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Corkbrick “Marathon” arranca a 22 de Outubro

18 criadores, 42h, 888 tijolos de cortiça. Uma maratona para inventar soluções sustentáveis e dinâmicas de tijolos de cortiça para casa, escritório ou espaços públicos

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18 criadores, 42h, 888 tijolos de cortiça. Uma maratona para inventar soluções sustentáveis e dinâmicas de tijolos de cortiça para casa, escritório ou espaços públicos. O desafio é da Corkbrick Europe, startup portuguesa que desenvolveu o conceito de Sustainable Dynamic Structures and Furniture, e do WOW – World of Wine: uma maratona destinada à criação de soluções corkbrick sustentáveis e dinâmicas para casa, escritório ou espaços públicos, através da utilização do sistema patenteado corkbrick. O sistema criado pela start-up portuguesa consiste em sete diferentes peças tipo “lego” em cortiça, que permitem a construção de mobiliário para interior e exterior, sem parafusos, nem cola.

Esta "maratona" especial, está aberta a 18 jovens criadores e as melhores soluções serão postas à venda na loja da online da startup. Os autores terão direito a 3,78% de royalties por cada venda efectuada.

A Corkbrick "Marathon" vai começar no próximo dia 22 de Outubro, sexta-feira, e só termina no domingo, dia 24, no WOW, em Vila Nova de Gaia. Esta será a primeira de um conjunto de maratonas Corkbrick que se realizarão por várias cidades europeias em 2022. A iniciativa visa promover o conceito de estruturas e móveis sustentáveis e dinâmicos inventado pela empresa portuguesa.

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WEBER lança campanha “Que falta de ETICS!”

Saint-Gobain Weber lança a campanha num apelo à utilização do sistema ETICS enquanto solução de isolamento, com vantagens para a construção, para o cliente final e para o meio ambiente

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A Saint-Gobain Weber lança a campanha “Que Falta de ETICS!” num apelo à utilização do sistema ETICS enquanto solução de isolamento, com vantagens para a construção, para o cliente final e para o meio ambiente.

ETICS (External Thermal Insulation Composite System), traduzido para português como ITE – Isolamento Térmico pelo Exterior, é um sistema de isolamento de fachadas constituído por diversas camadas e aplicado pelo exterior, que tem como foco principal a protecção térmica. Em função da escolha do isolamento, as vantagens poderão ir além do isolamento térmico, como é o caso da protecção contra o fogo.

A Saint-Gobain Weber lançou esta campanha para, por um lado, mostrar as suas vantagens e, por outro, a sua experiência técnica e de aplicabilidade da solução. As propostas da empresa neste âmbito são certificadas por laboratórios externos e credenciados, além de conseguir prestar todo o apoio técnico em obra, no projecto e na realização de ensaios. A insígnia detém ainda uma academia com formação teórico-prática dedicada ao ETICS, intitulada de Academia Saint-Gobain.

Embora Portugal seja um país com temperaturas bastante amenas em comparação com outros países europeus, o baixo conforto térmico é uma realidade em muitas habitações. Um levantamento efectuado em 2017 pelo Portal da Construção Sustentável, em colaboração com a Quercus, fez transparecer que 18 mil famílias sentem na pele a falta de condições habitacionais no país. O relatório indica que cerca de 74% dos portugueses consideram as suas casas frias no Inverno e apenas 1% dos portugueses considera a sua casa termicamente confortável e, por isso, os gastos de energia para colmatar as necessidades de aquecimento são elevados.

O ETICS está apto para construção nova e reabilitação e é capaz de aumentar o conforto térmico de um espaço devido à barreira térmica conferida pela placa de isolamento. O sistema é compatível com vários tipos de suportes e de construção, como a tradicional, LSF ou de betão armado. O ETICS permite também um maior aproveitamento da área útil de uma habitação/edifício, uma vez que é aplicado pelo exterior.

No que diz respeito à reabilitação, a sua aplicação não interfere com o usufruto da habitação ou edifício. Além destas vantagens, importa realçar que o sistema ETICS permite vários tipos de acabamento final, sendo um sistema que acompanha a durabilidade da habitação/edifício.

Muito embora a utilização do ETICS em Portugal tenha registado um enorme crescimento, quer em construção nova quer em reabilitação, tem ainda muito espaço para crescer.

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BEI e Galp acordam o financiamento de 732M€

O Banco Europeu de Investimento e a Galp assinaram três acordos de financiamento para a construção de parques de energia solar e a implantação de estações de carregamento de veículos eléctricos em Portugal e Espanha

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O Banco Europeu de Investimento (BEI) e a Galp assinaram três acordos de financiamento para a construção de parques de energia solar e a implantação de estações de carregamento de veículos eléctricos em Portugal e Espanha, “promovendo acções climáticas e a coesão social em algumas das regiões mais frágeis em matéria de resiliência climática e económica”, anunciou a companhia petrolífera portuguesa em nota enviada à CMVM.

Globalmente, Galp e o BEI assinaram um financiamento total de €406,5 milhões de euros, o qual poderá ascender a 731,5 milhões euros numa fase posterior, com um montante adicional aprovado de 325 milhões de euros.

O maior empréstimo, no montante de 325 milhões de euros, consiste num empréstimo de energia verde do BEI e tem por objectivo financiar a construção de um grande número de parques de energia solar em Espanha, as quais estão a ser desenvolvidas pela Galp e cuja construção deverá começar nos próximos três anos, incluindo a infraestrutura auxiliar de interligação à rede. O portfólio destes sistemas inclui parques de energia solar fotovoltaicas de grande escala com uma capacidade total de cerca de 2 GWp, equivalente ao consumo anual de energia de 866.400 lares.

Um montante adicional de €325 milhões poderá também ser assinado sob o formato de Project Finance numa fase posterior, o que significa que o financiamento global do BEI para este projecto poderá ascender a 650 milhões de euros. Com dimensões que variam entre 24 MWp e 449 MWp, os parques de energia solar estarão localizados em todas as regiões da coesão de Espanha (Andaluzia, Aragão, Castela-Mancha e Estremadura).

Um segundo contracto assinado, no valor de 40 milhões de euros tem como destino a construção e exploração de quatro parques de energia solar fotovoltaica interligados com uma capacidade total de 144 MWp no Algarve, no município de Alcoutim (Viçoso, 48,0 MWp; Pereiro, 18,7 MWp; São Marcos, 48,9 MWp; e Albercas, 28,4 MWp). Uma vez operacionais, espera-se que os quatro parques de energia solar produzam em média 230 GWh de energia renovável por ano, o equivalente ao consumo anual de energia de 72.800 lares. Segundo a empresa, o acordo contribui para o objectivo vinculativo da Comissão Europeia de ter pelo menos 32% do consumo final de energia proveniente de fontes renováveis até 2030. Este projecto irá também ajudar Portugal a cumprir os seus objectivos do Plano Energético e Climático, que prevêem 47% de fontes renováveis no consumo final bruto de energia até 2030.

Outros 41,5 milhões de euros destinam-se ao projecto de mobilidade eléctrica da Galp, o qual consiste na instalação de pontos de carregamento de veículos eléctricos em Espanha e Portugal. O projecto prevê a implantação de 5.500 pontos de carregamento até 2025, 55% dos quais serão localizados em regiões menos desenvolvidas e de coesão de transição em toda a Península Ibérica. “Espera-se também que o acordo contribua para o desenvolvimento do mercado de infraestruturas de carregamento de veículos eléctricos, melhorando o desempenho tecnológico, reduzindo os custos iniciais de equipamento, e mobilizando investimentos nas indústrias de veículos eléctricos, contribuindo assim para veículos mais eficientes e acessíveis”.

Em conformidade com a Política de Empréstimos para Transportes do BEI, o projecto é apoiado pelo Cleaner Transport Facility (CTF) e beneficia do Connecting Europe Facility Debt, um instrumento financeiro que apoia os objetivos do CTF. A Galp tem a intenção de expandir a sua oferta de postos de carregamento para 10.000 até 2025 na Península Ibérica.

“Temos o prazer de apoiar a Galp no seu percurso de descarbonização e unir forças para promover acções climáticas e a geração de energia renovável tanto em Espanha como em Portugal. Estes três projectos contribuem para os objectivos estabelecidos no Green Deal da UE e irão apoiar os objectivos de descarbonização dos países, ao mesmo tempo que impulsionam o crescimento económico, a criação de emprego e a coesão social", disse o Vice-Presidente do BEI, Ricardo Mourinho Félix. "Voltar a construir melhor, mais verde e mais justo não é apenas um slogan, mas um imperativo. Não há vacina para prevenir a crise climática. A única forma de avançar é promover investimentos verdes e sustentáveis e assegurar uma transição justa para todos. O BEI está 100% comprometido com este objectivo”.

No total, os três projectos apoiam acções climáticas e a coesão social, e irão gerar em média um total de 3,6 TWh de energia renovável/ano, o equivalente ao consumo de energia de aproximadamente 940.000 lares.

“O compromisso da Galp em se tornar uma empresa neutra em carbono obriga-nos a sermos ousados nas acções que tomamos hoje, enquanto nos certificamos de que prosperamos durante a transição energética", refere o CEO da Galp Andy Brown. “O nosso plano de reformular o nosso portfólio já está em curso, com a Galp a acelerar a integração de soluções energéticas de baixa ou nenhuma presença de carbono nos nossos negócios. O apoio do BEI é fundamental para nos ajudar a aumentar o ritmo de desenvolvimento desses projectos" acrescentou.

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Goldman Sachs Asset Management investe 200M€ na Constructel Visabeira

200 milhões de euros garantem à Goldman Sachs Asset Management uma participação minoritária na Constructel Visabeira, subsidiária do Grupo Visabeira. O investimento garante “o apoio nesta próxima fase de crescimento”

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200 milhões de euros garantem à Goldman Sachs Asset Management uma participação minoritária na Constructel Visabeira, subsidiária da multinacional portuguesa e holding multissectorial Grupo Visabeira.

O anúncio da assinatura do contracto foi feito em comunicado conjunto. Segundo o Grupo Visabeira os recursos provenientes do investimento serão utilizados predominantemente para acelerar o crescimento orgânico e inorgânico, através de aquisições, apoiando a estratégia de expansão da empresa.

"A Goldman Sachs tornou-se, rapidamente, no parceiro ideal para nós: o alinhamento com os nossos objectivos estratégicos, a amplitude da sua plataforma internacional e a sua experiência no sector irá permitir- nos concretizar todo o nosso potencial”, justificou Nuno Terras Marques, CEO da Constructel Visabeira e do Grupo Visabeira.

A Constructel Visabeira é líder no fornecimento de serviços nos sectores das telecomunicações e energia, com uma vasta experiência de mais de 40 anos. A empresa possui um know-how diferenciado na concepção, engenharia, construção, manutenção e operação de infraestruturas de rede, estando presente em Portugal, França, Reino Unido, Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Itália, Espanha e Estados Unidos da América. Actualmente, a empresa emprega mais de 5.000 pessoas e perspectiva atingir, em 2021, um volume de negócios superior a 800 milhões de euros.

A contínua migração para a tecnologia de fibra óptica, o foco acrescido das operadoras na implementação de redes 5G, soluções de IoT (internet of things), datacenters e a evolução das infraestruturas de rede de electricidade e gás, impulsionarão a procura adicional dos serviços da Constructel Visabeira nos principais mercados-alvo. A parceria com um investidor internacional de renome garante “o apoio nesta próxima fase de crescimento” e, simultaneamente, a “independência” da companhia.

"A Constructel Visabeira está na vanguarda das macrotendências da transição digital, bem como da actual modernização da infraestrutura energética e da aposta nas energias renováveis. Ficámos impressionados com a visão, capacidade de execução e inovação da equipa de gestão da Constructel e estamos muito entusiasmados por apoiar um líder do sector, sob a liderança de Nuno Terras Marques, nesta fase crítica de aceleração da sua trajectória de crescimento", referiu em comunicado a equipa da Goldman Sachs Asset Management, liderada por Michele Titi-Cappelli, José Barreto, e Mihir Lal.

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Cosentino apresenta 16ª edição do Cosentino Design Challenge

O prazo de entrega dos projectos começou este mês e termina no próximo dia 1 de Junho de 2022

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O Grupo Cosentino acaba de lançar a 16ª edição do concurso internacional Cosentino Design Challenge (CDC). Com duas categorias a concurso, a temática escolhida para o CDC'16 - Design - deste ano foi “Repensar o espaço de trabalho e criação em casa”, com o objectivo de desafiar os participantes a desenvolver espaços inovadores centrados no teletrabalho.

Já na categoria de Arquitectura, a temática será “A quinta fachada: uma reflexão sobre a cobertura”, em que valores como habitabilidade, sustentabilidade e design ganharão especial relevância na escolha dos grandes vencedores.

O CDC dá total liberdade aos participantes para desenvolver todas as suas ideias, sendo que o único requisito obrigatório é que o projecto inclua pelo menos uma das inovadoras superfícies que a Cosentino tem em carteira para o mundo da arquitectura e design – sejam elas Silestone, Dekton e/ou  Sensa by Cosentino.

O prazo de entrega dos projectos começou este mês e termina no próximo dia 1 de Junho de 2022, altura em que o júri delibera sobre quem serão os grandes vencedores. Para cada categoria estão estabelecidos três primeiros prémios de 1000 euros cada um, e três menções honrosas.

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District 2020 vem a Portugal participar no Web Summit 2021

Projecto apresenta oportunidades no âmbito do futuro da Expo 2020 Dubai

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A District 2020 – a futura cidade human-centric desenvolvida a partir da Expo 2020 Dubai – acaba de anunciar a sua participação na Web Summit Lisbon 2021. A presença deste projecto resultante da Expo no evento anual integra-se no esforço de conexão com empresas globais orientadas para a tecnologia, de forma a apresentar oportunidades e assim fazer parte de um ecossistema de inovação com vários stakeholders e de uma comunidade em que empresas de várias dimensões podem beneficiar da intercooperação e impulsionar o seu crescimento.

Enquanto “city of firsts” ou “cidade de estreias”, a District 2020 vem concretizar as aspirações da Expo 2020 Dubai, procurando criar o ambiente de um “laboratório vivo” que reúna uma comunidade diversificada de stakeholders e outras partes interessadas para encorajar o empreendedorismo, a cooperação e a criatividade. Vem assim reflectir a visão futurística do Dubai e a sua agenda de inovação, evidenciada por iniciativas como a Dubai Blockchain Strategy, a UAE Strategy for Artificial Intelligence 2031, a Dubai10X, a UAE Innovation Strategy e o UAE Centennial 2071, entre outras.

Numa altura em que a Expo 2020 celebra a sua Urban & Rural Development Week (Semana de Desenvolvimento Urbano e Rural), de 31 de Outubro a 6 de Novembro, uma das dez Semanas Temáticas realizadas durante a Expo 2020 para abordar desafios globais, a equipa da District 2020 estará em Lisboa, onde vão apresentar a sua oferta, “com o objectivo de criarem ligações com o líderes da indústria, startups, académicos, capitais de risco, incubadoras, aceleradores e muitos outros intervenientes que se encontram a apostar na inovação de soluções para sectores-chave, como logística inteligente, indústria 4.0, mobilidade inteligente, smart cities e avançadas tecnologias como a IA, IoT e impressão 3D”.

Com realização prevista de 1 a 4 de Novembro, o Web Summit pretende reunir empresas e entidades de diversos sectores e níveis da indústria tecnológica global. A District 2020 contará assim como um completo programa de masterclasses, com speakers que fazem parte da sua crescente rede global, incluindo a Siemens – Infrastructure Digitalization Partner da Expo 2020 e um dos elementos-base da District 2020 – a start-up norte-americana Genome, a britânica Connected Places Catapult e a Global Venture Alliance, sediada na Rússia.

A primeira masterclass apresentada pela District 2020 – “Creating a blueprint for a human-centric future city” – vai explorar a forma como as cidades poderão ser renovadas num contexto pós-pandémico. Nadimeh Mehra, vice-presidente do Transition Unit do District 2020, contará com a companhia de Oliver Kraft, executive vice-presidente, Expo 2022 – Siemens, para discutir a sua missão partilhada por um futuro mais inteligente, habitável e sustentável. Enquanto Official Infraestructure Digitalization Partner da Expo 2020, a Siemens encontra-se a remodelar o futuro dos ambientes urbanos, aplicando soluções inovadoras, como a plataforma MindSphere IIoT. A Siemens vai estabelecer a sua sede global para aeroportos, carga e logística portuária no District 2020, e encontra-se entre vários elementos-base que desempenharão um papel fundamental na promoção de oportunidades de crescimento a longo prazo.

A segunda masterclass, intitulada “Curating a multi-stakeholder global innovation ecosystem”, verá a District 2020 reunir os seus parceiros e um painel de especialistas globais, incluindo a Siemers, Startup Genome e Connected Place Catapult, para explorar a sua abordagem progressiva de design-thinking e reunir ideias para a criação de um ecossistema de inovação orientado para um propósito, habilitado por tecnologias avançadas para acelerar o progresso em sectores de alto crescimento.

A masterclasse final será “Start-ups Scaling their Business in Dubai” e prestará atenção para as oportunidades incomparáveis para start-ups e pequenos negócios no Dubai. A conversa, mediada pela District 2020 em colaboração com a Startup Genome, inclui uma visão do estudo do último Top 100 Emerging Ecosystem, que atribuiu o 11.º lugar ao Dubai enquanto ambiente ideal para start-ups e pequenos negócios prosperarem. Expandindo a partir daqui, a District 2020 vem demonstrar como é que procuram fornecer uma plataforma de lançamento ideal para crescer no Dubai e garantir acesso a novos mercados e oportunidades, dentro de uma comunidade única com o perfil trabalhar-viver-explorar.

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ASD aposta na produção de energia eléctrica solar com a SunEnergy

A empresa de Águeda que se dedica à produção e comercialização de bases e acessórios de banho aposta na instalação de um projecto de produção de energia eléctrica solar com a tecnologia da SunEnergy

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A empresa de Águeda que se dedica à produção e comercialização de bases e acessórios de banho aposta na instalação de um projecto de produção de energia eléctrica solar com a tecnologia da SunEnergy.

O novo projecto é constituído por 400 painéis solares fotovoltaicos de 370W para produção de energia eléctrica a partir do sol que será consumida pelo edifício. Com 148 kW de potência, este projecto vai permitir uma significativa redução da factura energética, numa poupança estimada de 25 mil euros por ano, bem como a diminuição de emissão de 100 toneladas de CO2 anuais.

“Na ASD, sempre tivemos a inovação e vanguarda como motes do nosso trabalho, mas também a sustentabilidade. Os desafios da crise climática devem obrigar-nos a todos a repensar as nossas acções e a forma como podemos contribuir para um ambiente e futuro melhores. Este novo projecto com a SunEnergy procura cumprir este propósito”, justifica Carlos Dias, diretor-geral da ASD.

Com este investimento, a ASD entra na lista (cada vez maior) de empresas que aposta na autoprodução. “As empresas portuguesas têm apostado, cada vez mais, em projectos mais sustentáveis, pelo que é com entusiasmo que estaremos do lado da ASD neste caminho. Além disso, a aposta em soluções de autoconsumo para reduzir a factura da energia faz cada vez mais sentido, não só pelas preocupações ambientais, mas também porque pode ser uma forma de contornar o aumento exponencial do preço da energia nos últimos meses, diminuindo a dependência em relação à rede eléctrica”, afirma Rui Oliveira, director comercial da SunEnergy.

Na foto:
Rui Oliveira, Sunenergy e Carlos Dias, ASD

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Católica e Planetiers lançam hub de Inovação em Sustentabilidade e Regeneração

A conferência internacional de lançamento do INSURE.hub decorre a 27 de outubro, em linha com o European Green Deal e respectivas metas até 2030

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O INSURE.hub é o nome de uma nova plataforma que resulta da mobilização da Universidade Católica Portuguesa, no Porto, através das suas faculdades, a Católica Porto Business School e a Escola Superior de Biotecnologia e da  Planetiers New Generation, que pretende criar um espaço de inovação e gestão numa perspectiva circular, com o objectivo da sustentabilidade plena (net-zero) e/ou regeneração (positive pursuits). O objectivo passa por antecipar o futuro e adaptar os desafios ambientais globais através de quatro eixos fundamentais: apoio a empresas e clusters no desenvolvimento de negócio e novos investimentos; promoção de empreendedorismo sustentável/regenerativo; mobilização da sociedade; e formação académica.

O evento de lançamento  do INSURE.hub decorre a 27 de Outubro, na Católica no Porto, com transmissão online.

João Pinto, vice-presidente da Universidade Católica no Porto e docente da Católica Porto Business School, explica que “o INSURE.hub – Innovation in Sustainability and Regeneration hub tem como grande objectivo criar um ecossistema internacional vibrante de conhecimento transdisciplinar que promova soluções de negócio de âmbito circular, sustentável e regenerativo, potenciadas por tecnologias disruptivas.”

“A Planetiers New Generation foi criada com a ambição de desenvolver um programa de transformação para Portugal orientado pela Sustentabilidade e a Regeneração pelo que sermos parceiros do INSURE.hub é um passo natural”, refere António Vasconcelos, da Planetiers New Generation, explicando que “temos uma equipa que desenvolve estratégias de sustentabilidade há cerca de uma década, trabalhando em parceria com NGOs internacionais líderes em ação transformativa a partir de pensamento científico com mais de 30 anos de aplicação, como é o caso da The Natural Step International, nascida na Suécia.”

A 1ª Conferência Internacional de lançamento do INSURE.hub vai juntar oradores de relevo nacional e internacional da academia e do mundo empresarial para discutir as boas práticas, os desafios e as grandes oportunidades nesta área da Sustentabilidade e Regeneração. São exemplo, Edwin Janssen e Rüdiger Rhörig (Sustainable Growth Associates - The Natural Step Germany) que irão apresentar um estudo europeu efectuado às empresas sobre Sustentabilidade, Inovação e Liderança e mostrar como podem as empresas criar uma visão de futuro sustentável e regenerativo (backcasting), criando um roadmap de inovação e criação de valor para a alcançar; Tom Bregman (Future-Fit Foundation, UK) que falará sobre Future-Fit Business como uma ferramenta alinhada com o backcasting;  João Pinto (Católica Porto Business School) e Sofia Santos (Caixa de Crédito Agrícola) irão debater, com Tom Bregman (Future-Fit Foundation),o Financiamento e o investimento sustentável e regenerativo; o tema sobre a nova era dos negócios regenerativos será apresentado por John Fullerton (CEO Capital Institute, US); John Melo (CEO Amyris Inc) e Manuela Pintado (coordenadora do projecto Alchemy e directora do CBQF/ESB/UCP) irão apresentar o case study de um dos maiores projectos europeus em biotecnologia – Alchemy; bem como outros temas.

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RE/MAX com forte crescimento entre Julho e Setembro

De Julho a Setembro, a RE/MAX registou um volume de negócios total na ordem dos 1,72 MM€ relativos a 20.471 transacções. A empresa mantém em alta as previsões para o último trimestre de 2021

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A RE/MAX fechou o penúltimo trimestre do ano com um volume de negócios de cerca de 1,72 mil milhões de euros, relativos a 20.471 transações. A empresa culmina este período com um aumento nos principais indicadores face ao período homólogo. Designadamente de 39,5% no volume de negócios e de 18,7% no número de transacções. Números que fazem deste o melhor trimestre de sempre da rede, em linha com o actual cenário de recuperação do mercado. A RE/MAX transacionou até final de setembro 92% do total de imóveis do ano anterior.

Tal como já se tinha verificado anteriormente, foram os portugueses quem mais adquiriu ou arrendou a casa, cerca 81,2%. Entre os investidores estrangeiros, os brasileiros reforçaram a segunda posição daqueles que mais negoceiam em imobiliário – entre Julho e Setembro, as transacções com cidadãos do país-irmão representaram 5,8%, a que se seguiram franceses (1,3%) e norte- americanos (1,1%). Destaque para esta última nacionalidade, que subiu várias posições face aos trimestres homólogos dos dois últimos anos.

“Este terceiro trimestre do ano é revelador do dinamismo e robustez da marca RE/MAX. Num ano pautado por alguma incerteza e por uma retoma gradual das várias actividades económicas, a rede regista o seu melhor trimestre de sempre, tanto em número de transacções, como em volume de negócios.” refere Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX.
A responsável acrescenta ainda que “o mês de Setembro sintetiza também as nossas perspectivas para o último trimestre do ano. Além de ter sido o melhor mês do ano, antecipa ainda o que poderão ser os resultados nos últimos três meses, que acreditamos sejam de incrementos. Se o mercado imobiliário, mesmo neste período de crise pandémica, revelou-se forte e resiliente, então num contexto de crescimento e algum optimismo primará por uma evolução favorável, que se irá reflectir no reforço da actividade”, constatou.


Melhor trimestre de sempre

Os meses de Julho a Setembro ficam também marcados pelas transacções mediadas pela RE/MAX, que registou uma linha de crescimento de cerca de 24%, face ao primeiro trimestre do ano, e de 1,8% em relação ao segundo trimestre. Numa comparação com o trimestre homólogo, há também uma evolução favorável, com um incremento de 18,7%, fazendo deste o melhor trimestre de sempre que a rede registou nos seus 21 anos de operação no mercado nacional.

Numa análise por distrito e no que se refere ao peso nas transacções da rede no período em análise Lisboa lidera o top 5 (38,5%), seguida pelo Porto (13,1%) e Setúbal (10,4%). Fecham o ranking os distritos de Braga (5,9%) e de Faro (4,3%).

No que concerne ao número de transacções negociadas por concelho neste penúltimo trimestre do ano, Lisboa lidera o top 10 com 2.623 transacções, 12,8% do total registado pela RE/MAX. Seguem-se Sintra (6%), Oeiras e Cascais (3,4% cada), Almada (2,7%), Amadora (2,6%), Loures (2,4%) e Braga (2,3%). Em 7ª e 8ª posições, respectivamente, estão os concelhos do Porto (2,5%) e de Vila Nova de Gaia (2,4%), pertencentes à Área Metropolitana de Porto.

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Galp entra no negócio das renováveis no Brasil

A empresa adquiriu dois projectos solares em desenvolvimento nos estados da Bahia e do Rio Grande do Norte, com capacidades de 282 MWp e 312 MWp

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A companhia petrolífera portuguesa anunciou a compra de dois de projectos solares no Brasil com capacidade total de 594 MWp, “cumprindo as ambições de expansão nas energias renováveis e dando um salto importante na transformação do seu perfil de negócio e na redução da sua pegada carbónica”, afirma em comunicado enviado à CMVM.

A operação envolve a aquisição de dois projectos solares em desenvolvimento nos estados da Bahia e do Rio Grande do Norte, com capacidades de 282 MWp e 312 MWp, respectivamente.

Com estas transacções, “a Galp ganha acesso a activos de elevada qualidade num país onde a Empresa está presente há mais de 20 anos e que se encontra entre os dez principais países no mundo com maior procura de energia e com a ambição de duplicar a sua capacidade instalada actual de geração de energia solar e eólica para 40 GW em 2030”, justificou a empresa.

Os projectos deverão atingir a Data de Operação Comercial antes de 2025.

Estes acordos inserem-se na estratégia da Galp que visa o crescimento de um portefólio competitivo de geração renovável, bem como prosperar ao longo da transição energética, e estão alinhados com as orientações de alocação de capital e planos de diversificação geográfica apresentados em Junho no Capital Markets Day.

Com esta expansão de portefólio, a capacidade total a 100% de produção de energia renovável da Galp aumenta para c.4,7 GW, em Portugal, Espanha e agora Brasil, o que representa mais um passo na ambição da Empresa de ter mais de 4 GW em operação até 2025 e 12 GW até 2030.

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4º Edição da Decorhotel reúne mais de 200 expositores

A 4ª edição da Decorhotel abre portas dia 21 de Outubro, de olhos postos nas novidades que as empresas e indústrias parceiras da hotelaria têm para apresentar, depois de ano e meio de quase que paralisação do sector do turismo

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A 4ª edição da Decorhotel abre portas dia 21 de Outubro, de olhos postos nas novidades que as empresas e indústrias parceiras da hotelaria têm para apresentar, depois de ano e meio de quase que paralisação do sector do turismo.
A expectativa é que em 2022 o sector regresse aos níveis de crescimento registados pré-Covid, um crescimento a que não ficarão, por certo, indiferentes as actividades situadas a montante e que são determinantes para o sucesso da hotelaria e turismo. Nesse sentido, “a 4ª edição da Decorhotel surge para revitalizar e fazer renascer novas possibilidades, oportunidades e expectativas para o sector hoteleiro”, garante a organização. Com mais de 200 expositores confirmados, perto de 400 marcas marcam a sua presença no pavilhão três da Feira Internacional de Lisboa, numa organização do EXPOSALÃO. Uma procura que para a organização vem “reforçar o papel da Decorhotel no panorama hoteleiro português”.

O certame surge, assim, como um espaço que promove o encontro entre a oferta e a procura, com vista à concretização de negócios, e é uma oportunidade privilegiada para promover contactos entre todos os profissionais que actuam nesta área de actividade.

Nos mais de 10 mil m2 de área de exposição é possível encontrar todas as áreas necessárias para a construção, requalificação, remodelação e decoração de unidades hoteleiras e afins que vão desde a construção, arquitectura e design de interiores, decoração, têxteis, equipamento, gestão e tecnologia, amenities e produtos de higiene e limpeza, mobiliário, iluminação e equipamentos para o exterior. Uma lista extensa e que contempla as áreas vitais para o sucesso de qualquer operação hoteleira.

Nesta edição e, atendendo ao cenário actual, a feira irá dar uma especial atenção às ferramentas tecnológicas vocacionais para o turismo. A digitalização e tecnologia aceleram durante a pandemia e esta indústria não lhe ficou indiferente, sendo “um factor primordial para os seus players”.

A abertura da 4ª edição da Decorhotel contará com a presença de secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, do presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo e a CEO da Associação de Hotéis de Portugal, Cristina Siza Vieira.
A par da exposição, durante os três dias de feira estão agendados vários eventos paralelos entre os quais o lançamento Concurso Internacional de Arquitectura Decorhotel Design Award, organizado em parceria com o IF – Ideas Foward. Nesta que será a sua primeira edição o concurso terá como tema “quarto de hotel”. No último dia do certame as propostas serão analisadas por um painel de jurados composto por hoteleiros e arquitectos. Durante o período do concurso serão promovidas ligações em live stream com todas as equipas participantes e que podem estar em qualquer parte do globo, já que o evento tem um cariz internacional.

Mas o espaço de exposições é também um espaço de debate entre os profissionais. O ciclo de conferências irá debater o impacto “covid” na hotelaria, nas suas diferentes dimensões desde logo na arquitectura dos hotéis, no modelo de negócio, passando pelas novas tecnologias e as estratégias de recuperação do sector.

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