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Alfredo e Remax assinam parceria tecnológica

Esta nova tecnologia vai permitir à Remax efectuar estudos de mercado, potenciados por inteligência artificial, acelerando o processo de prospecção e angariação de imóveis

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Esta nova tecnologia vai permitir à Remax efectuar estudos de mercado, potenciados por inteligência artificial, acelerando o processo de prospecção e angariação de imóveis

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A empresa especializada em inteligência artificial para o mercado imobiliário, Alfredo e a Remax POrtugal fecharam uma parceria para colocar à disposição das suas mais de 380 agências uma ferramenta tecnológica que permite facilitar a avaliação e procura de imóveis aos seus consultores imobiliários. Esta plataforma fornece, através do recurso a sistemas de inteligência artificial, informações e estimativas sobre o mercado imobiliário em tempo real.

Esta nova tecnologia da Alfredo, que acaba de lançar o “Índice de Preços Alfredo”, relativo a Fevereiro, vai permitir à Remax efectuar estudos de mercado, potenciados por inteligência artificial, acelerando o processo de prospecção e angariação de imóveis. Além disso, com recurso ao metasearch, os nove mil profissionais da Remax passam a ter um acesso mais facilitado e célere aos imóveis disponíveis no mercado, de modo a maximizarem as oportunidades de negócio e apresentarem a melhor solução para cada cliente.

A nova ferramenta será totalmente integrada no sistema de CRM imobiliário da Remax, o MaxWork, permitindo aos seus colaboradores usar a nova ferramenta digital de forma fácil e imediata, requerendo apenas a inserção dos dados do imóvel e recebendo rapidamente a avaliação e um relatório aprofundado com análises comparativas do mercado disponível no momento da consulta.

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CBRE GWS renova contrato para gestão dos edifícios do BBVA em Espanha e Portugal

A CBRE GWS será, uma vez mais, responsável pela optimização do funcionamento dos edifícios e sucursais do BBVA no centro e sul de Espanha e em todo o território português, num total de 745.163 m2 de escritórios e sucursais

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A CBRE Global Workplace Solutions (GWS) renovou parte do contrato de serviços de manutenção técnica e Facility Management (FM) com a multinacional de serviços financeiros. O acordo abrange os edifícios corporativos e sucursais BBVA em Espanha (zona central, zona sul e Ilhas Canárias) e Portugal. A renovação deste contrato significa que a CBRE GWS continuará a ser responsável por assegurar o óptimo estado e funcionamento de um total de 745.163 metros quadrados de escritórios e sucursais do BBVA em toda a Península Ibérica.

O BBVA ampliou o catálogo de serviços solicitados à empresa de FM, acrescentando elementos como a gestão do seu património histórico, serviços logísticos em escritórios e edifícios, serviços de apoio em edifícios, assistência e manutenção de locais fechados, serviços de central telefónica, recepção e acompanhamento, gestão de eventos e serviços de mailroom. Todos estes serviços são adicionais aos já cobertos pela CBRE GWS nos últimos dez anos (primeiro como Johnson Controls e depois como CBRE GWS), tais como serviços de manutenção, limpeza, jardinagem, controlo de pragas, destruição de documentação confidencial, gestão planeada de resíduos, gestão de energia e consultoria ambiental.

Em Portugal, a empresa de manutenção técnica e FM será responsável pela manutenção, limpeza e higiene, jardinagem, controlo de pragas, destruição de documentação confidencial, gestão de resíduos planeada e serviços de Help Desk para todos os espaços de escritórios e sucursais da entidade no país.

“A relação com o BBVA ao longo dos últimos dez anos tem sido muito frutuosa. É uma empresa empenhada na digitalização e sustentabilidade em todas as áreas e que nos permite explorar plenamente o potencial da FM. Estamos muito orgulhosos por terem decidido continuar a trabalhar connosco e empenharem-se na inovação como uma marca distintiva na manutenção das suas instalações”, afirma Vicente Redondo, CEO da CBRE GWS Espanha e Portugal.

“Nos últimos anos, adquirimos uma profunda compreensão de como o BBVA funciona, pelo que estamos satisfeitos por terem, mais uma vez, depositado a sua confiança na experiência dos nossos funcionários para a manutenção técnica e Gestão de Instalações dos seus espaços de trabalho. O nosso objectivo é continuar a ajudá-los a maximizar os seus resultados e a inovar para levar a eficiência económica, energética e hídrica da gestão ao próximo nível”, comenta Iván Gómez, director da conta do BBVA na CBRE GWS.

O FM – a ferramenta para aumentar a sustentabilidade

Ao longo dos anos em que a CBRE GWS tem prestado serviços ao BBVA, aumentou a exigência com a poupança de energia nos seus edifícios. Para o efeito, a empresa de manutenção técnica e FM implementou várias estratégias já consolidadas no mercado, tais como a utilização de iluminação LED, painéis fotovoltaicos para autoconsumo ou gestão remota de sistemas climáticos. Mas mais importante ainda, contribuiu para a optimização das instalações através da aplicação da IoT e da análise de edifícios. A utilização da tecnologia e da inovação, juntamente com a sensorização das instalações, proporciona a dupla vantagem de detectar ineficiências no consumo energético dos equipamentos, bem como, o mau funcionamento das instalações. Quando tudo isto é identificado numa fase inicial, proporciona, não só, economias de energia, mas também, um aumento da vida útil das instalações.

Esta é uma área em crescimento no mundo inteiro, a CBRE GWS aumentou em aproximadamente 30% a carteira de clientes que exigem a implementação de estratégias nos seus activos para a optimização da eficiência energética, poupança de água, gestão de resíduos ou a certificação dos activos das empresas, entre outros.

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‘Reynaers Act’ representa o compromisso com o Acordo de Paris

O Grupo Reynaers lança Reynaers Act, o seu relatório estratégico para a sustentabilidade que revela um conjunto de objectivos que o Grupo pretende atingir até ao seu 60º aniversário, em 2025

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O Grupo Reynaers apresenta os seus ambiciosos objectivos de sustentabilidade até 2025. Os objectivos contidos no Pacto de Sustentabilidade concorrem para aquela que é a grande meta mundial de conter o aumento das temperaturas médias globais a menos de 2ºC, idealmente a 1,5º, acima dos níveis pré-industriais até 2030, conforme estabelecido no Acordo Climático de Paris.

A estratégia subjacente a Reynaers Act foi traduzida em acções concretas baseadas em quatro pilares: produtos circulares, edifícios sustentáveis onde os seus produtos actuam, pessoas e sociedade e as operações da organização, e surge na forma de apelo à acção a todos os colaboradores, subsidiárias, fornecedores e clientes em todo o mundo.

Dirk Bontridder, CEO do Grupo Reynaers, está entusiasmado com o futuro do Grupo e os compromissos assumidos em Reynaers Act. “Este relatório estratégico é um marco para o nosso negócio, uma vez que nos comprometemos publicamente a fazer mais pelo nosso planeta. Como a maioria das coisas que valem a pena, não será fácil. Vai exigir que cada um de nós faça a sua parte. É por isso que o convidamos a agir, juntos pelo melhor”, afirma o responsável.

Em primeiro lugar o grupo baseia a sua estratégia na Science Based Targets (SBTi) uma parceria fundada pela ONU e pela WWF, entre outras organizações, que conduz acções climáticas ambiciosas no sector privado, permitindo às organizações estabelecer objectivos de redução de emissões com base científica. Estes objectivos proporcionam uma via para as empresas reduzirem as emissões de gases com efeito de estufa a fim de se cumprirem os objectivos do Acordo Climático de Paris.

Nos termos do Acordo de Paris, cada país é solicitado a delinear e comunicar as suas acções climáticas, conhecidas como as Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDC). De todos os países que apresentaram NDC, um terço não abrange os edifícios e apenas um quarto dos países participantes menciona a eficiência energética. É aqui que o Grupo Reynaers acredita que é possível fazer melhor.

Em matéria de eficiência energética está em expansão o número de sistemas certificados Passive House e Minergie. Estas certificações facilitam a selecção de produtos eficientes do ponto de vista energético. Em matéria de sustentabilidade e descarbonização dos edifícios guiar parceiros para a obtenção de certificação BREEAM ou LEED. BREEAM e LEED são duas certificações ambientais reconhecidas em todo o mundo que certificam os projectos de construção sustentável, comprovando a eficiência energética e simultaneamente a redução da pegada de carbono.

Nos últimos três anos, a Reynaers Aluminium certificou nove sistemas Cradle-to-Cradle Bronze, representando mais de 40% do seu volume de negócios anual. Cradle-to-Cradle, que em português significa “Do berço ao berço”, é a mais exigente certificação de produto quanto ao seu impacto ambiental. A ambição é certificar mais nove sistemas até 2024, aumentando a quota de produtos certificados Cradle-to-Cradle para 60% do volume de negócios Reynaers Aluminium e alcançar o nível Prata em oitos sistemas. “O maior desafio para obter o certificado de nível Prata é o cumprimento dos rigorosos requisitos de saúde do material. Por exemplo, as substâncias cancerígenas, mutagénicas e tóxicas para a reprodução são proibidas pelo que está em curso uma auditoria para investigar a sua existência em componentes complementares utilizados, por exemplo, nas rupturas térmica”, explica o grupo em comunicado.
Especificamente em Portugal, a maioria dos produtos Reynaers Aluminium já enverga o rótulo ecológico Sustainable Value ISO 14024 que cumpre a norma internacional para a obtenção de rótulos ecológicos.

Até 2050, a economia circular pode reduzir globalmente as emissões de CO2 de quatro grandes grupos de materiais de construção (plástico, aço, alumínio e cimento) em 40% à escala global e em economias desenvolvidas como a da União Europeia pode atingir os 56%; Ora, o alumínio é 100% reciclável sem perda de valor, ou seja de velhas janelas geram-se novas janelas. Em 2019, por cada quilograma de alumínio extraído, o grupo emitiu 5,16 kg de CO2. Em 2021, reduziu esse número para 4,81 kg de CO2, utilizando mais alumínio primário de baixo carbono. Até 2030, antecipa valores tão baixos como 2,81 kg de CO2/kg. O compromisso é reduzir as emissões directas em 46% até 2030 e as emissões indirectas em 55%. Para tal, o maior desafio que se enfrenta é a oferta limitada de alumínio reciclado, devido aos 50 anos de vida útil do alumínio nos projectos. Com mais edifícios em construção do que em fim de vida, a procura excede em muito a oferta do mercado. É por isso que o foco está tanto no aprovisionamento de alumínio primário de baixo carbono, como no alumínio reciclado. O Grupo Reynaers já utiliza toda a sua quota-parte de alumínio reciclado disponível. A opção é distribuir o alumínio reciclado disponível em toda a gama de produtos, independentemente do segmento. Actualmente, o alumínio reciclado representa 41% de todo o alumínio utilizado. A ambição é aumentar a quantidade reciclada em todos os produtos para 56% até 2030.

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Jungheinrich com “resultados sólidos” apesar das condições do mercado

O grupo de intralogística relatou uma ligeira melhoria na receita nos primeiros nove meses do ano e gerou um EBIT de 265,9 milhões de euros e um EBIT ROS de 7,8%, apesar dos constantes problemas nas cadeias de fornecimento

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A Jungheinrich conseguiu um sólido terceiro trimestre do ano fiscal de 2022. O grupo de intralogística relatou uma ligeira melhoria na receita nos primeiros nove meses do ano e gerou um EBIT de 265,9 milhões de euros e um EBIT ROS de 7,8%, apesar dos constantes problemas nas cadeias de fornecimento. Com 3594 milhões de euros, o valor dos pedidos recebidos esteve alinhado com o do ano anterior. As vendas foram 12,5% mais elevadas do que as registadas no mesmo período do ano anterior, com 3397 milhões de euros.

O principal impulsionador do crescimento da receita do grupo foi a área dos equipamentos novos, em parte devido ao sólido crescimento dos sistemas automatizados. A situação da cadeia de fornecimento manteve-se muito desafiante, especialmente como resultado da guerra entre a Rússia e a Ucrânia, e a pandemia de covid-19. Devido às interligações globais nas cadeias de fornecimento, os efeitos dos congestionamentos no fornecimento espalharam-se em todo o portfólio de fornecedores e materiais, bem como nas capacidades de logística associadas. Até agora, as interrupções na produção foram amplamente bem-sucedidas, ao serem evitadas através de uma gestão específica da cadeia de fornecimento.

“A Jungheinrich teve um bom desempenho nos primeiros três trimestres do actual ano fiscal, tendo registado excelentes receitas”, afirma Lars Brzoska, presidente do Conselho de Administração da Jungheinrich AG. “Num contexto de condições difíceis, os números que estamos a publicar comprovam a resiliência da nossa empresa”, acrescenta.

Ao utilizar uma gestão consistente da cadeia de fornecimento, a Jungheinrich foi extremamente bem-sucedida ao evitar interrupções na produção durante os últimos três trimestres. Simultaneamente, os aumentos consideráveis no custo dos materiais foram parcialmente compensados através de medidas adequadas. Os pedidos com stock no negócio de equipamentos novos aumentaram 23% desde 30 de Setembro de 2022 relativamente ao final de 2021, tendo alcançado o valor de 1756 milhões de euros, resultante de uma disponibilidade continuamente limitada de materiais de produção para o processamento. 

Tendo em consideração o sólido desenvolvimento do negócio nos últimos meses, a Jungheinrich já fundamentou a sua previsão de 2022. A empresa espera agora pedidos recebidos de valores entre 4,6 mil milhões de euros e 4,9 mil milhões de euros para o actual ano fiscal. Espera-se que a receita do grupo fique entre 4,6 mil milhões de euros e 4,8 mil milhões de euros. De acordo com as estimativas actuais, o EBIT ficará entre 340 milhões de euros e 380 milhões de euros. Espera-se um intervalo de 7,2% a 8,0% para a rentabilidade das vendas com base no EBIT.

Desde o Outono de 2020, a Jungheinrich tem vindo a implementar com determinação a Estratégia 2025+ com o objectivo de criar um valor sustentável para as partes interessadas. Todas as iniciativas e medidas actuais e futuras desta estratégia irão continuar conforme planeado, tendo em consideração a deterioração das condições gerais, resultantes do início da guerra na Ucrânia. Espera-se que a receita do grupo, um dos objectivos centrais, atinja os 5,5 mil milhões de euros até 2025 e que a rentabilidade das vendas com base no EBIT se encontre entre 8% e 10%.

Um campo de ação central da Estratégia 2025+ é a sustentabilidade. A Jungheinrich definiu que todas as localizações do Grupo deverão funcionar com neutralidade climática até 2030 (áreas 1 e 2). Adicionalmente, pretendem conseguir zero resíduos para aterro em todos os locais do grupo alemão até 2025, além de que está, também, empenhada em aumentar significativamente a segurança no trabalho do grupo até 2025.

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Carmo Wood reforça aposta no mercado espanhol

A portuguesa Carmo Wood segue a sua aposta no mercado espanhol. A empresa marcou presença na Construte, a feira internacional que decorreu em meados do mês em Madrid

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(na imagem:Jorge Milne e Carmo, Presidente Carmo Wood)
“O mercado espanhol é um mercado muito interessante para a Carmo Wood, particularmente no que respeita ao sector da Construção que continua a crescer exponencialmente, com uma aposta clara na madeira como material privilegiado tanto para estruturas como para revestimentos”, refere Jorge Milne e Carmo, Presidente Carmo Wood. “A presença na Construtec é uma oportunidade fantástica para dar a conhecer a capacidade das nossas equipas para a edificação de grandes obras em madeira”, acrescenta.

Recorde-se que a Carmo Wood, através da Carmo Estruturas em Madeira, detém já uma obra emblemática em território espanhol, o Centro de Acolhimento a Visitantes do Caminito del Rey, a famosa passagem de 3km nas paredes dos desfiladeiros de Chorro e Gaitanejo, a norte de Málaga, que todos os anos é visitada por milhares de turistas de todo o mundo. O edifício, totalmente realizado em madeira de lamelado colado em pinho Douglas, sem borne, tem um total de 550m2 e é composto por 70m3 de madeira Carmo Wood.

Ao longo de todo o ano de 2022, a Carmo Wood apostou fortemente na presença em feiras internacionais, em diferentes mercados e geografias, com vista a dar a conhecer ao mundo a qualidade e diversidades dos seus produtos.

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Efacec finaliza novos projectos de mobilidade na Noruega e Espanha

Após a conclusão do metro de Odense, na Dinamarca, foi inaugurado em final de Outubro o Metro Ligeiro de Cádiz, em Espanha, e em 18 de Novembro a Linha 2 do Metro Ligeiro de Bergen, na Noruega

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tagsEfacec

A Efacec finalizou nas últimas semanas dois novos projectos internacionais de metros ligeiros na Noruega e em Espanha. Após a conclusão do metro de Odense, na Dinamarca, aberto ao público em Maio deste ano, foi inaugurado em final de Outubro o Metro Ligeiro de Cádiz (Espanha) e em 18 de Novembro a Linha 2 do Metro Ligeiro de Bergen (Noruega).

Iniciada em 2017, a participação da Efacec na construção da nova extensão do sistema do Metro Ligeiro de Bergen surgiu na sequência dos trabalhos desenvolvidos pela empresa nas Fases 2 e 3 deste mesmo projecto, iniciado em 2011. O desenvolvimento desta rede de metro tem permitido reduzir o congestionamento rodoviário e aumentar a eficiência do sistema de transporte alternativo às viagens de automóvel na segunda maior cidade da Noruega, com uma população de cerca de 260 mil pessoas.

Mais a Sul, o projecto de Cádiz “é outro exemplo da capacidade da Efacec de realizar projectos complexos no âmbito do transporte urbano ferroviário”. Nesta cidade da Andaluzia, a Efacec finalizou o projecto do novo metro, com uma extensão total de 14 km, que permite a ligação das cidades de Cádiz, São Fernando e Chiclana de la Frontera, num percurso urbano e suburbano, que integra 17 estações de superfície, quatro subestações de tracção e um centro de comando.

“São projectos estruturantes e mobilizadores que tiveram na base a experiência da Efacec de mais de 25 anos no fornecimento de sistemas electromecânicos para metros e metros ligeiros e que elevam a engenharia e a tecnologia da empresa ao nível do que de melhor é feito mundialmente. Ao longo de mais de duas décadas temos desenvolvido vários projectos nesta área, demonstrando a mais-valia das nossas soluções técnicas nas áreas da sinalização, telecomunicações e energia”, afirma Pedro Pinto, director da Unidade de Transportes da Efacec.

Em 1997, a Efacec teve uma participação muito significativa na construção da rede do Metro do Porto, que este ano celebra 20 anos de início de operação, projecto ao qual se seguiram múltiplos outros semelhantes em diversas geografias: Messina (Itália), Tenerife e Cádiz (Espanha), Argel, Oran e Constantine (Argélia), Nottingham (Reino Unido), Rio de Janeiro (Brasil), Bergen (Noruega) e Dublin (Irlanda).

Adicionalmente à conclusão destes projectos, a Efacec está a participar, actualmente, na construção da Linha Sydavnen do Metro de Copenhaga (Dinamarca) e da extensão da Linha Amarela e nova Linha Circular do Metro do Porto (Portugal).

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“Ética e Trabalho Híbrido” em Portugal em discussão na Católica Porto Business School

Até 2030 metade das pessoas passarão a trabalhar a partir de casa, alterando as interacções dos trabalhadores nas empresas. Isto é o que revela o estudo anual do Fórum de Ética da Católica Porto Business School sobre “Ética e Trabalho Híbrido” que será apresentado amanhã, 22 de Novembro

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As interacções entre os membros das empresas irão sofrer alterações nos próximos anos. A verdade é que já temos vindo a assistir a algumas dessas alterações desde o início da pandemia, no entanto, segundo este estudo anual, sob o mote “Ética e Trabalho Híbrido” “pensa-se que, até 2030, metade das pessoas trabalharão a partir de casa e, por isso, as interacções entre os membros da organização mudarão em frequência, tempo e método, o que terá implicações profundas na gestão da ética e da compliance”, como refere Helena Gonçalves, coordenadora do Fórum de Ética da Católica Porto Business School.

A especialista salienta ainda que “embora sendo um estudo exploratório, há algumas certezas: 4 em cada 5 pessoas trabalharão a partir de casa numa parte de semana; a autenticidade nas relações laborais estimulará a produtividade e o bem-estar, mas com impacto desigual na prosperidade ou sobrevivência das pessoas, dependendo do tipo de trabalho, idade ou situação familiar; um dos mais fortes preditores comprovados da eficácia das equipas, a segurança psicológica, terá de ser repensado”.

Após análise dos mais de 1200 inquéritos respondidos, anonimamente, serão apresentados na conferência no próximo dia 22 de Novembro, na Católica porto Business School, os principais resultados deste estudo, que ficam registado num livro colectivo e num inquérito, complementados também com reflexões e testemunhos académicas e empresariais. “A realização do inquérito, “Ética e Trabalho Híbrido: no Rescaldo da Pandemia”, permitiu obter dados importantes e interessantes sobre o nível satisfação com o modelo de trabalho híbrido, sobre as principais motivações, dificuldades e oportunidades subjacentes à adopção deste modelo. Quando confrontados com a questão sobre o impacto do modelo de trabalho nas dimensões da saúde e bem-estar, verifica-se que, num universo de 1226 respondentes, há uma percepção de melhoria muito mais significativa nos que estão a trabalhar em modo híbrido. De facto, cerca de 70% dos que estão em trabalho híbrido percepcionaram melhorias a nível financeiro, mental e físico em comparação com apenas cerca de 20% dos que estão em modo presencial. Na dimensão social as diferenças não são tão significativas (54% vs 38%)” sublinha Helena Gonçalves.

A conferência contará com a presença de Rui Sousa, Dean da Católica Porto Business School; Helena Gonçalves, Helena Gil da Costa, Henrique Manuel Pereira e Susana Magalhães, coordenadores do Estudo e Inquérito Ético e Trabalho Híbrido: no Rescaldo da Pandemia”.

Haverá ainda espaço para uma mesa-redonda sobre “Ética e Trabalho Híbrido: Perspectivas em Diálogo com moderação de Sofia Salgado Pinto, docente da CPBS e Administradora Independente em empresas cotadas que contará com as presenças de Gonçalo Quadros, Fundador e Chairman da Critical Software; José Teixeira, Presidente do Conselho de Administração do dstgroup; Maria Manuel Araújo Jorge, Investigadora no Instituto de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e Sofia Reis Jorge, Administradora da ALTRI.

O Fórum de Ética tem como principais objectivos desenvolver e apoiar a reflexão sobre ética empresarial; promover a troca de experiências entre organizações; criar conhecimento no domínio da ética no contexto português e apoiar a gestão do desempenho ético por parte das empresas
A conferência decorre a 22 de Novembro.

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CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO – GRUPO Prime Yield

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Prime Yield inaugura novo escritório em Lisboa

A empresa transferiu-se para um novo piso do edifício Pórtico, na zona da Praça da Espanha, com vista a adaptar as suas instalações à realidade das novas formas de trabalho híbrido

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Com o objectivo de melhorar a experiência dos seus colaboradores, a Prime Yield mudou de instalações em Lisboa, investindo num novo espaço de escritórios adaptado de raiz à realidade das novas formas de trabalho híbrido. A empresa especialista em avaliações e consultadoria imobiliária continua a ter morada no edifício Pórtico, no nº75 da Avenida Columbano Bordalo Pinheiro, onde passa agora a ocupar o 9º piso.

Com uma equipa fixa de 30 profissionais alocados à sua sede em Lisboa, no início de 2022 a Prime Yield ofereceu aos seus colaboradores a opção de adoptar um regime de trabalho híbrido, com a possibilidade de trabalhar dois dias da semana remotamente e os restantes três a partir do escritório da empresa. Consciente da importância do escritório como espaço de produtividade para o trabalho colaborativo e de ponto de encontro e partilha entre as equipas, este investimento surge no seguimento desta estratégia, materializando a aposta da consultora na melhoria do bem-estar e satisfação da sua equipa.

Tratando-se de uma zona bastante central da cidade, bem servida ao nível de comércio e serviços e de fácil acesso quer por transportes públicos quer por automóvel, a opção da empresa recaiu por manter a morada, mudando apenas de piso.

“A pandemia veio acelerar uma enorme mudança no mundo corporativo, comprovando que o regime de trabalho híbrido é um modelo que funciona, com claras vantagens do ponto de vista da satisfação dos colaboradores sem perda de produtividade. Após termos adoptado este regime em definitivo nos nossos escritórios em Lisboa, ficou evidente a necessidade de os adaptarmos a esta nova realidade o que, no nosso caso, implicou uma mudança de pisos para podermos fazer uma total reformulação da forma como ocupávamos o espaço. Adoptámos um layout totalmente diferente, com espaços distintos vocacionados para trabalho colaborativo e trabalho imersivo, ao mesmo tempo que proporciona à nossa equipa uma experiência com valor-acrescentado e totalmente diferenciada daquela que têm ao trabalhar remotamente”, justifica Nelson Rêgo, CEO da Prime Yield.

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Cleanwatts lança academia de investigação

Através da Cleanwatts Academy candidatos europeus a mestrado e doutoramento podem realizar projectos de tese ou estágios sobre temas inovadores e disruptivos relacionados com a transição energética

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Com o objectivo de promover “a inovação no sector da energia e formar os novos líderes verdes do futuro”, a Cleanwatts lançou um novo programa de investigação. A Cleanwatts Academy oferecerá oportunidades para que candidatos europeus a mestrado e doutoramento realizem projectos de tese ou estágios sobre temas inovadores e disruptivos relacionados com a transição energética.

A Cleanwatts Academy será liderada por Andreia Carreiro, directora de Estratégia de Inovação da Cleanwatts, e vencedora do prémio “Women in Energy” 2022 dos European Sustainable Energy Awards, da Comissão Europeia.

“Nunca houve tanta procura de jovens investigadores talentosos que se dediquem a resolver um dos desafios mais urgentes do nosso tempo: acelerar a mudança para tecnologias verdes. A Cleanwatts Academy irá orientar e apoiar os líderes verdes do futuro, dando-lhes experiência em I&D, em primeira mão, e a oportunidade de trabalhar ao lado de especialistas numa das principais empresas de tecnologia climática da Europa”, afirmou Andreia Carreiro.

A Cleanwatts Academy vai, ainda, procurar parcerias estratégicas com as principais entidades de I&D para desenvolver novos projectos que apoiem o desenvolvimento de comunidades de energia renovável (REC).

Os projectos de investigação elegíveis serão concluídos num período de, pelo menos, três meses. As inscrições podem ser feitas através do site da Cleanwatts Academy.

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STET representa a Pronar em Portugal

A marca de origem polaca oferece um vasto leque de soluções para o sector da reciclagem, respondendo às crescentes necessidades da sociedade actual

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A STET o mais recente distribuidor de equipamentos da Pronar em Portugal. A marca de origem polaca e de abrangência internacional, oferece um vasto leque de soluções para o sector da reciclagem, respondendo às crescentes necessidades da sociedade actual, garantindo a sustentabilidade e apoiando os seus clientes no cumprimento das normas europeias.

O seu portfólio de soluções inclui máquinas para aplicações agrícolas, florestais, de reciclagem e construção.

A linha de equipamentos da Pronar é fabricada com a mais alta tecnologia do mercado, com uma gama completa de crivos trommel sobre rodas e equipamentos móveis de trituração/destruição de resíduos, prensas de enfardamento, revolvedores de composto e prensas de enfardamento.

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Grupel fornece geradores para World of Wine

Como elemento diferenciador deste projecto, destaca-se a automatização adoptada para a gestão das cargas, que, “em função do consumo real da instalação e de forma totalmente automatizada, permite ligar e desligar as cargas, garantindo a estabilidade da rede”

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A Grupel forneceu um projecto com quatro geradores de 550kVA (cada) para o World of Wine (WoW), em Vila Nova de Gaia, que se juntam a um quinto gerador anteriormente instalado no mesmo espaço.

Para assegurar a fiabilidade de energia, os geradores eléctricos que compõem este projecto têm motor Iveco, alternador Leroy Somer e controlador DeepSea, e podem funcionar em paralelo, assegurando um fornecimento contínuo de energia, mesmo em caso de falha da rede eléctrica.

O projecto foi acompanhado pela equipa da Grupel, desde a concepção até ao comissionamento, e demonstra a importância da utilização de geradores no turismo e nas actividades deste sector.

A escolha de utilizar quatro geradores em paralelo deveu-se ao facto de o projecto ter sido desenvolvido em várias fases. A primeira fase, que começou em 2019, envolveu a instalação de 2 geradores de 550kVA, que alimentariam apenas as cargas resgatadas, excluindo o equipamento AVAC. Em 2021, surgiu o Projeto K, a segunda fase, cuja principal condição é garantir o funcionamento contínuo do equipamento de ar condicionado, mesmo em caso de corte de energia. Este projecto incluiu dois novos geradores de 550kVA que, em paralelo com os iniciais, seriam capazes de suportar toda a carga da instalação, incluindo o ar condicionado.

A LGE – Instalações Elétricas, cliente da Grupel, foi a empresa responsável pela instalação do equipamento no local. O principal desafio para a equipa técnica da LGE foi estudar e desenvolver a solução técnica tendo em conta a localização dos novos grupos geradores. “Sendo esta uma urbanização que preserva os edifícios históricos das caves do Vinho do Porto, na encosta de Vila Nova de Gaia, a sala técnica disponível fica a centenas de metros dos grupos geradores. Com isto em mente, assegurar o sincronismo entre os equipamentos era o principal desafio técnico”, refere Luís Loureiro, engenheiro da empresa.

Como elemento diferenciador deste projecto, destaca-se a automatização adoptada para a gestão das cargas. “Utilizámos um sistema de gestão técnica centralizada (GTM) que, em função do consumo real da instalação e de forma totalmente automatizada, permite ligar e desligar as cargas, garantindo a estabilidade da rede”, acrescenta.

O WoW é ‘quarteirão cultural’, que reúne sete museus, doze restaurantes e cafés, bem como uma galeria de exposições e lojas. Inaugurado em 2020, tem uma superfície de 55 mil m², num investimento inicial de 107 milhões de euros.

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