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Schneider Electric e Universidade de Birmingham Dubai constroem Data Center “verde”

O Data Center foi desenhado para ser o mais eficiente possível em termos de energia, e inclui recursos como a gestão remota e o benchmarking de desempenho em comparação a milhares de outros em todo o mundo

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A Schneider Electric anunciou a construção de um Data Center no novo campus da Universidade de Birmingham Dubai, no qual os estudantes e o corpo docente vão beneficiar de um dos mais avançados Data Centers dos Emirados Árabes Unidos – uma instalação de alto desempenho e alta eficiência energética que irá reflectir as ambições de sustentabilidade da Universidade.

O Data Center, que proporcionará poupanças de energia de até 15% enquanto opera com o máximo desempenho, está a ser construído com base em tecnologias da Schneider Electric, sendo implementado pela empresa integradora de sistemas CDW. Foi desenhado para ser o mais eficiente possível em termos de energia, e inclui recursos como a gestão remota e o benchmarking de desempenho em comparação a milhares de outros Data Centers em todo o mundo. Conectado ao campus da Universidade de Birmingham no Reino Unido, o Data Center permitirá trocas rápidas de dados entre os dois locais.

As novas instalações da Universidade de Birmingham Dubai foram projectadas como um “Smart Campus”, com tecnologias que permitem o ensino e aprendizagem inovadores e multidisciplinares. Os estudantes e o corpo académico vão dispor de WiFi6, a próxima geração da conectividade sem fios, que apoiará a aprendizagem em todo o campus e entre os EAU e o Reino Unido.

A tecnologia facultada pela Schneider Electric abrange hardware e software e inclui unidades de distribuição de energia Easy Metered Rack (Rack PDU) para uma monitorização remota e em tempo real da utilização de energia, e para a gestão de energia em cargas conectadas. Os dispositivos de fonte de alimentação ininterrupta garantem o abastecimento de energia de reserva em caso de falhas de electricidade repentinas, e os encaixes Easy Rack simplificam o design e a manutenção do Data Center.

Para além disso, o software EcoStruxure IT da Schneider Electric oferece um conjunto de recursos para melhorar as operações do Data Center – cuja equipa será capaz de monitorizar, gerir e otimizar a utilização de energia em servidores, equipamentos de refrigeração e equipamentos elétricos, tanto no local como remotamente. A cibersegurança integrada reduzirá o risco de ocorrência de falhas de segurança, fazendo avaliações da vulnerabilidade de todos os dispositivos no Data Center.

Graças à análitica baseada na Cloud do EcoStruxure IT, os dados da infraestrutura do Data Center poderão ser comparados, de forma anónima, com os de milhares de outros Data Centers, ajudando as equipas operacionais a compreender melhor o que podem fazer para melhorar o desempenho, a eficiência e a saúde dos equipamentos.

“O nosso novo edifício foi projectado como um ‘Smart Campus’ – incorporando tecnologia flexível e de ponta que possibilita um ensino e aprendizagem inovadores e multidisciplinares O nosso objectivo é oferecer um ambiente educativo poderoso e flexível no Dubai, que os alunos e colaboradores da Universidade possam apreciar,” comentou David Sadler, Professor e Reitor da Universidade de Birmingham Dubai. “

“Ao oferecermos uma experiência educativa sem igual no Dubai, queríamos criar um Data Center preparado para o futuro – apoiando, assim, o nosso objectivo de construir um campus com tecnologia inteligente e eficiência energética. O desempenho, a eficiência e a sustentabilidade deste Data Center vão criar a plataforma sobre a qual construiremos os nossos sistemas de TI. Graças à colaboração com a CDW e a Schneider Electric, a nossa equipa, alunos e corpo docente podem tirar partido de uma excelente plataforma de tecnologia que melhorará a sua experiência no campus.”

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MELOM e Querido Mudei a Casa Obras com 11 141 pedidos em cinco meses

De Janeiro a Maio, as insígnias já receberam 11.141 pedidos de intervenções a nível nacional, 26,5% dos pedidos são referentes a remodelação geral, mas cresce procura por remodelações de zonas exteriores, como varandas, terraços e jardins

Segundo dados apurados pela MELOM e Querido Mudei a Casa Obras (QMACO), nos primeiros cinco meses do ano Lisboa, Coimbra e Almada foram os concelhos que mais apostaram em remodelação. De Janeiro a Maio foi elevado o volume de obras para ambas as insígnias, com o registo de 11.141 pedidos de intervenções a nível nacional, sendo que destes 2.954 (26,5%) eram direccionados a remodelação geral, que se mantem no topo das prioridades no que diz respeito ao tipo de obras mais solicitado. Neste período, o valor médio de intervenção por concelho fixou-se em 26 mil euros.

Os dados agora apresentados e relativos aos primeiros cinco meses do ano mostram que, por concelho, Lisboa lidera o top 10 dos que mais apostaram em remodelação, com 384 obras adjudicadas e concluídas, 13% do total registado pelas marcas. Seguem-se os concelhos de Coimbra (5,5%), Almada (5,4%), Leiria (3,6%), Sintra (3,3%), Oeiras (2,6%) e Porto (2,5%). Nas posições seguintes, encontram-se os concelhos da Amadora e de Loulé (2,4% cada) e fecham o top Cascais e Vila Nova de Gaia (2,1% cada).

Já numa análise por distrito e no que se refere ao número de pedidos de remodelações, de Janeiro a Maio, Lisboa lidera o top 5 (30,5%), seguida pelo Porto (10,7%) e Setúbal (10,2%). Fecham o ranking os distritos de Coimbra e de Faro (7% cada).

Relativamente aos trabalhos em remodelação geral mais solicitados, em destaque uma maior procura por remodelações de zonas exteriores, como varandas, terraços e jardins, resultado do período pandémico.

“Temos constatado que o tempo passado em casa passou a ser um dos aspectos centrais da qualidade de vida dos portugueses. Com a permanência mais intensiva nas habitações, tendência acentuada com o contexto pandémico, o sentido crítico aumentou, quer no que concerne a imperfeições quer na optimização dos espaços. Nesse sentido, a nossa actividade tem vindo a registar um incremento no volume de pedidos de obra, principalmente ao nível de remodelações, realizadas a pensar na plena utilização da casa”, constata João Carvalho, co-fundador da MELOM

O responsável acrescenta ainda que os dados agora apresentados mostram que “tal como em períodos anteriores, os pedidos de intervenção continuam a chegar de norte a sul de Portugal, o que evidencia a capilaridade cada vez mais representativa da nossa rede no território nacional”, refere.

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Concurso Internacional de Arquitectura Saint-Gobain 2023 terá Lisboa como alvo

A Saint-Gobain apresentou hoje em Lisboa a 18ª edição do concurso “International Saint-Gobain Architecture Student Contest”. Lisboa é a cidade escolhida para acolher o desafio de projecto arquitectónico a propor aos concorrentes na fase final do concurso

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(Créditos Imagens: Carlos Morais da Silva/DMCom/CML)

O evento de apresentação contou com a presença do presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, com José Martos, CEO da Saint-Gobain em Portugal, e com uma mesa-redonda de personalidades ligadas à arquitectura, à Saint-Gobain e à Câmara Municipal de Lisboa.

A competição assenta na realização de um projecto concreto realizado por equipas de estudantes de todo o mundo, idealizado para um terreno real, incluído no Plano de Pormenor do Aterro da Boavista, perto do Ascensor da Bica. O desafio colocado aos concorrentes tem como premissa global a sustentabilidade dos edifícios projectados e a criação de condições de bem-estar para os utilizadores, com impacto nas pessoas e no planeta.

“Seguindo os passos da Nova Bauhaus Europeia, tão estimulada pela Presidente da Comissão Europeia, este concurso dirigido aos estudantes de arquitectura liga vectores que nos são muito caros: a ciência e tecnologia à arte e cultura, a mistura da tradição com a modernidade, pensando novos usos para velhos espaços abandonados. Mais do que estudantes, os concorrentes serão inovadores que poderão deixar a sua marca em Lisboa”, sublinhou Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa.

Apresentação Concurso Arquitectura

O concurso está dividido em duas fases: uma primeira fase nacional, em que cada país selecciona o projecto que o irá representar na fase internacional. “Em 2023, a fase internacional terá lugar em Portugal, e não podemos estar mais satisfeitos por Lisboa ser a cidade escolhida para acolher esta 18ª Edição. Contamos desde o início com o inestimável contributo da Câmara Municipal de Lisboa para tornar este evento possível e estamos certos de que estes projectos arquitectónicos alicerçados na sustentabilidade, ajudarão também a pensar socialmente e culturalmente a cidade”, referiu José Martos, CEO da Saint-Gobain em Portugal.

A competição internacional essencialmente dedicada a estudantes de arquitectura, design e engenharia foi concebida para destacar os conhecimentos dos estudantes em torno de um projecto baseado nas reais necessidades da cidade, usando a abordagem de construção sustentável da Saint-Gobain para criar espaços para a comunidade que respeitem o planeta e o bem-estar dos residentes.

A proposta vencedora receberá um prémio monetário e a publicação em meios especializados de arquitectura. A selecção da equipa vencedora será feita por um Júri Internacional, bem como a atribuição de outros prémios secundários, para os quais haverá também o contributo do universo dos estudantes finalistas participantes. Todos os premiados receberão amplo destaque nos meios próprios do Grupo Saint-Gobain.

Espera-se que a fase internacional desta edição possa acolher cerca de 100 estudantes, de 50 universidades de outros tantos países, estimando-se ainda acolher na fase nacional, em Portugal, propostas de várias escolas de arquitectura espalhadas pelo país. O vencedor será anunciado em Junho de 2023, na cidade de Lisboa.

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AGI apresenta nova marca para o sector da construção no ARCHI SUMMIT 2022

A empresa apresenta a nova marca do seu portfólio de marcas de materiais de construção: a SKALA uma solução de painéis fotovoltaicos para revestimento de fachada vencedora de prémios internacionais de design de produto

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(Crédito de imagem: SKALA – Sara Kulturhus – Foto Jonas Westlin)

AGI irá marcar presença na 6ª edição do Archi Summit 2022, que decorre entre os dias 13 a 15 de Julho, no Palácio Ford – Porto. Um evento de formato singular e que contará com a presença de prestigiados arquitectos nacionais e Internacionais para conduzirem conferências inspiradoras para o sector da construção.

Nesta edição do Archi Summit, a AGI aposta na divulgação de uma nova marca que integra agora o portfólio de marcas de materiais de construção: a SKALA. Esta é uma solução de painéis fotovoltaicos para revestimento de fachadas, que define completamente novos padrões para soluções estéticas de fachadas solares.

SKALA está homologada para uso em fachadas com cargas de vento de até 100 metros de altura. Vencedora de vários prémios de design de produto, teve um novo marco no campo de elementos de revestimento para fachadas geradoras de electricidade “Made in Germany”. Em 2015, o módulo fotovoltaico sem moldura com o sistema de montagem oculto já foi pioneiro, com um padrão completamente novo para módulos de fachada solar, como o primeiro módulo de vidro laminado colado, na sua classe, a receber a aprovação geral alemã de construção (abZ).

Esta nova marca será apresentada em conjunto com os já conhecidos painéis fenólicos Fundermax. Desde 2016 que a AGI é distribuidor para Portugal do produto Max Exterior. Max Exterior é um produto de construção de alta qualidade que se utiliza especialmente para revestimentos de fachadas e varandas. Os painéis fenólicos Fundermax permitem uma personalização total das fachadas. É possível transformar ideias em painéis de grande formato e atribuir carácter aos edifícios com desenhos exclusivos.

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BMA Group
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BMA Group revê em alta crescimento em Portugal e prevê triplicar as vendas em 2022

Empresa especializada em Design & Construção de Espaços de Escritório, que facturou o seu primeiro milhão de euros em Portugal no final de 2021 prevê triplicar as vendas neste segundo ano de actividade no mercado nacional

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A BMA Group, empresa especializada em Design & Construção de Espaços de Escritório, com mais de 16 anos de experiência em Paris e a caminho do segundo ano de operação em Portugal, avançou no início do ano que 2022 representaria um ano de forte consolidação, com uma expectativa de crescimento de facturação acima de 65%, comparativamente a 2021. No primeiro ano de actividade em Portuga a empresa registou uma facturação de um milhão de euros. A meio do segundo ano de trabalho no mercado a BMA Group reviu em alta as suas previsões para este ano, com a expectativa de triplicar as vendas.

“A nossa presença no mercado português tinha tudo para ser um sucesso a médio e longo prazo. Por isso estamos muito satisfeitos por conseguirmos em tão pouco espaço de tempo uma notoriedade tão interessante e resultados acima das nossas melhores expectativas” refere Carlos Martins, Chairman da BMA Group Paris.

Uma “equipa experiente, o sucesso e a satisfação dos clientes com os projectos realizados, bem como a dinamização das ferramentas de comunicação digitais, têm acelerado a notoriedade da empresa”, assim como a participação em novos projectos.

“Acreditamos que a BMA Group Lisboa tem assumido um papel fundamental na reconfiguração dos espaços de trabalho dos nossos clientes. Demonstrámos que é possível contar com um empreiteiro geral que domina toda a cadeia de desenvolvimento, integrando todos os serviços para oferecer uma solução chave-na-mão, através de uma proposta acessível em termos de investimento”, refere Hugo Braz, Managing Partner da empresa.

Ainda este ano a BMA Group Lisboa pretende reforçar a equipa, duplicando o número de colaboradores.

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Ebikon shcindler
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Schindler compromete-se a alcançar zero emissões de gases de efeito de estufa até 2040

Os objectivos de redução de emissões da empresa baseiam-se em critérios científicos que foram aprovados pela iniciativa Science Based Targets (SBTi)

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“Este é o momento de aceitar o papel crucial que empresas como a nossa têm de ter no cuidado com o meio ambiente, adoptando, nesse sentido, medidas decisivas”, referiu o Presidente e CEO do Grupo Schindler, Silvio Napoli. “Queremos acelerar a transição para um futuro com baixas emissões de carbono e para isso assumimos alguns dos compromissos mais ambiciosos da nossa indústria a este respeito”, acrescentou.

O SBTi aprovou os objectivos de Schindler a curto e longo prazo. A meta estabelecida para o ano de 2030 envolve uma redução de 50% nas emissões de gases com efeito de estufa das suas actividades, com base nos dados de 2020. Isto inclui emissões directas, conhecidas como emissões de âmbito 1, que no caso da Schindler provêm principalmente da sua frota de veículos, dos edifícios e processos que fazem parte das suas operações. Integram-se aqui também as emissões indirectas, ou emissões Scope 2, que surgem das suas compras de energia e climatização dos espaços. Por fim, a Schindler está também a trabalhar para reduzir as emissões da sua cadeia de valor, âmbito 3, em 42%.

A longo prazo, a Schindler está empenhada em alcançar o objectivo de emissões zero até 2040, através de uma redução de 90% das suas emissões de gases com efeito de estufa, nas três áreas acima mencionadas. Por outro lado, de acordo com os critérios e recomendações feitas pelo SBTi, a empresa de ascensores e escadas rolantes dá prioridade à redução das suas emissões directas, a fim de progredir na descarbonização, tentando ao mesmo tempo, neutralizar as suas emissões residuais.

Os objectivos de redução de emissões com base científica baseiam-se nas últimas investigações que determinam as acções necessárias para alcançar os compromissos do Acordo de Paris, que incluem a limitação do aumento da temperatura global a não mais de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais.

Se por um lado as acções de curto prazo indicam as medidas que as empresas devem aplicar nos próximos 5 a 10 anos para reduzir o seu impacto ambiental, por outro, as de longo prazo indicam o nível de reduções de emissões que precisam de alcançar para alcançar o desafio de emissões líquidas zero até 2050. Estas metas são desenvolvidas pelas próprias empresas e depois validadas pelo SBTi, numa parceria entre o Carbon Disclosure Project (CDP), o Pacto Global das Nações Unidas (UNGC), o World Resources Institute (WRI) e o World Wide Fund for Nature (WWF).

O anúncio da Schindler sobre esta decisão para o futuro surge em conjunto com a publicação do seu Relatório de Responsabilidade 2021, que detalha a evolução da empresa em relação ao seu Plano de Sustentabilidade para 2022 e também destaca as conclusões da sua última análise de materialidade, que servirá de base para o seu novo plano para 2030.

O relatório serve também para ilustrar as diversas formas como a Schindler trabalha com os seus Clientes, com o intuito de ajudá-los a cumprirem os seus compromissos climáticos, ao mesmo tempo que aponta a forma como a empresa se envolve com outros intervenientes, para conduzir a uma mudança climática significativa. O relatório de 2021 é o décimo Relatório de Responsabilidade Empresarial que a Schindler publicou até à data.

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7º Congresso “Os dias da Madeira” discute o futuro da fileira

Arranca esta semana o 7º Congresso “Os dias da Madeira”. O encontro organizado pela AIMMP irá discutir o crescimento, a modernização e a internacionalização da fileira

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“A fileira da madeira e mobiliário reforçou as exportações em 1,6 milhões face a 2019 e tem como objectivo reforçar a presença no Médio Oriente, nos próximos cinco anos”, garante o Presidente da Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal (AIMMP). O crescimento e a expansão da industria estarão em discussão no 7º Congresso “Os Dias da Madeira”, que decorre de 14 e 15 de Julho nos Hotéis do Bom Jesus, em Braga.

Em destaque nesta edição estarão temas tão relevantes como: As perspectivas de Crescimento e Apoios para Portugal: a Indústria 4.0 e seu desenvolvimento; O Marketing ao serviço das novas tendências de mercado; O financiamento às empresas do sector; A gestão do talento e a atractividade do sector; e o Desenvolvimento e Protecção da Floresta e combate à escassez de matéria-prima.

A abertura e boas-vindas será realizada pelo presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio e o encerramento pelo secretário de Estado da Conservação da Natureza, das Florestas e do Ordenamento do Território, João Paulo Catarino. O programa inclui também uma visita técnica para os participantes ao novo projecto de construção off-site do Grupo Casais “BLUFAB”.

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Jung Portugal marca presença Archi Summit 2022

A Jung Portugal estará presente na 6ª edição do archisummit 2022, o encontro internacional de arquitectura em Portugal, decorre de 13 a 15 de Julho

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A Jung Portugal estará presente na 6ª edição do archisummit 2022, o encontro internacional de arquitectura em Portugal, decorre de 13 a 15 de Julho. Um evento que contará com a presença dos grandes nomes da arquitectura nacional e internacional e onde estará em reflexão as tendências actuais e futuras da arquitectura. Esta sexta edição marca o regresso do archisummit ao Porto, a cidade que o viu nascer. O local eleito desta edição é o Palácio Ford, um antigo edifício abandonado e devoluto que foi stand e serviço de assistência a viaturas da marca “Ford“, durante a primeira metade do século XX.

Para a Jung Portugal esta é uma oportunidade para mostrar as novidades em design e as tecnologias para o controlo inteligente de edifícios que a empresa dispõe para o sector da habitação, hotelaria e escritórios.

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Simon inaugura o novo espaço “Casa de la Luz”

A “Casa de la Luz” foi concebida com um conceito que vai mais longe. Deve servir para que juntamente com o distribuidor, sejam dadas a conhecer ao detalhe as soluções, integrar a formação contínua na sua zona de oficina

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Com o pretexto para restabelecer a ligação com o sector, os distribuidores profissionais foram convidados a inaugurar a “Casa de la Luz” (Casa da Luz), o novo espaço da Simon concebido precisamente para albergar as pessoas que fazem parte da grande família de profissionais que promovem e criam luz e toda a cultura e conhecimento necessários para melhorar a vida das pessoas.

A empresa de material eléctrico, iluminação e controlo de luz, Simon, demonstra através deste evento, que continua a identificar o distribuidor profissional de material eléctrico como uma peça chave da cadeia de valor, com a importância no sector de ser um catalisador das preocupações do fabricante e das necessidades do instalador.

Para Marta Arcaya, directora de Marketing da Península Ibérica, “a nossa liderança no mercado obriga-nos a fazer a diferença nas ferramentas e ações promocionais. Vivenciamos isto com a recente experiência do Roadshow Simon 270, visitando mais de 50 cidades, percorrendo mais de 17 000 km, e vimo-lo ontem na “Casa de la Luz” (Casa da Luz). Estamos empenhados em trabalhar arduamente para promover e divulgar os nossos produtos de modo que isto se traduza em procura directa nos pontos de venda do sector.

A “Casa de la Luz” (Casa da Luz) foi concebida com um conceito que vai mais longe, para se tornar uma ferramenta de comunicação, encontro, colaboração, formação, exemplificação e, inclusive, de experimentação. Deve servir para que juntamente com o distribuidor, sejam dadas a conhecer ao detalhe as soluções, integrar a formação contínua na sua zona de oficina, gerar inquietude e dar a conhecer o que está a perder o cliente e com que possibilidades poderia melhorar a sua qualidade de vida.

Alberto Rouco, director geral da Península Ibérica, explicou o plano de acção estratégico da Simon para alcançar o seu objectivo como empresa: “Reinventar o espaço para gerar bem-estar às pessoas”.

Este plano de desenvolvimento baseia-se “em factores diferenciadores de design, inovação e tecnologia, na responsabilidade social da Simon como empresa familiar, diversificada e sustentável”, na sua capacidade em adaptar-se às rápidas mudanças tecnológicas e sociais, confiando em ambientes de colaboração para desenvolver novas ideias e na sua estreita colaboração com a distribuição para fazer evoluir o sector. Alberto Rouco destacou, também, que “uma parte importante do compromisso da Simon com a sustentabilidade baseia-se na produção local: fabricamos em Espanha praticamente tudo o que vendemos na Península Ibérica”.

O recém-nomeado Diretor Comercial da Península Ibérica, Felipe Iturri, falou-nos de como continuar a trabalhar conjuntamente com os nossos parceiros no mercado elétrico, para alcançar esses objetivos:

“E o mercado não deixa de nos dar boas razões para continuar a apostar em produtos de tecnologia facilitadora na hora de tornar os espaços digitais, com as nossas séries conectivas, como a Simon 270 iO ou a Simon 100 iO. Com alianças como a que temos com o nosso parceiro tecnológico Protopixel para o controlo completo do pixel e a geração de experiências imersivas com a luz”, ressalva Felipe Iturri, director comercial da Península Ibérica.

Nesta linha, a empresa estabeleceu uma parceria com a Finsa, uma indústria de madeira de ponta, para gerar novos produtos a partir do conhecimento de ambas as empresas.

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Cepsa apresenta solução inovadora para a ferrovia

A nova solução integra betumes de elevado desempenho, adaptados para utilização em conjunto com materiais reciclados

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A empresa Cepsa lançou uma solução inovadora de misturas betuminosas para aplicação no sub-balastro, pensado já para a ferrovia do futuro. A apresentação decorreu no 10º Congresso Rodoferroviário Português, que se realizou de 5 a 7 de Julho, no LNEC, em Lisboa.

A nova solução integra betumes de elevado desempenho, adaptados para utilização em conjunto com materiais reciclados, e que são utilizados a temperaturas mais baixas, o que significa poupança a nível energético e menos emissões de CO2.

Com uma fábrica de emulsões em Matosinhos e uma refinaria, muito próxima da fronteira, no Sul do País, esta é uma área de “grande relevância” para a empresa. “É esta aposta a longo prazo nesta área, bem como a constante inovação, que nos permite agora apresentar ligantes de baixa temperatura, que espero nos permitam reforçar a liderança neste mercado, quer através da qualidade dos nossos produtos, quer através do serviço proporcionado aos nossos clientes. A melhor prova do que digo é o número de estradas portuguesas relevantes que têm já produtos Cepsa desta gama, como a A1, A2, A3, A12, A22, A24, A25, A33, ou o Autódromo Internacional do Algarve”, refere Rui Matias, responsável da área de Betumes da Cepsa.

Estes produtos cobrem várias aplicações e pretendem assegurar uma oferta 360º neste mercado. A companhia olha para estes produtos como sendo importantes para a estratégia de crescimento do negócio de asfaltos, que se tem vindo a adequar à também crescente procura deste tipo de produtos, vendo nesta aposta a consubstanciação do seu compromisso para com os futuros formatos de mobilidade urbana.

Até 2030, a Cepsa assume o compromisso de reduzir as suas emissões de CO2 de alcance 1 e 2 em 55%, e entre 15% e 20% as de alcance 3, colocando-se assim entre as empresas mais ambiciosas do sector. O objectivo da companhia é atingir a neutralidade em carbono em 2050 e ir mesmo mais longe (`Net Positive`).

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ABAI reforça investimento e anuncia nova sede na Torre Oriente

Empresa espanhola anunciou recentemente um volume de negócios de 114,5 milhões de euros no último ano fiscal

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A empresa espanhola ABAI, especialista em outsourcing de processos empresariais, abriu a sua nova sede em Lisboa, na Torre Oriente, junto ao Centro Comercial Colombo. O espaço composto por dois andares e com capacidade para receber um total de 500 profissionais, funcionará como um novo centro de atendimento ao cliente, tendo a Endesa como principal cliente, bem como a Arval – BNP Paribas Group ou a AVAYA.

A ABAI iniciou a sua actividade em Portugal em Abril de 2021 através da aquisição da Leads4sales, empresa portuguesa especializada em marketing digital e geração de leads, como parte do seu Plano Estratégico de Aquisição e com o objectivo de reforçar a sua posição no sector de outsourcing do processo empresarial.

A nova sede destaca-se pela sua robustez e segurança em redes locais e internacionais para apoiar projectos globais em línguas diferentes (inglês, francês, espanhol, entre outras) de clientes nearshore (com fuso horário idêntico) e locais. Além disso, as instalações estão totalmente equipadas para garantir a segurança dos colaboradores.

O novo centro de atendimento ao cliente, que servirá várias áreas geográficas a nível nacional e internacional, é uma plataforma chave para a empresa e uma porta de entrada para clientes importantes.

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