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Assinados contratos de financiamento do Fundo de Capitalização e Resiliência

Sprint no final do ano assegura contrato de financiamento, entre Banco Português de Fomento, IAPMEI e Estrutura de Missão Recuperar Portugal. 1,3 MM de euros, para já, serão geridos pelo Banco Português de Fomento

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Sprint no final do ano assegura contrato de financiamento, entre Banco Português de Fomento, IAPMEI e Estrutura de Missão Recuperar Portugal. 1,3 MM de euros, para já, serão geridos pelo Banco Português de Fomento

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No último dia do ano foi celebrado o contrato de empréstimo, entre Direcção-Geral de Tesouro e Finanças e Agência para a Competitividade e Inovação (IAPMEI), e o contrato de financiamento, entre Banco Português de Fomento, IAPMEI e Estrutura de Missão Recuperar Portugal, que permitem a dotação progressiva do Fundo de Capitalização e Resiliência (FdCR) até um total de 1 300 milhões de euros, com recursos financeiros provenientes do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) nacional. A assinatura do contrato define o Banco Português de Fomento como entidade gestora, responsável pela implementação desta vertente do PRR.

O “Fundo de Capitalização e Resiliência (FdCR), com uma dotação pública inédita associada a estas prioridades de, pelo menos, 1,3 mil milhões de euros, será absolutamente estruturante, no amplo domínio de política pública que engloba o acesso a financiamento em condições competitivas no panorama europeu, a capitalização empresarial e a dinamização de mercado de capitais, e tem como objectivo primordial o aumento da resiliência financeira do tecido económico nacional”, refere nota do Governo.

Estão, assim, criadas as condições para em 2022 serem lançados os primeiros avisos de candidatura para as empresas. Desenvolvendo vários objectivos desta política pública, o FdCR é multiforme, promovendo Programas de Investimento distintos, com flexibilidade de actuação – investimento público, coinvestimento público e privado, fundo de fundos e concessão de garantias públicas a investimento privado – implementados através de instrumentos financeiros de capital e quase-capital.

Os programas de investimento do FdCR serão amplamente divulgados e detalhados, em documento próprio afecto a cada programa, designadamente no que se refere aos critérios de elegibilidade, que devem enquadrar, nomeadamente, viabilidade financeira, rentabilidade operacional, adequação do modelo de negócio e, sempre que adequado, posicionamento estratégico em relação ao interesse nacional e/ou europeu.

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Os custos energéticos e a descarbonização da indústria em destaque no Ceramic Tech Days

Evento promovido pelo Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro (CTCV) acontece nos próximos dias 6 e 7 de julho, no Your Hotel & Spa, em Alcobaça

O Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro (CTCV) promove, nos próximos dias 6 e 7 de Julho, no Your Hotel & Spa, em Alcobaça, a primeira edição do Ceramic Tech Days. Um evento que terá como foco temas que condicionam a recuperação e crescimento da indústria do sector, tais como “o aumento dos custos energéticos em contexto de descarbonização e a escassez de matérias-primas e recursos humanos”.

Entre os oradores destaca-se a presença de Isabel Apolinário, directora de Tarifas e Preços de Energia da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), que apresentará o Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia, que promove pela primeira vez, além das medidas de eficiência no consumo de electricidade, também medidas de gás natural, num contexto de um sistema energético integrado, que contribuirá para as metas definidas no Plano Nacional de Energia e Clima 2020-2030 (PNEC 2030), o principal instrumento de política energética e climática para a década 2021-2030.

O Ceramic Tech Days integra ainda durante os dois dias, uma Mostra de Tecnologia que pretende apresentar e dar a conhecer as inovações tecnológicas e as tendências de novos modelos de fabrico, automação, decoração de peças cerâmicas ou caracterização de materiais. Haverá também um espaço dedicado a projectos de I&D em produtos ou processos cerâmicos e a promoção de ecossistemas empreendedores na inovação e criação de valor na indústria.

Jorge Marques dos Santos, presidente do Conselho de Administração do CTCV, destaca a importância do evento “num período marcado por uma profunda crise económica e pela aceleração de tendências que irá determinar aquilo que será a retoma económica, as empresas do sector da cerâmica continuam a mostrar a sua resiliência, capacidade de adaptação e reinvenção”, refere.

O Ceramic Tech Days conta com o apoio da APICER, da Câmara Municipal de Alcobaça e de vários parceiros tecnológicos.

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Fóruns bilaterais com o Quénia e a Nigéria reforçam agenda africana

Esta semana terão lugar dois fóruns de negócio dedicados a duas economias africanas. Quénia, a 29 de Junho, e Nigéria, a 30 de Junho trarão África para a agenda empresarial portuguesa

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O primeiro destes dois encontros realiza-se a 29 de Junho, em Lisboa. O Fórum Económico Portugal-Quénia realiza-se no âmbito da visita a Portugal do Presidente do Quénia e é uma organização conjunta do governo deste país e da AICEP. O evento juntará no Picadeiro Real (antigo Museu dos Coches) representantes institucionais e empresariais dos dois países e pretende ser um espaço de debate de formas de colaboração, com foco em áreas temáticas em que as competências de Portugal e Quénia se possam complementar no sentido da criação ou reforço de parcerias, com destaque para o Ambiente, Infraestruturas e Economia do Mar.

A economia do Quénia é a terceira maior da África Subsaariana e uma das mais diversificadas do continente africano.
O encerramento do encontro será feito pelo Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, e pelo seu homólogo queniano, Uhuru Kenyatta.

Um dia depois, a 30 de Junho, o Centro de Congressos de Lisboa irá receber o segundo Fórum Economico Bilateral Portugal, Nigéria. O evento conta com a presença de representantes institucionais e empresariais dos dois países. A Nigéria é a maior economia da África Subsaariana e um dos principais exortadores de petróleo do continente. Os hidrocarbonetos do país geram cerca de 50% da receita do Governo e são responsáveis por mais 80% das receitas de exportação, mas a agricultura e os serviços superam a indústria dos combustíveis para a formação da riqueza nacional.

A sessão de encerramento contará, do lado de Portugal, com a presença de António Costa e Silva, responsável pela pasta da Economia e do Mar e do presidente nigeriano, Muhammadu Buhari.

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“Estudos mostram o excelente desempenho térmico do betão de cânhamo”

“O uso de betão leve de cânhamo industrial (cal com aparas de cânhamo industrial e fibras de celulose), seleccionado pelo excelente conforto térmico e acústico que proporciona, tem uma forte presença na casa, mantendo-se à vista em algumas paredes e no revestimento do tecto”

Cidália Lopes

Actualmente professora do departamento de Engenharia Civil e membro do Centro de Território e Ambiente Construído da Universidade do Minho, foi em 2006 com a dissertação do mestrado que Rute Eiras estudou, pela primeira vez, o betão de cânhamo, também conhecido como “hempcrete”, naquela que “terá sido a primeira dissertação portuguesa a abordar o uso do cânhamo na construção”. À boleia de um maior interesse por materiais sustentáveis, também o interesse pelo cânhamo tem crescido. Neste sentido, Rute Eiras considera ser “a altura ideal” para dar um passo na transformação e passar a produzir este material também em Portugal.
A falta de apoio tem sido o principal entrave para o crescimento da indústria do cânhamo em Portugal.

“Todo o processo de separação da fibra do caule, sendo este último o utilizado no betão do cânhamo, requer muito investimento financeiro”, explica Rute Eires. O maior interesse neste material construtivo surge associado a um maior procura por materiais sustentáveis e, também, graças ao enquadramento que temos sobre as alterações climáticas que levou a uma mudança de mentalidade a nível global. Neste sentido, a arquitecta considera ser a “altura certa para concretizar o passo que falta na transformação e começar a ter cânhamo produzido em Portugal para ser utilizado na construção” e, desta forma, “tornar a matéria-prima um custo mais acessível e mais sustentável ainda”.

Não obstante, já é possível adquirir misturas de cânhamo para usar directamente em obra e também já existem blocos de betão de cânhamo produzidos em Portugal, ainda que com cânhamo importado nesta primeira fase.

Sustentável e Isolante
Tendo como principal vantagem a sustentabilidade, sobretudo se for produzido em Portugal, trata-se de um material “bastante isolante em termos térmicos e acústicos e tem que a capacidade de controlar a humidade do ambiente interior”. “Além disso, o betão de cânhamo capta dióxido de carbono e compostos poluentes do ar. Como tal, proporciona um ambiente saudável, confortável e reduz os gastos com aquecimento e arrefecimento.”, reforça Rute Eires.

Enquanto solução construtiva, esta apresenta-se, também, como opção relativamente fácil, já que “apenas precisa de reboco pelo lado exterior, sendo opcional, ter ou não revestimento pelo lado interior e não precisa de nenhum material de isolamento extra para cumprir o regulamento térmico, com apenas 20 cm de espessura mínima”.

Segundo alguns estudos, o cânhamo já foi aplicado na construção desde há cerca de 800 a.C. em argamassas em Ellora Caves, na India, também há referência ao seu uso numa ponte em França no Séc. VI. Hoje em dia, este material é utilizado em diversos edifícios contemporâneos e em reabilitações, em paredes, pisos e coberturas. É aplicado de diversas maneiras, compactado no local, em blocos ou projetado. Todavia, já existem estudos que mostram o excelente desempenho térmico do betão de cânhamo comparativamente à solução mais corrente de construção, a alvenaria de tijolo cerâmico, verificando-se, por exemplo, que durante o Inverno a temperatura dentro do edifício está 4◦C a 6◦C mais quente.

O bom desempenho do betão de cânhamo deve-se ao seu comportamento higrotérmico, ou seja, consegue regular a humidade e a temperatura do ambiente interior, tal como na construção em terra, mas com o cânhamo tem-se vantagem de se poder construir paredes com menor espessura.

O projecto da Casa-Moinho
A recuperação de uma casa-moinho, provavelmente da era medieval ou da idade moderna, cuja habitação no piso superior terá sido construída em 1928 e se encontrava em estado de degradação, foi um dos projectos em que utilizámos betão de cânhamo. O conceito de projecto foi de manter um compromisso entre o antigo e o contemporâneo, tanto nas técnicas de construção como nos detalhes de arquitectura. A opção pelo uso de materiais naturais e tecnologias de construção baseadas nas técnicas tradicionais tiveram influência na arquitectura, tendo sido considerados desde o início do projecto.

Deste modo, foi possível construir com paredes de espessura reduzida, mas mantendo um bom desempenho. A estrutura de madeira e taipa de fasquio continuam presentes, mas de uma forma mais contemporânea. O uso de betão leve de cânhamo industrial (cal com aparas de cânhamo industrial e fibras de celulose), seleccionado pelo excelente conforto térmico e acústico que proporciona, tem uma forte presença na casa, mantendo-se à vista em algumas paredes e no revestimento do tecto.

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Epiroc antecipa presença na Bauma 2022

Epiroc marcará presença na Bauma 2022. Já na sua 33ª edição a feira terá em destaque os temas da automação, digitalização e o desenvolvimento da produtividade impulsionada por dados

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A Epiroc marcará presença na Bauma 2022. A 33ª edição da feira mundial de máquinas de construção, máquinas para materiais de construção, máquinas de mineração, veículos de construção e equipamentos de construção realiza-se em Outubro, em Munique. Um certame que terá em destaque os temas da automação, digitalização e o desenvolvimento da produtividade impulsionada por dados. Temas que estão a transformar todo o sector da construção, desde a escavação de túneis e infraestruturas, até à demolição e gestão de resíduos.

O grupo, com sede em Estocolmo, na Suécia, desenvolve e fornece equipamentos inovadores, onde se incluem equipamentos de perfuração, escavação de rocha e acessórios para construção para aplicações de superfície e subterrâneas, emprega hoje cerca 14 000 funcionários, espalhados por cerca de centena e meia de mercados, com especial destaque para as indústrias mineiras e de infraestruturas. “As novas tecnologias são essenciais para ajudar os nossos clientes a manterem-se competitivos. O nosso objectivo é oferecer equipamento, software e serviços inovadores e garantir que os nossos clientes obtenham o máximo benefício da evolução digital em curso”, refere o grupo em comunicado.

Entre as várias novidades tecnológicas, a Epiroc levará a Munique a sua nova gama de fresadoras em forma de V, cujo lançamento decorreu em Abril último. A fresadora em V é uma nova forma de trabalhar com rochas, paredes de betão e saneamentos de superfícies, valas, escavação de rochas macias, escavação de solos congelados e demolição. Uma solução com patente pendente, que foi rigorosamente testada em todas estas aplicações.

“A montagem dos tambores numa forma em V permite um corte com uma base plana e nenhum material é intocável entre os tambores. Uma fresadora regular tem de deslocar-se lateralmente para criar uma vala uniforme, uma abordagem que causa desgaste adicional no braço da máquina portadora, a fresadora em V pode atingir o mesmo resultado seguindo a direito. Isto significa que o utilizador pode escavar uma vala mais precisa muito mais rapidamente. Basicamente, funciona como um balde, o que facilita a sua utilização, é mais amiga da máquina portadora e são necessários menos energia e tempo. Uma solução aparentemente simples com uma eficácia extraordinária, a fresadora em V permite poupanças de energia de até 40%, explica a Epiroc. Na Bauma, a empresa irá apresentar a mais recente adição à gama de fresadoras V – um modelo mais pequeno adequado para máquinas portadoras de 15-28 toneladas.

Sustentabilidade no seio da indústria
O tema da sustentabilidade marcará presença não só pela preocupação em desenvolver tecnologia mais eficiente e que exige menor consumo de energia, mais precisa, que reduz o impacto no meio ambiente, mas também menos poluente. É o caso da massa de lubrificação Bio da Epiroc que foi recentemente aprovada pela Comissão Europeia para utilização em aplicações ambientalmente sensíveis ao abrigo do certificado DE/027/243.

“Como parte do objectivo de protecção do ambiente, todos os novos martelos demolidores hidráulicos da Epiroc são agora fornecidos com a massa de lubrificação Bio da Epiroc.

Utilizada para lubrificar os casquilhos nos martelos demolidores hidráulicos, a massa de lubrificação Bio da Epiroc é produzida à base de ésteres sintéticos especiais que são facilmente biodegradáveis e desenvolvidos para os martelos demolidores hidráulicos. A massa ajuda a prevenir o desgaste dos casquilhos e prolonga a vida útil da ferramenta. A massa possui características de transporte de carga elevadas com uma capacidade de separação muito boa e oferece um excelente desempenho num amplo intervalo de temperaturas”, refere a Epiroc.

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Novas sanitas Roca aliam tecnologia e sustentabilidade

Desde o design vintage ao moderno, a Roca oferece a opção de sanita com bidé integrado, uma solução dois-em-um desenhada para poupar água e com acabamentos totalmente personalizados

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Numa casa nenhum pormenor é escolhido ao acaso, e o espaço de banho não é exceção à regra. A InTank é a primeira sanita da Roca com tanque integrado. Uma proposta inovadora que permite poupar entre 10 e 20cm no espaço de banho, e cuja tecnologia inovadora Soft Air activa a descarga impulsionando a água para cima, de forma silenciosa e eficaz.

Sanita com bidé incorporado
São as funções de lavar e secar totalmente personalizáveis que caracterizam a smart toilet In-Wash, uma sanita com bidé incorporado que proporciona uma experiência de higiene completa. Disponível nas versões suspensa e de chão, ou no modelo In-Wash In-Tank para ganhar ainda mais espaço.

Formas minimalistas em vários acabamentos
Os contornos e as cores entrelaçam-se nas propostas da colecção Inspira, que, além dos formatos Round e Square, oferece agora a possibilidade de personalizar os produtos com até seis cores diferentes.

Um toque retro no espaço de banho
O design vintage faz da colecção Carmen uma opção exclusiva. A colecção Carmen combina elementos clássicos, como o manípulo lateral para activar a descarga, com pormenores modernos, como a possibilidade de escolher uma sanita em acabamento na cor preta.

Sustentabilidade e design compacto

Tecnologia e design ao serviço da poupança de água é a chave do conceito W+W , uma solução dois em um exclusiva, em que a água utilizada no lavatório é reaproveitada na descarga para a sanita. Uma ideia sustentável com um design compacto que optimiza o espaço de banho.

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Colt reforça investimento em Portugal e espera chegar aos 140 colaboradores no final do ano

A empresa pondera novos investimentos em novas rotas e ligações nas zonas de amarração dos cabos submarino, em particular em Sines. Para já, prossegue a sua estratégia de crescimento ligando 8 parques industriais em Lisboa, Porto, Oeiras, Sintra, Vila Nova de Gaia e Maia

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(na imagem: Carlos Jesus, Country Manager da Colt Portugal e VP Global Service Delivery da Colt)

A celebrar 20 anos de presença no mercado nacional, a Colt vai continuar a reforçar o investimento em Portugal e contratar mais pessoas. A empresa tem feito investimentos significativos no país, quer em infraestruturas e rede para ajudar as empresas portuguesas a concretizarem os seus processos de transformação digital e internacionalização dos seus negócios, quer em pessoas. Neste sentido, está em marcha uma campanha de recrutamento para reforçar a equipa e permitir que a subsidiária portuguesa chegue ao fim do ano com 140 colaboradores.

O reforço do investimento da Colt em Portugal tem em conta a posição estratégica do país no contexto da expansão da conectividade entre a Europa, a América Latina, a América do Norte, a África e a Ásia, quer através da ampliação das rotas da sua rede terrestre, quer do potencial disponibilizado pelos cabos submarinos que aterram em Sines, Sesimbra, Seixal, Lisboa e Carcavelos.

Com 2 Redes de área Metropolitana (MAN – Lisboa e Porto) em Portugal, 830 km de rede de fibra ótica,1.700km adicionais de rede de longa distância através da sua IQ Network, ligando mais de 777 edifícios, 12 centros de dados, a Colt prossegue a sua estratégia de crescimento em Portugal ligando mais oito parques industriais em Lisboa, Porto, Oeiras, Sintra, Vila Nova de Gaia e Maia. A empresa está também a avaliar neste momento a possibilidade de realizar novos investimentos na criação de mais rotas entre Portugal e Espanha, assim como de novas ligações em Portugal, nomeadamente em Sines e nas restantes zonas de amarração dos cabos submarinos.
A aceleração da transformação digital e o aumento do trabalho remoto provocados pela pandemia, bem como a emergência dos novos modelos de trabalho híbrido no pós-pandemia e as mudanças decorrentes da guerra na Ucrânia, transformaram os serviços de rede num factor ainda mais crítico para o funcionamento diário das empresas em todo o mundo. Entre as tecnologias que garantem o funcionamento destes serviços destacam-se os cabos submarinos que ligam continentes e países e que já são responsáveis por 99% do tráfego global.

“Os cabos submarinos são a espinha dorsal da infraestrutura global de comunicações. Actualmente existem mais de 400 cabos submarinos em serviço em todo o mundo e até 2025 serão 445. Portugal detém uma posição única no contexto do desenvolvimento das comunicações a nível mundial: beneficia de uma posição geográfica estratégica com os seus 5 centros de amarração (Sines, Sesimbra, Seixal, Lisboa e Carcavelos) de cabos submarinos que ligam a Europa à África e às Américas, e possui inúmeras rotas de comunicações terrestres que permitem e potenciam as ligações da Península Ibérica ao Norte da Europa. Temos, por isso, um papel fulcral a desempenhar na diversificação da conectividade e no que diz respeito a evitar a saturação das redes. Além disso, o nosso país é uma verdadeira porta de entrada para a Europa, uma via direta de acesso das empresas de todo o mundo a um mercado de mais de 750 milhões de potenciais consumidores.” afirma Carlos Jesus, Country Manager da Colt Portugal e VP Global Service Delivery da Colt.

A capacidade de Portugal no que toca aos cabos submarinos que ligam a Europa à África e às Américas irá aumentar significativamente nos próximos anos. Ao novo Ellalink já em funcionamento, irão juntar-se mais 3 novos cabos: o Equiano da Google, o 2Africa do Facebook e o Medusa da AFR-IX. O que, segundo aquele responsável da Colt, “representa um importante reforço do poder do hub de conectividade português. Acresce que nos últimos anos em Portugal os investimentos em infraestrutura de banda larga e na transformação digital têm sido muito intensos e a economia digital nos últimos 10 anos registou uma evolução sem precedentes. Factores que se conjugam para estarmos perante uma oportunidade única para fomentarmos o investimento em centros de dados, serviços de cloud e de edge computing – as tecnologias do futuro, em Portugal. A Colt está atenta a esta evolução e a equacionar a possibilidade de fazer novos investimentos nas zonas de amarração portuguesas”.

Visando fortalecer a sua presença em Portugal e na Península Ibérica, bem como ampliar o poder do seu hub de conectividade português à escala mundial, a Colt fez no ano passado investimentos muito importantes na sua rede de comunicações reforçando-a com mais 600kms adicionais de fibra entre Portugal e Madrid, com a criação de novas ligações entre Madrid, Paris, Toulouse e Marselha (+ 2400km), que potenciaram uma ligação directa entre Lisboa/Porto/Bilbao/ e entre Lisboa/Madrid/Toulouse/Marselha através dos Pirenéus. A capacidade das ligações com o Norte da Europa e destas com os EUA foi novamente potenciada este ano com a implementação de um novo PoP no Data Center BX1 da Equinix em Bordéus. Uma ligação vital no contexto da instalação do novo cabo transatlântico de fibra óptica de nova geração, o “AMITIE” – uma nova porta de entrada para o tráfego de dados entre os EUA e a Europa.

A Colt escolheu também a ligação Lisboa/Madrid para implementar, pela primeira vez, uma tecnologia única da Ciena, que duplica a capacidade de transmissão dos dados na rede de fibra óptica. O que vem sublinhar a importância que a empresa atribui às suas operações na Península Ibérica, nomeadamente em Portugal. “Esta decisão é ainda mais relevante se tivermos em conta que a Colt foi o primeiro operador do mundo a implementar a tecnologia 800 G na banda L da rede terrestre, utilizando o controlador de domínio Reconfigurable Line System (RLS) da Ciena, e o Manage, Control and Plan (MCP) da Ciena na sua rede ótica, e o primeiro fornecedor de telecomunicações a oferecer serviços 100G/400G Wave, devidamente comprovados, utilizando tecnologia coerente e líder de mercado nas duas bandas C+L,” conclui Carlos Jesus.

Chegar aos 140 colaboradores até ao final do ano
Para responder ao aumento da procura que a empresa está a registar tanto em Portugal, como no resto do mundo, a subsidiária portuguesa prossegue com a sua estratégia de contratação de mais talentos em Portugal, de modo a chegar aos 140 colaboradores até ao final 2022. O reforço das equipas no nosso país tem como objectivo aumentar a capacidade de resposta da empresa face às necessidades crescentes dos clientes nacionais e internacionais, e que decorrem do incremento da mão-de-obra remota e da procura acrescida por soluções mais duradouras, resilientes, seguras, elásticas e preformantes.

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Empresas Sonae criam compromisso para evitar desflorestação até 2030

Várias empresas do grupo Sonae assinaram o compromisso “Zero Desflorestação”, visando assegurar a conservação das florestas no decorrer das suas actividades e operações, um compromisso que se irá estender também aos seus fornecedores

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As empresas Sonae assumem o compromisso de promover a conservação das florestas naturais a nível mundial através do compromisso “Zero Desflorestação”, que visa assegurar, até 2030, a ausência de desflorestação associada às actividades e operações directas das empresas subscritoras, bem como nas suas cadeias de abastecimento.

“O combate à desflorestação requer uma acção urgente e integrada de todos. É necessária uma mobilização global para assegurar a conservação das florestas, que têm um papel crucial ao nível da promoção da biodiversidade e do combate às alterações climáticas, através da retenção de carbono. Nas empresas Sonae, estamos comprometidos em crescer com responsabilidade, por isso, promovemos a defesa do planeta e das florestas. Esperamos poder inspirar outros a seguir este caminho e, em conjunto, conseguirmos fazer a diferença”, sustenta Isabel Barros, presidente do Grupo Consultivo de Sustentabilidade das empresas Sonae.

O compromisso “Zero Desflorestação” reflecte o compromisso assumido no combate à desflorestação através da adopção de metas que garantem a preservação das florestas no decorrer da actividade das suas cadeias de abastecimento associada à produção de matérias-primas críticas – gado bovino, madeira, óleo de palma e soja. Adicionalmente, tem como objectivo assegurar “zero desflorestação” no desenvolvimento de novas infraestruturas e de contribuir positivamente para a conservação e restauro das florestas.

Para alcançar os objectivos propostos, as empresas Sonae vão colaborar com as suas cadeias de abastecimento, com enfoque na produção local onde a ausência de desflorestação deve ser assegurada. Neste sentido, está previsto um esforço concertado com os vários intervenientes para assegurar a rastreabilidade e monitorização dos materiais que são adquiridos, nomeadamente através da adopção de mecanismos de controle e de outros procedimentos, incluindo, por exemplo, a certificação de matérias-primas.

As empresas Sonae que subscrevem este compromisso são a MC, a Zeitreel, a Worten e a Sierra, a que se juntam também a Sonae Capital e a Sonae Arauco.

A urgência de adotar o compromisso Zero Deflorestação
As florestas desempenham um papel vital no combate às alterações climáticas e na preservação da biodiversidade. A nível global, aproximadamente metade das florestas estão localizadas nas regiões tropicais e subtropicais, onde são altamente produtivas e albergam pelo menos dois terços da biodiversidade mundial.

Nestas regiões, a desflorestação ocorre a um ritmo acentuado de 10 milhões de hectares por ano, dos quais a maioria se deve à expansão do comércio internacional e à conversão do uso do solo associado à produção de matérias-primas como gado, óleo de palma, soja e madeira.

A elevada desflorestação e as suas repercussões ao nível da perda de biodiversidade, e por sua vez de impacto nas alterações climáticas, reforçam a necessidade e o carácter de urgência de desenvolver e implementar um compromisso que seja ambicioso e cuja implementação garanta resultados efectivos.

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Schneider Electric vence diversos prémios de design

Vários produtos do portefólio da Schneider Electric receberam alguns dos mais importantes prémios de design internacionais. Os especialistas premiaram a inovação no design, a ergonomia precisa e o foco no utilizador

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A Schneider Electric recebeu sete iF Design Awards e três Red Dot Awards nas edições de 2022 das duas instituições. Os prémios de design celebram o “conceito de design e funcionalidade dos produtos da Schneider Electric, bem como o seu papel na capacitação da sociedade para que tire o máximo partido da nossa energia e recursos, de forma a conseguir um mundo com impacto positivo no clima”, sustenta a empresa.

Entre os produtos vencedores dos iF Design Award encontramos produtos capazes de produzir e gerir energia, adaptar-se ao estilo de vida, proporcionar segurança e contribuir para uma vida sustentável Tendo sido reconhecida por 132 peritos de design de alto nível de mais de 20, a Schneider Electric recebeu sete prestigiados iF Design Awards em várias categorias, incluindo “Hardware and Building”, “Industry/Tools” e “Interface for Digital Media”.

Os produtos vencedores dos iF Design Awards de 2022 são o detector de fumo Wiser DC, a série de controladores SpaceLogic, o dispositivo de cablagem New Ovalis, o disjuntor de média tensão EvoPact, o Facility Expert for Small Business Advisor, o dispositivo de protecção contra sobretensões Jueshi e o circuito de protecção Clipsal Max9.
“O detetor de fumo Wiser DC foi concebido para proteger as vidas humanas do risco de incêndios domésticos. Pode ser facilmente integrado e conectado sem fios com o sistema Wiser para casas inteligentes. As características de design inteligentes, como a iluminação LED oculta e o botão de grande dimensão, contribuem para um aspecto minimalista e um produto fácil de utilizar”, explica a Schneider Electric. Já a série de controladores SpaceLogic “é uma parte importante do EcoStruxure Building Operation, que oferece aos clientes a oportunidade de conseguir melhores gestão e análise da energia, e cujo design compacto e integração de funções reduz o volume e o custo da instalação”.
Por sua vez, a gama New Ovalis de dispositivos de cablagem acessíveis foi concebida para trazer apelo estético, conectividade e ergonomia aos clientes, bem como uma fácil instalação para os electricistas.

“Apesar da qualidade e da fiabilidade serem marcas registadas dos produtos e soluções da Schneider Electric, o design é o elemento único que melhora a experiência dos nossos clientes. O nosso design intuitivo cria um ambiente que estabelece uma ligação com os nossos produtos e soluções e permite-lhes atingir o seu máximo potencial,” afirmou Frederic Beuvry, SVP of Industrial Design and Ergonomics da Schneider Electric. “Através do nosso processo de design exclusivo, construímos experiências de ponta a ponta que são verdadeiramente valiosas para os nossos clientes, e inspiramo-los a contribuir para uma vida sustentável e a repensar os seus negócios com as nossas soluções inovadoras e eficientes”, sustentou.

A empresa recebeu também três distinções nos Red Dot Awards 2022. Os produtos vencedores incluem o detector de fumo Wiser, mais uma vez, o dispositivo de protecção contra picos de tensão SEMC-I e o Putuo MT – Motor Mechanism, um motor eléctrico que pode operar disjuntores de caixa moldada à distância ou manualmente O seu novo design de grande dimensão impressionou o júri pela facilidade de utilização e eficiência ao permitir aos utilizadores alternar facilmente entre os modos automático e manual.

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Geberit actualiza sistema de tubagens multicamada Mepla

O Geberit Mepla combina as vantagens das tubagens de plástico e as de metal, assim como a instalação fácil e segura para o abastecimento de água

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A Geberit, especialista em louça sanitária e tecnologia para a casa de banho, tem vindo a desenvolver há quase 20 anos o seu sistema de tubagens multicamada Geberit Mepla que permite a instalação fiável, segura e rápida de água potável e sistemas de aquecimento. Agora, o sistema apresenta, ainda, mais variedade de diâmetros de tubagem (de 16 a 75 mm) e 300 acessórios (fabricados em PVDF e em bronze industrial) de união por compressão que facilitam todos os trabalhos de instalação.

Mais resistentes à corrosão e mais leves do que as tubagens de metal, mais estáveis e resistentes do que as tubagens de plástico, a Geberit Mepla combina as vantagens de ambos os tipos de tubagem. A camada de plástico exterior é fabricada em polietileno (PE-RT de segunda geração) e serve de protecção contra a corrosão e os danos mecânicos. A grossa camada central de alumínio, soldada longitudinalmente, consegue que a tubagem seja estável e flexível, ao mesmo tempo que reduz o grau de dilatação dos tubos e são necessários menos pontos de fixação do que com as tubagens de plástico. A camada interior, também fabricada em PE-RT de segunda geração, é resistente à corrosão e segura para uso alimentar. Tem uma rugosidade da superfície de apenas 0,7 μm, de modo que é mais difícil que o calcário e as películas biológicas adiram ao interior do tubo.

Graças à sua flexibilidade, as tubagens com as dimensões d16 e d20 podem curvar-se manualmente muito facilmente. Com uma máquina curvadora curvam-se os tubos de até d50. Por outro lado, o modelo dentado dos acessórios de união plásticos e os anéis de fixação dos acessórios metálicos permitem atingir uma elevada força de retenção dos acessórios na tubagem e evitam que estes saiam da tubagem durante a instalação. Desta forma, o sistema instala-se, alinha-se e comprime-se muito facilmente e poupa-se tempo e custos durante o processo de instalação.

A ligação dos tubos e dos acessórios faz-se por compressão sem casquilho, comprime-se directamente na tubagem, o que permite um controlo total da profundidade de inserção. Isto é possível graças à camada de alumínio do interior da tubagem e ao design inovador dos acessórios que garantem uma união fiável e duradoura. Além disso, assim que o sistema estiver pronto para a compressão, é possível verificar cada ligação imediatamente para garantir que cada tubagem está na posição correcta. O sistema é totalmente fiável dado que, durante os testes de estanquidade, os acessórios que não estão prensados apresentam fugas. Ou seja, o teste final de pressão só poderá realizar-se se se tiverem prensado correctamente todas as uniões, o que garante a estanquidade da instalação.

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JJTeixeira celebra 45 anos com reforço na capacidade produtiva e expansão geográfica

Empresa prevê investir 1,4 M€ no reforço da sua capacidade e na optimização dos seus recursos produtivos, a par da internacionalização para a Bélgica, os EUA e os Camarões nos próximos três anos

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Em pleno aniversário de 45 anos, a JJ Teixeira (JJT) apresenta-se com uma nova imagem e convicções reforçadas para o futuro. A empresa de Vila Nova de Gaia produz soluções de carpintaria através da aliança entre tecnologia de ponta e toque artesanal e reafirma-se no mercado com um investimento na ordem dos 1,4 milhões de euros e uma expansão para três novas geografias.

De génese familiar, a empresa, fruto da paixão de João Teixeira pela arte de trabalhar a madeira, teve início em 1977 com a criação da sua própria carpintaria em Vila Nova de Gaia, que ainda hoje mantém. A actividade iniciou com uma máquina universal e, em dois anos, tinha uma carpintaria industrial, mas sempre familiar.

A nova geração da família, trouxe à JJT a modernidade necessária para assegurar o seu crescimento e visão de futuro, unindo a carpintaria à engenharia e à arquitectura, ao design e à arte, graças à sinergia entre a gestão e a força laboral de 244 colaboradores internos e mais de 400 externos.

Foi com a introdução de uma linha de automatização da produção, em 2015, que a empresa transitou para uma indústria 4.0, com capacidade de produção diária de duas mil peças, assegurando mais eficiência, rigor e precisão em cada produto, através de novos processos construtivos inovadores que lhe confere um bom equilíbrio e uma boa performance.

Hoje, contando com uma produção de quase 430 mil peças por ano e de 1645.61m3 de madeira utilizada, a JJT prevê investir 1,4 milhões de euros no reforço da sua capacidade e na optimização dos seus recursos produtivos, como o sistema de aspiração, a racionalização energética e a transição verde.

Sem impactos da pandemia nos volumes de facturação, a empresa, em 2019, alcançou um total de 21,4 milhões de euros, cresceu para 24,2 milhões no ano seguinte, para 24,5 milhões já em 2021 e prevê crescer mais de 2 milhões até ao final de 2022. Também desde 2019 que o valor das exportações ascende, passando de 18% para 22%, atingindo os 24% no último ano. França, Angola, Costa de Marfim, Noruega e Reino Unido são os países que encabeçam os destinos onde mais incidem as vendas internacionais, estando a Bélgica, os EUA e os Camarões no topo das prioridades de expansão internacional para os próximos três anos.

Pela vulnerabilidade ambiental intrínseca à sua actividade, a empresa vê na sustentabilidade um dos seus mais importantes pilares. Através do programa de replantação de árvores, a JJT pretende minimizar o seu impacto no meio ambiente, efectuando cálculos de medição da quantidade de madeira utilizada em cada projecto com vista à sua reposição, replantando árvores em território nacional, acrescendo uma taxa adicional ao preço final do produto.

Para além deste novo programa, os desperdícios são aspirados através de um sistema transversal aos vários pavilhões da fábrica e reaproveitados para várias finalidades, como a criação de novos produtos, o aquecimento das instalações e a produção de pellets e briquetes. 25% da sua produção energética é proveniente de painéis solares instalados na fábrica.

A celebração dos 45 anos da empresa foi, ainda acompanhada pelo rebranding da marca, “que traduz o seu reposicionamento modernizado”, e surge acompanhado por um filme tributo à madeira, que conta com depoimentos de diversas figuras de renome da arquitectura portuguesa. “Wood Stories” é o nome do filme, realizado pela Building Pictures, que serve de tributo à madeira enquanto material natural, flexível, expressivo e quase intrínseco no projecto de arquitetura e que conta com o apoio da Ordem dos Arquitectos Sessão Regional Norte, da Faculdade de Arquitectura do Porto e da Casa da Arquitectura.

O filme conta com os testemunhos de oito gabinetes de arquitectura, numa reflexão entre o seu trabalho e o uso da madeira, na sua perspectiva e contexto de aplicação, de forma particular, nomeadamente, Aires Mateus, Carrilho da Graça, Correia Ragazzi, Depa, Diogo Aguiar Studio, João Mendes Ribeiro, Menos é Mais e Oitoo.

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