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Edição de 2021 da Tektónica arranca com novo “Ciclo de Conferências”

Entre os dias 6 a 9 de Outubro, a Feira Internacional da Construção volta a realizar-se na FIL, em Lisboa e durante três dias irá debater alguns dos temas que marcam a actualidade do sector. Entre as novidades há, também, o espaço Tektónica HUB e o Fórum Portugal Senegal

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Edição de 2021 da Tektónica arranca com novo “Ciclo de Conferências”

Entre os dias 6 a 9 de Outubro, a Feira Internacional da Construção volta a realizar-se na FIL, em Lisboa e durante três dias irá debater alguns dos temas que marcam a actualidade do sector. Entre as novidades há, também, o espaço Tektónica HUB e o Fórum Portugal Senegal

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O Ciclo de Conferências, o Fórum “L’Habitat Portugal – Senegal”, o Prémio Inovação e a Tektónica HUB são algumas das iniciativas que irão marcar a edição de 2021 da Tektónica.
Entre os dias 6 a 9 de Outubro, a Feira Internacional da Construção volta a realizar-se na FIL, em Lisboa, novamente em conjunto com o Salão Imobiliário de Portugal, embora, desta vez, o evento permita a realização em pavilhões separados.

Segundo a organização, a principal novidade da feira é o ciclo de conferências, que irá decorrer durante três dias e com três temáticas distintas, de forma a abordar os temas que marcam a actualidade no sector, nomeadamente, a competitividade, sustentabilidade e resiliência na construção, e que conta, este ano, com a orientação científica e técnica do Ceris – Investigação e Inovação em Engenharia Civil para a Sustentabilidade, do Instituto Superior Técnico (IST).

Tektónica HUB
Outra das novidades é a iniciativa Tektónica HUB, cujo objectivo é “juntar todas as actividades que ocorrem durante a feira e realizá-las num espaço próprio e inteiramente preparado para o efeito”. No Tektónica HUB vão decorrer as Academias Tektónica, onde serão realizadas apresentações por parte das empresas participantes, nomeadamente comerciais, de lançamento de novos produtos ou novidades. É também neste espaço que se irão realizar palestras temáticas e wokshops técnico-profissionais.

Fórum “L’Habitat Portugal-Senegal”

No dia 7 de Outubro, e em colaboração com a Fundação AIP, FIL e Tektónica, irá decorrer a primeira edição do Fórum “l’Habitat Portugal – Senegal”, no qual está confirmada a participação dos Ministérios do Urbanismo e Negócios Estrangeiros do Senegal, as instituições patronais e um conjunto importante de empresas e entidades que procuram em Portugal promover o programa nacional senegalês denominado “100.000 Logements”, que será apresentado formalmente pelas autoridades do Senegal através da agência de promoção senegalesa APIX.
É considerado pelas entidades oficiais de ambos os países, um acontecimento “chave” para o sector da construção e Infra-estruturas e assume-se como um marco incontornável nas relações bilaterais, designadamente no segmento da Construção e Imobiliário e das Energias Verdes.
O Fórum “l’Habitat Portugal Senegal” resulta da iniciativa conjunta da Embaixada do Senegal em Portugal, da Fundação AIP através da Tektónica e da CCIPS|AO – Câmara de Comércio e Indústria Portugal – Senegal e África Oeste em Dakar, a qual é institucionalmente apoiada pela AICEP Portugal.
Na Tektónica, participará igualmente uma delegação senegalesa, que se prevê a maior desde a visita presidencial do Senegal a Portugal em 2015, composta por um conjunto de empresas e instituições representativas do sector da construção, imobiliário e sector bancário, com um plano previamente agendado de encontros comerciais bilaterais, com vista à promoção de negócio, gerando novas oportunidades para as empresas participantes e para todos aqueles que se interessem pela internacionalização e amplificação dos seus negócios e actividades no eixo Europa e região da África Oeste, em particular entre os mercados de Portugal e Senegal.

Prémios Inovação
A Inovação sempre foi um dos pilares em destaque na Tektónica, que a cada edição, distingue e premeia os produtos mais inovadores e sustentáveis do mercado da construção. Nesta que é já a sua 23ªedição, são candidatos ao Prémio Inovação Tektónica, 19 produtos e serviços de empresas e sectores distintos. A avaliação e atribuição de 1º Prémio e três Menções Honrosas é da responsabilidade de um júri constituído por especialistas de reconhecido mérito e capacidade técnica e os produtos candidatos são avaliados com base nos seus aspectos técnicos, funcionais, estéticos e sociais.
O prémio Inovação é uma iniciativa fortemente reconhecida pelas empresas participantes, visitantes e compradores profissionais e imprensa técnica, demonstrando o potencial inovador das empresas portuguesas que contribuem para o desenvolvimento do tecido empresarial nacional.

Conferências
6 de Outubro – Construção e Economia Circular
Ceris/IST (Civil Engineering Research and Innovation for Sustainability)
Sistema LiderA do IST
Cluster Habitat Sustentável
Associação Smart Waste Portugal
Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto
APCMC (Associação Portuguesa dos Comerciantes de Materiais de Construção)
AICCOPN (Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas)

7 de Outubro – Produtos Eficientes e contributo para a Funcionalidade e Sustentabilidade
IRHU (Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana)
Anfaje (Associação Nacional dos Fabricantes de Janelas Eficientes)
Grupo Preceram
Amorim Isolamentos
Metalusa e Modiko (Grupo Patrilar)
IST (Instituto Superior Técnico)
Jornal Construir

8 de Outubro – Digitalização, Qualidade e Competitividade na Construção
AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal)
ISEG (Lisbon School of Economics and Management)
ADENE (Agência para a Energia)
Plataforma Tecnológica Portuguesa da Construção
César Freitas Arquitectos
Ordem dos Engenheiros
Ordem dos Arquitectos

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OE22: AEP alerta para “ausência de medidas decisivas para apoiar as empresas”

“A melhor resposta que o Governo pode dar à actual crise é mitigar o mais possível a subida dos custos de produção das empresas, pois ainda vigora a flexibilidade europeia das regras das contas públicas e o BCE tem mecanismos para travar a subida das taxas de juro soberanas”, considera a AEP

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Recentemente anunciado, o Orçamento de Estado (OE) para 2022 não encontra eco nas Pequenas e Médias Empresas que não se revêm nas medidas apresentadas. Em comunicado a Associação Empresaria de Portugal (AEP) alerta para “ausência de medidas decisivas para apoiar as empresas e melhorar de forma duradoura a competitividade”, considerando, ainda, que a segunda proposta de OE é “um misto da primeira proposta − onde não havia qualquer foco no apoio ao potencial produtivo − com as recentes medidas apresentadas pelo Governo para mitigar a crise, que apesar de positivas, são tardias, insuficientes e apenas conjunturais”.

“Para a AEP continuam a faltar medidas decisivas para apoiar as empresas nesta difícil conjuntura e para melhorar de forma mais duradoura a sua competitividade”. Alguns aspectos como o regresso do lay-off simplificado e do banco de horas individual, suspensão do pagamento de moratórias e reorientação de verbas do PRR para os sectores mais afectados, assim como a redução significativa da carga fiscal, nomeadamente ao nível do IRC e impostos sobre energia, continuam a falhar nos apoios às empresas.

“A melhor resposta que o Governo pode dar à actual crise é mitigar o mais possível a subida dos custos de produção das empresas, mesmo que à custa de um défice público mais alto, pois ainda vigora a flexibilidade europeia das regras das contas públicas e o BCE tem mecanismos para travar a subida das taxas de juro soberanas”, considera a AEP.

Luís Miguel Ribeiro, presidente da AEP, reforça, também, a importância de melhorar aspectos da primeira proposta orçamental, em particular o Incentivo Fiscal à Recuperação, cujas exigências e limitações penalizadoras devem ser eliminadas. “Só desta forma se evitará uma escalada de falências e desemprego e uma potencial espiral inflacionista e de perda de poder de compra, que penalizaria o consumo e poderia mesmo levar a uma recessão”.

Sendo a melhor estratégia de resposta à crise a redução dos custos das empresas, a AEP considera fundamental que o Governo afaste totalmente ou adie várias propostas do seu programa que agravam fortemente a rigidez e os custos laborais, como é o caso de vários aspectos da Agenda do Trabalho Digno e outras propostas penalizadoras da competitividade, nomeadamente a subida do peso dos salários no PIB, que em 2021 estava já acima da UE, e a discussão extemporânea da semana de trabalho de quatro dias.

Estas medidas laborais são contraditórias face às recentes propostas de mitigação dos custos das empresas, que são incorporadas no Orçamento do Estado, sendo que a reduzida flexibilidade do trabalho outros dos aspectos penalizadores, considera a Associação. Por outro lado, aumentar os salários não será possível sem que sejam adoptadas medidas decisivas para aumentar a produtividade das empresas, onde Portugal compara mal no contexto da UE – o PIB por hora trabalhada em paridade de poderes de compra é de apenas 64,2% da média europeia, o terceiro valor mais baixo a nível europeu”, recorda o presidente da AEP. “O aumento da produtividade é crucial para elevar de forma sustentada o nível de vida e impedir que Portugal continue a cair para a cauda da Europa. Recorde-se que em 2021, foi já o sétimo mais baixo da União Europeia”, destaca.

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BEI apoia investimentos na recuperação da Ucrânia

O Banco Europeu de Investimento vai destinar 668 milhões de euros a favor da Ucrânia e será aplicado em projectos de infra-estruturas, abrangendo investimentos no domínio dos transportes, da energia, do desenvolvimento urbano e das tecnologias digitais. Espanha e Bélgica vão também receber verbas comunitárias

Ricardo Batista

O Banco Europeu de Investimento vai dedicar 668 milhões de euros a um conjunto de investimentos fundamentais na Ucrânia, verbas que se juntam a outros investimentos previstos no contexto europeu e que serão aplicadas na área das renováveis, saúde, água, bem como ao desenvolvimento rural e urbano. No total, o montante anunciado ascende a 791 milhões de euros.

A decisão do conselho de administração daquele organismo, explicada pelo presidente Werner Hoyer, surge como uma resposta do BEI, por via dos fundos de resposta solidária, à “guerra ilegal e implacável que a Rússia está a desenvolver na Ucrânia, com atrocidades levadas a cabo contra civis inocentes”. “Não podemos deixar-nos paralisar pelo horror, mas temos de continuar a trabalhar incansavelmente para dar mais apoio à Ucrânia e aos seus países vizinhos, acolhendo milhões de refugiados. Já desembolsámos 668 milhões de euros à Ucrânia e mais verbas estão a caminho”, assegura Hoyer.

O presidente do BEI confirma que as verbas disponibilizadas por aquele que é o accionista maioritário do Fundo Europeu de Investimento serão destinados a acelerar o investimento em energias renováveis, saúde e água e melhorar os serviços e oportunidades nas cidades e regiões rurais de toda a Europa. “Isto ajudará a Europa a enfrentar os desafios sociais, económicos e de segurança colocados pela guerra na Ucrânia”, revela Werner Hoyer.

O apoio está dedicado ao financiamento de infra-estruturas essenciais na Ucrânia mediante a reafectação de dotações autorizadas para projectos de infraestruturas, de modo a suprir necessidades imediatas de investimento e reconstrução. Este financiamento abrangerá investimentos no domínio dos transportes, da energia, do desenvolvimento urbano e das tecnologias digitais. Estas verbas podem ser disponibilizadas muito rapidamente, assim que as autoridades ucranianas estejam em condições de aprovar as alterações aos contratos em vigor. O BEI vai igualmente promover ajuda à reconstrução de tudo o que for destruído pelo exército russo através do financiamento de novas infra-estruturas sociais e económicas essenciais, que serão necessárias logo que a Ucrânia recupere a sua liberdade e independência após a guerra. Para este efeito, o BEI tirará partido da experiência adquirida com o Programa de Recuperação Rápida da Ucrânia que, após a ofensiva russa de 2014, apoiou 238 projectos de reconstrução de infra-estruturas municipais e sociais, como escolas e infantários, hospitais e habitações sociais.


Projectos a Ocidente

O Conselho do BEI aprovou igualmente 310 milhões de euros de novos financiamentos para expandir a produção de energias renováveis nos Bálticos e melhorar a distribuição de água e a segurança da água para 2,5 milhões de pessoas na Bélgica. O apoio ao investimento em água em larga escala na Valónia irá modernizar o abastecimento de água potável, aumentar a resiliência a um clima em mudança, reduzir o consumo de energia e aumentar a utilização de energias renováveis para o fornecimento e tratamento de água. Werner Hoyer anunciou ainda 316 milhões de euros para o desenvolvimento urbano e rural. O BEI concordou em financiar investimentos para melhorar os serviços e instalações municipais na Polónia e o apoio ao investimento agrícola em Espanha.

O apoio do BEI a novos investimentos na Zielona Góra, no oeste da Polónia, melhorará os transportes urbanos, melhorará as escolas e as instalações desportivas e reduzirá o consumo de energia. Na Andaluzia, no sul de Espanha, o BEI apoiará o investimento na modernização da agricultura, melhorará a biodiversidade e adoptará uma melhor gestão da água em 12.000 explorações agrícolas, ligará as regiões rurais à banda larga de alta velocidade e aumentará o acesso ao financiamento por parte das empresas locais. Também em Espanha, o BEI vai destinar 150 milhões de euros para apoiar a modernização de dois hospitais universitários em Pontevedra e Ferrol, na Galiza. Isto permitirá um melhor tratamento, aumentará a capacidade e reduzirá o risco de infecção nos hospitais que actualmente prestam cuidados a 1.000 doentes.

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Arquitectos portugueses em destaque no Urban Garden Award’22

O evento aconteceu no âmbito da feira Urban Garden e Expo Jardim e pretendeu homenagear o centenário de arquitecto Ribeiro Telles e os seus estudos para os corredores verdes que ligam o centro de Lisboa com a sua periferia

Ricardo Batista

Arquitectos portugueses e dos Estados Unidos destacam-se na primeira edição do Urban Garden Award’22. O evento aconteceu no âmbito da feira Urban Garden e Expo Jardim, que decorreu em Lisboa, de 7 a 9 de Abril, para acolher os profissionais do sector dos espaços verdes.
Numa organização conjunta da Exposalão, da Associação Portuguesa de Arquitectos Paisagistas e da plataforma de arquitectura IF-Ideasforward, e aproveitando o facto de o evento coincidir com o centenário do nascimento do arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles, o concurso internacional teve como tema “From de port to the airport”, com o objectivo de lançar um debate de ideais que “promova a reflexão sobre os eixos de ligação para a cidade de Lisboa, desde o porto ao aeroporto, incidindo no eixo Estação Fluvial Sul e Sueste – Praça das Partidas do Aeroporto Humberto Delgado”, refere a organização.

O programa para este concurso tem por base os estudos feitos pelo arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles para os corredores verdes que ligam o centro de Lisboa com a sua periferia, nomeadamente o Plano Verde de Lisboa e o Parque Periférico. O corredor de sustentabilidade que se pretende desenvolver, forma um eixo de ligação entre a zona da Estação Fluvial Sul e Sueste e a Praça das partidas do Aeroporto Humberto Delgado.

Assim, na categoria dos concorrentes profissionais, os arquitectos tiveram que apresentar uma proposta de arquitectura paisagista inovadora que contemplasse o desenvolvimento de um conceito geral integrador e de articulação funcional do corredor e definição de ideias em pelo menos três pontos de intervenção fundamentais ao longo do eixo definido e para os quais devem ser considerados as seguintes zonas: Praça da Estação Fluvial Sul e Sueste, Martin Moniz, Avenida Almirante Reis, Praça do Chile, Alameda Afonso Henriques, Praça do Areeiro, Avenida Gago Coutinho, Rotunda do relógio e Praça das partidas do Aeroporto Humberto Delgado. Além dos percursos, elementos urbanos como mobilidade, pedonalização, ciclovias; estacionamento de automóveis e bicicletas; carregamento para viaturas eléctricas; zonas verdes e zonas de estadia; espaços de jogo e recreio; espaço de desporto (formal ou informal) e infraestruturas sustentáveis deveriam ter integrado a proposta a apresentar.

Na categoria Estudantes, o objectivo pretendeu-se o desenvolvimento de um equipamento urbano inovador, o Espaço de Jogo e Recreio (PLAYGROUND). Propõe-se, assim, a reflexão sobre este tipo de espaços na medida em que maioritariamente são “ilhas” isoladas, vedados e standardizados. Este equipamento deverá contemplar espaços adequados para várias gerações e estar devidamente inserido e enquadrado num dos pontos de intervenção referidos anteriormente, à escolha do concorrente.
Os materiais a propor e ambas as categorias tiveram em consideração todos os aspectos relevantes na perspectiva ambiental, durabilidade e custos de manutenção.

Categoria Profissionais
1º Classificado
Equipa: Duarte Natário, Joana Azevedo, João Coelho
Lisboa (Portugal)
“Proposta muito bem fundamentada, com princípios interessantes bem aplicados, expressamente baseados na obra escrita e construída de Gonçalo Ribeiro Telles, tal como o programa sugeria. Excelente proposta, completo e interessante para todo o corredor de intervenção, sobretudo no que se relaciona com a mobilidade suave e a relação com o peão. Bem estruturada, hierarquizada, ligando a estrutura verde principal com espaço de estar. É de especial destaque a proposta elaborada para a Av. Gago Coutinho que releva conhecimento no sentido de compatibilizar todas as variáveis hoje necessárias a um desenho urbano bem dimensionado e sustentável, dando resposta aos desafios que a cidade actualmente no exige”

2º Classificado
Equipa: Astrid Haryati, Theresia Purnomo, Susanti Indrarajasa, Paul Sidharta,
Ajie Tresnoharry
Los Angeles (EUA)
“Conceito bem estruturado e fundamentado. Proposta inovadora e de grande alcance, abrangendo todos os aspectos solicitados no programa, apresentada de forma simples e clara. Incorpora soluções tradicionais e ao mesmo tempo sistemas inovadores sem cair em contradição. Note-se que algumas das ideias propostas exigem algum nível de artificialização o que não se deveria privilegiar”

3º Classificado
Equipa: Amália Souto de Miranda, Ana Rita Gonçalves, Gabriela Magalhães
Lisboa (Portugal)
“Conceito ambientalmente consistente, privilegiando o arvoredo, as superfícies verdes e a sombra. Proposta inovadora para o novo desenho da Alameda Afonso Henriques, com uma nova interpretação potenciando maior utilização do relvado principal. No entanto, subsistem dúvidas em relação ao traçado dos caminhos e à orgânica do desenho”

Categoria Estudantes
Equipa: Paulina Manríquez, Juan Pablo Vazquez, Víctor Alonso Zamudio, Luis Enrique Romero
Zapopan (México)
“Proposta muito criativa, lúdica e apelativa com muita personalidade e coragem por transformar um lugar seco, num espaço predominantemente permeável. Com um forte carácter identitário e inclusivo, que pode estabelecer boas ligações com o contexto do bairro e da cidade em geral. De fácil execução e muito funcional. O facto de ser efémera pode ser considerado um ponto contra em termos de sustentabilidade, mas um ponto a favor em temos de criatividade e possibilidade de actualização, não devendo, portanto, prejudicar a sua avaliação global”

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Academia APEMIP lança Bolsa de Agentes Imobiliários

Para integrarem esta Bolsa, os formandos devem completar os três níveis das novas formações: Acesso à Profissão de Agente Imobiliário (API), Agente Imobiliário (AGI) e Desenvolvimento da Profissão Imobiliária (DPI)

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A Academia APEMIP prepara-se para lançar uma Bolsa de Agentes Imobiliários para as empresas suas associadas que pretendem contratar profissionais com competências comprovadas.

Os formandos devem completar os três níveis das novas formações da Academia APEMIP dedicadas ao setor: Acesso à Profissão de Agente Imobiliário (API), Agente Imobiliário (AGI) e Desenvolvimento da Profissão Imobiliária (DPI).

O primeiro nível de formação – Acesso à Profissão de Agente Imobiliário (API) – tem como objectivo garantir a aquisição e a atualização de conhecimentos essenciais ao exercício da actividade, como o código deontológico da actividade.

Já o nível de formação seguinte, Agente Imobiliário (AGI), que será lançado a 29 de Abril, pretende ajudar os profissionais a desenvolver os melhores métodos e técnicas de angariação imobiliária. Por último, os formandos devem realizar a formação Desenvolvimento da Profissão Imobiliária (DPI).

Após a frequência com aproveitamento destas três formações, os formandos que tiverem interesse em fazer parte deste serviço devem autorizar a APEMIP a utilizar os seus dados, para que as suas informações constem da Bolsa de Agentes Imobiliários da Associação.

Posteriormente, os Associados da APEMIP terão acesso à base de dados dos formandos que autorizarem a divulgação das suas informações, com o objectivo de encontrarem profissionais com competências comprovadas.

O serviço estará disponível ainda no decorrer deste ano, após o lançamento das formações seguintes ao primeiro nível – Acesso à Profissão de Agente Imobiliário (API).

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Município do Porto e IHRU assinam acordo de 33,9M€

A Câmara do Porto, através da empresa municipal Porto Vivo SRU e o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) assinaram um acordo de colaboração que ascende aos 33,9 milhões de euros destinados à reabilitação e construção de fogos no âmbito do 1.º Direito

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A Câmara do Porto, através da empresa municipal Porto Vivo SRU e o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) assinaram um acordo de colaboração, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que ascende aos 33,9 milhões de euros para reabilitação e construção de fogos no âmbito do 1.º Direito.

O pacote agora assinado inclui ainda financiamento para reabilitação das lhas da Lomba, no Bonfim, na qual se prevê gastar 7,5 milhões de euros. O Porto conta com 957 “ilhas” (uma espécie de corredores estreitos e, compridos, com casas muito pequenas, em fila, de cada um dos lados do corredor), das quais três são propriedade municipal.
Um segundo acordo foi também assinado entre a autarquia e o IHRU, com um montante de 688 mil euros, enquadrado no programa 1º direito e comparticipado a 100% pelo PRR, que irá ser canalizado para a reabilitação de 55 fogos, dispersos pela cidade em regime de renda apoiada.

A cerimónia contou com a presença do ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, e da secretária de Estado da Habitação, Marina Gonçalves.

“O problema da habitação é complexo, multifacetado, e só terá resolução possível se for mobilizado um conjunto alargado de instrumentos e de iniciativas, públicas e privadas, de forma objectiva e pragmática”, acredita o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira.

Por sua vez, Pedro Nuno Santos assumiu que “o desafio da habitação é dos maiores que enfrentamos no país”, mas “finalmente temos uma política perene, consistente e com financiamento para dar resposta à população mais carenciada, mas também à classe média”.

No Porto, o ministro com a pasta da Habitação lembrou que este momento de assinatura dos acordos era o “assinalar de um trabalho que já tínhamos iniciado antes” com as autarquias e que o 1.º Direito “é uma política que vai continuar a existir” para lá das verbas do PRR, assegurando que outros contratos virão no futuro.

Acordos já assinados ascendem a cerca de 90 milhões de euros

Este é o segundo acordo de colaboração que o Município do Porto assina com IHRU, depois de um primeiro, em Novembro de 2020, no valor de 56 milhões de euros, que abrangeu 1.740 famílias.

Na sequência desse acordo, já foram apresentadas mais duas candidaturas a financiamento de habitação para 221 famílias, com um investimento de mais de 4,12 milhões de euros. Está neste momento em curso uma terceira candidatura para 132 famílias.

Os 33.981.750 euros agora acordados com a Porto Vivo, SRU vão definir “a programação estratégica das soluções habitacionais a apoiar ao abrigo do programa 1.º Direito”, que contempla 185 agregados, correspondentes a 445 pessoas, que vivem em condições habitacionais indignas, incluindo o projecto piloto nas ilhas da Lomba, projecto cujo investimento ronda os 7,5 milhões de euros.

Na cerimónia de assinatura dos novos acordos, Rui Moreira sublinhou como o Porto “esteve sempre na linha da frente” no que diz respeito a políticas de habitação centradas nas pessoas mais carenciadas. “O investimento de muitas décadas na construção de habitação pública no Porto resultou numa peculiar configuração do seu parque habitacional, única a nível nacional”, afirma, referindo-se aos 13% da população que habitam em fogos de propriedade pública, “uma percentagem sem paralelo no resto do país”. No total, são 50 bairros de habitação social, com perto de 13 mil fogos municipais e cerca de um milhar propriedade do Estado, via IHRU.

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Projecto do Terminal Intermodal de Campanhã distinguido pela AICA

Nas palavras do júri, “a obra confirma o percurso de excelência do autor e constitui um marco assinalável na arquitectura portuguesa actual, pelo modo como privilegia os novos sistemas de mobilidade urbana e a consequente regeneração de uma área da cidade afectada, desde o século XIX, pela construção da estrutura ferroviária ainda existente e em funcionamento”

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O arquitecto Nuno Brandão Costa, responsável pelo projecto do Terminal Intermodal de Campanhã, é o vencedor de 2021 do prémio atribuído pela Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA) no sector da Arquitectura.

Nas palavras do júri, “a obra confirma o percurso de excelência do autor e constitui um marco assinalável na arquitectura portuguesa actual, pelo modo como privilegia os novos sistemas de mobilidade urbana e a consequente regeneração de uma área da cidade afectada, desde o século XIX, pela construção da estrutura ferroviária ainda existente e em funcionamento”.

E acrescenta que o TIC constitui “um dos mais relevantes projectos públicos em curso no Porto, articulando de forma exemplar infraestrutura, topografia e espaço público numa cidade que vai de novo ao encontro do território para a introdução dos sistemas naturais no seu desenho”.

Professor na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Nuno Brandão Costa foi distinguido, em 2008, com o Prémio Secil, em 2012, com o Swiss Award, e, em 2017, com o Prémio FAD, atribuído pela associação espanhola Arquinfad. Para a associação de críticos de arte, “globalmente considerado, o trabalho de Nuno Brandão Costa atesta a importância que atribui ao papel activo do arquitecto e da arquitectura na sociedade contemporânea”.

De acordo com a AICA, “os prémios de Artes Visuais e Arquitectura são atribuídos a duas personalidades das respectivas áreas, cujo percurso profissional seja considerado relevante pela crítica e cujo trabalho tenha estado particularmente em foco, no ano a que o Prémio diz respeito”.

Nuno Brandão Costa divide o galardão com o escultor Rui Chafes, reconhecido pela associação de críticos de arte, na categoria de Artes Visuais, pela exposição “Nada Existe”. O prémio da AICA corresponde aos trabalhos realizados em 2021.

Os dois foram distinguidos por unanimidade por um júri independente, composto pela crítica de artes plásticas, Luísa Soares de Oliveira, pelo comissário do Plano Nacional das Artes, Paulo Pires do Vale, os arquitectos Inês Lobo e Rui Mendes, e presidido pela historiadora da arte, Catarina Rosendo.

Atribuído em parceria com o Ministério da Cultura e a Fundação Millennium bcp, o Prémio AICA corresponde a um valor pecuniário de dez mil euros para cada modalidade.

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Activos alternativos ganham expressão no mercado imobiliário nacional

CBRE fechou o primeiro trimestre de 2022 com avaliação de activos alternativos no valor de 172 milhões de euros, entre os activos avaliados constam escolas, residências seniores e de estudantes, e unidades de saúde

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A consultora registou, no primeiro trimestre de 2022, um valor de 172,5 milhões de euros na avaliação de activos alternativos, uma área onde a CBRE tem apostado cada vez mais e cujo expertise reforçou com novas contratações.

Nos primeiros três meses do ano, a consultora avaliou mais de uma dezena de activos alternativos relevantes, nomeadamente duas unidades de saúde, duas residências sénior, três residências de estudantes e três escolas. Além da contínua aposta nas áreas, como escritórios, retalho, industrial e logística, residencial, hotelaria e, mais recentemente, em agricultura, a CBRE avalia cada vez mais activos alternativos, uma classe que tem vindo a ganhar expressão no mercado imobiliário nacional.

Outro exemplo de activos em que o Departamento de Avaliações da consultora se especializou recentemente são os activos agrícolas, em que registou uma avaliação de mais de 30.000 hectares a nível Ibérico. Em Portugal, estes processos focaram-se, essencialmente, na região do Alqueva – que regista enorme interesse por parte de investidores locais e internacionais -, enquanto em Espanha foram realizados, sobretudo, nas regiões de Andaluzia e Extremadura. Esta actividade crescente de avaliações de propriedades agrícolas surge depois do lançamento, em 2020, da linha de negócio Agribusiness, que consiste na avaliação, transacção e consultoria para este tipo de activos.

“Terminamos o primeiro trimestre de 2022 com resultados que nos orgulham e cumprimos objectivos relevantes para a empresa, neste caso, na área das avaliações. Além de nos destacarmos na avaliação de activos alternativos, evidenciamo-nos na área agrícola, com a equipa portuguesa a avaliar não só em Portugal, como em Espanha. Grande parte dos bons resultados obtidos ocorrem pela consolidação do nosso Departamento de Avaliações, com a contratação de elementos-chave, para uma resposta mais rápida e uma maior oferta para o cliente”, sublinha Frederico Borges de Castro, senior director de Avaliações da CBRE Portugal.

Para alcançar estes resultados, o Departamento de Avaliações reforçou a equipa com a contratação de quatro novos elementos. Inês Marques Lopes, formada na área de engenharia agrónoma e galardoada com o prémio Talenta para o seu projecto “Ptachio” dedicado à agricultura e produção animal, está como consultant na área de avaliação de activos agrícolas e, Luís Madalena, com uma experiência consolidada em avaliação imobiliária, que passou por empresas como a Prime Yield e pelo Montepio Valor na função de portefólio manager, reforça agora a equipa como senior consultant. Mariana Santos junta-se também à CBRE como senior consultant, tendo uma experiência consolidada na função de client service office no BNP Paribas e com dez anos de trabalho na área de avaliação imobiliária. David Coelho, licenciado em gestão imobiliária e com passagens pelo Grupo Novo Banco e pela Premiumspot em áreas de avaliação e análise de investimentos imobiliários, completa a equipa como junior consultant.

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“Buscar as condições térmicas adequadas é uma meta de dimensão humana”

Ao CONSTRUIR, o product manager do Grupo Puma garante que não é motivo de orgulho quando a área de actividade em que actua esteja ligada pela degradação à degradação da qualidade de vida das pessoas, desde logo por deficiente isolamento ou formação de quem o aplica

Ricardo Batista

O Grupo Puma, especializado, entre outras soluções, em gamas de produtos dedicados ao isolamento e impermeabilização, anunciou a criação de um Departamento de Sustentabilidade, uma valência que vai permitir ao grupo implementar, a todos os níveis, “políticas voltadas para os desafios que vão surgindo neste campo”.
Ao CONSTRUIR, o product manager do Grupo Puma explica que há hoje uma maior exigência por parte de quem decide e de quem investe, e que obriga as empresas a promover soluções mais acessíveis, completas, que ofereçam garantias e que esteticamente também sejam apelativas. Manuel Martino recorda que há estudos que “mostram que existe uma relação directa entre a área do isolamento e climatização e a morte de pessoas, mas também acreditamos que é a consequência final de um problema que começa com a falta de conforto nas nossas casas, centros educacionais e no trabalho, a falta de conforto entre outras consequências é a que afecta a saúde que pode levar a consequências tão graves como as que falamos”. “Buscar as condições térmicas adequadas é uma meta de dimensão humana e que pode ser obtida por meio de diferentes estratégias. Uma delas é o ar condicionado, que muitas vezes é dispensado por se tratar de uma solução com investimento, mas que acaba hipotecando o seu uso por pagar contas de alto consumo de energia no futuro”. A outra estratégia, segundo Martino, é a eficiência energética, que evita a perda de energia gerada pelos aparelhos de ar condicionado, que ao melhorar a envolvente do edifício evitam a transmissão de calor, mantendo as casas frias no Verão e quentes no Inverno, sem condenar o utilizador a pagar grandes despesas de electricidade, gás ou contas de combustível”. “O papel directo que a nossa empresa desempenha é colocar no mercado soluções, mais próximas das pessoas, que abordem directamente a melhoria da parte opaca da envolvente do edifício, como são os Sistemas de Isolamento Térmico pelo Exterior (ETICS)”, acrescenta.

Vários níveis de preocupação
Manuel Martino sublinha que “o promotor manifesta hoje várias preocupações, todas elas com um grau de importância que se alterna de acordo com o estado da intervenção. Ao nível do anteprojecto, normalmente é aquele em que quero resolver um problema latente que existe no meu edifício ou não quero que o meu novo edifício apresente problemas; a nível de desenvolver o projecto, a estética adquire uma maior dimensão, já que todos queremos ter um edifício ‘bonito’”. Aquele responsável reconhece igualmente que “entre o projecto e a reabilitação ou construção, a preocupação mais premente é a económica, uma vez que o profissional que irá executar o trabalho tem que encontrar um equilíbrio entre benefícios, qualidade e preço e, por fim, no processo de construção, a sua principal preocupação é que os sistemas utilizados sejam executados correctamente para que isso se reflicta na durabilidade do seu investimento”. Segundo Martino, “as empresas que desenvolvem sistemas de isolamento térmico pelo exterior, devemo-nos preocupar em oferecer soluções: acessíveis, estéticas, testadas, completas e com garantia dos seus produtos; por outro lado aos demais agentes da construção, podemos oferecer formação e assessoria em qualquer uma das etapas de todo este processo”.

Falta de mão-de-obra preocupa
O product manager do Grupo Puma recorda, ainda, que este segmento de mercado se depara com um outro desafio, que se prende com a falta de mão-de-obra especializada. Manuel Martino recorda que “não há mão-de-obra especializada suficiente para aplicar os materiais correctamente e que os técnicos profissionais da construção também precisam de formação suficiente para supervisionar um trabalho realizado com os nossos sistemas. Por isso, parte de nossos esforços são direccionados à formação dos nossos produtos e sistemas em todos os níveis operacionais da reabilitação de edifícios.

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Dstgroup investe 8 M€ em Barcelos

O MERECES 718, em Barcelinhos, é o primeiro edifício de um novo complexo multiusos que pretende criar uma “nova centralidade”. Com mais de 40% das unidades vendidas, este primeiro complexo prevê a construção de 36 apartamentos e duas lojas

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A dstrealestate, empresa do ramo imobiliário do dstgroup, acaba de anunciar o início da construção do MERECES 718, em Barcelinhos, o primeiro edifício de um novo complexo multiusos e que conta com um investimento estimado de 8 milhões de euros.

Com mais de 40% das unidades vendidas, o projecto está focado na criação de um ambiente de familiaridade e segurança. Este primeiro complexo prevê a construção de 36 apartamentos e duas lojas.

“O projecto MERECES 718 encontra-se numa área com cerca de 22 hectares, na margem esquerda do Cávado, onde se pretende potenciar a criação de uma nova centralidade de Barcelos”, refere Miguel Moreira, director geral da dstrealestate. “Procuraremos integrar o tradicional e o tecnológico, que permitam a vivência de bairro do séc. XXI”, conclui.

Envolvido numa paisagem idílica, o projecto desenhado pelo arquitecto Nuno Capa, integra o conceito de comunidade ao criar uma nova era habitacional, bairrista, em que as valências essenciais como zona comercial, edifício de serviços e co-living estarão acessíveis rapidamente, bem como os acessos a outras centralidades como Braga, Porto, Guimarães, Viana do Castelo ou mesmo a Serra do Gerês.

Este novo complexo habitacional vai contar ainda com mais de três hectares de infraestruturas de arruamentos, passeios, estacionamento e ciclovias, que permitem a ligação acessível e segura ao centro histórico da cidade; 11 hectares para áreas de zona verde de utilização pública, e cerca de 1,5km para equipamentos de utilização pública.

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Vista do Paço representa um investimento de 10M€

A JPM Alliance, empresa de promoção e investimento imobiliário, investiu 10 milhões de euros, em Oeiras, na construção de um condomínio com 10 moradias independentes. Um projecto que conta com assinatura do atelier Almeida Fernandes Arquitetura & Design

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A JPM Alliance, empresa de promoção e investimento imobiliário, investiu 10 milhões de euros, em Oeiras, na construção de um condomínio com 10 moradias independentes. Naquela que é a sua estreia em Portugal, a promotora revela que a operação foi um sucesso estando já todas as unidades vendidas, com preços que ultrapassam o milhão de euros por moradia.

O Vista do Paço, em Paço de Arcos, concelho de Oeiras, é o primeiro projecto da empresa de investimento imobiliário no país, e trata-se de um condomínio composto por 10 moradias, quatro das quais isoladas, e as restantes seis geminadas. Cada moradia isolada é de tipologia T5, com 360 m2 de área bruta e conta ainda com um terraço panorâmico com vista rio/mar, piscina, jardim e estacionamento privativo. Por outro lado, as moradias geminadas são em tipologia T4, também com piscina e zona verde, dois lugares de estacionamento e cerca de 308 m2 de área bruta.

Todas estas habitações contam também com vista rio/mar. Os preços variam e superam o milhão de euros por unidade.
“Estamos muito satisfeitos com este primeiro projecto que concluímos no país, que representa bem o posicionamento da empresa na construção e promoção imobiliária” refere Patrícia Almeida, Fundadora e CEO da empresa, acrescentando que “para quem investe na construção imobiliária, fá-lo com muito mais do que um determinado montante. Fá-lo com entusiasmo, com paixão e com muito tempo e dedicação. Assim é com o Vista do Paço, que tem ainda a característica de ser o primeiro grande investimento no país, onde estamos a deixar a nossa marca, ao construir um projecto que representa Portugal, tanto através do talento, como das matérias-primas utilizadas”, sublinha.

O projecto, a cargo do atelier Almeida Fernandes Arquitetura & Design, conta com um foco especial naquilo que é nacional, com grande parte da construção a ser feita com materiais portugueses ou transformados em Portugal.

“Deparámo-nos com um lote no centro de uma malha urbana consolidada, pelo que o primeiro foco foi a colmatação do espaço urbano e a criação de patamares no terreno, para a implantação das moradias. Quisemos tirar partido do desnível acentuado que se verificava e o resultado é um condomínio com uma riqueza urbana diferenciadora, com casas e jardins a alturas diferentes, e com vistas e enquadramentos inesperados” afirma Afonso Almeida Fernandes, fundador e arquitecto do atelier Almeida Fernandes Arquitetura & Design.

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