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Cimento: Roteiro para a Neutralidade Carbónica assenta na abordagem dos “5C”

O Roteiro apresenta a Abordagem “5C” (Clínquer, Cimento, Betão (Concrete), Construção, e (Re) Carbonatação), para sintetizar um conjunto de medidas destinadas ao cumprimento das citadas metas

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Cimento: Roteiro para a Neutralidade Carbónica assenta na abordagem dos “5C”

O Roteiro apresenta a Abordagem “5C” (Clínquer, Cimento, Betão (Concrete), Construção, e (Re) Carbonatação), para sintetizar um conjunto de medidas destinadas ao cumprimento das citadas metas

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A Associação Técnica da Indústria de Cimento (ATIC, ), em conjunto com as suas associadas Cimpor e Secil, realizou esta segunda-feira, dia 29 de Março, a conferência “Cimentar o Futuro” para apresentar o Roteiro da Indústria Cimenteira Nacional para a Neutralidade Carbónica 2050. O evento realizou-se em formato digital e contou, entre outras personalidades relevantes, com a presença de Matos Fernandes, ministro do Ambiente e da Acção Climática, e de Pedro Siza Vieira, ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital.

O Roteiro traduz o alinhamento da indústria cimenteira nacional com os compromissos e metas nacionais estabelecidos pelo Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050 (RNC2050) bem como os assumidos por Portugal no contexto europeu e internacional, nomeadamente o Pacto Ecológico Europeu, através da incorporação de soluções tecnológicas inovadoras e sustentáveis, tendo em vista a descarbonização da indústria. Neste sentido, o documento apresenta a Abordagem “5C” (Clínquer, Cimento, Betão (Concrete), Construção, e (Re) Carbonatação), para sintetizar um conjunto de medidas destinadas ao cumprimento das citadas metas, ao longo da respectiva cadeia de valor do cimento e do betão, e até da Construção. Esta Abordagem 5C foi apresentada em 4 de jJnho de 2020 em Bruxelas, junto das principais instituições europeias para corporizar a estratégia da indústria cimenteira europeia rumo à descarbonização.

“A indústria cimenteira nacional e a ATIC, em particular, foram os primeiros a responder ao desafio que lançámos quando, em 2016, o Governo assumiu o compromisso de alcançar a neutralidade carbónica até 2050”, um esforço que exigirá a Portugal“ reduções de emissões superiores a 85% até 2050, e uma capacidade de sequestro de carbono pelo uso do solo e florestas de 13 milhões de toneladas de carbono por ano”, referiu o ministro do Ambiente,

O Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, saudou o realismo da ATIC. “Ainda bem que os nossos produtos industriais, estão conscientes dos desafios e estão a mobilizar-se para a mudança que é necessária. Este Roteiro para a Neutralidade Carbónica mostra que esta neutralidade é possível: a tecnologia está disponível nalguns níveis de maturidade muito diferenciados. É preciso continuar a fazer esforços ao nível da Investigação e Desenvolvimento, de investimentos em processos produtivos mais eficientes, na dotação do nosso País e de cada indústria em particular de acesso a fontes de energia renováveis, de possibilidades de utilizarmos outro tipo de energias nos próprios processos produtivos na indústria”, assinalou Siza Vieira.

“Este é o compromisso público da indústria cimenteira com projectos concretos definidos com metas a dois tempos: o primeiro com reduções significativas de 48% ao longo de toda a cadeia de valor em 2030 e o segundo atingindo a efetiva neutralidade carbónica em 2050”, assumiu o Presidente do Conselho Executivo da ATIC e CEO da Cimpor, Luís Fernandes.

“A indústria do cimento e do betão assumiu o compromisso de ser parte da solução. Para isso precisamos de políticas públicas e reguladoras que garantam uma transição equilibrada. Esta transição não pode ser feita em benefício de uns e à custa de outros. Já vimos na Europa os problemas que tal pode trazer. Portugal não pode prescindir da pouca indústria que ainda tem”, alertou o Presidente da Associação, Gonçalo Salazar de Leite.

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Lisboa com um orçamento de 1160 M€ para 2022

Neste que é o primeiro orçamento municipal de Lisboa do actual mandato, 2021-2025, que governa sem maioria absoluta, o seu vice-presidente referiu que este é um orçamento que “concilia a herança do passado com a aspiração da mudança

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A proposta de orçamento apresentada hoje por Filipe Anacoreta Correia, vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa tem inscrito uma despesa de 1160 milhões de euros, em linha com aquela que estava prevista para 2021.
Em termos de receitas, o município espera arrecadar 1028 milhões de euros, dos quais 791 milhões de euros são receitas correntes e 234 milhões de euros são despesa de capital e três milhões de euros são outras receitas. No dessegregamento das receitas correntes o vice-presidente que é também vereador das Finanças, destacou o peso dos impostos sobe o património “que são os que apresentam uma fatia maior das receitas de financiamento”, designadamente o Imposto sobre Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT), no valor de 230 milhões de euros e o Imposto Municipal Sobre Imóveis (IMI), no montante de 125 milhões de euros.

Já nas despesas, as correntes estão estimadas em 734,5 milhões de euros e as de capital em 425,5 milhões de euros. Nas despesas correntes de sublinhar “as despesas com pessoal constituem uma componente muito relevante, como não podia deixar de ser, dado o universo dos recursos humanos da cidade de Lisboa”, no valor de 283,2 milhões de euros, seguindo-se a aquisição de bens e serviços, com 179,2 milhões de euros, as transferências correntes (150,6 milhões de euros), os subsídios (100,2 milhões de euros), as outras despesas correntes (19 milhões de euros) e juros e outros encargos (2,3 milhões de euros).

Neste que é o primeiro orçamento municipal de Lisboa do actual mandato, 2021-2025, que governa sem maioria absoluta, o seu vice-presidente referiu que este é um orçamento que “concilia a herança do passado com a aspiração da mudança”. O compromisso com todos os partidos com representação é assumido na aposta nas áreas da Habitação, Transporte, Educação e Saúde, que têm neste investimento uma previsão de investimento superior, face ao ano transacto. Assim, ma Habitação a Câmara de Lisboa espera investir 116 milhões de euros, mais 30,9 milhões de euros que em 2021, o que representa um crescimento de 36%. Filipe Anacoreta Correia afirmou a continuidade de todos os programas nesta vertente e não pôs de lado a hipótese do orçamento para a Habitação ser superior numa perspectiva plurianual, em virtude do PRR, o qual “constitui uma oportunidade para o reforço do investimento nas áreas em que esse investimento é garantido, como seja a Habitação. Já nesta fase final de 2021 foi possível apresentar a candidatura de projectos ao PRR, tendo uma parte, cerca de 32 milhões de euros, sido já aprovado e recebido. Estimamos que no [orçamento] plurianual a Câmara Municipal de Lisboa possa ter capacidade, ao abrigo do PRR, em valores que rondarão os 150 milhões de euros, mas poderemos ir mais além. Em 2022 vamos reforçar os projectos que podem ser enquadrados neste âmbito”, avançou o vice-presidente.

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A dimensão da mobilidade deverá receber 102 milhões de euros, mais 20,7 milhões de euros. Com a aposta do Executivo de Moedas nas medidas inscritas no pacto eleitoral como seja os transportes gratuitos para menores de 23 anos e para os maiores de 65 anos, que sejam residentes. Uma medida que irá custar cerca de 12 milhões de euros.
Outra promessa eleitoral de Carlos Moedas que é cumprida neste orçamento é o desconte de 50% no estacionamento da EMEL para os residentes no município que terá um custo de 2,5 milhões de euros.

Ao nível da Saúde, a CML vai criar um Plano de Saúde para facilitar o acesso à saúde dos maiores de 65 anos mais carenciados. O projecto é realizado em articulação com as juntas de freguesia e deverá abranger até 20 mil pessoas.
Em 2022 o orçamento para creches e equipamentos de educação conhece um crescimento de 70%, face a 2021, com o actual executivo a reservar 42,5 milhões de euros para esta componente.

“Queremos deixar um legado, um marco no desenvolvimento da cidade de Lisboa, valorizar a participação e o envolvimento dos cidadãos”, sublinhou Filipe Anacoreta Correia.

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Exposição “Radar Veneza” prolongada até 30 de Janeiro

A mostra, patente na Casa da Arquitectura, propõe uma viagem reflexiva sobre a participação portuguesa ao longo dos 46 anos representação nacional em Veneza, desde 1975 até aos nossos dias, com curadoria de Joaquim Moreno e Alexandra Areia

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A exposição “Radar Veneza – Arquitetos Portugueses na Bienal 1975-2021″, que propõe uma viagem reflexiva sobre a participação portuguesa ao longo dos 46 anos representação nacional em Veneza, desde 1975 até aos nossos dias, com curadoria de Joaquim Moreno e Alexandra Areia, e que se encontra na casa da Arquitectura, foi prolongada até 30 de Janeiro de 2022.

A exposição conta, também, com um programa paralelo no âmbito do qual será também lançado o catálogo homónimo, com ensaios de Joaquim Moreno, Alexandra Areia e Léa-Catherine Szacka (arquitecta, crítica e especialista na Bienal de Veneza).

Trata-se de um volume de 336 páginas com 32 entrevistas transcritas aos protagonistas das participações portuguesas na Bienal entre 1975 e 2021, 24 desenhos dos 24 objectos/grandes modelos apresentados na exposição e uma linha temporal – espaço para uma visão panorâmica das transformações, capaz de comunicar ideias e contextos gerais de cada Bienal e as circunstâncias específicas de cada representação nacional.

A exposição “Radar Veneza – Arquitetos portugueses na Bienal 1975-2021” resulta da parceria entre o Estado português e a Casa da Arquitectura enquanto Centro Português de Arquitectura. Concretiza-se em torno do depósito no Arquivo da Casa do acervo das representações nacionais desde a sua estreia em Veneza até aos dias de hoje, avançando para o futuro. A Casa da Arquitectura vai continuar a ser o destino dos futuros acervos resultantes da presença portuguesa naquele que é o maior festival contemporâneo de cultura do mundo.

“Radar Veneza” propõe, através da mostra e do catálogo, uma análise crítica das muitas formas como o Portugal democrático expôs e se expôs lá fora. Procuramos ver-nos pelos olhos dos outros através dos convites que a Bienal foi fazendo a arquitectos, gabinetes e artistas, sem perder de vista a análise e a reflexão que o conjunto das representações oficiais, pela primeira vez reunidas num só espaço, permite e convida a fazer.

A multiplicidade de leituras possíveis esteve na base do desafio lançado pela Casa da Arquitectura aos curadores Joaquim Moreno e Alexandra Areia, a quem coube organizar este voo de longo curso sobre décadas de presença portuguesa em Veneza e desenhar o retrato dos protagonistas dessas representações.

À radiografia da presença oficial junta-se o olhar reflexivo sobre os conteúdos das propostas e as soluções encontradas para a sua apresentação no espaço de Portugal em Veneza, que, em várias ocasiões, nem sequer existia formalmente.

“Não é possível ignorar a forma criativa e no geral bem-sucedida como Portugal se apresentou na Bienal, muitas vezes com orçamentos limitados e sem uma ‘casa’ física, afirmando-se a cada edição através das propostas dos arquitectos nacionais.  A exposição permite também abarcar a leitura dupla que oferecem as representações portuguesas e as propostas resultantes dos convites endereçados pela curadoria da Bienal”, refere a Casa da Arquitectura.

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Promoção residencial travou 17% em 2021

Até Novembro de 2021, foram sujeitos a processo de licenciamento municipal em Portugal Continental um total de 15.250 novos projectos de habitação que perfazem 35.000 fogos, de acordo com os dados do Pipeline Imobiliário. Esta carteira apresenta uma quebra de 17% face a 2020

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O número de fogos submetidos a licenciamento em Portugal teve uma quebra de 17% até Novembro de 2021. Entre Janeiro e Novembro do ano passado, foram sujeitos a processo de licenciamento municipal em Portugal Continental um total de 15.250 novos projectos de habitação que perfazem 35.000 fogos, de acordo com os dados do Pipeline Imobiliário.
Esta carteira apresenta uma quebra em torno dos 17% quer em número de projectos quer em número de fogos, face à actividade registada em igual período de 2020, quando o pipeline residencial no país ascendeu a 18.250 projectos num total de 42.250 unidades.

“Em termos absolutos isto significa que foram projectados menos 7.250 fogos do que em 2020, um número que se deverá acentuar mais com os apuramentos relativos a Dezembro. É uma situação que começa a preocupar o mercado, de acordo com o último inquérito de confiança realizado, o PHMS. A falta de oferta não só é apontada pelos operadores como um dos principais motores da subida de preços, como começa a constar como um potencial travão à actividade transaccional do mercado a prazo”, sublinha Ricardo Guimarães, director da Confidencial Imobiliário.

A principal quebra sentiu-se na obra de reabilitação, onde os actuais 2.670 projectos e 5.400 fogos contabilizados apresentam contracções de 26% e 34%, respectivamente, face ao ano passado. No acumulado de 2020 até Novembro a carteira de reabilitação registava 3.600 projectos e 8.200 fogos. A actividade na construção nova comprimiu cerca de 13% (em número de projectos e de fogos), contabilizando em 2021 cerca de 12.600 novos projcetos num total de 29.600 unidades, em contraste com os 14.600 projectos e 34.000 fogos submetidos a licenciamento em 2020. A construção nova representa agora 85% dos fogos em carteira, reforçando a sua quota face a 2020, quando aglomerava 81% do pipeline.

Em termos geográficos, apenas o Alentejo apresentou uma evolução positiva da actividade face a 2020, com uma carteira de fogos 13% superior (1.210 vs 1.070), embora seja a região com menor quota no total do país (3%). Na Área Metropolitana de Lisboa, com 25% dos fogos em carteira em Portugal, a quebra foi de 18% (8.720 vs 10.570), enquanto na Área Metropolitana do Porto (21% do total nacional), a carteira reduziu 11% (7.200 vs 8.100). No Algarve, a actividade caiu outros 11% (2.540 vs 2.870), numa região que mantém o seu peso em 7% do total nacional.

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Fundo do BPI adquire Galerias Saldanha Residence por 27 M€

A consultora Worx actuou enquanto assessor exclusivo do Novimovest, fundo de investimento fechado, gerido pela Santander Asset Management, ao BPI Imofomento, fundo de investimento imobiliário aberto gerido pela BPI Gestão de Activos

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A Worx Real Estate Consultants actuou enquanto assessor imobiliário exclusivo do Santander Asset Management, na venda das Galerias Saldanha Residence, em Lisboa. O comprador, o BPI Imofomento, fundo de investimento imobiliário aberto gerido pela BPI Gestão de Activos comprou por cerca de 27 milhões de euros o activo ao Novimovest, fundo de investimento fechado, gerido pela Santander Asset Management.

Segundo Pedro Rutkowski, CEO da Worx, esta é uma “mais uma transacção de referência assessorada pela Worx, devido à sua excelente localização, sendo esta uma zona consolidada tanto de serviços/escritórios como residencial”.

A aquisição deste imóvel insere-se na “estratégia de gestão do Fundo Imobiliário BPI Imofomento, com um foco em ativos prime localizados nas zonas mais consolidadas de Lisboa do ponto de vista imobiliário”, afirma Manuel Puerta da Costa, administrador da BPI Gestão de Activos. “É nas alturas de algumas dificuldades e incertezas como as que se viveram nos últimos meses, que se encontram imóveis com um potencial de crescimento e valorização superior à média das valorizações de longo prazo no imobiliário”, acrescenta.

Com 6.900 m2 de ABL e 40 lojas, as Galerias Saldanha Residence, localizadas junto à Avenida Fonte Pereira de Melo, em Lisboa, abriram as portas ao público em 1999. Nas suas imediações encontramos os escritórios de diversas empresas nacionais e multinacionais de referência, como a KPMG, PLMJ, Altice e BPI entre outras, cujos colaboradores contribuem para os cerca de 2,5 milhões de visitantes que frequentam a Galeria anualmente.

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Nova Vila Retail Park inaugura em 2023 em Portimão

Portimão irá ter um novo espaço de retalho, o Nova Vila Retail Park, pretende dar uma resposta adequada à procura que existe na cidade por um conjunto comercial contemporâneo com as últimas tendências de design, oferta comercial e experiência para o consumidor

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O novo espaço é promovido pela Mitiska REIM, investidor europeu líder no segmento do imobiliário de conveniência, irá contar com cerca de 22 mil metros quadrados de área bruta locável, distribuída por 18 lojas. O projecto de arquitectura tem assinatura da Broadway Malyan. A abertura deste novo espaço comercial está prevista para o primeiro semestre de 2023.

Segundo Jan Du Bois, Investment Director Iberia da Mitiska REIM, embora o sector do retalho enfrente uma série de desafios, continua a existir uma elevada procura por retail parks por parte de retalhistas e consumidores, incluindo projectos que sejam modernos, bem pensados e com boas localizações. “O que distingue os retail parks do comércio de rua e dos centros comerciais é o seu fácil acesso combinado com baixos custos de ocupação para os operadores (rendas e encargos comuns mais reduzidos). Além disso, oferecem lojas com áreas mais amplas e estacionamento gratuito, permitindo aos retalhistas maximizar as suas vendas online através do serviço ‘Click & Collect’”, sublinha.

Ao longo dos últimos quatro anos, a Mitiska REIM construiu uma plataforma de retail parks em Portugal, somando mais de 135.000 m² de área bruta locável, tanto em funcionamento como em desenvolvimento. “A promoção deste novo retail park representa um passo significativo no aumento da nossa posição no mercado e presença em Portugal. Com a economia portuguesa e a confiança dos consumidores em forte crescimento, surgem também novas marcas de retalho no mercado. A nossa especialização no segmento dos retail parks e retalho de conveniência, combinado com a nossa forte relação com retalhistas locais e internacionais, coloca-nos numa boa posição para tirar vantagem dessa oportunidade”, refere Enzo Guidez, responsável pela actividade da Mitiska REIM.

O Nova Vila Retail Park ficará localizado a escassos três minutos do centro da cidade de Portimão, junto à Estrada Nacional 125, e com um acesso rápido e fácil de e para a Autoestrada A22.

“Portimão é uma das cidades com acentuado crescimento no Algarve e tem já uma das maiores populações residentes, o que associado ao elevado número de turistas que a visitam, constituiu um universo de potenciais clientes muito interessante. A aposta nesta classe de activos faz todo o sentido na cidade, e em particular numa localização como esta, com acessos fáceis e capacidade para introduzir um projecto altamente qualificado e inovador para o seu público-alvo. Além disso, o mercado de retalho em Portugal continuará numa trajectória de recuperação e consolidação, que felizmente temos aproveitado em projectos ao longo do país e seguramente que este não será uma excepção no trabalho que a equipa de retalho da CBRE tem desenvolvido nos últimos anos na comercialização de activos neste segmento”, sublinha Carlos Récio, Director de Retail Advisory & Transaction Services da CBRE, consultora que terá a seu cargo a comercialização do espaço.

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Reutilização e reciclagem de plásticos coloca Sonae no rating de liderança

O CDP distinguiu o compromisso ambiental do grupo português com atribuição de rating de liderança. 52% das embalagens em Portugal são hoje recicláveis

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A Sonae foi novamente reconhecida como uma empresa líder no combate às alterações climáticas pelo CDP, organização não governamental de referência pela classificação da performance ambiental de empresas e cidades. O mais recente relatório do CDP, conhecido no final do ano de 2021, voltou a reconhecer o Grupo Sonae pelas suas acções concretas para reduzir emissões de gases de efeito de estufa, mitigar riscos climáticos e desenvolver a economia de baixo carbono, tendo alcançado o rating de liderança A-.

O CDP, organização sem fins lucrativos criada há mais de 20 anos sob o mote “Carbon Disclosure Project”, é a fonte de informação ambiental corporativa de referência para centenas de investidores e decisores dos mercados bolsistas em todo o mundo. Em 2021, o estudo avaliou mais de 13 mil empresas de todo o mundo.

No último ano, os negócios de retalho da Sonae, onde se inclui Sonae MC, Worten e Sonae Fashion, conseguiram que cerca de 58% das suas embalagens fossem recicláveis. De acordo com os dados do 1º Relatório de Progresso do Pacto Português para os Plásticos, da rede internacional Global Plastics Pacts Network da Fundação Ellen MacArthur, 52% das embalagens em Portugal são hoje recicláveis, apresentando as insígnias da Sonae um desempenho ambiental superior.

“Na Sonae empenhamo-nos proactivamente na protecção do nosso planeta. Conscientes da urgência do combate às alterações climáticas a que todos temos vindo a assistir ao longo dos últimos anos, trabalhamos diariamente para desenvolver soluções que nos permitam atingir a neutralidade carbónica até 2040, em todas as nossas operações. Paralelamente, investimos na identificação de soluções sustentáveis para o plástico de utilização única com origem na nossa actividade para que, até 2025, todas as embalagens de plástico dos nossos produtos de marca própria sejam reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis”, afirma João Günther Amaral, Chief Development Officer da Sonae.

Além de promover a utilização de embalagens reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis, a as empresas de retalho da Sonae têm também procurado reduzir a utilização de plástico e potenciar a utilização da sua versão reciclada nas embalagens dos produtos que comercializam. Também nesta meta, a Sonae destaca-se das restantes empresas que integram o Pacto Português para os Plásticos com quase o dobro da média na incorporação de plástico reciclado em novas embalagens: 19,5% nos negócios de retalho da Sonae, sendo o valor médio em Portugal de 11%.

De destacar que a Sonae MC foi recentemente considerada como o 3º retalhista do mundo com maior percentagem de embalagens efectivamente reutilizadas, recicláveis ou compostáveis, segundo o reporte do Global Commitment da Ellen MacArthur Foundation.


Sobre o Pacto Português para os Plásticos

Iniciativa portuguesa que se inspira na visão de economia circular da Ellen MacArthur Fundation, pertencente à rede internacional da New Plastics Economy (Fundação Ellen MacArthur), que coloca Portugal no grupo de países que pretendem liderar esta transição. É uma plataforma de colaboração inédita, que reúne os diferentes agentes da cadeia de valor nacional do plástico: Governo, produtores, retalhistas, entidades de reciclagem, universidades, ONGs, associações, entre outros. A Sonae aderiu ao em 2020, abrangendo a Sonae MC, Worten e Sonae Fashion. Os membros do Pacto Português para os Plásticos estabeleceram metas ambiciosas para 2025 e em 2021 foi conhecido o 1º Relatório de Progresso do Pacto Português para os Plásticos.

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Expansão das operações logísticas à boleia do comércio electrónico

Portugal é um dos mercados europeus mais apetecíveis para a expansão de operações de logística. Segundo uma análise da Savills, a pandemia de COVID-19 reconfigurou as necessidades de armazenamento e fez crescer o comércio electrónico, dois factores que estão a influenciar o sector Logística na Europa

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Portugal encontra-se na lista dos cinco países europeus que conseguem atrair mais investimento para o sector logístico, ficando apenas atrás de França, Alemanha, Espanha e Itália. A conclusão é da análise European Real Estate Logistics Census da consultora imobiliária internacional Savills, que evidencia, também, o papel que a pandemia Covid-19 exerceu no aumento da dinâmica de procura desta classe de activos.

A maioria dos promotores, investidores e agentes considera que, nos últimos meses, o sector logístico registou um impacto positivo, em muito devido à reconfiguração das necessidades de armazenamento originadas pelos confinamentos e pelo consequente crescimento do e-commerce, que obrigou a uma redefinição das necessidades das capacidades de armazenamento. No entanto, os operadores consideram que os obstáculos levantados pelo combate à pandemia, a par das incertezas quanto ao futuro, vieram condicionar a disponibilidade dos consumidores para efectuar despesas.
Este sentimento negativo face aos impactos da pandemia foi mais fortemente sentido por retalhistas, especialmente aqueles que têm uma menor presença online, e que, por isso, não têm capacidade para navegar devidamente a trajectória de crescimento do comércio electrónico.

“Desde o início da pandemia de COVID-19, a procura por espaço de armazenamento aumentou dramaticamente, ao passo que a disponibilidade continuou a diminuir. O forte desempenho do mercado ocupacional, por sua vez, intensificou o interesse dos mercados de capitais no sector, com volumes de investimento anuais que atingiram os 35 mil milhões de euros e prime yields que caíram para -3% em muitos mercados prime”, refere Marcus De Minckwitz, Head of EMEA Industrial and Logistics,

Face à reconfiguração dos padrões de comportamento no sector logístico, prevê-se o reshoring de algumas operações. Desta forma, estima-se que 68% dos operadores adoptarão posturas mais cautelosas e procurarão reduzir a exposição aos riscos ainda associados à incerteza do panorama pandémico, como disrupções no transporte marítimo e o aumento do preço dos combustíveis. Esta abordagem pode verificar-se também na reorientação das atenções de muitos investidores para mercados de capitais mais core, como França, Alemanha e Reino Unido, um fenómeno que se tem observado um pouco por todo o continente europeu.

Os operadores deverão também aumentar a sua capacidade de armazenamento para acomodar o crescimento da procura através de plataformas online. Por outro lado, a escassez de activos representa o maior obstáculo ao crescimento do sector logístico na Europa.

Cerca de 95% dos operadores logísticos antecipam que precisarão de mais ou do mesmo espaço de armazenamento ao longo dos próximos três anos, sendo que 47% afirma que é muito provável que venha a expandir a sua capacidade de armazenamento. Os operadores 3PL são os que mais deverão expandir os seus armazéns, seguidos dos retalhistas e da manufactura. Assim, 36% dos ocupantes deverão expandir as suas instalações logísticas em mais de 40 mil m2, e 44% entre os 10 mil e os 40 mil m2.

Para os operadores logísticos, França (44%), Alemanha (43%), Espanha (39%), Itália (26%) e Portugal (24%) são os mercados que figuram no topo das preferências dos ocupantes que pretendem aumentar a sua capacidade de armazenamento na Europa, sendo mercados capazes de atrair cada vez mais investimento em logística.
“Existe uma oferta de armazéns deficitária em toda a Europa, mas com França, Alemanha e Espanha a continuarem a ser os mercados mais atractivos para os ocupantes que queiram aumentar a sua capacidade, devido ao crescimento das vendas de retalho online, significa que poderemos esperar o aumento dos valores das rendas nestes mercados ao longo dos próximos 3 a 5 anos”, avança Mike Barnes, European Research Associate da Savills

O que procuram os investidores em logística?

A localização dos imóveis continua no topo da lista das preocupações dos investidores, com 89% dos respondentes ao inquérito da Savills a considerá-lo o factor mais importante. Também a segurança dos acordos de arrendamento (83%) e da futura obsolescência do edifício (75%) podem ser decisivos nas escolhas de investimento. Ainda, 74% dos investidores considera a sustentabilidade dos imóveis de grande importância e a quase totalidade já incorpora os princípios ESG nos seus processos de investimento ou pretende integrá-los nos próximos três anos.
Do lado dos promotores de activos logísticos, 66% considera que a automatização dos armazéns irá ter um impacto significativo nas cadeias de fornecimento durante os próximos 12 meses. A robotização dos armazéns e a transformação de frotas de veículos para acomodar a ascensão da mobilidade eléctrica estão também entre os factores mais influentes na captação de investimento.
Mais de metade dos promotores elenca os custos de aquisição de terrenos e de construção como alguns dos grandes desafios dos próximos cinco anos.

Procura em Logística deverá continuar a aumentar em 2022

A transformação a que se assiste nas cadeias de distribuição motivou um crescimento do mercado nacional, que gerou um recorde de take-up em 2021, acima dos 290.000 m2.

Os fundamentos de mercado subjacentes a este crescimento prendem-se com a necessidade de aumento dos níveis de oferta de qualidade, motivados em grande parte pelo crescimento exponencial do e-commerce e pela imprescindível adaptação a novas tecnologias. No panorama internacional, Portugal afirma-se cada vez mais como um destino para operações logísticas transfronteiriças para servir os mercados ibérico e europeu. Por outro lado, o fenómeno do nearshoring e o potencial do mercado português para atrair investimento para a industrialização contribuem positivamente para que este segmento cresça e seja cada vez mais apetecível para os operadores e investidores.

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DGRM lança concurso para centro de controlo do mar

Novo Centro de Controlo do Mar ficará localizado no Campus da Escola Náutica Infante D. Henrique, em Paço D’Arcos, e terá um custo de 1,4 M€

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A Direcção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM) lançou um concurso para a implementação do Centro de Controlo do Mar (CMAR), que ficará localizado nas instalações da DGRM em Paço D’Arcos. O Concurso foi já publicado em Diário da República tendo um preço base de 1,4 Milhões de Euros, acrescidos de IVA. O
Centro conta com financiamento do Programa Operacional MAR2020.

O objectivo é “implementar um novo centro de controlo que melhore e explore as sinergias da instanciação das obrigações de Estado na monitorização e controlo da frota nacional de pesca, e das obrigações de Estado no controlo de tráfego marítimo costeiro e monitorização dos navios da marinha mercante de bandeira portuguesa, maximizando as condições de operação 24 horas por dia e sete dias por semana, num espaço partilhado e com os dois serviços a usufruírem de mais meios e melhores infraestruturas físicas e tecnológicas. Desta forma, para além de serem melhoradas as condições de operação e de supervisão, são optimizados os investimentos e os custos de funcionamento através da partilha de comunicações e de todo o hardware e serviços”, refere nota da DGRM.

Actualmente, o Centro de Controlo e Vigilância das Pescas está localizado em Algés e o Centro de Controlo de Tráfego Marítimo do Continente em Paço D’Arcos, ambos funcionando sob responsabilidade da DGRM.
O CMAR será baseado na evolução do espaço do centro de controlo de Paço De Arcos, juntando os dois centros e permitindo uma melhor resposta às obrigações de Estado de Bandeira e de Estado Costeiro, enquadrado no conceito europeu de Política Marítima Integrada.

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Com o CMAR será também melhorada a cooperação e partilha de dados com o Sistema Integrado de Vigilância, Comando e Controlo (SIVICC) da Guarda Nacional Republicana (GNR), com o Centro de Busca e Salvamento Marítimo (MRCC) da Marinha, com a Força Aérea, entre outras entidades nacionais com competências ou participação nas questões marítimas, bem como no quadro de partilha da informação (CISE) no domínio marítimo da UE.

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Novo sistema de orientação a laser aumenta em 60% precisão na escavação de túneis

A Acciona desenvolveu um sistema de orientação a laser para a escavação de túneis convencionais que aumenta em mais de 60% a precisão entre os troços projectados e os troços reais de construção,

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A Acciona desenvolveu um sistema de orientação a laser para a escavação de túneis convencionais que aumenta em mais de 60% a precisão entre os troços projectados e os troços reais de construção, reduzindo os custos adicionais provocados por desvios geométricos na construção.

Através do uso de laser, é projectada em tempo real uma linha contínua da secção de escavação “teórica”, ou seja, o perfil que o túnel deve ter em cada ponto específico ao longo de seu percurso é “desenhado” no solo. Desta forma, os custos extras ocasionados por desvios geométricos nas secções padrão são significativamente reduzidos na construção deste tipo de infraestrutura.

Além de reduzir o volume de material escavado, esse inovador sistema oferece outras vantagens como a facilidade de uso, por se tratar de um equipamento leve (75 kg) e de dimensões reduzidas (100x45x55 cm) operado pela própria equipa na obra. Outra das vantagens é facilidade de utilização do sistema que não exige nenhuma formação técnica adicional ou especializada. Adicionalmente, permite ter um registro digital do andamento do túnel por meio de varredura a laser.

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A construtora implementou este sistema em ambientes reais como o Túnel da Pedralba (Zamora), o Túnel Padornelo (Zamora), o Túnel Olesa (Catalunha), a Linha 3 do Metro do Chile ou o Túnel Tresponts (Catalunha), e o objectivo da empresa é implementá-lo em breve na construção da Linha 6 do Metro de São Paulo, no Brasil, e da rodovia E6-Trondheim-Vaernes, na Noruega.

No final do ano passado, o sistema de orientação a laser recebeu o Prémio Nacional Leonardo Torres Quevedo de Inovação em Engenharia.

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Prémio Cinco Estrelas 2022 distingue empresas do turismo e imobiliário

No total foram distinguidas 132 marcas, 15 personalidades e 14 órgãos de comunicação social

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Os vencedores do Prémio Cinco Estrelas 2022 acabam de ser divulgados. O elevado nível de exigência e rigor da metodologia Cinco Estrelas destacou assim 132 marcas, mais sete do que no ano passado, a que acrescem as 15 personalidades e 14 órgãos de comunicação social. O Prémio Cinco Estrelas mostra o reconhecimento dos portugueses, que avaliam a qualidade, trabalho e excelência dos vencedores, sejam eles marcas, produtos, serviços, personalidades ou órgãos de comunicação social que consideram extraordinários, realmente Cinco Estrelas.

Nesta 8ª edição, foram cerca de 320.000 consumidores que durante nove meses, avaliaram e testaram 1035 marcas. Identificaram e avaliaram diversas personalidades de diferentes áreas da nossa sociedade e os principais órgãos de comunicação social. O resultado foram 132 marcas, 15 personalidades e 14 órgãos de comunicação social, merecedores do Prémio Cinco Estrelas 2022.

As áreas das marcas vencedoras vão desde a Alimentação e Bebidas, Compras, Higiene Pessoal, Beleza, Saúde e Bem-estar à Banca, Automóvel, Empresas e Negócios, Energia, Tecnologia, Planos e Seguros. Entre os vários vencedores são vários os que se destacam nas áreas do Turismo e do Imobiliário ou, ainda das plataformas online, nomeadamente a IBS Portugal (gestor de férias), MSC Cruzeiros (cruzeiros), Pinto Lopes Viagens agências de viagens), ERA Imobiliária e a rede de franchising Zome Real Estate, ou as plataformas Fixando, Imovirtual, OLX e PiscaPisca.pt.

“É com grande sentimento de realização que anunciamos, mais um ano, os vencedores do Prémio Cinco Estrelas, agora para 2022. É gratificante ver que os consumidores continuam a dar valor à qualidade e a confiarem as suas escolhas no selo de garantia Cinco Estrelas. Com a actual conjuntura de incerteza os consumidores estão cada vez mais exigentes nas suas escolhas e a avaliação das marcas é importante para que se sintam seguros quanto às suas decisões de consumo, conferindo-lhes confiança no benefício e na satisfação que com elas obtêm” referem Débora Silva e Ana Lourenço, fundadoras do Prémio Cinco Estrelas. Por outro lado, reforçam: “também os órgãos de comunicação social e as figuras públicas desempenham um papel importante na sociedade, como exemplo a seguir e como fontes de informação credíveis e necessárias.”

O Prémio Cinco Estrelas é um sistema de avaliação que mede o grau de satisfação que os produtos, os serviços e as marcas conferem aos seus utilizadores, tendo como critérios de avaliação variáveis como a Satisfação pela Experimentação, Relação Preço-Qualidade, Intenção de Compra ou de Recomendação, Confiança na Marca e Inovação, que influenciam a decisão de compra dos consumidores. Quanto às Personalidades e Órgãos de Comunicação Social, estas são analisadas segundo as variáveis Notoriedade, Satisfação pela actividade que desempenham, Credibilidade e Inovação, além de uma característica adicional considerada como mais relevante em cada categoria.

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