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Sintra vai investir 179M€ na Estratégia Local de Habitação

O Município de Sintra aprovou a sua Estratégia Local de Habitação. O plano permitirá dar resposta às necessidades de habitação de cerca de 3100 famílias, num investimento de cerca de 179 milhões de euros a realizar nos próximos cinco anos

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O Município de Sintra aprovou a sua Estratégia Local de Habitação. O plano permitirá dar resposta às necessidades de habitação de cerca de 3100 famílias, num investimento de cerca de 179 milhões de euros a realizar nos próximos cinco anos

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A Estratégia Local de Habitação visa garantir condições de acesso a uma habitação condigna às pessoas que não dispõem de capacidade financeira para aceder a uma solução habitacional adequada, devendo o município definir a sua estratégia local em matéria de habitação e a priorizar as soluções habitacionais que pretende ver desenvolvidas.

A estratégia local de intervenção em matéria de política de habitação para o município de Sintra prevê um investimento de 179 milhões de euros nos próximos cinco anos e a reabilitação de 1.650 fogos municipais existentes e um aumento de 1.453 novos fogos pela via da aquisição ou construção. As intervenções previstas abrangem cerca de 3.103 fogos.

“A habitação é um bem essencial à vida das pessoas. Mais de que um local de satisfação das necessidades primárias de protecção, repouso, higiene, lazer, etc., a habitação é o local onde o indivíduo e a família encontram resguardo para a sua privacidade e intimidade, como também o local onde se estabelecem os laços, a identidade e a coesão do núcleo familiar”, afirmou o presidente da autarquia Basílio Horta.

“A problemática da habitação é intricada por factores sociais, políticos, económicos, físicos e culturais de uma sociedade em contínua transformação que, numa lógica materialista, nem sempre atende a uma responsável salvaguarda das exigências de uma existência digna, saudável e humana, deste modo, propõe-se neste documento a estratégia local de intervenção em matéria de política de habitação para o Município de Sintra, para o período temporal de 2021 a 2026”, refere o município.

“É objectivo deste documento não só a definição da Estratégia Local de Habitação, mas também a constituição do quadro de suporte à elaboração de futuras candidaturas aos diversos programas nacionais de habitação, em especial ao Programa 1º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação e ao Plano de Recuperação e Resiliência, identificando-se para o efeito e no quadro dos princípios destes programas, as carências habitacionais do concelho e os correspondentes projectos e soluções habitacionais preconizadas, habilitando assim o município de uma assertiva abordagem às suas problemáticas habitacionais, e de um conjunto de ferramentas e apoios disponibilizados na Nova Geração de Políticas de Habitação”.

Dos 179,4 milhões de euros, 67,5 milhões de euros serão assegurados pelo Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), 70 milhões financiados no âmbito do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência) e os restantes assegurados pela autarquia.

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Mondego: Arranca a construção da Linha do Hospital

A empreitada tem um valor associado de 15,5 milhões de euros e um prazo de execução de 18 meses, que será executada pela Cimontubo – Tubagens e Soldadura. A construção envolve a Linha do Hospital, Aeminium – Hospital Pediátrico e a remodelação das Redes de Drenagem de Águas Residuais

Numa cerimónia realizada no dia 22 de Julho, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Coimbra, foi assinado o auto de consignação da empreitada, acto que marca o início da obra, pela IP e pela Águas de Coimbra, entidades adjudicantes, e pela empresa Cimontubo – Tubagens e Soldadura, que irá executar a obra. A empreitada tem um valor associado de 15,5 milhões de euros e um prazo de execução de 18 meses.

A empreitada envolve a construção da Linha do Hospital, Aeminium – Hospital Pediátrico e a remodelação das Redes de Drenagem de Águas Residuais, sendo que no âmbito da IP será construído um canal com 3,5 quilómetros de extensão e com largura de sete metros, apto para o futuro serviço Metrobus. Serão, ainda, criadas nove estações para passageiros, uma nova zona terminal de carregamento eléctrico e serão realizadas intervenções em cinco rotundas e 20 intersecções. A ligação mecânica através de elevador será também feita entre a estação dos Hospitais da Universidade de Coimbra e a Avenida Bissaya Barreto, assim como a remodelação do espaço público do eixo viário existente, compatibilizando o mesmo com as infraestruturas subterrâneas e o mobiliário urbano.

No que concerne às Águas de Coimbra, esta entidade irá promover a remodelação das redes de abastecimento de agua e de drenagem de águas residuais domésticas e pluviais.

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Atraso no OE dita quebra de 19% nos concursos lançados

Nos primeiros seis meses do ano, foram celebrados e registados no Portal Base contratos de empreitadas de obras públicas num total de apenas 1.045 milhões de euros, valor que é 51% inferior ao apurado para o período homólogo de 2021

A entrada tardia em vigor do Orçamento de Estado para 2022 teve um impacto considerável ao nível dos concursos públicos lançados no primeiro semestre deste ano, tendo ficado 19% abaixo do que havia sido registado em igual período do ano passado.

Segundo os dados revelados pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) e que constam do Barómetro das Obras Públicas, o volume de concursos de empreitadas de obras públicas promovidos no primeiro semestre atingiu os 1.775 milhões de euros.

De igual modo, nos primeiros seis meses do ano, foram celebrados e registados no Portal Base contratos de empreitadas de obras públicas num total de apenas 1.045 milhões de euros, valor que é 51% inferior ao apurado para o período homólogo de 2021.

Por modalidades, verificou-se que os contratos de empreitadas celebrados no âmbito de concursos públicos totalizaram, no semestre, 799 milhões de euros, menos 51%(2) em termos homólogos. Por sua vez, os contratos celebrados nas modalidades de Ajustes Diretos e Consultas Prévias atingiram 194 milhões de euros, menos 40% que o verificado no primeiro semestre do ano passado.

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Linha Profissional do Grupo Puma

Uma linha com a qual se consegue uma excelente colocação de todos os tipos de peças cerâmicas em diferentes suportes

A Linha Profissional, como bandeira do Grupo Puma, está em constante evolução. Após um grande sucesso no mercado e um posicionamento claro, o Grupo Puma decidiu aprimorar ainda mais esta linha, se possível, dotando-a da tecnologia mais avançada do mercado, tanto com melhorias no produto quanto na embalagem:

  • Tecnologia “TECNO ADAPT” ao serviço do profissional na colocação de cerâmica.
  • Adesivos de elevada aderência incorporam tempo aberto alargado e deslizamento reduzido, características essenciais para colocação em fachadas e peças de grande formato.
  • Adesivos de alta tixotropia, permitindo aplicação de espessuras de até 15 mm sem reduzir sua espessura durante o processo de endurecimento, o que evita o temido problema de “saliências” no piso.
  • Adesivos multisuportes, uso indistinto tanto em bases cimentícias, como gesso ou anidrita.
  • Produtos estáveis ​​num amplo período de tempo depois da mistura com água, o que facilita a sua adaptabilidade às diferentes situações que podem surgir na colocação de cerâmica.
  • Com Tecnologia STOP PÓ: minimiza a emissão de partículas no meio ambiente, cuidando tanto da saúde do aplicador quanto do meio ambiente
  • Com Certificado de baixas emissões de COV´s
  • Embalagens sustentáveis: recicláveis ​​e com papel selado FSC (papel certificado proveniente de florestas com gestão ambiental correta, socialmente benéfico e economicamente viável).

E claro, a grande novidade desta linha é a incorporação da nova PEGOLAND PROFESSIONAL JUNTA: uma junta de alto desempenho que cobre 100% das aplicações do mercado:

  • Para juntas de até 20 mm.
  • Junta de secagem e presa rápida.
  • Com EFEITO CAMALEÃO: uma junta composta por 32 cores, incluindo 5 tendências, para cobrir 100% das aplicações e fazer com que a junta passe despercebida e se misture com a cerâmica, conseguindo espaços diáfanos onde a junta é pouco visível. Além disso, com esta junta minimiza-se o aparecimento de eflorescências, conseguindo assim cores uniformes, estáveis, homogéneas e resistentes aos raios UV.
  • EFEITO AQUASTOP: junta hidrorrepelente, com baixíssima absorção de água, que produz um efeito gota e, portanto, a junta fica limpa mais tempo.
  • EFEITO PROTETOR DA SAÚDE: junta bacteriostática, que impede a proliferação de bactérias na sua superfície. É também uma junta antifúngica e antialgas devido à sua TECNOLOGIA BIOATIVA
  • Com a Tecnologia “TECNO ADAPT” ao serviço do profissional da colocação da cerâmica. Fácil aplicação e fácil limpeza
  • Com Tecnologia STOP PÓ: minimiza a emissão de partículas no meio ambiente, cuidando tanto da saúde do aplicador quanto do meio ambiente
  • Com Certificado de baixas emissões de COV´s
  • Embalagem de 3kg sustentável e reciclável. Com papel selado FSC (papel certificado proveniente de florestas com gestão ambiental correta, socialmente benéfico e economicamente viável).
  • ÓTIMA carta de cores: 32 cores (5 delas TRENDÊNCIA) que cobrem 100% das aplicações.

Resumindo, com Pegoland Professional poderá colocar qualquer sistema cerâmico na sua totalidade. Dê um salto de qualidade e mude para a Linha Profissional do Grupo Puma

Para mais informações sobre qualquer um dos nossos sistemas ou produtos, o GRUPO PUMA dispõe da Oficina Técnica:

Email: [email protected]

Web: www.grupopuma.com

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Plano de Alojamento para estudantes do Ensino Superior com 134 candidaturas aprovadas

Foram selecionadas 134 candidaturas, totalizando 18 239 camas. Deste total de camas, 11 795 são camas novas, que reforçam a rede existente, e 6 444 camas resultam da renovação da atual rede de residências de estudantes já em funcionamento, procedendo à sua requalificação

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A ministra do Ensino Superior, Elvira Fortunato, homologou os resultados finais das candidaturas ao financiamento do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior (PNAES), que prevê a atribuição de 375 milhões de euros para construção, aquisição, adequação e renovação de residências para estudantes de ensino superior, naquele que é o maior investimento de sempre em alojamento estudantil.

Foram selecionadas 134 candidaturas, totalizando 18 239 camas. Deste total de camas, 11 795 são camas novas, que reforçam a rede existente, e 6 444 camas resultam da renovação da atual rede de residências de estudantes já em funcionamento, procedendo à sua requalificação.

A região Norte terá o maior número de camas financiadas pelo PNAES (5 614), seguida do Centro (4 790) e Lisboa (4 421). No Alentejo, o reforço será de 1 991 camas, entre novas e requalificadas, 719 no Algarve, 434 na região autónoma da Madeira e 270 nos Açores.

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, em conjunto com a Agência Nacional Erasmus+ Educação e Formação, congratula-se com o decurso de todo o processo e com a concretização do PNAES, cuja implementação «reforçará as condições de alojamento para estudantes deslocados, designadamente os mais desfavorecidos economicamente, dando resposta às necessidades que a pressão do mercado imobiliário impôs, sobretudo nos últimos anos».

A concretização deste plano «constitui um avanço sem precedentes na quantidade e qualidade do alojamento de estudantes do ensino superior, contribuindo para uma maior equidade e justiça social entre os inscritos em universidades e politécnicos ao reduzir significativamente os custos de frequência do ensino superior» e potenciando o cumprimento das metas de aumento de formação superior da população portuguesa, nomeadamente 60% dos jovens de 20 anos a frequentar o ensino superior entre 2020 e 2030 e 50% de graduados do ensino superior entre 30 e 34 anos na mesma década, referiu o Ministério.

A avaliação das candidaturas privilegiou propostas caracterizadas pela inovação construtiva e sustentabilidade ambiental, pela exequibilidade dos projetos e pelo seu contributo para melhorar a adequação da oferta às necessidades existentes.

A Agência Nacional Erasmus+ Educação e Formação, entidade a quem compete a gestão desta medida de investimento, irá proceder de imediato ao processo de discussão e contratualização dos financiamentos com promotores das operações, de acordo com a lista de ordenação final proposta pelo Painel Independente de Alto Nível, especialmente nomeado para a avaliação e acompanhamento das candidaturas a concurso.

As propostas apresentadas e aprovadas no âmbito do PNAES permitirão aumentar a oferta pública atual a custos acessíveis, conforme previsto no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), respondendo de forma integrada e a longo prazo às necessidades de alojamento para os estudantes do ensino superior em todo o território nacional.

A conclusão deste processo de financiamento «constitui um passo significativo» para o cumprimento do programa do Governo para a atual legislatura, onde esta medida se encontrava expressamente inscrita, bem como para o reforço dos apoios sociais aos estudantes de ensino superior.

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Consumo de cimento aumenta 4,3% até Maio

Os dados revelados pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), que constam da mais recente síntese da Habitação, mostram que relativamente à evolução do licenciamento emitido pelas Câmaras Municipais para obras de construção nova ou de reabilitação em edifícios residenciais verifica-se, nos primeiros cinco meses do ano, um incremento de 0,6%

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Até final de maio, o consumo de cimento no mercado nacional atingiu 1.658 milhares de toneladas, ou seja, mais 4,3% face ao apurado em igual período de 2021, o que corresponde a um aumento de 0,5 pontos percentuais face à variação homóloga acumulada verificada no mês de abril.

Os dados revelados pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), que constam da mais recente síntese da Habitação, mostram que relativamente à evolução do licenciamento emitido pelas Câmaras Municipais para obras de construção nova ou de reabilitação em edifícios residenciais verifica-se, nos primeiros cinco meses do ano, um incremento de 0,6% em termos homólogos. O número de fogos licenciados em construções novas apresenta, neste período, uma variação homóloga positiva de 5%, para um total de 13.293.

No que diz respeito à evolução do crédito concedido por parte das instituições financeiras assiste-se a um crescimento, em termos homólogos até maio, de 19% no montante de novo crédito concedido à habitação, o qual representa 6.998 milhões de euros. Por sua vez, o valor mediano da avaliação da habitação para efeitos de concessão de crédito apresenta, em maio, uma variação de 13,9%, a qual resulta de variações de 15,3% nos apartamentos e de 9,1% nas moradias.

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O novo Hospital de Lisboa, o quarteirão do Palácio Ford e o dossier Cozinhas e Casas-de-Banho no CONSTRUIR 463

A adjudicação do novo Hospital de Lisboa Oriental em destaque numa edição onde lhe mostramos o concurso de ideias para um quarteirão no Porto. A NUMA entra no mercado português e tem plano de expansão, isto numa edição onde lhe damos conta das tendências no segmento das Cozinhas e Casas-de-Banho. Mas há muito mais para ler

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Hospital de Lisboa Oriental concluído até 2026
A Mota-Engil integra o consórcio a quem o Governo entregou a construção do novo Hospital Oriental de Lisboa, uma intervenção que vai nascer num terreno em Marvila e que terá uma capacidade para 875 camas. A obra será executada em regime público-privado e resulta de um processo lançado em 2017, com um preço base fixado em 334,5 milhões de euros

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Dossier: Cozinhas e Casas-de-Banho
As tendências são profundamente marcadas por linhas orgânicas, naturais com privilégio por materiais nobres mas já acompanhadas pela incorporação cada vez maior de tecnologia

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REVIVE lança concurso para exploração da 7ª Bataria do Outão em Setúbal

O imóvel, o 28.º imóvel colocado a concurso no âmbito do REVIVE, será concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima anual de 130.987,32 euros

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Os investidores interessados terão um prazo de 120 dias para apresentação de propostas que, além da recuperação do imóvel, promovam a sua valorização através da exploração turística.

A 7.ª Bateria do Outão foi um dos 16 imóveis integrados na segunda fase do programa REVIVE, uma iniciativa das áreas governativas da economia, da cultura, das finanças e da defesa, que conta com a colaboração das autarquias locais e pretende recuperar e valorizar património público devoluto e reforçar a atractividade dos destinos regionais.

O programa foi lançado em 2016 com um lote inicial de 33 imóveis, tendo, em 2019, sido integrados mais 16 imóveis. Já em 2021 foram incluídos 3 novos imóveis de um terceiro lote que será anunciado até ao final do ano corrente. Integra, actualmente, um total de 52 imóveis, 23 deles situados em territórios de baixa densidade.

O lançamento deste concurso foi assinalado com uma sessão pública no imóvel a concessionar, a qual contou com a participação do Presidente da Câmara Municipal de Setúbal e da Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques.

A propósito da iniciativa, Rita Marques sublinhou que “as características da 7.ª Bateria do Outão, em concreto, o seu legado histórico e a sua relação com o Mar, ajudarão certamente a consolidar uma oferta de Turismo Militar em Portugal relacionado com a nossa costa Atlântica, contribuindo consequentemente para a concretização dos objectivos da ET 2027 e para reforçar internacionalmente o nosso posicionamento enquanto destino turístico”.
Para se perceber a importância histórica deste imóvel, refira-se que, após a Segunda Guerra Mundial, uma comissão luso-britânica desenvolveu um plano de defesa costeira da região de Lisboa, conhecido por “Plano Barron”, que, entre 1948 e 1958, tornou operacionais as baterias fixas instaladas ao longo das margens dos rios Tejo e Sado e da Península de Setúbal.

Localizada na encosta da Serra da Arrábida, a 7.ª Bateria do Outão era o sétimo reduto de defesa da costa marítima portuguesa, dando protecção à foz do rio Sado e reforçando o poder de fogo das 6.ª e 8.ª baterias. Ficou operacional em 1954, constituída por 3 baterias de 152mm da marca Vickers (de fabrico inglês, com um alcance de cerca de 35 km), pelo antigo Forte Velho de Outão e pelo aquartelamento construído no Forte. Cessou actividade em 1998, encontrando-se sem utilização desde o seu encerramento e desmantelamento.

Este imóvel constitui um verdadeiro espólio da história militar, que deve ser preservado e valorizado. A localização privilegiada, com fantásticas vistas para o estuário do Sado, a península de Tróia e a serra da Arrábida, constitui uma mais-valia para o desenvolvimento de um projecto turístico.
Colocada a concurso no âmbito do Revive, a 7.ª Bataria da Costa tem, juntamente com o Forte Velho do Outão, uma área bruta de construção de 6909 metros quadrados e, se o equipamento a instalar for uma unidade hoteleira, permitirá um número estimado de 35 quartos.

O programa REVIVE integra actualmente 52 imóveis e está previsto o lançamento de uma terceira fase a curto prazo, com um novo conjunto de imóveis que tem vindo a ser identificado pelas autarquias e pelas entidades regionais.
Há 18 contratos assinados, para um investimento global de cerca de 131 milhões de euros, com rendas anuais decorrentes destas concessões no valor de cerca de 2,3 milhões de euros. Destes 18 projectos, o Convento de São Paulo, em Elvas, e a Coudelaria de Alter, em Alter do Chão, já estão em exploração.

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Coimbra: Grupo FCC vai construir Parque de Oficinas para a Metro do Mondego

A empreitada terá um prazo de execução de cerca de 15 meses, com a construção do PMO a decorre em Sobral de Ceira, nos limites do concelho de Coimbra, numa área de dois hectares

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A Metro Mondego adjudicou a duas empresas do grupo espanhol FCC a construção do Parque de Material e Oficinas (PMO) do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), por 6,6 milhões de euros, foi anunciado.

A obra foi adjudicada às empresas Ramalho Rosa Cobetar, com sede em Lisboa, e Convensa, com sede em Barcelona, ambas pertencentes ao grupo espanhol FCC, afirmou a dona da obra. A Ramalho Rosa Cobetar e a Convensa são também responsáveis pelo troço urbano do SMM entre a Portagem e Coimbra-B, empreitada no valor de quase 34 milhões de euros.

O grupo tem ganhado diversos concursos lançados pela Infraestruturas de Portugal ao longo dos últimos anos para intervenções quer em ferrovia quer em estradas rodoviárias.

A empreitada terá um prazo de execução de cerca de 15 meses, com a construção do PMO a decorre em Sobral de Ceira, nos limites do concelho de Coimbra, numa área de dois hectares entre a Rua da Capela e o canal do ‘metrobus’, explicou a Metro Mondego.

Naquele terreno, serão construídos o edifício administrativo, que inclui o Posto de Comando Central do sistema e área administrativa de apoio à operação e manutenção, edifício oficinal e áreas de armazém, assim como áreas técnicas, incluindo o posto de transformação.

Para além disso, está também previsto um depósito de água para combate a incêndios, acessos à via rodoviária municipal e ao canal do ‘metrobus’, assim como área de estacionamento para os veículos que vão operar no SMM.

“O Posto de Comando Central tem como funções, entre outras, a programação das escalas de serviço, o controlo remoto da operação, a informação ao público, a videovigilância e a monitorização das infraestruturas”, aclarou a Metro Mondego.

O SMM “consiste na implementação de um ‘metrobus’, utilizando veículos elétricos a baterias que irão operar no antigo ramal ferroviário da Lousã e na área urbana de Coimbra”, ligando esta cidade a Serpins, no concelho da Lousã, com passagem em Miranda do Corvo, numa extensão de 42 quilómetros.

A operação entre a Portagem (Coimbra) e Serpins deverá arrancar no primeiro trimestre de 2024 e a o troço urbano no final desse mesmo ano.

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Consórcio liderado pela Mota-Engil deve assinar em breve o contrato de concessão para o corredor ferroviário de Lobito

A construtora prevê-se que o Corredor de Lobito possa tornar-se o terceiro corredor mais importante na SADC até 2050

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A escolha do consórcio da Mota-Engil já tinha sido noticiada por alguns jornais em Portugal mas só esta semana a empresa confirmou às redacções. Na nota enviada a construtora confirma adjudicação da concessão de serviços ferroviários e apoio logístico para o corredor de Lobito, uma rota fundamental para a ligação das minas na República Democrática do Congo (RDC) ao porto de Lobito em Angola e aos mercados internacionais. A concessão de 30 anos, com a possibilidade de uma extensão de 20 anos, foi adjudicada ao consórcio que inclui, para além da Mota-Engil Engenharia e Construção África, a Trafigura, “uma líder mundial na indústria global de commodities”, e a Vecturis, “uma operadora ferroviária independente”.

Com a dinâmica crescente no transporte de minerais e outros materiais nos próximos anos e a maior competitividade do sistema ferroviário, prevê-se que o Corredor de Lobito possa tornar-se o 3.º corredor mais importante na SADC até 2050.

O consórcio será responsável pela exploração, gestão e manutenção da infraestrutura rodoviária para transporte de mercadorias, minerais, líquidos e gases para o corredor que liga o porto de Lobito a Luau, no leste de Angola, próximo da fronteira com a RDC. Como parte do contrato de concessão, o consórcio comprometeu-se a investir um capital considerável na melhoria da infraestrutura ferroviária para melhorar a capacidade e segurança do corredor, bem como investir significativamente em material circulante para operações de transporte de mercadorias.

O cobre, cobalto e outros materiais são actualmente exportados da RDC pelo leste, via Dar es Salaam na Tanzânia, via Beira em Moçambique, ou pelo Sul, via Durban na África do Sul, uma viagem que demora várias semanas ou mais. Uma vez que os volumes de exportação da RDC aumentaram devido à procura dos minerais necessários para a transição energética, as estradas tornaram-se mais congestionadas e os atrasos na fronteira tornaram-se mais prolongados. Este novo corredor de exportação utiliza infraestruturas ferroviárias nacionais existentes, retira camiões das estradas e oferece redução de custos e tempo consideráveis para as empresas mineiras da fileira do Cobre exportarem para os mercados internacionais.

A Trafigura e a Mota-Engil detêm, cada uma, 49,5% do consórcio, sendo os restantes 1% detidos pela Vecturis. O contrato de concessão deverá ser assinado nas próximas semanas.

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Município da Marinha Grande vai investir 1,5M€ na construção do Troço Interface

A Câmara Municipal da Marinha Grande vai executar a construção do Troço Interface, o que vai implicar um investimento superior a 1,5 milhões de euros. O projeto respeita a uma necessidade há muito sentida. O Troço Interface – Marinha Grande”, localiza-se no Largo 26 de Março de 1917 (conhecido por “Parque da Mobil”) e no… Continue reading Município da Marinha Grande vai investir 1,5M€ na construção do Troço Interface

Ricardo Batista

A Câmara Municipal da Marinha Grande vai executar a construção do Troço Interface, o que vai implicar um investimento superior a 1,5 milhões de euros.

O projeto respeita a uma necessidade há muito sentida. O Troço Interface – Marinha Grande”, localiza-se no Largo 26 de Março de 1917 (conhecido por “Parque da Mobil”) e no estacionamento público junto aos Serviços de Finanças.

Pretende-se com a requalificação deste parque, a criação de um espaço que promova a mobilidade urbana multimodal, compatibilizando diferentes modos de transporte sustentáveis e assegurando adequadas condições de segurança viária, ciclável e pedonal e de acessibilidade a todo o tipo de utilizadores, através do desenho de um espaço ordenado e hierarquizado, que valorize a inserção paisagística no contexto urbano, criando uma harmonia entre o espaço urbano e o espaço natural.

A criação do troço de ciclovia permitirá a consolidação da rede desde a zona industrial da Marinha Grande ao centro da cidade. Este troço específico assegurará a ligação da ciclovia a construir na Rua Prof. Alberto Nery Capucho e o corredor já existente no Parque da Cerca, permitindo assim consolidar, em espaço urbano, a adoção de modos suaves de transporte, de forma segura e dedicada.

Pretende-se ainda que sejam instalados neste espaço equipamentos de carregamento de veículos e bicicletas elétricas, através da adoção de soluções convencionais e outras, nomeadamente instalação de painéis fotovoltaicos.

A vertente de Interface está evidenciada neste espaço através da existência de diferentes tipos de transporte, observando o fomento da adoção de modos suaves. Os trabalhos vão implicar criação de percursos pedonais e cicláveis acessíveis a qualquer tipo de utilizador e que garantam o conforto e segurança necessários à sua circulação; criação de lugares de estacionamento, com recurso à utilização de pavimento permeável, que permitirá a drenagem superficial e infiltração das águas pluviais, de forma a evitar situações de alagamento e empoçamento; instalação de mobiliário urbano de apoio no espaço sujeito à intervenção, tornando-o mais aprazível e confortável aos potenciais utilizadores; instalação de equipamentos para carregamento de bicicletas elétricas e automóveis elétricos, através de soluções a energia renováveis; instalação de contentores enterrados para resíduos seletivos e indiferenciados, promovendo a separação dos resíduos domésticos, a reciclagem e a limpeza do espaço.

O investimento será comparticipado em 85%, no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU).

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