram que Lisboa figura no 5.º lugar da tabela dos países com menor custo por metro quadrado de escritório, ficando atrás de Bucareste, Praga, Varsóvia e Atenas. Estes dados mostram que Portugal se encontra bem posicionado para captar quer o interesse das empresas de fintech, quer potenciais colaboradores para esse segmento.

“O nosso país se apresenta como um destino europeu muito atractivo para o estabelecimento de empresas fintech. Portugal oferece um full package extremamente interessante, aliando um custo de vida abaixo da média europeia a um clima de estabilidade política e paz social e a uma contínua aposta na conectividade através do desenvolvimento das áreas da Inovação e da Tecnologia”, refere Alexandra Gomes, Head of Research da Savills Portugal.

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Riportico elabora projecto da Zona Balnear e de Lazer de Unhais-o-Velho

Projecto foi adjudicado pelo Município de Pampilhosa da Serra, num montante superior a 30 mil euros e visa a construção de um espaço de estadia e zonas apelativas na envolvente

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A consultora Riportico Engenharia assegurou um novo contrato para a elaboração do projecto da Zona Balnear e de Lazer de Unhais-o-Velho, adjudicado pelo Município de Pampilhosa da Serra, num montante superior a 30 mil euros. O projecto visa a construção de uma zona que ofereça aos seus utilizadores um espaço de estadia e zonas apelativas na envolvente, que facilitem a ligação com a aldeia de Unhais-o-Velho.

No âmbito deste projecto prevê-se a construção de zonas distintas, como é exemplo um parque infantil e zonas de fitness, bar e esplanada, piscina e anfiteatro, que se conectem entre si e para o qual estão, também, previstos, espaços de estadia, através da colocação de bancos ao longo dos caminhos, e uma zona de parque de merendas. Os acessos à aldeia também serão melhorados, através de uma reformulação dos passeios existentes na envolvente e da criação de pontes pedonais, que vão atravessar o rio e conectar o parque com a aldeia.

A Riportico foi também responsável pelo estudo prévio, já entregue à Câmara Municipal de Pampilhosa da Serra, e pelo projecto de licenciamento e execução, que inclui o projecto de arquitectura e todas as especialidades, sendo que este último deverá estar concluído num prazo de dois meses.

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Sediada em Cabanas de Viriato, no distrito de Viseu, a Riportico tem uma larga experiência na elaboração de Estudos e Projectos, Gestão e Fiscalização de Obras, Coordenação de Segurança ou Consultoria Técnica. A consultora presta serviços em todo o território nacional e nas outras geografias onde actua, nas áreas de Energia, Arquitectura Bioclimática e Eficiência Energética, Projectos Técnicos de Execução, Gestão de Projecto, Fiscalização de Obras, Geotectónica, Estudos de Impacte Ambiental, Topografia, Controlo de Qualidade, Arqueologia e Antropologia e Reabilitação Urbana.

A empresa tem vindo a registar, ao longo dos últimos anos, um forte crescimento nos mercados onde actua, com especial destaque para a aposta na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, concretamente em Moçambique e em Cabo Verde, onde elabora, acompanha e fiscaliza projectos no sector das vias de comunicações, edifícios, infra-estruturas urbanas, hidráulicas e infra-estruturas aeroportuárias. Em 2020, registou um volume de negócios próximo dos cinco milhões de euros.

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Factoring garante mais de 11% do PIB europeu

No primeiro semestre, o sector apoiou a economia portuguesa em 15,8 mil milhões de euros. Em Portugal, o Factoring representava, no final do primeiro semestre, 15,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do país

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O Factoring está a reforçar o peso na economia europeia neste segundo ano pandémico, demonstram os dados relativos ao primeiro semestre do ano, revelados pela EUF, Federação Europeia do sector. No acumulado do continente europeu, foi praticamente atingido o bilião de euros no primeiro semestre de 2021.

Em Portugal, o Factoring representava, no final do primeiro semestre, 15,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, fruto de um crescimento dos créditos tomados de 4,1% face ao período homólogo do ano passado. Nos primeiros seis meses deste ano, o total de créditos tomados pelo Factoring em Portugal foi na ordem dos 15,8 mil milhões de euros.

O crescente peso do Factoring na União Europeia é fortemente impulsionado pela prestação nos maiores actores deste sector, França, Alemanha e Itália. Somados, os três mercados constituem 55% dos 787,2 mil milhões de euros registados pelo Factoring no espaço comum. Nestes países, os créditos tomados tiveram um crescimento superior ao dos respectivos PIB, com a Alemanha em plano especial, com um reforço de 8,6% no Factoring.

A resiliência do Factoring verifica-se igualmente quando consideramos o total do continente – contabilização que já inclui o Reino Unido, segundo maior mercado para o sector –, com uma retoma clara e em linha com o espaço da União, registando-se uma produção de 953,4 mil milhões de euros. No primeiro semestre de 2020, período parcialmente limitado pelo confinamento ao longo do continente, os países europeus somavam apenas 853,2 mil milhões de euros em créditos tomados.

A recuperação no primeiro semestre de 2021 representa o regresso ao crescimento, mesmo em relação a valores de 2019, em que o mercado europeu tomou 896,5 mil milhões em créditos, comparativamente aos 953,4 mil milhões de 2021.

“No primeiro semestre de 2021 notou-se um franco aumento no recurso ao Factoring por parte das empresas como reflexo do aumento das transacções económicas”, nota Pedro Cunha, vice- presidente da Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting (ALF) responsável pelo Factoring. “Como tão bem demonstra o ‘motor’ europeu, a Alemanha, o Factoring é uma peça fundamental para dar às empresas um suporte que lhes assegure agilidade e segurança nos pagamentos e nos recebimentos, podendo elas concentrar-se em desafios e investimentos fundamentais, como são a inovação, digitalização, combate às alterações climáticas e fundamentalmente, desenvolver o seu negócio”, reforça o porta-voz da ALF, associação nacional membro da Federação Europeia de Factoring (EUF).

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