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Governo vai acelerar Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis

Apenas 12% das candidaturas ao Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis foram avaliadas, no valor global de 1M€. Governo vai acelerar processo de avaliação

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O Ministério do Ambiente e da Ação Climática já pagou candidaturas no valor global de 1 milhão de euros, referentes ao Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis, de um total de 30 milhões de dotação disponível para esta fase, provenientes do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

O Governo reconhece alguma lentidão no processo de avaliação já que das 18 mil candidaturas submetidas ao programa, apenas 12% foram avaliadas, 2200, e cerca de 1300 foram canceladas pelos próprios.

A equipa de avaliação, até aqui constituída pelo Fundo Ambiental e suportada pelo Laboratório de Energia e Geologia, foi já reforçada, contanto também com o apoio da Agência para a Energia (ADENE). E a partir de 1 de setembro, o reforço nas avaliações incluirá a Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.
Com este reforço o Governo espera acelerar todo processo. O PRR conta com um total de 135 milhões de euros para aplicar, até 2025, na eficiência energética dos edifícios.

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Grupo ACO marca presença na Smagua 2023

Com esta participação, a empresa pretende apresentar os seus sistemas de drenagem que utilizam tecnologia inteligente, além das inovações técnicas aplicadas na separação e filtragem que evitam a contaminação da água

De 7 a 9 de Março, o Grupo ACO estará na Smagua, a feira internacional sobre a água e o ambiente, em Saragoça, Espanha, através das suas divisões ACO Remosa e ACO Engineering.

Com esta participação, a empresa pretende apresentar ao sector de tratamento de águas os seus sistemas de drenagem que utilizam tecnologia inteligente para garantir a evacuação das águas pluviais e residuais, e o seu armazenamento temporário. Além disso, mostrará as inovações técnicas aplicadas na separação e filtragem que evitam a contaminação da água por substâncias e materiais nocivos tais como gorduras, combustíveis, metais pesados e microplásticos.

Miguel Rovira, director general da ACO Iberia, salientou a importância de “avançar, profissionalizar e digitalizar as tecnologias envolvidas no ciclo da água”, de forma a “contribuir inequivocamente para a preservação da água como um recurso vital para o nosso planeta”.

Especialista em soluções de gestão e tratamento da água, ACO organizou os seus diferentes produtos sob o conceito “ACO WaterCycle”. Desta forma, os profissionais do sector podem reconhecer e seleccionar as melhores soluções e sistemas da empresa de acordo com as fases do ciclo da água em que estão a desenvolver os seus projectos.

No evento estarão, também, representadas as divisões ACO Remosa, referência no mercado espanhol no fabrico e distribuição de soluções em poliéster reforçado em fibra de vidro (PRFV) para a separação, depuração e reutilização de águas domésticas e industriais, e a ACO Engineering, o serviço de consultoria e engenharia de água que se dedica à avaliação, conceção e planeamento de instalações de gestão e tratamento de água de projectos novos ou existentes.

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Domes Lake Algarve reabre em Abril depois de renovação total

Aquele que é o primeiro hotel do grupo grego Domes Resort fora da Grécia, está a ser alvo de “extensas obras de renovação”, em todos os 192 quartos, mas também nas áreas comuns, restaurantes e bares

Encostado à praia de Vilamoura, o Domes Lake Algarve, o 5º hotel do grupo Marriot international na região, reabre já no próximo mês de Abril. Durante o período de encerramento, entre final de Outubro e início de Abril, têm sido realizadas “extensas obras de renovação”, com especial foco na decoração do resort. As intervenções estão a ser feitas em todos os 192 quartos, mas também nas áreas comuns, restaurantes e bares, incluindo upgrades de mobiliário e renovações totais em alguns dos espaços dedicados à gastronomia.

O Sora Beach, restaurante gerido pelo hotel na praia da Falésia, a título de exemplo, vai sofrer uma intervenção significativa e será palco de uma colaboração com um reconhecido chef português.

Entre as grandes alterações previstas para Abril está a adição de mais uma piscina destinada apenas a adultos e que se vem juntar às quatro já existentes.

O Domes Lake Algarve é o primeiro hotel do grupo grego Domes Resort fora da Grécia, tendo sido eleito pelos prémios Condé Nast Johansens 2023 como um dos melhores hotéis da Europa e Mediterrâneo e no ano passado como “Melhor Novo Resort” na edição europeia dos World Travel Awards. Este é, também, o primeiro da marca “Autograph Collection”.

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Casais abre 103 vagas para reforçar equipas em Angola

A empresa lidera o consórcio que vai construir de uma conduta adutora para água tratada, com 112 Km, e dois Centros de Distribuição de água potável na zona da Grande Luanda.

A Casais Angola abriu vagas para o mercado angolano, no âmbito do “Projecto Sector Águas”, que tem como objectivo aumentar a capacidade de fornecimento de água potável à zona da Grande Luanda. A empresa lidera o consórcio que vai construir de uma conduta adutora para água tratada, com 112 Km, e dois Centros de Distribuição de água potável.
“O contributo do Grupo Casais para o desenvolvimento de uma região é uma motivação extra para o nosso propósito, que tem a vantagem de aumentar o nível de exigência na qualidade da prestação dos nossos serviços”, justifica António Carlos Rodrigues, CEO do Grupo Casais.

Desde 1999 em Angola, o Grupo Casais tem neste país 2.948 colaboradores e conta com 52 obras em execução. Os sectores mais relevantes são no ramo da construção, imobiliário, ambiente, agricultura e serviços de oil & gás, sector industrial (ramos de carpintaria e metalomecânica) fruto da evolução do mercado. Só em 2022, a Casais Angola contratou 876 colaboradores. A especialização da mão de obra local é uma prioridade, pelo que o Grupo está a reforçar a aposta na formação específica nas diferentes vertentes da construção.

O Grupo privilegia o equilíbrio entre os colaboradores formados profissionalmente dentro do Grupo Casais e os formados noutras instituições, com o objectivo de transmitir o know-how e a filosofia Casais, no sentido de gerar valências e competências, em linha com a filosofia corporativa.

A evolução rápida do sector e o aparecimento da concorrência, torna o mercado mais exigente e competitivo, impulsionando, consequentemente, o incremento da qualidade das Casais Angola e dos seus serviços, conferindo ao processo de recrutamento rigor e exigência. As vagas abertas são para as funções de construction manager, site manager (construção civil e infraestruturas), preparador de obra e encarregado de obra.

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Manitou Group e Kiloutou assinam parceria com impacto na sustentabilidade

A Manitou Group e a Kiloutou, que em Portugal controla a Vendap, fizeram uma parceria exclusiva. Durante os próximos 12 meses, os dois operadores franceses vão juntar esforços para criar kits de electrificação para os seus empilhadores telescópicos térmicos

(Imagem da esquerda para a direita: Da esquerda para a direita Michel Denis, Director Geral do Grupo Manitou e François Renault, Director de Equipamentos e Desenvolvimento Sustentável, Grupo Kiloutou)

A Manitou Group e a Kiloutou, que em Portugal controla a Vendap, fizeram uma parceria exclusiva. Durante os próximos 12 meses, os dois operadores franceses vão juntar esforços para criar kits de electrificação para os seus empilhadores telescópicos térmicos O reequipamento prolongará a vida útil dos equipamentos, reduzindo o seu impacto ambiental e, em particular, as suas emissões de carbono, conforme os compromissos assumidos por ambos os grupos nos seus respectivos roteiros de RSA.

Este projecto, implementado por dois anos, visa testar a viabilidade técnica e económica da electrificação de empilhadores telescópicos inicialmente concebidos e comercializados com motores térmicos. A primeira fase de testes é feita num demonstrador de empilhador telescópico de grande altura da frota de aluguer da Kiloutou. Durante 2023, um empilhador telescópico térmico será desmontado e depois remontado com o seu kit de electrificação no local de produção da Manitou Group em Ancenis, antes de ser testado em condições reais no Centro de Ensaios da Kiloutou, situado perto de Lille. Uma vez validada esta fase de teste, a Manitou Group poderá oferecer kits completos de electrificação para máquinas recondicionadas utilizando peças sobressalentes novas ou usadas, exclusivamente ao Grupo Kiloutou. Esta distribuição terá lugar durante um período de 12 meses a partir do início de 2024, em várias máquinas da frota de Kiloutou. Compostos por vários componentes, incluindo uma bateria de iões de lítio, estes kits permitirão passar de um motor térmico para uma máquina 100% elétrica, com um impacto de carbono muito baixo.

, explica os benefícios desta colaboração: “Estamos a implantar as nossas gamas de baixas emissões rotuladas Oxygen. Procurámos uma solução alternativa para os nossos equipamentos térmicos já no terreno para reforçar este processo. A Kiloutou está particularmente interessada nestas soluções, por isso vamos trabalhar juntos para criar kits de reequipamento. O objectivo é, acima de tudo, prolongar a vida útil dos nossos produtos, reduzindo, simultaneamente, a nossa pegada de carbon”, explica Michel Denis, director-geral da Manitou Group.

O reequipamento, tal como desenvolvido com esta parceria, destina-se particularmente aos equipamentos integrados à frota de aluguer da Kiloutou desde cerca de 5 anos. Esta solução responde à necessidade de acelerar a transição para equipamentos que emitam menos carbono. Ao prolongar a vida útil de equipamentos perfeitamente operacionais, o reequipamento constitui uma solução de transição simultaneamente sustentável e circular. Uma vez equipados com o seu kit de electrificação, os equipamentos convertidos serão integrados na oferta Impakt, dedicada a motores alternativos, mais amigos do ambiente e disponíveis nas agências Kiloutou em França.

“Na Kiloutou, estamos convictos de que a descarbonização do sector da construção civil e obras públicas é um esforço de equipa. Este projceto com a Manitou Group é a encarnação concreta desta convicção e a demonstração da convergência dos nossos compromissos. A possibilidade de oferecer uma segunda vida útil, com emissões mais baixas, à nossa frota de equipamentos é uma alavanca importante para a redução das nossas emissões indirectas. Estamos hoje particularmente mobilizados para acelerar esta solução de economia circular”, reforça François Renault, director Equipamentos & Desenvolvimento Sustentável do grupo Kiloutou,

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Serris REIM reforça portefólio com aquisição de 1,7M€ em Oeiras

A doValue Portugal vendeu 2 pisos de edifício de escritórios em Oeiras ao Venture Real Estate Fund, por 1,7M€. O imóvel vendido foi previamente arrendado, o que contribuiu para a sua valorização e consequente atractividade. Fundo Comprador opera em Portugal desde 2017 e foi representado pela Serris REIM

A doValue Portugal, empresa gestora de créditos e activos imobiliários, vendeu dois pisos de edifício de escritórios, que na totalidade tem três pisos, em Paço de Arcos, no concelho de Oeiras, por 1,7 milhões de euros ao Venture Real Estate Fund, representado pela Serris Reim, sociedade gestora de activos imobiliários presente em Portugal desde 2017.

“Localizado numa zona bem servida de comércio e serviços, próximo do centro comercial Oeiras Parque, de Office Parks de referência e do acesso da A5, foi alvo de prévio arrendamento da globalidade da sua área a empresa da área do ensino, o que contribuiu para a sua valorização e consequente maior atractividade”, contextualiza João Ribeiro, director de Real Estate da doValue Portugal. “Só depois, da total colocação e valorizado, é que a venda do edifício se concretizou”, acrescenta.

Para Francisco Seabra Ferreira, Head of Real Estate – Portugal da Serris Reim, “esta aquisição é mais um passo importante na construção de um portefólio diversificado de activos em Portugal”.
“Estes activos que adquirimos encaixam no portefólio do fundo, caracterizado por edifícios de qualidade, com contratos de arrendamento de longa duração e ocupados por inquilinos com solidez operacional e financeira. Esperamos continuar a investir e a reforçar o nosso portefólio em Portugal”, sublinha o mesmo responsável.

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Bebedouro inclusivo da Larus entre o melhor design ibero-americano

A Larus, marca portuguesa de mobiliário urbano, foi distinguida na 8ª edição da Bienal Internacional de Diseño – BID, que reuniu o melhor design ibero-americano, em Madrid

Os bebedouros “Hydra”, da autoria de Daniel Sousa e Pedro Gonçalves, foram distinguidos no certame internacional.

Estes equipamentos distinguem-se por serem bebedouros inclusivos, na medida em que uma das quatro versões, foi desenhada para pessoas com mobilidade condicionada, e, também, sustentáveis, uma vez que incentivam o consumo da água da rede, o uso e reutilização de vasilhames próprios não descartáveis e o reaproveitamento da água para animais. Os bebedouros “Hydra” são fabricados em aço e ferro fundido e estão disponíveis em quatro versões (S, L, Wash e Refill).

Os equipamentos premiados encontram-se em exposição na capital espanhola, no Museo Nacional de Artes Decorativas e na Central de Diseño de Matadero.

A Larus mobila cidades como Porto (Serralves e Avenida dos Aliados), Madrid (parque do Museu do Prado), Luanda (Baía de Luanda e Ilha do Cabo), Casablanca (Antiga Medina), Santiago de Compostela (Cidade da Cultura), Versalhes, Innsbruck ou Bruxelas.

A investigação em design é uma aposta estratégica da empresa, que tem como missão humanizar o território. Diariamente, o Gabinete de Investigação e Desenvolvimento desenvolve soluções técnicas que antecipam as necessidades urbanísticas.

A Larus foi considerada a melhor empresa europeia na implementação do Design pelo Centro Europeu de Design, em 2011. A originalidade e a diversidade das suas soluções resultam de uma estreita colaboração com os maiores nomes da arquitectura e design nacional. Siza Vieira, Souto Moura, Daciano da Costa, Alcino Soutinho, João Nunes, Carrilho da Graça, Henrique Cayatte ou Francisco Providência.

A LARUS conta 35 anos de história e tem hoje uma presença internacional na Europa, África e Médio-Oriente.

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Riportico vendida aos espanhóis da Applus+

Os valores do negócio não foram revelados mas, em comunicado, os responsáveis da Applus+ revelam que a operação vai permitir ganhar dimensão para abordar os próximos projectos de infraestruturas, água e ambiente que estão previstos em Portugal nos próximos anos

Ricardo Batista

Os espanhóis da Applus+, especialistas globais na área das inspecções, ensaios e certificações, anunciaram esta quinta-feira a aquisição da totalidade do capital social da Riportico, um dos prestadores de referência em Portugal na área da fiscalização, gestão, coordenação de segurança e projectos de engenharia.

Os valores do negócio não foram revelados mas, em comunicado, os responsáveis da Applus+ revelam que a operação vai permitir ganhar dimensão para abordar os próximos projectos de infraestruturas, água e ambiente que estão previstos em Portugal nos próximos anos. Fundada em 2004, a Riportico factura por ano aproximadamente oito milhões de euros e conta, actualmente, com certa de 150 trabalhadores. A companhia fundada por Ricardo Campos tem um forte peso no mercado interno, nomeadamente na área de gestão de projectos publicos de infraestruturas para mais de 100 clientes, repartidos por rodovia, ferrovia, estações d emetro, aeroportos, edificios, estações de tratamento de águas e energias renováveis. A experiência da Riportico coloca a empresa “bem colocada para beneficiar do forte crescimento do setor das infraestruturas no País após a pandemia, impulsionado pelos programas que o Governo português tem lançado para potenciar a retoma económica”, observa Javier López Serrano, vice-presidente executivo da divisão Applus+ Energy & Industry.

O responsávels da Applus+ adianta ainda: “A Riportico encaixa-se muito bem no nosso plano estratégico. É uma plataforma altamente atraente para continuar a crescer em setores importantes para nós, como infraestrutura, meio ambiente ou tratamento de água, enquanto nos ajuda a continuar a melhorar as nossas margens”. “A sua vasta experiência e reputação colocam-no numa posição privilegiada para aproveitar as oportunidades que vão surgindo em Portugal”, sublinha Serrano.

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Cushman&Wakefield assessora venda de unidade industrial na Marinha Grande

A unidade industrial é servida por excelentes acessibilidades, localizando-se muito próximo da autoestrada A8 e A17, e é composta por duas naves com cave, onde constam dois armazéns, sendo que em uma delas também existem espaços destinados à fabricação e serviços administrativos

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A Cushman & Wakefield, consultora líder global em serviços imobiliários, anuncia que assessorou a Caixa Geral de Depósitos na venda de uma unidade industrial, com cerca de 10.000 m2 de construção, na Marinha Grande. O imóvel foi comprado pela Inipol, empresa portuguesa especializada em investimentos imobiliários e construção civil.

A unidade industrial é servida por excelentes acessibilidades, localizando-se muito próximo da autoestrada A8 e A17, e é composta por duas naves com cave, onde constam dois armazéns, sendo que em uma delas também existem espaços destinados à fabricação e serviços administrativos.

O novo proprietário irá iniciar um processo de reabilitação no imóvel, uma vez que este está desocupada há, aproximadamente, 10 anos – altura em que a anterior ocupante, Grandupla, abandonou o espaço devido a insolvência.

Para Bruno Neves, consultor do departamento de Industrial, Logística e Terrenos da Cushman & Wakefield Portugal, “esta transação demonstra o forte dinamismo que se sente no setor industrial e logístico em Portugal. Fruto da escassa construção de ativos que cumpram os requisitos da maioria das empresas, temos vindo a verificar um aumento na compra de imóveis para reabilitação, tornando-se assim, mais rápido o início da operação no espaço, quando comparado com um processo de licenciamento standard. O distrito de Leiria, é um dos que, dado à sua localização geográfica e face aos acessos existentes, tem conseguido atrair e reter empresas dos mais diversos setores, consolidando cada vez mais a região e posicionando-se assim como um dos principais eixos nacionais para a logística e indústria. A indústria em Portugal está viva e recomenda-se!”

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Renováveis: Eurowind Energy quer investir 400M€ em Portugal

Responsável da empresa alertou para dificuldades que o setor das renováveis enfrenta no país e que estão relacionadas com a morosidade na emissão e pareceres e licenças, incoerências legislativas

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A multinacional dinamarquesa Eurowind Energy, que inaugurou o segundo parque solar de produção de eletricidade do país, quer investir até ao fim desta década mais de 400 milhões de euros em Portugal. Pedro Pereira, diretor da empresa para a Europa do Sul, disse aos jornalistas que, “até ao final desta década, [serão investidos] 400 milhões” na construção de parques fotovoltaicos de pequena produção na Covilhã, Castelo Branco, Mafra, Vouzela e Bragança, com uma potência total instalada de 50 megawatts (MW).

“Metade vai arrancar em breve e a outra metade até ao final deste primeiro semestre para entrarem em exploração para o ano”, adiantou. A empresa dinamarquesa tem ainda três outros projetos previstos para Castelo Branco, dois parques eólicos e solares e um projeto de hidrogénio verde. “Temos o objetivo de hibridizar os nossos projetos com solar e eólico, juntando tecnologia para armazenar energia quando esta não está a ser produzida”, explicou.

O responsável alertou para diversas dificuldades que o setor das renováveis enfrenta em Portugal e que estão relacionadas com a morosidade na emissão e pareceres e licenças, incoerências legislativas, falta de recursos humanos” em diversos organismos como a Direção-Geral de Energia e Geologia e subdimensionamento da Rede Elétrica Nacional por insuficiência e incapacidade de pontos de injeção elétrica.

“Há uma grande morosidade no despacho de processos, o que explica que, para chegar à exploração de um parque, se tenha demorado seis anos, o que afasta o investimento”, disse, referindo-se ao Parque Solar de Triana, inaugurado no concelho de Alenquer, no distrito de Lisboa. Contudo, reconheceu o esforço de simplificação por parte do Governo para o cumprimento da agenda verde.

Na inauguração do investimento de 18 milhões de euros, o CEO da empresa, Jens Rasmussen, afirmou que estão “empenhados em construir mais parques no país”. O parque tem uma potência instalada de 22 MW, distribuídos por mais de 41 mil módulos fotovoltaicos ao longo de 30 hectares. Os promotores estimam uma produção de 41,5 gigawatts por ano, capazes de fornecer eletricidade a mais de 14 mil famílias.

Na inauguração, a secretária de Estado da Energia e do Clima, Ana Fontoura Gouveia, disse que 57% da eletricidade produzida em Portugal já provém de fontes renováveis e o objetivo é aumentar para os 80% até 2026. O país já dispõe de uma potência instalada de 2,5 GW e a meta é aumentar 1 a 1,2 GW este ano. Para simplificar os processos de licenciamento, foi lançado o programa ‘Simplex Ambiental’.

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Requalificação do Parque Tejo-Trancão arranca em dias

A Câmara Municipal de Loures aprovou o contrato de empreitada, por ajuste directo, que tem como objectivo a preparação e modelação dos terrenos na zona ribeirinha da Bobadela para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ)

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O projecto de execução, no valor de cinco milhões e trezentos mil euros (sem IVA), será realizado por ajuste directo, e inclui arquitectura paisagística e drenagem pluvial, abastecimento de água à zona da JMJ por parte dos Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos de Loures e Odivelas (SIMAR), bem como trabalhos de estabilidade e apoios de ponte militar. Esta empreitada terá início nos próximos dias, tendo em conta que a primeira fase da transferência dos contentores já se encontra concluída.

O documento foi aprovado por maioria, com abstenção da CDU e votos favoráveis das restantes forças políticas (PS e PSD), durante a reunião do executivo municipal, presidido pelo socialista Ricardo Leão.

Em causa estão as obras de requalificação de um terreno de 70 hectares no Parque Tejo-Trancão, a norte da freguesia lisboeta do Parque das Nações, para acolher os eventos principais da JMJ.

“Será toda a infraestruturação daqueles 70 hectares, onde vão passar grande parte do tempo os peregrinos da Jornada. Basicamente, é terraplanagem, modelagem e infraestruturação”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Loures, Ricardo Leão (PS), citado pela Lusa.

Durante a discussão da proposta, a CDU, através do eleito Tiago Matias, demonstrou o seu descontentamento pelo facto de ter sido consultada “apenas uma empresa”, facto que foi negado pelo presidente da Câmara. “Foram consultadas três empresas de renome, mas foi apresentada apenas uma proposta. Nós temos prazos para cumprir. Este processo vai ser depois alvo de análise do próprio Tribunal de Contas (TdC)”, respondeu Ricardo Leão.
No total, a Câmara Municipal de Loures estima investir 10 milhões de euros na realização da JMJ.

A Jornada Mundial da Juventude, considerada o maior acontecimento da Igreja Católica, vai realizar-se entre 1 e 6 de Agosto, sendo esperadas cerca de 1,5 milhões de pessoas. As principais cerimónias da Jornada decorrem no Parque Tejo, a norte do Parque das Nações, na margem ribeirinha do Tejo, em terrenos dos concelhos de Lisboa e de Loures.

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