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3º Edição Aicep Rede online

Até 16 de Dezembro será possível agendar reuniões online, com a duração de 25 minutos, com qualquer uma das 49 delegações internacionais da Aicep

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Até 16 de Dezembro será possível agendar reuniões, online, com qualquer uma das 49 delegações internacionais da Aicep. A 3º edição da Aicep Rede Online, está a decorrer desde 22 de Novembro.

Com a duração estimada de 25 minutos, o serviço online de reuniões com a rede de delegações da AICEP permite à empresa obter o aconselhamento de que precisa para exportar e/ou incentivar a internacionalização da empresa. Nestas reuniões de aconselhamento digital, os delegados prestam esclarecimentos sobre os mercados externos, com o necessário follow up.

A iniciativa apenas está disponível para empresas registadas na AICEP.

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Light + Building adiada para Outubro

A ‘Light + Building Autumn Edition’ terá lugar entre 2 a 6 de Outubro e manterá o seu conceito hibrido

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Em Dezembro passado, a alta incidência da Covid-19 na Alemanha, seguida pelo aparecimento internacional da variante Omicron e as restrições de viagem associadas, levaram a incertezas no sector de iluminação, construção e tecnologia de segurança. Sendo que a situação pandémica se continua a desenvolver de forma muito dinâmica, a Messe Frankfurt decidiu adiar a feira Light + Building para o Outono deste ano, mais precisamente de 2 a 6 de Outubro.

“Levámos muito a sério as preocupações dos nossos parceiros e, claro, também ponderámos as oportunidades e riscos empresariais. Conforme já anunciado em Dezembro, todas as opções para uma nova data estavam em análise. Felizmente, conseguimos encontrar uma data de Outono atractiva e isso é possível através do reagendamento interno da Light + Building. Isso significa que a perspectiva de um forte lançamento internacional do sector em Frankfurt em 2022 permanece”, explica Wolfgang Marzin, presidente e CEO da Messe Frankfurt.

Para o Light + Building Autumn Edition, o conceito híbrido permanece o mesmo. Além do ponto de encontro internacional da indústria em Frankfurt, a participação é possível através da plataforma Light + Building Digital Extension. No Centro de Exposições, de 2 a 6 de Outubro de 2022, os expositores apresentarão um espectro de produtos exclusivo para planeamento integrado de edifícios. Todos os negócios relacionados com electricidade estarão presentes, desde o design de iluminação e luminárias, segurança conectada e domótica até sistemas de instalação eléctrica, sistemas inteligentes de gestão de energia e fornecedores de infraestrutura de carregadores electrónicos.

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Savills inaugura novos escritórios no Porto

As novas instalações estão localizadas no Edifício Península e serão alvo de reconfiguração de forma a melhorar a sua sustentabilidade

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A consultora imobiliária internacional Savills tem novos escritórios no Porto, fruto da consolidação do seu crescimento nesta cidade.

O novo espaço está localizado no edifício Península, numa das zonas mais centrais do Porto, encontra-se junto ao Mercado do Bom Sucesso, à estação do metropolitano da Casa da Música, bem como ao Shopping Cidade do Porto. . ”Esta mudança reforça a aposta da Savills no Norte do País e no Porto em particular e é reflexo do crescimento e valorização do mercado imobiliário na “cidade invicta”, bem como o resultado do trabalho que a nossa equipa tem vindo a desenvolver”, justifica Patrícia de Melo e Liz, CEO da Savills Portugal

A responsável avança que, “numa primeira fase, optámos por um lifting ligeiro ao espaço, mas brevemente redefiniremos o conceito para os standards do novo escritório de Lisboa”.

“Tal como aconteceu no final de 2021, em Lisboa, também no Porto a Savills considerou que era o momento indicado para potenciar o bem-estar da sua equipa, com a mudança para um edifício mais “amigo do planeta e das pessoas”, onde os espaços colaborativos e de diversão assumem um peso superior à área destinada ao local permanente de trabalho, oferecendo, adicionalmente, espaços para estacionamento de bicicletas e para o recarregamento de veículos eléctricos”, reforça ainda Filipe Santos, Associate Director da Divisão do Porto da Savills Portugal.

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Ferpinta vai investir perto 50 M€ até 2023

O investimento abrange a construção de uma nova unidade, aumento e modernização da capacidade de produção e a aposta na criação de novos produtos

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Entre 2021 e 2023 a Ferpinta pretende realizar um investimento no valor de 49,98 milhões de euros, envolvendo uma nova unidade industrial, novos produtos e o aumento da capacidade actual, avançou o ECO. De acordo com este órgão de comunicação “este investimento irá também incidir na aposta em tecnologias mais inovadoras e integrá-las nos processos de fabrico, numa abordagem integral do conceito Indústria 4.0”.

A empresa de metalomecânica vai receber um crédito fiscal de 4,99 milhões de euros e um apoio a fundo perdido do Compete 2020 de 5,99 milhões de euros. Apoios concedidos para a criação da nova unidade industrial “para a manipulação e transformação de chapa, nomeadamente ao nível do seu corte em diferentes formatos e espessuras”. Esta unidade será construída nos pavilhões industriais mandados construir pela empresa chinesa Wuhan Industries, na zona industrial de Loureiro. O “pavilhão chinês”, como é conhecido, foi comprado pela Ferpinta em Agosto do ano passado, num investimento que rondou 13,7 milhões de euros.

O investimento, que já arrancou a 18 de Outubro do ano passado, deverá está concluído no final de Junho de 2023, deverá criar 14 novos postos de trabalho e compromete-se a manter os actuais 380.

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Publicado aviso para apoiar projectos de descarbonização da indústria

Foi publicado o aviso para o Apoio à Descarbonização da Indústria, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).O concurso insere-se num conjunto de medidas que visa contribuir para o objectivo da neutralidade carbónica

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Foi publicado o aviso para o Apoio à Descarbonização da Indústria, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).O concurso insere-se num conjunto de medidas que visa contribuir para o objectivo da neutralidade carbónica, promovendo a transição energética por via da eficiência energética, do apoio às energias renováveis, com enfoque na adopção de processos e tecnologias de baixo carbono na indústria, na adopção de medidas de eficiência energética na indústria e na incorporação de energia de fonte renovável e armazenamento de energia.
As candidaturas estão abertas até 29 de Abril e correspondem a um apoio global de 705 milhões de euros,
São beneficiários finais deste concurso as empresas de qualquer dimensão ou forma jurídica, do sector da indústria, bem como as entidades gestoras de parques industriais. Podem ainda candidatar-se entidades individualmente ou em consórcios (conjunto de entidades, como referido acima, associações empresariais e centros tecnológicos com as condições acima mencionadas).
Os projectos a apoiar devem ser desenvolvidos no território nacional, devendo as entidades integrantes dos consórcios ter um estabelecimento legalmente constituído em qualquer uma das regiões NUTS II (Norte, Centro, Área Metropolitana de Lisboa, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira).
O investimento associado a esta componente contribui, em 100%, para a meta climática do PRR, pelo que os projectos têm de estar enquadrados, pelo menos, num dos seguintes domínios de intervenção: Eficiência energética e projectos de demonstração nas PME ou grandes empresas e medidas de apoio que cumprem os critérios de eficiência energética; Processos de investigação e de inovação, transferência de tecnologias e cooperação entre empresas, incidindo na economia hipocarbónica, na resiliência e na adaptação às alterações climáticas; Energia renovável: solar; Outras energias renováveis (incluindo a energia geotérmica); Sistemas energéticos inteligentes (incluindo as redes inteligentes e sistemas de TIC) e respectivo armazenamento.
Os apoios traduzem-se em subsídios não reembolsáveis e a despesa elegível com a instalação de sistemas de produção de energia eléctrica a partir de fonte solar para autoconsumo está limitada a 30% do montante de investimento total elegível da operação, não considerando o próprio montante de investimento na produção de energia eléctrica a partir de fonte solar.
O valor de apoio por cada projecto pode ser limitado, tendo em conta que a meta de desembolso da componente 11 do PRR (Descarbonização da Indústria) obriga ao apoio mínimo de 300 projectos de descarbonização, independentemente da dotação orçamental a concurso.
Os projectos apoiados devem ter início no prazo de seis meses após a sua aprovação e possuir uma duração máxima de 24 meses a partir da mesma data.
As despesas podem ser apresentadas até Dezembro de 2025.

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RE/MAX Portugal distinguida

A rede imobiliária soma várias distinções que destacam factores como confiança na marca, transparência, satisfação e qualidade de serviço

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Presente no mercado nacional há 22 anos e composta por uma rede de 12 mil profissionais, a RE/MAX Portugal foi distinguida com vários prémios. Em evidência estão prémios como “Escolha do Consumidor 2022”; “Superbrands 2021”; “A Melhor Loja de Portugal” na categoria “Imobiliárias” – edição 2021/2022” e “Marca Recomendada” com melhor Índice de Satisfação no Portal da Queixa na categoria “Mediação Imobiliária – Redes”.

Distinguida como “Escolha do Consumidor 2022”, na categoria “Imobiliárias”, a RE/MAX recebe assim a certificação que atesta o serviço da rede avaliado directamente pelos consumidores. A rede imobiliária obteve um índice de satisfação global de 81,01% e uma intenção de compra de 79,90%. Entre os consumidores envolvidos na avaliação da categoria, a RE/MAX foi eleita a “Marca número um na Escolha do Consumidor”, com uma classificação superior em critérios como a “rapidez no agendamento”, “segurança no processo de compra/venda”, “agilização das visitas”, “confiança” e “empatia” dos seus consultores. Os consumidores destacam a “facilidade do processo burocrático” e a “transparência na informação”.

A RE/MAX foi igualmente reconhecida como “Superbrand 2021”, um prémio que, anualmente, reconhece as marcas de excelência escolhidas pelos consumidores. Esta foi a décima quarta vez, em 17 edições, que a imobiliária é a preferida pelos portugueses.

Por sua vez, na categoria “Imobiliárias” a RE/MAX foi uma das vencedoras da edição 2021/2022 da iniciativa “A Melhor Loja de Portugal”, promovida pela revista Grande Consumo, em parceria com a Q&A, organizadora internacional do prémio. Esta distinção, a maior da Europa, visa premiar as marcas de retalho mais apreciadas pelo consumidor com base em seis critérios: gama de produtos, serviço, informações, facilidade de compra, preço e aparência.

A RE/MAX foi ainda distinguida pela Consumers Trust com o Prémio “Marca Recomendada”. A marca tem vindo a liderar no Portal da Queixa a categoria “Mediação Imobiliária – Redes”, o que lhe permite obter um posicionamento de referência na relação de proximidade e de

confiança com os consumidores. O Prémio “Marca Recomendada” é um reconhecimento atribuído pelos consumidores no Portal da Queixa, pela forma como mantiveram o elevado nível de performance de uma forma consistente ao longo dos últimos 12 meses.

“Vermos atribuído estes prémios à RE/MAX é sem dúvida um privilégio. Num sector competitivo e exigente como este, que nos desafia constantemente, acreditamos ser importante obtermos a apreciação de entidades independentes, que avaliam a qualidade dos nossos serviços e o consequente nível de satisfação de quem nos procura para vender, comprar ou arrendar casa.”, salienta Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX.

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Concursos públicos noruegueses para empresas portuguesas

Como membro do Espaço Económico Europeu (EEA), a Noruega implementou a directiva 2014/24/UE sobre os seus contratos públicos, harmonizando assim a sua legislação com a actual aplicável da União Europeia

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Como membro do Espaço Económico Europeu (EEA), a Noruega implementou a directiva 2014/24/UE sobre os seus contratos públicos, harmonizando assim a sua legislação com a actual aplicável da União Europeia.

Um contrato público pode ser publicado na respectiva base de dados online norueguesa Doffin, ou através da base de dados online europeia, Tenders Electronic Daily (TED).

Todos os contratos de fornecimento, obras ou contratos de serviço com um valor estimado acima do valor limite nacional de 1,3 milhões de NOK devem ser tornados públicos na base de dados norueguesa, onde apenas são emitidos em norueguês. Para todos os contratos com um valor estimado acima dos valores-limite da UE, a publicação deve ser feita no TED, onde todos os avisos de concurso são publicados em inglês. Os documentos por outro lado, na sua maioria são redigidos em norueguês.

De forma geral, todas as propostas para o sector público norueguês devem ser apresentadas em norueguês. A AICEP recomenda que as empresas encontrem um parceiro com conhecimento do mercado local e que seja fluente em norueguês para facilitar as traduções caso necessário.

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Assimagra apresenta proposta de alteração à nova “Lei das Pedreiras”

Redução da burocracia, salvaguarda dos direitos dos exploradores com licenças em vigor ou em fase final de aprovação e uma lei redigida de forma clara são alguns dos pontos apresentados

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A Associação Portuguesa que representa a Indústria dos Recursos Minerais, apresentou a sua proposta de alteração ao projecto de Decreto-Lei que procede à regulamentação da Lei n.º 54/2015, de 22 de Junho, no que respeita às massas minerais, no âmbito da sua consulta pública que terminou dia 3 deste mês. Esta proposta decorre de uma anterior versão que esteve também em Consulta Pública no Verão de 2020, alvo de forte contestação pela Assimagra.

Decorrente dessa contestação, a associação viu contempladas, neste novo documento, várias das suas sugestões de alteração, relativamente ao inicialmente apresentado, como são exemplos o alargamento do prazo das fases de pesquisa e de exploração, a não limitação do número de prorrogações da licença de exploração, a introdução da figura de deferimento tácito, a possibilidade das pedreiras beneficiarem da mesma protecção a novos objectos a instalar na sua vizinhança em termos de distância de defesa, a possibilidade da coexistência de pedreiras com rotas formativas e outros actividades relacionadas, a eliminação da contribuição financeira anual e a procura de uma solução capaz de fazer face à actual caução e a compatibilização entre as alterações dos IGT e das Servidões Administrativas com os desenvolvimentos e realização dos projectos de licenciamento e regularização das pedreiras.

No entanto, a nova proposta de redacção para este decreto-lei agrega ainda um elevado grau de burocratização que culminará num desenfreado sentido de punição não contemplando os direitos adquiridos das pedreiras existentes e devidamente licenciadas.

Como tal, a Assimagra vem solicitar a “redução da burocracia envolvida nos processos, a salvaguarda dos direitos adquiridos dos exploradores com licenças em vigor ou em fase final de aprovação e que a lei seja redigida de forma clara e de interpretação inequívoca para evitar discricionariedades administrativas, designadamente no que concerne ao procedimento de licenciamento e ao regime transitório”.

Dadas as especificidades deste sector importa acautelar muitos aspectos para que uma possível proposta final da tutela culmine numa alteração legislativa passível de ser efectivamente aplicável no terreno, nomeadamente no que respeita aos prazos e procedimentos estabelecidos e a multiplicidade de entidades públicas envolvidas, sob pena dos processos se tornarem mais dispendiosos para as empresas e “sem fim à vista”.

As pedreiras existentes, com licenças válidas emitidas pelo Estado não podem ser penalizadas económica e operacionalmente. Não se alcançam as razões para modificar as obrigações decorrentes de uma licença devidamente atribuída a um explorador tornando essa licença definitiva, em provisória, e exigindo que as explorações se adaptem ao que de novo é imposto pois, caso não cumpram, “são obrigados a cessar actividade”.

Já no que toca a eventuais licenças que não compreendam planos de pedreira aprovados ou cauções prestadas cria-se a equiparação ao não licenciamento e, assim, transmutam-se pedreiras “licenciadas” em pedreiras ilegais. Para a Assimagra, a questão das licenças precárias é urgente ser resolvida, por uma questão de segurança jurídica, sendo que é ao Estado que cabe a obrigação de fiscalizar essas mesmas licenças.

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Efacec lidera projecto SCALE

Solução altamente inovadora de protecção, controlo e monitorização de redes de média tensão é cofinanciada pelo Portugal 2020. Com um investimento de cerca de dois milhões de euros, a sua conclusão está prevista para o primeiro semestre de 2023

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A Efacec é líder do projecto SCALE – Scalable Centralized Grid Protection, Automation and Control, cofinanciado pela União Europeia, no âmbito do Portugal 2020, que tem como objectivo o desenvolvimento de uma plataforma para a subestação de distribuição digital do futuro, que permita o controlo, monitorização e protecção de redes eléctricas de média tensão (MT) de forma centralizada.

Além da Efacec, o projecto é desenvolvido pelo consórcio constituído pela ARMIS, INESC TEC e IT Aveiro, envolvendo ainda a participação da E-REDES (ex. EDP Distribuição), e do INESC-ID e envolve um investimento de cerca de dois milhões de euros. A sua conclusão está prevista para o primeiro semestre de 2023.

Esta solução, que projecta e desenvolve sistemas de protecção centralizados para subestações, desafia as arquitecturas de subestação digital actuais, e é também uma alternativa disruptiva face à geração anterior de produtos e soluções PAC hoje aplicada na indústria, com forte impacto no modelo de negócio.

A solução a desenvolver consistirá, assim, numa arquitectura inovadora e de alto valor acrescentado através da integração de flexibilidade na rede de distribuição, bem como pela capacidade acrescida na adaptação a novos requisitos funcionais, particularmente relevantes nos contextos dinâmicos de rede do futuro.

“Simultaneamente, o projecto possibilitará a integração de aplicações inovadoras centralizadas e inteligentes, permitindo uma maior flexibilidade e adaptação do sistema de protecção e controlo à medida que evoluem as redes inteligentes e a integração das energias renováveis/ DER (Distributed Energy Resources), até agora mais difíceis de realizar.”

“Desde 2018 que a Efacec tem vindo a desenvolver e a investir em soluções inovadoras de automação para subestações no mercado internacional, potenciando a evolução do conceito tradicional de proteção e controlo para soluções totalmente digitais das subestações, digitalização do station-bus e process-bus, gestão de ativos e cibersegurança”, afirmou Ana Cristina Aleixo, gestora de projecto da Efacec

Com produtos e sistemas presentes em mais de 60 mercados, a Efacec tem sido distinguida pela criação de valor no sector energético, graças a uma aposta contínua em I&D.

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KERAKOLL com unidade produtiva em Portugal

A nova fábrica do grupo que actua no sector da construção sustentável está já a operar. Localizada em Rio Maior, representa um investimento superior a 11M€ e vem reforçar a actuação do grupo na Península Ibérica

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A Kerakoll, empresa que actua no sector da construção sustentável, inaugurou a primeira unidade produtiva em Portugal em Rio Maior, no distrito de Santarém.

A Kerakoll está presente em Portugal desde 2006 através da filial Kerakoll Portugal S.A., dirigida pelo director geral, Mário Couto, com sede na Venda do Pinheiro.

Com um investimento de mais de 11 milhões de euros e o envolvimento de mais de 100 operários especializados, a nova fábrica de Rio Maior foi construída em menos de um ano, apesar do contexto da pandemia.

A fábrica estende-se numa superfície total de 19.000 m2, dos quais 6.600 m2 cobertos, e, uma vez em pleno funcionamento pleno, terá uma capacidade produtiva de cerca de 60.000 ton/ano. A unidade foi realizada respeitando padrões importantes de sustentabilidade e de poupança energética, típicos na pegada industrial da Kerakoll. Foram instalados 900 m2 de sistemas para isolamento térmico pelo exterior Kerakoll e 443 painéis fotovoltaicos que garantem a produção anual de 55% da energia eléctrica e de 70% da água quente necessária.

A nova fábrica portuguesa integra a estratégia de expansão internacional do grupo iniciada em 2020. Até 2025 o grupo prevê investir até 175 milhões de euros na sua presença em várias geografias. O investimento em Portugal vem reforçar a presença na península ibérica onde a Kerakoll está presente com duas unidades, ambas localizadas em Espanha (Almazora e Castellón de la Plana).

O investimento em Portugal é justificado pelo facto deste ser “um mercado particularmente interessante pela potencialidade de crescimento económico e pelas dinâmicas em perspectiva especificamente no sector da construção, graças também aos resultados obtidos na luta contra a covid-19 com uma elevada percentagem de população vacinada”, referiu Andrea Remotti, Administrador Delegado do Kerakoll Group.

A fábrica situa-se próxima da costa atlântica, numa posição estratégica para o aprovisionamento de matérias-primas como areias, carbonato de cálcio e cimentos, permitindo reduzir o tráfego rodoviário, em linha com a vocação sustentável da empresa.

A fábrica de Rio Maior é caracterizada por uma elevada automação e por uma grande flexibilidade produtiva que permite realizar numerosas mudanças de produção, em particular para a realização de adesivos como o H40 Gel, lançado pela primeira vez no mercado português, Bioflex e Super-K. Para além disso, a localização é estratégica também do ponto de vista distributivo, permitindo um melhor fornecimento para todo o território nacional e para chegar a todos os diversos parceiros.

A Kerakoll está directamente presente em 12 países, com 17 unidades produtivas em Itália, Espanha, Polónia, Grécia, França, Reino Unido, Índia, Brasil e Portugal.

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Conferência: Sines, a infraestrutura da transição digital da Europa e do mundo

A Conferência sobre Sines, a infraestrutura da transição digital da Europa e do mundo decorre dia 11 de Janeiro. Em análise estarão os investimentos e projectos futuros. O evento conta com a participação dos investidores internacionais

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A Zona Industrial e Logística de Sines (ZILS) é a maior área de acolhimento empresarial de Portugal, gerida pela aicep Global Parques – Gestão de Áreas Empresariais e Serviços S. A., e recebe a segunda grande conferência “Encontros na ZILS: Sines Tech, EU-Atlantic Data Gateway Platform”. O encontro que terá lugar no dia 11 de Janeiro é exclusivamente dedicado à infraestrutura da transição digital.

Nesta conferência irão ser partilhados os investimentos futuros e discutido o potencial geoestratégico da ZILS para o estabelecimento de mais players na área das infraestruturas de dados. A expectativa é que Portugal possa vir a dar um contributo importante na implementação da Estratégia Europeia de Dados e na criação um mercado único de dados que garanta a competitividade global e a soberania da Europa, com enfoque na conectividade internacional através de cabos terrestres e submarinos, centros de dados e outras tecnologias que complementam a visão de uma União Europeia unida e virada para o exterior.

Durante a presidência portuguesa da União Europeia, a Plataforma Atlântica de Dados foi reforçada, com a entrada em operação do cabo Ellalink, um investimento de 150 milhões de euros cofinanciado pela União Europeia, ligando a Europa (em Sines) à América do Sul (em Fortaleza), mas também pelo surgimento de projectos de centros de dados, de que é exemplo o maior campus de dados alimentado por energias renováveis da Europa, o START Campus, um investimento de 3.500 milhões de euros. A organização sublinha que “outros investimentos serão anunciados em breve”.

Na conferência, que decorrerá em formato híbrido participarão entre outros os CEO da START – Sines Transatlantic Renewable & Technology Campus, Afonso Salema, da Medusa Submarine Cable System, Norman Albi, da EllaLink, Philippe Dumont. O evento irá contar ainda com a participação de Alberto Passos, director Comercial na IP Telecom, Enrico Banfi, VP EMEA & APAC na Alcatel Submarine Networks, Olivier Labbe, director geral da CAP DC e Rui Ribeiro, director geral da IP Telecom. O encontro será encerrado por Eurico Brilhante Dias, Secretário de Estado da Internacionalização. Para além dos investimentos futuros e projectos estará também em análise a “Regulação e Licenciamento Nacionais”.

A aicep Global Parques desenvolve o Sines Tech – Innovation & Data Center Hub, um ecossistema digital capaz de oferecer uma solução totalmente integrada e atractiva de investimentos em estações de amarração de cabos submarinos de telecomunicações, bem como a instalação e operação de centros de dados, desenvolvendo assim em Portugal uma infraestrutura que impulsiona a nossa economia digital. Esta iniciativa é organizada no âmbito do programa Invest in Alentejo, liderado pela ADRAL – Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo, cofinanciado pelo Alentejo 2020.

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