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A digitalização e a Twin transition no cluster AEC em debate do Fórum da PTPC

A Plataforma Tecnológica Portuguesa da Construção/Cluster Arquitectura, Engenharia e Construção (PTPC/CAEC) vai realizar o seu fórum estratégico anual no próximo dia 15 de Dezembro. O evento assinala também os 10 anos da PTPC

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A Plataforma Tecnológica Portuguesa da Construção/Cluster Arquitectura, Engenharia e Construção (PTPC/CAEC) vai realizar o seu fórum estratégico anual no próximo dia 15 de Dezembro. O evento assinala também os 10 anos da PTPC

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A Plataforma Tecnológica Portuguesa da Construção/Cluster Arquitectura, Engenharia e Construção (PTPC/CAEC) vai realizar o seu fórum estratégico anual no próximo dia 15 de Dezembro. O evento, que este ano assinala também os 10 anos da PTPC, tem como tema “Twin Transition no Sector AEC – Digitalização | Digital Twin & Sustentabilidade | Circularidade” e terá lugar no auditório do LNEC, em Lisboa.

À sessão abertura do evento, que estará a cargo do ministro do Ambiente e da Acção Climática, João Pedro Matos Fernandes (a confirmar), da presidente do Conselho Directivo do LNEC, Laura Caldeira e da presidente do PTPC/Cluster AEC/Built CoLAB, em representação da Teixeira Duarte, Rita Moura, segue-se a apresentação do “Cluster AEC – Digitalização e Sustentabilidade”, com a intervenção de Luís Gomes, Mota-Engil.

O papel do Laboratório Colaborativo Built CoLAB e os desenvolvimentos na Twin Transition serão abordados pelo director geral do Built CoLAB, Paulo Fonseca. Miguel Taborda, director de Investimentos Globais e Incentivos à Inovação Deloitte, apresentará as conclusões do Inquérito sobre a maturidade digital do sector AEC.

É esperada ainda a participação de Isabel Pinto-Seppã, Horizon Europe e co-chair da Built4People Partnership, que fará a apresentação da “Twin Transition no sector AEC”, seguindo-se um debate sobre o tema que contará com a participação, entre outros, do presidente da Estrutura Missão Recuperar Portugal, Fernando Alfaiate, Pedro Guedes Pinto, do IMPIC e de Alexandra Carvalho, directora do Fundo Ambiental.

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Os melhores momentos da entrega dos Prémios CONSTRUIR 2022 na edição 472 que conta com a revista TRAÇO

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Noite de gala para premiar os melhores do ano
Casa cheia no emblemático Cine-Teatro Capitólio, no Parque Mayer, em Lisboa, para assistir à cerimónia de entrega dos Prémios CONSTRUIR 2022. Além dos galardões que resultaram da votação dos leitores do CONSTRUIR, a noite encerrou com a entrega dos Prémios Excelência, distinções escolhidas pela equipa do CONSTRUIR

“O termo ‘reabilitação’ está massivamente confundido”
Alice Tavares, presidente da Associação Portuguesa para a Reabilitação Urbana e Protecção do Património (APRUPP), falou sobre os principais desafios deste tipo de construção e do muito que ainda há a fazer para uma reabilitação efectiva do edificado

Os novos planos
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A criação de linhas de alta velocidade que ligam as dez maiores cidades do país, uma nova ponte sobre o Tejo e melhoria do transporte urbano com a criação de linhas e serviços complementares estas são algumas das propostas em estudo no Plano Ferroviário

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Depois de uma operação de reabilitação e modernização, o ‘novo’ Convento do Beato está pronto a receber grandes eventos. Ao lado está prestes a entrar em obra o futuro Beato Quarter que irá transformar um conjunto de edifícios

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na pediatria
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Roca presta homenagem ao arquitecto brasileiro Ruy Ohtake

Para assinalar o primeiro aniversário da morte de Ruy Ohtake, a Roca recorda a colaboração com o arquitecto brasileiro

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Como homenagem ao eminente arquitecto brasileiro no primeiro aniversário da sua morte, a Roca fotografou o produto resultante da sua colaboração na casa icónica que o arquitecto construiu para a sua mãe: a casa Tomie Ohtake. Estas fotografias fazem parte de um catálogo que inclui imagens de alguns dos mais marcantes edifícios que compõem o vasto legado do arquitecto brasileiro. As fotografias de arquitectura são da autoria de Paul Clemence, colaborador e amigo de Ruy Ohtake, que também assina o texto do catálogo. Ruy Teixeira é o autor de todas as imagens da colecção de lavatórios, entre as quais encontramos novas formas e acabamentos.

Nascido no Brasil, em 1938, Ruy Ohtake realizou mais de 400 projectos nas últimas cinco décadas, tornando-se num dos mais prolíferos arquitectos do seu país. O seu legado está espalhado por todo o Brasil, sendo São Paulo a cidade que concentra o maior número de edifícios. Encontramos igualmente o seu trabalho noutros países. Apesar deste importante e frutífero percurso profissional, nunca houve, no discurso de Ohtake, sinais de arrogância, nem declarações grandiloquentes, mas sim um profundo respeito por uma profissão que amava.

Inspirado pela sua brilhante progenitora, uma aclamada artista plástica, e influenciado pelo seu mentor e amigo Oscar Niemeyer, os edifícios de Ruy Ohtake caraterizam-se pelo uso de cores, formas esculturais e curvas. O arquitecto brasileiro sentia-se fortemente atraído pelas configurações suaves que encontramos na natureza, razão pela qual esta qualidade orgânica se encontra muito presente no seu enorme legado. O arquitecto sempre reconheceu que o objectivo do seu trabalho era transcender, deixar uma marca nas pessoas, despertando os sentidos de todos aqueles que habitavam ou visitavam os seus edifícios. Ruy Ohtake obtinha esta conexão sempre que, seguindo a orientação de uma curva, conseguia atrair o olhar numa direcção inesperada. Este estilo invulgar e extravagante está igualmente presente na colecção de lavatórios que concebeu para Roca.

A componente orgânica que encontramos no seu trabalho, em conjunto com a proximidade e humildade do arquitecto despertaram a atenção da marca espanhola, que também encontrou na meticulosa execução que Ruy Ohtake aplicava em todos os seus designs esse compromisso firme com o artesanato e a excelência que caracteriza a marca. Consequentemente, iniciou-se uma colaboração criativa em 2018, da qual resultou uma colecção de lavatórios vencedora de vários prémios de design. Todos eles destacaram a capacidade de o arquitecto ter ido além da mera função de utilização e de ter trazido beleza ao quotidiano. Na verdade, Ruy Ohtake queria enriquecer o dia a dia, nem que fosse aquele breve momento em que, imersos nos nossos pensamentos matinais, paramos em frente ao lavatório para refrescar o nosso rosto depois de uma noite de sono profundo.

A inspiração dos lavatórios Ohtake encontra-se na natureza, mais especificamente nas curvas das ondas e na linha do horizonte, sempre em mudança, mas especialmente na forma mais pura que existe em design: o ovo. Além disso, o arquitecto conseguiu encontrar a leveza e a resistência que esta perfeita forma oval e suave apresenta na tecnologia exclusiva da Roca: Fineceramic. Ohtake conseguiu realçar a elegância e a suavidade do design, com o excelente desempenho de um material porcelânico que resulta em lavatórios mais leves e duradouros.

Com este novo catálogo que inclui imagens dos lavatórios concebidos por Ruy Ohtake e alguns dos marcos mais importantes do arquitecto, a Roca celebra uma colaboração significativa e recorda uma relação agradável e enriquecedora que incluiu master classes, exposições, prémios e uma forte partilha criativa de inspiração mútua.

A colecção de lavatórios Ohtake é composta por quatro formatos diferentes e sete cores, incluindo o novo acabamento em preto mate.

 

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As obras na linha de comboio de Cascais vão arrancar

O sinal de partida está a ser dado esta terça-feira, com a apresentação do Projecto de Modernização da Via e Catenária e a consignação da obra aos espanhóis da Comsa e aos portugueses da Fergrupo, por 31,59 milhões de euros. A obra deverá ficar concluída em 2024

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O sinal de partida está a ser dado esta terça-feira, com a apresentação do Projecto de Modernização da Via e Catenária e a consignação da obra aos espanhóis da Comsa e aos portugueses da Fergrupo, por 31,59 milhões de euros. A obra deverá ficar concluída em 2024.

A intervenção estruturante nos 25,45 km que ligam Cascais a Lisboa, vai permitir a modernização da linha que passará a ter melhores condições e capacidade para receber novos comboios. A intervenção integra o projecto de modernização e requalificação integral da Linha de Cascais, cofinanciado pelo POSEUR no âmbito do Portugal 2020, e pretende aumentar a sustentabilidade económica e ambiental, bem como a eficiência do serviço ferroviário, de modo a incentivar a utilização do transporte público por parte dos milhares de pessoas que diariamente se deslocam para Lisboa.

No âmbito da empreitada denominada “Linha de Cascais – Via e Catenária” está prevista a migração do actual sistema de electrificação – de 1500 V para 25 kV -, o que permite harmonizar as condições de exploração desta linha com o resto da Rede Ferroviária Nacional e reduzir anualmente em mais de 1 milhão de euros os custos de energia suportados pela CP – Comboios de Portugal com a operação do serviço.

Os trabalhos prevêem ainda o fim da passagem de nível rodoviária de São João do Estoril, a renovação da estação de Cascais, a instalação de sistemas de sinalização electrónica e de informação ao público, entre outros. A cerimónia contou com a presença de Carlos Carreiras, presidente da Câmara Municipal de Cascais e de Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas.

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Braga quer criar ‘via verde’ para projectos sustentáveis na área da habitação

Segundo o vereador da Habitação e Regeneração Urbana, a sustentabilidade na habitação consegue-se “evitando os problemas, pelo que mais do que preocupados com apoios à população que sofre com os problemas, devemos estar preocupados em resolver esses mesmos problemas que afectam a população, promovendo a construção de mais e melhor habitação

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A Câmara de Braga pretende criar “uma via verde para projectos sustentáveis” na área da habitação, de acordo com o que foi adiantado esta terça-feira pelo vereador com o Pelouro da Habitação e Regeneração urbana.

Na conferência anual promovida pela Fundação Mestre Casais, que decorreu no Mosteiro de Tibães (Braga), João Rodrigues assumiu que o acesso a um direito fundamental como é a habitação condigna, “está cada vez mais dificultado”, razão pela qual devem ser adoptadas medidas que agilizem os processos.

“Braga quer criar uma verdadeira via verde para projectos sustentáveis que que possam ser desenvolvidos no nosso território. Esses projectos terão acesso a taxas municipais reduzidas e com tratamento preferencial nos serviços municipais, de forma a facilitar a construção sempre em benefício da população, do ambiente e, da sustentabilidade”, explicou João Rodrigues, durante a sessão de abertura na presença de José Mendes, presidente executivo da Fundação Mestre Casais, José da Silva Fernandes, presidente do conselho de administração da Fundação Mestre Casais, e Célia Ramos, vice-presidente da CCDR-N.

Segundo o responsável, a sustentabilidade na habitação consegue-se “evitando os problemas, pelo que mais do que preocupados com apoios à população que sofre com os problemas, devemos estar preocupados em resolver esses mesmos problemas que afectam a população, promovendo a construção de mais e melhor habitação, a custos que as pessoas possam suportar, sem descurar as questões ambientais, de gestão de recursos e, sobretudo, de qualidade”, defendeu João Rodrigues.

Lembrando os apoios da autarquia Bracarense à classe economicamente mais frágil, mas também à classe média, nomeadamente os apoios no âmbito do arrendamento acessível, à eficiência energética ou até mesmo os apoios ao pagamento do empréstimo bancário para aquisição de habitação própria, o vereador destacou que actualmente os apoios às famílias “são o grande mote para as políticas de habitação definidas pelo Estado Central, contudo, não é através de uma política de prestação de apoios sociais ‘ad aeternum’ que vamos tornar a questão da habitação mais sustentável”, considerou.

A finalizar, João Rodrigues lembrou o desenvolvimento de Braga e o seu crescimento populacional, que demonstram o “bom trabalho” que tem vindo a ser realizado no Concelho ao longo dos últimos anos.

“Braga foi o Concelho português que mais cresceu na última década, com um crescimento da população residente de 6,5% face a 2011, crescimento este que fez de Braga não só a Cidade que mais cresceu, como também a única com dimensão a consegui-lo de forma tão sustentada, voltando a ser a cidade mais jovem do País. Um crescimento que deve orgulhar a Cidade e é a prova de que o trabalho que está a ser feito está a dar resultados, mas que traz consigo muitos desafios, nomeadamente, em áreas cruciais como o são a mobilidade, as respostas sociais ou a habitação”, concluiu João Rodrigues, salientando que o Município de Braga continuará a fazer todos os esforços para aumentar a área urbana da Cidade, no âmbito do processo de revisão em curso do PDM, com vista a uma construção de habitação de qualidade para a população.

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Mota-Engil Engenharia e Instituto de Formação da CPLP reforçam parceria

A 2ª edição do Projecto Integrado de Formação, Capacitação e Mobilidade de Recursos Humanos já está a ser preparada, procurando combater a imigração irregular e de risco e contribuir para colmatar a necessidade de trabalhadores no sector da Construção Civil em Portugal

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A 2ª edição do Projecto Integrado de Formação, Capacitação e Mobilidade de Recursos Humanos já está a ser preparada, procurando combater a imigração irregular e de risco e contribuir para colmatar a necessidade de trabalhadores no sector da Construção Civil em Portugal.

O Projecto Integrado de Formação, Capacitação e Mobilidade de Recursos Humanos resulta de um trabalho conjunto realizado entre a Mota-Engil Engenharia e o Instituto de Formação da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), com o apoio de diversas entidades. Esta iniciativa pretende promover uma maior qualificação do capital humano nos países da CPLP e integrar, em Portugal, trabalhadores dos países pertencentes a esta Comunidade.

Na 1º edição, mais de 34 candidatos – todos provenientes da Guiné-Bissau – participaram, no seu país, num programa intensivo de formação e capacitação nas áreas da saúde, higiene e segurança no trabalho bem como na componente prática ajustada às funções identificadas. Cerca de 40% dos formandos manteve-se na Guiné-Bissau possibilitando uma reintegração mais qualificada no mercado local da construção civil. Os demais, em julho de 2022, rumaram a Portugal sendo integrados em vários projectos da Mota-Engil Engenharia, empresa com quem celebraram um contrato de trabalho por um ano, renovável, com visto de residência associado.

Com o sucesso da primeira edição, a 2ª edição já se encontra em preparação. Está prevista uma fase de recrutamento para novas áreas de formação tais como a carpintaria de cofragem, armação de ferro e motoristas de pesados. Contudo, a perspectiva para próximas edições é o alargamento a funções mais técnico-operacionais como electricistas, técnicos de AVAC, canalizadores, entre outras.

Alinhado com os valores do Grupo Mota-Engil onde o respeito pelas diferenças, lealdade e reciprocidade num contexto global e culturalmente diverso é essencial, este projecto agrega a si uma componente mais pedagógica no combate à imigração irregular e de risco e contribui para colmatar a necessidade de trabalhadores no sector da Construção Civil em Portugal. Em paralelo, mantém uma forte componente de responsabilidade social dando resposta ao desejo de maior desenvolvimento profissional por parte de cada candidato e à necessidade de reforço de mão-de-obra mais qualificada nas comunidades locais do seu país de origem.

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Universidade da Beira Interior promove co-construção sustentável

As jornadas de sensibilização “Ciência Aberta em co-criação com a Comunidade”, que se realizam no próximo dia 15 de Dezembro, a partir das 10 horas, na Faculdade de Engenharia da UBI

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O Centro de Investigação de Engenharia Civil e Arquitectura da Universidade da Beira Interior (C-MADE) promove as jornadas de sensibilização “Ciência Aberta em co-criação com a Comunidade”, que se realizam no próximo dia 15 de Dezembro, a partir das 10 horas, na Faculdade de Engenharia da Universidade da Beira Interior.

Integradas no Programa INOVC+: Ecossistema de Inovação Inteligente da Região Centro, as jornadas C-MADE visam aproximar a academia, e os centros de I&D e investigadores na área da construção civil às empresas, associações e restante sociedade civil, para juntos, construírem soluções e responderem aos principais desafios do sector da construção sustentável.

As jornadas começam com vários pitchs dinamizados por investigadores da área de engenharia civil e arquitectura, que vão apresentar os resultados das suas investigações, bem como os protótipos e as novas soluções desenvolvidas em contexto académico.

Posteriormente, na segunda parte da iniciativa, serão realizadas ‘smart talks’ em formato speed date, procurando fazer o match entre empresas/associações e investigadores, ambicionando o desenvolvimento de projectos de cocriação. As jornadas terminam com uma palestra de 30 minutos, seguindo-se um momento de debate sobre tendências de construção sustentável.

O projecto INOVC+: Ecossistema de Inovação Inteligente da Região Centro é um programa cofinanciado pelo Centro 2020, Portugal 2020 e Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

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Vector Mais constrói primeira localização da WeWork em Portugal

Ocupando diversos pisos num edifício na Rua Alexandre Herculano, o primeiro espaço da WeWork em Portugal, destaca-se pelos “ambientes informais e fluídos”

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Ocupando diversos pisos num edifício na Rua Alexandre Herculano, o primeiro espaço da WeWork em Portugal, destaca-se pelos “ambientes informais e fluídos”, onde pessoas e empresas se juntam para realizarem o seu melhor trabalho. A intervenção, a cargo da Vector Mais, permitiu transformar “radicalmente” o interior dos diversos pisos, construindo “um espaço convidativo e confortável”.

Destaca-se a recepção no Piso 0, o lounge no mezzanine, com a sua cafeteria, salas de reunião e phone booths e o escritório dedicado à farmacêutica Organon, onde a cor, os materiais naturais e a organização em openspace permitiram criar um ambiente de trabalho inspirador.

A abertura da WeWork em Portugal reflecte a estratégia de expansão da empresa num mercado onde existe uma grande procura por espaços de trabalho flexíveis. A Organon, um especialista na saúde das mulheres e um membro destacado da WeWork a nível internacional, ocupa três pisos da nova localização.

“Em Lisboa, observámos que existe uma grande demanda de ambientes de trabalho flexíveis e identificámos a oportunidade certa para executar os nossos planos estratégicos de crescimento. Estamos felizes por trazer as nossas soluções flexíveis para um novo e excitante novo mercado”, refere Samit Chopra, presidente e COO da WeWork International.

A WeWork é uma rede global de espaços de trabalho fundada em 2010, que conta com mais de 700 localizações em mais de 150 cidades e mais de 500 mil membros em todo o mundo.

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Garcia Garcia responsável pela ampliação do complexo industrial da OLI em Aveiro

Construtora nacional assegura obra cujo investimento irá permitir à multinacional passar a dispor de uma área superior a 40.000 m2, aumentando eficiência do processo na operação da cadeia de distribuição e abastecimento

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A multinacional portuguesa que actua no sector dos sistemas e equipamentos sanitários, escolheu a Garcia Garcia para ampliar o seu complexo industrial, em Aveiro. A construtora nacional tem a seu cargo a execução da obra, que soma uma área total de construção de 9.200 m2 e cujo projecto se desenvolve em três fases que possibilitarão a automatização logística da multinacional.

A ampliação, em particular das áreas logísticas da OLI Sistemas Sanitários tem como principal objectivo potenciar a eficiência do processo na operação da cadeia de distribuição e abastecimento, através de uma resposta mais rápida e eficaz. Com este investimento, a multinacional passará a dispor de uma área superior a 40.000m2 de produção e logística, reforçando desta forma o seu posicionamento e os níveis de competitividade no mercado.

Aposta na sustentabilidade para ganhos de eficiência e poupança energética do edifício

Este projecto, que acresce ao vasto portefólio da Garcia na área das unidades industriais, em termos funcionais foi desenvolvido em três fases: a primeira passou pela construção de um armazém de logística, a segunda fase envolveu a construção de um armazém automático e a terceira, actualmente em curso, a ampliação de nova área logística. Acresce ainda ao projecto a edificação de um bloco administrativo e social, dedicado aos colaboradores da empresa, com 420 m2.

Todos os trabalhos estão a ser realizados enquanto a fábrica continua a laborar, tendo sido um dos desafios assegurar que a obra tivesse um impacto mínimo na actividade normal da empresa. Outro desafio inerente ao projecto foi uma execução célere dos trabalhos, de forma a que os novos espaços fossem disponibilizados nos timings necessários para a operação da empresa.

A destacar ainda no projecto o seu carácter sustentável, com a aposta na minimização da pegada ecológica e na poupança energética das novas instalações, através da colocação de painéis fotovoltaicos na cobertura e fachada do armazém automático, potenciando, assim, a autossuficiência energética do edifício.

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CICCOPN forma técnicos de obra em Santo Tirso

Protocolo entre o Centro e diversas entidades públicas e privadas pretende dar resposta às necessidades de mão de obra qualificada no sector da construção

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Teve início, no dia 28 de Novembro, a segunda edição do curso de Técnico/a de Obra/Preparador(a) de Obra – CAD e modelação BIM, nas instalações da antiga fábrica Santo Thyrso, em Santo Tirso. Esta formação resulta de um projecto nascido para dar resposta às necessidades do mercado de trabalho, em sinergia com empresas e entidades locais.

Ao CICCOPN, associam-se o município de Santo Tirso, que cedeu as instalações para a realização da formação, o Centro de Emprego de Santo Tirso, que auxilia e direcciona os formandos actualmente desempregados, e a Garcia Garcia, empresa especializada na área de projecto e construção de edifícios. Nesta segunda edição, associam-se ainda ao projecto as empresas de construção Gabriel Couto e Casais.

“Há uma necessidade muito grande, neste momento, de trabalhadores qualificados para a construção civil. A AICCOPN fala de um número que rondará os 80 mil, por isso, o CICCOPN tem um desafio muito grande, que é encontrar parcerias para, de uma forma célere, fazermos uma formação para o mercado de trabalho”, revelou Rui Valente, director do Centro.

“Pretende-se que quem frequente estas formações adquira as qualificações para um posto de trabalho, com a mais-valia da ligação ao mercado de trabalho, fazendo com que quem termine o curso tenha a sua empregabilidade quase garantida”, salientou.

Luís Vilaça, da empresa Garcia Garcia, afirmou que “pela pouca mão de obra qualificada existente em Portugal, este tipo de cursos auxilia, não só à captação de jovens, mas também à requalificação de pessoas com baixa empregabilidade”.

Sílvia Tavares, vereadora com o pelouro da educação da Câmara de Santo Tirso, reforçou a ideia de que “estas formações são muito importantes para o território, dado que o município tem a preocupação de adaptar a oferta educativa e formativa às necessidades do território, no que diz respeito à empregabilidade”.

Por seu lado, Isabel Cruz, directora do Centro de Emprego de Santo Tirso, frisou que este “assume um forte papel, estando presente sempre que surgem oportunidades de criar emprego ou de dar ferramentas às pessoas que as ajudem a potenciar a entrada no mercado de trabalho. Neste caso, vamos buscar a área de conhecimento para dotar os nossos desempregados de competências que permitam satisfazer as necessidades dos empresários”.

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Madeira: Taxa de contratualização e execução de projetos do PRR ronda os 30%

A Madeira tem assegurado cerca de 561 milhões de euros no âmbito do PRR, para a concretização dos projetos regionais, a que acrescem 136 milhões de euros de avisos nacionais a que as entidades regionais podem concorrer

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O secretário regional das Finanças, Rogério Gouveia, destacou no final da visita a várias obras que estão a ser realizadas no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o interesse demonstrado pela Comissão Nacional com a execução dos projetos regionais.

As declarações foram proferidas no final da visita de Rogério Gouveia e Pedro Dominguinhos, presidente da Comissão Nacional de Acompanhamento do PRR, a várias obras que estão a ser realizadas no âmbito daquele mecanismo de recuperação.

Na ocasião, o governante deu conta da satisfação pelo “reconhecimento do bom desenrolar dos projetos na Região”, fruto do empenho significativo e da aposta que tem vindo a ser feita na maximização e operacionalização destes projetos financiados pelos fundos comunitários, e garantiu que o objetivo da Região é a plenitude de aproveitamento destas verbas até 2026.

Para o responsável pela coordenação dos fundos comunitários, este reconhecimento reflete a aposta e o empenho que os diversos beneficiários têm colocado no desenvolvimento dos seus projetos, bem como o papel preponderante de acompanhamento realizado pelo Instituto de Desenvolvimento Regional, enquanto organismo intermédio do PRR.

Neste momento, reforçou Rogério Gouveia, entre os projetos executados, em fase de execução ou contratualizados, a taxa já ronda os 30%, “o que revela uma boa execução, uma vez que ainda estamos em 2022 e o prazo de execução destes projetos vai até 2026”, salientou, realçando que a Região e o Governo regional não vão esmorecer, nem perder a intensidade, perante estes bons resultados.

Sobre a visita de Pedro Dominguinhos à Madeira, o secretário regional não deixou de referir, também, a oportunidade de o Governo Regional poder contar com a experiência do desenvolvimento dos projetos a nível nacional.

A Madeira tem assegurado cerca de 561 milhões de euros no âmbito do PRR, para a concretização dos projetos regionais, a que acrescem 136 milhões de euros de avisos nacionais a que as entidades regionais podem concorrer.

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