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    CICCOPN qualifica profissionais da construção que trabalham na Suíça

    Projecto Portugal nasceu de um protocolo entre a Sociedade Suíça dos Empresários, o Instituto de Apoio à Emigração e às Comunidades Portuguesas e o Instituto do Emprego e Formação Profissional. O curso deste ano conta com 31 participantes

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    Projecto Portugal nasceu de um protocolo entre a Sociedade Suíça dos Empresários, o Instituto de Apoio à Emigração e às Comunidades Portuguesas e o Instituto do Emprego e Formação Profissional. O curso deste ano conta com 31 participantes

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    O CICCOPN (Centro de Formação Profissional da Indústria da Construção Civil e Obras Públicas do Norte) está a realizar um curso de formação para 31 profissionais da construção da Suíça, nas áreas de alvenarias, cofragens e armaduras, canalizações e entivações. Nestas actividades de formação, concebidas para portugueses que trabalham na indústria da construção helvética, são utilizados materiais de construção especificamente trazidos da Suíça.

    O Projecto Portugal, designação oficial desta formação, nasceu de um protocolo estabelecido entre a Sociedade Suíça dos Empresários (SSE), de Zurique, o Instituto de Apoio à Emigração e às Comunidades Portuguesas, do Ministério dos Negócios Estrangeiros, e o Instituto do Emprego e Formação Profissional.

    Nesta edição de 2022, a situação pandémica e o período de contenção decretado para a primeira semana de Janeiro adiaram o arranque da formação para o dia 10 desse mês. Com um total de 320 horas, os participantes têm aproveitado o abrandamento sazonal na construção na Suíça, devido às condições climatéricas próprias do inverno naquele país, para se deslocarem a Portugal para fazerem a formação.

    No final deste curso, estes trabalhadores passam a ser considerados qualificados, o que lhes proporciona uma significativa evolução na carreira profissional e uma substancial melhoria salarial associada. Tal como nas edições anteriores, o Projecto Portugal teve imensa procura por parte dos trabalhadores da construção na Suíça.

    Na Suíça, durante os últimos anos, o número de trabalhadores não qualificados da construção tem vindo a diminuir, a par da crescente procura por mão de obra qualificada, tendo em conta a cada vez maior especialização do trabalho de construção. De acordo com dados disponíveis em 2020, cerca de 31% dos trabalhadores da construção naquele país são portugueses, constituindo a principal força de trabalho de nacionalidade estrangeira, numa área que tem vindo a ser uma das que oferece o salário mínimo mais elevado.

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    Obras de reabilitação e modernização do Túnel do Grilo até ao primeiro trimestre de 2025

    Arranca hoje, 8 de Julho, a empreitada de reabilitação e modernização do Túnel do Grilo. A cargo da Teixeira Duarte, a intervenção, que terá um custo de 14 M€ deverá estar concluída em Março de 2025

    No âmbito da empreitada de reabilitação e modernização do Túnel do Grilo, será necessário condicionar a circulação automóvel no Túnel a partir das 22h00 do dia 8 de Julho, com o corte de uma via de circulação em cada sentido. Actualmente o túnel tem quatro vias de circulação em cada sentido e durante esta intervenção a circulação passará para três vias por sentido, sendo repostas novamente as quatro vias até ao final de Março de 2025.

    A empreitada de reabilitação e modernização do Túnel do Grilo, no IC17/CRIL, com um investimento associado de cerca de 14 milhões de euros, tem três grandes grupos de objectivos que se complementam: requalificação da infraestrutura ao nível dos requisitos de segurança, de eficiência energética e de sustentabilidade, para garantir o melhor nível de serviço e a exploração integrada da rede adjacente; adequação dos sistemas de segurança de modo a dar cumprimento à Directiva Europeia, relativa aos requisitos de segurança para os túneis da rede rodoviária transeuropeia e rede rodoviária nacional; e reforço dos sistemas de comunicação entre o Túnel do Grilo e o Centro de Controlo de Tráfego (CCT) da IP, localizado no Campus do Pragal, em Almada.

    Paralelamente a intervenção compreende ainda a requalificação da infraestrutura do túnel em betão, com recurso a tratamentos pontuais do betão e pintura da totalidade da extensão das duas galerias do túnel; a construção, em vala, de novos canais técnicos; a reabilitação do sistema de drenagem existente, incluindo nos taludes; e a reabilitação do pavimento em toda extensão do túnel; a reabilitação de um talude; e a construção de um novo edifício técnico.

    O Túnel do Grilo, inaugurado em 1998, está localizado no lanço Olival de Basto / Sacavém do IC17 – CRIL e tem actualmente um tráfego médio diário superior a 115 mil veículos.

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    Diminuíram as transacções de alojamentos no 1.º Trimestre de 2024

    Na sua mais recente “Análise de Conjuntura do Sector da Construção”, a AICCOPN, salienta os números mais recentes do sector. Apesar de observada uma diminuição das Transacções de Alojamentos no 1.º Trimestre de 2024, o Índice de Preços da Habitação continuou a subir, face ao período homólogo. A área licenciada pelas autarquias registou uma ligeira contracção e as obras públicas dispararam

    No 1º trimestre de 2024, de acordo com a informação divulgada pelo INE, foi transaccionado um total de 33.077 alojamentos, num montante global de 6.731 milhões de euros, valores que traduzem um decréscimo de 4,1% em número e de 1,8% em valor, face ao trimestre homólogo do ano passado. Face ao último trimestre de 2023, verificaram-se, de forma semelhante, decréscimos nas transacções de alojamentos, de 3,1% em número e de 6,2% em valor. Neste período e, apesar da diminuição nas transacções de alojamentos, o Índice de Preços da Habitação registou um crescimento de 7%, em termos homólogos, e de 0,6%, face ao 4º trimestre de 2023.

    Relativamente à área licenciada pelas autarquias, nos primeiros quatro meses deste ano, observa-se uma significativa redução, em termos homólogos, de 11,6%, nos edifícios habitacionais e de 24,5% nos edifícios não residenciais. No que concerne ao número de fogos licenciados em construções novas, verifica-se, até Abril, um decréscimo de 15,3%, para 9.704 alojamentos.

    Quanto ao montante do novo crédito à habitação concedido pelas instituições financeiras, excluindo renegociações, até ao mês de Abril, totalizou 4.971 milhões de euros, valor que corresponde a um aumento de 33,6%, em termos homólogos. Ao nível do stock de crédito de empresas do sector da construção, detido pelas instituições financeiras, no mês de Abril, registou-se uma contracção de 2%, face ao mesmo mês de 2023, para 6.283 milhões de euros.

    No mercado das obras públicas, nos primeiros cinco meses de 2024, observou-se um crescimento nos principais indicadores. O volume total de concursos de empreitadas de obras públicas promovidos observou um expressivo aumento de 95,7%, em termos homólogos acumulados, e o total dos contratos de empreitadas de obras públicas, celebrados neste período, e objecto de reporte no Portal Base até ao passado dia 15 de Junho, registou um acréscimo de 20,3%, em termos de variação homóloga temporalmente comparável.

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    4ª edição “ReBuild Ukraine” agendada para Novembro

    A 4ª edição do “ReBuild Ukraine”, dedicada aos sectores da Construção e Energia, decorrerá em Varsóvia, a 13 e 14 de Novembro de 2024, no Centro de Exposições “EXPO XXI”

    Organizado pela empresa ucraniana “Premier Expo”, o evento conta com o apoio de vários organismos ucranianos, como o ministério da Energia da Ucrânia, ministério da Economia e o ministério para o Desenvolvimento das Comunidades, Territórios e Infraestruturas da Ucrânia.

    O evento “ReBuild Ukraine”, uma plataforma de comunicação entre entidades e empresas interessadas na reconstrução da Ucrânia, é composto por Exposições de equipamentos e produtos e Conferências várias, a realizar numa área de 8.500 m2 repartido por 3 Pavilhões (Pavilhão da Construção, Pavilhão da Energia e Pavilhão Internacional, destinado a acolher os stands dos países estrangeiros).

    O “Pavilhão da Construção”, acolherá empresas de construção / engenharia, arquitectos, projectistas, empreiteiros e expositores especializados em equipamentos para a construção, materiais de construção e de acabamento, sistemas de janelas e fachadas, isolamento de edifícios, construção modular, sistemas de segurança, máquinas para a produção de materiais de construção, geração, sistemas e transferência de calor, refrigeração, ar condicionado e sistemas de ventilação, tecnologias de abastecimento de água e tratamento de águas, gestão de águas residuais, máquinas especiais para construção civil e industrial, tecnologias de instalação, máquinas e equipamentos para a construção de estradas, ferrovias e aeroportos, camiões e veículos para a construção.

    O “Pavilhão da Energia” acolherá empresas de construção de energia, empresas estatais e privadas de energia da Ucrânia, expositores especializados em produção de energia e equipamento de transmissão / transformação, aquecimento central, produção de energia nuclear, gestão de resíduos nucleares, produção de energia verde, construção de linhas de energia, equipamentos de economia de energia e eficiência energética e tecnologias, exploração de petróleo e gás, refinarias de petróleo, oleodutos e gasodutos, mineração de carvão, fontes de alimentação energética independentes, ecologia e equipamentos de protecção ambiental e tecnologias.

    A agenda da edição de Novembro, do “ReBuild Ukraine”, inclui a organização de duas conferências intergovernamentais, uma sobre Energia e outra dedicada à promoção das oportunidades de investimento para a transformação económica da Ucrânia, um fórum sobre construção e uma conferência de doadores onde participarão Instituições financeiras internacionais, doadores, investidores, Instituições Governamentais. As empresas interessadas em participar no evento, deverão fazer um pedido de reserva de espaço até 1 de Setembro.

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    Angolana Power2Build quer entrar na Europa via Portugal

    A primeira casa em impressão 3D foi construída em Angola, em 2022, recorrendo a materiais locais e cimento convencional. O objectivo da angolana Power2Build é avançar com a expansão internacional em 2025, com a Europa em mente, Portugal é o primeiro ponto de paragem 

    A Power2Build, empresa angolana responsável pela criação da primeira casa construída com uma impressora 3D da COBOD em África, utilizando exclusivamente materiais locais e cimento convencional, pretende expandir o negócio para Portugal, em 2025, para implementar o centro de operações que vai apoiar a sua expansão para a Europa.

    A start-up fundada em 2020 está actualmente a trabalhar em Angola e conta com 37 colaboradores a tempo inteiro. Um número que deverá duplicar ainda este ano para dar resposta à estratégia da empresa de expansão nacional e internacional. “A Power2Build nasceu com o objectivo de ajudar a reduzir significativamente o défice habitacional em África, através de uma tecnologia de construção que seja mais acessível e com menor impacto ambiental. Este ano, o foco é a consolidação do crescimento em território angolano, mas prevemos avançar com a expansão internacional, em 2025, começando pelos países da região Sadc e Europa. Portugal será a porta de entrada para Power2Build”, sublinha Ricardo Almeida, CEO da Power2Build.

    A Power2Build prevê 2 milhões de euros de volume de negócios, este ano, mas para 2025, através da expansão para novos mercados, a estimativa é atingir um volume de negócios perto dos 16 milhões de euros. Este ano, o foco da Power2Build será a consolidação do crescimento em território angolano, mas prevê ainda, como parte da estratégia de crescimento, entrar nos mercados da Namíbia e República Democrática do Congo, onde já está em fase final de negociação.Na semana passada, a empresa anunciou um investimento de 1,3 milhões de euros na maior impressora 3D do mundo para o sector imobiliário em África.

    Tecnologia 3D Concrete Printing

    Em 2022, a Power2Build construiu a primeira casa em impressão 3D do país, em apenas 48 horas, com recurso a uma impressora 3D de grande dimensão. Neste momento, a Power2Build está a concluir o primeiro condomínio familiar 3D em África, casas de renda média, que ultrapassa os 1.000 m2, nesta primeira fase, e irá atingir os 2.000 m2 na segunda fase.

    A empresa angolana Power2Build conta com os parceiros tecnológicos COBOD e CEMEX, responsáveis pelo desenvolvimento de uma solução que permite ao betão convencional ser impresso de forma mais eficiente, com maior qualidade e a um custo mais reduzido, a Dfab. À margem desta parceria, a Power2Build recorre apenas a parceiros locais para as restantes fases de construção da habitação.

    “Na Power2Build trabalhamos com a diversidade de materiais disponíveis no nosso país e com empresas e recursos locais, exatamente para podermos contribuir para a empregabilidade e desenvolvimento empresarial. É importante que estes sejam projetos da comunidade, para a comunidade”, conclui Ricardo Almeida.

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    IP inicia acção de capacitação para Ministério das Obras Públicas de Moçambique

    Ciclo de formação incide na temática de Concessões e PPP’s (Parcerias Público-Privadas) Rodoviárias para o Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos de Moçambique

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    A Infraestruturas de Portugal (IP) iniciou este mês um ciclo de formação em Concessões e PPP’s (Parcerias Público-Privadas) Rodoviárias para o Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos de Moçambique (MOPHRH MZ).

    As sessões, que refletem o “compromisso de cooperação” da IP com o Governo de Moçambique para o desenvolvimento das infraestruturas rodoviárias, contou com a participação de 14 dirigentes do Ministério, Administração Nacional de Estradas e Fundo de Estradas.

    No primeiro dia, na sessão de boas-vindas, Miguel Cruz, presidente do Conselho de Administração da IP, destacou a “importância da troca de experiências” entre entidades do sector das infraestruturas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), ressaltando que estas iniciativas são “essenciais” para o aumento da sustentabilidade dos investimentos em rodovias.

    As sessões temáticas iniciaram-se com as apresentações efectuadas pela Direcção de Concessões, nomeadamente, sobre o enquadramento geral do modelo de negócio em Portugal, seguindo-se a abordagem à vertente jurídica.

    O segundo dia foi composto pela visita à Subconcessionária do Baixo Alentejo, gerida pela SPER – Sociedade Portuguesa para a Construção e Exploração Rodoviária.

    Ao longo dos próximos dias, surgirão oportunidades para desenvolver projectos que contribuirão para o crescimento sustentável de Moçambique.

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    Atribuição dos Prémios António Almeida Henriques em 2023

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    Prémios Portugal Smart Cities com candidaturas até 13 de Setembro

    O Prémio António Almeida Henriques foi instituído em 2023 pela Fundação AIP e tem a concurso sete categorias: Neutralidade Carbónica, Mobilidade, Espaço Público, Turismo Inteligente, Saúde e Bem-Estar, Transformação Digital e Reabilitação urbana sustentável e inteligente

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    Pelo segundo ano consecutivo, o Portugal Smart Cities Summit vai atribuir o Prémio António Almeida Henriques, instituído em 2023 pela Fundação AIP. As candidaturas poderão ser feitas  na página oficial do evento até dia 13 de Setembro. A cerimónia de entrega dos prémios irá decorrer a 8 de Outubro, na FIL do Parque das Nações, em Lisboa.

    A apreciação das candidaturas e projectos apresentados será feita por um júri, presidido por Miguel de Castro Neto, director da NOVA Information Management School (NOVA IMS), da Universidade Nova de Lisboa, e que compreende igualmente outras entidades e personalidades de reconhecido mérito na temática das Smart Cities.

    Após uma forte adesão do mercado à edição anterior dos Prémios, na qual se registaram mais de 50 candidaturas, é com “grande expectativa” que Elisabete Martins, gestora do PSCS 2024, olha para mais esta iniciativa.

    “Os Prémios Portugal Smart Cities – António Almeida Henriques, visam distinguir projectos inovadores, sustentáveis, eficientes e soluções de inteligência urbana. Desta forma estamos a contribuir para a concretização de práticas efectivas que tornam as nossas cidades cada vez mais inteligentes e sustentáveis”, afirma.

    As candidaturas podem ser apresentadas por comunidades intermunicipais, municípios e as juntas de freguesia, orientados para a implementação com sucesso de projectos sustentáveis, eficientes e pela criação de soluções de inteligência urbana.

    Estão a concurso sete categorias, nomeadamente Neutralidade Carbónica, Mobilidade, Espaço Público, Turismo Inteligente, Saúde e Bem-Estar, Transformação Digital e Reabilitação urbana sustentável e inteligente.

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    Governo recupera regime fiscal dos residentes não habituais

    Em causa está um novo regime de atração de talento, apelidado de IFICI+, que é uma das 60 medidas apresentadas esta quinta-feira pelo Governo no pacote para dinamizar a economia, e tem por base o antigo regime para os residentes não habituais

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    O regime fiscal dos residentes não habituais vai ser reintroduzido, através de uma portaria, pelo que não será necessário passar pelo parlamento, avançou hoje o ministro das Finanças.

    Em causa está um novo regime de atração de talento, apelidado de IFICI+, que é uma das 60 medidas apresentadas esta quinta-feira pelo Governo no pacote para dinamizar a economia, e tem por base o antigo regime para os residentes não habituais.

    “O Governo anterior, no Orçamento do Estado para 2024, criou uma norma no estatuto dos benefícios fiscais”, recordou Joaquim Miranda Sarmento, na conferência de imprensa após o Conselho de Ministros, enquanto o executivo vai agora regulamentar a medida através de uma portaria.

    “Vamos regulamentar através de uma portaria essa norma, abrangendo exclusivamente os rendimentos de categoria A e B, que passarão a ter uma taxa de 20% para não residentes que passem a residir em Portugal e que não tenham residido nos últimos cinco anos nem estejam neste momento a beneficiar do anterior regime que foi criado em 2009”, disse o ministro das Finanças.

    O ministro das Finanças já tinha falado sobre esta medida numa entrevista ao Financial Times, publicada hoje, onde sinalizou que “vai excluir dividendos, mais-valias e pensões, o que era um problema entre Portugal e países como a Finlândia ou a Suécia”.

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    Câmara de Arcos de Valdevez vai investir 2M€ em habitação social

    “Estes projetos desempenham um papel crucial na atribuição de habitação a preços acessíveis para famílias com baixos recursos financeiros e/ou em situação social mais vulnerável”, sustenta a autarquia

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    A Câmara de Arcos de Valdevez adjudicou a construção de oito fogos de habitação social em Guilhadeses por 1.094,596,97 euros e abriu concurso público para construir mais oito casas em Souto, pelo preço base de 1.200.149,06, foi esta quinta-feira divulgado. Em comunicado enviado às redações, a autarquia do distrito de Viana do Castelo adiantou que “a construção destes 16 fogos de habitação social, de tipologia T1 e T2, em Souto e Guilhadeses demonstra o compromisso do município em fornecer casas acessíveis para os cidadãos que mais precisam”.

    A empreitada das oito habitações a construir na União das Freguesias de Guilhadeses e Santar tem um prazo de execução de 450 dias.

    Segundo a autarquia, “está ainda prevista a construção de mais 10 fogos de habitação social em Parada”.

    O investimento hoje anunciado “integra a Estratégia Local de Habitação de Arcos de Valdevez e que vem responder aos pedidos de habitação social que o município tem recebido”.

    “Estes projetos desempenham um papel crucial na atribuição de habitação a preços acessíveis para famílias com baixos recursos financeiros e/ou em situação social mais vulnerável”, sustenta a autarquia.

    Além da construção de habitação social, a autarquia diz estar a desenvolver “outras medidas que refletem o esforço municipal na criação de condições para disponibilizar mais habitação a preços acessíveis” aos munícipes.

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    Torres Vedras apresenta projectos de regeneração urbana no valor de 27 M€

    O programa visa a revitalização de carácter “urbano, económico e social” da zona de Arenes, situada na área nascente da cidade, deverá estar concluído em 2030. Do total de investimento previsto, cerca de 15 M serão comparticipados por fundos europeus e nacionais

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    A zona de Arenes, em Torres Vedras, vai ser alvo de uma profunda intervenção de regeneração urbana. O programa, que visa uma revitalização de carácter “urbano, económico e social” da zona situada na área nascente da cidade, deverá estar concluído em 2030 e representa um investimento estimado de cerca de 27 milhões de euros, dos quais cerca de 15 milhões de euros serão comparticipados por fundos europeus e nacionais.

    Na apresentação, que decorreu nas antigas instalações do Instituto da Vinha e do Vinho, Laura Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, explicou que a intervenção que será levada a cabo em Arenes acontece no seguimento de outras intervenções semelhantes ocorridas em Torres Vedras, como foram os casos das executadas no centro histórico (por via do programa “Torres ao Centro”), no Choupal (por via do programa “POLIS”), e mais recentemente, na Encosta de São Vicente (por via do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano).

    A zona de Arenes, em tempos um importante polo de desenvolvimento económico da cidade e do concelho de Torres Vedras, foi profundamente afectada nas últimas décadas devido à perda da importância económica das actividades industriais que a caracterizavam.

    É de referir que em 2018 foi delimitada por iniciativa da Câmara Municipal de Torres Vedras a Área de Reabilitação Urbana (ARU) de Arenes, pretendendo-se agora dar cumprimento aos objectivos consagrados no programa estratégico dessa ARU.

    A intervenção prevê a concretização de 19 acções e projectos que se distribuem por cinco áreas temáticas. Referentes a Equipamentos, Competitividade e Inovação, inclui-se o Espaço Made in Torres Vedras; Smart Farm Colab; Reconversão funcional dos antigos depósitos do IVV; Requalificação dos espaços exteriores do IVV; Sedes da CVR, Viticert e AATV; e Escola Superior de Saúde.

    Quanto à Requalificação e Valorização Urbana, Ambiental e Patrimonial, as acções irão incidir na rua Cândido dos Reis, no largo da Estação e espaços envolventes, no corredor ecológico Choupal-Aqueduto, na conservação e valorização do Aqueduto de Torres Vedras e  na valorização paisagística da sua envolvente.

    A construção de uma ponte pedonal e ciclável sobre a linha do caminho de ferro, da ponte rodoviária sobre o rio Sizandro (variante de Arenes), a nova bolsa de estacionamento intermodal de apoio à estação do caminho de ferro e a requalificação de bolsa de estacionamento de apoio ao complexo desportivo municipal são alguns dos projectos incluídos na Mobilidade e Acessibilidade.

    Também no âmbito da Habitação Pública, estão previstos diferentes projectos, nomeadamente a construção de um conjunto habitacional nas antigas instalações da Solusa e a reabilitação do Bairro Jardim.

    Está ainda, prevista, a remodelação do Estádio Municipal Manuel Marques e a modernização da Linha do Oeste e requalificação do conjunto edificado da Estação.

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    Concurso: Primeira fase da Linha de Alta Velocidade com duas propostas

    Primeira fase corresponde à Concessão da Linha Ferroviária de Alta Velocidade entre Porto (Campanhã) e Oiã (Oliveira do Hospital). O procedimento tem um valor de 1.660 M€, a que se podem somar 480 M€ de fundos europeus, perfazendo assim 2.140 M€

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    O concurso público internacional para a Concessão da Linha Ferroviária de Alta Velocidade entre Porto (Campanhã) e Oiã (Aveiro) recebeu duas propostas. De acordo com a Infraestruturas de Portugal, estas integram a primeira de três fases da nova ligação Porto – Lisboa, uma vez concluído o prazo de entrega.

    O procedimento tem um valor de 1.660 milhões de euros, a que se podem somar 480 milhões de euros de fundos europeus, perfazendo assim 2.140 milhões de euros.

    O projecto da linha de alta velocidade Porto-Lisboa está dividido em três fases: troço Porto – Soure (distrito de Coimbra), Soure – Carregado (concelho de Alenquer, distrito de Lisboa) e Carregado – Lisboa. A primeira fase foi ainda subdividida em dois lotes, o primeiro dos quais correspondendo a Porto – Oiã, no distrito de Aveiro.

    As propostas foram, entretanto, carregadas na Plataforma de Compras Públicas e serão agora analisadas pelo júri do concurso, de acordo com o Programa do Procedimento, que considera o preço um facto com 70% de ponderação e 30% para a qualidade.

    O objectivo é impulsionar de forma competitiva o sector ferroviário, reconhecendo-o como um meio “essencial para a mobilidade das populações”, bem como para o “aumento da produtividade e competitividade” do tecido empresarial instalado em Portugal.

    No cumprimento do EU Green Deal e do Acordo de Paris, entre outros compromissos, Portugal prossegue com a concretização dos objectivos da Comissão Europeia de duplicar o tráfego ferroviário de passageiros, em complementaridade com a linha ferroviária convencional e numa lógica multimodal e sustentável com outras alternativas de mobilidade.

    O Ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz lembra que este é o início de um caminho decisivo com vista a construir decisões políticas que impactam muito positivamente na vida dos cidadãos. “Estamos a construir futuro. Muito mais que descarbonizar, trata-se de mudar o modo de pensar relativamente ao transporte, uma decisão de verdadeira coesão territorial e social. Ir de Lisboa ao Porto em 1h15? Porquê usar um avião quando o comboio o assegura? Decisões de hoje, para uma vida inteira.”

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