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Hotéis da Sonangol não serão alienados

O Governo angolano pretende lançar concurso para a exploração e gestão das unidades hoteleiras da Sonangol, da lista consta a unidade de 5 estrelas Hotel de Convenções de Talatona

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A venda dos hotéis sob tutela jurídica da Sonangol tinha sido anunciada em 2020, no âmbito da estratégia de desinvestimento em activos não core da petrolífera angola. Os imóveis foram então integrados no Programa de Privatizações do Executivo 2018 – 2022 (PROPRIV).

De acordo com a agência de notícias de Angola, o Governo irá abrir um concurso púbico para a exploração e gestão de privada das unidades. A informação foi avançada pelo administrador do Instituto de Gestão dos Activos e Participações do Estado (IGAPE), Augusto Kalikemala, em webinar. De acordo com Augusto Kalikemala, a mudança de estratégia é justificada pelo quadro de pandemia que se vive, mas também pelas práticas internacionais de gestão hoteleira.

Entre a lista de hotéis construídos com fundos da petrolífera destaque para o Hotel de Convenções de Talatona (HCTA), a unidade de cinco estrelas foi inaugurado em 2009, depois de um investimento de 200 milhões de USD. Com um total de 201 quartos, o HCTA está integrado num complexo que integra o Centro de Convenções Talatona (CCTA) e 20 vivendas de luxo. Na lista consta ainda o Hotel Florença, com a categoria de três estrelas, localizado em Talatona, esta unidade tem 33 quartos, repartidos por quatro andares, e as Suites da Maianga e Florença. Da lista consta ainda o Hotel Riomar, de quatro estrelas, com 88 quartos, localizado na Catumbela, em Benguela.

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Norfin vende dois activos logísticos na grande Lisboa

Localizadas em zonas consolidadas de logística, as unidades foram adquiridas pela Bedrock Capital e pelo sueco Europi Property Group, que inaugura com este negócio a sua entrada em Portugal

A Norfin, SGOIC alienou dois activos logísticos anteriormente integrados no Ibéria FEIF. Um dos imóveis está localizado no Cartaxo e integralmente arrendado por uma empresa do Grupo Sonae. O outro activo, localizado na Quinta do Adarse em Alverca do Ribatejo, também se encontra totalmente ocupado, tendo como inquilino uma empresa nacional líder no seu sector de actividade.

Os activos foram adquiridos em conjunto pela Bedrock Capital, que celebra o seu primeiro investimento em logística, e pelo Europi Property Group (EPG), um investidor internacional que estabelece o seu primeiro investimento em Portugal através desta parceria.

“Estamos muito satisfeitos com a aquisição destes dois activos, que marca a nossa primeira operação em parceria com o Europi Property Group. Estamos optimistas em relação ao mercado logístico português, o qual tem vindo a registar uma procura crescente por parte dos operadores, sendo que os armazéns se encontram localizados em dois importantes hubs logísticos de Lisboa”, explica João Tenreiro Gonçalves, Executive Partner da Bedrock Capital.
“O segmento de Industrial e Logística segue em franca expansão em toda a Europa, muito impulsionado pelo crescimento das vendas online e novas tendências de consumo. Em Portugal, no ano de 2020, o segmento alcançou um recorde de take-up, e estima-se que os números em 2021 venham a superar os do ano anterior”, assegura a consultora imobiliária internacional Savills que assessorou a Norfin neste negócio.

“Ao longo de quatro anos, a Norfin trabalhou no sentido de melhorar a qualidade dos serviços prestados aos arrendatários, na renovação e melhoria da qualidade dos edifícios. Desta forma, potenciámos o valor de mercado dos activos e, tendo vendido na altura certa, maximizámos o retorno dos nossos investidores”, explica Daniel Lopes, Manager da Norfin.

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Novo fundo europeu para incentivar inovação em PME

Este apoio destina-se à execução de um pré-diagnóstico de propriedade intelectual (PI) e/ou na formalização de pedidos de registo de marcas e de desenhos por parte de uma PME estabelecida num dos 27 Estados-Membros da UE

A Comissão Europeia anunciou a criação de um Fundo de Apoio às Pequenas e Médias Empresas, que pretende servir de incentivo às PME para rentabilizar os seus activos de propriedade intelectual, desenvolvendo estratégias no âmbito da protecção dos respectivos direitos a nível nacional, regional, ou da União Europeia.

Este apoio destina-se à execução de um pré-diagnóstico de propriedade intelectual (PI) e/ou na formalização de pedidos de registo de marcas e de desenhos por parte de uma PME estabelecida num dos 27 Estados-Membros da UE.
O apoio está dividido em duas modalidades e em ambas se prevê um reembolso parcial dos custos associados até um valor máximo de 1500€ para taxas relativas ao pré-diagnóstico de PI, marcas e desenhos ou modelos (Vale 1), e/ou de 750€ para taxas relativas a patentes (Vale 2).

No que concerne ao vale 1, existirá um reembolso na ordem dos 90% nos serviços de pré-diagnóstico de PI, um reembolso de 75% do valor das taxas de base relativas a marcas e desenhos ou modelos ao nível da EU, um reembolso de 75% do valor das taxas de base relativas a marcas e desenhos ou modelos a nível nacional e regional e um reembolso de 50% do valor das taxas de pré-concessão relativas a marcas e desenhos ou modelos internacionais, através da Organização Mundial da Propriedade Intelectual.

Quanto ao vale 2, existirá um reembolso de 50% de taxas relativas a patentes a nível nacional.
Após a candidatura irá receber os respectivos vales a aplicar na solicitação dos serviços pretendidos, tendo estas bonificações uma validade de quatro meses a contar da data da atribuição da subvenção.

“Este fundo deve ser bem aproveitado pelas PME portuguesas, uma vez que a aposta na inovação e a protecção dos seus direitos de propriedade intelectual é fulcral num mercado tão competitivo como o europeu. Quando, em véspera de eleições, se fala muito em crescimento económico, a aposta na inovação é uma das formas para lá chegar”, refere Vítor Palmela Fidalgo, Director Jurídico na Inventa, consultora especializada em propriedade intelectual.

A iniciativa tem o apoio do Instituto de Propriedade Intelectual da União Europeia e estende-se até ao dia 16 de Dezembro de 2022.

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Melom recebe duas distinções

A Melom foi eleita recentemente com os prémios , “Escolha do Consumidor 2022” e “Prémio Cinco Estrelas 2022”

A Melom foi eleita recentemente com os prémios , “Escolha do Consumidor 2022” e “Prémio Cinco Estrelas 2022”.
Há três anos que a MELOM é reconhecida como “Escolha do Consumidor”, na categoria “Obras e Remodelação de Imóveis”, recebendo esta certificação que atesta o serviço da rede avaliado directamente pelos consumidores.A empresa de remodelação de imóveis obteve um índice de satisfação global de 79,34% e uma intenção de compra de 76,30%.

Entre os consumidores envolvidos na avaliação da categoria, a MELOM foi eleita a “Marca nr. 1 na Escolha do Consumidor”, com uma classificação superior à concorrência em critérios como “Orçamento discriminado e esclarecedor”, “Garantia da obra”, “Cumprimento do orçamento”, “Bons acabamentos”, “Explicação detalhada de todo o serviço“ e “Aconselhamento no planeamento da obra”. Os consumidores destacam também pela positiva a confiança na marca, assim como lhe reconhecem experiência acumulada no sector.

Pelo quinto ano consecutivo, a marca foi igualmente distinguida com o “Prémio Cinco Estrelas 2021”, resultado da auscultação dos consumidores relativamente a cinco marcas avaliadas nesta categoria. A empresa líder em remodelação de imóveis obteve um índice de satisfação global de 81,7% (8,17 em 10 pontos possíveis), mais seis pontos percentuais face ao ano passado.

O Prémio Cinco Estrelas é um sistema de avaliação que mede o grau de satisfação que os produtos, os serviços e as marcas conferem aos seus utilizadores, tendo como critérios de avaliação variáveis como a “Satisfação pela Experimentação”, “Relação Preço-Qualidade”, “Intenção de Compra ou de Recomendação”, “Confiança na Marca e Inovação”, que influenciam a decisão de compra dos consumidores. Entre os indicadores avaliados, destacam-se a “Intenção de Compra ou Recomendação”, que registou uma classificação de 8,84 em 10 pontos possíveis, e a “Satisfação pela Experimentação”, com uma classificação de 8,82 na mesma escala.

Os prémios “Escolha do Consumidor 2022” e “Prémio Cinco Estrelas 2022” vêm juntar-se a outra distinção já atribuída anteriormente à MELOM, o MRI – Marktest Reputation Index 2021 na categoria “Obras em Casa”.

“Recebermos estes prémios é o reconhecimento inequívoco do bom trabalho que, diariamente, a rede de profissionais MELOM desenvolve de norte a sul do país. É nosso foco garantir aos clientes a qualidade e segurança de uma rede de serviços especializados e à medida das suas necessidades.”, afirma João Carvalho, co-fundador da MELOM. O responsável acrescenta ainda que “sermos distinguidos ano após ano não só contribui para reforçar os nossos índices de notoriedade, como vem demonstrar que os consumidores portugueses podem sempre confiar num serviço de excelência.”

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Cascais vai investir 200M€ em habitação

A Câmara de Cascais apresentou a sua Estratégia Local de Habitação (ELH) desenvolvida por uma equipa do município com académicos da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

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A Câmara de Cascais apresentou a sua Estratégia Local de Habitação (ELH) desenvolvida por uma equipa do município com académicos da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

A estratégia tem um desígnio: garantir acesso de todos a habitação condigna e desenvolver políticas de habitação transformadoras. Antes faz um retracto duro da realidade de Cascais no que diz respeito à população elegível para o Primeiro Direito.

Os dados apresentados referem que há 4085 famílias para realojar em Cascais. Destas, 2.384 famílias estão em situação de carência habitacional e 1.701 famílias) na situação que se convencionou de carência economia, ou seja, ou têm casa arrendada mas estão na iminência de despejo por dificuldades económicas.

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“A escassez de habitação é um problema transversal a diversas classes e estratos. O que implica que as soluções tenham de ser distintas ao abrigo de um grande programa de habitação pública que não se restringe às necessidades identificadas no programa 1ºDireito. Reabilitaremos o parque habitacional público que é hoje 2.8% do total de casas no concelho. Com a execução do nosso projecto, esse número chegará aos 3.3%”, referiu o presidente da Câmara Municipal de Cascais Carlos Carreiras.

O responsável avançou que “a nossa ambição é que a habitação pública caminhe tendencialmente, ao longo dos próximo anos, até aos 30% do total do parque habitacional do concelho”.

Para lá chegar Cascais irá trabalhar em múltiplas frentes. Ao nível da construção nova “temos previstos 800 novos fogos, que já sinalizamos para candidatura a linhas de financiamento nacionais e europeias no valor aproximado de 165 milhões de euros, em todas as freguesias: Encosta da Carreira, Sassoeiros, Bairro Calouste Gulbenkian, Adroana, Fontaínhas, Rana e Bairro Marechal Carmona.”

O arrendamento acessível é outra das apostas e, por isso, o orçamento municipal de 2022 foi dotado “com verbas para programas de renda acessível não apenas para população vulnerável, mas também para professores e profissionais de saúde deslocados e estudantes. Outras formas de suporte, como apoio directo aos beneficiários, aquisição ou reabilitação também são equacionados”.

Ao nível da habitação partilhada e colaborativa. Carlos Carreiras afirmou que a intenção é a de “reinventar os bairros sociais de primeira geração com serviços partilhados”. Uma quarta linha diz respeito à regeneração e sustentabilidade. “Trabalhando os bairros para o conforto térmico e sustentabilidade ambiental e energética, um requisito essencial para o século XXI e que representa ganhos económicos para as famílias”.

O presidente anunciou ainda a criação de um Conselho Municipal de Habitação para acompanhar a execução do programa. “Criaremos os instrumentos, em conformidade com a Lei de Bases, a saber a “Carta Municipal de Habitação” e o “Relatório Municipal de Habitação”, e seremos muito criteriosos no modelo de governance deste programa de habitação pública. A política de habitação não rima com eleições – mas rima com gerações”, sustentou.

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2021 foi o ano mais forte de sempre no mercado imobiliário português

É o que referem os dados gerados pela Plataforma Alfredo, especializada em inteligência artificial para o mercado imobiliário. A plataforma lançou o “índice de Preços Alfredo”, que todos os meses apresentará uma análise do mercado residencial para os municípios capitais de distrito em Portugal

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A Alfredo, empresa especializada em inteligência artificial para o mercado imobiliário, lançou o “Índice de Preços Alfredo”. Segundo o relatório da Alfredo, até Setembro de 2021 foram vendidos 153.076 imóveis, o que representa um aumento de 25,4% relativamente a Setembro do ano anterior, período até ao qual foram vendidos 122.066 imóveis. Estes valores traduziram-se numa capitalização de mercado de 24,9 mil milhões de euros até Setembro deste ano, comparativamente aos 18,7 mil milhões de euros registados no período homologo, fazendo de 2021 o ano mais forte de sempre no mercado imobiliário português.

Segundo o “Índice de Preços Alfredo”, o preço médio dos imóveis subiu 5,7% nos últimos 12 meses, tendo Aveiro sido o município com o maior crescimento, com um aumento de 20% nos preços, e que o município com o crescimento mais baixo foi Castelo Branco, com um decréscimo de -6,6% nos preços. O município onde os imóveis demoram menos tempo a ser vendidos é Viana do Castelo, com uma média de 96 dias para serem vendidos, sendo que o município onde os imóveis demoram mais tempo a ser vendidos é Castelo Branco.

Lisboa, com um preço médio de 3.486 Euros por m2, seguido do Porto, com um preço médio de 2.164 Euros por m2 e Faro, com um preço médio de 1.953 Euros por m2, são os municípios capital de distrito com o preço médio por m2 mais elevado.

No lado oposto, Guarda, com um preço médio de 431 Euros por m2, Portalegre, com um preço médio de 483 Euros por m2 e Santarém, com um preço médio de 567 Euros por m2, são os municípios capital de distrito com os valores mais baixos por m2. O “Índice de Preços Alfredo” revela também que em Dezembro, o preço médio foi de 2.580 Euros por m² para apartamentos este mês e o preço médio para moradias foi de 1.037 Euros por m².

Segundo o “Índice de Preços Alfredo”, Lisboa foi o município com a taxa de esforço mais elevada, com um valor de 2,3, e registou um aumento de 2,8% no preço da habitação. O município com a taxa de esforço mais baixa foi Guarda, com um valor de 0,8, registando um decréscimo no preço da habitação de -4,9%. [A taxa de esforço é a relação entre a avaliação bancária mediana (por m²) e o rendimento médio mensal dos habitantes em cada município].

Mercado Residencial de Compra e Venda – Apartamentos

O Relatório da Alfredo indica que no mês de Dezembro de 2021, Lisboa foi a capital de distrito com o maior número de apartamentos no mercado, 11.321, enquanto que Évora, com 61, foi a capital com o número mais baixo. Relativamente aos preços médios, Lisboa foi o município com o valor mais elevado, 390 mil Euros, em contraste com o preço médio de 68 mil Euros para Portalegre, a capital de distrito com o preço médio mais baixo.

Durante o último ano predominou um aumento do preço médio para apartamentos em Portugal. Aveiro foi o município que registou o maior aumento, tendo-se observado uma variação de 19% e Ponta Delgada foi o município com o crescimento mais baixo, tendo sido a variação nesta zona de -4% no último ano.

Mercado Residencial de Compra e Venda – Moradias
No mês de dezembro de 2021, Porto foi a capital de distrito com o maior número de moradias no mercado, 1.659, enquanto que Portalegre, com 178, foi a capital com o número mais baixo. Relativamente aos preços médios, Lisboa foi o município com o valor mais elevado, 641 mil Euros, em contraste com o preço médio de 44,7 mil Euros para Castelo Branco, a capital de distrito com o preço médio mais baixo.
Durante o último ano predominou um aumento do preço médio para moradias em Portugal. Aveiro foi o município que registou o maior aumento, tendo-se observado uma variação de 22% e Castelo Branco foi o município com o crescimento mais baixo, tendo sido a variação nesta zona de -8% no último ano.

A Alfredo
A Alfredo é uma plataforma digital que pretende trazer a inteligência para o mercado imobiliário. O projecto foi lançado no início de 2019, devido à falta de dados imobiliários online estruturados, num cada vez mais próspero mercado residencial. Posicionando-se como uma plataforma digital para profissionais do sector imobiliário, procura estabelecer-se enquanto parceiro de confiança no espaço da informação de mercado.

“Vimos uma oportunidade de recorrer às mais recentes técnicas de inteligência artificial de última geração, trazendo novas formas de criar informação gerada por dados no mundo imobiliário. O processo resultou numa plataforma inteligente de negócios, alimentada por Inteligência Artificial para os stakeholders imobiliários, dinamizando os seus processos de recolha de dados e inteligência, e colocando-os à frente da concorrência. Os nossos clientes incluem correctores de imóveis, agentes, analistas, avaliadores e as outras instituições deste mercado, e temos parcerias com entidades tão reputadas como a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal, a MaisConsultores, a Remax Siimgroup ou a plataforma Doutor Finanças”, defende Gonçalo Abreu, co-fundador da Alfredo.

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Light + Building adiada para Outubro

A ‘Light + Building Autumn Edition’ terá lugar entre 2 a 6 de Outubro e manterá o seu conceito hibrido

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Em Dezembro passado, a alta incidência da Covid-19 na Alemanha, seguida pelo aparecimento internacional da variante Omicron e as restrições de viagem associadas, levaram a incertezas no sector de iluminação, construção e tecnologia de segurança. Sendo que a situação pandémica se continua a desenvolver de forma muito dinâmica, a Messe Frankfurt decidiu adiar a feira Light + Building para o Outono deste ano, mais precisamente de 2 a 6 de Outubro.

“Levámos muito a sério as preocupações dos nossos parceiros e, claro, também ponderámos as oportunidades e riscos empresariais. Conforme já anunciado em Dezembro, todas as opções para uma nova data estavam em análise. Felizmente, conseguimos encontrar uma data de Outono atractiva e isso é possível através do reagendamento interno da Light + Building. Isso significa que a perspectiva de um forte lançamento internacional do sector em Frankfurt em 2022 permanece”, explica Wolfgang Marzin, presidente e CEO da Messe Frankfurt.

Para o Light + Building Autumn Edition, o conceito híbrido permanece o mesmo. Além do ponto de encontro internacional da indústria em Frankfurt, a participação é possível através da plataforma Light + Building Digital Extension. No Centro de Exposições, de 2 a 6 de Outubro de 2022, os expositores apresentarão um espectro de produtos exclusivo para planeamento integrado de edifícios. Todos os negócios relacionados com electricidade estarão presentes, desde o design de iluminação e luminárias, segurança conectada e domótica até sistemas de instalação eléctrica, sistemas inteligentes de gestão de energia e fornecedores de infraestrutura de carregadores electrónicos.

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‘Azul Boutique Hotel” arranca em Vila Nova de Gaia

Com um investimento de 11,5 M€, o Grupo Fortera arranca com as obras já em Fevereiro. A sua conclusão está prevista para 2023

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O Grupo Fortera vai arrancar em Fevereiro com a construção do Azul Boutique Hotel, em Vila Nova de Gaia. Com um investimento de 11,5 milhões de euros para o seu desenvolvimento, o ficará concluído em 2023.

O novo hotel de 4 estrelas, a 50 metros da Ponte D. Luis I, na Rua General Torres, será constituído por 64 quartos com vista sobre o rio Douro, contando ainda com restaurante, esplanada e solário com piscina no piso 4, perfazendo uma área total de 4200 m2.

“Tomamos partido desta localização para trazer a paisagem para quase a totalidade dos quartos. Também a zona de restauração e o solário aproveitam essa paisagem com vistas completamente desimpedidas”, explica Hélder Agostinho, arquitecto e gestor imobiliário do projecto.

Também por isso, este poderá ser “o projecto mais promissor que Porto e Gaia já viram”, considera o Grupo.

“Apesar da difícil conjuntura pandémica para o sector do turismo, os próximos meses deverão permitir-nos reunir boas condições para efectuarmos perspectivas mais consolidadas, o que nos leva também a crer que estamos a prever esta inauguração para um momento de franca recuperação do sector, com o Porto e Gaia a voltaram a apresentar-se como importantes pólos de procura turística em Portugal”, conclui Elad Dror, CEO do grupo Fortera.

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Construção de novos viadutos na zona do Campo Grande têm início este mês

A construção da nova linha Circular irá implicar a construção no Campo Grande de um novo viaduto de cerca de 158 metros que permitirá “fechar” o anel no Campo Grande. A actual linha Amarela, na extensão Campo Grande/Odivelas, será também ligada ao actual troço de Telheiras, através de um viaduto de 428 metros

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O Metropolitano de Lisboa vai arrancar com as intervenções na zona do Campo Grande no âmbito do Plano de Expansão do ML para o Lote 3, que envolve a empreitada de projecto e construção dos toscos, acabamentos e sistemas para o prolongamento das linhas Amarela e Verde (viadutos do Campo Grande).

A construção da nova linha Circular irá implicar a construção no Campo Grande de um novo viaduto de cerca de 158 metros que permitirá “fechar” o anel no Campo Grande. A actual linha Amarela, na extensão Campo Grande/Odivelas, será também ligada ao actual troço de Telheiras, através de um viaduto de 428 metros implantado a norte dos viadutos já existentes.

A concretização destas intervenções implicará a introdução de alguns constrangimentos de trânsito na zona do Campo Grande, em particular no Terminal Rodoviário, bem como de circulação na Avenida Padre Cruz, já a partir do dia 19 de Janeiro. Assim, durante um período previsto de 17 meses, será encerrado o Ramo de Saída Av. Padre Cruz / Estrada de Telheiras para o Terminal Rodoviário e Estádio, dando lugar à mudança temporária do percurso dos transportes coletivos para o terminal do Campo Grande, passando a saída de passageiros a ser feita em frente ao edifício da NOS e sob o viaduto da Segunda Circular. Um dia depois, a 20 de Janeiro, e durante seis meses existirão constrangimentos na circulação rodoviária na Av. Padre Cruz na sequência da supressão da via esquerda tanto na faixa sentido Odivelas-Lisboa, como também na faixa sentido Lisboa-Odivelas, e de condicionamento de berma da Av. Padre Cruz no sentido Lisboa – Odivelas. “Por razões de segurança e adequada canalização do tráfego, este constrangimento levará também a uma supressão da via a montante, no acesso Campo Grande – Av. Padre Cruz”, refere o ML.

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Eaton traça tendências energéticas para 2022

Para a Eaton, empresa que actua no sector de energia, a forma de pensar e compreender como será o futuro da energia é olhar o passado

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Antes da emergência de recursos energéticos como o carvão, o petróleo e o gás o recurso a fontes de energia significava interagir directamente com as mesmas, mas com a pandemia a queda significativa da procura foi seguida de uma abrupta aceleração, para a qual o nosso fornecimento global de energia não estava preparado.

Nesse sentido, “não devemos esperar um regresso fácil à energia barata, sempre disponível, com os produtores a enfrentarem um enorme desafio tanto em termos de descarbonização da oferta como de crescimento da oferta global em linha com o sector industrial e automóvel a avançar para a electrificação”, avança Marcos Fabregas-Dittmann, Country Director da Eaton Iberia“. Para o responsável, a “economia da energia eléctrica irá mudar, ainda mais significativamente, em favor da geração distribuída renovável. O preço por Wh da geração fotovoltaica é agora mais baixo, na maioria das geografias, do que as alternativas de combustíveis fósseis, e a fotovoltaica no local, combinada com soluções de armazenamento de energia, dará às empresas a possibilidade de enfrentar com mais sucesso as flutuações do mercado energético”, sustenta.

A conjugação da energia renovável com o armazenamento no local representa, assim, uma oportunidade de receitas para as empresas, afirma a Eaton. Estas poderão vender essa energia de volta à rede, bem como utilizá-la para descarbonizar e acrescentar resiliência às suas próprias operações. Esta é também uma oportunidade para as redes de serviços públicos, que poderão recorrer a uma gama mais flexível de recursos visando a redução de emissões.

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Estas mudanças no sector energético serão possíveis pela crescente digitalização dos sistemas energéticos. Uma componente chave da transição será, por exemplo, a flexibilidade do lado da procura, reduzindo as exigências de certos consumidores industriais em momentos de menor oferta, a fim de garantir a disponibilidade de energia para sistemas críticos e pessoas vulneráveis. Para tal, será necessária uma visão e interactividade com activos “atrás do contador”, sobre os quais as redes de distribuição tradicionalmente não têm resposta.

“Este ano, e por tudo isto, a rede será mais importante do que nunca. É já um sistema altamente sofisticado de monitorização e gestão do fluxo de energia, e na nova era de “prosumers”, na qual os consumidores também estão a produzir energia, contaremos com uma rede robusta e inteligente para gerir um fluxo bidireccional”, reforça a empresa.

A Eaton prevê, por isso, que 2022 será o ano em que o mundo desperta mais profundamente para o facto de que, mais uma vez, a obtenção de poder implica a tomada de decisões. “Os consumidores estão cada vez mais a mudar para veículos eléctricos, e esta electrificação dramática irá impulsionar mais mudanças na relação com o poder. As empresas, entretanto, sentirão a pressão de tomar medidas incisivas sobre o poder como parte das suas aspirações de sustentabilidade. Estas mudanças vão demorar e colocam desafios muito complexos uma vez que significarão alterar radicalmente a estrutura técnica e económica de uma infraestrutura crítica em funcionamento. Requerem investimento, regulamentação e acima de tudo integração da flexibilidade”.

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