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Technal lança o seu configurador de caixilharia de alumínio

A ferramenta de personalização permite que qualquer pessoa dê vida ao seu próprio projecto de renovação ou de construção. A solução está acessível gratuitamente no site da marca

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A Technal lançou o seu configurador de caixilharia de alumínio, uma ferramenta de personalização que permite a qualquer pessoa dar vida ao seu próprio projecto de renovação ou de construção e está acessível gratuitamente no site da marca.

Particularmente intuitivo, o configurador foi concebido para uma simulação simples e rápida a partir de uma fotografia de sua casa. A solução permite visualizar a escolha do design, cores, muletas e acessórios através de uma experiência de navegação imersiva. A gama de possibilidades é infinita e permite que qualquer pessoa crie o projecto em apenas alguns cliques.

Para tirar o máximo partido das muitas características do configurador, os utilizadores só precisam de seguir estes três simples passos: “Configurador”, “Resumo do meu projecto′′ e finalmente ′′Documentação e Orçamento′′ para conseguir personalizar detalhadamente qualquer projecto, obter as informações técnicas necessárias e solicitar orçamento a um membro da rede de fabricantes e instaladores homologados Aluminier TECHNAL.

A Technal é uma marca da empresa norueguesa Hydro, uma empresa global de alumínio integrada com actividades de produção, venda e comercialização em toda a cadeia de valor, desde bauxite, alumina, criação de energia até à produção de alumínio, produtos laminados, extrudidos e reciclagem.

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Vicaima equipa novo campus Le Roc da escola suiça “La Garenne”

Para equipar os dormitórios, salas de aula, auditórios, corredores, salas de estudo e WC’s, foram aplicadas diversas unidades de Portaro de interior. No que respeita aos revestimentos, o Dekordor HD Cinza Garlic assume preponderância, bem como o vermelho Lacdor Extreme RAL3024 e o verde RAL6018

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A Vicaima foi a marca eleita para equipar o novo campus Le Roc da prestigiada La Garenne International School, localizado em Villars, na Suíça. Fundada em 1947, a La Garenne é uma instituição de ensino de referência administrada pela família Méan.

O Campus Le Roc, integrado na Senior School da La Garenne, é um edifício moderno e de última geração, perfeitamente adaptado às necessidades dos alunos do ensino secundário de hoje. Muitos dos alunos das mais de 35 nacionalidades que compõe a comunidade estudantil da La Garenne vivem no campus, em dormitórios modernos com vista para os Alpes Suíços.

Para equipar os dormitórios, salas de aula, auditórios, corredores, salas de estudo e WC’s, foram aplicadas diversas unidades de Portaro de interior – solução que integra porta, aro e acessórios numa peça única – bem como de Portaro Corta-Fogo 30 minutos, e Portaro Corta-Fogo e Acústicos de 33dB e 40dB respectivamente.

No que respeita aos revestimentos, o Dekordor HD Cinza Garlic assume preponderância, bem como o vermelho Lacdor Extreme RAL3024 e o verde RAL6018, que reflectem através das suas cores garridas a modernidade e jovialidade do Campus.

Todas as soluções Vicaima aplicadas nesta escola “respeitam os elevados padrões de segurança e comodidade desta instituição de ensino de renome mundial. As soluções técnicas com performances Corta-fogo e Acústicas integradas neste projecto são certificadas por entidades internacionais acreditadas, garantindo o máximo conforto e segurança a toda a comunidade escolar”, assegura a empresa.

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AMGEN escolhe MALEO do Saldanha para integrar Capability Center Portugal

Segundo a AMGEN, a ideia foi encontrar um local “adaptado ao nosso modelo de plena flexibilidade de trabalho, mas também colaborativo, capaz de estimular métodos inovadores, a cooperação entre equipas e a criatividade dos nossos colaboradores”

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Uma das maiores empresas especialistas em biotecnologia, a AMGEN, escolheu o centro Maleo do Saldanha para acolher o seu mais recente projecto de investimento em Portugal e aí integrar o seu Centro de Alta Competência.

Com uma dimensão total de 619 metros quadrados (m2), segundo a AMGEN “este espaço, corresponde totalmente às exigências da empresa quanto à flexibilidade, personalização e inovação”.

Segundo Daniel Campanha, general manager e site head do Amgen Capability Center Portugal, “esta escolha resulta da decisão da empresa em investir na implementação de um centro de alta competência em Lisboa. Nesse sentido, desafiámo-nos a encontrar um local no centro da cidade, com boas acessibilidades e transportes, adaptado ao nosso modelo de plena flexibilidade de trabalho e que, em simultâneo, fosse um espaço colaborativo capaz de estimular métodos inovadores de trabalho, a cooperação entre equipas, e a criatividade dos nossos colaboradores num ambiente de diversidade e multiculturalidade”.

Esta parceria resulta do investimento e da aposta da AMGEN em Portugal, ao seleccionar Lisboa para a instalação do Amgen Capability Center Portugal. Neste caso, não se trata de uma mudança de instalações, mas efectivamente de um investimento que a multinacional norte-americana está a realizar no nosso País, com a abertura e criação de raiz de um novo centro destinado a dar suporte à sua operação global.

Para a MALEO, é mais uma demonstração do seu papel desbloqueador, com soluções flexíveis e adaptadas a cada empresa, de acordo com o seu perfil, sempre numa óptica de parceria estratégica. Nesse sentido, aposta uma posição diferenciadora, atenta às tendências dos negócios e precursora na forma de estar e receber. A MALEO pretende assumir-se como uma anfitriã, procurada por organizações que querem personalizar a sua ocupação. Sempre com o objectivo de tratar de todos os aspectos logísticos do dia a dia (24horas/7 dias por semana), e assim deixar os clientes totalmente focados no desenvolvimento do seu modelo de negócio.

A MALEO traduz um conceito inovador em soluções de escritório, “criado a pensar no futuro dos espaços de trabalho, com uma oferta completa de serviços integrados e total flexibilidade para se ajustar às realidades e necessidades específicas de cada negócio”.

Conta actualmente com edifícios em cinco localizações na cidade de Lisboa (R. Castilho, Av. Liberdade, R. Mouzinho da Silveira, Parque das Nações e Saldanha), num total combinado de 12.000m2.

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AJL reforça oferta graças à parceria com a Arrowhead Industrial Services

A AJL oferece agora formação ao nível da Qualificação de Soldadores e Operadores de Soldadura; Procedimentos de Soldadura; Avaliação da Conformidade de Equipamentos sob Pressão e Transportáveis

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No ano em que completa 30 anos de atividade, a AJL, empresa do Grupo IEP, celebra uma parceria com a Arrowhead Industrial Services (AIS).

Com esta parceria, a AJL oferece agora ao mercado nacional um conjunto de soluções ao nível da formação, nomeadamente, Qualificação de Soldadores e Operadores de Soldadura; Qualificação de Procedimentos de Soldadura; Avaliação da Conformidade de Equipamentos sob Pressão e Avaliação da Conformidade de Equipamentos Sob Pressão Transportáveis.

Todos os serviços acima referidos estão no âmbito das Directivas PED e TPED, do código ASME (Estados Unidos), das marcas UKCA e Rho (Reino Unido) e dos regulamentos DOT (CFR49,Estados Unidos) e TC (B339 e B341,Canadá).

Na Europa, a Arrowhead é o Organismo Notificado para as directivas PED (Equipamentos sob Pressão, 2014/68/UE, marcação CE) e TPED (Equipamentos sob Pressão Transportáveis, 2010/35/CE, marcação π). Faz também a aprovação de recipientes sob pressão para veículos movidos a hidrogénio, segundo o Regulamento (CE) n.º 79/2009 e o Regulamento UNECE n.º 134, assim como de recipientes sob pressão para gás natural comprimido (GNC) usado como combustível em veículos, segundo o Regulamento UNECE n.º 110. Certifica ainda recipientes de gás NGV2 e HGV2.

Para o Reino Unido, a Arrowhead disponibiliza a certificação pela marca UKCA e efectua, ainda, certificações de acordo com os requisitos do DOT (Department of Transportation, Competente Authority for USA)) e do TC (Transport Canada, Competente Authority for Canada).

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EDP quer atrair mais mulheres para carreiras STEM com campanha global

Profissões nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia ou matemática (STEM) ainda contam com pouca participação feminina. Através da campanha global #REBELSFORCHANGE a EDP pretende reforçar a presença de mulheres no grupo

O mercado de trabalho precisa de mais 136 anos para que o mundo atinja paridade de género, estima o Fórum Económico Mundial – um desequilíbrio que parece ainda mais vincado em áreas técnicas, como engenharia ou tecnologia, que mantêm uma forte predominância masculina.

A EDP está a lançar #REBELSFORCHANGE, uma campanha global para sensibilizar e promover a participação de mais mulheres em carreiras de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM, no acrónimo em inglês). Esta iniciativa global corre em paralelo com a própria ambição da EDP, que vai aumentar a representação feminina para, pelo menos, 30% até 2025.

“Queremos promover na EDP a participação feminina em funções nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia ou matemática e, desta forma, contribuir para despertar nas mulheres jovens a vocação para essas áreas. Temos essa responsabilidade com a sociedade e é um compromisso que assumimos”, explica Miguel Stilwell d’Andrade, presidente executivo da EDP. “Campanhas como esta são fundamentais para ajudar a eliminar obstáculos que impedem as mulheres de ter acesso a carreiras nestas áreas de conhecimento para fazer do mundo um lugar melhor e igualitário para todos”, reforça.

Tendo como símbolo um capacete branco, a campanha #REBELSFORCHANGE quer chamar a atenção para o tema da classificação das profissões por género, que ainda leva muitas tarefas a serem distinguidas como sendo típicas de homens ou de mulheres. Isso mesmo foi demonstrado numa experiência com crianças entre 4 e 12 anos de idade. Num espaço neutro, foram colocadas perante dois manequins, simbolizando um homem e uma mulher. Foi-lhes depois pedido que atribuíssem a cada um diferentes uniformes e instrumentos de trabalho, como um microscópio, uma bola de futebol ou um secador de cabelo. No caso do capacete branco, por exemplo, a maioria das crianças colocou-o no lugar do manequim masculino, evidenciando assim o estigma de uma área profissional onde as mulheres ainda são uma minoria.
Esta experiência é uma das iniciativas que integra o #REBELSFORCHANGE. Nos próximos três meses, a campanha prevê várias intervenções nas redes sociais do grupo EDP, incluindo testemunhos de colaboradoras em carreiras técnicas na empresa e outras acções.

O principal objectivo da campanha é abrir o debate e levar o tema a um público mais alargado, em especial às jovens que podem aspirar a uma carreira STEM, promover acções de sensibilização em várias escolas e demonstrando as oportunidades profissionais que podem surgir nestas áreas, incluindo a EDP. Aliás, será possível candidatarem-se em algumas dessas áreas através de um site EDPR específico criado durante esta campanha.

Com esta iniciativa, a EDP continua a reforçar o seu empenho na valorização do papel das mulheres no mercado de trabalho, incluindo, para aquelas que desenvolvem carreiras na área STEM. Além disso, a empresa compromete-se com uma cultura corporativa de diversidade e inclusão, a qual tem sido reconhecida a nível global – exemplo disso é a integração, pelo segundo ano, no conceituado Índice de Igualdade de Género da Bloomberg.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Placo apresenta gama Duragyp ao mercado nacional

As hidrófugas, as placas são resistentes a impactos, com grande capacidade de carga, capazes de melhorar o isolamento acústico e, ainda, resistência ao fogo

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A humidade continua a ser um problema comum das casas portuguesas. Fazendo jus ao propósito da Saint–Gobain “Making The World a Better Home”, a marca Placo lança no mercado nacional a gama de placas Duragyp. As placas hidrófugas (H1), resistentes a impactos e com grande capacidade de carga, são, ainda, capazes de melhorar o isolamento acústico dos edifícios. Esta gama oferece ainda uma opção resistente ao fogo, sendo classificada como tipo A1 – incombustível.

Toda a gama Duragyp inclui a tecnologia Activ’Air que transforma a poluição do ar interior em compostos inertes não prejudiciais à saúde, tecnologia com duração de pelo menos 50 anos.

As placas Duragyp adaptam-se a diversos tipos de utilização e aplicação estando aptas para tectos, divisórias e revestimentos, tanto em obra nova como em reabilitação. A gama Duragyp foi desenvolvida para ser polivalente e permitir o uso de apenas um tipo de placa em todo o projecto de qualquer sector, desde o habitacional ao hoteleiro ou comercial.

Toda a informação sobre estas soluções está disponível no “Guia de Novidades – Placas de Gesso”, um documento sobre as placas de gesso lançadas pela marca. No documento é possível encontrar informação sobre a Tecnologia Activ’Air, a Gama Duragyp, a Lisaplac, a 4PRO Activ’Air, mas também, sobre a Habito, a Aquaroc Light e a Glasroc X Load Bearing. Este Guia aborda ainda a colagem de cerâmica e pedra em placas de gesso laminado.

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PRR: abre apoios para a Transição Digital do Comércio e Serviços

Esta medida destina-se a autarquias, associações empresariais ou consórcios formados por associações empresariais e autarquias e tem uma dotação global de 52,5M€ destinada à constituição de, pelo menos, 50 Bairros Comerciais Digitais

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Arrancou a fase de manifestações de interesse de uma das medidas de apoio, dirigida ao sector do Comércio e Serviços, incluída na componente Empresas 4.0 do âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), financiado pelo fundo europeu Próxima Geração UE – Next GenerationEU.

A medida tem uma dotação global de 52,5 milhões de euros destinada à constituição de, pelo menos, 50 Bairros Comerciais Digitais, que integram a componente Empresas 4.0 e visam o apoio à incorporação de tecnologia nos modelos de negócio das empresas.

Este programa possibilitará o acesso a diferentes tipologias de investimento, numa combinação entre proximidade e incorporação tecnológica, podendo os projectos incidir sobre o espaço físico e urbano, mas também recorrer a modelos de intervenção baseados em tecnologia digital, o que se afigura importante para a promoção da competitividade e resiliência destes sectores e dos territórios onde se inserem.

Esta primeira fase vai decorrer entre 24 de Janeiro e as 19h00 do dia 31 de Março de 2022, estando mais informações disponíveis aqui.

Sob a forma de subvenção a fundo perdido, esta medida destina-se a autarquias, associações empresariais ou consórcios formados por associações empresariais e autarquias, sendo valorizada esta última tipologia de candidatura.

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Efacec fornece transformadores para o complexo do Alto Tâmega

O complexo hidroeléctrico que vai assegurar 6% do consumo eléctrico do país tem data de conclusão prevista para Maio deste ano

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A Efacec está a concluir o fornecimento de transformadores para o projecto de 1500 milhões de euros do Sistema Electroprodutor do Tâmega para a Iberdrola, que se destaca como um dos maiores projectos hidroeléctricos realizados na Europa nos últimos 25 anos para a empresa espanhola, que é o maior produtor de energias renováveis da Europa e dos EUA, uma das cinco maiores companhias eléctricas do mundo e o líder mundial em energia eólica.

“Este contrato foi conquistado pela Efacec após realização de um concurso internacional, no qual participaram as mais importantes empresas do sector, a nível mundial. Ao desempenhar um papel estratégico no Sistema Electroprodutor do Tâmega, a Efacec reforça o seu posicionamento de referência mundial no fornecimento de transformadores eléctricos”, sublinha Fernando Vaz, Administrador Executivo com o pelouro de Operações da Efacec.
O projecto compreendeu o fabrico e o fornecimento pela Efacec dos transformadores das três centrais que constituem o complexo hidroeléctrico que a Iberdrola desenvolveu no Alto Tâmega. No final de 2021 ficou concluído o fornecimento para a Central Hidroeléctrica de Daivões, consistindo em dois Transformadores de Potência de 65 MVA 400 kV e dois Transformadores de Distribuição de 2.5 MVA 15 kV. A estes juntou-se o fornecimento concluído em 2020 para a Central Hidroeléctrica de Gouvães de quatro Transformadores de Potência de 245 MVA 410 kV e dois Transformadores de Distribuição de 5,6 MVA 20 kV.

A última fase do Sistema Electroprodutor do Tâmega será realizada até ao final de Maio deste ano com a entrega dos quatro últimos transformadores: dois Transformadores de Potência de 90 MVA 410 kV e dois Transformadores de Distribuição de 2.5 MVA 15 kV.

O complexo hidroeléctrico integrou a construção de três barragens (Daivões, Gouvães e Alto Tâmega), promoveu a criação de 13.500 empregos directos e indirectos durante o período de maior volume dos trabalhos, contando com uma potência instalada de 1.158 megawatts (MW), podendo alcançar uma produção anual de 1.760 gigawatts hora (GWh), assegurando 6% do consumo eléctrico nacional.

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Mercadona investe mais 24,5 M€ no Bloco Logístico da Póvoa de Varzim

O novo investimento amplia a capacidade logística da operação Bloco Logístico da Póvoa de Varzim que arrancou em 2019 e cujo o investimento ultrapassa já os 84M€

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A Mercadona ampliou a capacidade de armazenamento do Bloco Logístico da Póvoa de Varzim com a criação de uma nave de 12.000 m2. Este novo armazém, construído num terreno de 50.000 m2, adjacente ao que já tem a funcionar desde 2019, vem dar resposta à evolução do projecto de expansão da empresa em Portugal e representou um investimento de 24,5 milhões de euros.

Com a criação desta nave, que se junta às outras duas que a empresa já tinha em funcionamento, procedeu-se a uma reconfiguração total do espaço. Assim, os novos 12.000 m2 passarão a armazenar as frutas e legumes que diariamente saem para os supermercados da cadeia em Portugal. Além disso, fruto do seu modelo de logística sustentável e em colaboração com a Logifruit, haverá uma área, com cerca de 3.000 m2, dedicada à gestão de embalagens.

Adicionalmente, a superfície onde está inserido o novo armazém conta com uma área de 17.000 m2 de zonas verdes e 100 lugares de estacionamento, sendo que 2 são destinados ao carregamento de veículos eléctricos, ligados à rede MOBI.E.

Em 2019, a Mercadona arrancou com a operação do Bloco Logístico da Póvoa de Varzim com duas naves, tendo investido 60 milhões de euros. No total, a empresa já investiu 84,5 milhões de euros no desenvolvimento do Bloco Logístico da Póvoa de Varzim, que conta com três naves construídas numa área total de 100.000 m2, contabilizando 350 postos de trabalho, dos quais 20 foram criados para dar resposta a este novo projecto de ampliação.

“Estamos muito orgulhosos com a expansão do Bloco Logístico da Póvoa de Varzim, que representou, além da criação de mais emprego local, uma grande aposta na garantia de melhor serviço às nossas lojas, tendo em conta as necessidades dos “Chefes” (clientes). Acreditamos que esta é uma evolução natural para respondermos às necessidades de expansão em Portugal e esperamos que com o reforço da rede logística continuemos a assegurar a satisfação dos portugueses que escolhem diariamente a Mercadona como o seu supermercado de confiança” afirma Carlos Lopes, Director do Bloco Logístico da Póvoa de Varzim

Em 2021, a empresa anunciou o desenvolvimento de um futuro Bloco Logístico localizado em Almeirim, distrito de Santarém, cujo início das obras está previsto para este ano.

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PROBONO vai investir 25M€ em laboratórios de sustentabilidade

Projecto europeu envolve 47 parceiros de 15 países e pretende fomentar espaços sustentáveis de referência para o futuro, sendo um localizado em Portugal

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O Sonae Campus, a sede do grupo localizada na Maia, vai tornar-se num laboratório vivo de inovação na área da sustentabilidade e eficiência de edifícios e comunidades. Esta evolução resulta da aprovação pela União Europeia do projecto PROBONO, que prevê um investimento superior a 25 milhões de euros e reúne 47 parceiros de 15 países. Em Portugal, o consórcio integra a Sonae e as suas participadas Sonae MC, Elergone e Sonae FS, bem como a Capwatt, empresa da Sonae Capital.

A ambição do projecto PROBONO é fornecer soluções validadas para o design, construção e operação tanto de edifícios novos como adaptados, com emissões reduzidas e energia positiva, contribuindo para comunidades mais sustentáveis. As soluções serão testadas através dos laboratórios vivos estabelecidos em seis países europeus: Sonae Campus, na Maia (Portugal), Madrid (Espanha), Dublin (Irlanda), Bruxelas (Bélgica), Aarhus (Dinamarca) e Praga (República Checa).

“A Sonae está fortemente comprometida em proteger o nosso planeta. Em 2015 assinamos o Acordo de Paris e em 2020 reforçámos esse objectivo ao assumir o compromisso de neutralidade carbónica das nossas operações já no ano 2040. O projecto PROBONO enquadra-se neste nosso esforço de tornar o grupo cada vez mais sustentável e, ao mesmo tempo, inspirar a mudança colectiva. Através do estímulo à inovação e à experimentação, bem como através do desenvolvimento de novo conhecimento na área da sustentabilidade, abriremos caminhos para que toda comunidade possa conhecer e adotar práticas e soluções mais amigas do planeta”, justifica João Günther Amaral, Chief Development Officer e membro da Comissão Executiva da Sonae.

O Sonae Campus integra edifícios que são uma referência em termos de ecoeficiência, como são o caso do Sonae Maia Business Center e do Sonae Tech Hub, que se situa nos 100 edifícios no mundo com a maior pontuação pelo United States Green Building Council no âmbito da certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design). No Sonae Campus, como resultado da colaboração entre as empresas do grupo ao abrigo do projecto PROBONO, serão investidos cerca de 1,37 milhões de euros, para teste de novas soluções em áreas como a biodiversidade, energia e sustentabilidade.

“A participação activa no living lab do Sonae Campus vem reforçar ainda mais o compromisso da Sonae Capital com a sustentabilidade. O projecto PROBONO, no qual participamos através da Capwatt, está alinhado com o seu propósito de implementar soluções integradas de energia, eficientes e sustentáveis, para promover e facilitar a transição energética e a descarbonização das empresas e dos países. Damos, assim, mais um passo sólido no caminho da neutralidade carbónica e criamos conhecimento para a Comunidade., avança Miguel Gil Mata, CEO da Sonae Capital
O projecto prevê a testagem das mais recentes tecnologias de energia verde e utilização da sede da Sonae para experimentações por terceiros na área da energia e biodiversidade, estando também previsto o teste de ferramentas de gestão e controlo para redução de emissões. O Sonae Campus vai também ser palco da implementação de novas soluções de aumento da biodiversidade, estando em estudo, designadamente, a construção de jardins verticais, casas para aves ou hortas.

O projecto irá arrancar em Janeiro de 2022 e terá a duração de cinco anos. Note-se que o PROBONO foi um dos três seleccionados entre as 115 propostas apresentadas a concurso para o Programa-Quadro Horizonte 2020 LC-GD-4-1-2020: Construir e renovar com eficiência em termos de energia e de recursos. O orçamento total ascende a 25,2 milhões de euros para o período de 2021-2026.

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Cleanwatts lança primeiro projecto de crowdlending para financiar novas comunidades

Através da plataforma GoParity o objectivo será criar uma comunidade de energia em Castelões, no concelho de Chaves, assim como na aldeia vizinha de Soutelinho da Raia

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A tecnológica portuguesa Cleanwatts, especialista em soluções digitais para o sector da energia, prepara-se para angariar a verba que necessita para instalar duas centrais fotovoltaicas através da plataforma de crowdlending (financiamento colaborativo) GoParity. O montante necessário, de cerca de 67 mil euros, irá permitir criar uma comunidade de energia em Castelões, freguesia de Calvão, no concelho de Chaves, assim como na aldeia vizinha de Soutelinho da Raia.

Esta é a primeira vez que, em Portugal, um projecto deste tipo é financiado através de crowdlending, uma forma de crowdfunding, mas com base em empréstimos e não em equity. Outra particularidade é o facto de resultar da união de esforços dentro da comunidade, uma vez que os terrenos onde irão ser instaladas as centrais fotovoltaicas serão cedidos por habitantes locais.

Esta iniciativa de financiamento colaborativo não tem encargos de subscrição, sendo o montante mínimo de 5€. Inicialmente, foi lançada em modo privado, para dar aos habitantes locais a possibilidade de serem os primeiros a investir, mas actualmente está aberta a todos. Em cerca de dez dias, foram angariados mais de 100 investidores.

“Será instalado um total de 171kWp de potência fotovoltaica em duas centrais que produzirão cerca de 140MWh de energia limpa por ano”, afirma Basílio Simões, presidente da Cleanwatts.

Os participantes nas Comunidades não terão de fazer nenhum investimento nem de alterar os seus contratos com o actual comercializador de energia, passando todavia a consumir, durante as horas de sol, uma parcela da energia de que necessitam a partir de uma fonte local, verde e sustentável, acelerando o processo de descarbonização destas aldeias.

A Cleanwatts levará também a cabo iniciativas de formação através das suas ferramentas digitais de gestão de energia – Kisense, Kiome e Kiplo Energy Communities, as quais serão disponibilizadas à comunidade para monitorizar a energia renovável gerada, a energia consumida e para identificar oportunidades adicionais de poupança através de medidas de eficiência energética e outras, como sejam a introdução de soluções de armazenamento de energia sempre que seja relevante.

As comunidades energéticas de Castelões e Soutelinho da Raia estão inseridas no programa “100 Aldeias” – recentemente premiado com o Prémio de Inovação Social Power Technology Excellence Awards, na categoria de “Impacto Social” – e que tem como objectivo “combater a pobreza energética, através da criação de comunidades locais de energia renovável e da promoção de boas práticas energéticas junto dessas mesmas comunidades”, conclui Basílio Simões.

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