Edição digital
Assine já
Construção

Mota-Engil inicia construção do Terminal de Cruzeiros do Mindelo

Arrancou em Cabo Verde a construção do Terminal de Cruzeiros do Mindelo, uma obra orçada em cerca de 27 milhões de euros, a cargo da construtora portuguesa e da cabo-verdiana Empreitel Figueiredo

CONSTRUIR
Construção

Mota-Engil inicia construção do Terminal de Cruzeiros do Mindelo

Arrancou em Cabo Verde a construção do Terminal de Cruzeiros do Mindelo, uma obra orçada em cerca de 27 milhões de euros, a cargo da construtora portuguesa e da cabo-verdiana Empreitel Figueiredo

CONSTRUIR
Sobre o autor
CONSTRUIR
Artigos relacionados
GreenVolt equipa pólo operacional da Teixeira Duarte no Montijo
Empresas
UBI realiza mostra tecnológica Inovc+
Empresas
Cimenteira do Louro marca presença na Big 5 Saudi
Empresas
Keller Williams Portugal atinge volume de facturação recorde de 56 M€
Imobiliário
Presidente de Angola quer mais investidores espanhóis no País
Construção
Surfliving lança Ribeira D’Ilhas Villas sobre o mar da Ericeira
Imobiliário
Projectos em pipeline e intenções de investimento crescem à boleia da procura
Imobiliário
Fundo CA Património Crescente adquire edifício de 9 andares em Lisboa
Imobiliário
Roteiros para a descarbonização da indústria vão receber mais de 9,7 milhões do PRR
Empresas
Regresso da BAU a 100%
Construção

É considerado um dos maiores investimentos públicos de Cabo Verde e tem um prazo de construção estimado em 22 meses. Os trabalhos vão envolver a conquista de um terrapleno, denominado “Ponte Terrestre”, com 2.700 metros quadrados, a dragagem de aproximadamente 124 mil metros cúbicos na bacia portuária e no canal de acesso, e a reabilitação do cais número 9, que passará a servir navios de recreio de pequeno porte.

A obra, que é co-financiada pelo Fundo Orio, dos Países Baixos, e pelo Fundo OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) para o Desenvolvimento Internacional, prevê ainda a construção de um molhe de atracação de 400 metros de comprimento com uma profundidade de 11 metros a norte e nove metros a sul, e uma gare de passageiros com 900 metros quadrados de área e respectivo ordenamento exterior, com a inclusão de um parque de estacionamento.

Recentemente, o presidente do conselho de administração da Enapor – Portos de Cabo Verde, Alcídio Lopes, perspectivou que, com este projecto, São Vicente terá um Terminal de Cruzeiros “inovador, moderno e com características técnicas bastante avançadas”. Em 2019 48.500 turistas em viagens de cruzeiro visitaram Cabo Verde, o que representou um aumento de 3 % ao ano de 2018. Com a pandemia a indústria de cruzeiros está praticamente parada mas o Governo local mantém a expectativa do seu crescimento e do impacto que a mesma irá gerar naquela que é a principal actividade económica do país, o Turismo.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Artigos relacionados
GreenVolt equipa pólo operacional da Teixeira Duarte no Montijo
Empresas
UBI realiza mostra tecnológica Inovc+
Empresas
Cimenteira do Louro marca presença na Big 5 Saudi
Empresas
Keller Williams Portugal atinge volume de facturação recorde de 56 M€
Imobiliário
Presidente de Angola quer mais investidores espanhóis no País
Construção
Surfliving lança Ribeira D’Ilhas Villas sobre o mar da Ericeira
Imobiliário
Projectos em pipeline e intenções de investimento crescem à boleia da procura
Imobiliário
Fundo CA Património Crescente adquire edifício de 9 andares em Lisboa
Imobiliário
Roteiros para a descarbonização da indústria vão receber mais de 9,7 milhões do PRR
Empresas
Regresso da BAU a 100%
Construção
Construção

Presidente de Angola quer mais investidores espanhóis no País

Em relação às energias renováveis, o Presidente da República referiu que Angola está no período de transição, daí que grande parte da electricidade produzida internamente já é de fontes limpas, fundamentalmente, hidroeléctrica e solar

CONSTRUIR

O Presidente da República de Angola, João Lourenço, manifestou o interesse de Angola em ver mais empresários espanhóis a investirem no mercado angolano, no quadro da diversificação da economia em curso no país.

Em entrevista ao Jornal espanhol ABC, enquadrada pela visita do Rei de Espanha ao País africano, o presidente angolano sublinhou o facto de várias empresas espanholas operarem em Angola em diferentes domínios da economia, tendo destacado sectores como saúde, ensino superior, transportes e defesa.

Quanto ao sector da defesa, o Presidente angolano afirmou que a Espanha está a construir para Angola três aviões Airbus C – 295 para apoiar no controlo e na vigilância da extensa orla marítima do país.

“Com o novo ambiente de negócios em Angola nós gostaríamos que o sector privado espanhol fizesse mais”, observou João Lourenço, tendo apontado o domínio da indústria naval como um dos segmentos preferenciais.

No entanto, o Chefe de Estado adiantou que em relação à indústria naval tudo depende das facilidades de crédito oferecidas a Angola por Espanha.

O Presidente João Lourenço lembrou que Espanha é um país virado para o mar, tem uma boa indústria naval e que Angola necessita de meios para melhor patrulhar as suas águas territoriais e costa marítima, além de estar localizada próximo do Golfo da Guiné.

Quanto à parceria no sector dos recursos energéticos, o Estadista voltou a dizer que o mercado angolano é aberto e que não vê problema em ver empresas espanholas a operar no país nesse segmento.

Em relação às energias renováveis, o Presidente da República referiu que Angola está no período de transição, daí que grande parte da electricidade produzida internamente já é de fontes limpas, fundamentalmente, hidroeléctrica e solar.

“Quaisquer outras ofertas ou investimento privado nesse sector de energia solar, energia eólica, o hidrogénio verde são todas elas bem-vindas. Angola está receptiva a fazer em pouco tempo, em poucos anos, a completa transição energética”, precisou João Lourenço.

Durante a entrevista, o Estadista disse que, em África, Angola vem desempenhando um papel de aproximação entre os falantes das línguas portuguesa e espanhola.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Construção

Regresso da BAU a 100%

A feira mundial de arquitectura, materiais e sistemas de construção, BAU 2023, estará de regresso a Munique entre 17 a 22 de Abril. Portugal terá cerca de 20 empresas e mais de 1000 m2 de recinto

CONSTRUIR

Depois de uma pausa forçada de mais de quatro anos, a BAU regressa ao centro de exposições de Munique com um nível de adesão similar ao registado em 2019, data de realização da última edição. As novas datas da BAU foram bem aceites pelas empresas expositoras que vão ocupar uma área total de 200.000 m² e irão compor oferta que se estende por 19 pavilhões de exposição. A edição de Abril irá contar com mais de 2.000 expositores, vindos de 45 países, que esperam visitantes profissionais de todo o mundo, grande parte proveniente de gabinetes de arquitectura e de engenharia.

Portugal aumentou no número de empresas presentes e na área de exposição, a BAU 2023 irá receber 19 empresas portuguesas que irão ocupar mais de 1.000 m² com propostas que vão desde as áreas de revestimentos/pavimentos e ferragens até às madeiras, alumínio, vidro, janelas e portões.

Entre os nomes já confirmados constam a Alualpha, EM Living, Flexidoor, Flexpur, Gardengate, Gres Panaria Portugal, JNF J. Neves & Filhos, MVC Mármores de Alcobaça, Otiima, Panoramah, Polo JCP, Sosoares e Viroc a participar na BAU 2023, bem como as Associações ABIMOTA (Portugal Building Hardware) e APICER (Portugal Ceramics) que se estreiam em Munique em 2023.
Quatro empresas, A Cimenteira do Louro, EPW, Fátima Stones e S-Vitech, participarão igualmente com stands individuais e contam com o apoio da Associação AEP no âmbito do programa PORTUGAL2020 e Compete2020.
Outras empresas portuguesas aguardam ainda por vagas para se estrearem na feira líder mundial de arquitectura, materiais e sistemas de construção.

Programa BAU 2023

Os temas que movem a indústria são levados aos palcos e à discussão. “O Desafio das Alterações Climáticas”, “A Transformação Digital” e “O Futuro da Habitação”, assim como o tema da “Construção Modular” serão apresentados e debatidos no Centro Internacional de Congressos (ICM) e no Hall B0 com o espaço Innovation Hub.

Estratégias e tecnologias para correspondermos a conceitos de vida modernos e acessíveis, serão abordadas na BAU 2023, com o claro propósito de fazer frente à escassez e subida dos preços da habitação, dos materiais e da energia. Os expositores irão apresentar soluções tecnológicas para construir de forma mais económica e rápida.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Construção

Cantanhede vai ter uma nova estação de tratamento de águas residuais

Além da construção da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) agora consignada, que representa um investimento de cerca de 9,1 milhões de euros, cofinanciado pelo POSEUR, a AdCL tem já em curso a Empreitada de aumento da capacidade das infraestruturas, num valor de 3,7 milhões de euros, igualmente cofinanciado pelo POSEUR, obras que visam reforçar o Sistema de Saneamento da Ria Sul-Aveiro e solucionar o saneamento nos municípios de Mira e Cantanhede

CONSTRUIR

A Águas do Centro Litoral (AdCL) vai investir perto de nove milhões de euros na construção de uma nova estação de tratamento de águas residuais em Cantanhede, intervenção que complementa outra obra já em curso, envolvendo também o município de Mira, representando um investimento total de 12,8 milhões de euros, cofinanciado pelo POSEUR.

A empresa que gere a captação, o tratamento e o abastecimento de água para consumo público e a recolha, o tratamento e a rejeição de efluentes domésticos e urbanos no Centro Litoral do País está a promover um conjunto de obras que vão permitir tratar efluentes domésticos e industriais de Cantanhede. Trata-se da consignação da Empreitada de Concepção-Construção da ETAR de Cantanhede, uma obra cofinanciada pelo POSEUR – Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, ao consórcio “Espina & Delfin/ Factor Ambiente”, estando a fiscalização dos trabalhos a cargo da empresa RIOBOCO .

A cerimónia simbólica contou com a presença do Conselho de Administração da AdCL, dos presidentes de Câmara de Cantanhede e de Mira, do Vice-Presidente do Conselho Diretivo da Agência Portuguesa do Ambiente, do Administrador da AdP Valor, e ainda dos representantes da Junta de Freguesia da Tocha e das empresas do empreiteiro e da fiscalização.

Além da construção da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) agora consignada, que representa um investimento de cerca de 9,1 milhões de euros, cofinanciado pelo POSEUR, a AdCL tem já em curso a Empreitada de aumento da capacidade das infraestruturas, num valor de 3,7 milhões de euros, igualmente cofinanciado pelo POSEUR, obras que visam reforçar o Sistema de Saneamento da Ria Sul-Aveiro e solucionar o saneamento nos municípios de Mira e Cantanhede.

As duas empreitadas, que representam um valor total de cerca de 12,8 milhões de euros, cofinanciado pelo POSEUR, incluem a construção da estação de tratamento de águas residuais (ETAR) de Cantanhede e de 1,2 km de emissários de saneamento e ainda o aumento de capacidade das cinco (5) estações elevatórias existentes (Pocariça (CT1); EE Pisão (CT2); EE Catarinões (CT3); EE Taboeira (CT5); EE Casal dos Netos (CT6)).

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
a importância de mão-de-obra qualificada na construção civil
Construção

EDIA lança concurso de Gestão e Fiscalização da Construção do Circuito Hidráulico de Reg. de Monsaraz

O concurso lançado pela EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infra Estruturas do Alqueva, tem um valor base de 830 mil euros (+IVA) e prevê um prazo de execução de 20 meses

CONSTRUIR

A EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infra Estruturas do Alqueva lançou o concurso público para “prestação de serviços para Gestão e Fiscalização da Empreitada de Construção do Circuito Hidráulico de Reguengos de Monsaraz (Estrada do Peral ao Reservatório da Bragada) e Bloco de Rega do Peral”.
O procedimento agora lançado tem um valor base de 830 mil euros (+IVA) e prevê um prazo de execução de 20 meses.

De acordo com a informação disponibilizada, “constitui objecto do contrato a celebrar a empreitada de Construção do Circuito Hidráulico de Reguengos de Monsaraz (Estrada do Peral ao Reservatório da Bragada) e Bloco de Rega do Peral, incluindo a coordenação em matéria de segurança e saúde e o acompanhamento ambiental, que se distribui pelo distrito de Évora, estando inseridas nos concelhos de Évora, União das freguesias de São Manços e São Vicente do Pigeiro e no concelho de Portel, freguesia de Monte do Trigo”.

Recorde-se que o circuito Hidráulico de Reguengos de Monsaraz tem origem no canal Álamos-Loureiro. O primeiro troço (T1) do Sistema Adutor Primário do Circuito Hidráulico de Reguengos de Monsaraz, estabelece a ligação entre a obra de derivação para o circuito hidráulico (obra de tomada de água, que será objecto de outra empreitada).

Da empreitada fazem partem as obras da conduta adutora gravítica, ligação da estrada do Peral ao Reservatório da Bragada; a travessias especiais do rio Degebe e da ribeira da Azambuja; e o bloco de Rega do Peral.

A área a beneficiar pelo Bloco de Rega do Peral localiza-se nos concelhos de Évora, na União das freguesias de São Manços e São Vicente do Pigeiro, concelho de Portel, freguesia de Monte do Trigo, com uma área total de 1 315 ha, é servido a partir da conduta adutora gravítica que, com origem no canal Álamos-Loureiro, abastece o reservatório da Bragada (R1).

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Construção

Casais abre 103 vagas para reforçar equipas em Angola

A empresa lidera o consórcio que vai construir de uma conduta adutora para água tratada, com 112 Km, e dois Centros de Distribuição de água potável na zona da Grande Luanda.

CONSTRUIR

A Casais Angola abriu vagas para o mercado angolano, no âmbito do “Projecto Sector Águas”, que tem como objectivo aumentar a capacidade de fornecimento de água potável à zona da Grande Luanda. A empresa lidera o consórcio que vai construir de uma conduta adutora para água tratada, com 112 Km, e dois Centros de Distribuição de água potável.
“O contributo do Grupo Casais para o desenvolvimento de uma região é uma motivação extra para o nosso propósito, que tem a vantagem de aumentar o nível de exigência na qualidade da prestação dos nossos serviços”, justifica António Carlos Rodrigues, CEO do Grupo Casais.

Desde 1999 em Angola, o Grupo Casais tem neste país 2.948 colaboradores e conta com 52 obras em execução. Os sectores mais relevantes são no ramo da construção, imobiliário, ambiente, agricultura e serviços de oil & gás, sector industrial (ramos de carpintaria e metalomecânica) fruto da evolução do mercado. Só em 2022, a Casais Angola contratou 876 colaboradores. A especialização da mão de obra local é uma prioridade, pelo que o Grupo está a reforçar a aposta na formação específica nas diferentes vertentes da construção.

O Grupo privilegia o equilíbrio entre os colaboradores formados profissionalmente dentro do Grupo Casais e os formados noutras instituições, com o objectivo de transmitir o know-how e a filosofia Casais, no sentido de gerar valências e competências, em linha com a filosofia corporativa.

A evolução rápida do sector e o aparecimento da concorrência, torna o mercado mais exigente e competitivo, impulsionando, consequentemente, o incremento da qualidade das Casais Angola e dos seus serviços, conferindo ao processo de recrutamento rigor e exigência. As vagas abertas são para as funções de construction manager, site manager (construção civil e infraestruturas), preparador de obra e encarregado de obra.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Construção

Requalificação do Parque Tejo-Trancão arranca em dias

A Câmara Municipal de Loures aprovou o contrato de empreitada, por ajuste directo, que tem como objectivo a preparação e modelação dos terrenos na zona ribeirinha da Bobadela para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ)

CONSTRUIR

O projecto de execução, no valor de cinco milhões e trezentos mil euros (sem IVA), será realizado por ajuste directo, e inclui arquitectura paisagística e drenagem pluvial, abastecimento de água à zona da JMJ por parte dos Serviços Intermunicipalizados de Águas e Resíduos de Loures e Odivelas (SIMAR), bem como trabalhos de estabilidade e apoios de ponte militar. Esta empreitada terá início nos próximos dias, tendo em conta que a primeira fase da transferência dos contentores já se encontra concluída.

O documento foi aprovado por maioria, com abstenção da CDU e votos favoráveis das restantes forças políticas (PS e PSD), durante a reunião do executivo municipal, presidido pelo socialista Ricardo Leão.

Em causa estão as obras de requalificação de um terreno de 70 hectares no Parque Tejo-Trancão, a norte da freguesia lisboeta do Parque das Nações, para acolher os eventos principais da JMJ.

“Será toda a infraestruturação daqueles 70 hectares, onde vão passar grande parte do tempo os peregrinos da Jornada. Basicamente, é terraplanagem, modelagem e infraestruturação”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Loures, Ricardo Leão (PS), citado pela Lusa.

Durante a discussão da proposta, a CDU, através do eleito Tiago Matias, demonstrou o seu descontentamento pelo facto de ter sido consultada “apenas uma empresa”, facto que foi negado pelo presidente da Câmara. “Foram consultadas três empresas de renome, mas foi apresentada apenas uma proposta. Nós temos prazos para cumprir. Este processo vai ser depois alvo de análise do próprio Tribunal de Contas (TdC)”, respondeu Ricardo Leão.
No total, a Câmara Municipal de Loures estima investir 10 milhões de euros na realização da JMJ.

A Jornada Mundial da Juventude, considerada o maior acontecimento da Igreja Católica, vai realizar-se entre 1 e 6 de Agosto, sendo esperadas cerca de 1,5 milhões de pessoas. As principais cerimónias da Jornada decorrem no Parque Tejo, a norte do Parque das Nações, na margem ribeirinha do Tejo, em terrenos dos concelhos de Lisboa e de Loures.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Construção

CPP em análise nos 3ºs Estados Gerais do Sector de Construção

Com organização do Observatório das Autarquias Locais, a terceira edição dos Estados Gerais do Sector da Construção, terá lugar no dia 9 de Fevereiro e terá como tema “15 anos da publicação do Código dos Contratos Públicos

CONSTRUIR

A propósito dos 15 anos do Código dos Contratos Públicos, o Observatório das Autarquias Locais, OAL, volta a juntar o sector da construção em mais um debate sobre um dos aspectos mais críticos da actividade da indústria.

“15 anos da publicação do Código dos Contratos Públicos – Um bom ou mau Código para as entidades públicas e empresas da fileira da construção?” será o tema dos 3ºs Estados Gerais do Sector da Construção e juntará representantes das construtoras, dst group, Omatapalo – Engenharia e Construção, Gabriel Couto e Casais, com autarquias locais e sociedades de advogados.

À semelhança da edição passada o terceiro encontro do sector irá decorrer online. A OAL é uma associação que se tem vindo a posicionar na procura de soluções para os problemas existentes, no âmbito do sistema de contratação pública, entre autarquias e o meio empresarial.

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Construção

PRR, habitação e contratação pública em conferência

A AICCOPN realiza no próximo dia 6 de Fevereiro, em parceria com o IMPIC – Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção, a conferência “PRR: Habitação e contratação pública”. O evento conta com a presença da ministra da Habitação

CONSTRUIR

O evento pretende trazer a debate “os desafios da habitação no contexto de concretização do PRR, com a abordagem aos respectivos programas disponíveis, aos processos de licenciamento e respectivos entraves e à avaliação dos investimentos no país ao nível da habitação”. A abrir os trabalhos estará Marina Gonçalves, a responsável pela pasta da Habitação.

Em foco nesta conferência estarão também as recentes alterações, à contratação pública, sendo analisadas as principais novidades neste âmbito, designadamente o Regime das Empreitadas de Concepção-Construção.
A iniciativa integra ainda a apresentação do Estudo “Os Desafios e as Soluções na Reabilitação Urbana 4.0”, trabalho realizado no âmbito da Marca da AICCOPN: R.U.-I.S. – Reabilitação Urbana Inteligente e Sustentável.

Programa

Sobre o autorCONSTRUIR

CONSTRUIR

Mais artigos
Construção

NEC desenvolve tecnologia com impacto nos custos de construção

A japonesa NEC desenvolveu uma nova tecnologia de reconhecimento de imagem para digitalizar uma grande variedade de actividades de trabalho. Passível de ser utilizada pela indústria de construção, permite melhorar a precisão do planeamento das actividades, com impacto no seu tempo de execução e no custo. Ao CONSTRUIR, o director geral da NEC Portugal avançou que a nova tecnologia estará disponível para o mercado já este ano

A NEC Corporation desenvolveu uma tecnologia que reconhece em tempo real uma grande variedade de actividades de trabalho realizadas por diversas pessoas, a partir de imagens captadas por câmaras. Com uma alta precisão é possível, de acordo com a tecnológica japonesa, reconhecer de forma estável várias actividades de trabalho ao mesmo tempo. A eficácia ficou recentemente comprovada nos testes realizados nos estaleiros de construção da Daiwa House Industry.
João Paulo Fernandes, director-geral da NEC Portugal explica o impacto que esta tecnologia pode ter na actividade das empresas em áreas críticas, como seja o planeamento das actividades.

Há quanto tempo está a NEC no mercado português e que actividade desenvolve?
A NEC Portugal é uma subsidiária detida a 100% pela NEC Corporation do Japão, posicionando-se como uma empresa fornecedora de soluções TIC essenciais para a sociedade, criando valor para o país e apresentando as melhores soluções TIC aos seus clientes. Nesse sentido, a NEC Portugal tem a sua actividade focada no fornecimento de soluções nas áreas das infraestruturas para tecnologias de informação e comunicação, IoT e Big Data, segurança pública e identificação biométrica, sendo um bom exemplo da aposta de empresas Japonesas no nosso país, dado que ao longo dos 27 anos que marcam a sua presença em Portugal, o centenário grupo japonês NEC tem conseguido manter uma posição cimeira no mercado nacional das TIC, através da adaptação do seu posicionamento à evolução das tendências tecnológicas e do mercado.

A tecnologia desenvolvida em conjunto com a Daiwa House Industry está já presente em Portugal?
Esta tecnologia está na fase de testes de conceito, prevendo-se a sua disponibilização comercial durante o ano de 2023.

Quais os impactos da sua utilização pela indústria da construção?
Esta tecnologia permite reconhecer de forma automática a actividade humana num ambiente laboral, mesmo quando um grande número de pessoas está presente, tal como acontece frequentemente em estaleiros de construção. Isto permite reconhecer simultaneamente uma grande variedade de actividades de trabalho, tais como “escavação”, “compactação”, “nivelamento”, “nivelamento de betão”, “derrame de betão”, “transporte de carrinhos” e “montagem de barras”, realizadas em estaleiros de construção.
A utilização desta nova tecnologia permite estimar com menos de 10% de erro o tempo de trabalho gasto, para cada actividade, pelos trabalhadores no local, o que permitirá melhorar a precisão do planeamento das actividades de construção, quer em termos de cadeias de abastecimento, quer em termos de recursos humanos e materiais.
O planeamento de actividades é um elemento crítico da actividade de construção, pelo impacto que tem no seu tempo de execução e nos seus custos tanto de aprovisionamento como de implementação. Assim, a estimação fidedigna, com base em dados de campo até agora difíceis de obter, do tempo efectivamente consumido com a realização de cada actividade laboral, irá permitir um melhor planeamento das actividades de construção e, consequentemente, uma melhor definição dos recursos humanos e materiais efectivamente necessários, com a sua obtenção na quantidade e momento ideais e a redução de perdas por desperdício, o que se prevê virá a ter um impacto muito positivo ao nível da redução de custos e cumprimento de prazos.

O sector/indústria da Construção é um dos mais atrasados no que à adopção de tecnologia e à digitalização diz respeito. O processo acelerou nos últimos dois anos, como é que a NEC vê o “estado da arte” deste sector e o seu potencial, no que à adopção de novas tecnologias diz respeito?

O sector da Construção tem vindo a actualizar-se em termos de adopção de tecnologias de informação, mas mais naquilo que diz respeito às suas operações de BackOffice, o que se entende pela dificuldade de implementação e utilização de sistemas tecnológicos em ambientes hostis do ponto de vista de equipamentos TIC, como é o caso dos estaleiros de construção. O recente despontar de novas tecnologias, como o IoT, a IA e a analítica Big Data, passiveis de serem usados neste tipo de ambientes exteriores, introduz um novo paradigma de utilização e aproveitamento das novas tecnologias no sector da Construção, nomeadamente nos estaleiros de obras, de que a solução agora apresentada é um bom exemplo.

A NEC desenvolveu, para a Câmara de Lisboa, uma plataforma tecnológica. Pode falar-me um pouco deste projecto e dos impactos esperados do mesmo para a cidade de Lisboa?
Em colaboração com a Câmara de Lisboa e utilizando a sua solução Cloud City Operations Center (CCOC), a NEC implementou a partir de 2017 a Plataforma de Gestão Inteligente de Lisboa (PGIL), que agrega, gere e disponibiliza dados relevantes obtidos a partir de sistemas de informação municipais e de mais de 30 instituições públicas e privadas.

Este inovador projecto faz parte da iniciativa da Camara Municipal de Lisboa de tornar a cidade um local mais aprazível e sustentável através da evolução para uma gestão urbana inteligente por via da utilização de dados. Pretende-se com isso melhorar os serviços disponibilizados aos seus cidadãos e aos seus visitantes, e contribuir para introduzir novos níveis de segurança pública, mobilidade, poupança de energia, gestão de resíduos e eficiência operacional.

Pode dar um exemplo prático de utilização desta tecnologia?
Um exemplo de resultados já obtidos por via da PGIL, é a melhor e mais rápida gestão das ocorrências críticas da cidade, no sentido de assegurar um melhor e mais coordenado endereçamento dos eventos e incidentes que requerem intervenção por parte da Polícia, dos Bombeiros ou da Protecção Civil. Isto mesmo ficou evidenciado no endereçamento e coordenação da resposta às múltiplas ocorrências simultâneas ocorridas durante as recentes inundações do passado mês de Dezembro de 2022, em Lisboa.

Caixa
Como funciona a nova tecnologia?


A tecnologia desenvolvida pela NEC analisa as relações entre várias características dos seres humanos e dos objectos, com diferentes representações. Além das características visuais dos seres humanos e dos objectos, também analisa as relações entre características das poses humanas, informações de classe para objectos como ferramentas e maquinaria pesada, a posição de humanos ou objectos, e ainda as características visuais do ambiente circundante. Além disso, esta tecnologia pesa de forma adaptativa características importantes através da aprendizagem profunda, à medida que reconhece cada actividade de trabalho. Isto permite reconhecer com precisão uma grande variedade de actividades de trabalho, mesmo em ambientes congestionados onde muitas pessoas interagem, como os estaleiros de construção.
Para além da construção, a NEC avançará com a verificação desta tecnologia em várias operações realizadas em diferentes locais, incluindo fábricas, logística e retalho, visando a comercialização durante o ano fiscal de 2023.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

Mais artigos
Construção

Um momento de viragem para a Construção Metálica e Mista

Os últimos 10 anos têm sido de crescimento e 2023 não deverá ser uma excepção, não obstante as dificuldades de fazer previsões num ano que é, vários níveis, imprevisível. Mas Luís Simões da Silva, presidente da Associação Portuguesa de Construção Metálica e Mista, sublinha as virtudes e conquistas que tornam este sector resiliente à conjuntura

Os últimos números do sector da construção metálica e mista traduzem um crescimento “histórico” do sector. Em 2021 as exportações portuguesas de construção metálica somaram 2.3 mil milhões de euros, o que traduz um crescimento de 3,8% face ao ano anterior. O sector, que emprega 35 mil postos de trabalho directos atingiu nesse ano um volume de negócios de 5,6 mil milhões de euros, que representa um crescimento de 5,2% face a 2020. O presidente da Associação Portuguesa de Construção Metálica e Mista, CMM, Luís Simões da Silva, relembrou o crescimento e a evolução continua do sector e sublinhou os factores que lhe dão resiliência para viver com as incertezas da conjuntura. Este será um ano, também, de realização do Congresso promovido pela Associação. Já na sua 14ª edição, o encontro terá como temos a Construção Modular e a Manufactura Aditiva, dois temas disruptivos e decisivos para o futuro do sector.

As últimas estatísticas mostram uma grande resiliência do sector. É assim?
Começando por uma série mais longa desde 2010 que nós temos aqui claramente dois períodos. Um período inicial até 2015-2016 em que houve um efeito da recessão significativo, mas em que, ainda assim, o sector se comportou muito bem. E depois, a partir de 2016, em que se nota uma recuperação sistemática e contínua que conduziu a que em 2021 tivéssemos números recordes. Estamos a falar em 5,6 mil milhões de euros de volume de negócios, o que representa um aumento de 30%, face a 2020, um peso de 2,6% do PIB nacional e exportações que cresceram 37% relativamente ao ano anterior. Atingindo 3,8% do total das exportações nacionais, com valor recorde de 2,3 1000 milhões de euros. O sector é responsável por cerca de 35 mil postos de trabalhos directos.

Quais têm sido os principais drivers desse crescimento?
Julgo que este dinamismo é o resultado das estratégias que as empresas têm implementado de forma muito consistente ao longo desta última década. Houve, em primeiro lugar, uma aposta clara no mercado europeu, como um mercado de longo prazo muito mais previsível e que conduziu, e suportou, investimentos de médio e longo prazo. Depois, existe uma aposta muito clara das empresas em estarem equipadas de forma a promoverem uma melhoria contínua da produtividade e também, devo dizer, um foco interessante no desenvolvimento de soluções inovadoras que aumentam o valor acrescentado dos produtos que passam a incorporar conhecimento próprio e não apenas especificações de terceiros. Eu penso que estes factores são responsáveis por este contínuo crescimento e a esta boa performance do sector

É expectável que os números referentes a 2022 tenham essa boa performance?
Pelas indicadores que temos o ano de 2022 foi excepcional, ainda que tenha sido um ano turbulento, com uma pandemia, uma guerra e uma situação internacional global complexa e imprevisível. O que é que conseguimos apurar nesta fase sobre 2022, e vou ter que dividir em duas partes: a parte da fabricação de estrutura e a parte do material. E o que vemos é que há uma diminuição, não posso quantificar de quanto, espera que pequena, do ponto de vista da matéria-prima que reflecte as oscilações de preço que ocorreram e que foram brutais e que colocaram em stand by muitas coisas. Agora do ponto de vista da fabricação aí eu penso que o ano 2022 ainda vai ser melhor, em reflexo dos contratos que não pararam e estavam consolidados.

Não vê aí uma contradição?
É uma questão do escalonamento do tempo dos contratos. Os que estavam em curso sofreram com esse aumento, mas a parte mais, digamos, final dos contratos continua pujante. Houve alguma contenção em criar contratos novos agora se o valor global vai reflectir muito ou pouco não consigo dizer neste momento. Esta é uma percepção que temos do feedback dado pelas que já começaram a apurar os seus resultados de final do ano.

E qual a perspectiva para 2023, tendo em conta que o cenário de imprevisibilidade dos mercados e alguns factores de instabilidade se vão manter?
Há alguns sinais que nos dão confiança, mas não é fácil prever 2023.

Este sector é mais ou menos resiliente às imprevisibilidades do mercado?
Estamos a falar de um sector que tipicamente tem um ciclo contratual de um a dois anos desse ponto de vista é muito dependente das oscilações da economia global mundial. Agora, a forma como está organizado e a saúde financeira das empresas têm permitido que haja aqui uma base muito resiliente para permitir continuar a fazer investimentos e a acomodar estas flutuações do mercado e da economia mundial.

Um sector que está vivo e dinâmico

Como é que o tecido empresarial do sector tem evoluído e acompanhado este dinamismo do mercado?
A grandes empresas representam 17% do volume de negócio, o que significa que há uma distribuição equilibrada. Vemos muitas empresas a aparecer naturalmente a aparecer com pequenas ou microempresas e que vão trabalhar com produtos próprios de nicho ou como subempreiteiros das outras. Temos assistido a um dinamismo muito interessante de renovação. Se tivéssemos variações muito grandes nos quatro grandes grupos, Grande, Média, Pequena e micro empresas, haveria aqui um desequilíbrio significativo e iria haver consequências rápidas a três/quatro anos, e isso não acontece. A resiliência do sector também se deve a isso. O volume de negócios por cada um destes grupo mantem-se mais ou menos, com as flutuações normais. Significa que há empresas que conseguem evoluir e compensar eventuais piores performances de outras mas há uma estabilidade significativa relativamente a esta distribuição por dimensão eu acho que isso é uma chave para ter um desenvolvimento que perdure no tempo de forma equilibrada.

O Portugal Steel também tem sido responsável por esta evolução do sector?
O Portugal Steel tem a missão de promover o sector junto dos vários stake holders, obviamente com uma grande ênfase na formação. E qual é a nossa aposta neste momento? O Portugal Steel tem estado muito virado para a promoção no mercado interno, mas este ano estamos a tentar também fazer promoção no mercado externo, nomeadamente com Espanha. Estamos a aliar ao Portugal Steel um pouco da componente de internacionalização num mercado que irá beneficiar as empresas portuguesas.

Espanha foi escolhida pela proximidade?
Sim pela proximidade porque este trabalho do Portugal Steel é um trabalho muito de proximidade. Obviamente temos outros projectos de internacionalização que têm outro cariz, mas aqui é mais este contato próximo com as pessoas, com os vários grupos de interesse para tentar aumentar a quota de mercado que tem que aumentar, mostrando a esse mercado as práticas e soluções em construção metálica que podem ser competitivas e dar, assim, resposta a necessidades.

Que acções é que tem previstas neste âmbito aproximação a Espanha?
Estamos a falar em participação em feiras e eventualmente na realização de seminários em instituições de ensino espanholas, no sentido de criar uma rede mais forte em Espanha. Depois, queremos trabalhar mais a região transfronteiriça, para facilitar a relação com as empresas locais e que estas não sintam esta aproximação como um ataque ao mercado.

Quais os principais mercados alvo da vossa estratégia de internacionalização?
Primeiro temos que nos perguntar quais os nossos mercados de exportação mais pujantes e perceber quais os mercados internacionais que temos que reforçar. Aqui vamos seguir, uma vez mais, uma lógica de internacionalização que privilegia os mercados europeus, incluindo aqui o Reino Unido. A nossa prioridade o será a de reforçar a presença nestes mercados. Depois, naturalmente, que há acções de exploração de mercados onde temos ainda pouca participação e aí o Canadá é um desses mercados. Um mercado onde Portugal tinha pouca exportação neste sector e fomos tentar abrir as portas. Portanto «, temos por um lado uma estratégia de consolidação no mercado europeu, mas não queremos desprezar mercados onde existe potencia de crescimento e onde as empresas portuguesas ainda não têm uma presença consolidada.

Os temos disruptivos em Congresso

O Congresso da Construção Metálica realiza-se em Novembro. Quais os temas que estarão em destaque?
A Construção Modular e a Manufactura Aditiva serão os temos em destaque e que foram escolhidos pelo seu potencial de disrupção. Temos que ajudar a desmistificar, ajudar a incorporar o fabrico e a produção aditiva nos processos normais, o que no sector da construção não é muito fácil.
A produção aditiva é a junção de dois processos num processo único, que tem o potencial primeiro de aceleração os processos e de optimização e ganho de produtividade, porque conseguimos fazer peças optimizadas, caso a caso, por medida num processo integrado e digitalizado e esse é um grande potencial de crescimento. É esse o desafio que está neste momento a acontecer em todos os sectores e que trará maior competitividade ao sector da construção metálica.

Que alterações vamos assistir nos próximos anos?

Há aqui uma mudança de paradigma da forma de funcionamento que implica com toda a organização do processo produtivo, que vai desde a concepção até à execução e montagem. E esta é uma parte extremamente complexa e um percurso que precisa ser feito prejudicar o que é o funcionamento normal das empresas que não podem, de repente, transformar os processos.
Aliás, não há nenhuma solução que seja uma panaceia universal e temos é que incorporar o que há de bom em novos procedimentos, naquilo que já fazemos bem. Acho que vamos assistir progressivamente as empresas a adoptar componentes de produção aditiva, que vão ser integradas com o resto da produção normal.

A construção modular é outro tema em análise.

A construção metálica tem por trás esta ideia de industrialização e de tentar que um produto complexo, como é um edifício ou qualquer outro produto da construção, possa beneficiar de ser produzido em massa. Isto é um desafio, que já existe há alguns anos, mas o que sabemos é que só conseguiremos dar resposta aos problemas da sociedade se aumentarmos a produtividade do sector e a industrialização é a chave para conseguir isso e a construção modular é a sua concretização. Este é um tema que casa muito bem com o fabrico e produção aditiva. Estes dois temas são muito relevantes no momento actual e queremos mostrá-los demonstrá-los de forma muito prática e trazer soluções inovadoras e fora da caixa.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.