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    Programa de Renda Acessível para Marvila avança com 500 casas

    Os edifícios terão, ainda, área comercial integrada, estacionamento subterrâneo, lavandaria, parqueamento coberto para bicicletas e logradouro

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    O Programa de Renda Acessível para a freguesia de Marvila avança com apartamentos de T0 a T4 nos bairros da GNR e da Flamenga. Edifícios terão área comercial integrada, estacionamento subterrâneo, lavandaria, parqueamento coberto para bicicletas e logradouro.

    O projecto, apresentado esta segunda-feira, dia 19 de Abril, durante uma conferência na Biblioteca de Marvila, contou com a presença de Fernando Mediana, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Paula Marques, vereadora da Habitação e Desenvolvimento Local e Gonçalo Byrne, Bastonário da Ordem dos Arquitectos.

    As intervenções respondem à legislação para Edifícios NZEB (edifícios de habitação de necessidades quase nulas de energia – Portaria n.º 42/2019), seguindo os pressupostos definidos na Estratégia Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas de Lisboa, e incluem a requalificação das áreas verdes envolventes aos bairros, redesenhando percursos, pedonais e de mobilidade suave, de ligação com o território e a integração das hortas existentes.

    Em Marvila, será ainda construído o Parque Urbano da Quinta do Marquês de Abrantes, com uma área de 69 798 m2 e a requalificação das áreas verdes envolventes aos bairros.

    “Estamos a construir uma nova forma de vivermos esta freguesia, que tem uma enorme importância estratégica para o futuro da cidade” realçou Fernando Medina, no encerramento da conferência, que reuniu os arquitectos responsáveis pelos vários projectos previstos para esta zona da cidade.

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    Portugal pode entrar na metade de países mais ricos da UE em 2033 com reformas pró-crescimento

    Contudo, sem mudança de políticas, podemos, em contrapartida cair para antepenúltimo em nível de vida em 2033 e ter uma perda significativa de população, refere estudo da faculdade de Economia da Universidade do Porto

    O Gabinete de Estudos Económicos, Empresarias e de Políticas públicas (G3E2P) da faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP) apresenta o 2º capítulo do 1º número da publicação “Economia e empresas: tendências, perspectivas e propostas”.

    O capítulo mostra os principais resultados de um modelo de dinâmicas relativas de nível de vida e população na União Europeia, com projecções em retrospectiva e em perspectiva para Portugal. Conclui-se que é a criação de condições de crescimento económico que retém e atrai população (e capitais) para gerar riqueza, dado o nível de vida relativo de partida.

    Aponta-se como objectivo ambicioso, mas realizável, que Portugal atinja a 13ª posição em nível de vida na União Europeia (UE) em 2033, entrando assim na metade de países mais prósperos (com a actual configuração de 27 países), o que levará ainda a uma população superior.

    Para tal, o nosso crescimento económico anual terá de superar a média simples dos valores de crescimento dos países da UE – o novo referencial estratégico proposto no estudo – entre 1,4 e 1,7 pontos percentuais (p.p.), consoante os cenários, o que corresponde a valores absolutos entre 3,1% e 3,8%, mas as metas em diferencial são mais robustas. Diferenciais entre 0,4 a 0,6 p.p. acima da média apenas permitem alcançar a metade de países mais ricos da UE em 2043.

    Sem alteração de políticas, Portugal pode cair para a 25º posição em nível de vida em 2033 e registar uma perda bastante significativa de população (superior à prevista no Ageing Report).

    Apostar em reformas estruturais que elevem o potencial de crescimento da economia, incluindo aproveitar melhor os apoios europeus disponíveis (cujo impacto é reduzido e temporário, atendendo às projecções da Comissão Europeia para o nosso crescimento potencial), é crucial para melhorar o nosso nível de vida relativo e preservar a dimensão populacional – bem como a soberania do País, que não existe sem povo –, preparando o fim previsível desses apoios.

    “Há uma necessidade urgente de adoptar reformas estruturais conducentes a um maior crescimento económico. A sua não adopção resultou numa economia pouco mais que estagnada, em empobrecimento (queda de posições em nível de vida na UE) e numa perda relativa de população entre 1999 e 2022, que se tornará em perda absoluta nas próximas décadas devido ao baixo nível de vida a que chegamos”, destaca o director da FEP, Óscar Afonso.

    Quanto às projecções em retrospectiva, se a nossa economia tivesse crescido ao ritmo da média simples dos países da UE desde 1999 (ou seja, 2,4% ao ano, em vez de 0,9%), em 2022 teríamos alcançado a 12ª posição em nível de vida (em vez da 20ª, a 7ª pior), claramente na metade de países mais ricos, e teríamos mais um milhão de pessoas. Crescendo ao ritmo da UE (1,5%), teríamos ficado na 19ª posição, pouco melhor.

    A média simples de crescimento dos países da UE, o novo referencial estratégico base proposto, em que cada país pesa o mesmo, continuará a ser mais ambicioso nas próximas décadas do que crescer ao ritmo da UE e (pior ainda) a Área Euro, os referenciais dos nossos governos, cuja dinâmica é travada pelo forte peso das três maiores economias da UE (Alemanha, França e Itália), há muito estagnadas, como é demonstrado neste segundo capítulo.

    A substituição de referencial de crescimento é uma reforma estrutural, apontando para um novo rumo em termos de nível de vida e dimensão populacional, como proposto. Se o novo referencial tivesse sido seguido desde 1999, bastaria para ficarmos consistentemente na metade dos mais ricos até 2043, ao contrário do referencial UE, que nos colocaria sempre perto do fundo da tabela.

    Dado o baixo desempenho passado (o nosso crescimento económico de 0,9% ao ano em 1999- 2022 foi o 3º pior entre os países da UE), crescer em linha com o novo referencial estratégico base proposto após 2022 apenas trava a perda de posições em nível de vida até 2033, pelo que atingir a metade de países mais ricos exige os diferenciais adicionais acima apontados.

    “Alcançar um nível de vida e uma população mais elevados requer políticas ambiciosas e consonantes em matéria de crescimento económico, o que implica, desde logo, escolher um referencial com uma dinâmica mais ambiciosa para nos compararmos. As metas de crescimento e nível de vida, de fácil escrutínio, elevarão a exigência dos cidadãos”, revela Óscar Afonso.

    O estudo conclui ainda que o recente surto de crescimento económico não é estrutural, mas um resultado de impulsos temporários do turismo e do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

    Por fim, salienta-se que os resultados do modelo inovador apresentado são muito significativos e as projecções incorporam vários cenários, o que lhes confere uma elevada robustez.

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    Largos dias têm 500 edições

    Em quase 21 anos de edições ininterruptas, muito coube nas páginas do CONSTRUIR. 500 edições do jornal de negócio da fileira da Construção, um marco histórico na imprensa especializada. Repassámos alguns dos temas em destaque na primeira edição e, por coincidência, há matérias que ainda hoje continuam na ordem do dia

    Atingir as 500 edições não é, garantidamente para todos. E não o escrevo por soberba, antes pelo contrário. Sublinho, sim, que atingir número tão redondo, em 21 anos de existência, e considerando que falamos de uma publicação de negócio sectorial, exposta aos altos e baixos da economia numa fileira tão particular, é um marco histórico.
    Recuperando algumas das ideias que constam do primeiro número do CONSTRUIR, lançado em Abril de 2003, não deixa de ser curioso que alguns dos artigos publicados então continuam, mais de 20 anos volvidos, a fazer parte do quotidiano do Sector.

    Arco ‘até hoje’
    O Jornal CONSTRUIR nasce num período em que Durão Barroso liderava o XV Governo Constitucional, um executivo que resultou de um entendimento entre PSD e Partido Popular. Uma semana antes da publicação do nº1 do jornal, então dirigido por Ruben Obadia, António Carmona Rodrigues assumia a pasta das Obras Públicas, Transportes e Habitação, sucendendo a Luís Valente de Oliveira que, alegando motivos de saúde, deixa o Governo, poucos dias antes de se assinalar um ano de mandato. Na primeira página, destaque para a proposta do Governo que pretendia colocar nas mãos da Parque Expo a reabilitação urbanística dos terrenos industriais da Margem Sul do Tejo, criando para o efeito uma empresa conjunta entre o Fundo Margueira, a Quimiparque e a Siderurgia Nacional. À margem dos planos de urbanização que foram feitos entretanto, nomeadamente dos terrenos da Quimiparque, no Barreiro, pouco mais que nada foi feito. Aliás, o ambicioso projecto motivou, em 2023, um novo impulso com a aprovação em Conselho de Ministros do investimento para a requalificação urbana que nasce da vontade de revitalizar e requalificar as zonas ribeirinhas entre os concelhos de Almada, Seixal, Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete, que pretende “devolver a este território um ambiente seguro, sustentável e atractivo para quem visita a região e para quem nela habita e cresce”. Além da construção de um passeio Arco Ribeirinho Sul, numa via junto ao rio, pedonal e ciclável, com estrutura verde e uma extensão de 38 quilómetros que ligará, sem interrupções, Almada a Alcochete, do reforço das condições de oferta de transporte fluvial e da expansão da operação do Metro Sul do Tejo a todos os concelhos do Arco Ribeirinho Sul, o projecto prevê ainda a criação de um Plano Geral de Mobilidade, a construção de habitação pública com arrendamento acessível e a criação de um novo Pólo de emprego qualificado que beneficie toda a Área Metropolitana de Lisboa. Os projectos previstos ascendem a 350 milhões de euros.

    A reforma do 73/73
    Pelo primeiro número do CONSTRUIR, num artigo sobre a apresentação do Ano Nacional da Arquitectura, onde o programa procurava reflectir sobre a revolução urbanística por que passou a cidade brasileira de Curitiba e a forma como o modelo podia ser seguido em Portugal, a presidente da Ordem, Helena Roseta, manifestava interesse em promover “o direito à arquitectura”, sensibilizando os cidadãos para a importância da arquitectura na qualidade de vida, decorrente do espaço construído e do ordenamento do território, no quadro dos direitos consagrados na Constituição. Na altura, Roseta sublinhava a importância da revogação do decreto 73/73 e a sua reforma por um quadro normativo que considerasse que os actos próprios da profissão fossem feitos ‘exclusivamente por arquitectos’. O decreto em causa, surgido numa altura em que eram pouco mais de 500 os arquitectos inscritos na Ordem, estabelecia que as autarquias aceitassem projectos assinados por técnicos não qualificados. A lei acabaria por ser revogada com a aprovação da Lei 31/2009.

    Às voltas com a habitação
    Na primeira de 500 edições do CONSTRUIR, o grande destaque foi dado ao então secretário de Estado da Habitação. Em entrevista, Jorge Magalhães Costa assumia o compromisso do Executivo para com a reabilitação de edifícios, procurando inverter os baixos índices de recuperação de edifícios, preteridos em detrimento da construção nova. “Isto levou a um processo de abandono do que estava construído nomeadamente nos centros das nossas cidades, com consequentes fenómenos paralelos de desertificação, abandono, insegurança e vandalismo”, dizia o governante. Dados oficiais apresentados pelo Instituto Nacional de Estatística registam que número de fogos concluídos no país em 2003 registou um decréscimo de 34% relativamente ao ano anterior. Olhando para o número deo fogos concluídos em obras de construção nova e reabilitação, 2003 terminaria com 93 mil fogos concluídos em construção nova e ‘apenas’ 5964 em operações de reabilitação. Jorge Costa explicava, na altura, que cabia, também, às associações profissionais a missão de alertar os seus associados [leia-se ‘as construtoras’] da importância de diversificar actividade e não concentrar as estratégias apenas na construção nova. “Há lugar para tudo”, explica Jorge Costa em entrevista ao CONSTRUIR, acrescentando que “há lugar para a construção nova com mais qualidade, mas o grande nicho de mercado será o da reabilitação. As empresas de construção vão também dar mostras de que é possível redimensionarem-se para apostar nesta área da reabilitação, seguindo aquilo que se fez noutras cidades europeias, com sucesso”.

    Crise na Construção
    O primeiro número do CONSTRUIR fica igualmente marcado pelo pontapé de saída numa profícua relação com a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas, hoje liderada por Manuel Reis Campos mas que, na altura, era presidida por Rui Viana. Em artigo de opinião, o responsável da associação chamava a atenção para uma “crise profunda, tanto no segmento da construção civil como no das obras públicas. Se no que ao primeiro concerne a crise está, de alguma maneira, à vista de todos, por força da estagnação reinante no mercado imobiliário, já no que toca às obras públicas poderá não passar tão facilmente para a generalidade das pessoas”. Para Rui Viana, “no que toca ao imobiliário, a crise tem, naturalmente várias motivações. E se o fim do crédito bonificado é uma das mais óbvias, é igualmente verdade que o clima de incerteza e mesmo de angústia que se apoderou da generalidade dos portugueses travou muitas decisões de aquisição de habitação própria. Ora, se o que está construído não se vende ou se vende pouco, naturalmente não há investimento em novas edificações, logo não há obras para executar”, acrescentava o então presidente da AICCOPN. “Tal não significa, porém, que não haja inúmeras famílias a necessitar de uma nova habitação. E é aqui que entra a necessidade de se criar em Portugal um verdadeiro mercado de arrendamento destruído há mais de 30 anos – primeiro com o congelamento das rendas – e assim mantido, depois, pela falta de coragem política de alterar profundamente a legislação que regula este mercado”. Contudo, Rui Viana destaca a importância da recuperação deste importante sector. No entender do presidente da AICCOPN, “o grande impulso à recuperação do sector e da economia nacional tem de ser dado pela via das obras públicas”. “É vital e urgente”, acrescenta, “uma aposta forte neste domínio, já que sem infraestruturas de qualidade, sem boas estradas, sem uma ferrovia moderna e capaz de receber comboios rápidos, sem melhores portos e aeroportos, Portugal será incapaz de ser competitivo na economia global em que vivemos”. C

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

    Director Editorial
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    Sector da Construção termina 2023 em alta

    O sector da Construção registou em 2023 um acréscimo do valor bruto da produção de 3,4%, enquanto a actividade económica nacional terá registado, segundo o INE, um crescimento de de 2,3%. Para este crescimento terá sido decisivo o aumento de 65,3% do volume total de concursos de empreitadas de obras públicas promovidos

    Segundo a análise da Conjuntura, publicada pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas, AICCOPN, o segmento das obras públicas, no ano de 2023 registou-se um crescimento significativo, quer no que concerne aos concursos de empreitadas de obras públicas abertos, quer relativamente aos contratos de empreitadas de obras públicas, objecto de celebração e registo no Portal Base. Efectivamente, em 2023, o volume total de concursos de empreitadas de obras públicas promovidos registou um aumento de 65,3%, para 6.048 milhões de euros. Relativamente ao volume total dos contratos de empreitadas de obras públicas celebrados e objecto de reporte no Portal Base, o mesmo situou-se em 3.699 milhões de euros, o que representa uma subida de 48,2%, em termos de variação homóloga temporalmente comparável.

    No que concerne ao licenciamento municipal de obras, nos primeiros onze meses de 2023, verificou-se uma redução de 8,8% nas licenças para edifícios novos e de 6,3% nas licenças para reabilitação e demolição, em termos homólogos. No entanto, apesar desta evolução negativa no número de edifícios licenciados, apuraram-se crescimentos de 5,8% no número de alojamentos licenciados em construções novas, que totalizaram 29.821, e de 5,7% na área licenciada para edifícios não residenciais, neste período.

    Ao nível da avaliação bancária na habitação, ao longo de 2023, manteve-se uma trajetória valorização, que culminou com um crescimento de 5,3%, no mês de dezembro, face a igual mês do ano anterior, em resultado de variações de 4,3% nos apartamentos e de 5,4% nas moradias.

    Relativamente, ao consumo de cimento no mercado nacional, no ano de 2023, totalizou 3.904 milhares de toneladas, o que corresponde a um aumento de 1,8%, face ao ano anterior, e ao melhor registo desde 2011, ano em que o consumo de cimento ascendeu a 4.552 milhares de toneladas.

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    Mais que um atestado de longevidade, atingir as 500 edições de uma publicação de informação Sectorial é uma prova de coerência e perseverança. E de muito orgulho. Neste número especial, reafirmamos o compromisso de continuar a levar até si, caro assinante, a melhor informação. E a garantia de que por aqui continuaremos, enquanto achar relevante o nosso papel

    Edição 500
    Mais que um atestado de longevidade, atingir as 500 edições de uma publicação de informação Sectorial é uma prova de coerência e perseverança. E de muito orgulho. Neste número especial, reafirmamos o compromisso de continuar a levar até si, caro assinante, a melhor informação. E a garantia de que por aqui continuaremos, enquanto achar relevante o nosso papel

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    Mota-Engil fecha novo contrato no Peru

    A Mota-Engil Peru fechou um novo contrato, no valor de 115 milhões de euros, no âmbito do projecto de Las Bambas, comunicou o grupo à CMVM

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    “O contrato acima referido, adjudicado pela Minera Las Bambas, corresponde à empreitada para a “Construcción de la Etapa 6 de la Presa de Relavesa”, mais uma fase dos trabalhos de desenvolvimento do projecto de Las Bambas (localizado a cerca de 560 km de Lima, a 4.000 metros de altitude, no interior sul do Peru) no qual a Mota-Engil Peru tem vindo a operar desde 2011. O contrato, com um valor inicial de cerca de 122 milhões de dólares, terá uma duração máxima de 50 meses”, especifica a comunicação enviada à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários.

    “Com este novo contrato, a Mota-Engil reforça a sua carteira de encomendas num dos seus mercados core, alcançando nestas primeiras semanas de 2024 cerca de 300 milhões de dólares de novas adjudicações, demonstrando a qualidade do seu trabalho por via da confiança depositada, por importantes clientes mineiros, na empresa”, refere o grupo.

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    Traçado do corredor da solução TSP em Metrobus. Fonte: Estudo sobre Metro Ligeiro no Eixo Loulé, Faro e Olhão – Relatório Preliminar, 2022

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    Metrobus avança no Algarve

    A CCDR Algarve adjudica estudo técnico do traçado base para o metrobus entre Olhão, Faro, Aeroporto de Faro, Universidade do Algarve, e Parques das Cidades, Loulé

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    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, adjudicou o estudo para a proposta de traçado base da ligação em sistema de transporte público em canal dedicado e segregado (TPSP), do tipo metro-bus (BRT), entre Faro, Olhão, Aeroporto, Universidade do Algarve, Parque das Cidades-Loulé, um projecto desenvolvido em articulação com os respectivos municípios, com a ANA/Vinci e o Turismo do Algarve, notícia hoje o jornal Barlavento.

    O projecto de metrobus pretende criar ligação em 15 minutos entre Faro, Loulé e Olhão. O projecto contempla 24 paragens, ao longo de 38 quilómetros, servindo cerca de 185 mil residentes nos três concelhos.

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    Leiria investe 8M€ em plano de drenagem para resolver inundações

    A Câmara Municipal de Leiria vai investir mais de oito milhões de euros no plano de reabilitação e beneficiação do sistema de drenagem pluvial da cidade, que prevê intervenção em várias zonas em leito de cheia e pretende reduzir os episódios de inundação em diversos pontos da malha urbana

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    Esta estratégia do Município vem na sequência dos problemas de inundação registados nas últimas décadas, que resultam da falta de escoamento das águas pluviais, devido principalmente à limitação dos colectores, à escassez de energia gravítica, à falta de protecção eficaz, ao assoreamento e obstrução de colectores, com construção sob edifícios, e à não separação do sistema de drenagem das águas residuais domésticas.

    A executar até 2030, o documento define que são sete as áreas mais críticas que necessitam de intervenção a curto prazo: Rua da Restauração e Rua Dr. António Costa Soares, Rua de São Miguel e Rua Emídio Agostinho Marques, Urbanização de São Romão, Rua D. José Alves Correia da Silva e Rua dos Romeiros, Rotunda D. Dinis, Telheiro e centro histórico.

    No centro da cidade, está prevista a reabilitação do caneiro e a construção de colectores em pressão e de uma estação elevatória no Largo Papa Paulo VI, que irão conduzir e bombear a água directamente para o Rio Lis, sempre que se registar um caudal demasiado elevado.

    Além disso, o plano prevê também a criação de um dique de protecção, o desvio de caudais e o reforço da rede de águas pluviais na zona junto ao Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa.

    Para além deste planeamento, estão também definidas as boas práticas no desenvolvimento do espaço público, nomeadamente o controlo dos caudais na origem, cujo retorno é de longo prazo.

    É disto exemplo a criação de bacias de retenção (depressões no solo para retenção da água), a colocação de pavimento permeáveis, o aproveitamento das águas pluviais nos edifícios (construção sustentável), a instalação de coberturas e fachadas ajardinadas e a criação de poços e trincheiras que retêm a água antes de entrar no sistema de drenagem.

    Uma das outras medidas é a criação de um sistema de monitorização da precipitação, um projecto piloto que irá instalar dispositivos e medidores de caudal no caneiro, que atravessa o centro histórico.

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    Relatório final da CTI apresentado depois das eleições

    A Comissão Técnica Independente (CTI) vai apresentar, no próximo dia 22 de Março, o relatório final a remeter ao Governo

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    Segundo o jornal Publituris, a Comissão de Acompanhamento dos trabalhos da Comissão Técnica Independente (CTI) agendou para o dia 22 de Março a realização da sua 4.ª Reunião Ordinária. 

    O encontro, que acontecerá já depois das eleições legislativas, agendadas para 10 de Março, servirá para apreciação da versão final do “Relatório Ambiental” elaborado pela CTI e emissão do parecer escrito da Comissão de Acompanhamento a remeter ao Governo conjuntamente com o Relatório Final da Comissão Técnica Independente.

     

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    Mondim de Basto recupera edifício devoluto para arrendamento acessível

    O concurso público para a reabilitação e reconversão do edifício foi lançado com um preço base de 2,3 milhões de euros, e os interessados têm 15 dias para apresentar propostas

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    Um imóvel devoluto e inacabado desde a década de 80 do século passado, no centro da vila de Mondim de Basto, conhecido localmente como “Hotel das Rãs”, foi adquirido pelo município. Neste local irão nascer 18 novas habitações para arrendamento acessível.

    Em comunicado, a autarquia do distrito de Vila Real informou que o projecto promove a “inclusão social e territorial de pessoas e agregados familiares” e resolverá um “problema urbanístico já antigo, localizado no centro da vila”.

    O concurso público para a reabilitação e reconversão do edifício foi lançado com um preço base de 2,3 milhões de euros, e os interessados têm 15 dias para apresentar propostas. Após a adjudicação, o prazo de execução da obra é de 18 meses.

    A intervenção de “Reabilitação de Edifício de Habitação Multifamiliar — Edifício S. Tiago no âmbito do Programa 1.º Direito” realiza-se no âmbito da Estratégia Local de Habitação de Mondim de Basto.

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    Novo Vila Galé Collection Paço do Curutelo com investimento de 20M€

    Desenvolvido em parceria com o Grupo Madre, o novo projecto turístico prevê a criação de um hotel, enoturismo e produção de vinhos verdes, com data prevista de abertura para 2025

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    A Vila Galé está a desenvolver, em parceria com o Grupo Madre, um novo projecto turístico em Ponte de Lima. Em 2022, o promotor adquiriu o castelo de Curutêlo, datado de 1126 e localizado na freguesia de Ardegão, Freixo e Mato, em Ponte de Lima, no distrito de Viana do Castelo.

    O novo projecto turístico prevê a criação de um hotel, enoturismo e produção de vinhos verdes, num investimento de 20 milhões de euros. A unidade tem data prevista de abertura para 2025.

    O Vila Galé Collection Paço do Curutelo será uma unidade com 69 quartos, piscinas exteriores para adultos e crianças, ‘satsanga spa & wellness’, salão de eventos para 600 pessoas, dois restaurantes, biblioteca, capela e um espaço museológico dedicado à história do local.

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