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Porto Vivo lançou novo concurso para arrendamento acessível

11º concurso encontra-se a decorrer até ao dia 9 de Janeiro de 2022. As habitações colocadas a concurso serão atribuídas através de sorteio

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11º concurso encontra-se a decorrer até ao dia 9 de Janeiro de 2022. As habitações colocadas a concurso serão atribuídas através de sorteio

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O período de candidaturas para o 11º concurso para arrendamento e subarrendamento a rendas acessíveis, promovido pela Porto Vivo, SRU, já se encontra a decorrer até ao dia 9 de Janeiro de 2022. As habitações colocadas a concurso serão atribuídas através de sorteio.

O lote de oito habitações a atribuir divide-se em seis a ocupar no âmbito do programa Porto com Sentido, e duas que são propriedade da empresa municipal Porto Vivo e estão situadas nas zonas da Sé, Bonfim, Massarelos, Campanhã e Ramalde.

Todos os dados relativos às habitações podem ser consultados na plataforma electrónica disponível no site da Porto Vivo, através da qual deverão também ser submetidas as candidaturas ao concurso. Admite-se, contudo, a apresentação presencial nas instalações da empresa municipal, mediante agendamento prévio.

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Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis reforçado em 39M€

O Governo aumentou em 39 milhões de euros a dotação orçamental da 2ª fase do Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis, que passa agora a ter uma dotação global de 135 milhões de euros

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Este aumento, o quinto desde que foi lançada a 2ª fase do programa de incentivos destinados a financiar medidas que promovam “a reabilitação, a descarbonização, a eficiência energética, a eficiência hídrica e a economia circular”, visa dar resposta à elevada adesão ao programa e “assegurar o financiamento das candidaturas elegíveis”, refere-se no Despacho n.º 11510/2022, de 28 de Setembro.

Segundo dados disponibilizados pelo Fundo Ambiental, a 2ª fase do Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis recebeu 106.133 candidaturas, das quais já foram pagas mais de 56 mil.

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Mafra lança concurso para construção de habitação municipal

A construção de 17 fogos, enquadra-se no âmbito da Estratégia Local de Habitação. O preço base do concurso é de 2,5 milhões de euros, acrescido de IVA

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A Câmara Municipal de Mafra vai lançar um concurso público, destinado à construção de 17 fogos de habitação municipal, no âmbito da Estratégia Local de Habitação, projecto este inserido em candidatura do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Para este procedimento, considera-se um preço-base de cerca de 2,5 milhões de euros, acrescido de IVA à taxa legal em vigor.

Com a construção destes fogos, a autarquia pretende apoiar agregados familiares do Concelho de Mafra em situação de carência habitacional, assim contribuindo para a promoção do desenvolvimento social coeso e inclusivo.

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Comissão Técnica vai estudar cinco opções para o novo Aeroporto de Lisboa

Esta comissão independente deverá, até ao final de 2023, apresentar a sua avaliação ambiental estratégica e “os seus trabalhos serão acompanhados por uma comissão de acompanhamento que será presidida pelo Conselho Superior de Obras Públicas”

Ricardo Batista

O Conselho de Ministros aprovou, esta quinta-feira, um conjunto de diplomas, nomeadamente a criação de uma comissão técnica independente para proceder à avaliação ambiental estratégica do futuro aeroporto de Lisboa. Montijo, Alcochete e Santarém serão as localizações consideradas, podendo ou não ser complementadas com o actual Aeroporto Humberto Delgado.

Solução dual em que o Humberto Delgado será o aeroporto principal e o do Montijo complementar; Solução dual em que Montijo adquire progressivamente estatuto de aeroporto principal e o Humberto Delgado o de complementar; Aeroporto no campo de tiro de Alcochete e que substituiria de forma integral o aeroporto Humberto Delgado; Humberto Delgado com estatuto de principal e Santarém o de complementar; Novo aeroporto internacional em Santarém e que substitua de forma integral o Humberto Delgado. Estas são as opções a ser analisadas pela comissão técnica independente que, segundo o comunicado, “terá um coordenador geral que será designado pelo Primeiro-Ministro sobre proposta do presidente do Conselho Superior de Obras Públicas, do presidente do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável e do presidente dos Conselho dos Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP).

Esta comissão independente deverá, até ao final de 2023, apresentar a sua avaliação ambiental estratégica e “os seus trabalhos serão acompanhados por uma comissão de acompanhamento que será presidida pelo Conselho Superior de Obras Públicas”, integrando ainda os presidentes das camaras municipais “de Alcochete, Benavente, Lisboa, Loures, Montijo e Santarém e outras que “entender acrescentar”.

Quanto às obras na Portela, o ministro salienta que “o novo aeroporto vai demorar, e nós temos urgência já hoje”. Assim, “as obras na Portela, não permitindo aumentar a capacidade, vão permitir aumentar a fluidez da operação e vai dar ganhos do ponto de vista dos atrasos“, por exemplo, sublinhou. Será preciso fazer a negociação com a ANA para as intervenções que são necessárias.

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Ricardo Batista

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Sintra investe 1,5 M€ na melhoria das infraestruturas

O município Sintra aprovou, em reunião de executivo, a abertura de concursos e adjudicação de empreitadas a realizar em vários pontos do concelho que representam um investimento de 1,5 milhões de euros

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Com intervenções previstas por todo o concelho, as empreitadas são referentes à modernização e requalificação de infraestruturas, acessos e sinalização do concelho, num esforço conjunto em prol do bom funcionamento e organização do tráfego, dando prioridade à segurança.

“As intervenções em causa assumem-se como medidas de prevenção e segurança”, sublinha Basílio Horta, presidente da autarquia, acrescentando que “este é o caminho para mantermos as melhores condições para os munícipes e para quem nos visita em matéria de segurança rodoviária”.

Na reunião do executivo, foi adjudicada a Empreitada de Fornecimento e Colocação de Sinalização Vertical e Horizontal e Guardas Metálicas de Segurança, que tem o valor de 452 mil e 500 euros e está dividida em 3 lotes que se definem nas áreas de Intervenção Ocidental, Oriental e da totalidade do Município de Sintra.
Deu-se início ao desenvolvimento de processo para adjudicação da Empreitada de Execução de Lombas Redutoras de Velocidade, com o valor total de 200 mil euros. Esta intervenção irá decorrer em 2 lotes numa área que abrange todas as freguesias do concelho.

A Empreitada de Melhoria e Reconversão de Espaço Público, outro procedimento para adjudicação que terá início, é um investimento de cerca de 850 mil euros, com intervenções divididas em 11 lotes, cada um referente a uma freguesia do concelho.

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Alta-velocidade: Lisboa e Porto ficarão a 1h15 de distância

A construção está dividida em três fases, estando a primeira, o troço entre Porto e Soure, prevista concluir até 2028.

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A nova linha de alta velocidade Porto-Lisboa, que pretende ligar as duas principais cidades do país em apenas uma hora e 15 minutos no serviço direto, não terá paragens e será construída em três fases.

“Esta linha estará totalmente integrada com o resto da rede ferroviária nacional. As cidades [do Porto e de Lisboa] serão servidas nas estações centrais”, disse Carlos Fernandes, do Conselho de Administração da Infraestruturas de Portugal (IP).

Numa apresentação do projecto que decorreu esta quarta-feira em Campanhã, no Porto, Carlos Fernandes avançou que a nova linha de alta velocidade terá via dupla e ligará o Porto e Lisboa numa hora e 15 minutos.

A construção está dividida em três fases, estando a primeira, o troço entre Porto e Soure, prevista concluir até 2028.

Neste que é, disse o responsável, o “troço mais congestionado da Linha do Norte”, o tempo de percurso estimado será de uma hora e 59 minutos.

O segundo troço, entre Soure e Carregado, que deve estar concluído até 2030, e deverá diminuir o tempo de percurso para uma hora e 19 minutos.

A terceira fase, entre Carregado e Lisboa, “será construída mais tarde”, disse Carlos Fernandes, e permitirá atingir a duração final de uma hora e 15 minutos de toda a ligação.

Carlos Fernandes garantiu, ainda, que estão previstas “múltiplas ligações” entre a linha de alta velocidade e o resto da rede ferroviária.

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Castro Marim vai alocar 4,6M€ à Estratégia Local de Habitação

A ELH de Castro Marim articula diferentes esforços para o objetivo comum de promover habitações condignas para 109 famílias, um universo de 282 pessoas

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O município de Castro Marim, no Algarve, estabeleceu um acordo com o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) com vai permitir o acesso ao financiamento do programa “1º Direito”., mais concretamente 4,6 milhões de euros dedicados à Estratégia Local de Habitação (ELH).

Com este financiamento, o município algarvio vai promover habitações condignas para 109 famílias, um universo de 282 pessoas, ao abrigo do Programa 1.º Direito, no período de 2022-2025.

Por forma a abranger os agregados familiares sinalizados em situação de vulnerabilidade, a Câmara Municipal de Castro Marim vai investir 4,6 milhões de euros até ao final de 2025, repartidos entre a reabilitação e a construção de novas habitações. Paralelamente, sublinhou a vice-presidente da autarquia Filomena Sintra, o Município procura encontrar soluções para as famílias que, embora não fragilizadas, também não conseguem aceder à habitação, mediante a situação imobiliária que o país atravessa. Assim, a política de habitação de Castro Marim privilegia também um novo regulamento de benefícios fiscais municipais, a construção de habitação para a venda a custos controlados, o Programa Arrendamento Acessível e a venda de lotes para construção de habitação a custos controlados.

O presidente da autarquia, Francisco Amaral, destacou a importância da criação de instrumentos de apoio à criação ou reabilitação de habitações num município que é dos que “mais segundas residências tem no país”, com cerca de “65% do parque habitacional”, e onde os preços das casas “quase duplicam” os de outras regiões do país, à exceção de Lisboa.

“Castro Marim não é exceção à região do Algarve, que é a segunda do país onde é mais caro comprar ou arrendar cassa, só Lisboa nos supera, nas restantes regiões do país, à exceção de Lisboa e Madeira, os valores de compra ou arrendamento são, em média, menos de metade. Esta realidade cria grandes assimetrias territoriais e constrangimentos”, afirmou o autarca.

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Howden formaliza acordo de ‘Parceiro Principal’ com a APPII

Sendo um Full Service Provider neste sector através do seu Real Estate Practice Group, a consultora e correctora de seguros dispõe de uma equipa especializada multidisciplinar que providencia aconselhamento e soluções de transferência de risco que abrangem todo o investimento imobiliário

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A consultora e corretora de seguros Howden, formalizou o acordo de Parceiro Principal com a Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII), em cerimónia realizada esta quarta-feira, dia 28 de Setembro. 

Presente em Portugal com escritório em Lisboa, e na Península Ibérica através de 16 escritórios, a Howden é um dos quatro maiores correctores de seguros da Península Iberica. Sendo um Full Service Provider neste sector através do seu Real Estate Practice Group, dispõe de uma equipa especializada multidisciplinar que providencia aconselhamento e soluções de transferência de risco que abrangem todo o investimento imobiliário, destacando-se a cobertura de riscos da transacção (M&A) logo nos processos de compra e venda, a prestação de garantias, protecção de erros e omissões de projecto, a cobertura de responsabilidades dos intervenientes em todas as fases, a cobertura dos riscos de construção e de perdas de exploração antecipadas, bem como a cobertura de todos os riscos de exploração dos activos e da sua venda institucional ou distribuição a retalho.

“Este acordo é o corolário natural da presença crescente da Howden Portugal nesta área de prática, na qual dispomos de soluções que abrangem todo o ciclo de vida dos projetos de investimento imobiliário” declarou Joao Portugal Mendonça, director geral da Howden em Portugal.

Já Francisco Alvim, responsável pela área de M&A em Portugal, acrescentou que “a Howden se consolida assim como player principal num dos setores mais dinâmicos do mercado, onde temos assessorado diversos investidores nomeadamente em operações de grande volume”, concluindo que “a APPII é o parceiro certo para alavancar essa experiência e continuar a trazer soluções inovadoras para o mercado de M&A e imobiliário”.

Por sua vez, Hugo Santos Ferreira, presidente da APPII declarou ser “um orgulho enorme” ter a Howden como seu parceiro, o que permite a Associação capacitar-se na consultoria de risco da transacção e do vida do projecto, de A a Z, perante os associados, que representam os maiores e mais relevantes promotores e investidores imobiliários, nacionais e estrangeiros, com actividade em Portugal e que representam 15% do PIB em volume de investimento anual.

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Melom regista crescimento de mulheres no sector das obras

Num sector historicamente masculino, a crescente profissionalização tem atraído cada vez mais mulheres. 14% das empresas da rede já são geridas por mulheres

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(Na imagem: Sofia Dias, engenheira civil)

A rede de franchising Melom e Querido Mudei a Casa Obras (QMACO), registou um aumento significativo de mulheres no sector. Actualmente, 14% das unidades são já geridas por mulheres, na faixa etária entre os 35 e os 50 anos. Os dois maiores centros urbanos (Lisboa e Porto) concentram a totalidade das mulheres franchisadas da rede.

À data da fundação da MELOM, há 12 anos, este era um sector exclusivamente masculino, com um estereótipo do homem empreiteiro bastante enraizado. Este cenário tem vindo a alterar-se ao longo da última década, à medida que o sector vai-se profissionalizando.

Praticamente todas as mulheres que lideram unidades MELOM/Querido Mudei a Casa Obras provêm das áreas de arquitectura ou engenharia, embora mais recentemente se registem profissionais com formação de gestão.

Para João Carvalho, cofundador da MELOM, “este crescimento encerra benefícios subjectivos e objectivos. Os subjectivos são comuns a todas as dimensões da sociedade, nos quais o talento e a competência devem prevalecer a ideias preconcebidas; os benefícios objectivos relacionam-se com o comprovado interesse feminino pelas remodelações de casas e a sua maior atenção aos detalhes”, sublinha.

Um dos exemplos mais visíveis é Sofia Dias, engenheira civil de formação e franchisada da marca Querido Mudei a Casa Obras. Conhecida por ter sido protagonista do programa de televisão Querido Mudei a Casa, refere que o estigma de ser mulher num mundo ainda muito visto como de homens “tende a dissipar-se na sociedade actual”. A mesma responsável refere que, nos dias que correm, ainda é um desafio diário coordenar equipas totalmente constituídas por homens, mas garante que a vontade de “inovar na área das obras e da construção” fazem valer a pena estar num mundo de grandes homens e incríveis mulheres.

Também Ana Amaro, engenheira civil de formação, que lidera uma unidade do Querido Mudei a Casa Obras em Torres Vedras, seguiu a vocação e a paixão de “transformar o velho em novo” e “conseguir captar e tornar possível o sonho de alguém”. Ana Amaro admite que tem convivido com o estigma de ser mulher, mas considera que o mais importante é a capacidade de trabalhar com seriedade e rigor. “A realidade dinâmica que vivemos actualmente obriga-nos a uma constante adaptação na forma de trabalhar”, afirma a engenheira civil para quem o mais importante é “não ter medo de ser e fazer diferente”.

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CONSTRUIR dedica “webinar” à Sustentabilidade a 29 de Setembro

O encontro decorre na próxima quinta-feira, pelas 11h, com transmissão em directo no Facebook do CONSTRUIR

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Mais do que dissertar sobre a definição de “sustentabilidade”, tema que está na ordem do dia, o CONSTRUIR vai procurar, no próximo dia 29, pelas 11h, respostas sobre tendências e estratégias em torno deste conceito.

Que radiografia pode ser traçada em termos de ‘procura e oferta’ no que respeita a práticas sustentáveis? De que modo pode ser potenciado o retorno do investimento? Que papel cabe às ‘empresas de materiais’ na promoção de boas práticas? É tempo de reciclar a forma como pensamos um projecto de raíz? O dono-de-obra está ciente do potencial destas boas práticas?

Bento Aires (Presidente da Ordem dos Engenheiros – Região Norte), Rita Bastos (Diretora de Marketing da Saint-Gobain Portugal – Isover, Placo® e Weber), Nuno Malheiro da Silva (Arquitecto, CEO do FOCUS GROUP) e um responsável da Schneider Electric serão os oradores convidados desta sessão.

Acompanhe o encontro em directo no Facebook do CONSTRUIR

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