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Fundo ImoPoupança compra edifício de escritórios 5 de Outubro 124

Fundo, gerido pela Fundiestamo, adquiriu imóvel ao fundo EREF I, numa operação assessorada pela CBRE

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Situado numa localização prime da capital, junto à Avenida da República, este edifício de escritórios conta com uma área de cerca de 3.200 m2, distribuídos por 11 pisos acima do solo, incluindo uma unidade de retalho ao nível do piso térreo, e dispõe ainda de 62 lugares de estacionamento em cave.

O 5 de Outubro 124 foi recentemente alvo de obras de melhoria dos seus interiores, tendo por objectivo a reabilitação e a modernização das zonas comuns, com projecto da responsabilidade da empresa Broadway Malyan.

“Esta transacção reforça a nossa convicção de que os investidores institucionais continuam a ter uma perspevtiva muito positiva quanto à evolução futura do sector dos escritórios. No entanto, conscientes de que poderão existir alguns constrangimentos de curto prazo, a preferência destes investidores vai claramente para produtos core em boas localizações e com contratos mais longos. Para este tipo de produtos de investimento notamos inclusivamente alguma tendência de subida dos preços”, destaca Nuno Nunes, director de Capital Markets da CBRE.

“Este negócio foi paradigmático do trabalho de criação de valor da equipa da Explorer Investments, que adquiriu este edifício e em três anos levou a cabo uma modernização do edifício, e em simultâneo a substituição e negociação de inquilinos, que permitiu despertar o interesse de um investidor institucional a um valor adequado, com um excelente resultado para a actividade desenvolvida”, refere Pedro Seabra, senior partner da Explorer Investments para a área de Real Estate.

Para Paula d’Orey, administradora executiva da Fundiestamo, esta aquisição vem evidenciar que a actividade imobiliária em Portugal continua a ter boas oportunidades de negócio e que é possível fazer bons investimentos no superior interesse dos participantes dos fundos, sem descurar a tão desejada rentabilidade, pese embora a actual conjuntura económica e social que se vive decorrente da pandemia de Covid-19. “A aquisição do Edifício 5 de Outubro 124 foi uma excelente oportunidade de negócio para o Fundo Imopoupança, uma vez que se encontra inteiramente alinhada com a estratégia e política de investimentos, que visa também a aquisição de imóveis localizados em zonas prime com potencial de valorização e rentabilidade associada a contratos de arrendamento”, explica.

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Proptech reforçam em 2023

A indústria proptech está a crescer e alterou significativamente todo o mercado imobiliário. Portugal não escapa à tendência. Uma análise do Statista posiciona o mercado nacional entre os que mais investimento imobiliário movimentou através de proptech

O sector imobiliário testemunhou uma considerável transformação digital durante o ano de 2022. O primeiro ano da pandemia obrigou o sector a acelerar este processo e, desde então, a transição para um modelo 100% digital tem sido privilegiada todos os anos.

Neste contexto de digitalização, as proptechs tornaram-se um elemento essencial para qualquer actividade imobiliária. A compra e venda de casas, o aluguer, a sustentabilidade dos processos, a digitalização de edifícios e cidades e a segurança das casas requerem mais e melhor tecnologia para continuar a avançar.

Factores como a inflação, o aumento do custo energético e a falta de abastecimento devido à guerra na Ucrânia tornaram evidente alguma instabilidade no sector nos últimos meses. Apesar disso, os capitalistas de risco têm consciência que o momento actual é indicado para investir em proptechs.

Segundo uma análise do Statista, Portugal apresentou um volume de investimento de 164.2 milhões de USD, desde 2010 até ao 1º trimestre de 2022, através de proptechs, posicionando o mercado nacional em sexto lugar no ranking europeu.

A indústria proptech está a crescer e alterou significativamente todo o mercado imobiliário. A pandemia foi crucial nesta transformação, acelerando estes avanços tecnológicos, num sector que tradicionalmente era lento para se adaptar à tecnologia. As empresas proptech emergiram como verdadeiras transformadoras deste Marketplace e as novas plataformas tecnológicas agregadoras de valor trouxeram inovação ao mercado imobiliário, transparência, melhor ocupação e melhor comunicação entre todos os players do sector.

“Existem grandes oportunidades de digitalização no sector imobiliário e isto representa uma oportunidade de crescimento que precisamos de aproveitar”, diz Ana Villanueva, Co-Fundadora e CEO Iberia Tiko. A proptech espanhola tem escritórios em Madrid, Barcelona, Valência, Bilbau, Málaga, Sevilha, Zaragoza, Lisboa, Setúbal e Porto. Com um ambicioso plano de expansão para a Europa, o seu modelo baseia-se na aplicação de tecnologia ao sector imobiliário na apara que a compra e venda de casas. Em 2022 o iBuyer Tiko conseguiu alcançar um GMV (valor de todas as suas transacções e negócios) de 250 milhões de euros em 2022. Este ano tem sido um ponto de viragem para a empresa, que consolidou a sua posição com um crescimento anual de 230%.

“Vivemos numa época em que a tecnologia nos permite ser mais eficientes, mais rentáveis e mais sustentáveis. Como empresas de proptech, temos ao nosso alcance todas as ferramentas necessárias para melhor compreender as pessoas e, assim, poder oferecer aos utilizadores o melhor serviço”, refere a CEO da Tiko Iberia.

Ana Villanueva afirma que ainda há um longo caminho a percorrer e muito terreno para que estas empresas cresçam e continuem a revolucionar este sector. “Estamos certos de que este ano será decisivo para o sector imobiliário e a tecnologia será a principal protagonista”, conclui.

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Os projectos do Grupo AFA em carteira são destaque numa edição onde lhe mostramos as linhas que vão transformar a zona Norte de Coimbra. Mas há muito mais para ler

AFAVIAS em expansão com reforço
da actividade em África e em Portugal

2021 e 2022 foram anos de forte crescimento para a AFAVIAS. A empresa de construção e engenharia do Grupo AFA tem uma carteira de obras “adjudicadas, contratualizadas, negociadas e, em alguns casos, financiadas” superior a 1.000 milhões de euros. Números dão força à estratégia de expansão que o grupo tem delineada para 2023, como confidenciou ao CONSTRUIR Martinho Oliveira, CEO da AFAVIAS

O novo Plano A para Coimbra B
O arquitecto catalão Joan Busquets apresentou um conjunto de propostas que servirão se base para o plano de Pormenor que a Câmara de Coimbra deve apresentar até final do ano. A proposta prevê uma nova centralidade para a zona norte da cidade de Coimbra e permite “escrever um novo futuro para a cidade de Coimbra, para o concelho e para a região”

Os Gold Winners portugueses
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Nesta edição do CONSTRUIR, promovemos dois especiais temáticos, independentes, que têm em comum a importância da sustentabilidade

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82M€ para reabilitar 700 imóveis na Comunidade das Beiras e Serra da Estrela

Esta é a primeira Comunidade Intermunicipal do país a beneficiar deste apoio, no âmbito do PRR, destinado a projectos de habitação a custos acessíveis

A Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIMBSE) vai reabilitar 700 imóveis, distribuídos pelos seus 15 municípios, num investimento superior a 82 milhões de euros. Esta é a primeira Comunidade Intermunicipal do país a beneficiar deste apoio, no âmbito do PRR, destinado a projectos de habitação a custos acessíveis.

A reabilitação dos imóveis destina-se ao Arrendamento Acessível e surge no âmbito de um protocolo de cooperação com o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Para Luís Tadeu, Presidente da CIMBSE, o parque habitacional é um dos grandes problemas da Comunidade Intermunicipal. “Infelizmente, temos nas nossas cidades e vilas cada vez mais imóveis abandonados, outros em estado avançado de degradação e alguns em ruína. Ao mesmo tempo, falta-nos mercado de arrendamento, ou é muito diminuto nos nossos territórios”, refere. O responsável da CIMBSE sublinha que “muitos jovens são obrigados a deixar a região e quem pretende fixar-se por cá enfrenta muitas dificuldades para arranjar casa”.

Os municípios que integram a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIMBSE) entendem ser fundamental a disponibilização de habitações com rendas acessíveis, como forma de combater a dificuldade de acesso à habitação e o consequente despovoamento nestes territórios.

Na assinatura do protocolo, o Primeiro-Ministro António Costa defendeu que a habitação tem “um papel fundamental na atracção e fixação de jovens” em territórios de baixa densidade, realçando a importância de as políticas de habitação chegarem ao interior, nomeadamente à CIMBSE. O protocolo de cooperação foi assinado no Fundão, entre Luís Tadeu, Presidente da CIMBSE, e Isabel Dias, Presidente do IHRU, e na presença do Primeiro-Ministro, António Costa, e da Ministra da Habitação, Marina Gonçalves.

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Governo cria novo regime para o cadastro predial

O Conselho de Ministros aprovou o Decreto-Lei que cria o novo regime jurídico do cadastro predial. Este regime permitirá incrementar o conhecimento e cobertura sobre a propriedade do solo. Actualmente apenas 30% do território nacional tem cadastro predial

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O Conselho de Ministros aprovou o Decreto-Lei que cria o novo regime jurídico do cadastro predial, que define os princípios e as regras a que deve obedecer a actividade de cadastro predial, e que estabelece o Sistema Nacional de Informação Cadastral e a Carta Cadastral como registo único e universal de prédios em regime de cadastro predial, com vista à simplificação, agilização, desmaterialização e modernização dos respectivos procedimentos, aumentado assim, significativamente, o número de prédios cadastrados

Este regime, que altera o anterior em vigor desde 1995, permitirá incrementar o conhecimento e cobertura sobre a propriedade do solo. Trata-se de uma alteração legislativa relevante, uma vez que actualmente apenas 30% do território nacional tem cadastro predial.

O novo regime concretiza a possibilidade de juntar a informação que existe no cadastro com a que está na Autoridade Tributária e no registo predial do IRN, permitindo a interoperabilidade de dados entre estas entidades.

Por outro lado, o diploma promove a descentralização e a partilha de competências, deixando a Direcção-Geral do Território de ter a exclusividade na promoção das operações de cadastro, que passam a poder ser efectuadas nas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional e noutras entidades da Administração Pública, como as autarquias locais.

O Decreto-Lei aprovado assume o Balcão Único do Prédio (BUPi) como plataforma de interface com o cidadão em matéria de cadastro predial e plataforma integrada de comunicação entre as bases de dados e aplicações de entidades da Administração Pública.

O novo regime integra uma das metas da Reforma «Reorganização do sistema de cadastro da propriedade rústica e do Sistema de Monitorização de Ocupação do Solo (SMOS)», inscrita na componente «C8 – Florestas», do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

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BAU regressa ao centro de exposições de Munique

Com data marcada de 17 a 22 de Abril, Portugal aumenta o número de participações, o que “reflecte o forte interesse da indústria portuguesa dos materiais de construção em participar na feira mundial e chegar a novos mercados”

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Depois de uma pausa forçada de mais de quatro anos, devido ao contexto de pandemia, a feira internacional de arquitectura, materiais e sistemas de construção, BAU, regressa ao centro de exposições de Munique de 17 a 22 de Abril este ano.

“As novas datas da BAU foram muito bem aceites pelas empresas expositoras, que corresponderam e vão ocupar uma área total de 200 mil metros quadrados e irão compor a oferta que se estende por 19 pavilhões de exposição”, indica Tânia Mutert Barros, representante da BAU em Portugal.

A edição de Abril irá contar com mais de dois mil expositores, vindos de 45 países, que esperam visitantes profissionais de todo o mundo, grande parte proveniente de gabinetes de arquitectura e de engenharia.

Portugal aumentou o número de empresas presentes. São 18 as empresas portuguesas, comparativamente às 15 que marcaram presença em 2019, que irão ocupar mais de mil metros quadrados na BAU 2023, com propostas que vão desde as áreas de revestimentos, pavimentos e ferragens até às madeiras, alumínio, vidro, janelas e portões.

Segundo Tânia Mutert Barros, “este aumento reflecte o forte interesse da indústria portuguesa dos materiais de construção em participar na feira mundial e chegar a novos mercados”.

As empresas Alualpha, EM Living, Flexidoor, Flexpur, Gardengate, Gres Panaria Portugal, JNF J. Neves & Filhos, Otiima, Panoramah, Polo JCP, Sosoares e Viroc confirmaram a sua participação na BAU 2023, bem como as associações ABIMOTA (Portugal Building Hardware) e APICER (Portugal Ceramics) que se estreiam em Munique.

Também as quatro empresas da A Cimenteira do Louro, EPW, Fátima Stones e S-Vitech participarão igualmente com stands individuais e contam com o apoio da Associação AEP, no âmbito do programa PORTUGAL2020 e Compete2020. Outras empresas de Portugal aguardam ainda por vagas para se estrearem na feira.

Estratégias e tecnologias para correspondermos a conceitos de vida modernos e acessíveis, serão abordadas na BAU 2023, com “o claro propósito de fazer frente à escassez e subida dos preços da habitação, dos materiais e da energia”.

Sobre esta temática serão levados à discussão temas como “O Desafio das Alterações Climáticas”, “A Transformação Digital” e “O Futuro da Habitação”, assim como o tema da “Construção Modular”, que serão apresentados e debatidos no Centro Internacional de Congressos (ICM) e no Hall B0 com o espaço Innovation Hub.

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OLI supera os 75,5 M€ em 2022 e prevê crescer 8% em 2023

Em 2022, o maior produtor de autoclismos da Europa do Sul, registou um volume de negócios de 75,5M€, o que representa um crescimento homologo de 7% e o volume de negócios mais elevado de sempre da empresa portuguesa. Para 2023, é estimado um crescimento global de 8%

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Os resultados da empresa são impulsionados pelo crescimento nos mercados externos. Em 2022, as exportações da OLI cresceram 16% e representaram 75,6% do total de vendas. As soluções de banho desenvolvidas e produzidas no complexo industrial em Aveiro, nomeadamente autoclismos, placas de comando e mecanismos, foram enviadas para mais de 85 países dos cinco continentes.

O crescimento internacional foi impulsionado, sobretudo, pelos mercados do Norte de África, em particular o Egipto e a Tunísia, que aumentaram 142%. No sentido inverso, na Europa geografia onde a marca tem crescido continuamente nos últimos anos, as vendas abrandaram, tendo registado nos mercados da Europa central e de Leste, uma diminuição de 2% das vendas.

A guerra entre a Rússia e a Ucrânia teve um impacto negativo no exercício de 2022 da OLI, com as vendas nestes dois países a serem residuais. Antes do conflito, em 2021, a Rússia e a Ucrânia representavam 6.3% das vendas totais da empresa.

Portugal foi a excepção na Europa tendo as vendas no mercado interno crescido 9%, representando 23% das vendas totais de 2022. O país voltou a destacar-se nas contas de 2022 desta feita pelo investimento. Cerca de 12M€ foram aplicados na ampliação do complexo industrial, cuja inauguração está prevista para o primeiro semestre de 2023, no aumento da capacidade produtiva, no desenvolvimento de novos produtos e no reforço dos Sistemas e Tecnologias de Informação.

“Em 2023, conscientes da incerteza e da instabilidade na Europa, iremos apostar em geografias como o norte de África e o Médio Oriente, onde queremos consolidar os resultados obtidos no ano passado e crescer ainda mais em vendas. Para concretizarmos os objectivos de crescimento, iremos apostar na melhoria do serviço ao cliente e no lançamento de novos produtos com maior incorporação de tecnologia e valor acrescentado com benefícios ao nível da sustentabilidade e da saúde e bem-estar das pessoas”, afirma, António Ricardo Oliveira administrador da OLI.

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Segunda fase da ‘Primeira Pedra’ leva exposição pelo País

Seis anos de trabalho, 36 autores e 77 obras produzidas em mármore, calcário, granito, xisto e ardósia, culminaram na exposição ‘Primeira Pedra – 2016/2023’, que vai agora, durante três anos, ‘viajar’ por Portugal numa mostra inédita

Cidália Lopes

Título: Segunda fase da ‘Primeira Pedra’ leva exposição pelo País

A exposição ‘Primeira Pedra 2016/2022’, que se encontrava no Museu dos Coches, em Lisboa, encerrou um ciclo de seis anos de trabalho e de investigação na área da cultura contemporânea, mas prepara-se para entrar numa segunda fase. Com a designação ‘O Viajante’, as obras originais vão agora passar pelos municípios portugueses. Trata-se de uma iniciativa cujo protocolo irá permitir ceder cada uma das peças por três anos.

Segundo Miguel Goulão, presidente da Assimagra, associação que representa a indústria portuguesa dos recursos minerais, “esta segunda fase vai ter moldes diferentes já que não será possível deslocalizar a totalidade das peças de uma só vez, por questões de espaços”.

Confirmada que está a primeira parceria com a vila de Porto de Mós, as peças a mostrar serão as que estão actualmente no interior do museu”. Entretanto, tanto a Assimagra como a experimentadesign, curadora da exposição, mantêm conversações com vários municípios, nomeadamente Porto e Lisboa.

A ideia é que esta exposição possa ‘viajar’ por diferentes pontos do País e que seja adaptável aos espaços expositivos. Isto porque as peças têm tamanhos muito diferenciados e os de maior tamanho não se conseguem colocar em todos os espaços.

Tendo sido a maior iniciativa de sempre do género, Miguel Goulão considerou que o desafio, “gigantesco”, irá permitir “impulsionar novas opções estratégicas” no futuro. Também Guta Moura Guedes, da experimentadesign, revelou que “reposicionar o valor da pedra portuguesa” foi o objectivo desta iniciativa desde o início. Nesta segunda fase do programa, também a cargo da experimentadesign, pretende-se reforçar a “relação de Portugal com o Mundo” pela multidisciplinariedade e multiculturalidade que a exposição encerra.

Apenas duas peças ficarão em permanência no Museu dos Coches, cujo depósito foi assinalado na cerimónia de encerramento da exposição: a “Hell’s Kitchen Bench”, da autoria de Álvaro Siza e “Petra”, da autoria de Alexandre Faro, mais conhecido como Vhils.

O programa ‘Primeira Pedra’, cofinanciado pelo FEDER, no âmbito do Compete2020 / Portugal 2020, foi promovido pela Assimagra e produzido pela experimentadesign.

Viagem de seis anos

Depois de uma série única de projectos ter sido mostrada de forma parcial em Londres, Milão, Nova Iorque, São Paulo, Veneza, Weil am Rhein, Basileia e Dubai, em alguns dos mais proeminentes museus, instituições e eventos contemporâneos, a exposição, com a totalidade das suas peças, terminou uma viagem de seis anos em Lisboa, onde se encontrava desde Junho de 2022.

Um programa que convocou o tecido económico e o sector cultural – a arquitectura, o design e as artes plásticas – reunindo 36 autores de 14 países e 28 empresas nacionais em torno da pedra portuguesa, e que resultaram num total de 77 obras originais produzidas em mármore, calcário, granito e, também, xisto e ardósia.

O evento de encerramento da exposição contou com a presença e participação de Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República Portuguesa, Pedro Adão e Silva, ministro da Cultura e, ainda, muitos dos autores que integram a Primeira Pedra, entre os quais os arquitectos Eduardo Souto Moura e João Luís Carrilho da Graça, os artistas Vhils e Fernanda Fragateiro e os designers Pedro Falcão e R2, bem como vários dos empresários do sector e outros convidados do sector diplomático, económico e cultural nacional.

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Sonagi adquire mais de 70% do Edifício Jean Monnet

Os cerca de 8.770 m2 vão agora “ser alvo de uma profunda remodelação, ficando disponíveis dentro de um ano”. A operação foi assessorada pela Worx

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A Sonagi concluiu recentemente a aquisição de mais de 70% do edifício Jean Monnet, junto à Avenida da Liberdade, em Lisboa, conhecido por ser a actual sede do Parlamento Europeu e da Comissão Europeia em Lisboa.

Esta é a segunda aquisição de relevo na área do investimento imobiliário feita desde 2021 pela holding imobiliária Sonagi, que tem como accionista de referência a Sodim, holding da família Queiroz Pereira.

Os cerca de 8.770 m2 adquiridos pela Sonagi, vão agora ser alvo de uma profunda remodelação, ficando disponíveis dentro de um ano. Os pisos, com áreas de 790 m2, vêm dar resposta à escassez de oferta de espaços de escritórios desta dimensão que existe nesta localização, que se destaca pelas vistas sobre a cidade e sobre o rio, pela qualidade da sua renovação e pelas preocupações com a sustentabilidade e a eficiência energética dos espaços.

De acordo com Francisco Caldeira, da equipa de Capital Markets da Worx Real Estate Consultants, que assessorou a venda, “a transacção deste reconhecido edifício demonstra que, tal como a Worx tem afirmado, apesar da conjuntura mundial, o mercado nacional de investimento imobiliário permanece resiliente”.

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Governo prepara nova legislação sobre Habitação

O anúncio foi feito esta semana pelo Primeiro-Ministro, António Costa. A nova legislação versará sobre a necessidade de existirem “mais solos urbanos para que possa haver mais construção”, de “recolocar no mercado da habitação fogos que estão retirados do mercado” e de promover o arrendamento

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A actividade do Plano de Recuperação e Resiliência na construção de habitação tem de ser complementada “com outras medidas de política”, avançou o Primeiro-Ministro. “Tenho estado a trabalhar com Ministra da Habitação para brevemente apresentarmos uma lei que responda a várias necessidades”, sublinhou António Costa.

Em cima da mesa de trabalho do Primeiro-Ministro está a nova legislação que versará sobre a necessidade de existirem “mais solos urbanos para que possa haver mais construção”, de “recolocar no mercado da habitação fogos que estão retirados do mercado” e de adoptar “um conjunto de medidas fiscais que dêem os incentivos adequados para que os proprietários, com segurança, coloquem mais casas no arrendamento”, precisou António Costa.

O Governo “está a executar a todo o vapor o Plano de Recuperação e Resiliência”, sublinhou o Primeiro-Ministro, reafirmando as metas de construir “26 mil novos fogos para 26 mil famílias que vivem em situação carenciada e que não têm acesso a habitação condigna» e de reforçar a habitação acessível para jovens e famílias da classe média”.
António Costa falava na cerimónia de lançamento da primeira pedra do novo empreendimento de habitação do Alto da Montanha, em Carnaxide, Oeiras, que decorreu esta semana, marcando o arranque oficial dos Novos Programas de Habitação no âmbito do PRR. O edifício do Alto da Montanha prevê a construção de 64 casas e implica um investimento de 12,8 milhões de euros.

Presente na cerimónia, a Ministra da Habitação, Marina Gonçalves, referiu “a oportunidade que o PRR representa para o sector da habitação”, sublinhando a importância da sua aplicação em todo o território e em articulação com o poder local.

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Promotores belgas investem em novo projecto em Lisboa

Com 200 unidades, o empreendimento Arcoverde, em Paço d’Arcos, deverá estar concluído em 2024

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Arcoverde é o mais recente empreendimento promovido pela Krest Real Estate investments e da Revive. O projecto, dos dois promotores imobiliários belgas, está situado numa área em reabilitação em Paço d’Arcos, no município de Oeiras e é composto por oito edifícios, totalizando 200 unidades com estacionamento subterrâneo e unidades comerciais. Além disso, haverá um conjunto de amenities para os residentes e para a comunidade em geral.

O desenvolvimento desta área está no epicentro de uma iniciativa de renovação da Câmara Municipal de Oeiras e visa promover a biodiversidade e a natureza da área em que se encontra. A sustentabilidade é o lema do projecto que procura beneficiar a eficiência energética dos edifícios, permitindo uma redução do custo da energia.

“Estamos muito entusiasmados por iniciar este primeiro projecto conjunto com a Revive em Portugal. Este projecto segue o objectivo Krest de contribuir para o bem-estar social, ambiental e económico. Arcoverde irá contribuir para a qualidade de vida de toda a comunidade envolvente. É isto que nos move: investir e desenvolver projectos sustentáveis que criem valor para a área e para as comunidades”, diz Claude Kandiyoti, ceo da Krest.

Alexandre Huyghe, ceo da Revive, acrescenta que “este será um dos nossos primeiros projectos na área da Grande Lisboa, que irá criar novas formas de vida e de interacção, sempre focalizado nas pessoas e no ambiente. Estamos muito ansiosos por ver o resultado final e contribuir para a regeneração desta área do concelho de Oeiras, que tem tanto para oferecer aos seus residentes e potenciais residentes”.

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