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Edição de 2021 da Tektónica arranca com novo “Ciclo de Conferências”

Entre os dias 6 a 9 de Outubro, a Feira Internacional da Construção volta a realizar-se na FIL, em Lisboa e durante três dias irá debater alguns dos temas que marcam a actualidade do sector. Entre as novidades há, também, o espaço Tektónica HUB e o Fórum Portugal Senegal

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Entre os dias 6 a 9 de Outubro, a Feira Internacional da Construção volta a realizar-se na FIL, em Lisboa e durante três dias irá debater alguns dos temas que marcam a actualidade do sector. Entre as novidades há, também, o espaço Tektónica HUB e o Fórum Portugal Senegal

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O Ciclo de Conferências, o Fórum “L’Habitat Portugal – Senegal”, o Prémio Inovação e a Tektónica HUB são algumas das iniciativas que irão marcar a edição de 2021 da Tektónica.
Entre os dias 6 a 9 de Outubro, a Feira Internacional da Construção volta a realizar-se na FIL, em Lisboa, novamente em conjunto com o Salão Imobiliário de Portugal, embora, desta vez, o evento permita a realização em pavilhões separados.

Segundo a organização, a principal novidade da feira é o ciclo de conferências, que irá decorrer durante três dias e com três temáticas distintas, de forma a abordar os temas que marcam a actualidade no sector, nomeadamente, a competitividade, sustentabilidade e resiliência na construção, e que conta, este ano, com a orientação científica e técnica do Ceris – Investigação e Inovação em Engenharia Civil para a Sustentabilidade, do Instituto Superior Técnico (IST).

Tektónica HUB
Outra das novidades é a iniciativa Tektónica HUB, cujo objectivo é “juntar todas as actividades que ocorrem durante a feira e realizá-las num espaço próprio e inteiramente preparado para o efeito”. No Tektónica HUB vão decorrer as Academias Tektónica, onde serão realizadas apresentações por parte das empresas participantes, nomeadamente comerciais, de lançamento de novos produtos ou novidades. É também neste espaço que se irão realizar palestras temáticas e wokshops técnico-profissionais.

Fórum “L’Habitat Portugal-Senegal”

No dia 7 de Outubro, e em colaboração com a Fundação AIP, FIL e Tektónica, irá decorrer a primeira edição do Fórum “l’Habitat Portugal - Senegal”, no qual está confirmada a participação dos Ministérios do Urbanismo e Negócios Estrangeiros do Senegal, as instituições patronais e um conjunto importante de empresas e entidades que procuram em Portugal promover o programa nacional senegalês denominado “100.000 Logements”, que será apresentado formalmente pelas autoridades do Senegal através da agência de promoção senegalesa APIX.
É considerado pelas entidades oficiais de ambos os países, um acontecimento “chave” para o sector da construção e Infra-estruturas e assume-se como um marco incontornável nas relações bilaterais, designadamente no segmento da Construção e Imobiliário e das Energias Verdes.
O Fórum “l’Habitat Portugal Senegal” resulta da iniciativa conjunta da Embaixada do Senegal em Portugal, da Fundação AIP através da Tektónica e da CCIPS|AO - Câmara de Comércio e Indústria Portugal – Senegal e África Oeste em Dakar, a qual é institucionalmente apoiada pela AICEP Portugal.
Na Tektónica, participará igualmente uma delegação senegalesa, que se prevê a maior desde a visita presidencial do Senegal a Portugal em 2015, composta por um conjunto de empresas e instituições representativas do sector da construção, imobiliário e sector bancário, com um plano previamente agendado de encontros comerciais bilaterais, com vista à promoção de negócio, gerando novas oportunidades para as empresas participantes e para todos aqueles que se interessem pela internacionalização e amplificação dos seus negócios e actividades no eixo Europa e região da África Oeste, em particular entre os mercados de Portugal e Senegal.

Prémios Inovação
A Inovação sempre foi um dos pilares em destaque na Tektónica, que a cada edição, distingue e premeia os produtos mais inovadores e sustentáveis do mercado da construção. Nesta que é já a sua 23ªedição, são candidatos ao Prémio Inovação Tektónica, 19 produtos e serviços de empresas e sectores distintos. A avaliação e atribuição de 1º Prémio e três Menções Honrosas é da responsabilidade de um júri constituído por especialistas de reconhecido mérito e capacidade técnica e os produtos candidatos são avaliados com base nos seus aspectos técnicos, funcionais, estéticos e sociais.
O prémio Inovação é uma iniciativa fortemente reconhecida pelas empresas participantes, visitantes e compradores profissionais e imprensa técnica, demonstrando o potencial inovador das empresas portuguesas que contribuem para o desenvolvimento do tecido empresarial nacional.

Conferências
6 de Outubro - Construção e Economia Circular
Ceris/IST (Civil Engineering Research and Innovation for Sustainability)
Sistema LiderA do IST
Cluster Habitat Sustentável
Associação Smart Waste Portugal
Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto
APCMC (Associação Portuguesa dos Comerciantes de Materiais de Construção)
AICCOPN (Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas)

7 de Outubro - Produtos Eficientes e contributo para a Funcionalidade e Sustentabilidade
IRHU (Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana)
Anfaje (Associação Nacional dos Fabricantes de Janelas Eficientes)
Grupo Preceram
Amorim Isolamentos
Metalusa e Modiko (Grupo Patrilar)
IST (Instituto Superior Técnico)
Jornal Construir

8 de Outubro - Digitalização, Qualidade e Competitividade na Construção
AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal)
ISEG (Lisbon School of Economics and Management)
ADENE (Agência para a Energia)
Plataforma Tecnológica Portuguesa da Construção
César Freitas Arquitectos
Ordem dos Engenheiros
Ordem dos Arquitectos

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Sonae Sierra cria novo fundo de investimento para o retalho alimentar

O novo Fundo de Investimento Alternativo (FIA), com a criação do Sierra German Food Retail Income Fund I, arranca com cinco activos na Alemanha e tem um volume de investimento alvo de, pelo menos, 200 M€

A Sonae Sierra encontra-se a investir no sector do retalho alimentar na Alemanha através de um fundo dirigido a investidores institucionais.  O novo Sierra German Food Retail Income Fund I tem como foco o investimento em supermercados, hipermercados e discounters por toda a Alemanha, de preferência propriedades stand-alone estáveis, com arrendamentos de longo prazo a operadores líderes de mercado. anunciou a empresa. O fundo tem um volume de investimento alvo de, pelo menos, 200 milhões de euros.

A criação deste veículo financeiro reforça o foco da Sonae Sierra na expansão do negócio de gestão de fundos de investimento, uma parte fundamental da ambição estratégica da empresa, na qual combina o seu vasto know-how em criação de valor patrimonial, com parcerias de longa data com investidores institucionais de referência.

O novo Fundo de Investimento Alternativo (FIA), com a criação do Sierra German Food Retail Income Fund I, arranca com cinco activos de retalho alimentar, cobrindo uma área total de aproximadamente 6.500 m2 de Área Bruta Locável (ABL), operados por marcas-chave no mercado alemão, como a Aldi, Rewe e Netto.

Christoph Billwiller, líder da equipa de Investment Management da Sonae Sierra na Alemanha, afirma que "a criação deste novo FIA aberto representa um novo marco para a Sonae Sierra na Alemanha, já que oferece uma solução para investidores profissionais e institucionais que procura assegurar rendimentos estáveis de longo prazo". E acrescenta: "Faz parte da estratégia da Sonae Sierra aumentar a exposição a novos veículos de investimento imobiliário, capitalizando a nossa experiência internacional e as relações de parceria que construímos ao longo dos últimos 30 anos com múltiplos investidores institucionais”.

A Sonae Sierra gere, actualmente, cinco mil milhões de euros em 12 diferentes veículos de investimento, com uma carteira de fundos imobiliários e activos operacionais em toda a Europa.

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Terminal K em Alfama vai ser apart-hotel da OptylonKrea

OptylonKrea e STAG compraram o edifício do século XIX. Com 7.000 m2, o Terminal K vai ser reabilitado e transformado num novo apart-hotel da marca Prima Collection. Contará com 74 unidades residenciais, pátio interior, piscina e espaços de retalho comercial

A OptylonKrea, empresa pan-mediterrânica de promoção imobiliária e gestão de investimentos, adquiriu, em conjunto com a Stag Fund Management, o Terminal K, um edifício com 7.000 m2, localizado em Alfama, próximo do terminal internacional de cruzeiros de Lisboa e da estação de Santa Apolónia.

O edifício, adquirido à Cerberus Capital Management, será reabilitado e transformado num apart-hotel da marca de unidades residenciais da OptylonKrea, a Prima Collection, que terá ali a sua sexta localização. A compra do Terminal K, em Lisboa, é o 13º investimento da OptylonKrea em Portugal, confirmando a confiança do grupo no mercado imobiliário nacional e o optimismo em relação à recuperação económica pós-Covid. Recordamos que o Terminal K integrava o portfólio Arya, vendido pela Fidelidade em Janeiro de 2020.

"Estamos extremamente satisfeitos com a conclusão deste contrato, que acredito ser um forte incremento ao portefólio da OptylonKrea e à nossa marca cada vez maior de unidades residenciais Prima Collection. Com a excelente localização do edifício, a poucos metros do recém-construído terminal de cruzeiros, aliado à promissora recuperação da actividade turística em Portugal em 2022, sentimos que o momento era o ideal para esta aquisição”, refere William Tonnard, presidente e COO da OptylonKrea. “Com este projecto estruturante, pretendemos melhorar a oferta hoteleira e elevar a qualidade do serviço na cidade, ao mesmo tempo que trazemos uma nova vida a esta área rica em história”, conclui.

Projectado pelo arquitecto Saraiva & Associados, o Terminal K vai transformar uma área industrial/residencial do século XIX num novo destino de lifestyle, parte da marca de unidades residenciais Prima Collection. O novo apart-hotel terá um total de 74 unidades residenciais com acesso a um pátio interior, e uma piscina exclusiva no último piso com vista para o rio Tejo. O complexo conta ainda com uma área de retalho de 1.000 m² localizada no andar térreo, que foi também comprada pelo NEXT Capital Fund, gerido pela Stag Fund Management, e que será arrendada a grandes marcas do retalho.

Terminal K é a 6ª localização da marca Prima Collection

As mudanças recentes nos hábitos de viagem e o crescimento do teletrabalho, motivados pela pandemia, terão impactos de longo prazo na indústria da hotelaria e turismo. Neste contexto, a OptylonKrea aproveitou a oportunidade para rever a sua marca de unidades residenciais Prima Collection, nascida em
Lisboa, e adaptá-la às novas especificidades do mercado, ao mesmo tempo que prepara a expansão para outros mercados mediterrânicos, com o objectivo de chegar até 25 novas localizações nos próximos cinco anos.

“Decidimos reposicionar a nossa marca, para servir não só os viajantes, mas também os expatriados e os locais em busca de experiências de co-living e co-working”, afirma Hakan Kodal, chairman da OptylonKrea.

A marca, reposicionada sob a consultoria da Servotel, está agora a ser redesenhada pelas premiadas agências criativas e de design Blacksheep e AvroKo.

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Novo condomínio de luxo projectado para Vila Nova de Gaia

O Grupo Gabriel Couto vai construir o novo empreendimento imobiliário de luxo na zona da Afurada, em Vila Nova de Gaia. “Quinta de São Marcos” tem a assinatura do atelier ARQX

Um novo condomínio privado, o “Quinta de São Marcos”, vai nascer na zona ribeirinha de Vila Nova de Gaia, na margem sul do rio Douro. O projecto de arquitectura tem a assinatura do gabinete ARQX e a construção deste novo empreendimento, foi entregue à empresa Gabriel Couto, que foi seleccionada por garantir a execução de todo o plano e projecto.

Para a Gabriel Couto a adjudicação deste projecto, surge no seguimento de uma aposta muito forte do grupo no sector privado nestes últimos anos. “A adjudicação deste novo projecto residencial à nossa empresa, é um motivo de orgulho e sinal da confiança que os diversos clientes e promotores Imobiliários têm depositado na Gabriel Couto”, sublinha Daniel Costa, director comercial da construtora.

Este novo condomínio de luxo vai estar localizado numa das últimas encostas luminosas desta margem, construído nos socalcos da Quinta de São Marcos, instalando-se numa zona privilegiada de Vila Nova de Gaia.

O terreno vasto, que outrora foi uma quinta debruçada sobre o rio Douro, localiza-se no morro do Castelo, é voltado a nordeste e dotado de vistas privilegiadas. Este novo empreendimento residencial da Afurada contará com 23 apartamentos e três moradias com áreas que variam entre os 79 e os 288 m2, distribuídas por tipologias entre T1 e T4, com espaços exteriores, garagem, arrecadação e vistas deslumbrantes. Todas as habitações foram concebidas para famílias que valorizam a sofisticação, segurança e conforto e que procuram a proximidade ao rio e ao mar.

O condomínio “Quinta de São Marcos” surge de um projecto de arquitectura arrojado e contemporâneo, com um padrão distintivo ao nível dos acabamentos, ao serem seleccionados materiais nobres, de alta qualidade que asseguram grande durabilidade e constância, que reflecte o cuidado para mitigar os efeitos da proximidade marítima.

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Bedrock Capital Partners investe 125 M€ no Alcântara Lisbon Offices

A promotora adquiriu os dois edifícios de escritórios ao Grupo SIL, em Fevereiro de 2020, e pretende orientar o projecto para o “bem-estar das pessoas e para a sustentabilidade ambiental”, de acordo com as mais recentes tendências do mercado de trabalho

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Está a nascer em Alcântara, na zona ribeirinha da cidade, um dos mais relevantes projectos do segmento de escritórios de Lisboa– o ALLO: Alcântara Lisbon Offices. Com um investimento total de 125 milhões de euros e com data de conclusão prevista para o final de 2022, este projecto é promovido pela Bedrock Capital Partners. 

Os dois edifícios de escritórios, com uma ABL de cerca de 34 mil m2, e que se situam nos terrenos da antiga fábrica da Sidul, junto à Lx Factory, integravam o projecto Rivart (habitação e escritórios), promovido pelo Grupo SIL, tendo sido adquirida apenas a componente de escritórios pela sociedade de investimento Bedrock Capital Partners em Fevereiro de 2020.

Com assinatura do atelier Saraiva +Associados, o projecto ALLO integra uma área bruta de construção acima do solo de cerca de 39.000m2, dividida por dois edifícios de escritórios de características semelhantes, cada um com sete pisos acima do solo, a que irá corresponder uma ABL de cerca de 34.000 m2. Cada um dos edifícios contabiliza ainda quatro pisos em cave, totalizando no seu conjunto 681 lugares de estacionamento. Os dois edifícios comunicam entre si ao nível do piso térreo através de uma praça central onde as zonas verdes predominam e que pretende ser uma centralidade que promove a interacção entre os utilizadores e fomenta o sentido de comunidade. 

O ALLO apresenta, ainda, características únicas, nomeadamente ao nível da flexibilidade e eficiência dos espaços (disponibilizando áreas em open-space com mais de  2.600 m2 por piso), ao nível da oferta de infraestruturas comuns, incluindo um restaurante com esplanada na praça central, um rooftop de uso exclusivo de cada edifício, uma sala multiusos, balneários, parking com carregadores eléctricos e com lugares para viaturas ‘light mobility’ (bicicletas e trotinetes), bem como ao nível das amenities disponibilizadas aos utilizadores dos edifícios, destacando-se os serviços de concierge e uma app interactiva que pretende fomentar a ligação entre e com os utilizadores.

"Procurámos criar um espaço com o qual as pessoas se identifiquem, onde o bem-estar, a tecnologia, a sustentabilidade e a flexibilidade associada às zonas projectadas fazem com que as empresas e os seus utilizadores se sintam em perfeita harmonia. Queremos que este projecto espelhe as novas tendências de trabalho do pós-pandemia, o estilo de vida das pessoas que nele se movimentam, pela sua forte componente humana e de proximidade, mas também pelas características de inspiração, conectividade e criatividade, que pretendem elevar a realização profissional de cada um. Num contexto crescente de modelos híbridos de trabalho, queremos criar uma experiência de trabalho que atraia as pessoas para o escritório”, afirma André Gomes de Sousa, executive partner na Bedrock Capital Partners.

A definição do posicionamento e implementação do conceito disruptivo do local de trabalho – hoje, muito mais que um activo imobiliário – resulta do trabalho de consultoria estratégica realizado pela CBRE através de uma equipa multidisciplinar com know how em concepção de produto, posicionamento estratégico, marketing e leasing.

O nome ALLO surge, não apenas como uma designação, mas também como marca, que incorpora o conceito subjacente ao projecto, de criação de uma rede de pessoas que colaboram entre si contribuindo para o sucesso da comunidade em que se inserem, de forma a criar uma maior afinidade junto de empresas e pessoas, bem como uma cultura, sentido de pertença e de comunidade.

Para além de reflectir esta clara vertente humana, o ALLO é um projecto fortemente orientado para o bem-estar das pessoas e para a sustentabilidade ambiental, tendo sido definido como objectivo a obtenção das certificações Well Gold, que reconhece e promove a relação entre o edifício e os seus ocupantes, nomeadamente o impacto do ambiente contruído na saúde e bem-estar humano, e LEED Gold, que define edifícios altamente sustentáveis, que promovem a eficiência energética e o desempenho ambiental, contribuindo para reduzir a pegada carbónica. Adicionalmente e como forma de medir a flexibilidade, robustez e segurança da conectividade tecnológica, garantindo que os edifícios têm a infraestrutura digital em que as empresas actuais confiam e as empresas de amanhã procuram, o ALLO será certificado com o nível WIREDSCORE Gold.

A comercialização deste empreendimento está a cargo das consultoras imobiliárias CBRE e JLL.

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Galp e Habitat Invest inauguram serviços de mobilidade eléctrica em edifícios residenciais

No âmbito desta parceria ficarão disponíveis, já este ano, um total de 250 parqueamentos para veículos eléctricos nos empreendimentos Duque 70 e Linea Residences, em Lisboa, nos quais a Galp assegurará a instalação das wallbox para cada cliente

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A Galp e a Habitat Invest acabam de inaugurar o primeiro posto de serviços de mobilidade eléctrica em edifícios residenciais em Portugal, que inclui a oferta de serviços inteligentes de carregamento eléctrico de veículos e de soluções de mobilidade partilhada entre condóminos. O primeiro projecto abrangido por esta parceria, foi o Duque 70, localizado em Lisboa.

Através da parceria entre a Galp e a Habitat Invest, apresentada esta segunda-feira, dia 25 de Outubro, e que contou com o apoio da APPII, ficarão disponíveis, já este ano, um total de 250 parqueamentos preparados para o carregamento de veículos eléctricos, previstos tanto para empreendimentos Duque 70, como para o Linea Residences, na Av. 5 de Outubro, também em Lisboa. A Galp assegurará a instalação das wallbox para cada cliente.

A parceria entre a Galp e a Habitat Invest vai também abranger o fornecimento de energia 100% verde da Galp nos empreendimentos da Habitat, com oferta de soluções competitivas e adaptadas ao perfil de consumo de cada cliente.

Com esta parceria inovadora, a Galp e a Habitat Invest continuam a reforçar o seu posicionamento como referências nos respectivos sectores – energético e imobiliário – com a oferta de soluções de mobilidade eléctrica para os seus clientes, promovendo opções energéticas mais verdes e contribuindo para um futuro mais sustentável.

Além da parceria com a Galp, o empreendimento Duque 70 é, também, o primeiro edifício qualificado ao nível da saúde pelo Programa Covid20 da Nova Medical School e, ainda, o primeiro a receber o cacifo locker24h dos CTT para distribuição de ecommerce.

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Novos factores podem decidir a localização das empresas

O relatório ‘Future Working Location Trends’, da CBRE, traça sete recomendações tendo em conta um novo contexto de tomada de decisão por parte das empresas no que diz respeito à localização dos seus escritórios

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O relatório ‘Future Working Location Trends’, traça sete recomendações tendo em conta um novo contexto de tomada de decisão por parte das empresas no que diz respeito à localização dos seus escritórios.

A análise da CBRE mostra como as decisões em termos de localização devem ser observadas no contexto da proposta de valor do colaborador e analisa os factores de influência que as empresas devem considerar, desde a marca à cultura, passando pelos padrões de mobilidade, que sofreram alterações como consequência da pandemia.

“A disrupção causada pela pandemia mudou as expectativas das empresas e dos colaboradores relativamente aos modelos de trabalho, influenciando a tomada de decisão das empresas relativamente à localização dos seus escritórios. Este tipo de decisão precisa agora de estar totalmente interligada com a proposta de valor que as empresas querem oferecer aos seus colaboradores, bem como com as competências e os perfis das funções que estes desempenham” sublinha André Almada, Offices Advisory & Transaction Services Senior Director da CBRE Portugal.

As sete recomendações identificadas pela CBRE são:

1.Reconhecer as diferenças entre colaboradores, incluindo reacções diversas à pandemia e expectativas relativamente ao futuro:
As estratégias de localização das empresas implicam decisões complexas e envolvem diversos factores quantitativos e subjectivos – nenhuma localização pontua o máximo em todos os critérios de selecção. Quase sempre a decisão final envolve um conjunto complexo de escolhas, mas acima de tudo, deve ser consistente com os objectivos definidos pela empresa.

2.Foco em unidades de negócio e funções:
As empresas têm de considerar as funções desempenhadas pelos colaboradores, como estas se distribuem entre os seus diversos escritórios e como interagem umas com as outras, com clientes e outros stakeholders.

3.Reconhecer como a marca e a cultura poderão ter mudado durante a pandemia, tanto para os actuais colaboradores como para os potenciais:
Enquanto é provável que os actuais colaboradores já esperassem determinadas respostas por parte da liderança da empresa, é importante considerar as implicações de tais medidas na atracção de talento.

4.Considerar alterações nos padrões de deslocação casa-escritório:
Uma redução das visitas ao escritório poderá significar que alguns colaboradores vivem agora mais longe. Este é um resultado do aumento do preço das casas e de outras métricas de selecção da localização da habitação. Este fenómeno é mais provável em colaboradores que se encontram numa fase da vida onde mais tempo e espaço em casa é importante.

5.Manter o objectivo da proximidade física quando se contrata remotamente:
Uma das principais vantagens da contratação remota é captar colaboradores que antes não seriam acessíveis, em localizações onde o estabelecimento de um novo escritório seria inviável ou onde a atracção de talento era mais desafiante. Algumas empresas que estão a contratar remotamente procuram seleccionar candidatos numa determinada área, de forma a que estes mantenham uma interligação.

6.Definir novas medidas de produtividade:
As empresas têm de começar a medir a produtividade no escritório. As medidas tradicionais estão muito focadas no custo ou em medidas de satisfação ou desmotivação dos colaboradores. Nenhuma é verdadeiramente eficaz. As empresas terão de desenvolver processos nas diversas funções e definir novas medidas de avaliação da produtividade, nomeadamente para comparar o trabalho realizado em casa com o que é feito no escritório.

7.Olhar antes de agir:
Antes da pandemia, já muitas empresas tinham investido na criação de espaços mais atractivos e funcionais, um factor que agora é tão ou mais importante. É imprescindível olhar antes de agir para evitar decisões precipitadas.

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Relançamento turístico mundial discutido em Vilamoura

“The Resort and Residential Hospitality Forum” (R&R), reúne dia 26/10 em Vilamoura os maiores especialistas mundiais em investimentos nas áreas do turismo, da hospitalidade e do lazer

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“The Resort and Residential Hospitality Forum” (R&R), reúne dia 26/10 em Vilamoura os maiores especialistas mundiais em investimentos nas áreas do turismo, da hospitalidade e do lazer. A conferência conta com a presença do ministro da Economia, Pedro Siza Vieira na sessão de abertura.

‘Lazer suporta a retoma’ é o tema da edição de 2021 da R&R, numa altura em que o sector do turismo começa a recuperar de quase dois anos de grande instabilidade provocada pela pandemia do COVID 19, numa prova da resiliência e adaptabilidade demonstrada por esta indústria.

A R&R, que decorre em Vilamoura até 27 de Outubro, integra o International Hospitality Investment Forum (IHIF) e atrai um público sénior de investidores, promotores e operadores líderes no sector de hospitalidade e de lazer. Estão presentes no Algarve responsáveis de alguns dos maiores grupos internacionais ligados ao investimento turístico, sendo um fórum para a troca de conhecimento, mas também para o desenvolvimento de negócios e parcerias.

As mudanças sistémicas no investimento em hospitalidade e lazer continuam a alavancar a indústria, com linhas cada vez mais ténues entre a vida pessoal e profissional exigindo inovação em todos os aspectos de forma a que se possa trabalhar remotamente ao mesmo tempo que se pode viver fora dos grandes centros urbanos, aproveitando todo o tipo de infraestruturas e tecnologias que os resorts colocam à disposição dos seus residentes.

A secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, intervirá no painel sobre o papel dos Governos na recuperação do sector pós pandemia, tanto ao nível do investimento das empresas como dos particulares e como reactivar a mobilidade das pessoas para as viagens de turismo e lazer. Também presente estará o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo. O responsável participa, numa sessão sobre Portugal como destino turístico que integra ainda o CEO da Vilamoura World, João Brion Sanches, e o CEO do Ombria Resort, Júlio Delgado.

Na edição de 2019, mais de 400 delegados de 14 países participaram neste encontro internacional que oferece um equilíbrio entre networking e informação sobre estratégias e tendências de investimento no sector.

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Prometheus International vende dois imóveis na Madeira em criptomoeda

O negócio no valor de 4,1M€ foi pago em criptomoeda, a primeira vez que isso acontece no nosso país, marcando o início da revolução blockchain em Portugal

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As duas primeiras propriedades dos projectos costeiros Aurora e Saudade localizadas na ilha da Madeira, no valor total de 4,1 milhões de euros, foram vendidas em Portugal pela Prometheus International. E a notícia podia ficar por aqui não fosse o caso de o negócio ter sido concretizado em criptomoeda, o que faz dele o primeiro do seu género no país.

Priyesh Patel, CEO da Prometheus, revelou que a empresa fechou um acordo, em Agosto, para vender duas casas de luxo, pagas com a criptomoeda Cardano. A empresa desenvolveu novos protocolos que permitem a integração desta nova área de mercado nos seus requisitos internos KYC (“Know Your Costumer”) para concluir a transacção em euros antes do registo e torná-la assim compatível com as leis europeias.

A posse dos imóveis também estará disponível como um NFT (Token Não-Fungível), permitindo que os futuros proprietários revendam as propriedades com apenas um clique, através da tecnologia Blockchain. A equipa jurídica da Prometheus garantirá que as transferências e os registos de propriedade estejam em conformidade com toda a legislação aplicável, até que os governos adotem a tecnologia blockchain nos seus processos.

O projecto “The Royal Blockhouse”

O promotor internacional tem em curso o The Royal Blockhouse, um projecto em conjunto com alguns dos maiores influencers europeus neste espaço, “conjugando dois aspectos da revolução blockchain: as infraestruturas NFT e Blockchain, sendo esta a primeira do género no mundo imobiliário”, refere a empresa em comunicado.
“O Royal Blockhouse consiste num conjunto de vivendas internacionais de luxo, projectadas por arquitectos da Prometheus, escandinavos e portugueses. Estarão disponíveis em locais idílicos em todo o mundo dentro de um mês, estabelecendo um novo padrão dentro do espaço de desenvolvimento imobiliário internacional para imóveis de luxo”, avança a Prometheus.

As moradias serão totalmente geridas na blockchain, desde as funcionalidades smart home, o licenciamento, direitos de propriedade, aluguer, taxas, tecnologia, acessos, pagamentos, condomínio, entre outros.

“Os investidores poderão adquirir propriedades de luxo em grupo e ganhar dinheiro com as rendas, detendo tokens que representam uma parte de uma propriedade. Isto permitirá aproveitar os fluxos de receita provenientes das rendas sem a necessidade de comprar o activo subjacente pelo preço total”, explica a promotora.

A Prometheus centra actualmente a sua actividade em Portugal na Madeira, definindo-se como uma empresa que tem como missão “garantir a construção de imóveis de luxo da mais elevada qualidade, integrando inovação, tecnologia inteligente e produtos de qualidade superior para criar os imóveis mais bonitos do planeta”.

O processo inclui a escolha dos locais, gestão do projeto de arquitetura, a construção, a integração de funcionalidades Smart Home até à entrega do produto final ao cliente – mobilado e pronto a ocupar. “O cliente entra na sua casa pela primeira vez como se estivesse a entrar num hotel de luxo”, explica o CEO da Prometheus, que só fabrica produtos que obedeçam a padrões muito elevados. A empresa chama à sua abordagem Architecture for a Life Worth Living.

A empresa tem actualmente cinco empreendimentos imobiliários de luxo na Madeira, estando outros em desenvolvimento. Estes projectos têm “um nível de execução e acabamento sem paralelo na região”, afirma o CEO da Prometheus. Os projectos Aurora e Interestelar, na Calheta, e o projecto Saudade, na Ponta do Sol, têm entrega prevista para 2022, num valor total superior a 15 milhões de euros. Dois outros projectos na região da Calheta, Valhalla, estão em fase de desenvolvimento, juntamente com o Royal Blockhouse definido para implantação em Portugal.


Saudade


Aurora

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BEI e Galp acordam o financiamento de 732M€

O Banco Europeu de Investimento e a Galp assinaram três acordos de financiamento para a construção de parques de energia solar e a implantação de estações de carregamento de veículos eléctricos em Portugal e Espanha

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O Banco Europeu de Investimento (BEI) e a Galp assinaram três acordos de financiamento para a construção de parques de energia solar e a implantação de estações de carregamento de veículos eléctricos em Portugal e Espanha, “promovendo acções climáticas e a coesão social em algumas das regiões mais frágeis em matéria de resiliência climática e económica”, anunciou a companhia petrolífera portuguesa em nota enviada à CMVM.

Globalmente, Galp e o BEI assinaram um financiamento total de €406,5 milhões de euros, o qual poderá ascender a 731,5 milhões euros numa fase posterior, com um montante adicional aprovado de 325 milhões de euros.

O maior empréstimo, no montante de 325 milhões de euros, consiste num empréstimo de energia verde do BEI e tem por objectivo financiar a construção de um grande número de parques de energia solar em Espanha, as quais estão a ser desenvolvidas pela Galp e cuja construção deverá começar nos próximos três anos, incluindo a infraestrutura auxiliar de interligação à rede. O portfólio destes sistemas inclui parques de energia solar fotovoltaicas de grande escala com uma capacidade total de cerca de 2 GWp, equivalente ao consumo anual de energia de 866.400 lares.

Um montante adicional de €325 milhões poderá também ser assinado sob o formato de Project Finance numa fase posterior, o que significa que o financiamento global do BEI para este projecto poderá ascender a 650 milhões de euros. Com dimensões que variam entre 24 MWp e 449 MWp, os parques de energia solar estarão localizados em todas as regiões da coesão de Espanha (Andaluzia, Aragão, Castela-Mancha e Estremadura).

Um segundo contracto assinado, no valor de 40 milhões de euros tem como destino a construção e exploração de quatro parques de energia solar fotovoltaica interligados com uma capacidade total de 144 MWp no Algarve, no município de Alcoutim (Viçoso, 48,0 MWp; Pereiro, 18,7 MWp; São Marcos, 48,9 MWp; e Albercas, 28,4 MWp). Uma vez operacionais, espera-se que os quatro parques de energia solar produzam em média 230 GWh de energia renovável por ano, o equivalente ao consumo anual de energia de 72.800 lares. Segundo a empresa, o acordo contribui para o objectivo vinculativo da Comissão Europeia de ter pelo menos 32% do consumo final de energia proveniente de fontes renováveis até 2030. Este projecto irá também ajudar Portugal a cumprir os seus objectivos do Plano Energético e Climático, que prevêem 47% de fontes renováveis no consumo final bruto de energia até 2030.

Outros 41,5 milhões de euros destinam-se ao projecto de mobilidade eléctrica da Galp, o qual consiste na instalação de pontos de carregamento de veículos eléctricos em Espanha e Portugal. O projecto prevê a implantação de 5.500 pontos de carregamento até 2025, 55% dos quais serão localizados em regiões menos desenvolvidas e de coesão de transição em toda a Península Ibérica. “Espera-se também que o acordo contribua para o desenvolvimento do mercado de infraestruturas de carregamento de veículos eléctricos, melhorando o desempenho tecnológico, reduzindo os custos iniciais de equipamento, e mobilizando investimentos nas indústrias de veículos eléctricos, contribuindo assim para veículos mais eficientes e acessíveis”.

Em conformidade com a Política de Empréstimos para Transportes do BEI, o projecto é apoiado pelo Cleaner Transport Facility (CTF) e beneficia do Connecting Europe Facility Debt, um instrumento financeiro que apoia os objetivos do CTF. A Galp tem a intenção de expandir a sua oferta de postos de carregamento para 10.000 até 2025 na Península Ibérica.

“Temos o prazer de apoiar a Galp no seu percurso de descarbonização e unir forças para promover acções climáticas e a geração de energia renovável tanto em Espanha como em Portugal. Estes três projectos contribuem para os objectivos estabelecidos no Green Deal da UE e irão apoiar os objectivos de descarbonização dos países, ao mesmo tempo que impulsionam o crescimento económico, a criação de emprego e a coesão social", disse o Vice-Presidente do BEI, Ricardo Mourinho Félix. "Voltar a construir melhor, mais verde e mais justo não é apenas um slogan, mas um imperativo. Não há vacina para prevenir a crise climática. A única forma de avançar é promover investimentos verdes e sustentáveis e assegurar uma transição justa para todos. O BEI está 100% comprometido com este objectivo”.

No total, os três projectos apoiam acções climáticas e a coesão social, e irão gerar em média um total de 3,6 TWh de energia renovável/ano, o equivalente ao consumo de energia de aproximadamente 940.000 lares.

“O compromisso da Galp em se tornar uma empresa neutra em carbono obriga-nos a sermos ousados nas acções que tomamos hoje, enquanto nos certificamos de que prosperamos durante a transição energética", refere o CEO da Galp Andy Brown. “O nosso plano de reformular o nosso portfólio já está em curso, com a Galp a acelerar a integração de soluções energéticas de baixa ou nenhuma presença de carbono nos nossos negócios. O apoio do BEI é fundamental para nos ajudar a aumentar o ritmo de desenvolvimento desses projectos" acrescentou.

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Goldman Sachs Asset Management investe 200M€ na Constructel Visabeira

200 milhões de euros garantem à Goldman Sachs Asset Management uma participação minoritária na Constructel Visabeira, subsidiária do Grupo Visabeira. O investimento garante “o apoio nesta próxima fase de crescimento”

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200 milhões de euros garantem à Goldman Sachs Asset Management uma participação minoritária na Constructel Visabeira, subsidiária da multinacional portuguesa e holding multissectorial Grupo Visabeira.

O anúncio da assinatura do contracto foi feito em comunicado conjunto. Segundo o Grupo Visabeira os recursos provenientes do investimento serão utilizados predominantemente para acelerar o crescimento orgânico e inorgânico, através de aquisições, apoiando a estratégia de expansão da empresa.

"A Goldman Sachs tornou-se, rapidamente, no parceiro ideal para nós: o alinhamento com os nossos objectivos estratégicos, a amplitude da sua plataforma internacional e a sua experiência no sector irá permitir- nos concretizar todo o nosso potencial”, justificou Nuno Terras Marques, CEO da Constructel Visabeira e do Grupo Visabeira.

A Constructel Visabeira é líder no fornecimento de serviços nos sectores das telecomunicações e energia, com uma vasta experiência de mais de 40 anos. A empresa possui um know-how diferenciado na concepção, engenharia, construção, manutenção e operação de infraestruturas de rede, estando presente em Portugal, França, Reino Unido, Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Itália, Espanha e Estados Unidos da América. Actualmente, a empresa emprega mais de 5.000 pessoas e perspectiva atingir, em 2021, um volume de negócios superior a 800 milhões de euros.

A contínua migração para a tecnologia de fibra óptica, o foco acrescido das operadoras na implementação de redes 5G, soluções de IoT (internet of things), datacenters e a evolução das infraestruturas de rede de electricidade e gás, impulsionarão a procura adicional dos serviços da Constructel Visabeira nos principais mercados-alvo. A parceria com um investidor internacional de renome garante “o apoio nesta próxima fase de crescimento” e, simultaneamente, a “independência” da companhia.

"A Constructel Visabeira está na vanguarda das macrotendências da transição digital, bem como da actual modernização da infraestrutura energética e da aposta nas energias renováveis. Ficámos impressionados com a visão, capacidade de execução e inovação da equipa de gestão da Constructel e estamos muito entusiasmados por apoiar um líder do sector, sob a liderança de Nuno Terras Marques, nesta fase crítica de aceleração da sua trajectória de crescimento", referiu em comunicado a equipa da Goldman Sachs Asset Management, liderada por Michele Titi-Cappelli, José Barreto, e Mihir Lal.

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