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Geberit recebe selo de Platina Ecovadis

Reconhecimento teve em conta o plano estratégico da Geberit relativamente à gestão da sustentabilidade

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A agência de qualificações de sustentabilidade EcoVadis avaliou o Grupo Geberit com a máxima pontuação do rating, o selo de platina, considerada a qualificação mais alta que a agência atribui.

Desde 1990, a Geberit, especialista em louça sanitária e tecnologia para a casa de banho, segue uma estratégia de sustentabilidade e respeito pelo meio ambiente a longo prazo que inclui projectos, iniciativas e actividades, tanto actualmente como programados para o futuro próximo.

“Com esta qualificação incomparável, tanto os clientes como os fornecedores e restantes profissionais do sector da casa de banho têm uma nova constatação da gestão integral e excelente em matéria de sustentabilidade que a Geberit tem levado a cabo nas últimas décadas”, destaca David Mayolas, director-geral da Geberit Iberia.

Fundada em 2007, a EcoVadis cresceu até se converter num dos maiores fornecedores de qualificações de sustentabilidade empresarial do mundo, com uma rede global de mais de 75mil empresas qualificadas.

A metodologia da EcoVadis baseia-se nas normas internacionais de sustentabilidade, entre elas a Iniciativa Mundial de Apresentação de Relatórios, o Pacto Mundial das Nações Unidas e a norma ISO 26000, que abarca 200 avaliações e mais de 160 países e o seu sistema de análise consiste em 21 indicadores divididos em quatro temas: meio ambiente, práticas profissionais e direitos humanos, ética e compras sustentáveis.

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Roca lança ‘The Gap D-Trit’

A solução torna possível a instalação de sanitas em espaços como caves, garagens, armazéns, lojas ou em qualquer divisão da casa

A Roca lançou o 'The Gap D-Trit', uma solução integrada que inclui sanita e triturador de resíduos num design compacto que elimina o impacto visual dos trituradores de resíduos tradicionais. Segundo a marca, trata-se uma "alternativa atractiva e funcional aos trituradores de resíduos tradicionais. Esta sanita, alimentada por eletricidade, permite a instalação de equipamentos sanitários em espaços sem o sistema de canalização necessário para retretes, tornando possível a sua instalação em caves, garagens, armazéns, arrecadações, lojas ou outros espaços de casa".

A nova solução da Roca integra sanita e triturador de resíduos numa só peça. Combina, assim, a funcionalidade dos trituradores de resíduos tradicionais, sem descurar no design e conforto nas mais recentes colecções de sanitas da marca. Entre elas, a solução Rimless, que permite uma limpeza mais fácil e higiene máxima: um mecanismo de descarga duplo (4,5/3 litros) para poupança de água e um assento e tampo em Supralit, com sistema de queda amortecida e propriedades antibacterianas.

O triturador de resíduos está localizado no interior da peça de cerâmica, garantido um baixo nível de ruído (40 dB) quando comparado com outras soluções disponíveis no mercado. Os tampos laterais incluídos permitem uma instalação BTW e esconder quaisquer ligações e tubos. Deste modo, além de melhorar a estética, impede também a acumulação de sujidade e permite uma limpeza mais fácil na parte traseira.

A instalação do 'The Gap D-Trit' requer apenas uma entrada de água, uma tomada eléctrica convencional para alimentar o triturador de resíduos e um tubo para os evacuar para o esgoto mais próximo. Graças à potência de bombeio desta solução integrada, o esgoto pode estar localizado a uma altura de até 7 metros ou a uma distância de até 70 metros. O tubo de saída pode ser orientado para a direita, para a esquerda ou para trás, e é compatível com canos de diâmetros diferentes.

Além disso, dispõe de entradas para a recolha de águas residuais do lavatório, bidé, chuveiro ou outros elementos do espaço de banho, permitindo a remoção de resíduos deste espaço da casa, sem que seja necessária uma instalação de canalização.

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Mota-Engil na corrida à concessão do Corredor do Lobito

A Mota-Engil está entre o primeiro grupo empresas que manifestou interesse no concurso público internacional para a concessão do Corredor do Lobito, que está a decorrer até 7 de Dezembro

Segundo uma notícia da agência Lusa, que cita uma nota do gabinete de comunicação do Porto do Lobito, a Mota-Engil está entre o grupo de empresas interessada na concessão do Corredor do Lobito, cujo o concurso público internacional está a decorrer até 7 de Dezembro. A par do grupo português também as chinesas CITIC e CR20, a suíça Trafigura e a DP World do Dubai (empresa que venceu o concurso internacional de concessão do Porto de Luanda para os próximos 20 anos), estão entre o primeiro lote de interessados.

Os representantes das empresas deslocaram-se às oficinas gerais do Caminho de Ferro de Benguela (CFB) e o local onde vai ser instalado o Terminal de Trânsito de Mercadorias, dando início a uma série de visitas técnicas para constatar o estado actual e operacionalidade das infraestruturas. Os cinco concorrentes deslocaram-se também ao Terminal Mineraleiro do Porto do Lobito, também integrado no concurso internacional de concessão.

O concurso internacional para a concessão, gestão partilhada, manutenção das infra-estruturas ferroviárias, serviços de transporte de mercadorias e de logística de suporte do Corredor do Lobito foi lançado no dia 8 de Setembro e o prazo de submissão de propostas decorre até 7 de Dezembro.

Com a concessão, o Executivo quer criar uma empresa de capital privado, Sociedade de Propósito Específico (SPE), a ser controlada por operadores privados ou por uma única entidade com participação minoritária do Estado.

Esta sociedade será responsável pela operação, exploração e manutenção da infraestrutura da linha férrea do Lobito/Luau, com a possibilidade de construção de ramal de ligação à Zâmbia (o segundo maior produtor de cobre da África, depois da RDC), o serviço ferroviário de transporte de mercadorias na linha férrea do Lobito/Luau, a construção, operação e exploração de dois terminais de trânsito de mercadorias de apoio ao serviço ferroviário de transporte de mercadorias na linha férrea do Lobito/Luau, sendo um deles no Lobito e outro no Luau, a gestão do centro de formação na província do Huambo e a operação, exploração e manutenção das oficinas ferroviárias.

A concessão tem um prazo de 30 anos, extensível até 50 anos, período em que a concessionária (SPE) vai assumir o transporte de grandes cargas com maior predominância para minérios e combustíveis, ao longo dos 1300 km de linha férrea. De acordo com a Governo de Angola “esta concessão permitirá que o Corredor do Lobito se torne a terceira ligação de transporte mais importante da África Austral até 2050”.

Para dar resposta às ligações duplas entre o Corredor do Lobito e as áreas mineiras, o Terminal Mineiro do Porto do Lobito será também explorado pelo vencedor do concurso público, nos termos das disposições contratuais e do estabelecimento de um acordo autónomo.

Segundo informações disponibilizadas na página oficial do Governo angolano pretende-se maximizar as potencialidades da infraestrutura ferroviária do Corredor do Lobito, incrementar as exportações e investimentos indiretos em plataformas multimodais, terminais e outras infraestruturas ao longo da linha, para "promover o desenvolvimento económico, social e culturais das comunidades locais".

A reactivação do Corredor do Lobito visa também reforçar a integração regional tendo em conta a possibilidade de interligação dos oceanos Atlântico e Índico, com a conexão da via-férrea ao Porto de Dar-es-Salaam, na Tanzânia.

A operação do Corredor do Lobito envolve investimentos adicionais ao longo do percurso férreo Lobito/Benguela/Luau, incluindo a integração da via-férrea contígua do outro lado da fronteira na República Democrática do Congo, e a construção de um ramal para a República da Zâmbia.

Segundo o executivo, foram investidos cerca de 1,9 mil milhões de dólares na reconstrução do caminho-de-ferro e na ligação com a República Democrática do Congo (RDC), "cujos proveitos podem agora ter a oportunidade de ser recuperados".

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Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia quer apoiar scaleups e startups mais inovadoras da Europa

A iniciativa pretende apoiar empreendimentos inovadores e equipas que contribuam para a transformação do Novo Bauhaus Europeu

O Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia (EIT) e cinco das suas Comunidades de Conhecimento & Inovação (as KICs) estão a lançar uma iniciativa conjunta para apoiar empreendimentos inovadores e equipas que contribuam para a transformação do Novo Bauhaus Europeu.

Denominada EIT Community Booster, a Iniciativa é coordenada pela EIT Digital, incluindo a EIT Climate-KIC, EIT Food, EIT Manufacturing, e EIT Urban Mobility. Juntas, procuram "as mais inovadoras startups e scaleups, que conduzem a mudança sustentável para as cidades, indústrias, clima, comida, bem-estar e qualidade de vida em geral para apoiar o crescimento dos seus negócios e contribuir para que se tornem gamechangers internacionais", refere a EIT em comunicado.

A iniciativa pretende seleccionar vinte empresas para integrarem esta comunidade. Cada uma destas entidades seleccionadas irá receber um apoio destinado ao crescimento do seu negócio no valor de 50 mil euros. O apoio será prestado sob a forma de subsídios e serviços concebidos para ajudar as empresas a acelerar o crescimento dos seus negócios.

"Lançada pela Comissão Europeia, o Novo Bauhaus Europeu transforma o Green Deal Europeu numa experiência tangível e positiva na qual todos os europeus podem participar e progredir juntos." Tendo isto em mente, "a EIT Community Booster está preparada para identificar e apoiar as startups e scaleups que integrem as três dimensões centrais do Novo Bauhaus Europeu: sustentabilidade, dos objectivos climáticos à circularidade, poluição zero e biodiversidade, estética, qualidade de experiência e estilo, para além da funcionalidade, e inclusão, da valorização da diversidade, à garantia de acessibilidade económica. A abordagem da iniciativa é multinível, do global para o local, de forma participativa e transdisciplinar.

"A EIT Community contribui para todos os aspectos do Novo Bauhaus Europeu e tem o ecossistema preparado para encontrar ideias atractivas e startups de toda a Europa. Mal podemos esperar para descobrir e escalar as soluções criativas e inovadoras que ajudarão a reimaginar uma vida sustentável e a tornar os espaços mais bonitos e acessíveis", justifica Gioia Ghezzi, Chair do EIT Governing Board

A nova iniciativa combina os programas de crescimento empresarial oferecidos pela comunidade EIT Digital, EIT Climate-KIC, EIT Food, EIT Manufacturing e EIT Urban Mobility.

Do primeiro apoio de coaching empresarial, ao acesso a financiamento e apoio à internacionalização, cada um dos seguintes cinco programas oferece um pack de serviços que visa ajudar empreendimentos de diferentes níveis de maturidade a impulsionar o seu crescimento empresarial, a angariar financiamento e a crescer à escala internacional.
"Dependendo do campo de interesse e especialização, os empreendedores são convidados a candidatarem-se a um ou mais programas do EIT Community Booster e à sua área dedicada ao Novo Bauhaus Europeu", designadamente: o EIT Digital Accelerator, para scaleups que beneficiam do poder da transformação digital para criar soluções e produtos inovadores para todas as indústrias, cidades e comunidades; The Clean Cities ClimAccelerator, para startups a desenvolver projectos inovadores para a indústria das energias renováveis, mobilidade, espaços verdes e readaptação; EIT Food Accelerator Network, para startups do ramo agroalimentar; EIT Manufacturing Accelerator, para startups que permitem uma produção ecológica e socialmente sustentável; e o EIT Urban Mobility Accelerator destinado a startups que desenvolvem alternativas sustentáveis com foco na realidade paisagística.

O prazo para candidaturas termina a 17 de Dezembro. Para mais informação sobre cada programa, respectivos critérios de selecção e prémios, visite a página web da iniciativa.

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Cobiax CLS da Ferca em destaque

Constituído 100% por material reciclado o Cobiax CLS da Ferca marcou “uma verdadeira inovação” na forma de abordar o aligeiramento de laje. O produto foi Menção Honrosa na Tektónica

O produto Cobiax CLS esteve a concurso para o Prémio Inovação Tektónica 2021 e foi um dos 4 eleitos
O Cobiax CLS foi um dos premiados do concurso para o Prémio Inovação Tektónica 2021. Esta iniciativa surgiu na primeira edição da Feira e permite distinguir o potencial inovador das empresas que contribuem para o desenvolvimento do tecido empresarial nacional. Os produtos considerados mais inovadores foram distinguidos com a atribuição do 1º Prémio e 3 Menções Honrosas. Uma delas atribuída a este produto que é constituído a 100% por material reciclado.

“É com grande satisfação que recebemos este prémio na Feira Tektónica 2021, num produto que marcou uma verdadeira inovação na forma de abordar o aligeiramento de laje”, explicou Hugo Ornelas, CEO da FERCA.

A realização da Tektónica serviu de pretexto também para o lançamento do novo website da marca, que com esta nova ferramenta pretende estar mais próximo dos seus clientes.” Conjugámos a presença nesta feira, com o lançamento de um novo website. Através desta plataforma, pretendemos prolongar a experiência dos nossos clientes e consolidar a presença no online, quer através do website quer através das redes sociais. O novo website está totalmente integrado com as nossas redes sociais, permitindo informar os nossos seguidores sobre as novidades, acções e eventos sobre a empresa e o sector.”, reforçou o responsável.

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Sanindusa lança DROP Magazine

A Sanindusa lançou o primeiro número da revista DROP, a nova magazine da marca que “propõe-se estreitar a relação com o consumidor final”

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A Sanindusa lançou o primeiro número da revista DROP, a nova magazine da marca que “propõe-se estreitar a relação com o consumidor final através de uma abordagem acessível e uma interpretação contemporânea das diferentes temáticas apresentadas”, refere o grupo em comunicado.

Nesta primeira edição, a empresa “expõe o impacto das adversidades do passado na gestão do presente e no planeamento futuro”, relembrando os incêndios de 2017 que atingiram a zona de Cantanhede, destruindo por completo a Sanindusa 2, a unidade fabril do grupo situada na Tocha, reduzindo em 50% a produção cerâmica da marca. A nova unidade que lhe seguiu foi inaugurada já este ano, equipada com tecnologia de ponta. Nesta sua primeira edição a DROP dá-lhe a conhecer todo este percurso, evidencia os produtos premiados e dá a conhecer as últimas novidades e as soluções mais tecnológicas da Sanindusa. Ao longo das suas 72 páginas é possível encontrar inspirações para a casa de banho e cozinha.

A sua responsabilidade ambiental, uma prática da empresa, revê-se na publicação. O papel escolhido foi o Oikos, composto por 50% de material reciclado e 50% de fibra pura amiga do ambiente, com certificação FSC que garante o cumprimento das melhores práticas de gestão florestal.

A revista com uma tiragem de 5000 exemplares, terá periodicidade semestral e será publicada em português e inglês.
Drop, a gota da água que dá vida aos produtos da empresa, chega aos distribuidores da Sanindusa em Outubro em versão papel, mas com possibilidade de consulta online no site da empresa www.sanindusa.pt

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Grupo Somfy reforça compromisso com a sustentabilidade

A Somfy Iberia anunciou o seu compromisso de reduzir em 50% as suas emissões de CO2 até 2030, no âmbito da Semana do Desenvolvimento Sustentável

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A Somfy Iberia anunciou o seu compromisso de reduzir em 50% as suas emissões de CO2 até 2030, no âmbito da Semana do Desenvolvimento Sustentável, o que levará a empresa a mudar a sua sede em Espanha para um edifício mais amigo do ambiente, em Barcelona. O novo escritório possui a certificação Breeam de construção sustentável, que garante um maior impacto nos benefícios económicos, ambientais e sociais para todos os que estão ligados à vida do edifício, sejam inquilinos, utilizadores, promotores, proprietários ou administradores.

A ratificação do compromisso da Somfy com a sustentabilidade foi impulsionada pela avaliação global de carbono realizada pelo Somfy Group. Esta avaliação definiu que as emissões da empresa em 2019 correspondiam a 1.300 Kt de CO2, o equivalente ao impacto de uma cidade francesa de 120.000 habitantes. Com estes resultados, reforçam o compromisso de reduzir as emissões de CO2, tanto das suas operações como dos seus próprios produtos, seguindo os princípios estabelecidos pela iniciativa Science-Based Targets. Este compromisso ajudará a empresa a atingir as metas estabelecidas no Acordo de Paris, que visam limitar o aquecimento global a 1,5°C.

“A avaliação de carbono que realizámos mostra que devemos continuar a reforçar o nosso compromisso com a sustentabilidade para ter um impacto real no meio ambiente”, explica Andrea Ragione, CEO da Somfy Iberia. “Reduzir o impacto das nossas operações e da pegada dos nossos produtos é essencial, mas queremos ir mais longe. Por isso optámos por uma mudança de sede em Espanha, reforçando o envolvimento de toda a equipa da Somfy Iberia, com a celebração da Semana do Desenvolvimento Sustentável. "

Compromisso com o meio ambiente

93% das emissões do Somfy Group vêm de produtos e 78% estão directamente relacionadas com a sua utilização. Portanto, a iniciativa de redução das emissões em 50% terá um impacto directo nos produtos Somfy, pois exigirá a implantação e implementação de soluções ecologicamente projectadas e optimizadas para consumo. Até 2021, mais de 50% dos produtos comercializados pela empresa terão o selo ACT FOR GREEN, que estará presente em todas as vendas a partir de 2030. Além disso, este compromisso com a redução das emissões também afectará as soluções Somfy, reduzindo o seu consumo de energia em 40% até 2030.

As soluções oferecidas pela Somfy permitem optimizar o desempenho energético dos edifícios graças ao controlo inteligente de estores e protecção solar. O Grupo pretende continuar a inovar nesta área e desenvolveu uma abordagem com a consultora Carbone4 para calcular as emissões evitadas. Por exemplo, em 2020, as soluções Somfy ajudaram a evitar o equivalente a 120 Kt de emissões de CO2 em França. Para compreender melhor a sua pegada de carbono, a empresa irá realizar esta análise nos vários países onde opera, adaptando-a às especificidades nacionais (mix energético, utilizações, etc.).

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Tektónica e SIl regressam em Maio de 2022

A Feira Internacional de Lisboa anuncia o regresso da Tektónica ao primeiro semestre do ano, acompanhada pelo Salão Imobiliário de Lisboa

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Em 2022 os dois certames, Tektónica e o Salão Imobiliário de Lisboa, regressão juntos, mas em Maio, com a organização a apontar a realização das feiras para a primeira quinzena de Maio. A realização em paralelo da Tektónica e do SIL é já uma certeza, “porque os dois certames encontram-se na mesma cadeia de valor e são criadas sinergias de mercado que reforçam as oportunidades de negócio, nomeadamente entre expositores e participantes de ambos os certames”, confirma a organização.

A edição de 2021 de ambos os certames juntaram 200 expositores. Um número que, de acordo com a organização representa “um aumento muito significativo do número de empresas, demonstrativo da vontade e determinação de ambos os sectores no regresso aos eventos presenciais e que se evidenciou pela ocupação de dois pavilhões, mais de 20 mil m2 de área”. O crescimento de ambos os certames foi acompanhado pelo número de visitantes, cerca de 12 mil, que passaram por ambas as feiras.

Em conjunto, as feiras "proporcionaram não só o network e a concretização de negócios, como também propiciaram o debate sobre as tendências e o futuro da construção e do imobiliário, com a realização do ciclo de conferências Tektónica e do SIL Investment Pro, ambos dirigidos para os respectivos profissionais do sector".

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Compras Públicas de Inovação podem valer até 3,8 mil milhões de euros por ano

O valor das Compras Públicas de Inovação (CPI) em Portugal situa-se entre os 635 milhões e os 1,3 mil milhões de euros por ano. Portugal é, por isso, um dos países da Europa com maior margem de progresso em políticas públicas favoráveis às CPI

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O primeiro centro de competências em Compras Públicas de Inovação (CPI) foi apresentado no Ministério da Economia e Transição Digital. O centro vai disponibilizar serviços para capacitar compradores e fornecedores públicos de inovação.

“As Compras Públicas de Inovação são, cada vez mais, um meio estratégico para responder aos desafios da sociedade, desde a sustentabilidade ambiental à saúde, para fomentar a competitividade através da inovação e de I&D, e para o cumprimento dos compromissos internacionais assumidos. A implementação do centro de competências, com a integração de conhecimentos específicos relativos aos processos de contratação pública, permitirá melhorar e modernizar os serviços públicos, apoiando simultaneamente o sector empresarial e facilitando o encontro de soluções de inovação que correspondam aos desafios do presente e do futuro, de forma mais inteligente e resiliente.”, sublinhou na ocasião o secretário de Estado da Economia, João Neves

O “Mercado da contratação pública em Portugal”, um estudo pioneiro sobre o potencial de mercado da contratação pública de inovação (CPI) em Portugal, desenvolvido pelo ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa para a Agência Nacional de Inovação (ANI), estima que, até 2030, Portugal possa quase triplicar a sua capacidade nesta área. Aumentar o nível de contratação pública de inovação no país permitiria uma mais rápida modernização do sector público, bem como um incremento na competitividade das empresas.

Imagine-se que uma autarquia procura um sistema centralizado de gestão de transportes para o município, mas que não encontra no mercado uma solução à medida das suas necessidades. O lançamento de um processo de Compra Pública de Inovação (CPI) resultaria não só na obtenção de uma tecnologia inovadora, como, para as empresas participantes, significaria o lançamento de um novo produto ou até de um novo mercado que aumentaria a sua competitividade.
O estudo encomendado pela ANI ao ISCTE estima que o valor actual das CPI em Portugal se situe entre os 637 milhões e os 1,3 mil milhões de euros, abaixo de economias com o mesmo nível de desenvolvimento, mas tem potencial para crescer para valores entre os 1,9 e 3,8 mil milhões de euros ao ano, como os registados em países substancialmente mais ricos, como Reino Unido, França e Países Baixos.

A carência até agora de uma abordagem estruturada para a capacitação em CPI em todo o país surge como uma das fragilidades apontadas pelo estudo. A implementação de um Centro de Competências em Compras Públicas de Inovação Português visa disponibilizar serviços que facilitarão a expansão do conhecimento sobre CPI em todas as entidades adjudicantes públicas e actuar no sentido da melhoria de condições de mercado para aproximar a oferta e a procura.
“O primeiro Centro de Competências em Compras Públicas de Inovação em Portugal é um instrumento prático essencial para a capacitação das entidades públicas, não apenas enquanto compradores, mas também enquanto fornecedores de inovação. Sendo certo que, também na área das compras públicas, o caminho passa pela inovação, e estando criadas as condições ao nível das medidas de contratação pública previstas na lei, é imperativo que tal avanço legislativo seja acompanhado pela devida formação e capacitação das entidades públicas, de modo a que melhor possam compreender estes mecanismos e, por essa via, abrir portas para que as entidades públicas optem pelas CPI, sempre que essa solução seja a mais adequada à compra pública pretendida. Estamos confiantes que o trabalho deste Centro de Competências em CPI terá um impacto relevante no mercado das compras públicas em Portugal, dotando-o de soluções mais inovadoras, mais adequadas e, esperemos, mais eficientes”, referiu, por sua vez, Jorge Delgado secretário de Estado das Infraestruturas,

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AEP com missão empresarial no Gana

Para a AEP este não é um mercado desconhecido. Desde 2013 que organiza missões ao Gana e esta será a sexta vez que leva empresas portuguesas até este destino

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Vai decorrer até ao próximo dia 22 de Outubro uma missão empresarial ao Gana, uma das economias africanas com maior crescimento e a segunda maior da África Oeste.

A missão, da qual fazem parte as empresas Mistolin (soluções de higiene e limpeza), Central Lobão (ferramentas), Pavimetal (estruturas metálicas), Rico Gado (rações alimentares) e Mindol (colchões, bases, estrados e almofadas), irá proporcionar contactos com empresas locais e entidades institucionais.

As missões empresariais da AEP pretendem, através da identificação de potenciais parceiros e o agendamento de reuniões, contrariar a estagnação da economia nacional, criando oportunidades de exportação de bens e serviços para as PME portugueses.

Para a AEP este não é um mercado desconhecido. Desde 2013 que organiza missões ao Gana e esta será a sexta vez que leva empresas portuguesas até este destino.

Situado no Golfo da Guiné, na África Ocidental, o Gana tem em curso investimentos importantes na área da construção habitacional, infraestruturas, gestão de resíduos e no sector energético.

BOW - Business on the Way

Em 2020, o projecto BOW, desenvolvido pela área Internacional da AEP, promoveu 16 acções de internacionalização, entre feiras, missões empresariais e missões inversas, em 22 mercados, tendo envolvido mais de 120 empresas.

Desde 1990, ano em que deu início, de uma forma sistemática, à realização de acções de internacionalização, a AEP já organizou, individualmente ou através de parcerias com outras entidades, largas centenas de acções em mercados externos.

O projecto BOW - Business on the Way é desenvolvido pela área internacional da AEP, no âmbito do Portugal 2020 e do Compete 2020, Programa Operacional da Competitividade e Internacionalização, Eixo II – Projectos Conjuntos – Internacionalização.

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Ecosteel entra no capital da Ooty e vai construir casas modulares

A integração da Ooty no grupo ECOSTEEL irá permitir o arranque de uma unidade de produção de CLT, A combinação deste sistema construtivo, com o de estruturas modulares pré-fabricadas resultará numa capacidade produtiva de 1.000 a 1.200 casas por ano

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O grupo ECOSTEEL e a Ooty estabeleceram uma parceria que visa privilegiar os princípios da construção modular em madeira. “O futuro da construção passa por uma aposta na sustentabilidade e na utilização de materiais como a madeira que permitem reduzir a pegada de carbono em 60% a 70%”, justificou José Maria Ferreira, CEO da ECOSTEEL.

Em termos de impacto de negócio “a integração da Ooty no grupo ECOSTEEL irá permitir o arranque de uma unidade de produção de CLT que terá capacidade para produzir 50.000m3 / ano. A combinação deste sistema construtivo com o de estruturas modulares pré-fabricadas (wood frame) resultará numa capacidade produtiva de 1.000 a 1.200 casas por ano. Esta é uma parceria que irá permitir alcançar objectivos mais ambiciosos para o presente e futuro, visando um crescimento e visibilidade mais expressivos, não só para a marca como também para a sua área de actividade e causa ecológica”, avançou José Maria Ferreira.

A Ooty é uma marca que se dedica à produção de estruturas pré-fabricadas e modulares com subestrutura em madeira (wood frame) como casas, bungalows, módulos de alojamento, entre outros. Apresenta não só um conceito contemporâneo de soluções pré-fabricadas, como abre passo a uma nova abordagem ao desenho arquitectónico, executando também projectos feitos de raiz, apoiados pelo seu departamento de arquitectura e engenharia.

A associação entre ambas empresas permite à Ooty dar um salto de escala e dedicar-se a um dos mais inovadores métodos de construção em madeira, a construção CLT (cross laminated timber). Este método construtivo distingue-se pela utilização de painéis estruturais de madeira que são colados com as suas fibras justapostas em ângulos de 90º, garantindo uma elevada rigidez e uma excelente prestação térmica.

As estruturas pré-fabricadas e modulares permitem a realização de projectos de pequena ou grande escala, estando ao alcance de um maior número de pessoas pelos seus custos competitivos e timings reduzidos de construção. A montagem de uma casa de 200m2 pode ser feita em pouco mais de uma semana por uma equipa de quatro pessoas. As construções modulares distinguem-se ainda pela engenharia aplicada que permite uma elevada eficiência energética e isolamento térmico e acústico. Construídas com materiais reciclados e/ou passíveis de serem reciclados posteriormente, este é um modelo de construção que gera menor desperdício quando comparado com as construções convencionais.

Este tipo de solução tem vindo a ser cada vez mais procurada por jovens casais que reconhecem neste modelo uma solução de habitação permanente, a preço acessível e livre de complicações. A marca Ooty tem sido especialmente apreciada pelo sector do turismo, podendo já encontrar-se unidades modulares em sítios como a Quinta da Pacheca em Lamego, o Glamping Hills Park em Bragança, a barragem de Castelo de Bode ou até no centro de treino do Lille Olympique Sporting Clube,em França.

Com um impacto ambiental praticamente nulo, a Ooty aposta em sistemas de construção em seco, os quais não apresentam limitações no que respeita à altura dos edifícios, o que permite estruturas como a que irá surgir em Londres, onde será construído o primeiro arranha-céus, de 80 andares, com estrutura de madeira.

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