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IP e Universidade do Minho assinam protocolo

O acordo tem a duração de três anos e com ele as instituições pretendem criar sinergias nos domínios da investigação científica, mobilidade, transportes, energia, ambiente e construção

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A Infraestruturas de Portugal (IP) e a Universidade do Minho assinaram um protocolo de cooperação, com a duração de três anos, que pretende criar sinergias nos domínios da investigação científica, mobilidade, transportes, energia, ambiente e construção.

O acordo firmado pelo Vice-Presidente do Conselho de Administração Executivo da Infraestruturas de Portugal, José Serrano Gordo, e pelo Vice-Reitor da Universidade do Minho para a Investigação e Inovação, Eugénio Campos Ferreira, reforça e consolida os laços de entendimento existentes entre as duas instituições.

A parceria prevê, entre outras iniciativas, a realização de acordos-programa para projectos em domínios de interesse comum, acções conjuntas de formação e investigação, serviços de assessoria, formação e apoio técnicos e especializados nos domínios das infraestruturas de transporte, e investigação orientada abordando casos de estudo da IP.

Este protocolo reforça a ligação da Universidade do Minho com a sociedade, em particular a sua Escola de Engenharia, e insere-se na política da IP de promoção de parcerias junto das comunidades científica e tecnológica, nomeadamente com as Universidades, Institutos Politécnicos, Empresas e Instituições Tecnológicas, que permitem à empresa estar em contacto directo com o conhecimento científico aberto à inovação, disponibilizando a IP os meios para o desenvolvimento e implementação dos projectos ajustados a uma realidade tornada convergente no interesse comum.

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Construção Sustentável divulga Guia de Ecoprodutos no Archi Summit 22

Este Guia que vai já na sua 11ª edição, conta com diferentes informações que são actualizadas ao longo dos anos, exigindo inovação e sustentabilidade às empresas representadas

O Portal da Construção Sustentável (PCS) marca presença no Archi Summit 22, um evento de referência para a arquitectura nacional e internacional, que debate o presente e o futuro do sector.

O PCS irá distribuir o seu Guia de Ecoprodutos durante o evento. Trata-se de um Guia editado regularmente pelo PCS, que reúne contributos de várias empresas parceiras que disponibilizam informação detalhada sobre os seus ecoprodutos em vários sectores da construção. Todos os ecoprodutos e/ou serviços compreendem um texto explicativo sobre Sustentabilidade, Características e Aplicações.

Este Guia que vai já na sua 11ª edição, conta com diferentes informações que são actualizadas ao longo dos anos, exigindo inovação e sustentabilidade às empresas representadas. É elaborado propositadamente para ocasiões onde se encontram arquitectos, engenheiros, decisores políticos e todos aqueles que se relacionam com o ambiente construído. O grande objectivo deste Guia é o de colmatar uma falha na informação entre os gabinetes de arquitectura e os profissionais da construção de todo o mundo, que desejam especificar materiais e serviços mais sustentáveis.

Este trabalho é concebido de forma a servir de veículo de informação também ao consumidor comum que deseje construir/reabilitar as suas casas, no sentido da verdadeira sustentabilidade, uma vez que a necessidade de redução do consumo de recursos é um caminho inegável. A construção necessita da divulgação de informação sobre práticas mais sustentáveis, que chegue ao maior número de pessoas, para poder avançar e responder à necessidade de desenvolvimento sustentável deste sector. Por outro lado, a forma de avaliação e selecção dos materiais continua a ser pouco definida, e por essa razão o PCS decidiu criar uma avaliação com base na NORMA INTERNACIONAL ISO 14024, já disponível e explicada nesta edição.

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Livensa Living renova residência do Marquês de Pombal e chega às 7.000 camas no mercado Ibérico

A par da renovação da residência universitária de 330 camas no Marquês de Pombal, o operador ibérico inaugura duas novas residências em Espanha, chegando às 7.000 camas repartidas entre Portugal e Espanha

A Livensa Living renovou a residência universitária do Marquês de Pombal, em Lisboa, em preparação para o novo ano académico. A residência foi alvo de melhoramentos estéticos e de decoração, com vista à criação de um ambiente mais acolhedor e intelectualmente estimulante, mas também mais dinâmico e jovem.

A renovação desta residência insere-se no recente processo de rebranding e redesenho da empresa e dos seus espaços, que procura criar comunidades dinâmicas, multiculturais e positivas. A residência do Marquês de Pombal passa assim a equiparar-se às outras 4 residências do grupo em Portugal (duas no Porto, uma em Coimbra e outra na Cidade Universitária, em Lisboa), apresentando um desenho contemporâneo e acessível, através de espaços totalmente equipados, tanto para a vida social como para o estudo, que garantem sempre a segurança e o bem-estar dos seus residentes.

Para “Esta renovação é uma aposta forte da Livensa Living na qualificação da oferta residencial para os jovens estudantes nacionais como internacionais. A experiência universitária é uma fase chave, cheia de mudanças, e por isso é importante assegurar que se sentem em casa, com o máximo bem-estar”, explica Pavlina Chandras, COO da Livensa Living. Segundo a mesma responsável “esperamos que os nossos futuros residentes desfrutem ao máximo destes espaços e da sua experiência universitária, com todas as comodidades necessárias. Queremos que as nossas residências sejam lugares onde os jovens possam crescer, interagir e aprender uns com os outros, desfrutando de actividades únicas”.

Às acções de renovação em Portugal, o grupo soma ainda duas novas residências universitárias em Espanha, mais concretamente em Getafe-Madrid e Granada. Com estas novas aberturas, o grupo passa a deter 18 residências universitárias e a oferecer cerca de 7.000 camas em toda a Península Ibérica. Em Portugal, a Livensa Living conta com uma oferta de 2.400 camas, repartidas entre Porto, Lisboa e Coimbra.

Espaços inspiradores e dinâmicos
A Livensa Living considera o alojamento um eixo central na fase formativa, procurando estabelecer um novo padrão neste setor na Península Ibérica. O objetivo da Livensa Living é proporcionar aos estudantes ambientes inspiradores e dinâmicos.

A residência do Marquês de Pombal tem um design contemporâneo e acessível, oferecendo espaços totalmente equipados, tanto para a vida em comunidade como para o estudo, e garantindo sempre a segurança e o bem-estar dos seus residentes. As instalações incluem: piscina interior, ginásio, áreas de estudo e biblioteca, espaços de convívio que podem ser tornados privados, cinema, áreas de jogos e salas multimédia, espaços exteriores e estacionamento de bicicletas.

O compromisso de Livensa Living com os seus residentes reflecte-se também no programa Student Life, baseado em quatro pilares: bem-estar, tanto físico como mental; sustentabilidade com espaços comprometidos com a reciclagem, reutilização e consumo local; conexão, com actividades que incentivem o networking e as relações entre estudantes; e social através de conversas e encontros com um claro compromisso de social, assim como com acções específicas para beneficiar a comunidade local onde as residências se inserem.

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Shortlist do WAF inclui cinco projectos portugueses

São cinco os projectos portugueses que integram a shortlist do World Architecture Festival 2022 divulgada esta semana. Os vencedores serão conhecidos em Lisboa de 30 Novembro a 2 de Dezembro

Entre os 420 projectos escolhidos pelo júri do World Architecture Festival, entre as várias centenas de projectos oriundos de mais de 50 países, cinco são em Portugal. Na categoria “Completed Building” está a “Flores House”, do gabinete de arquitectura Ventura+ Partners (subcategoria House & Villa Urban/Suburban)), O “Parque das Nações Office Building”, do grupo Martinhal, concorre na subcategoria “Office”. Também nesta subcategoria concorre o “Porto Office Park”, do atelier Broadway Malyan. Este atelier integra ainda a shortlist com a Yoo Forest House (subcategoria House and Villa (Rural/Coastal), um projecto idealizado e construído para um cliente privado e localizado na cidade de Lechlade-on-Thames, no Reino Unido.

Com assinatura do atelier de arquitectura MJARC, o projecto do “Hotel Vinyard”, localizado no Douro, concorre entre os “Future Project” (subcategoria Leisure Led Development). Nesta categoria foi também seleccionado o projecto concebido pelo gabinete de arquitectura de Tiago Sá, “Gardabaer Kindergarten”, um projecto de jardim de infância na Islândia.

Os vencedores serão conhecidos em Lisboa, cidade que este ano recebe o World Architecture Festival, de 30 de Novembro a 2 de Dezembro. Três dias intensos de palestas, exposições e apresentações, num evento que marca o regresso ao encontro presencial depois da interrupção provocada pela pandemia. Talvez por isso o tema da edição de 2022 do World Architecture Festival seja “Together”.

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Whitestar ganha gestão de quatro novas carteiras no valor de 270 M€

A empresa, que actua na gestão de carteiras de crédito e imobiliário, ganhou a gestão de quatro novas carteiras de Imóveis, NPL Secured e Unsecured. Estas carteiras foram originadas pelo Banco Santander Totta, Millennium BCP e por um fundo de investimento internacional

A Whitestar Asset Solutions, empresa que actua na gestão de carteiras de crédito e imobiliário, ganhou a gestão de quatro novas carteiras de Imóveis, NPL Secured e Unsecured, num total de quase €270 milhões de euros
Estas carteiras foram originadas pelo Banco Santander Totta, Millennium BCP e por um fundo de investimento internacional.

“Estamos muito entusiasmados com estas novas carteiras, pois cobrem todas as áreas de negócio da Whitestar e, também, porque são detidas por um novo cliente”, explica Marco Freire, CEO da Whitestar Asset Solutions.

A empresa do extinto grupo Lehman Brothers, foi criada em 2007 e gere actualmente mais de 10 mil milhões de euros em activos. Repartida entre Lisboa e Porto, conta com uma equipa multifacetada de mais de 600 colaboradores. A empresa gere principalmente crédito em incumprimento, originado por bancos e outras entidades financeiras.

“Estamos a menos de um mês de assinalarmos 15 anos de existência e estas conquistas reflectem, desde logo, a confiança que os investidores têm na Whitestar, na nossa experiência, qualidade e capacidade de gerar os melhores resultados nos diferentes tipos de portefólios e ciclos económicos”, acrescenta Marco Freire.

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Mercado de trabalho de engenharia cresce significativamente

A Michael Page observou um crescimento de 37% na procura dos perfis de engenharia em 2022 na zona Norte, relativamente ao período homólogo do ano passado

Este crescimento reflecte a evolução dos centros de engenharia situados na região Norte do país, os quais têm contribuído para o dinamismo do recrutamento no sector, caracterizado pela constante inovação e reinvenção. A disputa de talento tem impulsionado o mercado de emprego, observando-se, este ano, um aumento médio de 15% no valor salarial.

“O aumento exponencial de centros de engenharia e I&D no norte de Portugal tem sido um dos factores mais impactantes no recrutamento global dos perfis de engenharia na região, criando em algumas áreas técnicas uma autêntica inversão na curva deste mercado, onde a procura de talento supera já a oferta de profissionais disponíveis. Quando olhamos para os projectos de recrutamento em Engenharia na Michael Page Porto no último ano, 39% estão já enquadrados nestes centros tecnológicos”, explica Luís Mouta Dias, Manager, Engineering & Manufacturing da Michael Page Porto. “Destacam-se áreas como a automação industrial, impulsionada pela indústria 4.0, que criam uma pressão evidente na procura destes profissionais. O mercado cada vez mais global onde as nossas empresas actuam explica as transformações nos seus processos produtivos, cuja automatização crescente também influencia decisivamente o mercado de recrutamento”, reforço o especialista.

Relativamente às funções mais procuradas em 2022, destacam-se os perfis de engenharia de processo, projecto e desenvolvimento de produto, acompanhando a evolução do mercado e da crescente importância das áreas core de engenharia e processo.

A crescente automatização e optimização de processos produtivos têm resultado numa maior procura de profissionais de engenharia, com destaque para os perfis de electrotecnia, automação e robótica, particularmente na vertente de desenvolvimento e programação de software/hardware. Além disso, com a concretização de vários projectos industriais adiados pelo período pandémico, assiste-se actualmente a uma enorme procura de perfis especializados em gestão de projectos.

A crescente procura de profissionais, tem impulsionado o mercado em termos salariais. Em 2022, a Michael Page observou um aumento médio de 15% no valor salarial praticado para a mesma posição de engenharia face a períodos anteriores no norte do país. A título de exemplo de remuneração no na zona Norte, na área da Indústria, um director-geral pode auferir entre 95 mil e 140 mil euros, um engenheiro de processos e métodos, entre 21 mil e 39,200 euros e um engenheiro de I&D cerca de 42 mil euros. Na área da Construção, um director-geral pode auferir até 105 mil euros e na área Química/Farmacêutica, o tecto salarial para a função de Responsável de Laboratório de Controlo de Qualidade chega aos 42 mil euros. Os valores são referentes a remuneração anual bruta, em euros, sem bónus

Relativamente à preparação académica de profissionais para assumir funções na área da engenharia, as sinergias entre as instituições académicas e as empresas que actuam no mercado, poderiam ser mais reforçadas, de forma a acelerar a integração dos profissionais no mercado de trabalho desta área.

“O profissional de engenharia recém-formado continua a chegar ao mercado com muito pouca aplicação prática dos seus conhecimentos teóricos, o que resulta por vezes num menor entendimento global do seu papel nas organizações”, refere Luís Mouta Dias

No futuro, os desafios passam pelo surgimento de funções relacionadas com a digitalização. Existindo cada vez mais ferramentas e processos de fabrico orientados a uma lógica digital, áreas como a inteligência artificial e o desenvolvimento de autómatos ocuparão um lugar de destaque, inclusive como resposta a uma crescente escassez de recursos humanos e técnicos nos diferentes sectores industriais.

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Cushman & Wakefield mexe em equipa

A Cushman & Wakefield anuncia a promoção de Nuno Tadeu, João Esteves e Francisco Loureiro a Partner, bem como a nomeação de Sérgio Nunes a Associate

Licenciado em Gestão Imobiliária pela Escola Superior de Actividades Imobiliárias, com uma Pós-Graduação em Gestão e Avaliação Imobiliária realizada no ISEG e membro do RICS (Royal Institution of Chartered Surveyors), desde 2012, Nuno Tadeu possui um percurso de 25 anos de experiência no mercado imobiliário. Na Cushman & Wakefield Portugal há 13 anos, é, actualmente, responsável pela área de Avaliação de Portfólios & Hospitality.

Outro dos colaboradores a alcançar a distinção de Partner foi Francisco Loureiro. Licenciado em Engenharia Mecânica pela Universidade Nova de Lisboa, concentrou a sua actividade profissional, nos últimos 18 anos, nas áreas de projecto e fiscalização de obra, e manutenção e gestão de edifícios. Está no mercado imobiliário comercial desde 2014, ano em que ingressou na Cushman & Wakefield como Asset Manager e, actualmente, é o responsável pela área de Business Space Services da consultora imobiliária, uma linha de serviço que gere activos de escritórios, logística e hotelaria.

João Esteves torna-se Partner no Departamento de Retalho da Cushman & Wakefield Portugal, depois de mais 17 anos de experiência. Licenciado em Gestão de Marketing, ingressou na Cushman & Wakefield em 2015, tendo anteriormente desempenhado funções em empresas de referência no sector, entre as quais a Multi Mall Management, Amorim Imobiliária, Sonae Sierra e Klépierre. Durante os 7 anos em que fez parte da história da consultora imobiliária em Portugal, dedicou-se sobretudo à comercialização de conjuntos de retalho fora das cidades (nomeadamente retail parks) e também à representação de inquilinos, como O Boticário, CeX/Webuy, Tescoma, Kiabi, entre outras.
Por fim, Sérgio Nunes também foi promovido, tornando-se Associate. Licenciado em Gestão e Marketing pelo Instituto Português de Administração e Marketing de Lisboa, lidera o departamento de Industrial e Logística da Cushman & Wakefield, desde 2018, onde tem estado envolvido em grandes operações imobiliárias – tais como a recente venda do armazém logístico da Caixa Geral de Depósitos, situado em Palmela, à New Cold.

“Estas nomeações representam um reconhecimento pessoal importante destes nossos colaboradores – pela sua dedicação à firma e aos clientes, pelo seu estatuto no mercado, e pela sua capacidade de gerar negócio. Estas nomeações também demonstram a experiência da equipa da Cushman & Wakefield Portugal, sendo este um aspecto que nos permite manter a excelência da nossa oferta”, justifica Eric van Leuven, diretor-geral da Cushman & Wakefield em Portugal, consultora que está no mercado nacional há mais de três décadas.

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MELOM e Querido Mudei a Casa Obras com 11 141 pedidos em cinco meses

De Janeiro a Maio, as insígnias já receberam 11.141 pedidos de intervenções a nível nacional, 26,5% dos pedidos são referentes a remodelação geral, mas cresce procura por remodelações de zonas exteriores, como varandas, terraços e jardins

Segundo dados apurados pela MELOM e Querido Mudei a Casa Obras (QMACO), nos primeiros cinco meses do ano Lisboa, Coimbra e Almada foram os concelhos que mais apostaram em remodelação. De Janeiro a Maio foi elevado o volume de obras para ambas as insígnias, com o registo de 11.141 pedidos de intervenções a nível nacional, sendo que destes 2.954 (26,5%) eram direccionados a remodelação geral, que se mantem no topo das prioridades no que diz respeito ao tipo de obras mais solicitado. Neste período, o valor médio de intervenção por concelho fixou-se em 26 mil euros.

Os dados agora apresentados e relativos aos primeiros cinco meses do ano mostram que, por concelho, Lisboa lidera o top 10 dos que mais apostaram em remodelação, com 384 obras adjudicadas e concluídas, 13% do total registado pelas marcas. Seguem-se os concelhos de Coimbra (5,5%), Almada (5,4%), Leiria (3,6%), Sintra (3,3%), Oeiras (2,6%) e Porto (2,5%). Nas posições seguintes, encontram-se os concelhos da Amadora e de Loulé (2,4% cada) e fecham o top Cascais e Vila Nova de Gaia (2,1% cada).

Já numa análise por distrito e no que se refere ao número de pedidos de remodelações, de Janeiro a Maio, Lisboa lidera o top 5 (30,5%), seguida pelo Porto (10,7%) e Setúbal (10,2%). Fecham o ranking os distritos de Coimbra e de Faro (7% cada).

Relativamente aos trabalhos em remodelação geral mais solicitados, em destaque uma maior procura por remodelações de zonas exteriores, como varandas, terraços e jardins, resultado do período pandémico.

“Temos constatado que o tempo passado em casa passou a ser um dos aspectos centrais da qualidade de vida dos portugueses. Com a permanência mais intensiva nas habitações, tendência acentuada com o contexto pandémico, o sentido crítico aumentou, quer no que concerne a imperfeições quer na optimização dos espaços. Nesse sentido, a nossa actividade tem vindo a registar um incremento no volume de pedidos de obra, principalmente ao nível de remodelações, realizadas a pensar na plena utilização da casa”, constata João Carvalho, co-fundador da MELOM

O responsável acrescenta ainda que os dados agora apresentados mostram que “tal como em períodos anteriores, os pedidos de intervenção continuam a chegar de norte a sul de Portugal, o que evidencia a capilaridade cada vez mais representativa da nossa rede no território nacional”, refere.

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Archi Summit 2022 traz-nos “Impacto”

A 6ª edição regressa ao seu formato presencial e reúne um conjunto bastante diversificado de arquitectos. Sob o tema “Impacto”, o Archi Summit pretende mostrar um Mundo depois da crise, considerada sempre uma oportunidade para repensar o processo do design e de como habitar o Planeta

Com curadoria da dupla Moncada Rangel, o objectivo é que este seja um espaço “transversal e multidisciplinar”. À Traço, Francesco Moncada e Mafalda Rangel explicaram que as conferências pretendem explorar os “diferentes impactos” da Arquitectura, Design e Construção

Depois de dois anos em que muitas iniciativas estiveram canceladas e em que houve
necessidade de repensar a arquitectura, o Archi Summit surge, de certa forma,
renovado. De que forma todo este período que passámos influenciou a edição deste
ano?

Definitivamente estávamos à procura de uma edição do Archi Summit em presença, que fosse palco de novas interacções intelectuais, e que de alguma forma, reactivasse os contactos cristalizados por dois anos. O Archi Summit ambiciona ser um espaço de encontro e debate, actualizado e sincronizado com as dinâmicas reais do mundo da Arquitectura, do Design e da Construção.

Segundo uma frase que consta na sinopse da apresentação da edição deste ano, “as crises foram sempre uma condição favorável para estimular a criatividade”. Que criatividade é esta que gostariam de ver durante os três dias do Archi Summit?
O objectivo desta edição do Archi Summit é ser mais transversal e multidisciplinar, espelhando a condição que estamos a viver, antecipando uma certa abertura a disciplinas como a Filosofia e Psicologia. As diferentes áreas do conhecimento tendem actualmente a cruzar-se mais do que a separar-se. O Archi Summit quer espelhar esta tendência. A criatividade existe em todas as áreas do conhecimento. Para esta edição foi importante cruzar gerações mais consolidadas com outras mais jovens.

Quais as vossas expectativas para a edição de 2022?
Esperamos uma grande afluência de pessoas, para as quais a interacção social é uma forma de crescer profissionalmente. Também esperamos criar alguma curiosidade porque o painel de oradores de este ano inclui nomes menos conhecidos à comunidade portuguesa, aos quais devemos dar voz e presença.

Durante a 6ª edição são esperados vários ateliers. Qual o tema ou o fio condutor que
une os diferentes ateliers e o que podemos esperar das suas intervenções?
O tema ‘Impacto’ é sem dúvida o tema que une todos os oradores. As suas conferencias vão explorar diferentes ‘impactos’ da Arquitectura, Design e Construção no nosso planeta, sob diferentes pontos de vista. O painel deste ano oferece uma visão internacional de práticas contemporâneas que reflectem sobre este tema de forma consciente e pro-activa.

No caso do atelier Moncada Rangel, qual o significado serem responsáveis pela
curadoria do Archi Summit?
O trabalho de curadoria é uma actividade que desenvolvemos desde a fundação do escritório em 2016/17. Começamos sempre com a eleição de um tema, que em inglês seria, umbrella theme, um tema abrangente que inclui sub-temas adjacentes. Este tema tem obrigatoriamente que reflectir a condição do mundo actual. Por exemplo fizemos duas edições de MADELABS.com com os temas ”Authenti-city (or the Unesco Paradox)’ em 2017, WELCOME (borderless visions on design, architecture and visual arts) em 2019 e Scarcity em 2020, que nunca aconteceu por razoes relacionadas com o covid. MadeLabs é uma iniciativa educacional que inclui workshops e conferencias, de forma a promover o conhecimento entre pessoas criativas.
O convite para fazer a curadoria do Archi Summit 2022 foi muito estimulante porque acontece numa cidade com um conhecimento arquitectónico muito consolidado, o Porto. Se por um lado queremos fazer parte dessa consolidação, também sentimos que podemos contribuir com o conhecimento de gerações mais novas europeias. è nessa essa aparente ‘contraposição’ entre uma cidade com a tradição da ‘Escola do Porto’ e ateliers mais ‘radicais’ que faz esta edição tao especial.

Falem-nos um pouco sobre o atelier: Como se definem e como tem sido o vosso
percurso?
O nosso background arquitectónico consolidou-se em Roterdão, com a experiência no escritório do Arq. Rem Koolhaas e Winy Maas (MVRDV), que influenciou definitivamente a nossa forma que pensar projectualmente.
A nossa actividade profissional desenvolve-se em vàrias areas do conhecimento como A Arquitectura, o Design, o Urbanismo Estratégico, o Ensino e a Curadoria, mas na verdade gostamos de pensar que a nossa visão é bastante transversal, sem fronteiras ou limites disciplinares. Todos os projectos que desenvolvemos são possibilidade de pensar o espaço, e de reflectir em como podemos mudar o mundo de forma positiva e radical. O que muda é a escala do projecto, mas a metodologia é a mesma.

BIO
Francesco Moncada
Nascido em Siracusa, Itália, em 1976, formou-se em arquitectura e, além de Itália, viveu em países como Espanha, Reino Unido, Portugal, Holanda, Noruega e Dubai. Entre outras experiências, trabalhou durante sete anos com o atelier OMA-AMO/Rem Koolhaas como responsável de projecto, onde projectou a transformação do Fondaco dei Tedeschi do século XVI em Veneza, a cenografia para o Teatro Grego de Siracusa na Sicília, o Knoll Pavilion 2016 no Salão de Milão e a flagship store da marca de joias Repossi na Place Vendome, Paris. Actualmente, é o director do programa de arquitectura do MADE Program em Siracusa e co-curador do programa educacional de Verão do MADE LABS junto com o Formafantasma. Em 2021 foi nomeado pela Câmara Municipal de Siracusa como director de Arte do Dionysian Wall Park para a instalação de cinco Pavilhões Arquitectónicos. Actualmente, está a frequentar o Doutoramento na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto.

Mafalda Rangel
Nasceu no Porto em 1980 e em 2004 formou-se em arquitectura e em designer de iluminação, pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP). Tem igualmente um Mestrado em Design de Iluminação pela KTH, de Estocolmo e é professora convidada na Universidade de Trondheim (NTNU) na Noruega. Trabalha há cinco anos no atelier OMA/Rem Koolhaas, no qual se encontra a acompanhar o processo de construção de dois grandes projectos (Timmerhuis, em Rotterdam, e Qatar Library, em Doha) e há dois anos no MVRDV como Project Leader em projectos urbanos em Shenzhen, China e Seul, Coreia do Sul. Actualmente, ela é, também, directora do programa de arquitectura do Programa MADE em Siracusa e co-curadora do programa educacional de Verão do MADE LABS junto com Formafantasma. Actualmente, frequenta o Doutoramento na FAUP.

Sobre o autorCidália Lopes

Cidália Lopes

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Archi Summit 2022 em destaque na TRAÇO

Depois de três edições em Lisboa e do interregno de dois anos provocados pela pandemia, a 6ª edição do Archi Summit regressa com um programa
histórico, Mas ha mito mais para ler

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Archi Summit 2022 regressa à origem: Porto
Depois de três edições em Lisboa e do interregno de dois anos provocados pela pandemia, a 6ª edição do Archi Summit regressa com um programa
histórico. O premiado estúdio MVRDV, da Holanda, Office, da Bélgica ou o Go Hasegawa, do Japão, juntam-se ao Pritzer Siza Vieira. Há ainda tempo para lançamentos de livros, visitas guiadas, exposições e um concurso de ideias

Archi Summit 2022 traz-nos “Impacto”

Com curadoria da dupla Moncada Rangel, o objectivo é que este seja um espaço “transversal e multidisciplinar”. À Traço, Francesco Moncada e Mafalda Rangel explicaram que as conferências pretendem explorar os “diferentes impactos” da Arquitectura, Design e Construção

“O que quisemos no projecto foi encontrar uma forma de contribuir, de sensibilizar,
mais do que manifestar”

O AO-LX, com sede em São Paulo e, mais recentemente, também com escritórios em Lisboa, foi o escolhido para guiar os participantes da 6ª edição do Archi
Summit pelo interior do Palácio Ford

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Concurso Internacional de Arquitectura Saint-Gobain 2023 terá Lisboa como alvo

A Saint-Gobain apresentou hoje em Lisboa a 18ª edição do concurso “International Saint-Gobain Architecture Student Contest”. Lisboa é a cidade escolhida para acolher o desafio de projecto arquitectónico a propor aos concorrentes na fase final do concurso

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(Créditos Imagens: Carlos Morais da Silva/DMCom/CML)

O evento de apresentação contou com a presença do presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, com José Martos, CEO da Saint-Gobain em Portugal, e com uma mesa-redonda de personalidades ligadas à arquitectura, à Saint-Gobain e à Câmara Municipal de Lisboa.

A competição assenta na realização de um projecto concreto realizado por equipas de estudantes de todo o mundo, idealizado para um terreno real, incluído no Plano de Pormenor do Aterro da Boavista, perto do Ascensor da Bica. O desafio colocado aos concorrentes tem como premissa global a sustentabilidade dos edifícios projectados e a criação de condições de bem-estar para os utilizadores, com impacto nas pessoas e no planeta.

“Seguindo os passos da Nova Bauhaus Europeia, tão estimulada pela Presidente da Comissão Europeia, este concurso dirigido aos estudantes de arquitectura liga vectores que nos são muito caros: a ciência e tecnologia à arte e cultura, a mistura da tradição com a modernidade, pensando novos usos para velhos espaços abandonados. Mais do que estudantes, os concorrentes serão inovadores que poderão deixar a sua marca em Lisboa”, sublinhou Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa.

Apresentação Concurso Arquitectura

O concurso está dividido em duas fases: uma primeira fase nacional, em que cada país selecciona o projecto que o irá representar na fase internacional. “Em 2023, a fase internacional terá lugar em Portugal, e não podemos estar mais satisfeitos por Lisboa ser a cidade escolhida para acolher esta 18ª Edição. Contamos desde o início com o inestimável contributo da Câmara Municipal de Lisboa para tornar este evento possível e estamos certos de que estes projectos arquitectónicos alicerçados na sustentabilidade, ajudarão também a pensar socialmente e culturalmente a cidade”, referiu José Martos, CEO da Saint-Gobain em Portugal.

A competição internacional essencialmente dedicada a estudantes de arquitectura, design e engenharia foi concebida para destacar os conhecimentos dos estudantes em torno de um projecto baseado nas reais necessidades da cidade, usando a abordagem de construção sustentável da Saint-Gobain para criar espaços para a comunidade que respeitem o planeta e o bem-estar dos residentes.

A proposta vencedora receberá um prémio monetário e a publicação em meios especializados de arquitectura. A selecção da equipa vencedora será feita por um Júri Internacional, bem como a atribuição de outros prémios secundários, para os quais haverá também o contributo do universo dos estudantes finalistas participantes. Todos os premiados receberão amplo destaque nos meios próprios do Grupo Saint-Gobain.

Espera-se que a fase internacional desta edição possa acolher cerca de 100 estudantes, de 50 universidades de outros tantos países, estimando-se ainda acolher na fase nacional, em Portugal, propostas de várias escolas de arquitectura espalhadas pelo país. O vencedor será anunciado em Junho de 2023, na cidade de Lisboa.

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