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Empresas portuguesas marcam presença na Batimatec

A AEP leva seis empresas nacionais do sector da construção, à 24ª edição da Batimatec – Salon International du Batiment des Materiaux de Construction et des Travaux Publics, que decorrerá na Argélia, entre os dias 15 e 19 Maio

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A AEP leva seis empresas nacionais do sector da construção, à 24ª edição da Batimatec – Salon International du Batiment des Materiaux de Construction et des Travaux Publics, que decorrerá na Argélia, entre os dias 15 e 19 Maio

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Os planos estratégicos de investimento da Argélia nas áreas da saúde, ambiente, turismo, agricultura, automóvel e energias renováveis podem abrir novas oportunidades de negócio para as empresas portuguesas e o sector das obras públicas continua a ser um dos principais vectores de desenvolvimento da Argélia.

Para a AEP, esta missão, que tem como objectivo apoiar o tecido empresarial no processo de diversificação de mercados e aumento das exportações, é uma oportunidade para as empresas consolidarem presenças e estabelecerem contactos com novos parceiros locais.

Na Batimatec vão estar as empresas Carfel (máquinas para as indústrias extractivas e para a construção), Utilzàs (varões e acessórios de casa de banho), Ilmar (máquinas para a indústria de materiais de construção, cerâmica e vidro), Metalcértima (projectos para a indústria da cerâmica estrutural), Metalúrgica do Tâmega (máquinas para as indústrias extractivas e para a construção) e MF Martins (ferragens, ferramentas manuais e artigos para canalização e aquecimento).

Esta é a terceira participação da AEP na Batimatec. Depois de uma primeira missão empresarial em 2008 e a participação portuguesa na Feira Internacional de Argélia, em 2017.

Luís Miguel Ribeiro, presidente da AEP, recorda que a “Argélia é uma importante porta de negócios e de acesso aos mercados do Magreb, África e Médio Oriente, é o segundo país mais populoso do Norte de África e, apesar da contracção em 2020, apresenta uma perspectiva de crescimento do PIB”.

A Batimatec caracteriza-se por ser o certame do sector da construção mais prestigiado da Argélia. A edição de 2021 contou com a participação de 250 mil visitantes e com a representação de 590 expositores estrangeiros de 11 países.

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Fórum acentua peso do financiamento especializado no PIB e exportações

As empresas portuguesas devem promover a sua adaptação aos desafios da sustentabilidade e da digitalização, e o financiamento especializado afirma-se como um dos veículos para a transição

“Este é o momento de trabalhar em soluções inovadoras no financiamento especializado”, notou Rita Marques, Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, durante o Fórum ALF, que se realizou no passado dia 19. Numa proximidade de posições, o presidente da Associação Portuguesa de Leasing Factoring e Renting, Luís Augusto, aponta o sector como “impulsionador inequívoco do crescimento económico”. Num regresso da iniciativa ao modelo presencial, após dois anos de pandemia, a ALF juntou os associados em torno do tema “Financiamento especializado – O motor da transição na economia portuguesa”.

Rita Marques, Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, a quem coube a abertura do Fórum ALF, salientou a nova agenda de transformação para a década como parte fundamental do desenvolvimento económico neste período. Com a sustentabilidade e a digitalização enquanto condições para o sucesso empresarial no pós-pandemia, Rita Marques destacou que “estamos a virar uma página, tendo em conta as circunstâncias pandémicas em que vivemos até há uns meses”, pelo que, na óptica do Governo, “este é o momento de trabalhar novas soluções, soluções inovadoras a nível do financiamento especializado”.

Neste encontro decorrido no Centro Cultural de Belém, Luís Augusto, presidente da Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting, salientou a recuperação ao longo do ano passado – em alguns indicadores, para níveis de 2019, pré-pandemia –, explicando que “o financiamento especializado continua a posicionar-se como impulsionador inequívoco do crescimento económico. A evolução histórica do sector, mesmo em tempo de crise, assim o demonstra, e a recuperação iniciada em 2021 demonstra a resiliência frente aos fortes constrangimentos económicos dos últimos dois anos”, reforçou Luís Augusto.

São disso exemplo o renting, com um aumento da produção em 10,5% no número de viaturas ao longo do primeiro trimestre deste ano – recuperação homóloga a dois dígitos, ainda abaixo de 2019, mas que permite à ALF afirmar que “estamos a crer que o renting recuperará até final do ano para valores de 2019”.

Também o leasing, que no ano passado cresceu 5%, para cerca de 2,5 mil milhões de euros em financiamentos, soma um importante reforço no primeiro trimestre deste ano. De Janeiro a Março, a locação financeira cresceu 17,5% face ao período homólogo de 2021, fruto do forte contributo do imobiliário. “Contamos com mais 60 milhões de euros em operações novas, motivadas também pela melhoria do sector da construção em Portugal”, esclareceu o presidente da ALF. “São valores que nos deixam bastante optimistas para 2022, e que confirmam o papel crucial dos nossos associados para o crescimento da economia e para a sustentabilidade ambiental e inovação da economia portuguesa”, destacou Luís Augusto. Na senda da defesa ambiental, o financiamento especializado tem permitido o investimento em painéis solares e edifícios mais ecológicos, por exemplo.

A relevância dos bons instrumentos financeiros, bem como o papel da ALF na divulgação destes perante o tecido empresarial, foram destacados pela Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços. “Não se terá bons investimentos se não tivermos à disposição dos nossos empresários bons instrumentos financeiros, que muitas vezes podem não ser do conhecimento de todos os empresários, principalmente porque temos um tecido económico e empresarial, muito sustentado nas micro pequenas e médias empresas”.

À ALF cabe saber capacitar o tecido empresarial, destaca Rita Marques, num repto aos dirigentes e associados da ALF, seguido de uma assunção de responsabilidades próprias: “Numa reunião que tive com a direcção da ALF foram identificados vários constrangimentos que precisam de ser regulados”. Entre esses temas, afirma a secretária de Estado, contam-se “a elegibilidade de algumas despesas no quadro dos fundos comunitários” e outros de natureza fiscal. “Sabemos que a nível de operações de leasing e renting, temas como o IMT e o IMI, precisam de ser melhor acarinhados e melhor analisados da parte do Estado”, assumiu Rita Marques, acentuando a necessidade de simplificação administrativa, “uma das propostas que tive oportunidade de discutir com o presidente da ALF”, explicou durante a sua intervenção neste Fórum.

O presidente da associação, por seu turno, referindo-se também às reuniões conjuntas entre a ALF e o Governo, apontou, perante os associados, alguns dos argumentos utilizados em prol do financiamento especializado. Entre eles, a segurança do leasing no aproveitamento dos financiamentos, considerando que “sendo a Locadora proprietária jurídica do bem pode ele servir de garante de que não há desvios do investimento realizado”.


Exportações aceleram com ajuda do financiamento especializado

A nível europeu, Portugal é já o terceiro país onde o factoring mais pesa no Produto Interno Bruto, valendo, no acumulado ano passado, 16,4% do total da riqueza produzida em 2021. “É o valor mais alto da história do factoring em Portugal”, realçou Luís Augusto. Já relativamente à participação nas exportações, o factoring vale cerca de 5% do total, representando cerca de 4 mil milhões de euros.
Por seu lado, referindo-se ao segmento das exportações, Isabel Marques, directora da AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal), deu conta de uma transição na categoria dos bens exportados, de produtos indiferenciados, para outros “com incorporação de alguma inovação, design, tecnologia e maior valor
acrescentado. Temos que evoluir e transitar para perfil de produção que aporte mais valor, quer às empresas quer à economia”, instou a directora da AICEP perante uma assistência de dezenas de associados da ALF, designadamente das rentings e do sector financeiro.

Num encontro onde foram debatidas, para lá da transição exportadora, também a transição do tecido empresarial (tema analisado por Jorge Portugal diretor-geral da COTEC Portugal), a transição energética (explicada por Nelson Lage, Presidente da Agência para a Energia – ADENE), a transição digital (João Mota Lopes, Public Sector Lead da Oracle) e a transição da mobilidade (Rui Rei, presidente da Parques Tejo E.M.), coube ao director da Agência para a Competitividade e Inovação (IAPMEI), José Augusto do Vale, encerrar a sessão.

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Efapel cresce em vendas e reforça posição no mercados onde actua

Facturação global ultrapassou os 50 M€ e cresce 20% no mercado Ibérico e 25% nos restantes países onde actua

tagsEFAPEL

A Efapel registou em 2021 um crescimento homólogo de 25% nas suas exportações, índice superior à performance global, que foi de mais 20%. A crescente procura dos produtos Efapel foi acompanhada de um forte investimento em novas tecnologias e melhoria de produtos, como também na ampliação da sua capacidade produtiva e de armazenamento, com a ampliação do actual edifício 2 da fábrica de Serpins para o dobro da área, que passou a ser de 18 mil m2.

Além disso, também as exportações da sua produção registaram um aumento de 30%. De referir, que a empresa exporta para mais de 50 destinos de todo o mundo, desde a Europa e África até ao Médio Oriente e América Latina.

O exercício de 2021 foi também marcado com o lançamento de produtos novos como a nova série de aparelhagem de embeber Latina e o sistema de Domótica Domus 40.

Actualmente, a Efapel conta com um quadro de 450 colaboradores, em cuja formação investe continuadamente. No âmbito da sua política de captação de novos quadros e de ligação ao meio envolvente, assinou protocolos de parceria com o Instituto Superior de Engenharia de Coimbra (ISEC), a Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (FEUC) e a Associação Para a Extensão Universitária (APEU-FEUC), com vista a desenvolver uma cultura de cooperação, aberta à partilha de conhecimento e aprendizagem num contexto empresarial.

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Alojamento Local: LovelyStay espera resultados de 7 M€ e 13 mil reservas para este Verão

O objetivo, até o final do ano, é ultrapassar os 18 milhões de euros de rentabilidade bruta

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A LovelyStay, empresa especialista no mercado de alojamento local no País, estima um crescimento, nos meses de Junho, Julho e Agosto, em mais de 250% (face ao período homólogo), o que se traduz numa receita bruta em reservas superior a 7 milhões de euros.

Só em Abril deste ano, a LovelyStay teve uma receita bruta de mais de 1,3 milhões de euros em reservas, um resultado diferenciador para um período pré-época alta. Desta forma, a empresa termina os primeiros quatro meses do ano com uma rentabilidade, para os seus proprietários, de mais de três milhões e 180 mil euros, um aumento significativo quando comparado com os anos anteriores, já que em 2021 teve uma facturação de mais de 585 mil euros e, em 2020, de mais de 657 mil euros.

“Quando iniciámos a nossa actividade, entrámos num mercado que já se encontrava em crescimento e resolvemos por isso profissionalizar a oferta de serviços de gestão de forma a trazer as melhores experiências aos hóspedes e, claro, uma maior rentabilidade aos nossos clientes. Hoje, dispomos de um serviço premium que ajuda os proprietários de alojamento local desde o início, ou seja, desde o processo de decoração do imóvel, a estratégias de preços assim como todos os aspetos diários inerentes à gestão completa da sua propriedade”, afirma William Tonnard, CEO da LovelyStay.

Para 2022, já considerado um dos melhores anos para o turismo em Portugal, a expectativa é que a LovelyStay continue a faturar pelo menos 30% acima da concorrência. A expectativa da empresa é de fechar o ano com uma rentabilidade bruta, ao nível de reservas para os seus proprietários, de mais de 18 milhões de euros.

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OBO Bettermann Portugal recebe prémio “Fornecedor do ano” pela AGEFE

Recebido pelo segundo ano consecutivo, este prémio visa distinguir as empresas fornecedoras que, na perspectiva dos distribuidores, introduzem mais valor na sua relação com a distribuição

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A OBO Bettermann Portugal recebeu a distinção de “Fornecedor do Ano” pela Associação Empresarial dos Setores Eléctrico, Electrodoméstico, Fotográfico e Electrónico (AGEFE), pelo segundo ano consecutivo. Este prémio visa distinguir as empresas fornecedoras que, na perspectiva dos distribuidores, introduzem mais valor na sua relação com a distribuição.

Ainda enquadrado na 8ª edição dos prémios da AGEFE a OBO Bettermann foi, também, pelo segundo ano consecutivo a empresa vencedora na categoria de “Material de Instalação”.

De acordo com a OBO Bettermann, este reconhecimento surge “no seguimento da estratégia de proximidade e de serviço de excelência que a empresa tem tido junto dos seus clientes e parceiros e que contou com a votação dos nossos clientes, o que vem confirmar que continuamos no caminho certo”, refere Pedro Faria, director geral da OBO Bettermann Portugal.

Depois de dois anos muito difíceis, em 2020 e 2021, em que também os desafios foram adicionais, a empresa tomou diversas medidas adicionais para reforçar a qualidade do serviço e apoio ao mercado português durante este período, nomeadamente “continuar o foco na entrega de um serviço de excelência disponibilizando um stock diversificado, rapidez de entrega (em 24h), e um apoio técnico e comercial próximo e colaborativo”.

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Sonae Arauco vence Green Product Award 2022

O prémio internacional reconhece o compromisso da empresa com o desenvolvimento sustentável. A utilização de madeira reciclada em algumas gamas de produto já excede os 65%. Concorreram a esta edição mais de 1500 participantes, de 54 países

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A gama de produtos decorativos Innovus MFC, da Sonae Arauco, venceu o Green Product Award 2022, na categoria Interior & Estilo de Vida. O prémio internacional na área do design sustentável distingue, anualmente, produtos e serviços inovadores que já se estabeleceram no mercado.

Innovus MFC é um painel decorativo em aglomerado de partículas de madeira, revestido com uma superfície melamínica para aplicações interiores. O produto destaca-se pelas suas propriedades antibacterianas e resistência a manchas e riscos. A gama contempla ainda soluções com características adicionais de desempenho, tais como resistência melhorada ao fogo (FR) ou resistência adicional à humidade (MR). Com a incorporação de madeira reciclada e a superfície de alta tecnologia, Innovus MFC conjuga componentes estéticas, performance técnica e sustentabilidade ambiental.

Segundo Nils Bader, fundador do Green Product Award e diretor do Green Future Club: “O vencedor Innovus MFC prova que a sustentabilidade, o design e a inovação podem combinar na perfeição com um estilo de vida e um futuro mais ecológicos”. Por sua vez, João Berger, Chief Marketing & Sales Officer da Sonae Arauco, sustenta que “é com orgulho e com o sentimento de trabalho bem feito que recebemos este Green Product Award, um reconhecimento importante do mercado sobre a forma como a nossa principal colecção endereça o desafio das alterações climáticas”. Para este respnsável, “no futuro, esta é a tendência que vai afectar mais o negócio e, no caso da Sonae Arauco, estamos bem posicionados. Entregamos ao mercado soluções à base de madeira, que retêm dióxido de carbono, e fazemo-lo através de uma coleção de excelência”, afirma.

Valorização da madeira como matéria-prima natural, reutilizável e reciclável
A economia circular é um dos pilares do modelo de negócio da Sonae Arauco. A madeira utilizada nos produtos provém de fontes sustentáveis, certificadas ou controladas, sendo continuamente incorporada no processo industrial, e tem uma notável capacidade de armazenar CO2.

Em 2021, com os produtos que colocou no mercado, a empresa foi responsável pela retenção de cerca de 3,5 milhões de toneladas de CO2. Recentemente, a Sonae Arauco subscreveu o primeiro financiamento ligado ao seu desempenho de sustentabilidade e compromete-se, até 2026, a aumentar em 19% o volume de madeira reciclada incorporada nos seus produtos e estabelece ainda como meta a diminuição dos acidentes de trabalho com baixa médica.

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Hipoges com crescimento de 35% em 2021

2021 foi um ano de forte crescimento para a empresa de asset management, que atingiu os 5.000 milhões de euros em activos sob gestão. 2021 foi ainda um ano de expansão, que levou a empresa a deixar cair a “Iberia” do nome para abraçar o mercado italiano

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A Hipoges, empresa de asset management, voltou a realizar o seu evento anual interno Town Hall. O evento online e transmitido em streaming ficou marcado pelos números do grupo em 2021. No ano transacto o grupo atingiu os 5.000 milhões de euros em activos sob gestão e registou um crescimento na ordem dos 35%.

O servicer conseguiu 13 novos clientes, presta actualmente serviços corporativos a mais de 50 empresas e reforçou a sua equipa que já conta com mais de 1.000 colaboradores divididos pelos quatro países onde opera – Portugal, Espanha, Grécia e Itália.

O evento ficou ainda marcado pelo anúncio de novas metas para 2022. Para este ano o grupo propõe-se a novos desafios com a aposta noutras linhas de negócio e a superar os objectivos alcançados em 2021.
Com destaque para a nova linha de negócio, Rentals Management, com 3.000 activos sob gestão e para a incorporação da Domus Residential Services, para a comercialização de promoções e activos complexos.

O ano de 2021, para o grupo, também ficou marcado pela incorporação da plataforma italiana Axis S.p.A e que permitiu ao servicer melhorar a oferta aos seus clientes. Esta contínua expansão europeia assinala também a transição da designação da empresa para unicamente Hipoges, deixando assim cair o Iberia.

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Velux apresenta gama de janelas zenitais na Casa Decor de Madrid

Gama inclui janelas zenitais com vidro curvo e plano que garantem até 52% mais de luz natural

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A Velux, especialista em janelas de telhados, apresenta dois novos modelos dentro da nova geração de janelas zenitais. O design minimalista tem 88% de área envidraçada graças ao vidro até às extremidades, que facilita a entrada de até mais 52% de luz natural. Estas inovações permitem mais visibilidade do exterior e garantem até 30% de melhorias no que toca à eficiência energética.

Apresentados formalmente na Casa Decor, em Madrid, os novos modelos de janela zenital de vidro curvo (0°-15°) e vidro plano (2°-15°) contam com uma estrutura elegante e um caixilho invisível que oferecem a máxima luz natural e um design bonito no interior da casa mesmo com uma cortina instalada.

Disponíveis em mais dimensões do que anteriormente, têm a opção de vidro duplo e triplo, isolamento EPS ThermoTechnology, unidades superiores de vidro temperado e uma elevada resistência a tentativas de roubo e condições atmosféricas adversas.

O modelo de vidro curvo inclui ainda a tecnologia CurveTech que permite que a água da chuva escorra facilmente para superfície mesmo em telhados com inclinação de 0°.

Segundo a empresa, a iluminação zenital é uma técnica utilizada na arquitectura que permite a entrada de luz natural num determinado espaço através de aberturas de diferentes dimensões no topo de uma divisão. A iluminação zenital pode ser utilizada por razões estéticas ou em situações em que exista escassez de janelas. Este tipo de iluminação tanto é recomendado para espaços de grandes dimensões como em divisões mais pequenas, como casas de banho, cozinhas ou corredores, quando há necessidade de criar pontos de luz natural. Entre as principais vantagens, destacam-se a uniformização da incidência de luz natural por toda a divisão, a sensação de amplitude em áreas reduzidas, uma solução para garantir a ventilação natural e a redução do consumo de energia eléctrica – dado que diminui a necessidade de utilização de luz artificial.

Uma janela já não é só uma janela, mas sim um elemento promotor de design, inovação e sustentabilidade dentro de portas. Com este princípio em mente, a marca tem apostado na componente tecnológica para contribuir para casas inteligentes, sendo que actualmente com a Velux App Control é possível controlar as janelas utilizando o smartphone ou controlo por voz, ou automatizar completamente o clima interior com o Velux Active with Netatmo (solução baseada em sensores que automatiza de forma inteligente a abertura, fecho e escurecimento das janelas de sótão Velux).

“Perguntam-nos se se trata de uma janela ou uma cúpula. A resposta é simples, é uma janela com cúpula. Na cozinha, sala ou quarto não se vê uma janela, vê-se o céu. Para conseguir este design, eliminámos elementos no exterior, ocultámos ao máximo a instalação dos acessórios e aumentámos a superfície envidraçada com o objectivo de permitir uma maior entrada de luz natural, ventilação e melhor vista. Além disso, ambos os modelos podem ser fixos ou com uma variante eléctrica, descartando a opção manual – sendo totalmente compatíveis com a nossa solução para casas inteligentes Velux Active”, comenta Almudena López de Rego, arquitecta e directora do escritório técnico da Velux.

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Porto avança com plano de investimentos no projecto Porto Solar até 2034

Edifício dos Correios, Teatro Rivoli, Teatro Campo Alegre e EB Montebelo são os imóveis que vão receber as UPAC. Proposta já foi submetida à Assembleia Municipal

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O Executivo da Câmara Municipal do Porto deliberou submeter à apreciação da Assembleia Municipal o plano de investimentos no projecto Porto Solar, que até 2034 prevê a instalação de sistemas de produção de energia fotovoltaica em mais quatro edifícios municipais.

Num futuro próximo, os imóveis – Edifício dos Correios, Teatro Rivoli, Teatro Campo Alegre e EB Montebelo – vão tornar-se mais “verdes”, com a instalação de unidades de produção em autoconsumo (UPAC), ou seja, sistemas de produção de energia fotovoltaica para consumo próprio nas respectivas instalações.

Este passo consta do plano de investimentos até 2034 no projecto Porto Solar, aprovado por unanimidade na reunião privada de Executivo desta segunda-feira, e que prevê um valor total superior a 361 mil euros para o período em análise. O documento foi submetido à Assembleia Municipal para a correspondente apreciação.

A proposta apresentada destaca que “a instalação de UPAC nesses edifícios permitirá, além da consunção dos referidos objectivos de neutralidade carbónica, diminuir a factura energética dos mesmos, recorrendo estes à produção para autoconsumo, em vez de aos distribuidores.”

“A criação de economias de escala potencia a obtenção de preços mais baixos”, acrescentava Filipe Araújo, notando que os procedimentos foram beber à experiência da empresa municipal Domus Social, que tem vindo a adotar uma política de eficiência energética no parque de habitação pública.

O procedimento para a aquisição das UPAC em questão enquadra-se num lote alargado que resulta da criação de um agrupamento de adjudicantes, após contactos promovidos com diversas entidades (designadamente, com os Municípios que integram a Área Metropolitana do Porto).

A fórmula adotada será a locação operacional, “numa perspetiva de eficácia, eficiência e economia da despesa pública”, indica Filipe Araújo, vice-presidente da Câmara do Porto. Esta opção permite “evitar a necessidade de investimento inicial; melhorar o controlo dos gastos; poupanças significativas ao nível dos encargos de manutenção (pessoal, reparações, substituição, entre outros); e garantir a continuidade da atividade em caso de avaria, através da disponibilização de equipas permanentes para assegurar a manutenção corretiva.”

A cidade do Porto tem-se posicionado na vanguarda da descarbonização, tendo sido recentemente incluída pela Comissão Europeia no grupo de 100 cidades europeias que vão liderar a neutralidade carbónica no Continente até 2030.

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Soluções Vicaima Wardrobe disponíveis em bibliotecas Archicad e Revit

A aposta reflecte o constante rigor da Vicaima em facultar a experiência mais adequada e avançada, com base numa metodologia revolucionária para os fluxos de trabalho da construção e arquitetura em todo o mundo

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A Vicaima, especialista no design e produção de soluções para portas, aros, roupeiros, painéis e peças de mobiliário, lança uma nova oferta de objectos BIM (Building Information Modeling) em Archicad e Revit para a sua gama de roupeiros.
As soluções Vicaima Wardrobe em BIM estão disponíveis em diferentes opções de configuração, englobando para já todos os roupeiros com portas de abrir da sua Linha Advanced.

Segundo a empresa, incorporam igualmente, e de forma integral, os modelos de portas das linhas Essential, Exclusive e Classic. Desta forma, a Vicaima estimula métodos colaborativos e intuitivos, potenciando através da partilha dos ficheiros BIM entre os profissionais do sector a sua visualização 3D bem como a leitura e gestão integral de toda sua a informação técnica, incluindo dimensões, modelos e revestimentos, entre outras características.

À disposição dos prescritores encontram-se todas as modulações, acessórios e revestimentos, quer para interiores, quer para portas, compatíveis com os softwares Archicad e Revit. Ao viabilizar a simulação e especificação de qualquer solução escolhida nos projectos digitais, a presente aposta reflecte o constante rigor da Vicaima em facultar a experiência mais adequada e avançada, com base numa metodologia revolucionária para os fluxos de trabalho da construção e arquitectura em todo o mundo.

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Jungheinrich inicia 2022 em linha com as expectativas

As entradas de encomendas, receitas e proveitos antes de encargos financeiros e impostos (EBIT) aumentaram face ao ano anterior

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A Jungheinrich anunciou que o desenvolvimento de negócios no primeiro trimestre do exercício de 2022 está em linha com as suas expectativas. Apesar dos desafios nas cadeias de abastecimento e dos estrangulamentos na oferta de materiais, as entradas de encomendas, receitas e proveitos antes de encargos financeiros e impostos (EBIT) aumentaram face ao ano anterior.

A guerra na Ucrânia, iniciada no final de Fevereiro, conduziu a elevados níveis de incerteza nas economias europeia e global, e, consequentemente, na actividade da Jungheinrich. Face a estas circunstâncias, a previsão do grupo alemão especialista em intralogística para 2022 permanece inalterada.

As encomendas recebidas aumentaram ligeiramente no primeiro trimestre para 1,33 mil milhões de euros e a receita subiu 10,7% para 1,06 mil milhões de euros. Este crescimento das receitas foi impulsionado, em particular, pela venda de equipamentos novos, aluguer de máquinas e serviço pós-venda. O EBIT atingiu os 77,9 milhões de euros e foi impactado por custos materiais e logísticos significativamente mais elevados. A rentabilidade das vendas do EBIT ascendeu a 7,3%. Até 31 de Março de 2022, o crédito líquido ascendeu a 95 milhões de euros, principalmente devido à acumulação de stocks.

Lars Brzoska, presidente do Conselho de Administração da Jungheinrich AG, afirma que “o início do novo exercício correu como esperado”. E explica: “Para além dos desafios em curso na cadeia de abastecimento e dos aumentos maciços dos custos logísticos e das matérias primas, a guerra Rússia-Ucrânia teve também um impacto negativo no primeiro trimestre. Apesar destas circunstâncias desafiantes, as encomendas recebidas, as receitas e o EBIT foram todos mais elevados do que no ano anterior. Até agora, a procura do mercado continua a ser positiva”.

Como parte da estratégia 2025+, a empresa encontra-se a implementar uma série de projectos e medidas, tais como a construção de uma nova fábrica em Chomutov, República Checa, a abertura da 41ª empresa de vendas da Jungheinrich na Nova Zelândia, e a introdução de várias inovações nos domínios da automação, digitalização e mobilidade eletrónica que serão apresentadas na feira de intralogística LogiMAT no final de Maio.

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