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CIN recupera pintura da fachada do Museu Nacional de Arte Contemporânea

A nova cara do MNAC, no edifício da Rua Capelo, terá a cor #E551, Azul Deauville, tendo sido escolhido o Cinoxano Mineral

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© Hugo David 2021

A empresa especialista no mercado de tintas e vernizes, CIN, está a patrocinar a pintura do Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC), incorporando assim a recuperação de um dos edifícios mais icónicos da cidade de Lisboa que comemora este ano 110 anos de existência. 

A nova cara do MNAC, no edifício da Rua Capelo, antigo Governo Civil, terá a cor #E551, Azul Deauville, "um tom cuja escolha reflecte a história oitocentista do edifício, fazendo uma ponte para o passado, e sublinhando a identidade da instituição".  

Segundo Marcos Castro, director de Marketing da CIN, “a inclusão da marca neste projecto de reabilitação do património português revela a confiança na qualidade da CIN e, sobretudo, na durabilidade e tecnologia dos seus produtos, que serão utilizados na pintura integral das fachadas do edifício da Rua Capelo (antigo Governo Civil)”. Marcos Castro refere ainda que “a reabilitação dos edifícios é um processo importante que imortaliza a cultura e a história do nosso País e que só é possível com parceiros que respeitem a memória arquitectónica e que tenham know-how suficiente para dar uma nova vida a espaços tão característicos e relevantes.” 

Este projecto, que resulta de uma parceria com a Fundação Millennium bcp, Vanguard Properties Portugal e jornal Público, inclui uma intervenção do artista Pires Vieira, um nome consagrado do panorama artístico nacional, com obra na colecção do museu. O artista concebeu uma série de pinturas que serão inseridas nas janelas do MNAC, no interior de caixas acrílicas iluminadas que virão contribuir para uma maior expressão contemporânea desta iniciativa, que se pretende de notoriedade numa das zonas históricas mais importantes da cidade, sublinhando a importância do diálogo da contemporaneidade com a tradição.  

O Cinoxano Mineral foi o produto escolhido pela CIN para o projecto de reabilitação de um dos espaços mais conhecidos do património português, uma solução de pintura reconhecida pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para edifícios antigos. "Este é um produto de alta resistência à alcalinidade, tendo em conta a sua constituição exclusiva com corantes inorgânicos. A tinta aquosa de alta qualidade tem um aspecto mineral para a protecção de fachadas, baseadas em resinas de posilixonano modificadas, especialmente recomendada para edifícios antigos", explica a marca em comunicado. 

A par das características mencionadas, o Cinoxano Mineral é uma tinta "com elevada repelência, que impede a penetração de água da chuva nas paredes das fachadas e os consequentes danos na superfície". Simultaneamente, "este produto dificulta o desenvolvimento de fungos e algas, protegendo e prolongando o estado das fachadas".

Cinoxano Mineral alia a tecnologia do futuro ao respeito pelo património arquitectónico e é uma das maiores apostas da CIN na categoria de fachadas.

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Habitação: “Procura estrangeira duplicou desde 2012 e já representa perto de 11%”

Dados constam do estudo ‘Living Destination’, elaborado pela JLL, com os principais indicadores estatísticos na área de habitação e demografia e com uma análise detalhada para as regiões de Lisboa, Porto e Algarve

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A oferta habitacional estagnou na última década, apresentando um aumento residual (apenas 1%) de 5,88 para 5,96 milhões de casas entre 2011 e 2021, segundo o estudo ‘Living Destination’, elaborado pela JLL. Sabe-se, ainda, que apenas cerca de 1/3 deste stock tem menos de 20 anos e que a necessidade de reabilitação é ainda evidente, apesar da dinâmica dos últimos anos.

Simultaneamente, a procura encontra-se em níveis máximos, alinhados com o anterior pico do mercado, mas com um perfil mais diversificado dada a atractividade do país para compradores internacionais. “Se em 2012, a presença da procura estrangeira não chegava aos 5% dos fogos vendidos, em 2020 a JLL estima que esta quota tenha duplicado e esteja próxima dos 11%”, estima o mesmo estudo.

O estudo é um guia aprofundado dos principais indicadores estatísticos na área de habitação e demografia, além de apresentar uma análise detalhada para as regiões de Lisboa, Porto e Algarve. Em cada uma destas regiões são identificadas as principais zonas com caracterização em termos de segmentos e posicionamento do mercado, evolução de valores de venda e renda nos últimos três anos, nacionalidade de comparadores e tipologias com maior procura.

Oferta vs Procura = Desequilíbrio 

A oferta mantém-se aquém desta procura, com o número de casas vendidas na última década a ficar 40% abaixo do período homólogo, apesar do aumento muito significativo (76%) do volume de vendas nos últimos cinco anos. Este desequilíbrio entre oferta e procura impulsionou o aumento dos valores de venda. Numa análise macro, o ticket médio de venda cresceu 25% na última década. Por outro lado, esta espiral de crescimento, aliada às restrições ao crédito à habitação uma vez que a necessidade de capitais próprios é muito elevada, conjugada com alterações do perfil das famílias e de estilo de vida, tornaram o mercado de arrendamento uma verdadeira opção de habitação com enorme potencial de desenvolvimento.

O estudo ‘Living Destination’ inclui, ainda, uma síntese dos principais factores sociodemográficos subjacentes à transformação do sector residencial. Nos últimos 30 anos, a par do envelhecimento da população (estima-se que a percentagem de população com mais de 80 anos tenha mais que duplicado entre 1991 e 2021), o perfil das famílias também sofreu alterações significativas. Ao mesmo tempo que aumentou o número de agregados (+32% em 30 anos), a sua dimensão média tem vindo a reduzir, acompanhada por uma diversificação face ao conceito de “família tradicional”. As famílias monoparentais duplicaram representando 12% das famílias em 2021, enquanto os agregados de uma só pessoa aumentaram de 13% para 21% entre 1991 e 2021.

“Estas dinâmicas exigem, assim, uma adaptação do produto residencial à realidade das novas famílias e dos novos compradores. Existe um potencial de desenvolvimento do sector, quer por meio da renovação e reabilitação do stock existente, quer através de novos projectos, de modo a alinhar as expectativas e os requisitos da procura e diminuir a pressão sobre os preços.”, sublinha Joana Fonseca, Head of Strategic Consultancy & Research da JLL.

Patrícia Barão, head of Residential da JLL, sublinha que “a pandemia colocou a casa no centro da nossa vida e enfatizou a canalização de investimento para o mercado residencial. Os preços mantiveram-se muito resilientes e embora haja uma desaceleração do seu crescimento, bons projectos em localizações estratégicas continuam a ser muito atractivos quer para o mercado doméstico quer para o internacional. A quota internacional da JLL é de 40% e nos projectos da JLL o ritmo e valores de venda tem sido bastante positivo mesmo no contexto pandémico. A diversificação e o aumento da oferta de modo a abranger um leque mais diversificado de compradores e produtos é uma grande oportunidade, pelo que antevemos que este segmento continue a ter um desempenho muito positivo no futuro”.

Deste modo, o estudo da JLL enfatiza que este aumento da oferta terá que, por um lado, responder a funções mais abrangentes das habitações que permitam a coexistência de funções e que preencham as diferentes necessidades dos vários ocupantes e, por outro, por uma maior dispersão geográfica.

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Cosentino apresenta 16ª edição do Cosentino Design Challenge

O prazo de entrega dos projectos começou este mês e termina no próximo dia 1 de Junho de 2022

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O Grupo Cosentino acaba de lançar a 16ª edição do concurso internacional Cosentino Design Challenge (CDC). Com duas categorias a concurso, a temática escolhida para o CDC'16 - Design - deste ano foi “Repensar o espaço de trabalho e criação em casa”, com o objectivo de desafiar os participantes a desenvolver espaços inovadores centrados no teletrabalho.

Já na categoria de Arquitectura, a temática será “A quinta fachada: uma reflexão sobre a cobertura”, em que valores como habitabilidade, sustentabilidade e design ganharão especial relevância na escolha dos grandes vencedores.

O CDC dá total liberdade aos participantes para desenvolver todas as suas ideias, sendo que o único requisito obrigatório é que o projecto inclua pelo menos uma das inovadoras superfícies que a Cosentino tem em carteira para o mundo da arquitectura e design – sejam elas Silestone, Dekton e/ou  Sensa by Cosentino.

O prazo de entrega dos projectos começou este mês e termina no próximo dia 1 de Junho de 2022, altura em que o júri delibera sobre quem serão os grandes vencedores. Para cada categoria estão estabelecidos três primeiros prémios de 1000 euros cada um, e três menções honrosas.

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District 2020 vem a Portugal participar no Web Summit 2021

Projecto apresenta oportunidades no âmbito do futuro da Expo 2020 Dubai

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A District 2020 – a futura cidade human-centric desenvolvida a partir da Expo 2020 Dubai – acaba de anunciar a sua participação na Web Summit Lisbon 2021. A presença deste projecto resultante da Expo no evento anual integra-se no esforço de conexão com empresas globais orientadas para a tecnologia, de forma a apresentar oportunidades e assim fazer parte de um ecossistema de inovação com vários stakeholders e de uma comunidade em que empresas de várias dimensões podem beneficiar da intercooperação e impulsionar o seu crescimento.

Enquanto “city of firsts” ou “cidade de estreias”, a District 2020 vem concretizar as aspirações da Expo 2020 Dubai, procurando criar o ambiente de um “laboratório vivo” que reúna uma comunidade diversificada de stakeholders e outras partes interessadas para encorajar o empreendedorismo, a cooperação e a criatividade. Vem assim reflectir a visão futurística do Dubai e a sua agenda de inovação, evidenciada por iniciativas como a Dubai Blockchain Strategy, a UAE Strategy for Artificial Intelligence 2031, a Dubai10X, a UAE Innovation Strategy e o UAE Centennial 2071, entre outras.

Numa altura em que a Expo 2020 celebra a sua Urban & Rural Development Week (Semana de Desenvolvimento Urbano e Rural), de 31 de Outubro a 6 de Novembro, uma das dez Semanas Temáticas realizadas durante a Expo 2020 para abordar desafios globais, a equipa da District 2020 estará em Lisboa, onde vão apresentar a sua oferta, “com o objectivo de criarem ligações com o líderes da indústria, startups, académicos, capitais de risco, incubadoras, aceleradores e muitos outros intervenientes que se encontram a apostar na inovação de soluções para sectores-chave, como logística inteligente, indústria 4.0, mobilidade inteligente, smart cities e avançadas tecnologias como a IA, IoT e impressão 3D”.

Com realização prevista de 1 a 4 de Novembro, o Web Summit pretende reunir empresas e entidades de diversos sectores e níveis da indústria tecnológica global. A District 2020 contará assim como um completo programa de masterclasses, com speakers que fazem parte da sua crescente rede global, incluindo a Siemens – Infrastructure Digitalization Partner da Expo 2020 e um dos elementos-base da District 2020 – a start-up norte-americana Genome, a britânica Connected Places Catapult e a Global Venture Alliance, sediada na Rússia.

A primeira masterclass apresentada pela District 2020 – “Creating a blueprint for a human-centric future city” – vai explorar a forma como as cidades poderão ser renovadas num contexto pós-pandémico. Nadimeh Mehra, vice-presidente do Transition Unit do District 2020, contará com a companhia de Oliver Kraft, executive vice-presidente, Expo 2022 – Siemens, para discutir a sua missão partilhada por um futuro mais inteligente, habitável e sustentável. Enquanto Official Infraestructure Digitalization Partner da Expo 2020, a Siemens encontra-se a remodelar o futuro dos ambientes urbanos, aplicando soluções inovadoras, como a plataforma MindSphere IIoT. A Siemens vai estabelecer a sua sede global para aeroportos, carga e logística portuária no District 2020, e encontra-se entre vários elementos-base que desempenharão um papel fundamental na promoção de oportunidades de crescimento a longo prazo.

A segunda masterclass, intitulada “Curating a multi-stakeholder global innovation ecosystem”, verá a District 2020 reunir os seus parceiros e um painel de especialistas globais, incluindo a Siemers, Startup Genome e Connected Place Catapult, para explorar a sua abordagem progressiva de design-thinking e reunir ideias para a criação de um ecossistema de inovação orientado para um propósito, habilitado por tecnologias avançadas para acelerar o progresso em sectores de alto crescimento.

A masterclasse final será “Start-ups Scaling their Business in Dubai” e prestará atenção para as oportunidades incomparáveis para start-ups e pequenos negócios no Dubai. A conversa, mediada pela District 2020 em colaboração com a Startup Genome, inclui uma visão do estudo do último Top 100 Emerging Ecosystem, que atribuiu o 11.º lugar ao Dubai enquanto ambiente ideal para start-ups e pequenos negócios prosperarem. Expandindo a partir daqui, a District 2020 vem demonstrar como é que procuram fornecer uma plataforma de lançamento ideal para crescer no Dubai e garantir acesso a novos mercados e oportunidades, dentro de uma comunidade única com o perfil trabalhar-viver-explorar.

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ASD aposta na produção de energia eléctrica solar com a SunEnergy

A empresa de Águeda que se dedica à produção e comercialização de bases e acessórios de banho aposta na instalação de um projecto de produção de energia eléctrica solar com a tecnologia da SunEnergy

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A empresa de Águeda que se dedica à produção e comercialização de bases e acessórios de banho aposta na instalação de um projecto de produção de energia eléctrica solar com a tecnologia da SunEnergy.

O novo projecto é constituído por 400 painéis solares fotovoltaicos de 370W para produção de energia eléctrica a partir do sol que será consumida pelo edifício. Com 148 kW de potência, este projecto vai permitir uma significativa redução da factura energética, numa poupança estimada de 25 mil euros por ano, bem como a diminuição de emissão de 100 toneladas de CO2 anuais.

“Na ASD, sempre tivemos a inovação e vanguarda como motes do nosso trabalho, mas também a sustentabilidade. Os desafios da crise climática devem obrigar-nos a todos a repensar as nossas acções e a forma como podemos contribuir para um ambiente e futuro melhores. Este novo projecto com a SunEnergy procura cumprir este propósito”, justifica Carlos Dias, diretor-geral da ASD.

Com este investimento, a ASD entra na lista (cada vez maior) de empresas que aposta na autoprodução. “As empresas portuguesas têm apostado, cada vez mais, em projectos mais sustentáveis, pelo que é com entusiasmo que estaremos do lado da ASD neste caminho. Além disso, a aposta em soluções de autoconsumo para reduzir a factura da energia faz cada vez mais sentido, não só pelas preocupações ambientais, mas também porque pode ser uma forma de contornar o aumento exponencial do preço da energia nos últimos meses, diminuindo a dependência em relação à rede eléctrica”, afirma Rui Oliveira, director comercial da SunEnergy.

Na foto:
Rui Oliveira, Sunenergy e Carlos Dias, ASD

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Mercado de escritórios no Porto em recuperação

A recuperação deste segmento da “cidade Invicta” é impulsionada pelas transacções realizadas na CBD Boavista. A Savills mantem a expectativa para o último trimestre do ano em alta, face ao desfecho de negócios que estão pendentes

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“Em Agosto e Setembro, o mercado de escritórios do Porto apresentou um volume de absorção superior quando comparado com o ano anterior. Com um aumento de 7% no total de área absorvida, perspectiva-se que até ao final do ano esta tendência continue a verificar-se”, revela a research da Savills.

Relativamente ao total acumulado de metros quadrados ocupados, o mercado do Porto em 2021 mantém-se inferior ao período homólogo. Contudo, as transacções realizadas na CBD Boavista, que representam 55% do total do volume de absorção de Setembro, tiveram um impacto no aumento dos metros quadrados ocupados.

Segundo a Savills “entre Janeiro e Setembro de 2021, foram fechadas 40 operações, mais 6 do que 2020. No entanto, a área contratada em média foi de 762 m2, enquanto, em 2020, foi de 1.120 m2. A CBD Boavista continua a ser a zona de mercado que apresenta o maior número de operações. A CBD Baixa também apresentou mais operações do que nos dois anos anteriores, revelando que o centro do Porto mantém a atractividade para o perfil dos ocupantes”.

Assim, comparativamente ao período homólogo, os primeiros nove meses de 2021 revelaram um crescimento no número de transacções fechadas no mercado de escritórios do Porto, com mais 6 operações. Em Setembro de 2021, a transacção com maior destaque foi a do SynLab que ingressou no mercado, ocupando praticamente 3.210 m2 na zona 3.

No que diz respeito a 2021, as três zonas que apresentaram um maior volume de absorção foram, por ordem crescente, a Zona de Expansão, com 3.463 m2, a Out of Town, com 10.436 m2 e a CBD Boavista com 12.954 m2.

“As zonas centrais continuam a ser as mais apreciadas pelo perfil dos ocupantes. Apesar do Porto ter um enorme potencial de crescimento na periferia da cidade Invicta, a CBD Boavista e CBD Baixa apresentam qualidades que são apreciadas por ocupantes de qualquer sector de actividade, principalmente para as empresas que procuram uma maior visibilidade e que dão prestígio à zona em questão”, sublinha Ana Redondo, associate director do Departamento de Office Agency da Savills Portugal. “A expectativa para o último trimestre do ano é muito positiva, com o desfecho de negócios que estão pendentes há alguns meses”, prevê a responsável.

Relativamente a áreas contratadas, em 2021, as mais predominantes contavam com zonas entre os 150 e os 300 m2. No entanto, o intervalo que apresentou maior quota de mercado foi entre os 801 e os 1.500 m2, representando 24% do total acumulado de 2021.

O sector de Construção e Imobiliário foi o que teve um maior crescimento percentual, contando com um aumento de 234%. No entanto, a categoria de “Outros Serviços” é a que apresenta um maior volume de absorção em 2021 no mercado de escritórios do Porto, devido a uma operação de quase 7.000 m2 de um operador de logística. Uma nota menos positiva vai para o sector de TMT’s & Utilities, que teve um decréscimo de praticamente 95%, relativamente ao período homólogo do ano anterior.

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CBRE atinge meta de 50 centros comerciais sob gestão

Com o serviço de acompanhamento técnico e facturação de mais de 70 contratos em activos stand alone, a consultora totaliza mais de 2,3 milhões de metros quadrados sob gestão em todo o portefólio ibérico

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A CBRE alcançou a meta dos 50 centros comerciais sob gestão e comercialização na península ibérica.

“Esta meta dos 50 centros comerciais é apenas possível pela simbiose estratégica entre áreas de grande expertise técnico, como são o marketing, a gestão técnica, o retail intelligence e a sustentabilidade. Esta simbiose permite à CBRE produzir análises de mercado altamente aprofundadas e repensar o posicionamento e os valores de cada centro comercial à luz de informação relevante e concreta, bem como investir na melhoria e optimização do mix comercial dos activos adequados às necessidades dos visitantes, elevando assim a sua experiência de compra a uma experiência per si: de compra sim, mas também de encontro, de relação, de proximidade, de cultura e de animação”, sublinha a consultora comunicado.

Ao serviço de gestão e comercialização dos 50 centros comerciais em Portugal e Espanha juntam-se também o serviço de acompanhamento técnico e facturação de mais de 70 contratos em activos stand alone, perfazendo mais de 275 mil metros quadrados nesta tipologia de activos e computando mais de 2,3 milhões de metros quadrados sob gestão em todo o portefólio ibérico.

“Os números são o reflexo da criação de uma estrutura de gestão ibérica, que neste momento conta com uma equipa de Retail Property Management de mais de 250 especialistas e que traduz a confiança que os nossos clientes depositam na CBRE. São os nossos clientes que nos fazem melhorar todos os dias e trabalhar para demonstrar dinamismo e capacidade de adaptação a contextos tão hostis como o gerado pela pandemia. Os mais de 2 milhões de metros quadrados que gerimos são visitados por cerca de 230 milhões de clientes anualmente. O footfall é evidentemente relevante, mas queremos mostrar que ele está intimamente ligado à visão da CBRE para o futuro do retalho, para o futuro dos centros comerciais como meeting places”, refere Gonzalo Senra, director de retail da CBRE para o mercado ibérico.

A CBRE aponta a incorporação de diversas ferramentas digitais e a sustentabilidade, enquanto dois dos pilares que continuarão a ganhar relevância na sua forma de gerir centros comerciais e prevê que, em 2022, o portefólio continue a crescer com a incorporação de novos activos, quer em Portugal quer em Espanha.
Na lista de proprietários de clientes da CBRE estão nomes como DWS, CBRE Global Investments, Deka Immobilien, AXA, Harbert Management Corporation, Allianz, Nuveen, Kronos, Mitiska Reim, entre outros.

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Católica e Planetiers lançam hub de Inovação em Sustentabilidade e Regeneração

A conferência internacional de lançamento do INSURE.hub decorre a 27 de outubro, em linha com o European Green Deal e respectivas metas até 2030

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O INSURE.hub é o nome de uma nova plataforma que resulta da mobilização da Universidade Católica Portuguesa, no Porto, através das suas faculdades, a Católica Porto Business School e a Escola Superior de Biotecnologia e da  Planetiers New Generation, que pretende criar um espaço de inovação e gestão numa perspectiva circular, com o objectivo da sustentabilidade plena (net-zero) e/ou regeneração (positive pursuits). O objectivo passa por antecipar o futuro e adaptar os desafios ambientais globais através de quatro eixos fundamentais: apoio a empresas e clusters no desenvolvimento de negócio e novos investimentos; promoção de empreendedorismo sustentável/regenerativo; mobilização da sociedade; e formação académica.

O evento de lançamento  do INSURE.hub decorre a 27 de Outubro, na Católica no Porto, com transmissão online.

João Pinto, vice-presidente da Universidade Católica no Porto e docente da Católica Porto Business School, explica que “o INSURE.hub – Innovation in Sustainability and Regeneration hub tem como grande objectivo criar um ecossistema internacional vibrante de conhecimento transdisciplinar que promova soluções de negócio de âmbito circular, sustentável e regenerativo, potenciadas por tecnologias disruptivas.”

“A Planetiers New Generation foi criada com a ambição de desenvolver um programa de transformação para Portugal orientado pela Sustentabilidade e a Regeneração pelo que sermos parceiros do INSURE.hub é um passo natural”, refere António Vasconcelos, da Planetiers New Generation, explicando que “temos uma equipa que desenvolve estratégias de sustentabilidade há cerca de uma década, trabalhando em parceria com NGOs internacionais líderes em ação transformativa a partir de pensamento científico com mais de 30 anos de aplicação, como é o caso da The Natural Step International, nascida na Suécia.”

A 1ª Conferência Internacional de lançamento do INSURE.hub vai juntar oradores de relevo nacional e internacional da academia e do mundo empresarial para discutir as boas práticas, os desafios e as grandes oportunidades nesta área da Sustentabilidade e Regeneração. São exemplo, Edwin Janssen e Rüdiger Rhörig (Sustainable Growth Associates - The Natural Step Germany) que irão apresentar um estudo europeu efectuado às empresas sobre Sustentabilidade, Inovação e Liderança e mostrar como podem as empresas criar uma visão de futuro sustentável e regenerativo (backcasting), criando um roadmap de inovação e criação de valor para a alcançar; Tom Bregman (Future-Fit Foundation, UK) que falará sobre Future-Fit Business como uma ferramenta alinhada com o backcasting;  João Pinto (Católica Porto Business School) e Sofia Santos (Caixa de Crédito Agrícola) irão debater, com Tom Bregman (Future-Fit Foundation),o Financiamento e o investimento sustentável e regenerativo; o tema sobre a nova era dos negócios regenerativos será apresentado por John Fullerton (CEO Capital Institute, US); John Melo (CEO Amyris Inc) e Manuela Pintado (coordenadora do projecto Alchemy e directora do CBQF/ESB/UCP) irão apresentar o case study de um dos maiores projectos europeus em biotecnologia – Alchemy; bem como outros temas.

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RE/MAX com forte crescimento entre Julho e Setembro

De Julho a Setembro, a RE/MAX registou um volume de negócios total na ordem dos 1,72 MM€ relativos a 20.471 transacções. A empresa mantém em alta as previsões para o último trimestre de 2021

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A RE/MAX fechou o penúltimo trimestre do ano com um volume de negócios de cerca de 1,72 mil milhões de euros, relativos a 20.471 transações. A empresa culmina este período com um aumento nos principais indicadores face ao período homólogo. Designadamente de 39,5% no volume de negócios e de 18,7% no número de transacções. Números que fazem deste o melhor trimestre de sempre da rede, em linha com o actual cenário de recuperação do mercado. A RE/MAX transacionou até final de setembro 92% do total de imóveis do ano anterior.

Tal como já se tinha verificado anteriormente, foram os portugueses quem mais adquiriu ou arrendou a casa, cerca 81,2%. Entre os investidores estrangeiros, os brasileiros reforçaram a segunda posição daqueles que mais negoceiam em imobiliário – entre Julho e Setembro, as transacções com cidadãos do país-irmão representaram 5,8%, a que se seguiram franceses (1,3%) e norte- americanos (1,1%). Destaque para esta última nacionalidade, que subiu várias posições face aos trimestres homólogos dos dois últimos anos.

“Este terceiro trimestre do ano é revelador do dinamismo e robustez da marca RE/MAX. Num ano pautado por alguma incerteza e por uma retoma gradual das várias actividades económicas, a rede regista o seu melhor trimestre de sempre, tanto em número de transacções, como em volume de negócios.” refere Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX.
A responsável acrescenta ainda que “o mês de Setembro sintetiza também as nossas perspectivas para o último trimestre do ano. Além de ter sido o melhor mês do ano, antecipa ainda o que poderão ser os resultados nos últimos três meses, que acreditamos sejam de incrementos. Se o mercado imobiliário, mesmo neste período de crise pandémica, revelou-se forte e resiliente, então num contexto de crescimento e algum optimismo primará por uma evolução favorável, que se irá reflectir no reforço da actividade”, constatou.


Melhor trimestre de sempre

Os meses de Julho a Setembro ficam também marcados pelas transacções mediadas pela RE/MAX, que registou uma linha de crescimento de cerca de 24%, face ao primeiro trimestre do ano, e de 1,8% em relação ao segundo trimestre. Numa comparação com o trimestre homólogo, há também uma evolução favorável, com um incremento de 18,7%, fazendo deste o melhor trimestre de sempre que a rede registou nos seus 21 anos de operação no mercado nacional.

Numa análise por distrito e no que se refere ao peso nas transacções da rede no período em análise Lisboa lidera o top 5 (38,5%), seguida pelo Porto (13,1%) e Setúbal (10,4%). Fecham o ranking os distritos de Braga (5,9%) e de Faro (4,3%).

No que concerne ao número de transacções negociadas por concelho neste penúltimo trimestre do ano, Lisboa lidera o top 10 com 2.623 transacções, 12,8% do total registado pela RE/MAX. Seguem-se Sintra (6%), Oeiras e Cascais (3,4% cada), Almada (2,7%), Amadora (2,6%), Loures (2,4%) e Braga (2,3%). Em 7ª e 8ª posições, respectivamente, estão os concelhos do Porto (2,5%) e de Vila Nova de Gaia (2,4%), pertencentes à Área Metropolitana de Porto.

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Galp entra no negócio das renováveis no Brasil

A empresa adquiriu dois projectos solares em desenvolvimento nos estados da Bahia e do Rio Grande do Norte, com capacidades de 282 MWp e 312 MWp

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A companhia petrolífera portuguesa anunciou a compra de dois de projectos solares no Brasil com capacidade total de 594 MWp, “cumprindo as ambições de expansão nas energias renováveis e dando um salto importante na transformação do seu perfil de negócio e na redução da sua pegada carbónica”, afirma em comunicado enviado à CMVM.

A operação envolve a aquisição de dois projectos solares em desenvolvimento nos estados da Bahia e do Rio Grande do Norte, com capacidades de 282 MWp e 312 MWp, respectivamente.

Com estas transacções, “a Galp ganha acesso a activos de elevada qualidade num país onde a Empresa está presente há mais de 20 anos e que se encontra entre os dez principais países no mundo com maior procura de energia e com a ambição de duplicar a sua capacidade instalada actual de geração de energia solar e eólica para 40 GW em 2030”, justificou a empresa.

Os projectos deverão atingir a Data de Operação Comercial antes de 2025.

Estes acordos inserem-se na estratégia da Galp que visa o crescimento de um portefólio competitivo de geração renovável, bem como prosperar ao longo da transição energética, e estão alinhados com as orientações de alocação de capital e planos de diversificação geográfica apresentados em Junho no Capital Markets Day.

Com esta expansão de portefólio, a capacidade total a 100% de produção de energia renovável da Galp aumenta para c.4,7 GW, em Portugal, Espanha e agora Brasil, o que representa mais um passo na ambição da Empresa de ter mais de 4 GW em operação até 2025 e 12 GW até 2030.

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