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CBRE ganha gestão do Lagoas Park

Activo, adquirido pela Henderson Park em Agosto de 2020, deverá manter-se “líder de mercado na atracção e retenção de inquilinos nacionais e internacionais”

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Em conjunto  com a CBRE, a Henderson Park, pretende posicionar o Lagoas Park como um dos principais parques empresariais de Portugal através de um investimento de capital, envolvimento da comunidade e criação de programas de apoios locais, “que irão garantir que este continue a ser líder de mercado na atracção e retenção de inquilinos nacionais e internacionais”.

“A junção deste activo à carteira de investimentos geridos pela nossa equipa de Property Management reforça a posição de liderança da CBRE neste segmento e deixa-nos orgulhosos assumir a responsabilidade de um centro empresarial de referência internacional. Trata-se do mandato de gestão de edifícios de escritórios mais relevante do mercado nacional e  esperamos trabalhar em estreita parceria com a Henderson Park para apresentar os mais elevados padrões de serviço aos inquilinos e ocupantes do Lagoas Park”, destaca Francisco Horta e Costa, director-geral da CBRE Portugal.

Frederico Mondril, director de Property Management para as áreas de Escritórios e Logística da CBRE Portugal, reforça que, ainda, “a simbiose entre Marketing e Operações permite posicionar os edifícios por forma a captar os melhores ocupantes e oferecer a melhor experiência possível aos utilizadores. É por termos equipas tão competentes nas duas áreas que a Henderson Park Capital Partners confiou à CBRE a gestão deste activo.”

O Lagoas Park conta com cerca de 137 mil metros quadrados, distribuídos por 14 edifícios de escritórios, um hotel, um colégio, um centro de conferências e eventos, um ginásio, restaurantes e lojas. Além disso, é reconhecido como hub tecnológico, tendo ao longo dos anos atraído empresas de grande relevância no mercado como a Google, Cisco, Oracle, SAP, Dell, Samsung, Philips, Canon, entre outras.

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Linha Violeta estende Metro a Odivelas e Loures

O projecto da Linha Violeta que irá ligar, à superfície, os concelhos de Loures e Odivelas está em consulta pública até meados de Fevereiro. Fomos conhecer os detalhes desta linha que terá 13 km de extensão e 19 estações, representando um investimento global de 400 milhões de euros. A linha deverá inaugurar no final de 2025

A nova linha de metro ligeiro, Linha Violeta, irá ligar, à superfície, os concelhos de Loures e Odivelas. O projecto é liderado pelo Metropolitano de Lisboa em articulação com os municípios de Loures e Odivelas. A Linha Violeta apresenta um desenvolvimento com cerca de 13 km de extensão, predominantemente à superfície (8,6km), mas também com troços em trincheira (0,4km), em viaduto (0,4km) e quatro troços em túnel (aproximadamente 3,7km).

O traçado proposto tem como objectivo servir os grandes núcleos populacionais de Loures e Odivelas, fazendo a ligação entre as freguesias com maior densidade urbana e ligando os mais importantes polos de serviços e comércio. Estendendo-se num corredor em “C”, ligando o Hospital Beatriz Ângelo ao Infantado, com ligação a Lisboa na estação de Metro de Odivelas (actual Linha Amarela), esta Linha de metro ligeiro engloba das 19 estações, sendo três estações subterrâneas, duas em trincheira e 14 à superfície. Onze estações serão no concelho de Loures e oito no concelho de Odivelas.

O percurso
A Linha Violeta irá começar à superfície junto ao Hospital Beatriz Ângelo, com uma estação mesmo ao lado deste equipamento hospitalar e que será compatibilizada com o chamado Plano de Pormenor da Quinta do Correio-Mor. Deste ponto, a linha segue em trincheira e túnel para vencer uma área de relevo mais acentuado em direcção à Ramada. A estação seguinte será a do Planalto da Caldeira, à superfície. A linha prossegue à vista de todos com a estação Torres da Bela Vista, onde estão previstos cerca de 150 lugares de estacionamento, aí entra em túnel com as estações Jardim da Radial, numa área predominantemente residencial e com uma elevada densidade de ocupação no norte do concelho de Odivelas, e Ramada Escolas, que servirá uma zona também densamente povoada. Daqui seguirá para a Estação Ribeirada, em trincheira, para onde está previsto parque com 98 lugares de estacionamento. Está prevista ainda a requalificação do espaço de implantação através da criação de um espaço público verde na envolvente à estação que permitirá uma efectiva ligação entre os vários espaços urbanos. Após a Estação Ribeirada, o traçado desenvolve-se em trincheira sobre área de matos sem construções, até à estação seguinte, a Estação Jardim do Castelinho que se desenvolve a cerca de 10m de profundidade. O último troço do traçado da Linha Violeta em túnel NATM desenvolve-se entre a Estação Jardim do Castelinho até à Odivelas Estação, fazendo a ligação à Linha Amarela do Metropolitano de Lisboa.

Daqui o traçado sai em trincheira e segue sempre pela estrada nacional N8 onde estão localizadas as estações Heróis de Chaimite, Chafariz d’el-rei e, num canal paralelo à nacional N8, a estação da Póvoa de Santo Adrião. Estando prevista a demolição das oficinas aí existentes. Daqui o traçado da Linha de metro ligeiro atravessa terrenos livres de edificações do concelho de Loures, onde se implanta em viaduto de reduzida altura com uma extensão total de 184 metros. A sua ligação à N8 obrigará à demolição do alinhamento de edifícios aí existentes, seguindo-se a Estação Flamenga e a Estação Santo António dos Cavaleiros. Aqui a linha segue, em túnel para atravessar uma área urbana residencial, comercial e de serviços, o traçado volta de novo à superfície para a estação Quinta do Almirante, segue-se estação Conventinho, Loures, Várzea de Loures, Infantado, terminando na Quinta de São Roque.

A Linha Violeta deverá custar 250 milhões de euros, sendo financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), adicionalmente estima-se que o reordenamento urbano e as expropriações necessárias custem às autarquias de Loures e de Odivelas entre 80 e 70 milhões de euros, respectivamente.
Neste momento, estão concluídas as fases de diagnóstico e de viabilidade do projecto, bem como o Estúdio Prévio, tendo sido analisadas alternativas de traçado e de localização das estações. O projecto está agora em Avaliação de Impacte Ambiental (AIA) que decorre até 14 de Fevereiro em consulta pública.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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IP e Câmara de Coimbra apresentam Plano de Pormenor da futura estação

A futura estação, que irá integrar a Nova Linha de Alta Velocidade Porto – Lisboa, “terá um carácter multimodal agregando várias valências, e constituir-se-á como o centro de um novo polo de actividade social e económica da cidade”

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No âmbito da Nova Linha de Alta Velocidade Porto – Lisboa, a Estação de Coimbra B será objecto de uma intervenção para integrar o novo serviço de alta velocidade e reforçar a sua centralidade, logo na Fase 1 – Porto – Soure da Linha de Alta Velocidade (LAV), cujo início de operação se encontra planeado para 2028.

Neste contexto, a futura estação “terá um carácter multimodal agregando várias valências, e constituir-se-á como o centro de um novo polo de actividade social e económica da cidade”, de acordo com o Plano de Pormenor (PP) da Estação de Coimbra B, apresentado esta semana no Salão Nobre do Município e onde assinado o protocolo entre a Câmara Municipal de Coimbra e a Infraestruturas de Portugal, para o desenvolvimento dos estudos necessários para a concretização deste projecto.

Os estudos urbanísticos do Plano de Pormenor, que abrange a área da estação e respectiva zona envolvente num total de 143 hectares, foram adjudicados ao gabinete do professor Joan Busquets, BLAU-B Landscape arquitectura y Urbanisme, urbanista catalão com experiência em planos de desenvolvimento urbano associados a grandes projectos de infraestruturas ferroviárias.

O âmbito dos estudos inclui igualmente o apoio à IP na definição do programa preliminar da estação que integrará o caderno de encargos do procedimento de concurso da Fase 1.

As reuniões de trabalho com o urbanista e Câmara Municipal de Coimbra permitiram já estabelecer linhas orientadoras no que diz respeito à rede viária, mobilidade suave, conceito geral da estação, áreas de expansão urbana e integração paisagista.

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Schneider Electric lança versão minimalista dos mecanismos D-Life

A série de mecanismos D-Life aposta na simplicidade geométrica, em materiais de alta qualidade e o melhor desempenho em termos de funcionalidade. Além disso, a sua versatilidade permite inúmeras combinações de acabamentos

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Para acompanhar as novas tendências, a Schneider Electric (SE), especialista na transformação digital da gestão e automação da energia, lançou uma nova versão dos seus mecanismos D-Life, que se destaca pelo design elegante, discreto e contemporâneo, em acabamento branco mate.

A série de mecanismos D-Life aposta na simplicidade geométrica, em materiais de alta qualidade e o melhor desempenho em termos de funcionalidade. Além disso, a sua versatilidade permite inúmeras combinações de acabamentos e funcionalidades para satisfazer qualquer necessidade decorativa e funcional. “O resultado é um produto que se integra facilmente em qualquer ambiente interior, tanto em projectos residenciais como em ambientes comerciais e de lazer”, refere a empresa.

Todos os mecanismos desta gama contam com o selo Green Premium, o programa de sustentabilidade de produtos da Schneider Electric que disponibiliza informação transparente sobre substâncias perigosas, impacto ambiental e instruções para o fim de vida dos produtos. O Green Premium garante o cumprimento das regulamentações mais recentes e a transparência em termos de impactos ambientais, apostando em produtos circulares e com emissões de CO2 reduzidas.

A D-Life é, ainda, compatível com as soluções de automação residencial KNX e Wiser da SE.

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Engenheiros e Economistas adoptam posição conjunta sobre Alta Velocidade

A Ordem dos Engenheiros, em articulação com a Ordem dos Economistas, organiza no próximo dia 27 de Janeiro a Conferência “Portugal e a Alta Velocidade Ferroviária”. A iniciativa visa avaliar o impacto dos investimentos na Alta Velocidade

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O encontro, que decorrerá no Porto, no Auditório da Região Norte da Ordem dos Engenheiros, contará com a presença do novo Secretário de Estado das Infraestruturas, Frederico Francisco, para além do Bastonário da Ordem dos Engenheiros, Fernando de Almeida Santos, e do Bastonário da Ordem dos Economistas, António Mendonça. No final da conferência, as duas Ordens assumirão uma posição conjunta sobre o tema.

A iniciativa conjunta vai avaliar o impacto nacional da execução dos investimentos em Alta Velocidade, tal como está previsto na proposta de Plano Ferroviário Nacional (PFN). O PFN prevê a ligação por Alta Velocidade das 10 maiores cidades a nível continental – Lisboa, Porto, Leiria, Aveiro, Coimbra, Braga, Guimarães, Viseu, Évora e Faro, estando ainda previstas ligações ferroviárias de qualidade a 28 centros urbanos com tempos de percurso e frequência que permitirão concorrer com o automóvel.

Estes investimentos terão uma forte componente técnica a nível das competências em Engenharia, bem como um significativo investimento financeiro por parte da República Portuguesa, pelo que se justifica um olhar crítico sobre decisões políticas que vão influenciar a coesão territorial e o desenvolvimento económico e social do país.

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AEG apresenta nova ‘Garrafeira de Envelhecimento’ da gama Matt Black

“Todos os produtos da AEG são projectados para um melhor desempenho e com um foco cada vez maior na sustentabilidade. Na AEG Matt Black Collection conseguimos criar uma estética completamente nova e pensada com base em três pressupostos chave: responsividade, precisão e pureza”, destaca Ângela Pereira, marketing Manager da AEG em Portugal

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A AEG promoveu, esta segunda-feira, uma experiência enológica com Dirk Niepoort e Carlos Raposo, no âmbito da apresentação da gama Matt Black. A Garrafeira de Envelhecimento Premium da Série 8000 foi a “estrela” numa sinergia entre a marca, o produto e os Vinhos Imperfeitos e da Niepoort.

A Garrafeira de Envelhecimento Premium é um produto diferenciador, ideal para conservar e envelhecer diferentes tipos de vinhos de forma a assegurar o cumprimento dos cinco fundamentos da conservação do vinho, como foi explicado e apresentado pelos enólogos que, juntamente com a AEG, promoveram o evento que teve lugar na LUVIN’, em Lisboa.

Ângela Pereira, marketing Manager da AEG em Portugal, diz-nos que “todos os produtos da AEG são projectados para um melhor desempenho e com um foco cada vez maior na sustentabilidade. Na AEG Matt Black Collection conseguimos criar uma estética completamente nova e pensada com base em três pressupostos chave: responsividade, precisão e pureza”.

Além disso, a garrafeira da gama Matt Black, assegura a protecção da qualidade do vinho, uma temperatura estável, humidade automática superior a 50%, zona de armazenamento escura com ambiente isento de vibrações e fluxo de ar de qualidade – “factores importantíssimos para que o investimento que é feito em vinho, seja preservado e possa ser apreciado nos momentos mais especiais”, avança Carlos Raposo.

Na garrafeira de envelhecimento premium da AEG destacam-se detalhes como o espaçamento ideal para acomodar as garrafas de vinho sem danificar os rótulos, compartimentos independentes que permitem uma regulação de temperatura personalizada para tintos entre os 12 e 14ºC e brancos, rosés e espumantes entre 6-12ºC.  A garrafeira ressalva a preservação da matéria corante dos vinhos – o que evita qualquer desvio sensorial – devido à iluminação premium.

Recorde-se que a gama Matt Black da AEG foi reconhecida, em 2021, por um dos mais prestigiados galardões internacionais de design, tendo recebido o prémio RedDot para design de produto.  Sob o escrutínio de um júri internacional, a gama Matt Black impressionou nas áreas de “inovação, funcionalidade, qualidade formal e ergonomia”.

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Segunda vida do icónico Edifício Cruzeiro começa agora

72 anos depois da inauguração daquele que foi o primeiro centro comercial do país, o antigo Edifício Cruzeiro, agora designado Academia de Artes, vai ser apresentado ao público dia 28 de Janeiro

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O icónico edifício, desenhado em 1947 pelo arquitecto Filipe Nobre de Figueiredo e renascido agora pelo traço do arquitecto Miguel Arruda será o ponto de partida da Vila das Artes, que inclui um conjunto de equipamentos municipais no perímetro envolvente, como o Museu da Música Portuguesa, o Auditório Fernando Lopes-Graça, no Parque Palmela, o Conservatório de Música e Dança de Cascais, o Teatro Municipal Mirita Casimiro e o Auditório Sra. da Boa Nova, entre outros.

Mantida a histórica fachada, o seu interior foi totalmente remodelado, resultando em diferentes espaços dedicados à área educativa, uma sala de espectáculos com capacidade para 312 pessoas, um palco com 150 m2, três camarins e uma sala de projecção.

A Escola Profissional de Teatro de Cascais vai ter 10 salas para as diversas disciplinas leccionadas, assim como o Conservatório de Música e Dança de Cascais vai ocupar oito salas. Esta será também a casa da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras e da Companhia de Dança Paulo Ribeiro.

A biblioteca é outra das novidades já que é totalmente dedicada às artes performativas, a partir da colecção doada por José de Matos Cruz, especializada em cinema.

Ao longo dos anos, o espaço que chegou a dispor de 40 estabelecimentos, um rinque de patinagem, um cinema, dancings, um salão de fado e outro de jogos, foi-se degradando, chegando a um estado de autêntica inutilização. Devoluto durante vários anos, o edifício Cruzeiro esteve para ser demolido. Chegou a ter um projecto habitacional previsto pelo banco BPI, proprietário do imóvel.

Foi adquirido pela Câmara Municipal de Cascais em Novembro de 2016 ao Fundo de Pensões do BPI pelo valor simbólico de 100.000 euros, sendo que a autarquia só obteve luz verde do Tribunal de Contas para a realização de obras de requalificação em 2019.

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Topeca lança Tuforte Juntas Hydro

A Topeca acaba de lançar um novo produto especialmente desenhado para a aplicação de banda em juntas de placas de gesso cartonado hidrofugado

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O novo Tuforte Juntas Hydro, é uma argamassa de juntas com uma formulação especialmente desenvolvida para o tratamento de juntas em sistemas de placas de gesso cartonado hidrofugadas.

A nova argamassa é ideal para aplicar em locais interiores onde existe maior presença de água, seja em estado líquido ou vapor (exs.: locais húmidos, cozinhas, casas de banho e balneários).

Permite ainda a regularização de placas de gesso cartonado, dependendo do tipo de revestimento que se pretenda aplicar.

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Geberit recebe ‘Medalha de Platina’ da EcoVadis

A gestão da sustentabilidade da Geberit volta a colocar a empresa no Top 1% de todas as empresas classificadas pela EcoVadis

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Pela terceira vez consecutiva, a Geberit foi distinguida com a ‘Medalha de Platina’ pela sua gestão da sustentabilidade. “Esta é a qualificação mais alta possível que a EcoVadis atribui na sua avaliação anual de empresas. Portanto, a Geberit encontra-se situada no Top 1% de todas as companhias qualificadas pela EcoVadis”, indica David Mayolas, director-geral da Geberit Iberia.

Especialista em louças sanitárias e tecnologia para a casa de banho, a Geberit “está comprometida com a sustentabilidade há mais de 30 anos e quer desempenhar um papel de liderança na mudança para uma indústria sanitária mais sustentável”, afirma.

Já em 1990, a empresa elaborou a sua primeira estratégia ambiental e implementou medidas específicas. Ao longo dos anos, esta estratégia foi-se desenvolvendo gradualmente até se converter numa estratégia abrangente de sustentabilidade, que agora faz parte da sua cultura empresarial e contribui significativamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas.

A metodologia da EcoVadis baseia-se nas normas internacionais de sustentabilidade, entre elas a Iniciativa Mundial de Apresentação de Relatórios, o Pacto Mundial das Nações Unidas e a norma ISO 26000, que abarca 200 avaliações e mais de 160 países. O sistema de análise consiste em 21 indicadores divididos em quatro temas: meio ambiente, práticas profissionais e direitos humanos, ética e compras sustentáveis.

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Análise: “2023 deverá manter actividade em níveis dos últimos cinco anos”

De acordo com o estudo anual Market 360º, da JLL, apesar dos desafios económicos que se vivem, 2023 será “um ano dinâmico para o imobiliário português”. Falta de oferta continua a ser uma das principais preocupações do sector

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A consultora imobiliária JLL prevê “um ano dinâmico” para o imobiliário nacional, em linha com os ritmos médios de absorção, ocupação, investimento e valores dos últimos cinco anos, especialmente nos escritórios e na habitação. No balanço apresentado esta quinta-feira, dia 19 de Janeiro, no seu estudo anual Market 360º, a empresa deu conta, ainda, do total de mais de 100 milhões de euros de facturados em 2022, o que representou um crescimento de 7% face a 2021.

“A solidez já mostrada pelos indicadores do mercado em contexto de incerteza, a consolidação de Portugal como destino imobiliário internacional e o desequilíbrio entre a procura forte e a oferta reduzida sustentam as expectativas da consultora num ano de incerteza e desafios macroeconómicos”, indica o estudo.

A JLL antecipa um natural abrandamento na dinâmica da procura quer para ocupação quer para investimento face ao ano passado, pela dupla circunstância de enfrentar um agravamento das condições económicas e comparar-se com níveis recorde de atividade. Contudo, não antecipa quebras disruptivas em termos de montantes transacionados e absorção, prevendo ainda que os preços e as rendas possam manter uma trajetória positiva, mas mais suave. A baixa capacidade de reposição da oferta, que se mantém escassa em todos os segmentos, é uma das explicações para este comportamento.

Recorde-se que o ano 2022 estabeleceu novos recordes na transacção de habitação, com vendas estimadas de 31 mil milhões de euros, e no investimento em imobiliário comercial*, cujo volume ultrapassou a barreira inédita dos 3.400 milhões de euros.

O volume de absorção, também,, tocou novos máximos, atingindo-se a ocupação de 272 mil m2 de escritórios em Lisboa, acima do anterior máximo histórico registado em 2008. Os preços da habitação intensificaram a trajectória de crescimento ao longo do ano e as rendas quer da habitação quer dos imóveis não residenciais, incluindo escritórios, logística e retalho, exibiram igualmente uma tendência positiva.

Pedro Lancastre, ceo da JLL, declara que “encaramos 2023 com bons olhos, pois o imobiliário nacional já deu provas da sua capacidade de resistir a choques externos e adaptar-se rapidamente em contextos de incerteza”. É, no entanto, um “optimismo cauteloso”, na medida em que o agravamento das condições económicas em Portugal e na Europa pode contaminar o mercado imobiliário. “Será um ano de redução do poder de compra das famílias e da capacidade de investimento das empresas, e de maiores restrições no acesso ao financiamento, tudo isto a acontecer numa Europa onde ainda não se sabe muito bem o que esperar em termos de geopolítica”, alerta Pedro Lancastre.

Pedro Lancastre considera, ainda, que “será normal que se repensem estratégias e reposicionem projectos”. Isto porque, “ainda que os promotores e investidores não antecipem quedas significativas na procura, vai haver maior dificuldade no acesso ao financiamento para novos projectos, num contexto em que os custos de construção estabilizam e em que os licenciamentos estão muito demorados”. 

Por isso, “em termos de valor, há condições para estabilizar os preços e as rendas em setores mais aquecidos e dar continuidade à tendência de crescimento em mercados secundários mais afetados pela falta de oferta e para onde a procura se está a direccionar em busca de produtos mais adequados aos seus rendimentos, estejamos a falar de habitação, escritórios ou armazéns”.

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Villages da Natixis em Portugal têm “novas cidades” para visitar

Os escritórios que recriam destinos do mundo contam agora com mais seis cidades: Cidade do México, Xangai, Tóquio, Londres, Bangalore e Brooklyn

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A Natixis em Portugal, que se localiza no Porto Business Plaza, inaugurou esta quinta-feira o novo piso das Villages, o projecto inovador de escritórios que recria 12 cidades, tirando partido da mais recente tecnologia para criar uma experiência imersiva, que inclui sons e cheiros, e que afirma este espaço enquanto exemplo pioneiro dos escritórios do futuro.

No novo piso, os colaboradores poderão experienciar uma verdadeira experiência de viagem: a entrada faz-se através de um espaço que simula um aeroporto, com balcões de atendimento aos colaboradores e painéis de informação, que os conduzem para as villages da Cidade do México, Xangai, Tóquio, Londres, Bangalore e Brooklyn.

No futuro, para a utilização das villages, os colaboradores poderão consultar quais estão disponíveis num painel de informação à entrada do aeroporto, semelhante ao que encontram na zona das partidas e chegadas de um aeroporto.

“Abrimos as portas de um dos pisos das Villages em Setembro do ano passado e, até agora, a adesão tem sido muito positiva. Com a inauguração deste novo piso vemos finalizada a concretização de um sonho que acreditamos ser a celebração da nossa diversidade cultural enquanto empresa e equipa. É um formato que nos permite potenciar verdadeiros momentos de colaboração e de socialização entre as equipas e transformar a experiência do modelo de trabalho híbrido. Nas Villages, a criatividade e inovação não têm limites.”, afirmaEtienne Huret, director-geral da Natixis em Portugal.

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