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Portugal Smart Cities Summit regressa, de 11 a 13 de Outubro

Organizado pela Fundação AIP o marketplace das cidades inteligentes está de regresso em Outubro com a inovação, transição energética, sustentabilidade, mobilidade e promoção das boas práticas na agenda

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O evento de referência, organizado pela Fundação AIP, irá reunir uma “alargada representação empresarial proveniente de diversas geografias, que promove sinergias entre o território, a indústria e o meio académico-científico, visando a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos”, adianta a Fundação AIP.

No “Portugal Smart Cities participam cidades inclusivas, que tem como objectivo a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos, dar a conhecer as suas valências e as suas boas práticas, numa perspectiva de atracção de investimento. Os Municípios encontram também na iniciativa as soluções tecnológicas mais avançadas para um desenvolvimento sustentável das suas cidades”.

O evento arranca com a “Cimeira dos Autarcas”, no dia 11, com vários painéis que abordarão diferentes soluções e inovações no domínio das Smart Cities que estão a ser implementadas nos territórios. No dia 12 de Outubro as sessões serão dedicadas à Transição energética e Sustentabilidade, à Cibersecurity, Saúde e Bem-Estar nas Smart Cities e à Smart Mobility. A 13 de Outubro os Resíduos, Ambiente e Sustentabilidade, Smart Cities Sharing & Inclusive Cities, dominarão as atenções.

O evento conta igualmente, na presente edição, com uma parceria estabelecida como a BaN Business as Nature e Casa Comum da Humanidade, que irão apresentar, nos dias 11 e 12, sessões sob os temas
“As Cidades pelo Património Comum e a Sociedade Civil pelo Património Comum “.
A exposição e as conferências destinam-se a autarcas, técnicos municipais, administradores, engenheiros, arquitectos, investidores, empreendedores, professores, investigadores, estudantes e público em geral.

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FEST realiza congresso em Lisboa e debate impacto da conjuntura actual

A ter lugar no Hotel Tivoli Avenida, em Lisboa, de 22 a 24 de Setembro, Johan Stevens, director geral da Sanitop e presidente da FEST, destaca “a oportunidade de encontro e partilha de conhecimento, ideias e experiências”

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A FEST – Federação Europeia de Comércio de Equipamentos Sanitários e Climatização, que representa associações de 15 países e que em Portugal é representada pela Associação de Comerciantes de Materiais de Construção (APCMC), vai realizar o congresso em Lisboa, no Hotel Tivoli Avenida, de 22 a 24 de Setembro.

Um encontro que surge num ano que está a ser positivo para o sector, mas que, no entanto, é penalizada pela maior dificuldade em garantir stock disponível, bem como o aumento dos custos nas suas empresas, que têm obviamente impacto para todos os distribuidores dos materiais de construção.

O congresso, com realização bianual, é organizado este ano em Portugal, país que preside à federação europeia.  Johan Stevens, director geral da Sanitop e presidente da FEST, destaca que uma das grandes vantagens do evento “é a oportunidade de encontro e partilha de conhecimento, ideias e experiências entre as pessoas de diferentes empresas do sector”.

O congresso terá momentos de interacção não só a nível profissional, como também social, tendo confirmada a presença de participantes provenientes de mais de 15 países europeus, que permitirá enriquecer o debate com diferentes perspectivas.

Johan Stevens destaca os tempos de incerteza em que vivemos devido à “grande volatilidade em consequência da pandemia, da guerra na Ucrânia, da digitalização e das alterações climáticas.  Estes factores e as suas consequências estão a ter um impacto muito grande na experiência do cliente”.

A abertura do evento cabe a Carlos Rosa, presidente da direcção da APCMC, à qual se segue a intervenção de Fernando Alexandre, doutorado em Economia pela Universidade de Londres, professor associado com Agregação da Universidade do Minho, vice-presidente do Conselho Económico e Social, consultor da Fundação Francisco Manuel dos Santos e anterior secretário de Estado Adjunto do ministro da Administração Interna no XIX Governo com o tema: “Que perspectivas para a economia portuguesa e para o sector da construção?”. Já Carlos Manuel Oliveira, professor convidado de Brand Management, do ISEG/UL e CEO da Marketingmania Consulting irá debruçar-se sobre “Os novos desafios para as empresas na era pós-digital”.

Destaque ainda para Jonas Brennwald que desde 2019 é CO-CEO e membro do Conselho de Administração da GROHE. O tema da sua intervenção é: “O Futuro da distribuição no sector dos sanitários”.

Quatro oradores internacionais vão, ainda, marcar presença nesta edição do FEST. Nancy Rademaker, especialista em transformação digital, inteligência artificial e foco no cliente, David Moody, consultor britânico em empresas do sector, Pascal Coppens, especialista em inovação, nomeadamente no mercado da China, assim como Miguel Munoz, professor de Empreendedorismo e Inovação, com várias empresas lançadas e uma vasta experiência em diferentes mercados, tais como Portugal, Espanha, EUA e México, estão já confirmados

O encontro da APCMC termina com a visita ao novo Showroom da Grohe – Lisbon Experience Center, no Prata Riverside Village, em Lisboa.

A FEST representa mais de 800 empresas europeias, com um total de mais de 112 mil colaboradores e um volume total de negócio de mais de 40 mil milhões de euros.

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Metro de Lisboa reforça mobilidade sustentável e redução de consumos

Neste sentido, prevê, em 2024, colocar em serviço uma central fotovoltaica no Parque de Material e Oficinas das Calvanas, com capacidade para produzir 2 MW de energia por ano, o que irá permitir reduzir a dependência dos fornecedores de energia em 5%

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No âmbito do serviço público de transporte que Metropolitano de Lisboa presta aos seus clientes, a empresa tem vindo a implementar uma série de medidas e projectos que visam a redução progressiva dos consumos de água, energia e emissões de CO2, bem como uma gestão racional desses mesmos recursos.

Neste sentido, o Metro de Lisboa prevê, em 2024, colocar em serviço uma central fotovoltaica no Parque de Material e Oficinas das Calvanas, com capacidade para produzir 2 MW de energia por ano, uma medida que permitirá reduzir a dependência dos fornecedores de energia em 5%.

Além disso, encontra-se em curso um plano de alteração e substituição da iluminação existente nas estações por tecnologia LED, cujo baixo consumo, durabilidade e período de vida útil permite reduzir o consumo

No final de 2021, comparativamente com o ano de referência 2010, o Metropolitano de Lisboa tinha já reduzido em 22% o consumo de eletricidade; menos 39% no consumo de gás; uma redução de 49% no consumo de água; menos 69% em emissão de CO2 e, também, menos 69% no consumo de papel. Internamente, foi ainda erradicado o uso de plástico de uso único nos refeitórios e bares, além de terem alcançado a Certificação do Sistema de Gestão Ambiental pela norma 14001:2015.

Adicionalmente, o Metro tem vindo a desenvolver um conjunto de práticas sustentáveis através da implementação do Plano Integrado de Sustentabilidade Ambiental – PISA 2030, onde consolida a sua contribuição para a descarbonização da economia e para a melhoria da mobilidade em toda a Área Metropolitana de Lisboa, com efeitos na redução do congestionamento e na sinistralidade, e no aumento da qualidade de vida, onde se insere o Plano de Expansão do Metropolitano de Lisboa.

Segundo, a empresa “a linha circular reorganizará a mobilidade metropolitana com um efectivo aumento do número de utilizadores do transporte público e uma diminuição de utilização de transporte individual”, com ganhos ambientais significativos. Com um impacto estimado da procura, no primeiro ano, de 9 milhões de novos passageiros na linha Circular e de 5,3% em toda a rede, este novo anel no centro da cidade vai retirar da superfície 2,6 milhões de veículos de transporte individual por ano e reduzir 4,2 toneladas de CO2.

O prolongamento da linha Vermelha entre São Sebastião a Alcântara contribuirá com um acréscimo de 11 milhões de passageiros à rede do Metropolitano de Lisboa e uma redução de 3,7 mil viaturas individuais a circular diariamente na cidade. Esta nova extensão permitirá, ainda, uma redução de 6,2 mil toneladas de CO2 no primeiro ano de operação.

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Associação Empresarial de Paços de Ferreira junta-se à Cleanwatts para instalar CER

AEPF e Cleanwatts instalam primeira Comunidade de Energia Renovável em Paços de Ferreira
Instalação dos painéis fotovoltaicos já arrancou e, numa primeira fase, estes serão para autoconsumo

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A Associação Empresarial de Paços de Ferreira (AEPF) juntou-se à Cleanwatts, numa parceria que permitirá a instalação da primeira Comunidade de Energia Renovável (CER) em Paços de Ferreira, “potenciando a competitividade das empresas, a valorização económica e a atractividade do território”.

Será a partir da AEPF que Paços de Ferreira verá nascer a sua primeira CER, sendo que no futuro outras comunidades possam surgir, com o intuito de se conseguir um sistema energético mais sustentável no nosso concelho, com soluções de produção e gestão de energia, a partir de fontes renováveis (nomeadamente energia solar).

As obras de instalação dos painéis fotovoltaicos nas instalações da AEPF já iniciaram. Numa primeira fase estes serão para autoconsumo e, mais tarde, será possível partilhar a energia produzida com a comunidade, medida que  aguarda aprovação pela Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG).

As CER’s têm como principal objectivo a produção de energia local, limpa e descarbonizada, através da instalação de centrais de produção de energia fotovoltaica e integrando diversos membros, como entidades locais, empresas, juntas de freguesia, IPSS, municípios, coletividades e cidadãos, incluindo famílias economicamente vulneráveis, que usufruem de energia mais barata.

Entre as vantagens da adesão à Comunidade estão a diminuição dos custos energéticos em cerca de 30%, a redução da pegada ecológica das comunidades, uma maior eficiência das fontes energéticas e uma melhoria da qualidade de vida.

Para o presidente da AEPF, Samuel Santiago, “as preocupações ambientais têm feito parte da agenda pública e mediática, sendo que o cumprimento dos objetivos singrados no Acordo de Paris, que visa alcançar a descarbonização das economias mundiais, é também uma responsabilidade das nossas empresas”. Desta forma, “a aposta em mecanismos e ferramentas que permitam ao setor industrial contribuir para alcançar estas metas serão parte da estratégia da AEPF, que além das responsabilidades socioeconómicas, assume também responsabilidades ambientais”. Promover a descarbonização da economia, reduzir a pegada ecológica e a fatura energética e promover a partilha de recursos entre os membros da comunidade são os principais objetivos da criação destas comunidades de energia.

“Esta parceria faz todo o sentido, uma vez que a AEPF representa agentes económicos das mais diversas áreas, do mobiliário ao têxtil, passando pelo comércio e pela metalomecânica e a Cleanwatts dispõe dos meios necessários ao processo de implementação de CERs, desde a criação ao dimensionamento, passando pelo capital financeiro, os recursos humanos, a implementação da infraestrutura e a operacionalização e gestão de energia”, explica o presidente da Cleanwatts, Basílio Simões, acrescentando que “tendo em conta as pontes que é possível fazer entre as duas entidades, acreditamos que esta será uma parceria de sucesso para todos”.

Para Samuel Santiago, presidente da AEPF, “a implementação de CERs na nossa região permitirá concretizar as metas relativas ao uso de fontes de energia renováveis e de redução de emissões de gases com efeito de estufa”.

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OTIIMA marca presença na Batimat

Sob o mote Un_Wrapped, o sistema de caixilharia totalmente integrada nos materiais de construção e dotado com motorizações sincronizadas, o stand da OTIIMA presta homenagem “a todos os génios inovadores no design, arquitetura e artes”

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Sob o mote Un_Wrapped, a OTIIMA marca presença na Batimat, que se realiza, em Paris, de 3 a 6 de Outubro, com um stand que presta homenagem “a todos os génios inovadores no design, arquitectura e artes”.

“Visível e autêntica em toda a sua estrutura, semelhante a um mecanismo de um relógio icónico e sofisticado, cada visitante terá a oportunidade de observar não só as linhas estéticas e a impecável funcionalidade dos seus sistemas, mas para os mais atentos, terão também a oportunidade de olhar para as horas, para a dedicação e a paixão de cada profissional, cada ideia e esboço dos designers e engenheiros da marca”, ressalva a empresa.

Un_Wrapped apresenta-se aos visitantes com o sistema Fusion 1.0, cuja tecnologia inovadora permite integrar totalmente o sistema de caixilharia nos materiais de construção e dotá-lo de motorizações sincronizadas, apresentando “a perfeita da ligação sem limites entre interior e exterior”.

“A conjugação dos componentes incorporados, perfis, poliamidas reforçadas e vidro proporcionam um excelente desempenho térmico e estrutural. É um sistema inovador e único no mercado, completamente integrado nos quatro lados do caixilho, permitindo a fusão perfeita e uma ligação sublime entre os espaços interiores e exteriores”, acrescenta.

O trabalho artesanal envolvido, além de criar um desenho intemporal e um desempenho excecional, permite diferentes velocidades, usando apenas uma fonte de movimento, e garante a harmonia e sincronização durante o momento de abertura e fecho, como os ponteiros de um relógio.

Além disso, a OTIIMA Fusion incorpora um sistema de drenagem capaz de responder às necessidades, mesmo em situações extremas adversas. Este sistema alcançou excelentes resultados em testes de estanquidade, com uma classe e1650, (7 classes acima da classe 9a) de acordo com en 12208 + iso en 1027.

A missão da OTIIMA “é ser referência global em sistemas de caixilharia minimalistas, interligando arquitectos, construtores e engenheiros”. Actualmente, a empresa integra clientes em mais de 70 países e realizou projectos em mais de 40.

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Porcelanosa abre quarta loja em Portugal

O novo espaço localizado em Loulé teve um investimento de cerca de 350 mil euros e espera facturar em 2023 mais de 2 M€

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Loulé recebe a quarta loja da Porcelanosa em Portugal. Esta nova área de exposição da marca espanhola tem 242 metros quadrados (m2), num investimento de 350 mil euros que criou, para já, cinco postos de trabalho, com previsão de aumento de equipa no futuro. Direccionada quer para o público final quer para os profissionais, a Porcelanosa espera facturar, com este espaço, em 2023 quase 2,5 milhões de euros.

Promover o consumo responsável dos recursos naturais e a economia circular, fomentar o diálogo com o cliente através de aconselhamento personalizado e acompanhamento exaustivo de cada projecto, são os três eixos que a Porcelanosa está a implementar nas lojas que tem por todo o mundo.

Em Loulé, o espaço está dividido em dois pisos, distribuídos por quatro espaços: zona de ambientes lifestyle que recria uma casa com acabamentos Porcelanosa; uma área técnica com uma ceramoteca focada para profissionais; uma secção dedicada a projectos de cozinhas na qual se presta aconselhamento a arquitectos, designers de interiores e particulares na concepção destas divisões e de uma zona de águas.

“A abertura da loja era um objectivo que tínhamos desde a instalação do escritório em Loulé, em 2019. Sentimos a necessidade de ter um local próprio para poder receber os nossos clientes e dar o atendimento personalizado que nos caracteriza como marca. Esta loja é um passo importante na expansão da marca no Algarve e estamos a estudar novos locais, nomeadamente na zona de Lagos”, adianta Hugo Teixeira, responsável pela marca em Lisboa e no Algarve.

A nova loja da Porcelanosa no Algarve insere-se num plano de acção empresarial implementada pela multinacional espanhola no início de 2022, com o modelo de showroom mais orientado para os negócios locais, em espaços centrais e acessíveis, nas grandes cidades, promovendo uma relação mais direta com os profissionais do sector. Estas mudanças permitem que as lojas reúnam as principais colecções das sete empresas do Grupo e as inúmeras possibilidades de produtos para a construção residencial, hoteleira, pública e comercial, visando facilitar, ainda mais, o trabalho dos estúdios de arquitetura, design de interiores e do consumidor final.

“Temos uma expectativa elevada para este espaço. O cliente particular do Algarve caracteriza-se por um cliente estrangeiro que conhece e reconhece o valor da marca, o que é uma mais valia também para os profissionais que querem associar-se a uma marca que é referência no mercado, como sendo de qualidade e que presta um serviço diferenciado em todas as fases do processo de construção, seja uma moradia, empreendimento ou hotel”, continua Hugo Teixeira.

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CIN lança gama renovada Durocin

A CIN reformulou a sua gama de vernizes Durocin que são, agora, mais amigos do ambiente e inovadores, conferindo-lhes características de flexibilidade, dureza e grande resistência à abrasão

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Durocin é a gama de vernizes de alta qualidade e concebida com resinas de última geração para a protecção e decoração de soalhos em madeira.

A madeira, sendo um material natural, exige cuidado e maior ou menor manutenção, dependendo essencialmente do desgaste a que está exposto, nomeadamente no que se refere ao tráfego. Criada a pensar em profissionais, prescritores e particulares, a gama DUROCIN foi concebida para, em articulação entre todos os produtos, revelar o melhor da madeira. “É por isso crucial ter em conta as características dos vernizes a aplicar, tanto ao nível da resistência química e da resistência à abrasão, como ao nível do brilho”, refere a CIN.

Os produtos Durocin estão disponíveis numa base aquosa, distinguindo-se pelo seu baixo odor e por dispensarem o uso de diluentes, tornando a aplicação mais fácil, sem alterar o aspecto natural da madeira. Estas características são especialmente vantajosas no caso de envernizamento de espaços de habitação, uma vez que permitem uma reocupação mais rápida.

Também existem produtos DUROCIN de base solvente, os quais se destacam pela sua resistência à abrasão, ao desgaste de tráfego, aos detergentes e agentes químicos domésticos. Estes produtos protegem a superfície da madeira e realçam a sua aparência.

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eLINE é o resultado da aposta da OLI na IoT

A eLINE é a nova placa de descarga da OLI equipada com um sensor de infravermelhos inteligente, ligação Bluetooth e APP, para uma maior eficiência dos recursos e mais inclusão

Seguramente que para uma larga faixa da população a Internet of Things ou IoT é algo que ainda remete para o futuro. Mas esta percepção não podia estar mais errada. O futuro é hoje e cada vez mais empresas estão a dirigir a sua investigação e desenvolvimento para esta nova área. Entre estas está a OLI. A produtora de autoclismos portuguesa acabou de lançar no mercado a eLINE, uma nova placa electrónica que possibilita a activação da descarga de água do autoclismo sem contacto.
“A evolução tecnológica e a aposta constante na inovação leva-nos a desenvolver produtos diferenciadores como a eLINE. Pela primeira vez, lançámos para o mercado uma placa de comando inteligente e com sensores infravermelhos, dotada de tecnologia e preparada para ser integrada em novos produtos que possam surgir no futuro”, explica António Ricardo Oliveira, administrador da OLI.

A eLINE foi desenvolvida no Centro de Investigação e Desenvolvimento da OLI, em Aveiro, é o resultado do encontro da tecnologia e do design minimalista, a que a empresa já nos habituou. Fabricada em aço inoxidável, as suas linhas simples escondem a avançada tecnologia.

“Esta é uma placa electrónica com tecnologia de dupla descarga que é accionada através de um sensor infravermelho que vai detectar o utilizador na casa de banho e vai consequentemente adaptar o volume de descarga de água a efectuar pelo autoclismo”, começa por descrever António Ricardo Oliveira.

Alimentada por uma fonte de alimentação AC, a eLINE permite ainda a configuração via app de uma descarga higiénica possível de alterar entre 3h, 6h, 12h, 24h, 48h e 72h.
A eLINE está disponível em duas versões – Standard e Rádio -, que trazem novas funcionalidades à casa de banho, como a personalização das opções de higiene através do smartphone e a descarga remota através de um comando. A versão Standard, com ligação bluetooth, integra uma aplicação móvel, disponível em iOS e Android, que permite alterar as configurações padrão do sistema, nomeadamente ao nível da calibração do motor, do perfil do utilizador, da monitorização da descarga, entre outros ajustes. A versão Rádio, para além das funcionalidades asseguradas pela ligação bluetooth, permite uma activação remota, através de um comando específico. Na versão Bluetooth e via app é possível também efetuar a calibração do motor bem como registar e monitorizar as descargas estatisticamente.

São estas as características que a diferenciam e que a tornam “adequada para espaços públicos como restaurantes, hotéis, estádios, centros comerciais ou até mesmo lares e centros sociais onde a presença de público com mobilidade reduzida é frequente”, especifica o administrador da OLI.

A OLI integra o “top 10” das empresas portuguesas que mais patenteiam na Europa, dispondo actualmente de 38 patentes activas.

“Prevemos em breve lançar mais algumas novidades, onde a IoT estará certamente presente e para a OLI, 2023 será um ano promissor no que a novos produtos diz respeito. Iremos novamente estar presentes num dos maiores certames internacionais do setor sanitário, a ISH que decorrerá em Frankfurt, em Março, e este será o palco escolhido para divulgarmos algumas delas”, avança António Ricardo Oliveira.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Parque logístico do Grupo Garland cresce 61% em 2022

Centro Logístico de Valadares está concluído e a funcionar há mais de um mês. Garland Logistics espera crescimento do volume de negócios na ordem dos 40% este ano

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O Grupo Garland tem vindo a aumentar o seu parque logístico em resposta ao boom do e-commerce e ao aumento da procura por serviços logísticos de outsourcing, que a actual crise veio ainda aprofundar. A Garland Logistics – empresa do Grupo, dedicada a esta área – passou este ano de um parque com 91.500 m2 para um com 148.000 m2, distribuídos por centros logísticos em Cascais (7.000 m2), Aveiro (35.500 m2), Vila Nova de Gaia (85.500m2) e Maia (14.000 m2). Em curso está também a expansão no centro-sul do país, contando a Garland anunciar novidades até ao final de 2022

Para este ano, “perspectiva-se um crescimento significativo do negócio, na ordem dos 40%, fruto desta expansão bem-sucedida da capacidade da armazenagem e da correspondente angariação de clientes. É sem dúvida um ano importante de afirmação da Garland Logistics no mercado nacional da logística, onde detém um dos maiores parques logísticos e é inequivocamente uma das principais referências”, partilha Ricardo Sousa Costa, membro do conselho de administração do Grupo Garland e CEO da Garland Logistics.

Centro Logístico de Valadares: ocupação a 50% em 30 dias

A funcionar há cerca de um mês, está o Centro Logístico de Valadares, o terceiro armazém da empresa em Vila Nova de Gaia. Com 38.000 m2 de área de construção, é o maior, o mais recente e moderno centro logístico da Garland Logistics. O mês de Agosto foi dedicado ao enchimento inicial das instalações, “realizado num ritmo dedicado de elevada intensidade, mobilizando meios relevantes, numa cadência que envolve o recurso a mais de 70 camiões por dia.

“No primeiro mês de actividade, já foram recepcionadas cerca de 50.000 paletes, representando 50% da capacidade do centro”, continua o responsável, segundo o qual as operações requereram a contratação directa de 40 pessoas, ou seja, de 40% da necessidade futura prevista. Recorde-se que deverão ser admitidos 100 colaboradores fixos, mas os postos de trabalho indirectos deverão ascender a 200.

Segundo Ricardo Sousa Costa, “a abertura do Centro Logístico de Valadares assenta numa lógica de consolidação de stocks para assegurar uma maior disponibilidade aos clientes e fornecedores, minimizando os movimentos e os lead time associados na cadeia de abastecimento nacional dos mesmos”.

Representando um investimento de 30 milhões de euros, o Centro Logístico de Valadares, que está implementado num terreno com cerca de 100.000 m2, junto ao nó de Arcozelo, entre a A44 e a A29, incorpora as mais avançadas tecnologias de segurança, nomeadamente um modelo de sprinklagem FM approved, um sistema completo de detecção e combate de incêndios, desenfumagem, CCTV, controlo de acessos e intrusão, e bacias de retenção, o que “garante à Garland uma posição de liderança na oferta logística ao mercado nacional”.

A construção do edifício obedeceu a todas as boas práticas de inovação e sustentabilidade ambiental e energética, fazendo deste um empreendimento logístico de última geração. Com o objectivo de se tornar um dos primeiros centros logísticos em Portugal com certificação internacional BREEAM New Construction, o projecto seguiu um plano extremamente exigente, com validações rigorosas de vários intervenientes, incluindo as mais apertadas exigências de segurança e de sustentabilidade ambiental. Assim, o piso é de alta planimetria, permitindo uma circulação optimizada e segura dos equipamentos de movimentação, há 44 cais desnivelados de vários tipos, incluindo telescópicos de forma a permitir a adaptação a qualquer tipo de veículos; iluminação LED em linhas programáveis com sensores de presença, possibilitando uma optimização total dos consumos de electricidade, acrescida de uma grande preocupação em maximizar a iluminação zenital; painéis fotovoltaicos para autoconsumo e postos de carregamento para viaturas eléctricas.

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Zehnder Group reforça crescimento com estratégia de aquisições

A multinacional suíça, que em 2021 teve um volume de negócios de 700 milhões de euros a nível mundial, encontra-se numa fase de forte expansão a qual foi agora reforçada com a aquisição de três empresas no sector da ventilação de alta eficiência

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(na imagem: da esquerda para a direita, Josep Castellà e Gaizka Pérez, Diretor Geral e Diretor Comercial da Zehnder Group para Espanha e Portugal, respectivamente.)

A multinacional suíça, que em 2021 teve um volume de negócios de 700 milhões de euros a nível mundial, encontra-se numa fase de forte expansão a qual foi agora reforçada com a aquisição de três empresas no sector da ventilação de alta eficiência: a francesa Caladair, a Airia Brands Inc, do Canadá, e a Filtech, com sede nos Países Baixos.

A Zehnder adquiriu uma participação maioritária de 75% na empresa francesa de ventilação Caladair, com o objectivo de expandir a sua carteira de produtos de ventilação para incluir grandes unidades para edifícios comerciais e habitações multifamiliares, um sector estrategicamente importante.

Por sua vez a Airia Brands Inc (Airia), Canadá, desenvolve, fabrica e distribui sistemas de ventilação de recuperação de calor há mais de 35 anos. Os seus produtos são comercializados tanto no Canadá como nos Estados Unidos da América, mercados estratégicos para a Zehnder. “Zehnder Group e Airia, é a combinação perfeita. A marca Lifebreath representa soluções de ar condicionado saudáveis, energeticamente eficientes e amigas do ambiente, tal como a marca Zehnder. Com a aquisição da Airia, expandimos significativamente a nossa posição de mercado na América do Norte, e crescemos ainda mais no futuro”, justifica Matthias Huenerwadel, CEO do Zehnder Group.

Já a aquisição da Filtech, com sede nos Países Baixos, empresa que se dedica ao desenvolvimento e fabrico de filtros de ar, é justificada pelo contributo que irá dar à componente da alta qualidade do ar interior.

Com estas três aquisições, o grupo suíço dá um passo estratégico para impulsionar o crescimento no sector da ventilação e reforçar os seus conhecimentos tecnológicos.

Em Espanha, o crescimento no sector residencial de ventilação de alta eficiência começou no final de 2020 com a incorporação de Josep Castellà, director do negócio da ventilação desde 2011, como novo diretor-geral para Espanha e Portugal.

“Nos últimos dois anos tivemos de enfrentar muitos desafios: uma pandemia global, escassez de materiais, aumentos significativos dos custos, etc. Mas pertencemos a um grupo sólido e temos uma equipa empenhada, o que nos tem permitido investir e crescer significativamente. O nosso objectivo a curto prazo é duplicar o volume do nosso negócio”, explica Josep Castellà.

Estes objectivos de crescimento concretizaram-se com a abertura de novos escritórios no Paseo de la Castellana em Madrid e a incorporação de Gaizka Pérez como director comercial. “A partir da capital, trabalhamos no desenvolvimento da nossa estratégia de crescimento nacional, posicionando a Zehnder como um fornecedor líder de soluções de ventilação de alta eficiência e um clima interior saudável para os principais promotores e empresas de construção do país. Além disso, queremos estabelecer a marca como líder e referência no mercado de radiadores de alta qualidade”, sublinhou o responsável.

O desenvolvimento da marca em 2022 culminará com a abertura de uma nova sede no centro de Sabadell, em Barcelona, com quase mil metros quadrados, que incluirá vários espaços de trabalho, um centro de formação avançada e um espaço de experiência do cliente.

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La Redoute inaugura nova loja outlet com artigos Casa e Moda

O novo espaço situa-se num moderno edifício polivalente com cerca de 3.000m2, e para além da loja, conta com zonas de montagem e de armazenamento de artigos. Localiza-se numa zona privilegiada e de grande acessibilidade, junto ao IC2, entre Leiria e Batalha

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Face ao crescimento acentuado do segmento Casa La Redoute (que representa actualmente 65% do negócio), a marca teve necessidade de procurar um espaço que reunisse as condições ideais para um conceito outlet de grande dimensão. Por isso, decidiu apostar na abertura de um novo estabelecimento, construído de raiz, onde o consumidor poderá encontrar, sobretudo, artigos de mobiliário, decoração e têxtil-lar das marcas AM.PM e La Redoute Intérieurs, mas também peças de vestuário La Redoute Collections e de outras marcas distribuídas pela La Redoute.

“A afirmação da marca nas categorias de mobiliário e decoração tem vindo a gerar um maior fluxo de mercadoria de média e grande dimensão que origina, naturalmente, a necessidade de maiores espaços de armazenamento. Por outro lado, e seguindo a nossa política de sustentabilidade e otimização de recursos, é necessário dar uma resposta adequada a todas as situações de trocas, devoluções ou gestão de artigos danificados e excedentes, que no caso da decoração e mobiliário implica um redireccionamento para a loja OUTLET. A idealização e concretização do espaço que agora abrimos é o culminar de um caminho construído nos últimos anos”, justifica Paulo Pinto, CEO da La Redoute em Portugal.

A nova loja, que dispõe de mais de 50 lugares de estacionamento, apresenta na sua área de exposição artigos das mais diversas tipologias: mobiliário para diferentes ambientes (sala, quarto, hall, cozinha, jardim, etc.), tapetes, propostas de iluminação, sofás, cadeiras, colchões e artigos têxteis (roupa de cama, cortinados, atoalhados), e claro, artigos de vestuário.

Além da loja outlet, a La Redoute conta com mais um ponto físico de venda em Portugal: a pop up store em Lisboa (Avenidas Novas), que abriu em outubro de 2020.

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