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Almada Innovation District: Primeiro projecto arranca este Verão

Os 333 estúdios para estudantes da ‘Wave Campus’ têm assinatura da Saraiva e Associados e promoção da Starburst e Rio Capital. Obras deverão estar concluídas no final de 2023

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Junto ao campus universitário da Escola de Ciência e Tecnologia de NOVA (FCT NOVA), no Monte da Caparica, em Almada, irá surgir a Residência de Estudantes Wave Campus, o primeiro empreendimento do Innovation District a arrancar fisicamente ainda durante o Verão deste ano e com abertura ao público prevista para o terceiro trimestre de 2023. Este é também o primeiro projecto conjunto da Starburst e Rio Capital nesta área e que conta com a assinatura do atelier Saraiva e Associados.

Este projecto surge para suprir a escassez de oferta da região, tendo em consideração uma população estudantil, que totaliza cerca de 15 mil pessoas, vindo assim colmatar uma lacuna no mercado de residências de estudantes na região. De referir, que a FCT NOVA é uma das três maiores e mais prestigiadas escolas de Engenharia e Ciências em Portugal com aproximadamente 8.000 estudantes, à qual se deverá acrescentar  mais cerca de  sete mil localizados na mesma área geográfica, em outras faculdades e institutos existentes.

Conscientes desta necessidade, a Starburst Investments e a Rio Capital avançaram com um projeto inovador, uma residência de estudantes com 333 estúdios com casas de banho individuais, dispostos em dois blocos (Bloco A: 215 unidades e Bloco B: 118 unidades). A Wave Campus será distribuída por quatro pisos acima do solo e dois em cave, com 86 lugares de estacionamento, acrescendo ainda 893,10 m2 de área de estacionamento descoberto.

Nesta infraestrutura serão aportadas soluções técnicas de ponta, ambientalmente sustentáveis, bem como novas funcionalidades e espaços partilhados para os seus utentes, nomeadamente no complemento de desporto e lazer. Trata-se de um empreendimento que faz parte do conceito de sustentabilidade e inovação previsto no Innovation District, uma nova cidade no Monte da Caparica, ancorada no conceito live – work – play, que vai criar um lugar de vanguarda de ideias, inovações globais, atraindo empresas e pessoas.

O projecto baseia-se num conceito moderno, adaptado às novas realidades e exigências, com o conforto e funcionalidade exigidos, “com uma preocupação de estabelecer valores de utilização adaptados à realidade da região e do país, cabendo assim no “bolso” dos estudantes, não só os estrangeiros, previsivelmente com maior poder aquisitivo, mas sobretudo dos portugueses.”, conforme referido pelo CEO da Rio Capital, Julio Luz.

“Este inovador empreendimento, que tem a ambição de estabelecer uma nova centralidade na margem sul do Tejo e contribuir para o arranque de Lisboa como uma cidade de duas margens, motivará uma a construção de uma comunidade com produção própria, sustentável, neutra em carbono e integrando métodos e soluções construtivas ecológicas e sustentáveis”, de acordo com o director de Investimentos da Starburst, Luís Vargas.

Sendo um projecto financiado quase em exclusividade por capitais privados, encontra-se igualmente incluída, a reabilitação pública da frente ribeirinha de Porto Brandão e a extensão do Metro Sul do Tejo e de uma ciclovia até à Costa da Caparica, criando assim um impacto positivo em toda a área envolvente, com benefício directo para toda a população residente no eixo Caparica-Almada.

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Construção e habitação com “crescimento significativo”

De acordo com o INE, em 2021 foram licenciados 25 409 edifícios em Portugal, o que representa um crescimento de 8,2% face a 2020. Já o volume de transacções verificado o ano passado estabeleceu um novo recorde

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Em 2021, foram licenciados 25 409 edifícios em Portugal, o que representa um crescimento de 8,2% face a 2020. Comparando com o ano de 2019 (período pré-pandemia), os edifícios licenciados cresceram 4,3%. No mesmo ano foram licenciados 36 731 fogos no país, correspondendo a um acréscimo de 8,7% em relação ao ano anterior (33 806 fogos em 2020, -3,9%).
Segundo o INE, os edifícios licenciados para construção nova foram de novo predominantes em 2021, representando 74,6% do total de edifícios licenciados (72,7% em 2020). Por sua vez, as obras de demolição corresponderam a 6,1% das obras licenciadas em 2021 (6,7% em 2020).
No total dos edifícios licenciados, 59,3% corresponderam a edifícios em construções novas para habitação familiar, +2,3 p.p. face à proporção verificada no ano anterior (57,0%). Os edifícios licenciados em construções novas para habitação familiar totalizaram assim 15 065, observando-se crescimentos de 12,6% face a 2020 e 14,1% comparando com 2019.
Em 2021, estima-se que tenham sido concluídos 15 262 edifícios, correspondendo a um acréscimo de 3,6% face ao ano anterior (+7,8% em 2020; 14 732 edifícios) e 22 384 fogos, representando um acréscimo de 10,2% (+27,6% em 2020, correspondendo a 20 320 fogos).
Compra e venda de habitações batem recordes
Foram transaccionadas 165 682 habitações, o que constitui um novo máximo da série disponível e um crescimento de 20,5% relativamente a 2020. O valor das habitações transaccionadas em 2021 ascendeu a 28,1 mil milhões de euros, mais 31,1% que em 2020. O preço mediano de alojamentos familiares transaccionados em Portugal foi 1 297 €/ m2, tendo aumentado 9,0% relativamente ao ano anterior. O preço mediano da habitação manteve-se acima do valor nacional nas sub-regiões do Algarve (2 000 €/m2), Área Metropolitana de Lisboa (1 813 €/ m2), Região Autónoma da Madeira (1 436 €/ m2) e Área Metropolitana do Porto (1 370 €/ m2).
A renda mediana dos novos contratos de arrendamento de alojamentos familiares em Portugal atingiu 6,04 €/ m2, aumentando 7,7% face a 2020 (+5,5% no ano anterior). Também se verificou um aumento de 9,4% no número de novos contratos celebrados.

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Governo lança concurso para a construção de 58 novas unidades de saúde

Avaliado em 70M€ este é um dos quatro concursos já lançados e que foram apresentados durante a sessão de “Divulgação de Projectos de Requalificação e Alargamento da Rede de Equipamentos e Respostas Sociais”

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A saúde é uma das áreas de intervenção do PRR. São 1.240 milhões de euros que servirão para concretizar projectos relevantes na área da saúde como a criação de 58 novos centros de saúde, a reabilitação de outros 193, a aquisição de 700 viaturas para assistência domiciliária ou a criação de 34 unidades móveis para assegurar a assistência de proximidade nos territórios de baixa densidade.

Estes investimentos foram apresentados pelo presidente da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), Victor Herdeiro, na sessão de apresentação do novo Estatuto do SNS e dos investimentos previstos no PPR para a saúde.
Durante a sessão foi anunciado o lançamento de quatro concursos. Um para a construção de 58 das novas 100 unidades de saúde, no valor de 70 milhões euros, outro para a requalificação ou adaptação de 193 instalações nos cuidados primários, para “aumentar a acessibilidade, a segurança e o conforto dos utentes e profissionais, respeitando ao mesmo tempo exigentes critérios de eficiência energética”. Foi ainda lançado o concurso para a aquisição de 34 novas unidades móveis para melhorar a cobertura nas regiões do interior e de baixa densidade e outro, com uma dotação de aproximadamente 23 milhões de euros, para a aquisição de mais de 770 viaturas eléctricas, “amigas do ambiente”, para prestação de cuidados ao domicílio.

“Temos também a modernização de equipamentos no montante de 103 milhões de euros, cujos procedimentos de aquisição já decorrem neste momento”, avançou Victor Herdeiro, sublinhando que “a concretização em tempo útil de todos estes investimentos e reformas vai permitir seguramente deixar às novas gerações um SNS mais capaz, mais robusto e mais acessível a todos os cidadãos”.

A Administração Central do Sistema de Saúde é o beneficiário intermediário destas reformas e investimentos. “Cabe-nos a nós, portanto, a responsabilidade pela coordenação e execução de PRR no Ministério da Saúde, mas a sua implementação depende, naturalmente, de todos e todos estamos convocados para a concretizar”, sublinhou.
O presidente da ACSS assume que o PRR irá permitir até 2026 modernizar o SNS e garantir uma melhor prestação de cuidados de saúde. Adiantou ainda que esta é “uma oportunidade única para robustecer o Serviço Nacional de Saúde”.

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Casais, Mota-Engil e Teixeira Duarte unem-se ao CICCOPN para apoiar formação na Construção

O acordo facilita a disponibilização de alojamento destinado a jovens provenientes dos PALOP, num momento em que o sector precisa de 80 mil trabalhadores

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O protocolo assinado entre o CICCOPN e as empresas Casais, Mota-Engil e Teixeira Duarte, visa a instalação, em comodato gratuito, de contentores dormitórios nas instalações do Centro, destinados a alojar formandos provenientes dos PALOP.

A cerimónia oficial decorreu nas instalações do CICCOPN, na Maia, tendo contado com a presença de António Carlos Rodrigues, CEO da Casais, Manuel Teixeira Duarte, presidente da Teixeira Duarte, Miguel Boavida, administrador da Mota-Engil, Manuel Reis Campos presidente da AICCOPN, Rui Valente, director do CICCOPN, Carla Alexandra Vale, delegada Regional do Norte do IEFP, e Paulo Ramalho, vereador da Câmara Municipal da Maia e deputado da Assembleia da República.

Num momento em que o sector carece de aproximadamente 80 mil trabalhadores qualificados, três das maiores empresas nacionais, todas elas presentes no continente africano, unem esforços, pela primeira vez, para captar mais jovens para a área da Construção. O compromisso agora firmado prevê o fornecimento de contentores dormitórios, para incrementar a capacidade de alojamento do Centro, assim como o acolhimento dos formandos nas empresas para a formação prática em contexto de trabalho.

Desde 2021, o CICCOPN já recebeu cerca de 120 jovens dos PALOP, na sua maioria vindos de São Tomé e Príncipe. A partir de Setembro de 2022, são esperados jovens oriundos de Moçambique, para os quais a instalação destes dormitórios será também muito importante. As formações frequentadas pelos jovens têm a duração de dois anos e meio e, no final, conferem a equivalência ao 12.º ano português e uma qualificação profissional nas respectivas áreas de formação (electricidade, técnico/a de laboratório, informática, entre outros).

Rui Valente, director do CICCOPN, sublinhou que “é expectável que cheguem mais jovens ao longo dos meses. Prevemos, entre Setembro e Outubro, iniciar mais acções de formação com mais jovens, quer de São Tomé, quer de Moçambique. Há uma intenção de promover a qualificação profissional para o sector da Construção Civil através destes jovens, que vêm para Portugal e que podem ficar no mercado de trabalho português”.

Por seu lado, Manuel Reis Campos, presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), recordou que o sector da Construção Civil necessita de 80 mil trabalhadores, lamentando que estejam cerca de 26 mil desempregados deste segmento com registo nos centros de emprego “e que não estão a ingressar na actividade”.

“Quando se fala nos quase 200.000 formandos que já passaram pelo CICCOPN, é necessário multiplicar o número ‘por dez’ porque, na verdade, todos os trabalhadores que saíram desta escola foram para o contexto de trabalho e formaram outros tantos trabalhadores”, recordou António Carlos Rodrigues, CEO da Casais.
Manuel Teixeira Duarte, presidente da Teixeira Duarte, acrescentou que “o protocolo é muito relevante porque acreditamos que o futuro passa pela melhoria das condições dos trabalhadores do sector da Construção Civil”. “Se queremos aumentar o rendimento, temos de aumentar as qualificações e as competências”, afirmou.

Já Miguel Boavida, administrador da Mota-Engil, chamou a atenção para “a importância podermos elaborar um número infindável de créditos reconhecidos na formação de jovens dos PALOP, mas que são formados em Portugal, para trabalhar em Portugal”.

Em 2021, quando o CICCOPN completou 40 anos de existência, foram ministradas acções de formação a cerca de 11 mil pessoas, entre cursos com equivalência ao 12.º ano, de reconversão e de actualização de conhecimentos.

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TUU realiza academia com foco no “Futuro da Construção”

Entre 18 e 22 de Julho terá lugar a segunda Edição Academia TUU – Summer Edition dedicada ao “O Futuro da Construção”. Um tema que será o foco de uma semana pensada para proporcionar aos jovens um primeiro contacto com o mercado de trabalho

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Temas como Construção 4.0, Sustentabilidade, Digitalização, Eficiência Energética dos Edifícios, Domótica, Metaverso, entre outros, vão dominar uma semana com momentos de aprendizagens enriquecedoras nas mais diversas áreas de actuação da TUU. “Acredito que a partilha de conhecimentos dos melhores nestas áreas é uma mais-valia à formação dos mais novos, proporcionando-lhes um primeiro contacto com o mercado de trabalho de uma forma dinâmica, informativa e motivadora. O futuro da construção está nesta geração futura!”, sublinha Hélder Loio, CEO e fundador da TUU.

A sessão do dia 19 será aberta à comunidade e contará com a presença de António Meireles, fundador da ndBIM Virtual Building, João Marcelino, membro fundador e Presidente da Associação Passivhaus Portugal, Jorge Brito, Secretário Executivo Intermunicipal da CIM Região de Coimbra e Maria João Feio, Investigadora da Universidade de Coimbra, Departamento de Ciências da Vida, FCTUC, e do MARE-Marine and Environmental Sciences Centre & Laboratório Associado ARNET.

A Academia TUU – Summer Edition é organizada pela da TUU, empresa de Building Design Management e conta com o apoio institucional da Ordem dos Engenheiros – Região Centro, UC Business, CIM – Região de Coimbra, Metro Mondego, Instituto Superior de Engenharia de Coimbra, Fundação da Juventude e AICCOPN.

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Teixeira, Pinto & Soares quer chegar aos 100 M€ em três anos

A empresa de engenharia e construção pretende reforçar a sua presença no Porto, Lisboa e Alentejo e “construir alicerces no Algarve” e atingir um volume de negócios anual de 100 milhões de euros até 2025

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A Teixeira, Pinto & Soares quer alcançar até 2025 um volume de negócios anual de 100 milhões de euros, através do reforço da actividade no Grande Porto e na Grande Lisboa, Alentejo e Algarve.

Desde 2017, a TPS integra a esfera da Latitude Capital SGPS, SA, constituída para agregar um portfólio de empresas no domínio da engenharia e da construção civil ou em áreas confinantes. Para além da TPS, esta holding gere diversas participações sociais em várias empresas a Década, fundada em 2015, a Debates Cruzados, constituída em 2017, a Terraço Sazonal, criada em 2018, na promoção imobiliária, e a Globaltérmica – Instalações Mecânicas, uma empresa de instalações técnicas especiais, tais como sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado (AVAC), sistemas de desenfumagem, sistemas solares térmicos e fotovoltaicos, instalações hidráulicas e sistemas de gestão técnica centralizada (GTC).

Da carteira de obras em curso fazem parte a construção do Azul Boutique Hotel, um Hotel de 4 estrelas, com 6 pisos, 64 quartos e restaurante, a Willa City, uma unidade de “co-living” de luxo, com espaços partilhados para combater a solidão da geração sénior, ambos os projectos no Porto, a construção do MIA-Portugal, em Coimbra, o primeiro centro de referência no sul da Europa focado no estudo dos processos biológicos do envelhecimento e, em Armamar, o Hotel and Winery na Quinta de Santo António.


(administração TPS)

Nos últimos cinco anos, a empresa de engenharia e construção conquistou projectos de grande visibilidade nacional, na área da reabilitação e adaptação de edifícios. São exemplo disso a remodelação da ala nascente do Convento do Desagravo, a reabilitação do Teatro Luís de Camões, a reabilitação das Escolas Artísticas do Conservatório Nacional de Música e Dança, ou a reconversão da Gare do Arco do Cego, todas elas em Lisboa. A reabilitação do Teatro Garcia de Resendee do Palácio D. Manuel, ambos em Évora, e a reabilitação da Sé Catedral, em Portalegre são algumas das obras realizadas no Alentejo. Já no Porto, a remodelação do Cinema Batalha e o projecto de valorização e reabilitação das Termas Romanas de São Pedro do Sul, integram o portfólio mais a norte.

25 anos em Livro
Para celebrar os 25 anos de actividade a empresa realizou um evento comemorativo onde apresentou um livro histórico a clientes e parceiros, “25 anos TPS – a arte de (re)construir a memória”, editado pela By the Book, e da autoria de Nelson Soares.

“Este livro conta a história de uma empresa de espírito familiar, mas cujo capital humano, organizacional e financeiro transbordam essa esfera, colocando-a no centro das sinergias de um grupo empresarial. É um relato com pormenores que procuram pôr em equação as forças que, desde 1997, concorrem, quer para a formação da identidade da TPS quer para o desenvolvimento da sua actividade”, referiu Bruno Soares, presidente do conselho de administração da TPS (na imagem).

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Marrocos: oportunidade negócio energia solar

Marrocos lançou um concurso para a construção, exploração e manutenção de sete centrais fotovoltaicas com uma capacidade combinada de cerca de 260 megawatts (MW)

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A Agência Marroquina para a Energia Sustentável (Masen) lançou o concurso para a selecção do(s) construtores(s) EPC para o programa solar Noor Atlas.

O objectivo é a construção, exploração e manutenção de sete centrais fotovoltaicas com uma capacidade combinada de cerca de 260 megawatts (MW). Os projectos serão localizados em Ain Beni Mathar (42 MW), Enjil (42 MW), Boudnib (36 MW), Outat el Haj (36 MW), Bouanane (30 MW), e Tan-Tan e Tata (72MW).

Trata-se de um concurso regido pela lei 38-16, a qual prevê a transferência dos activos renováveis da ONEE – Office Nationale de l’Electricité et de l’Eau Potable para a Masen – Moroccan Agency for Sustainable Energy.
Neste quadro, e na sequência da fase de pré-qualificação organizada pela ONEE, a Masen procederá à selecção do(s) construtor(es) de entre as 8 empresas/consórcios pré-qualificados.

A abertura das propostas está prevista para 30 de Outubro de 2022.

Recorde-se que, actualmente, Marrocos conta com cerca de cinquenta projectos de energias renováveis em funcionamento, com uma capacidade total de 4109 MW.

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APEGAC apela à criação de uma “via verde” de apoio a condomínios

A criação desta “via verde” esteve na agenda da reunião que juntou a Associação Portuguesa das Empresas de Gestão e Administração de Condomínios (APEGAC) e a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP)

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A urgência na criação desta “via verde” surge pelo facto de cerca de metade da população portuguesa viver em condomínio e em edifícios que, na maior parte, têm mais de vinte e trinta anos, a necessitar de obras de manutenção e conservação, o que implica obtenção de licenças, incluindo de ocupação da via pública. A isto acresce a questão da publicação de um aviso do Fundo Ambiental para obras de manutenção em condomínios, com recurso ao PRR, que terá prazos curtos para apresentação das candidaturas, além da consulta de processos, pedidos de plantas e outros documentos, situação que está para ocorrer dentro em breve, o que tornaria este atendimento menos burocrático e mais célere.

“Os administradores de condomínio, especialmente os profissionais, são um óptimo parceiro dos municípios, no seu propósito de manter o parque habitacional em boas condições de habitabilidade. Contudo, os prazos de emissão das licenças de obras e ocupação das vias públicas e o respectivo custo, são um obstáculo para a realização das obras, quando estas deveriam ser incentivadas pelos municípios”, sublinha Vítor Amaral, presidente da APEGAC.
Outro dos pontos discutidos foi a importância de uniformizar o valor da taxa das inspecções dos elevadores nos municípios, porque é substancialmente diferente entre cada um deles, indo de €35,00 a mais de €200,00 por elevador, quando o serviço é rigorosamente o mesmo, o que significa que o custo do serviço administrativo também será aproximadamente o mesmo.

Foi, ainda, sugerida uma parceria entre a ANMP e a APEGAC na elaboração de um documento informativo para condóminos, a ser distribuído em todos os municípios, de forma a sensibilizar para as principais regras da vida em condomínio, tendo em conta o grande número de portugueses que vivem nesta situação, sendo que muitos deles desconhecem os seus direitos e obrigações enquanto condóminos.

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Setúbal aprova projecto para nova unidade hoteleira

Nova unidade hoteleira vai ser edificada na Estrada das Machadas, local onde actualmente existe um imóvel devoluto que vai ser demolido no âmbito do projeto promovido pela empresa com sede no Porto, a Gratitude Meridian. 

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A Câmara Municipal de Setúbal aprovou esta quarta-feira, dia 6 de Julho, em reunião pública, o projecto de arquitetura para a construção de uma unidade hoteleira na Estrada das Machadas. 

A nova unidade hoteleira vai ser edificada nos números 2, 4 e 6 da Estrada das Machadas, local onde actualmente existe um imóvel devoluto que vai ser demolido no âmbito do projeto promovido pela empresa com sede no Porto, a Gratitude Meridian. 

O hotel, com uma área bruta de construção de 3.591,30 metros quadrados (m2), terá uma oferta de 120 quartos distribuídos por seis pisos, uma cave para estacionamento e um piso com valências técnicas. 

“Do ponto de vista urbanístico, a proposta apresentada não suscita reservas, respeitando o previsto no PDM em vigor para o local e demais legislação aplicável, pelo que nada obsta quanto à aprovação do projecto de arquitetura”, sublinha a deliberação camarária, em comunicado. 

Tendo em conta que se trata de um edifício com uma área total de construção superior a 1500 m2, face ao disposto no Regulamento de Edificação e Urbanização do Município de Setúbal o promotor do projecto deve ceder gratuitamente à autarquia cerca de 1800 m2 destinados a equipamentos e  mais 718 m2 para espaços verdes de utilização colectiva.  

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Grupo Casais lança 1ª pedra do B&B Hotel Olhão

A nova unidade de três estrelas do Grupo B&B Hotels, com capacidade para 89 quartos, deverá inaugurar na Primavera de 2023

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A parceria Casais/Sunny lançou hoje a primeira pedra do Hotel B&B Olhão, um projecto com um investimento de cerca de 6 milhões de euros, com a assinatura do arquitecto José Mário Fernandes. Este valor de investimento integra ainda a renovação do Ria Shopping, espaço onde está integrado esta nova unidade hoteleira.

A nova unidade de três estrelas do Grupo B&B Hotels, com capacidade para 89 quartos, deverá inaugurar na Primavera de 2023. A construção está a cargo do Grupo Casais e integra um grupo de seis unidades hoteleiras do Grupo B&B Hotels, que serão construídas pela Casais. A cadeia de hotéis chegou em 2018 ao mercado português e que conta actualmente com 17 unidades hoteleiras já em funcionamento ou em construção e um forte pipeline de unidades em licenciamento que permitirá em 2023 ser, em Portugal, líder de segmento Budget & Economy.

“A aposta no sector do turismo é fundamental quando falamos de um país com características únicas. Este será certamente um dos sectores com maior potencial de crescimento e o Grupo Casais estará certamente a acompanhar esse crescimento”, refere José Mário Fernandes, administrador executivo do Grupo Casais. Para além disso, “projectos como o B&B Hotel Olhão são o exemplo vivo do tipo de relação que o Grupo Casais pretende estabelecer com os seus clientes. Procuramos oferecer, desde a fase de desenvolvimento do projecto, soluções que vão permitir a execução de obra com maior fluidez, cumprindo os objectivos e a visão do cliente. Procuramos em conjunto criar soluções construtivas que oferecem um equilíbrio entre a qualidade e a funcionalidade, com especial enfoque nos temas relacionados com a operação e a manutenção. Numa época de escassez de recursos qualificados esta é a única solução cque garante uma satisfação de todas as partes envolvidas num projecto de construção”, sustenta o responsável.

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Grupo Preceram participa no Archi Summit 2022

De regresso à cidade do Porto, a edição de 2022 do Archi Summit conta com o apoio e presença das empresas do Grupo Preceram, (Argex, Gyptec, Preceram e Volcalis).

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Recuperando o espírito original, o evento realiza-se de 13 a 15 de julho num espaço singular de um conjunto de antigos edifícios industriais, no centro do Porto: o Palácio Ford.

O Grupo Preceram leva a exposição, soluções para a construção direcionadas para o conforto, eficiência energética, sustentabilidade dos edifícios, flora e paisagismo.

Lançada no mercado recentemente, a nova Placa Gyptec Gold, será uma das estrelas do evento.

Sendo uma placa multifunções resistente a tudo, a Gyptec Gold, combina as vantagens dos vários tipos de placas, permitindo resolver todas as necessidades de um projeto usando apenas uma placa.

Estará também disponível a nova biblioteca de soluções para paredes exteriores adequadas a edifícios nZEB, desenvolvida pelo ITeCons que combina materiais das várias empresas do Grupo Preceram, mas também de outras empresas parceiras.

As soluções construtivas foram definidas no sentido de dar resposta aos requisitos legais de comportamento térmico dos edifícios. A ideia surgiu para apoiar os técnicos projetistas na definição de soluções para a envolvente opaca vertical, caracterizadas e identificadas, de forma a cumprir os critérios da nova legislação de certificação energética dos edifícios.

Será também possível identificar que soluções poderão ser adequadas, e mais eficientes, para um determinado projeto ou obra, a partir da localização geográfica.

Temos assim paredes em tijolo térmico e acústico Preceram, com isolamento pelo interior em sistemas de placas de gesso Gyptec e lã mineral Volcalis, mas também soluções com isolamento pelo exterior em sistema ETICS com cortiça da Amorim ou argamassas térmicas da SECILTEK.

Partindo desta base de trabalho, foram elaborados um conjunto de fichas de paredes que, para além da caracterização do sistema, apresenta a indicação das zonas climáticas onde se recomenda a sua utilização.

Ainda, relativamente a ferramentas de apoio ao projeto, destaque para a adição de mais objetos à biblioteca BIM da Gyptec. Nesta área de trabalho é possível encontrar agora ainda mais sistemas e soluções para construção e reabilitação de paredes e tetos.

Visitas guiadas a obras de referência

No dia 13 de julho às 10h a Argex, em conjunto com a Neoturf, promove uma visita à cobertura verde do Forum da Maia.

Integrado no Baze – Living Lab Maia, o laboratório vivo para a descarbonização, o projeto da cobertura verde do Fórum da Maia pretende apresentar à comunidade concelhia uma solução de cobertura de edifícios com base na Natureza, demonstrando na prática os inúmeros benefícios ambientais, financeiros e sociais.

No dia 14 de julho às 10h30 será realizada uma visita guiada ao Neya Porto Hotel, promovida pela Gyptec.

Com localização privilegiada mesmo em frente ao Rio Douro, o NEYA Porto Hotel nasceu da recuperação de parte das ruínas do Convento Madre Deus de Monchique e é o primeiro com certificação LEED Gold em Portugal.

Os lugares disponíveis para as visitas são limitados.

Faça já a sua inscrição ou peça-nos o seu convite gratuito, indicando o dia em que pretende ir ao evento para [email protected]

Programa e inscrições: https://www.archisummit.pt/

Visite-nos de 13 a 15 de julho das 14h às 20h30.

Local: Palácio Ford (mapa: ht https://goo.gl/maps/zDtyji9Pbe6uViaL9 )

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