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Ecoinside estreia técnica inovadora na instalação de painéis solares

A tecnológica de energias renováveis Ecoinside vai estrear uma técnica inovadora na instalação de painéis solares com recurso a estruturas de betão em oposição à tradicional estacaria metálica

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A tecnológica de energias renováveis Ecoinside vai estrear uma técnica inovadora na instalação de painéis solares com recurso a estruturas de betão em oposição à tradicional estacaria metálica.

Desenvolvido em parceria com a Presdouro | Pré-Esforçados Beira Douro S.A. e a Cimenteira do Louro S.A., este projecto é 100% português e vai ser implementado na histórica fábrica de refrigerantes UPREL, em Estarreja.

A intervenção vai ainda contar com uma avaliação ambiental da obra, desde a contabilização dos resíduos gerados ao impacto na biodiversidade, com o objectivo de desenvolver um modelo de centrais fotovoltaicas mais sustentável.

O método de instalação distingue-se pelo facto de consistir numa estrutura em betão, adaptável a qualquer tipo de painel solar que se pretenda instalar, em oposição às tradicionais formas de fixação de painéis em projectos no solo. Segundo Joaquim Guedes, CTO (Chief Technical Officer) e Sócio Fundador da Ecoinside, a técnica utilizada reduz custos de mão de obra, graças a uma instalação mais simples e célere, e evita a realização de estudos geotécnicos exaustivos.

A solução técnica em betão é composta por duas peças fabricadas em separado para permitir uma maior agilidade e eficiência no transporte e na sua montagem. Trata-se de uma solução concebida para acomodar os diferentes tamanhos de módulos e que permite o ajuste da sua inclinação, adequando-se, dessa forma, a todo o tipo de projectos e localizações.

A avaliação ambiental da instalação de uma central fotovoltaica no terreno pretende, ainda, contribuir para o desenvolvimento de um modelo de centrais fotovoltaicas com menores impactos na biodiversidade dos locais e com menor desperdício associado. “Com este estudo esperamos caminhar no sentido de, muito em breve, implementarmos apenas centrais fotovoltaicas que estejam em comunhão com o ambiente em que se inserem, bem como, podermos começar a compensar ambientalmente os resíduos e operações cuja pegada ecológica não possamos diminuir”, salienta António Cunha Pereira, CEO da Ecoinside.

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BEI e Galp acordam o financiamento de 732M€

O Banco Europeu de Investimento e a Galp assinaram três acordos de financiamento para a construção de parques de energia solar e a implantação de estações de carregamento de veículos eléctricos em Portugal e Espanha

O Banco Europeu de Investimento (BEI) e a Galp assinaram três acordos de financiamento para a construção de parques de energia solar e a implantação de estações de carregamento de veículos eléctricos em Portugal e Espanha, “promovendo acções climáticas e a coesão social em algumas das regiões mais frágeis em matéria de resiliência climática e económica”, anunciou a companhia petrolífera portuguesa em nota enviada à CMVM.

Globalmente, Galp e o BEI assinaram um financiamento total de €406,5 milhões de euros, o qual poderá ascender a 731,5 milhões euros numa fase posterior, com um montante adicional aprovado de 325 milhões de euros.

O maior empréstimo, no montante de 325 milhões de euros, consiste num empréstimo de energia verde do BEI e tem por objectivo financiar a construção de um grande número de parques de energia solar em Espanha, as quais estão a ser desenvolvidas pela Galp e cuja construção deverá começar nos próximos três anos, incluindo a infraestrutura auxiliar de interligação à rede. O portfólio destes sistemas inclui parques de energia solar fotovoltaicas de grande escala com uma capacidade total de cerca de 2 GWp, equivalente ao consumo anual de energia de 866.400 lares.

Um montante adicional de €325 milhões poderá também ser assinado sob o formato de Project Finance numa fase posterior, o que significa que o financiamento global do BEI para este projecto poderá ascender a 650 milhões de euros. Com dimensões que variam entre 24 MWp e 449 MWp, os parques de energia solar estarão localizados em todas as regiões da coesão de Espanha (Andaluzia, Aragão, Castela-Mancha e Estremadura).

Um segundo contracto assinado, no valor de 40 milhões de euros tem como destino a construção e exploração de quatro parques de energia solar fotovoltaica interligados com uma capacidade total de 144 MWp no Algarve, no município de Alcoutim (Viçoso, 48,0 MWp; Pereiro, 18,7 MWp; São Marcos, 48,9 MWp; e Albercas, 28,4 MWp). Uma vez operacionais, espera-se que os quatro parques de energia solar produzam em média 230 GWh de energia renovável por ano, o equivalente ao consumo anual de energia de 72.800 lares. Segundo a empresa, o acordo contribui para o objectivo vinculativo da Comissão Europeia de ter pelo menos 32% do consumo final de energia proveniente de fontes renováveis até 2030. Este projecto irá também ajudar Portugal a cumprir os seus objectivos do Plano Energético e Climático, que prevêem 47% de fontes renováveis no consumo final bruto de energia até 2030.

Outros 41,5 milhões de euros destinam-se ao projecto de mobilidade eléctrica da Galp, o qual consiste na instalação de pontos de carregamento de veículos eléctricos em Espanha e Portugal. O projecto prevê a implantação de 5.500 pontos de carregamento até 2025, 55% dos quais serão localizados em regiões menos desenvolvidas e de coesão de transição em toda a Península Ibérica. “Espera-se também que o acordo contribua para o desenvolvimento do mercado de infraestruturas de carregamento de veículos eléctricos, melhorando o desempenho tecnológico, reduzindo os custos iniciais de equipamento, e mobilizando investimentos nas indústrias de veículos eléctricos, contribuindo assim para veículos mais eficientes e acessíveis”.

Em conformidade com a Política de Empréstimos para Transportes do BEI, o projecto é apoiado pelo Cleaner Transport Facility (CTF) e beneficia do Connecting Europe Facility Debt, um instrumento financeiro que apoia os objetivos do CTF. A Galp tem a intenção de expandir a sua oferta de postos de carregamento para 10.000 até 2025 na Península Ibérica.

“Temos o prazer de apoiar a Galp no seu percurso de descarbonização e unir forças para promover acções climáticas e a geração de energia renovável tanto em Espanha como em Portugal. Estes três projectos contribuem para os objectivos estabelecidos no Green Deal da UE e irão apoiar os objectivos de descarbonização dos países, ao mesmo tempo que impulsionam o crescimento económico, a criação de emprego e a coesão social", disse o Vice-Presidente do BEI, Ricardo Mourinho Félix. "Voltar a construir melhor, mais verde e mais justo não é apenas um slogan, mas um imperativo. Não há vacina para prevenir a crise climática. A única forma de avançar é promover investimentos verdes e sustentáveis e assegurar uma transição justa para todos. O BEI está 100% comprometido com este objectivo”.

No total, os três projectos apoiam acções climáticas e a coesão social, e irão gerar em média um total de 3,6 TWh de energia renovável/ano, o equivalente ao consumo de energia de aproximadamente 940.000 lares.

“O compromisso da Galp em se tornar uma empresa neutra em carbono obriga-nos a sermos ousados nas acções que tomamos hoje, enquanto nos certificamos de que prosperamos durante a transição energética", refere o CEO da Galp Andy Brown. “O nosso plano de reformular o nosso portfólio já está em curso, com a Galp a acelerar a integração de soluções energéticas de baixa ou nenhuma presença de carbono nos nossos negócios. O apoio do BEI é fundamental para nos ajudar a aumentar o ritmo de desenvolvimento desses projectos" acrescentou.

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Goldman Sachs Asset Management investe 200M€ na Constructel Visabeira

200 milhões de euros garantem à Goldman Sachs Asset Management uma participação minoritária na Constructel Visabeira, subsidiária do Grupo Visabeira. O investimento garante “o apoio nesta próxima fase de crescimento”

200 milhões de euros garantem à Goldman Sachs Asset Management uma participação minoritária na Constructel Visabeira, subsidiária da multinacional portuguesa e holding multissectorial Grupo Visabeira.

O anúncio da assinatura do contracto foi feito em comunicado conjunto. Segundo o Grupo Visabeira os recursos provenientes do investimento serão utilizados predominantemente para acelerar o crescimento orgânico e inorgânico, através de aquisições, apoiando a estratégia de expansão da empresa.

"A Goldman Sachs tornou-se, rapidamente, no parceiro ideal para nós: o alinhamento com os nossos objectivos estratégicos, a amplitude da sua plataforma internacional e a sua experiência no sector irá permitir- nos concretizar todo o nosso potencial”, justificou Nuno Terras Marques, CEO da Constructel Visabeira e do Grupo Visabeira.

A Constructel Visabeira é líder no fornecimento de serviços nos sectores das telecomunicações e energia, com uma vasta experiência de mais de 40 anos. A empresa possui um know-how diferenciado na concepção, engenharia, construção, manutenção e operação de infraestruturas de rede, estando presente em Portugal, França, Reino Unido, Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Itália, Espanha e Estados Unidos da América. Actualmente, a empresa emprega mais de 5.000 pessoas e perspectiva atingir, em 2021, um volume de negócios superior a 800 milhões de euros.

A contínua migração para a tecnologia de fibra óptica, o foco acrescido das operadoras na implementação de redes 5G, soluções de IoT (internet of things), datacenters e a evolução das infraestruturas de rede de electricidade e gás, impulsionarão a procura adicional dos serviços da Constructel Visabeira nos principais mercados-alvo. A parceria com um investidor internacional de renome garante “o apoio nesta próxima fase de crescimento” e, simultaneamente, a “independência” da companhia.

"A Constructel Visabeira está na vanguarda das macrotendências da transição digital, bem como da actual modernização da infraestrutura energética e da aposta nas energias renováveis. Ficámos impressionados com a visão, capacidade de execução e inovação da equipa de gestão da Constructel e estamos muito entusiasmados por apoiar um líder do sector, sob a liderança de Nuno Terras Marques, nesta fase crítica de aceleração da sua trajectória de crescimento", referiu em comunicado a equipa da Goldman Sachs Asset Management, liderada por Michele Titi-Cappelli, José Barreto, e Mihir Lal.

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Habitação: “Procura estrangeira duplicou desde 2012 e já representa perto de 11%”

Dados constam do estudo ‘Living Destination’, elaborado pela JLL, com os principais indicadores estatísticos na área de habitação e demografia e com uma análise detalhada para as regiões de Lisboa, Porto e Algarve

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A oferta habitacional estagnou na última década, apresentando um aumento residual (apenas 1%) de 5,88 para 5,96 milhões de casas entre 2011 e 2021, segundo o estudo ‘Living Destination’, elaborado pela JLL. Sabe-se, ainda, que apenas cerca de 1/3 deste stock tem menos de 20 anos e que a necessidade de reabilitação é ainda evidente, apesar da dinâmica dos últimos anos.

Simultaneamente, a procura encontra-se em níveis máximos, alinhados com o anterior pico do mercado, mas com um perfil mais diversificado dada a atractividade do país para compradores internacionais. “Se em 2012, a presença da procura estrangeira não chegava aos 5% dos fogos vendidos, em 2020 a JLL estima que esta quota tenha duplicado e esteja próxima dos 11%”, estima o mesmo estudo.

O estudo é um guia aprofundado dos principais indicadores estatísticos na área de habitação e demografia, além de apresentar uma análise detalhada para as regiões de Lisboa, Porto e Algarve. Em cada uma destas regiões são identificadas as principais zonas com caracterização em termos de segmentos e posicionamento do mercado, evolução de valores de venda e renda nos últimos três anos, nacionalidade de comparadores e tipologias com maior procura.

Oferta vs Procura = Desequilíbrio 

A oferta mantém-se aquém desta procura, com o número de casas vendidas na última década a ficar 40% abaixo do período homólogo, apesar do aumento muito significativo (76%) do volume de vendas nos últimos cinco anos. Este desequilíbrio entre oferta e procura impulsionou o aumento dos valores de venda. Numa análise macro, o ticket médio de venda cresceu 25% na última década. Por outro lado, esta espiral de crescimento, aliada às restrições ao crédito à habitação uma vez que a necessidade de capitais próprios é muito elevada, conjugada com alterações do perfil das famílias e de estilo de vida, tornaram o mercado de arrendamento uma verdadeira opção de habitação com enorme potencial de desenvolvimento.

O estudo ‘Living Destination’ inclui, ainda, uma síntese dos principais factores sociodemográficos subjacentes à transformação do sector residencial. Nos últimos 30 anos, a par do envelhecimento da população (estima-se que a percentagem de população com mais de 80 anos tenha mais que duplicado entre 1991 e 2021), o perfil das famílias também sofreu alterações significativas. Ao mesmo tempo que aumentou o número de agregados (+32% em 30 anos), a sua dimensão média tem vindo a reduzir, acompanhada por uma diversificação face ao conceito de “família tradicional”. As famílias monoparentais duplicaram representando 12% das famílias em 2021, enquanto os agregados de uma só pessoa aumentaram de 13% para 21% entre 1991 e 2021.

“Estas dinâmicas exigem, assim, uma adaptação do produto residencial à realidade das novas famílias e dos novos compradores. Existe um potencial de desenvolvimento do sector, quer por meio da renovação e reabilitação do stock existente, quer através de novos projectos, de modo a alinhar as expectativas e os requisitos da procura e diminuir a pressão sobre os preços.”, sublinha Joana Fonseca, Head of Strategic Consultancy & Research da JLL.

Patrícia Barão, head of Residential da JLL, sublinha que “a pandemia colocou a casa no centro da nossa vida e enfatizou a canalização de investimento para o mercado residencial. Os preços mantiveram-se muito resilientes e embora haja uma desaceleração do seu crescimento, bons projectos em localizações estratégicas continuam a ser muito atractivos quer para o mercado doméstico quer para o internacional. A quota internacional da JLL é de 40% e nos projectos da JLL o ritmo e valores de venda tem sido bastante positivo mesmo no contexto pandémico. A diversificação e o aumento da oferta de modo a abranger um leque mais diversificado de compradores e produtos é uma grande oportunidade, pelo que antevemos que este segmento continue a ter um desempenho muito positivo no futuro”.

Deste modo, o estudo da JLL enfatiza que este aumento da oferta terá que, por um lado, responder a funções mais abrangentes das habitações que permitam a coexistência de funções e que preencham as diferentes necessidades dos vários ocupantes e, por outro, por uma maior dispersão geográfica.

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Cosentino apresenta 16ª edição do Cosentino Design Challenge

O prazo de entrega dos projectos começou este mês e termina no próximo dia 1 de Junho de 2022

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O Grupo Cosentino acaba de lançar a 16ª edição do concurso internacional Cosentino Design Challenge (CDC). Com duas categorias a concurso, a temática escolhida para o CDC'16 - Design - deste ano foi “Repensar o espaço de trabalho e criação em casa”, com o objectivo de desafiar os participantes a desenvolver espaços inovadores centrados no teletrabalho.

Já na categoria de Arquitectura, a temática será “A quinta fachada: uma reflexão sobre a cobertura”, em que valores como habitabilidade, sustentabilidade e design ganharão especial relevância na escolha dos grandes vencedores.

O CDC dá total liberdade aos participantes para desenvolver todas as suas ideias, sendo que o único requisito obrigatório é que o projecto inclua pelo menos uma das inovadoras superfícies que a Cosentino tem em carteira para o mundo da arquitectura e design – sejam elas Silestone, Dekton e/ou  Sensa by Cosentino.

O prazo de entrega dos projectos começou este mês e termina no próximo dia 1 de Junho de 2022, altura em que o júri delibera sobre quem serão os grandes vencedores. Para cada categoria estão estabelecidos três primeiros prémios de 1000 euros cada um, e três menções honrosas.

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District 2020 vem a Portugal participar no Web Summit 2021

Projecto apresenta oportunidades no âmbito do futuro da Expo 2020 Dubai

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A District 2020 – a futura cidade human-centric desenvolvida a partir da Expo 2020 Dubai – acaba de anunciar a sua participação na Web Summit Lisbon 2021. A presença deste projecto resultante da Expo no evento anual integra-se no esforço de conexão com empresas globais orientadas para a tecnologia, de forma a apresentar oportunidades e assim fazer parte de um ecossistema de inovação com vários stakeholders e de uma comunidade em que empresas de várias dimensões podem beneficiar da intercooperação e impulsionar o seu crescimento.

Enquanto “city of firsts” ou “cidade de estreias”, a District 2020 vem concretizar as aspirações da Expo 2020 Dubai, procurando criar o ambiente de um “laboratório vivo” que reúna uma comunidade diversificada de stakeholders e outras partes interessadas para encorajar o empreendedorismo, a cooperação e a criatividade. Vem assim reflectir a visão futurística do Dubai e a sua agenda de inovação, evidenciada por iniciativas como a Dubai Blockchain Strategy, a UAE Strategy for Artificial Intelligence 2031, a Dubai10X, a UAE Innovation Strategy e o UAE Centennial 2071, entre outras.

Numa altura em que a Expo 2020 celebra a sua Urban & Rural Development Week (Semana de Desenvolvimento Urbano e Rural), de 31 de Outubro a 6 de Novembro, uma das dez Semanas Temáticas realizadas durante a Expo 2020 para abordar desafios globais, a equipa da District 2020 estará em Lisboa, onde vão apresentar a sua oferta, “com o objectivo de criarem ligações com o líderes da indústria, startups, académicos, capitais de risco, incubadoras, aceleradores e muitos outros intervenientes que se encontram a apostar na inovação de soluções para sectores-chave, como logística inteligente, indústria 4.0, mobilidade inteligente, smart cities e avançadas tecnologias como a IA, IoT e impressão 3D”.

Com realização prevista de 1 a 4 de Novembro, o Web Summit pretende reunir empresas e entidades de diversos sectores e níveis da indústria tecnológica global. A District 2020 contará assim como um completo programa de masterclasses, com speakers que fazem parte da sua crescente rede global, incluindo a Siemens – Infrastructure Digitalization Partner da Expo 2020 e um dos elementos-base da District 2020 – a start-up norte-americana Genome, a britânica Connected Places Catapult e a Global Venture Alliance, sediada na Rússia.

A primeira masterclass apresentada pela District 2020 – “Creating a blueprint for a human-centric future city” – vai explorar a forma como as cidades poderão ser renovadas num contexto pós-pandémico. Nadimeh Mehra, vice-presidente do Transition Unit do District 2020, contará com a companhia de Oliver Kraft, executive vice-presidente, Expo 2022 – Siemens, para discutir a sua missão partilhada por um futuro mais inteligente, habitável e sustentável. Enquanto Official Infraestructure Digitalization Partner da Expo 2020, a Siemens encontra-se a remodelar o futuro dos ambientes urbanos, aplicando soluções inovadoras, como a plataforma MindSphere IIoT. A Siemens vai estabelecer a sua sede global para aeroportos, carga e logística portuária no District 2020, e encontra-se entre vários elementos-base que desempenharão um papel fundamental na promoção de oportunidades de crescimento a longo prazo.

A segunda masterclass, intitulada “Curating a multi-stakeholder global innovation ecosystem”, verá a District 2020 reunir os seus parceiros e um painel de especialistas globais, incluindo a Siemers, Startup Genome e Connected Place Catapult, para explorar a sua abordagem progressiva de design-thinking e reunir ideias para a criação de um ecossistema de inovação orientado para um propósito, habilitado por tecnologias avançadas para acelerar o progresso em sectores de alto crescimento.

A masterclasse final será “Start-ups Scaling their Business in Dubai” e prestará atenção para as oportunidades incomparáveis para start-ups e pequenos negócios no Dubai. A conversa, mediada pela District 2020 em colaboração com a Startup Genome, inclui uma visão do estudo do último Top 100 Emerging Ecosystem, que atribuiu o 11.º lugar ao Dubai enquanto ambiente ideal para start-ups e pequenos negócios prosperarem. Expandindo a partir daqui, a District 2020 vem demonstrar como é que procuram fornecer uma plataforma de lançamento ideal para crescer no Dubai e garantir acesso a novos mercados e oportunidades, dentro de uma comunidade única com o perfil trabalhar-viver-explorar.

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ASD aposta na produção de energia eléctrica solar com a SunEnergy

A empresa de Águeda que se dedica à produção e comercialização de bases e acessórios de banho aposta na instalação de um projecto de produção de energia eléctrica solar com a tecnologia da SunEnergy

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A empresa de Águeda que se dedica à produção e comercialização de bases e acessórios de banho aposta na instalação de um projecto de produção de energia eléctrica solar com a tecnologia da SunEnergy.

O novo projecto é constituído por 400 painéis solares fotovoltaicos de 370W para produção de energia eléctrica a partir do sol que será consumida pelo edifício. Com 148 kW de potência, este projecto vai permitir uma significativa redução da factura energética, numa poupança estimada de 25 mil euros por ano, bem como a diminuição de emissão de 100 toneladas de CO2 anuais.

“Na ASD, sempre tivemos a inovação e vanguarda como motes do nosso trabalho, mas também a sustentabilidade. Os desafios da crise climática devem obrigar-nos a todos a repensar as nossas acções e a forma como podemos contribuir para um ambiente e futuro melhores. Este novo projecto com a SunEnergy procura cumprir este propósito”, justifica Carlos Dias, diretor-geral da ASD.

Com este investimento, a ASD entra na lista (cada vez maior) de empresas que aposta na autoprodução. “As empresas portuguesas têm apostado, cada vez mais, em projectos mais sustentáveis, pelo que é com entusiasmo que estaremos do lado da ASD neste caminho. Além disso, a aposta em soluções de autoconsumo para reduzir a factura da energia faz cada vez mais sentido, não só pelas preocupações ambientais, mas também porque pode ser uma forma de contornar o aumento exponencial do preço da energia nos últimos meses, diminuindo a dependência em relação à rede eléctrica”, afirma Rui Oliveira, director comercial da SunEnergy.

Na foto:
Rui Oliveira, Sunenergy e Carlos Dias, ASD

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Mercado de escritórios no Porto em recuperação

A recuperação deste segmento da “cidade Invicta” é impulsionada pelas transacções realizadas na CBD Boavista. A Savills mantem a expectativa para o último trimestre do ano em alta, face ao desfecho de negócios que estão pendentes

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“Em Agosto e Setembro, o mercado de escritórios do Porto apresentou um volume de absorção superior quando comparado com o ano anterior. Com um aumento de 7% no total de área absorvida, perspectiva-se que até ao final do ano esta tendência continue a verificar-se”, revela a research da Savills.

Relativamente ao total acumulado de metros quadrados ocupados, o mercado do Porto em 2021 mantém-se inferior ao período homólogo. Contudo, as transacções realizadas na CBD Boavista, que representam 55% do total do volume de absorção de Setembro, tiveram um impacto no aumento dos metros quadrados ocupados.

Segundo a Savills “entre Janeiro e Setembro de 2021, foram fechadas 40 operações, mais 6 do que 2020. No entanto, a área contratada em média foi de 762 m2, enquanto, em 2020, foi de 1.120 m2. A CBD Boavista continua a ser a zona de mercado que apresenta o maior número de operações. A CBD Baixa também apresentou mais operações do que nos dois anos anteriores, revelando que o centro do Porto mantém a atractividade para o perfil dos ocupantes”.

Assim, comparativamente ao período homólogo, os primeiros nove meses de 2021 revelaram um crescimento no número de transacções fechadas no mercado de escritórios do Porto, com mais 6 operações. Em Setembro de 2021, a transacção com maior destaque foi a do SynLab que ingressou no mercado, ocupando praticamente 3.210 m2 na zona 3.

No que diz respeito a 2021, as três zonas que apresentaram um maior volume de absorção foram, por ordem crescente, a Zona de Expansão, com 3.463 m2, a Out of Town, com 10.436 m2 e a CBD Boavista com 12.954 m2.

“As zonas centrais continuam a ser as mais apreciadas pelo perfil dos ocupantes. Apesar do Porto ter um enorme potencial de crescimento na periferia da cidade Invicta, a CBD Boavista e CBD Baixa apresentam qualidades que são apreciadas por ocupantes de qualquer sector de actividade, principalmente para as empresas que procuram uma maior visibilidade e que dão prestígio à zona em questão”, sublinha Ana Redondo, associate director do Departamento de Office Agency da Savills Portugal. “A expectativa para o último trimestre do ano é muito positiva, com o desfecho de negócios que estão pendentes há alguns meses”, prevê a responsável.

Relativamente a áreas contratadas, em 2021, as mais predominantes contavam com zonas entre os 150 e os 300 m2. No entanto, o intervalo que apresentou maior quota de mercado foi entre os 801 e os 1.500 m2, representando 24% do total acumulado de 2021.

O sector de Construção e Imobiliário foi o que teve um maior crescimento percentual, contando com um aumento de 234%. No entanto, a categoria de “Outros Serviços” é a que apresenta um maior volume de absorção em 2021 no mercado de escritórios do Porto, devido a uma operação de quase 7.000 m2 de um operador de logística. Uma nota menos positiva vai para o sector de TMT’s & Utilities, que teve um decréscimo de praticamente 95%, relativamente ao período homólogo do ano anterior.

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CBRE atinge meta de 50 centros comerciais sob gestão

Com o serviço de acompanhamento técnico e facturação de mais de 70 contratos em activos stand alone, a consultora totaliza mais de 2,3 milhões de metros quadrados sob gestão em todo o portefólio ibérico

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A CBRE alcançou a meta dos 50 centros comerciais sob gestão e comercialização na península ibérica.

“Esta meta dos 50 centros comerciais é apenas possível pela simbiose estratégica entre áreas de grande expertise técnico, como são o marketing, a gestão técnica, o retail intelligence e a sustentabilidade. Esta simbiose permite à CBRE produzir análises de mercado altamente aprofundadas e repensar o posicionamento e os valores de cada centro comercial à luz de informação relevante e concreta, bem como investir na melhoria e optimização do mix comercial dos activos adequados às necessidades dos visitantes, elevando assim a sua experiência de compra a uma experiência per si: de compra sim, mas também de encontro, de relação, de proximidade, de cultura e de animação”, sublinha a consultora comunicado.

Ao serviço de gestão e comercialização dos 50 centros comerciais em Portugal e Espanha juntam-se também o serviço de acompanhamento técnico e facturação de mais de 70 contratos em activos stand alone, perfazendo mais de 275 mil metros quadrados nesta tipologia de activos e computando mais de 2,3 milhões de metros quadrados sob gestão em todo o portefólio ibérico.

“Os números são o reflexo da criação de uma estrutura de gestão ibérica, que neste momento conta com uma equipa de Retail Property Management de mais de 250 especialistas e que traduz a confiança que os nossos clientes depositam na CBRE. São os nossos clientes que nos fazem melhorar todos os dias e trabalhar para demonstrar dinamismo e capacidade de adaptação a contextos tão hostis como o gerado pela pandemia. Os mais de 2 milhões de metros quadrados que gerimos são visitados por cerca de 230 milhões de clientes anualmente. O footfall é evidentemente relevante, mas queremos mostrar que ele está intimamente ligado à visão da CBRE para o futuro do retalho, para o futuro dos centros comerciais como meeting places”, refere Gonzalo Senra, director de retail da CBRE para o mercado ibérico.

A CBRE aponta a incorporação de diversas ferramentas digitais e a sustentabilidade, enquanto dois dos pilares que continuarão a ganhar relevância na sua forma de gerir centros comerciais e prevê que, em 2022, o portefólio continue a crescer com a incorporação de novos activos, quer em Portugal quer em Espanha.
Na lista de proprietários de clientes da CBRE estão nomes como DWS, CBRE Global Investments, Deka Immobilien, AXA, Harbert Management Corporation, Allianz, Nuveen, Kronos, Mitiska Reim, entre outros.

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Católica e Planetiers lançam hub de Inovação em Sustentabilidade e Regeneração

A conferência internacional de lançamento do INSURE.hub decorre a 27 de outubro, em linha com o European Green Deal e respectivas metas até 2030

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O INSURE.hub é o nome de uma nova plataforma que resulta da mobilização da Universidade Católica Portuguesa, no Porto, através das suas faculdades, a Católica Porto Business School e a Escola Superior de Biotecnologia e da  Planetiers New Generation, que pretende criar um espaço de inovação e gestão numa perspectiva circular, com o objectivo da sustentabilidade plena (net-zero) e/ou regeneração (positive pursuits). O objectivo passa por antecipar o futuro e adaptar os desafios ambientais globais através de quatro eixos fundamentais: apoio a empresas e clusters no desenvolvimento de negócio e novos investimentos; promoção de empreendedorismo sustentável/regenerativo; mobilização da sociedade; e formação académica.

O evento de lançamento  do INSURE.hub decorre a 27 de Outubro, na Católica no Porto, com transmissão online.

João Pinto, vice-presidente da Universidade Católica no Porto e docente da Católica Porto Business School, explica que “o INSURE.hub – Innovation in Sustainability and Regeneration hub tem como grande objectivo criar um ecossistema internacional vibrante de conhecimento transdisciplinar que promova soluções de negócio de âmbito circular, sustentável e regenerativo, potenciadas por tecnologias disruptivas.”

“A Planetiers New Generation foi criada com a ambição de desenvolver um programa de transformação para Portugal orientado pela Sustentabilidade e a Regeneração pelo que sermos parceiros do INSURE.hub é um passo natural”, refere António Vasconcelos, da Planetiers New Generation, explicando que “temos uma equipa que desenvolve estratégias de sustentabilidade há cerca de uma década, trabalhando em parceria com NGOs internacionais líderes em ação transformativa a partir de pensamento científico com mais de 30 anos de aplicação, como é o caso da The Natural Step International, nascida na Suécia.”

A 1ª Conferência Internacional de lançamento do INSURE.hub vai juntar oradores de relevo nacional e internacional da academia e do mundo empresarial para discutir as boas práticas, os desafios e as grandes oportunidades nesta área da Sustentabilidade e Regeneração. São exemplo, Edwin Janssen e Rüdiger Rhörig (Sustainable Growth Associates - The Natural Step Germany) que irão apresentar um estudo europeu efectuado às empresas sobre Sustentabilidade, Inovação e Liderança e mostrar como podem as empresas criar uma visão de futuro sustentável e regenerativo (backcasting), criando um roadmap de inovação e criação de valor para a alcançar; Tom Bregman (Future-Fit Foundation, UK) que falará sobre Future-Fit Business como uma ferramenta alinhada com o backcasting;  João Pinto (Católica Porto Business School) e Sofia Santos (Caixa de Crédito Agrícola) irão debater, com Tom Bregman (Future-Fit Foundation),o Financiamento e o investimento sustentável e regenerativo; o tema sobre a nova era dos negócios regenerativos será apresentado por John Fullerton (CEO Capital Institute, US); John Melo (CEO Amyris Inc) e Manuela Pintado (coordenadora do projecto Alchemy e directora do CBQF/ESB/UCP) irão apresentar o case study de um dos maiores projectos europeus em biotecnologia – Alchemy; bem como outros temas.

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