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Riportico vai fiscalizar obras do Projecto de Transmissão Regional de Temane

A Riportico, assegurou um novo contrato em Moçambique. Localizado entre Vilanculos e Maputo, O TTP é um dos investimentos mais significativos do sector energético moçambicano e está avaliado em 506 milhões de dólares.

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Riportico vai fiscalizar obras do Projecto de Transmissão Regional de Temane

A Riportico, assegurou um novo contrato em Moçambique. Localizado entre Vilanculos e Maputo, O TTP é um dos investimentos mais significativos do sector energético moçambicano e está avaliado em 506 milhões de dólares.

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A Riportico, assegurou um novo contrato em Moçambique, adjudicado pela Sociedade Nacional de Transporte de Energia, para a fiscalização dos trabalhos de construção das casas modelo, casas de reassentamento e infraestruturas associadas, do Projecto de Transmissão Regional de Temane (TTP). Localizado entre Vilanculos e Maputo, é um dos investimentos mais significativos do sector energético moçambicano e está avaliado em 506 milhões de dólares.

Para a empresa portuguesa, o adjudicação do novo contrato confirma a aposta estratégica da empresa no mercado não obstante “os desafios da Covid-19 e outros eventos desestabilizadores no país”. “Moçambique mantém-se como um mercado de grande potencial, sendo uma prioridade para a Riportico continuar a consolidar a sua actividade neste mercado e a contribuir para o seu desenvolvimento”, defende Carlos Vieira, country manager da Riportico em Moçambique.

O projecto, cujo financiamento é assegurado pelo Banco Mundial, visa o fornecimento de electricidade a Maputo, capital de Moçambique, a partir das centrais eléctricas de Temane, através da construção de uma linha aérea de transporte com 561 quilómetros de extensão a 400 quilovolts, que passará a ligar estas duas cidades. O TTP inclui ainda a construção de três novas subestações, em Vilanculos, Chibuto e Matalane, e a expansão da subestação de Maputo. A implantação do TTP terá um significativo impacto na vida das comunidades que vivem ao longo do traçado da linha e nas subestações a serem construídas, havendo a necessidade de se proceder ao seu reassentamento noutras regiões.

A Riportico Engenharia foi a consultora escolhida para fiscalizar os trabalhos de construção das 11 casas modelo e 212 casas de reassentamento, incluindo os trabalhos de infraestruturas associadas. Os trabalhos de construção estarão divididos em quatro lotes, distribuídos pelos 11 distritos e três províncias atravessadas, nomeadamente Inhambane, Gaza e Maputo. Os trabalhos incluem ainda a construção de esquadra, escola, centro de saúde, arruamentos e electrificação em dois dos lotes. Os trabalhos de construção estão previstos iniciar no último trimestre deste ano, com uma duração de oito meses.

“Somos uma consultora de vocação internacional e temos vindo a registar, ao longo dos últimos anos, um forte crescimento nos mercados externos onde actuamos, nomeadamente na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Não só queremos continuar a crescer nestes mercados, como pretendemos expandir-nos para outros países”, destaca David Borges, gestor da Riportico Engenharia.

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SCML promove empreitada de construção e reabilitação no centro de Lisboa

Empreitada a cargo da Gabriel Couto implica a construção de um novo edifício na Praça José Fontana e a ampliação de um já existente na Rua Sousa Martins. A arquitectura é da Promontório

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa vai avançar com o desenvolvimento de um novo projecto imobiliário localizado no centro de Lisboa, que implica a construção de um novo edifício na Praça José Fontana e a ampliação e recuperação de um imóvel já existente na Rua Sousa Martins. O projecto de arquitectura é da Promontório e a construção está a cargo da Gabriel Couto.

Ambas as empreitadas irão localizar-se muito perto. Neste sentido, o edifício de gaveto na esquina da Rua Sousa Martins com a Praça José Fontana será demolido para dar lugar a novo espaço de habitação. Já o número 22 da Rua Sousa Martins será alvo de reabilitação e ampliação para dar lugar a 32 novos apartamentos.  

De acordo com a SCML, este investimento insere-se numa estratégia de “valorização do património e adaptação às novas necessidades e expectativas da cidade de Lisboa e dos mercados”.

Com vasta experiência na área da reabilitação urbana e requalificação urbana, também a Gabriel Couto se congratula por desempenhar “um papel activo” no quadro do “dinamismo estimulante” que se tem verificado nos últimos anos, considerando “a construção deste novo empreendimento mais um desafio aliciante para a empresa”, afirma Daniel Costa, director comercial do Grupo.

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Oferta de residências de estudantes em Portugal continua abaixo da média europeia

Um estudo conduzido pela Cushman & Wakefield sobre o mercado de Purpose-Built Student Accommodation em Portugal refere que o país ainda não consegue dar resposta adequada às necessidades de alojamento de um número crescente estudantes

O estudo, realizado pela equipa de Development & Living, da Cushman & Wakefield, investigou o panorama das residências estudantis em Portugal, bem como o investimento feito nesta área de imobiliário alternativo – sector que tem vindo a crescer significativamente nos últimos quatro anos, em Portugal, representando aproximadamente 6% do total dos investimentos realizados no primeiro trimestre de 2022.

O estudo concluiu que a percentagem de estudantes estrangeiros tem vindo a crescer constantemente, contribuindo significativamente para um aumento da procura por alojamento. O clima, o baixo custo de vida, os excelentes níveis de segurança e a qualidade e reconhecimento das universidades portuguesas têm sido factores cruciais para este desenvolvimento, com os números a duplicarem de 7% em 2011 para 15% em 2020;
De acordo com a consultora, o sector privado já representa cerca de um terço do número de camas do alojamento estudantil, em Portugal, com um total de cerca de 6.700 camas. A oferta do sector privado no alojamento para estudantes é mais relevante nas principais cidades, representando cerca de 60% da oferta total, sendo que os provedores públicos e religiosos cobrem, principalmente, a restante área do país.
As taxas de provisão em Lisboa e no Porto estão muito abaixo da média europeia. A oferta em Lisboa é especialmente baixa dada a dificuldade em identificar boas oportunidades de promoção a preços viáveis, uma vez que estas competem directamente com o mercado residencial, cada vez mais caro. Ainda há muito a cobrir no mercado de investimento PBSA em Portugal com apenas cinco transacções concluídas nos últimos quatro anos, duas das quais este ano – a aquisição do Projecto da Milestone, em Carcavelos, pela Catella, e a venda do Portfolio da Smart Studios.
Para Ana Gomes, Head of Development & Living da Cushman & Wakefield Portugal, “o país reúne todas as condições para continuar a verificar um aumento do investimento nas residências de estudantes, uma vez que existe uma margem substancial para o crescimento da área e falta de oferta perante a quantidade de interessados, tendo em conta a escolha do país para a realização de planos de estudos, como o ERASMUS”, afirma. Para Ana Gomes, “isto faz com que exista um interesse crescente por parte de investidores, o que nos próximos anos deverá resultar no surgimento de novos empreendimentos que reforcem o número de camas disponíveis para os estudantes universitários. Aliás, o número de novas camas já programadas para entrar no mercado nos próximos três anos é superior ao número de camas privadas já em operação”, sustenta.

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Preços das casas aumentam 10,9% no 1º semestre

Os preços de venda das casas em Portugal (Continental) cresceram 10,9% no 1º semestre do ano face ao semestre anterior. Em termos homólogos, o aumento é de 17,6%. Os dados resultam do Índice de Preços Residenciais apurado pela Confidencial Imobiliário

O crescimento dos preços no 1º semestre reflecte o ciclo de fortes subidas mensais observadas ao longo do ano. Em Junho, os preços subiram 1,1% face a Maio, mantendo as variações mensais acima de 1,0%. Ainda assim, este último registo mensal é o menos robusto de todo o semestre, período em que em mais que uma ocasião os preços alcançaram aumentos mensais superiores a 2,0%. Desagregando por trimestre, observam-se taxas de variação idênticas, em torno dos 5,0%, em ambos os trimestres já decorridos deste ano.

Em Lisboa, os preços das casas registam uma subida semestral de 3,6% e homóloga de 10,6% no 1º semestre de 2022. No Porto, os aumentos foram de 11,1% e 19,6%, respectivamente.

No 1º semestre as vendas de habitação no país foram concretizadas por um preço médio de 2.046€/m2, conforme os dados do SIR-Sistema de Informação Residencial. Neste período, as vendas atingiram um preço médio de 4.220€/m2 em Lisboa de 2.985€/m2 no Porto.

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dstelecom lança curso técnico superior de telecomunicações no IPCA

A empresa do universo dst lançou o curso Técnico Superior Profissional de Gestão de Redes e Telecomunicações Avançadas, no Instituto Politécnico do Cávado e Ave (IPCA). O curso tem a duração de dois anos, a empresa paga as propinas e assegura estágio profissional final

A empresa do universo dst acaba de lançar o curso Técnico Superior Profissional de Gestão de Redes e Telecomunicações Avançadas, no Instituto Politécnico do Cávado e Ave (IPCA), em Braga, com o objectivo de promover a integração de estudantes no mercado de trabalho e, ao mesmo tempo, assegurar a formação técnica altamente qualificada de potenciais talentos na sua área de negócio.

As candidaturas estão abertas até ao dia 22 de Agosto, com vagas limitadas, e o curso arranca já em Outubro.
Com a duração de dois anos, em horário diurno, este curso será leccionado por docentes do IPCA e por trabalhadores especializados da dstelecom. Os últimos seis meses serão dedicados a um estágio curricular, assegurado pela empresa a todos os alunos.

Ao frequentarem o curso, os formandos têm ainda a oportunidade de candidatar-se a uma bolsa de estudo, desde 871 euros/ano, atribuída pela DGES.

Esta formação técnica destina-se a estudantes do ensino secundário profissional de Nível 4, a estudantes do 12º ano completo ou habilitação legalmente equivalente, a titulares de um diploma de especialização tecnológica (CET) ou a titulares de um grau de ensino superior que pretendam a sua requalificação profissional.

No final do ano, os formandos estarão em condições de projectar, instalar, optimizar, configurar e gerir infraestruturas de redes, gerir servidores e serviços de Internet, instalar, configurar e realizar manutenção de sistemas informáticos, instalar e verificar infraestruturas de cablagens para redes, optimizar o desempenho de infraestruturas de redes, elaborar um plano de segurança das infraestruturas de comunicações de dados, manusear redes domésticas, urbanas, fibras e WIFI, bem como planear, instalar, configurar e definir planos de manutenção a equipamentos de redes.

A conclusão deste curso permite a obtenção de um diploma de técnico superior profissional equivalente ao nível 5 do Quadro Nacional de Qualificação.

Este é já o quarto curso criado entre empresas do dst group e o IPCA. A parceria arrancou em 2019 com o curso de Soldadura Avançada da bysteel. Em 2021 surgiu o curso Preparação e Gestão de Obra com a Cari e este ano, para além da dstelecom, estreia-se a dst solar com o curso Energias Renováveis e Sistemas Sustentáveis. O dst group assegura o pagamento das propinas a todos os trabalhadores que queiram enriquecer o seu conhecimento com estas formações.

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Nova Biblioteca de Paredes nZEB do Grupo Preceram

Para além das exigências legais, existe uma pressão crescente para que os edifícios sejam energeticamente mais eficientes. As características da envolvente são fundamentais e tem que estar descritas logo no projeto de Arquitetura.

A nova biblioteca de paredes exteriores, foi desenvolvida em parceria com o ITeCons que aceitou o desafio do Grupo Preceram para levar a cabo a caracterização técnica de um conjunto de soluções construtivas que combinassem materiais das várias empresas do grupo, mas também de outras empresas parceiras.

As soluções construtivas foram definidas no sentido de dar resposta aos requisitos legais de comportamento térmico dos edifícios. Ou seja, o objetivo foi o de encontrar e caracterizar soluções para auxiliar os projetistas a melhorar o desempenho energético das suas construções. Todas as soluções apresentadas são adequadas a edifícios com necessidades energéticas quase nulas, os chamados nZEB.

A ideia surgiu para apoiar os técnicos projetistas na definição de soluções para a envolvente opaca vertical, caracterizadas e identificadas, de forma a cumprir os critérios da nova legislação de certificação energética dos edifícios.

O desenvolvimento deste conceito, que foi apresentado ao publico na Tektónica, em Lisboa, trouxe mais e melhores funcionalidades e integração com outras ferramentas que o ITeCons já disponibiliza, como seja o Catálogo de Soluções Construtivas Eficientes. Será também possível identificar que soluções poderão ser adequadas, e mais eficientes, para um determinado projeto ou obra, a partir da localização geográfica.

Temos assim paredes em tijolo térmico e acústico Preceram, com isolamento pelo interior em sistemas de placas de gesso Gyptec e lã mineral Volcalis, mas também soluções com isolamento pelo exterior em sistema ETICS com cortiça da Amorim ou argamassas térmicas da SECILTEK.

 

 

Partindo desta base de trabalho, foram elaborados um conjunto de fichas de paredes que, para além da caracterização do sistema, apresenta a indicação das zonas climáticas onde se recomenda a sua utilização.

 

 

O relatório resumo da nova Biblioteca de Paredes, disponível nos sites do Grupo Preceram, agrupa as fichas técnicas em famílias de soluções, de acordo com os sistemas de isolamento e os valores de U alcançados. Mantendo sempre espessuras de isolamento economicamente competitivas, foi possível obter soluções com valores de coeficientes de transmissão térmica superficial adequados também para edifícios Passive House, para todas as zonas climáticas do país.

 

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2ª edição do Prémio de Arquitetura do Algarve recebe candidaturas

Nesta 2ª edição, poderão concorrer todas as obras concluídas entre o dia 1 de Janeiro de 2017 e 31 de dezembro de 2021

No sentido de divulgar a importância da arquitectura da região algarvia e consequentemente reconhecendo o mérito dos seus membros, a Secção Regional do Algarve da Ordem dos Arquitectos encontra-se lançou a segunda edição do Prémio de Arquitectura do Algarve. As candidaturas decorrem até 31 de Agosto.

Esta distinção consiste na atribuição de um prémio anual à melhor proposta apresentada a concurso, em cada uma das categorias propostas, nomeadamente Habitação unifamiliar ou bifamiliar, Habitação coletiva, Equipamentos, serviços e indústria, Reabilitação e Arquitectura e paisagem.

Apenas podem candidatar-se obras da autoria de membros da Ordem dos Arquitectos, com inscrição e situação regularizada e as mesmas deverão estar concluídas e localizadas na área geográfica dos 16 municípios da região do Algarve, com alvará de utilização emitido, ou no caso de obras públicas, com documento da respectiva recepção provisoria emitida, entre 1 de Janeiro de 2017 e 31 de Dezembro de 2021.

O prémio será entregue em Outubro de 2022, por ocasião da cerimónia do Dia Mundial do Arquitecto.

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Matosinhos vai investir 85M€ em habitação até 2026

A Câmara Municipal de Matosinhos e a MatosinhosHabit estão a trabalhar num plano de investimentos que prevê canalizar cerca de 85M€ para a construção e requalificação de habitação social, arrendamento apoiado e programa municipal de apoio ao arrendamento.

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Em soluções habitacionais de promoção municipal, serão investidos 57,2 milhões de euros, onde será acrescido o valor investido no Programa Municipal de Apoio ao Arrendamento, cerca de 5 milhões de euros. Relativamente às soluções habitacionais de promoção privada, está destinada uma verba de 22,8 milhões de euros.

“A ambição política e a estratégia municipal, em matéria de habitação, não se restringe à Estratégia Local de Habitação. A perspectiva é mais ampla e enquadra-se no modelo de desenvolvimento municipal, que é multidimensional e persegue objectivos de abertura de oportunidades a todos os cidadãos, de valorização das pessoas e da identidade local, de gestão autárquica financeira, com propósito ambientalmente sustentável, de promoção do bem-estar e da qualidade de vida”, explica Manuela Álvares, presidente do Conselho de Administração da MatosinhosHabit EM.

A Estratégia Local de Habitação para Matosinhos tem previstas várias acções de forma a reforçar a intervenção do município na promoção do acesso à habitação, promover a coesão social, atrair e fixar residentes, qualificar o parque habitacional municipal, promover a qualificação e a coesão territorial e consolidar o modelo territorial municipal.

Este investimento prevê a reabilitação de 400 habitações sociais municipais devolutas para novos realojamentos ao abrigo do regime de arrendamento apoiado, bem como a construção de 384 novas habitações, distribuídas por cinco conjuntos habitacionais, em diferentes locais do município, para atribuição em regime de arrendamento apoiado, ao abrigo do regulamento municipal (São Gens, Estádio do Mar, Atriz Alda Rodrigues, Cruz de Pau e Guifões).
Estão ainda nos planos do município, a aquisição e reabilitação de prédios destinados a 105 habitações sociais (Flor do Infesta), para realojamento ao abrigo do regime de arrendamento apoiado e ainda reabilitação de cinco conjuntos habitacionais municipais, num total de 600 habitações abrangidas (Recarei, Custió, Ponte do Carro, Seixo II e Chouso).

A resposta autárquica à questão habitacional em Matosinhos passa também, pela reabilitação de 48 habitações, distribuídas por 3 conjuntos habitacionais não municipais, e de outras soluções habitacionais especificas tais como situações – sem abrigo, violência doméstica, autonomização de jovens que perfazem total de 109 agregados abrangidos.

Ainda no âmbito das acções previstas da Estratégia Local de Habitação, “destacamos no ano 2022 a reabilitação de 80 habitações municipais para realojamento, a aquisição de 2 prédios destinados à criação de 105 habitações sociais (Flor do Infesta) e início do processo de reabilitação, bem como a abertura de procedimento para a reabilitação dos 5 conjuntos habitacionais municipais atrás referidos (Recarei, Custió, Ponte do Carro, Seixo II e Chouso)”, refere Manuela Álvares.

Em fase de conclusão estão os projectos de arquitectura e especialidades para construção das 384 novas habitações referentes a São Gens, Estádio do Mar, Actriz Alda Rodrigues, Cruz de Pau e Guifões, bem como a reabilitação do Bloco J (Bairro dos Pescadores) de propriedade mista (cinco habitações municipais e três privadas).

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1.ª fase do Antas Atrium atinge os 75% de unidades vendidas

Cerca de 75% dos 176 apartamentos que compõem a primeira das seis fases do Antas Atrium, foram já comercializadas. Promotora antecipa o lançamento da próxima fase

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Promovido pela Albatross-Quantico, 75% dos 176 apartamentos que compõem a primeira das seis fases do Antas Atrium, foram vendidas. O empreendimento, que se localiza no Porto, iniciou a sua comercialização em Abril 2021. A construção, que começou em setembro 2021, tem a entrega da primeira fase já marcada para o último trimestre de 2023, com a obra a correr dentro do programado, atingindo já a estrutura o último piso do edifício.

As diversas fases a serem desenvolvidas resultarão num empreendimento em condomínio fechado e privado com um extenso centro verde e de lazer, com cerca de 15 500 m2, onde se poderão encontrar desde espaços infantis, áreas de lazer, hortas comunitárias, espaços para exercício ao ar livre, entre outros.

A elevada procura permitiu que se esteja já a programar o lançamento das próximas fases. Segundo o administrador Carlos Vasconcelos “tem sido surpreendente a reacção do mercado a este projeto, 75% vendido num ano é, sem sombra de dúvida, um indicador que prova claramente que o projecto foi pensado e desenhado com a aposta nos vectores diferenciadores. Estamos já a programar o lançamento da segunda-fase”, afirma.

O primeiro edifício a ser colocado no mercado conta com 176 apartamentos e quatro áreas comerciais, distribuídos em tipologias de T0 a T4, com amplas varandas e terraços privados, estacionamento para todas as unidades, bem como arrecadação e pontos de carga para carros eléctricos. Cada fase é composta pelas suas próprias amenities interiores como piscina, ginásio, área infantil, área de lavandaria e parque de bicicletas e uma área verde própria (2 300 m2) com parque infantil exterior, horta comunitária e zonas de relaxamento e bem-estar. Nesta fase, serão ainda colocadas no mercado quatro áreas comerciais, num total de cerca de 1 000 m2 de área bruta de construção.

Uma das vantagens competitivas do empreendimento é a sua localização. Esta área pretende assumir-se como um novo centro do Porto, perto de tudo, desde áreas comerciais, do centro comercial Alameda Shopping, estádio do Dragão, Loja do Cidadão, clínicas médicas, escolas, entre outros inúmeros serviços e opções de suporte ao dia a dia das famílias. A proximidade da ligação à VCI e à rede de transportes públicos que alimenta toda a zona das Antas torna o projceto de fácil acesso.

Posiciona-se em dois grandes mercados: as famílias residentes nacionais e os investidores que procuram soluções de rentabilidade interessante como alternativa de investimento. “No mercado internacional temos sentido um aumento crescente da procura quer para a opção de primeira habitação, quer e para segunda habitação em Portugal”, refere.
A Albatross-Quantico gere actualmente em Portugal projectos num valor superior a 1 000 milhões de euros, incluindo 6 000 unidades residenciais, 50 unidades comerciais e mais de 600 000 m2 em promoção imobiliária.

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Primeiro equipamento de perfuração de superfície eléctrico testado em pedreira na Suécia

O acordo celebrado entre a Epiroc a Skanska Industrial Solutions AB permite testar o primeiro equipamento eléctrico de superfície na Suécia. Este teste é um marco significativo no caminho em direcção à perfuração com emissões zero em minas de superfície e pedreiras em todo o mundo

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“Este é um dia de que nos orgulhamos. Há muitos anos, lideramos o desenvolvimento na redução do consumo de combustível na perfuração de martelos de superfície. Com esta nova solução, damos um salto gigantesco no campo das baixas emissões – estamos praticamente a remover as emissões do processo de perfuração“, afirma Ulf Gyllander, Product Manager tophammer drill rigs, Epiroc Surface division.

O design do equipamento é baseado no comprovado equipamento de perfuração de superfície SmartROC T35. Em combinação com a experiência adquirida com o desenvolvimento de equipamentos eléctricos subterrâneos Epiroc, este SmartROC T35 E foi projectado para aprimorar os padrões ambientais de pedreiras e locais de construção grandes. Além das baixas emissões, este equipamento vem com uma variedade de recursos inteligentes, opções e soluções de automação aprimoradas para alta segurança, fiabilidade e desempenho.

“Com esta conquista, mostramos que as inovações da Epiroc desempenharão um papel significativo na mudança para operações de baixa emissão de carbono em pedreiras e grandes aplicações de construção”, diz Jose M. Sanchez, President, Epiroc Surface division. “Como os nossos objectivos de sustentabilidade estão a par com os nossos clientes, estamos muito satisfeitos por colaborar com a Skanska Industrial Solutions AB nos testes desta importante solução.”

Os testes começarão em Setembro de 2022 numa das pedreiras da Skanska Industrial Solution na região de Estocolmo.

“Um marco foi alcançado e uma nova oportunidade surgiu para reduzir nosso impacto climático. Estou muito feliz com a longa colaboração entre a Epiroc e a Skanska, e é emocionante poder desenvolver esse projecto juntos. Ambas as empresas estabeleceram metas ambientais ousadas – este projecto realmente dá um grande passo em direcção à meta da Skanska de ser completamente neutra em relação ao clima até 2045, o que é uma parte importante de nossa promessa de construir uma sociedade melhor”, diz Johan Eliasson, Project Manager, Skanska Industrial Solutions AB.

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MELOM e Querido Mudei a Casa Obras aumentam 30% em facturação no 1º semestre

As duas insígnias receberam na primeira metade do ano 5.517 pedidos de intervenções, com as remodelações gerais no topo das preferências. Na primeira metade do ano abriram 20 novas unidades das marcas

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A rede de franchising MELOM e Querido Mudei a Casa Obras (QMACO), terminou o primeiro semestre de 2022 com uma facturação de 20,9 milhões de euros, o que representa uma subida de 30% face ao período homólogo do ano passado.

As duas insígnias receberam na primeira metade do ano 5.517 pedidos de intervenção a nível nacional, sendo que o valor médio da obra (não considerando a construção de raiz) para a MELOM fixou-se em 35.808 euros e para o QMACO em 9.823 euros, face aos 14.944 e 4.638 euros do primeiro semestre de 2021, o que representa uma subida para mais do dobro.

No tipo de obra mais solicitado, a remodelação geral mantém-se no topo das preferências, seguida das pequenas intervenções por ordem do número de pedidos: pintura, pavimento, canalização, bricolage & instalações.

Em evidência também a abertura de 20 novas unidades especializadas em obras de pequena e grande dimensão. Os dados revelam que de Janeiro a Junho houve quatro novas aberturas relativas à MELOM e 16 da insígnia QMACO, com uma distribuição geográfica de norte a sul do país.

A aposta na expansão nacional da rede de franchisados é um dos eixos estratégicos e uma solução para quem procura oportunidades de investimento num mercado que, actualmente, é favorável à criação de novas empresas e à entrada de técnicos no negócio das obras em casa.

“Temos assistido nas nossas marcas a empresários de outros sectores que estão a investir neste mercado, uma vez que o mesmo representa uma enorme oportunidade de investimento. A procura continua a ser superior à oferta e por isso o negócio das obras em casa ganha novos investidores. A título de exemplo podemos salientar os últimos casos de novos franchisados que vêm das áreas de retalho, gestão e direito”, sublinha João Carvalho, co-fundador da MELOM (na imagem).

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