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    Vector Mais fecha 2020 com um volume de vendas de 36 M€

    Tendo registado 29 M€ de facturação, a empresa entra em 2021 com o objectivo de atingir os 35 M€ nesta área

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    Apesar das dificuldades colocadas pela pandemia, a Vector Mais teve um ano positivo em 2020, tendo registado 36 milhões de euros de volume de vendas e 29 milhões de euros de facturação.  Para Duarte Aires, CEO da empresa portuguesa, “o ano de 2020 foi um verdadeiro desafio à capacidade de gestão e resiliência das empresas e dos seus recursos humanos. Em contraciclo com a paragem da economia em alguns sectores críticos em Portugal, tais como a hotelaria e restauração, a construção continuou a operar e a ter oportunidades de crescimento. Aproveitando a imposição do teletrabalho, foi possível a algumas empresas realizarem a remodelação ou até mudança de localização dos seus escritórios.”

    No ano de 2020, a Vector Mais realizou algumas das obras de interiores mais significativas a nível nacional, seja como empreiteiro geral ou com projecto chave-na-mão.

    Na área dos escritórios destaca-se a obra da nova sede do Grupo Auchan em Paço de Arcos, a remodelação do escritório da SAP no Lagoas Park, da sede da ABB na Quinta da Fonte, e do edifício em Lisboa que acolhe os serviços globais da ConvaTec. Além destes, a Vector Mais foi também responsável pela construção do primeiro centro de escritórios e cowork do Spaces em Portugal, pela renovação das instalações da SAGE em Matosinhos e iniciou, ainda, a primeira fase de remodelação do campus da Nestlé em Linda-a-Velha.

    Na hotelaria, uma forte aposta da Vector Mais nos últimos anos, a empresa iniciou a primeira fase de remodelação do Hotel Ritz Four Seasons em Lisboa, numa obra que envolveu a reconstrução total de mais de 90 quartos e respectivos corredores de acesso.

    O Novo Banco, foi o principal cliente na área de retalho, tendo a empresa sido responsável pela construção dos interiores das primeiras agências que apresentam a nova imagem do banco, com relevo para o ‘Balcão Master’ no Porto e para a agência do Fonte Nova em Lisboa.

    Na área de saúde e bem-estar, a Vector Mais continuou a expansão da rede Physiohub com um projecto chave-na-mão para a sua nova clínica no Marquês de Pombal.

    No sector da restauração desenhou e construiu a inovadora cafetaria POP Eats, localizada no Porto Office Park.

    Este ano foi também marcado pela continuada aposta da empresa na área de mobiliário, um departamento que faz parte do ADN da Vector Mais desde 2000. Este departamento foi responsável pelo fornecimento de mobiliário, iluminação, elementos acústicos e decorativos para grande parte dos seus projectos.

    Para 2021, a estratégia da empresa passa por crescer mais, tanto em facturação e como em vendas. “Projectámos um objectivo de 35 milhões de euros de facturação e até à data já temos em pipeline para produção de cerca de 25 milhões de euros. Como tal, o maior desafio será controlar a influência da pandemia nas nossas operações e recursos humanos,” revela Duarte Aires.

    Para este ano, a empresa tem até agora previstas as obras da nova sede da sociedade de advogados CCA , dos escritórios da Novo Nordisk e Euroimmun, e a remodelação das suites do Hotel InterContinental Palácio das Cardosas no Porto. A Vector Mais inicia, igualmente, em 2021 a segunda fase de construção do Campus da Nestlé e do Ritz Four Seasons, onde finalizará mais quatro pisos desta unidade hoteleira.

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    Metro de Lisboa vai dar início aos estudos técnicos para novo troço do Metro Sul do Tejo

    O novo troço, que acrescentará mais cerca de 6,6 quilómetros à actual rede, levará o Metro Sul do Tejo até à Costa da Caparica e Trafaria, passando por Santo António e São João e com ligação directa ao transporte fluvial, visa reduzir a dependência do transporte individual, respondendo assim aos desafios da neutralidade carbónica em 2050

    Com vista a avançar com o novo traçado proposto pela Câmara Municipal de Almada para o Metro Sul do Tejo, o Metropolitano de Lisboa vai avançar “de imediato” com os estudos técnicos necessários.

    Este foi um dos compromissos que resultou da assinatura do protocolo de colaboração, assinado esta segunda-feira, dia 15 de Julho, entre a Câmara Municipal de Almada, o Metropolitano de Lisboa e a Transportes Metropolitanos de Lisboa e que tem por objectivo definir os termos e condições de cooperação a estabelecer entre as partes tendo em vista o estudo, planeamento e concretização do projecto de extensão do Metro Sul do Tejo, designadamente no que se refere ao seu objecto, custos, faseamento e definição do traçado.

    Este novo troço, que acrescentará mais cerca de 6,6 quilómetros à actual rede, que levará o Metro Sul do Tejo até à Costa da Caparica e Trafaria, passando por Santo António e São João, e que permitirá uma ligação directa ao transporte fluvial, visa reduzir a dependência do transporte individual, respondendo assim ao compromisso de Portugal de atingir a neutralidade carbónica em 2050.

    No âmbito do protocolo cabe ao Metropolitano de Lisboa a gestão do projecto, estabelecendo e assegurando a colaboração entre as partes; desenvolver e/ou promover o relatório de diagnóstico; fazer a avaliação da viabilidade técnica-económica do traçado de referência e a realização de serviços de cartografia e de topografia, entre outros.

    A Câmara Municipal de Almada ficará responsável por estabelecer as condições de inserção urbana do novo traçador, no território sob sua tutela administrativa, particularmente de harmonização com as áreas urbanas abrangidas pelo novo troço.

    À TML caberá, ainda, assegurar a articulação e gestão do projecto de expansão do Metro Sul do Tejo até à Costa da Caparica, abrangendo os estudos sobre tráfego e procura, bem como a harmonização das opções de transporte público com os demais modos de transporte e tarifário no contexto da área metropolitana de Lisboa.

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    UTAD lança concurso para construção de residências por 19M€

    “É um investimento significativo, que reflete o nosso compromisso em melhorar as condições de alojamento para os estudantes da UTAD, proporcionando-lhes infraestruturas modernas e adequadas às suas necessidades”, afirma o reitor Emídio Gomes, citado na página da instituição

    A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) lançou o concurso para as empreitadas de construção, renovação e adaptação das residências universitárias, num investimento superior a 19 milhões de euros.

    “É um investimento significativo, que reflete o nosso compromisso em melhorar as condições de alojamento para os estudantes da UTAD, proporcionando-lhes infraestruturas modernas e adequadas às suas necessidades”, afirma o reitor Emídio Gomes, citado na página da instituição.

    O projeto é composto por três lotes que incluem a construção de uma nova residência na Quinta de Prados (com um valor base de 6.048.773,70 euros), a adaptação para a nova residência do edifício do antigo CIFOP, no centro da cidade (com um preço base de 8.249.419,03 euros), e a renovação e adaptação da residência de Codessais (com um preço base de 5.069.795,98 euros). A publicação do concurso das empreitadas foi feita a 6 de julho em Diário da República e o prazo de execução das obras prevê que estejam concluídas até março de 2026.

    Estes investimentos vão ser concretizados no âmbito do Plano Nacional de Alojamento para o Ensino Superior, financiado parcialmente pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), e que prevê a criação de 26 mil camas para estudantes do Ensino Superior até 2026. Atualmente, a academia transmontana dispõe de 530 camas distribuídas por cinco residências, localizadas no Complexo Residencial de Além-Rio e em Codessais.

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    Membros formalizam ‘Fundação da Construção’

    14 empresas do sector e três Ordens profissionais – Engenheiros, Arquitectos e Economistas – integram a iniciativa que é formalizada a 25 de Julho, no Técnico Innovation Center

    Os membros fundadores da ‘Fundação da Construção’ vão formalizar a constituição desta iniciativa no dia 25 de Julho, numa iniciativa que terá lugar no Técnico Innovation Centre, em Lisboa e que contará com a presença de Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e Habitação.

    A criação da ‘Fundação da Construção’ representa um momento “histórico” para o sector da construção em Portugal, considerando que é a primeira vez que as principais ordens profissionais e as maiores empresas do sector se unem numa iniciativa desta natureza.

    A iniciativa reúne as Ordem dos Engenheiros, Ordem dos Arquitectos e a Ordem dos Economistas, que, juntamente com 15 empresas do sector, ambicionam ser um “motor de mudança”, agregando a experiência e o conhecimento dos seus membros para responder aos desafios do presente e do futuro.

    Em casa está o “correcto dimensionamento das suas infraestruturas e do edificado, acautelando o desenvolvimento económico sustentável e a defesa do interesse e a autonomia nacionais”.

    Além disso, pretende-se que uma “um envolvimento mais activo” da sociedade civil na reflexão e na resolução dos problemas nacionais relativos à área da construção e que, até aqui, tem estado restrita à esfera político-partidária.

    Além das Ordens, os membros fundadores  são os A400 | Projetistas e Consultores de Engenharia, Alves Ribeiro Construção. Betar Consultores, Casais – Engenharia e Construção, Coba – Consultores de Engenharia e Ambiente, Conduril – Engenharia, Gabriel Couto – Construções Gabriel A.S. Couto, Grupo Visabeira, HCI – Construções, JLCM – J.L. Câncio Martins – Projectos de Estruturas, Mota-Engil Engenharia e Construção, NRV – Consultores de Engenharia, Teixeira Duarte – Engenharia e Construções e Ventura + Partners.

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    Câmara de Leiria adjudica construção da nova central de mobilidade por 2,3M€

    A decisão de construção deste equipamento ocorre na sequência do processo de venda das actuais instalações do terminal rodoviário na Avenida Heróis de Angola, situação que obrigou o Município a avançar com uma nova solução para garantir a continuidade da prestação deste serviço de enorme importância para a população.

    O executivo municipal de Leiria aprovou a adjudicação da obra de construção do TIL – Terminal Intermodal de Leiria, a central de mobilidade que irá nascer junto ao Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, para substituir a atual estação rodoviária, localizada no centro da cidade.

    A empreitada tem um investimento estimado em 2,3 milhões de euros e deverá ser executada num prazo previsto de 270 dias, ou seja, cerca de nove meses, e é intenção do Município que os trabalhos possam começar já no próximo mês de outubro, após o visto do Tribunal de Contas.

    Para além do transporte coletivo de passageiros das redes interurbanas e expressos, a nova infraestrutura receberá uma praça de táxis, uma estação da biclis e ligação ao serviço Mobilis e ao Percurso Polis, permitindo a intermodalidade de meios de transporte, numa zona de fácil acesso a diversos serviços e equipamentos.

    O TIL terá espaço para 15 autocarros, um edifício para serviços administrativos e sala de espera para passageiros, uma praça coberta, uma zona de descanso exterior e uma bilheteira, num total de 2.918 metros quadrados de área de construção, que serão complementados com iluminação no pavimento e nos números das docas.

    No centro da área de intervenção estará o edifício, que, com dois pisos, terá uma sala de espera com vista para todos os cais e com uma capacidade para 100 pessoas, um lounge para 20 utilizadores e uma área de encomendas, e, no primeiro andar, os serviços administrativos que terão uma sala de reuniões, quatro gabinetes, uma copa, instalações sanitárias, espaços de apoio e uma reação ao público para atendimento de apoio ao cliente.

    Toda a zona de circulação pedonal estará coberta por três estruturas alturas diferentes, numa referência conceptual à silhueta da copa dos pinheiros, às células humanas (enquanto elemento de conexão) e aos diagramas dos transportes públicos, reduzindo também o impacto de ocupação do solo.

    No capítulo da sustentabilidade, destaca-se a instalação de painéis fotovoltaicos numa das coberturas, com o objetivo de produzir energia suficiente para alimentar a iluminação exterior e interior, assim como a ventilação e a rede elétrica, reduzindo drasticamente a pegada ecológica do TIL.

    O projeto prevê ainda a recolha das águas pluviais para reservatórios, podendo depois ser utilizada para manutenção dos espaços verdes, limpeza ou nas instalações sanitárias.

    Enquadrada no desenvolvimento de uma política de mobilidade sustentável, com reforço da aposta nos transportes públicos, o Município estima que a empreitada possa começar no próximo mês de outubro, sendo objetivo que a nova central possa entrar em funcionamento um ano depois.

    Recorde-se que a decisão de construção deste equipamento ocorre na sequência do processo de venda das actuais instalações do terminal rodoviário na Avenida Heróis de Angola, situação que obrigou o Município a avançar com uma nova solução para garantir a continuidade da prestação deste serviço de enorme importância para a população.

    Por outro lado, pretende-se criar uma central que, ao contrário do acontece atualmente, ofereça boas condições de estadia de passageiros e de circulação de autocarros.

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    MAP Engenharia assina 4 contratos no valor de 70M€ 

    A empresa de construção portuguesa, anuncia a adjudicação de quatro novas obras em diferentes áreas do imobiliário em Cascais, Lisboa, Setúbal e Évora. Com estes novos contratos a carteira actual da construtora ascende a 160M€

    Em Abril de 2024, a MAP Engenharia já afirmava que 2024 seria um ano de duplicação de facturação, prevendo um volume de negócios de 80 milhões de euros. As perspectivas de crescimento para os próximos anos vão-se confirmando com a recente assinatura de quatro novos contratos de construção que somam cerca de 70 milhões de euros e que vêm dar respostas diferentes ao mercado imobiliário. A empresa de construção portuguesa faz crescer assim a sua carteira actual para 160 milhões de euros.

    José Rui Meneses e Castro, Co-Founder & Managing Director da MAP

    Em Cascais iniciaram o empreendimento Plátanos na Quinta da Marinha composto por 13 moradias no total e uma área de construção bruta de 5.313 m2. Em Lisboa, a construção da escola internacional Redbridge Campus Ajuda, localizada nos terrenos do Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa, na qual se pretende executar obras de adaptação dos edifícios existentes, convertendo-os em salas de aula, salas de actividades, salas de professores, instalações sanitárias, entre outras soluções escolares.

    Já em Setúbal o mega projeto residencial Vivva Setúbal que totaliza cerca de 30.000m2 de área total de construção, será composto por 237 apartamentos com tipologias que seguirão do T1 a T4, onde todos contam com estacionamento privativo e acesso exclusivo aos jardins, ginásio e à piscina do condomínio. Foi iniciada agora a 1ª fase de construção.

    Já no Alentejo, o antigo Convento do Carmo em Évora, será convertido num charmoso empreendimento hoteleiro, que se designará Carmo Convent Hotel e que virá a ser mais uma resposta distinta da oferta turística em Portugal.

    José Rui Meneses e Castro, co-founder & managing director da MAP afirma que “a conquista destas novas obras provam a versatilidade que a nossa empresa tem no sector da construção. Não se trata só de cumprir objectivos financeiros, mas de sentir a missão de um contributo efectivo à sociedade e que a confiança dos nossos clientes são o retorno efectivo do nosso trabalho. E esta não será a última notícia da MAP este ano, muito mais está para vir.”

     

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    Consórcio 5G.RURAL leva 5G a 70 mil pessoas em zonas remotas do Alentejo

    O projecto 5G.RURAL – 5G for rural smart communities of tomorrow, nasce de um consórcio liderado pela dstelecom e tem a ambição de garantir, até 2026, a implementação de uma panóplia de casos de uso assentes em 5G em zonas remotas do Alentejo, em áreas como a saúde, educação, energia, agricultura, turismo, arte e cultura, dando cobertura 5G a mais de 70 mil pessoas nesta região

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    A iniciativa foi aprovada no âmbito do mecanismo CEF (Connecting Europe Facility), no pilar Digital (CEF Digital), no âmbito da medida “5G for Smart Communities”, tendo sido seleccionada a par de nove outras propostas em território europeu. O projecto 5G.Rural está orçamentado em 5,3 milhões de euros, contando com um cofinanciamento de 75% por parte da Comissão Europeia, e reúne, além da dstelecom, líder do consórcio, a NOS, a Innovation Point e a IrRadiare.

    “A rede 5G não só melhorará a conectividade, como também irá promover o acesso a um conjunto de aplicações inovadoras, desde acção social e apoio ao envelhecimento activo, até educação com realidade aumentada e virtual, eficiência energética, agricultura, arte, cultura e turismo”, garante Ricardo Salgado, CEO da dstelecom.

    Os trabalhos de construção e operacionalização da rede vão durar três anos, com um foco na promoção de comunidades inteligentes e desenvolvimento de zonas com menor densidade populacional através da utilização da tecnologia 5G.

    Com o “5G.RURAL”, o consórcio pretende implementar uma solução escalável que integre as antenas e restantes componentes necessários de uma forma sustentável e integrada na paisagem, quer urbana como rural, já existente.
    “Estas soluções são concebidas para possibilitar a interacção com as comunidades. Além disso, queremos, no futuro, expandir os serviços disponíveis nesta infraestrutura, como quiosques digitais, carregadores eléctricos e outros recursos adicionais que promovam a ligação com as populações”, esclarece.

    O consórcio está já a trabalhar no desenvolvimento de várias soluções para implementação da rede 5G em neutral host.  “Depois de nos consolidamos no mercado enquanto multioperador da rede fibra em zonas com maior carência ao nível digital, nunca escondemos a nossa ambição de replicar o modelo de negócio neutro e de partilha no 5G e acelerar a sua implementação nas zonas rurais”, conclui Ricardo Salgado.

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    Foto: Site da Câmara Municipal do Seixal

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    Metro Sul do Tejo vai chegar à Costa e à Trafaria

    Assinatura para definir os termos e condições de cooperação a estabelecer entre a Câmara de Almada, o Metropolitano de Lisboa e a TML irá acontecer dia 15 de Julho na Costa da Caparica

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    O Metro Sul do Tejo vai avançar até à Costa da Caparica e à Trafaria. A assinatura do protocolo de colaboração entre a autarquia de Almada, o Metropolitano de Lisboa e a Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML), com vista a definir os termos e condições de cooperação a estabelecer entre as partes, irá acontecer no próximo dia 15 de Julho, na Praça da Liberdade, na Costa da Caparica.

    Este novo troço visa reduzir a dependência do transporte individual, respondendo assim ao compromisso de Portugal de atingir a neutralidade carbónica em 2050.

    Inês de Medeiros, presidente da Câmara Municipal de Almada, preside à cerimónia de assinatura, tendo em vista o estudo, planeamento e concretização do projecto de prolongamento do Metro Sul do Tejo até à Caparica e Trafaria, designadamente no que se refere ao seu objecto, custos, faseamento e definição do traçado. A cerimónia conta, também, com a presença da Secretária de Estado da Mobilidade, Cristina Pinto Dias.

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    Guimarães é uma das finalistas da Capital Verde Europeia 2026

    Pelo segundo ano consecutivo Guimarães volta a ser uma das finalista ao título de Capital Verde Europeia. A shortlist inclui ainda as cidades de Heilbronn e Klagenfurt. A cidade vencedora será conhecida a 24 de Outubro

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    Guimarães está na shortlist das três cidades finalistas que disputam o título de Capital Verde Europeia 2026. O município chega à fase final da competição pelo segundo ano consecutivo e disputará o título com Heilbronn (Alemanha) e Klagenfurt (Áustria). A cidade vencedora será conhecida a 24 de Outubro, numa cerimónia que terá lugar em Valência, Capital Verde Europeia em 2024.

    Para Domingos Bragança, presidente da Câmara Municipal de Guimarães, “é um enorme orgulho para o município de Guimarães ver novamente valorizado o trabalho que desenvolve em prol da sustentabilidade”. O edil considera que a presença de Guimarães, pelo segundo ano consecutivo, entre as cidades finalistas ao título de Capital Verde Europeia é a prova de que o caminho que está a ser trilhado é o certo. “O nosso compromisso com o desenvolvimento ambientalmente sustentável só é possível com o apoio das escolas e universidades, empresas e cidadãos, pois só dessa forma alcançaremos o objectivo comum de sensibilizar a população para a necessidade de proteger o ambiente e assim combater as alterações climáticas. As iniciativas e acções que temos vindo a realizar, ao longo dos últimos anos, fazem de Guimarães uma cidade referência para as outras cidades, portuguesas e europeias”, afirma o autarca.

    O painel de sete especialistas independentes que avaliou o lote inicial de nove cidades candidatas valorizou o desempenho das três cidades finalistas, incluindo Guimarães, em sete parâmetros ambientais: qualidade do ar; qualidade da água e eficiência; biodiversidade, áreas verdes e uso sustentável do território; desperdício e economia circular; poluição sonora; desempenho energético e mitigação das alterações climáticas; e adaptação às mesmas.

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    Albergaria avança com reabilitação de dois bairros sociais num investimento de 1,5M€

    Este investimento integra a estratégia de reabilitação e construção do parque habitacional do município, a qual conta com um financiamento global superior a 4,2 milhões de euros do PRR

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    O município de Albergaria-a-Velha avança com a requalificação de dois bairros sociais, num total de 44 habitações, 32 no Bairro das Lameirinhas e 12 no Bairro de Napoleão. O investimento, superior a 1,5 milhões de euros terá um impacto na vida de 150 pessoas.

    A reabilitação dos dois bairros irá incidir essencialmente na substituição de coberturas e pavimentos, na beneficiação de caixilharias, casas de banho, móveis de cozinha e roupeiros, na colocação de bombas de calor, entre outros trabalhos, visando uma melhor eficiência energética e conforto para os moradores.

    “É um marco muito importante para Albergaria-a-Velha a concretização de um objetivo do executivo, melhorar a habitação social municipal conferindo-lhe a dignidade e adequação que os moradores merecem. Neste momento damos início à requalificação de dois bairros de habitação social cujo montante ascende a 1,5 milhões de euros, após a garantia do seu financiamento a 100%, reflectindo todo o empenho na concretização de uma estratégia habitacional oportuna”, assegura Catarina Mendes, vereadora responsável pela área de Habitação do município.

    A reabilitação do parque habitacional municipal integra a Estratégia Local de Habitação do Município de Albergaria-a-Velha será um contributo relevante para melhorar as condições de acesso da população à habitação, incluindo ainda vários programas de apoio nesta área, tais como o programa de Apoio ao Arrendamento Urbano para Fins Habitacionais ou o Apoio à Recuperação de Habitações Degradadas.

    Este projecto decorre no âmbito das candidaturas submetidas pelo Município junto do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), para financiamento pelo Plano de Recuperação e Resiliência, no âmbito do Programa de Apoio ao Acesso à Habitação. Recorde-se que o Município celebrou, no dia 12 de Junho, o Termo de Responsabilidade e Aceitação relativo a Candidaturas para Reabilitação e Construção de Habitações, numa cerimónia que teve lugar na CCDR Centro, em Coimbra, e que contou com a presença do ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz e do ministro Adjunto e da Coesão, Manuel Castro Almeida, tendo sido já garantido um financiamento global superior a 4,2 milhões de euros.

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    UNIT chega ao mercado para responder à “crescente procura” por habitações em CLT

    A Unit nasce da “vontade mútua” de utilizar a inovação, o design, a arquitectura e a tecnologia como ferramentas de mudança positiva, contribuindo para uma construção “ambientalmente e economicamente mais responsável”

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    Fundada em 2023 por Francisco Salgado Ré, arquitecto português cofundador do atelier AND-RÉ, e Esther Bahne, marketeer alemã especialista em estratégia e criatividade, a Unit nasce da “vontade mútua” de utilizar a inovação, o design, a arquitectura e a tecnologia como ferramentas de mudança positiva, contribuindo para uma construção “ambientalmente e economicamente mais responsável”.

    Dado o “elevado” interesse por experiências de alojamento em ambientes de natureza, a entrada da Unit Living no mercado português tem sido “positiva”.

    A Unit Living diferencia-se pelo design e estética que conferem às unidades, permitindo múltiplas configurações conforme as necessidades e preferências de cada cliente. Entre estas incluem-se a posição das janelas, para que se enquadrem na melhor paisagem do local, o acabamento da madeira exterior, disponível nos tons Natural Wood, Black Stained e Whitewashed, ou as paredes interiores, que podem manter a cor natural da madeira ou ser pintadas de branco.

    As UNITs incluem uma casa de banho completa, podendo ser equipadas com uma cozinha, guarda-roupa, secretária, mobiliário, entre outros elementos de configuração disponíveis. O deck externo permite conectar várias unidades, uma funcionalidade importante para quem procura opções de maior dimensão ou deseja aumentar a estrutura actual.

    Tudo começa na selecção de materiais, com toda a estrutura das UNIT´s feita em CLT (Cross-Laminated-Timber), um material de construção sustentável composto por várias camadas de madeira coladas perpendicularmente entre si, formando painéis de grande resistência e estabilidade, conferindo assim a durabilidade desejada às unidades.

    “O CLT é um material sustentável que conserva as propriedades da madeira natural, elevando os valores estéticos e sensoriais dos espaços. Proporciona inúmeras vantagens em relação à construção tradicional em betão, nomeadamente a elevada resistência e robustez, aliada a tempos de construção mais rápidos, redução de custos e desperdício, bem como um menor impacto ambiental desde o fabrico, passando pelo transporte, até à instalação no local” afirma Francisco Salgado Ré, cofundador da Unit Living.

    Rapidez é uma das palavras-chave do projecto, sendo necessárias apenas 12 semanas para a fabricação das UNITs. Importa destacar também o cuidado no processo de implementação, que é feito de modo a minimizar o impacto nos terrenos, uma vez que cada UNIT é entregue já finalizada, limitando o número e a profundidade das intervenções no solo.

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