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Consórcio liderado pela Mota-Engil deve assinar em breve o contrato de concessão para o corredor ferroviário de Lobito

A construtora prevê-se que o Corredor de Lobito possa tornar-se o terceiro corredor mais importante na SADC até 2050

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A escolha do consórcio da Mota-Engil já tinha sido noticiada por alguns jornais em Portugal mas só esta semana a empresa confirmou às redacções. Na nota enviada a construtora confirma adjudicação da concessão de serviços ferroviários e apoio logístico para o corredor de Lobito, uma rota fundamental para a ligação das minas na República Democrática do Congo (RDC) ao porto de Lobito em Angola e aos mercados internacionais. A concessão de 30 anos, com a possibilidade de uma extensão de 20 anos, foi adjudicada ao consórcio que inclui, para além da Mota-Engil Engenharia e Construção África, a Trafigura, “uma líder mundial na indústria global de commodities”, e a Vecturis, “uma operadora ferroviária independente”.

Com a dinâmica crescente no transporte de minerais e outros materiais nos próximos anos e a maior competitividade do sistema ferroviário, prevê-se que o Corredor de Lobito possa tornar-se o 3.º corredor mais importante na SADC até 2050.

O consórcio será responsável pela exploração, gestão e manutenção da infraestrutura rodoviária para transporte de mercadorias, minerais, líquidos e gases para o corredor que liga o porto de Lobito a Luau, no leste de Angola, próximo da fronteira com a RDC. Como parte do contrato de concessão, o consórcio comprometeu-se a investir um capital considerável na melhoria da infraestrutura ferroviária para melhorar a capacidade e segurança do corredor, bem como investir significativamente em material circulante para operações de transporte de mercadorias.

O cobre, cobalto e outros materiais são actualmente exportados da RDC pelo leste, via Dar es Salaam na Tanzânia, via Beira em Moçambique, ou pelo Sul, via Durban na África do Sul, uma viagem que demora várias semanas ou mais. Uma vez que os volumes de exportação da RDC aumentaram devido à procura dos minerais necessários para a transição energética, as estradas tornaram-se mais congestionadas e os atrasos na fronteira tornaram-se mais prolongados. Este novo corredor de exportação utiliza infraestruturas ferroviárias nacionais existentes, retira camiões das estradas e oferece redução de custos e tempo consideráveis para as empresas mineiras da fileira do Cobre exportarem para os mercados internacionais.

A Trafigura e a Mota-Engil detêm, cada uma, 49,5% do consórcio, sendo os restantes 1% detidos pela Vecturis. O contrato de concessão deverá ser assinado nas próximas semanas.

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INSURE.hub debate Inovação, Sustentabilidade e Regeneração
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Programa nacional de habitação vai ter investimento de 2.377 M€ até 2026

O Governo aprovou em Conselho de Ministros a proposta de lei que prevê o Programa Nacional de Habitação. O PNH tem um horizonte temporal até 2026, uma dotação de 2.377 milhões de euros e contempla 22 medidas

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O Conselho de Ministros aprovou a proposta de lei sobre o Programa Nacional de Habitação (PNH), previsto na Lei de Bases da Habitação e que congrega o quadro de políticas para o sector da habitação, identificando as principais carências, instrumentos e objectivos para a sua progressiva eliminação. O Programa tem um âmbito temporal de 2022-2026 e abrange todo o território nacional.

Na conferência de imprensa após o Conselho de Ministros, o Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, referiu que os desafios actuais nas políticas de habitação consistem em «garantir que todos os agregados têm acesso a uma habitação digna e adequada aos seus rendimentos e à sua dimensão» e «garantir que, a médio prazo, o peso da oferta pública no mercado habitacional é capaz de dar resposta às necessidades e contribuir para a regulação do mercado».

O Programa Nacional de Habitação (PNH) é acompanhado de um compromisso orçamental plurianual, com reflexo já no ano de 2023, abrange todo o território anual, tem um âmbito temporal até 2026 e um investimento previsto de 2.377 milhões de euros. Como avançou o ministro da Habitação e das Infraestruturas, tem como objectivo central o alargamento do parque publico português, uma matéria onde Portugal “compara mal com o resto da Europa”. Apenas 2% do alojamento em Portugal é público quando em vários países europeus essa percentagem é de 30%.

Ao todo estão previstas 22 medidas, com o ministro a salientar aqueles que são os quatro pilares do programa. Entre eles está o 1.º direito, que visa apoiar as famílias mais carenciadas e contando com um envelope financeiro de 1.311 milhões de euros até ao final de 2026. Nesse contexto, o ministro sublinhou que “a esmagadora maioria dos municípios conta com estratégias locais de habitação”, soma já cerca de 300 pedidos de financiamento, respeitantes a 5600 habitações e a 65 municípios, das quais cerca de 1 200 casas já entregues.

Outra das medidas contempla o apoio a população de rendimentos intermédios, classe média, para a qual está a ser construído “um parque publico dirigido à população de rendimentos intermédios e aqui o objectivo principal é mobilizar imóveis do estado que estejam devolutos (incluindo edifícios e terrenos) destinados para a construção ou reabilitação de imóveis. Actualmente estão em curso 870 habitações em projecto em Lisboa, 1.250 em Almada, 200 em Matosinhos e 600 em Oeiras. “Este é um programa que arrancou e dará acesso a 6.800 famílias de classe média”, sublinhou o governante. O investimento previsto para esta alínea é de 859 milhões de euros.

O ministro disse também que 48 milhões de euros vão ser destinados à reabilitação do parque habitacional do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), bem como outros 159 milhões de euros “para aquisição de imóveis por parte do Estado”.

Um terceiro pilar destina-se “encontrar soluções temporárias para situações inesperadas sejam calamidades ambientais, fluxos migratórios ou violência de género”, onde se inclui a Porta de Entrada e a Bolsa de Alojamento Temporário. Neste âmbito serão construídos cerca de 2 mil imóveis, financiados pelo PRR.

O quarto pilar é o da “mobilização do sector privado” onde se inclui “um conjunto de incentivos à oferta privada e social de arrendamento a custos acessíveis”.

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INSURE.hub debate Inovação, Sustentabilidade e Regeneração

A iniciativa é da Universidade Católica Portuguesa e da Planetiers New Generation e vai reunir profissionais, académicos e líderes nas áreas da Sustentabilidade e Regeneração que estão envolvidos em projectos disruptivos, circulares e sustentáveis

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Inspirar, desafiar e promover a mudança nas áreas da Sustentabilidade e Regeneração são os grandes objectivos do INSURE.hub. Uma iniciativa da Universidade Católica Portuguesa, no Porto, através das Faculdades – Católica Porto Business School e Escola Superior de Biotecnologia – e da Planetiers New Generation.

A 2ª Conferência Internacional do INSURE.HUB – Innovation in Sustainability and Regeneration Hub estará dividida em dois momentos: de manhã será apresentado pela academia o estado de arte da Sustentabilidade e Regeneração, e de tarde serão debatidos vários casos de estudo inovadores a nível nacional e internacional. O melhor artigo científico, apresentado durante a manhã, será distinguido com o MDS Best Paper Award.

“Pretendemos que esta conferência demonstre a importância do INSURE.hub como iniciativa transformadora e de partilha de conhecimento transdisciplinar e inovador, essencial para o cumprimento das metas da Europa para 2030 e do Pacto Ecológico Europeu”, reitera João Pinto, vice-presidente da Universidade Católica Portuguesa no Porto.

“Inovação circular e disruptiva”, “Transformação digital e negócios sustentáveis”, “Investimento e financiamento sustentável”, e “Do lixo ao produto” são alguns dos casos de estudo que serão apresentados na 2ª Conferência Internacional do INSURE.HUB – Innovation in Sustainability and Regeneration Hub. Estarão presentes John Melo (CEO da Amyris), Sónia Cardoso (diretora de Sustentabilidade da SONAE SGPS), Martim Santos (Senior Manager KPMG Advisory) e Benedita Chaves (diretora da Unidade de Investigação, Desenvolvimento e Inovação da LIPOR). A mesa redonda “Construir um futuro robusto e sustentável em tempos turbulentos” contará com a presença de Fernando Leite (CEO LIPOR), Filipe Araújo (vice-presidente da Câmara Municipal do Porto), de Mário Vinhas (COO da MDS), e de Paul Hodges (Chairman da New Normal Consulting & Infinity Recycling, The World Economic Forum Global Expert).

Alinhado com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, das metas definidas para a Europa em 2030 e com a Estratégia do Pacto Ecológico Europeu. o INSURE.hub ambiciona contribuir para tornar Portugal num dos mais progressivos países da União Europeia nas áreas da Sustentabilidade e da Regeneração.

A 2ª Conferência Internacional do INSURE.HUB – Innovation in Sustainability and Regeneration Hub decorrerá a 17 de Novembro na Universidade Católica Portuguesa no Porto.

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Governo avalia fim dos ‘vistos gold’

“Há programas que nós estamos neste momento a reavaliar e um deles é o dos vistos gold, que, provavelmente, já cumpriu a função que tinha a cumprir e que neste momento não se justifica mais manter”

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primeiro-ministro, António Costa, avançou, esta quarta-feira, que o Governo está a avaliar a continuidade do regime de vistos gold para obtenção de autorização de residência em Portugal, admitindo que poderá não se justificar mais a sua manutenção.

“Estamos a avaliar e depois tomaremos decisões”, disse António Costa em declarações aos jornalistas à margem de uma visita à Web Summit, em Lisboa.

uestionado sobre o regime fiscal especial destinado aos chamados “nómadas digitais”, o primeiro-ministro defendeu a continuidade da política de atratividade de investidores em Portugal, sobretudo na área tecnológica, mas fez uma distinção em relação ao regime dos vistos gold, em que se obtém autorização de residência no país na sequência, por exemplo, da compra de um imóvel de elevado valor.

“Há programas que nós estamos neste momento a reavaliar e um deles é o dos vistos gold, que, provavelmente, já cumpriu a função que tinha a cumprir e que neste momento não se justifica mais manter”, declarou o líder do executivo, tendo ao seu lado o ministro da Economia, António Costa Silva. Perante os jornalistas, o primeiro-ministro não apontou ainda um calendário concreto para o possível fim dos vistos gold – uma medida que tem sido reivindicado pela esquerda política, principalmente pelo Bloco de Esquerda, que considera este regime um fator de agravamento dos preços da habitação e fonte de problemas de justiça por suspeitas lavagem de dinheiro.

“Quando se está a avaliar colocam-se todas as hipóteses. Depois de se completar a avaliação, então tomam-se decisões — e as hipóteses tornam-se decisões. Neste momento, estamos a avaliar se os vistos gold fazem sentido, mas há outros [regimes] que continuam a fazer sentido”, disse António Costa, dando como exemplo “o programa Regressar”.

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A New Chapter – Belfast campus. (Photo: Nigel McDowell/Ulster University)

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Sacyr Somague conclui projecto na Irlanda do Norte

A Sacyr Somague acaba de concluir e entregar o projecto de concepção e construção do novo Campus da Universidade de Ulster Greater Belfast na Irlanda do Norte, um edifício com 75.000 m2

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Já disponível para o ano académico agora iniciado, o novo edifício inclui cinco átrios e foram precisos mais de 22.000 metros quadrados de vidro para conferir-lhe uma grande luminosidade e permitir a vista para as colinas da cidade. Um dos espaços mais exclusivos do Campus é o jardim situado na cobertura do novo edifício, que dispõe de árvores plantadas em linha com o plano de reflorestamento urbano da cidade de Belfast.

As instalações do Campus incluem mais de 300 espaços de aprendizagem, uma aula magna com 350 lugares e uma sala de conferências com 250 lugares, 18 elevadores, uma biblioteca de dois andares e salas de estudo privadas com capacidade para 500 alunos, um laboratório biométrico e nove espaços de restauração, incluindo uma cafeteria localizada na cobertura do edifício.

Inspirado nas colinas de Belfast, este edifício de última geração é uma construção moderna que combina a inspiração vitoriana da arquitectura local, com materiais modernos e duráveis, resultando num edifício sustentável para mais de 15.000 alunos e funcionários da universidade. O projecto, assinado pelo atelier Feilden Clegg Bradley Studios Building foi finalista dos World Architecture Awards 2019.

Como parte do compromisso com a comunidade local, a Sacyr Somague Irlanda desenvolveu várias iniciativas para apoiar os desempregados de longa duração e criar oportunidades de estágio para estudantes. Durante a execução do projecto, foram proporcionados o equivalente a mais de 100 anos de actividades de formação e estágio.

Este projecto contou ainda com a participação directa de várias empresas portuguesas que aproveitaram a oportunidade de expandir a sua actividade para a Irlanda do Norte, o que em alguns casos significou a sua primeira experiência de internacionalização. O volume de negócios entregue a empresas lusas ultrapassou os 45 milhões de euros.

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Desde Janeiro que as exportações e importações entre Angola e Portugal cresceram 50%

O crescimento do comércio bilateral foi avançado pelo secretário de Estado para a Economia português durante a visita de trabalho que realiza a Angola

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João Neves, que se encontra em Luanda em visita de trabalho, assinalou a recuperação da colaboração económica entre Angola e Portugal neste ano, depois de dois anos considerados muito difíceis, devido à pandemia. “Este ano está a ser marcado por um forte crescimento das relações. Temos quer do lado das importações quer do lado das exportações um crescimento de cerca de 50% face ao ano anterior e a perspectiva que temos é de continuar a reforçar a colaboração entre os dois países e as empresas de ambos”, afirmou o governante português.

Segundo o responsável político as importações e exportações entre Angola e Portugal atingiram este ano um crescimento de cerca de 50% face ao ano anterior, admitindo João Neves o “reforço contínuo” da cooperação.
Em declarações após inaugurar e visitar as novas instalações do grupo ISQ APAVE em Luanda, João Neves disse que está em Angola em busca de soluções para que a colaboração entre Angola e Portugal, sobretudo no ramo económico, seja “mais intensa”.

“Está é uma visita de trabalho, teremos com certeza oportunidades (para assinar acordos), em função do trabalho que vamos realizar a partir de agora e ter ao longo do próximo ano acordos firmados em diferentes áreas”, frisou em declarações à Lusa.

Portugal “quer muito reforçar os instrumentos de qualificação profissional em Angola em função dos objectivos de investimento que as empresas portuguesas possam ter no país”. “E temos com certeza muitos investimentos que as empresas estão a ponderar em diferentes áreas para que este processo de qualificação profissional tenha concretização efectiva”, salientou.

Mais de quatro mil empresas portuguesas exportam produtos e serviços para Angola e têm as “preocupações naturais” de um mercado com características diferentes do mercado europeu, frisou o secretário de Estado português,
“Temos de lidar com aquilo que é o ambiente económico e a perspectiva é encontrar soluções para os problemas que existem. Foi esse o sentimento que encontrei nas conversas com as empresas portuguesas que aqui estão”, realçou.
Para o governante português, as preocupações das empresas portuguesas em Angola são ultrapassáveis, perspectivando para os próximos anos uma forte recuperação do seu nível de actividade no mercado angolano.

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ITeCons discute estratégias para a transformação digital das PME do sector da construção

O ITeCons, em Coimbra, vai receber a sessão Estratégias para a transformação digital de PMEs do Sector da Construção, no dia 3 de Novembro, no âmbito do projecto PEACOC

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O projecto PEACOC – PErsonAlised e-Business Coaching for Construction SMEs é um projecto ERASMUS+ cujo objectivo é promover a adopção do comércio electrónico pelo sector da construção, em particular através do desenvolvimento e fornecimento de uma estrutura de formação inovadora para apoiar a qualificação das Pequenas e Médias Empresas (PME).

Neste evento serão apresentadas ferramentas digitais desenvolvidas ao longo do projecto PEACOC, as quais pretendem oferecer uma formação personalizada indo ao encontro dos desafios e necessidades características das empresas. Serão também debatidos os principais desafios inerentes ao processo de digitalização de PME do sector da construção.

Entre os oradores convidados estarão João Gabriel. do Instituto Pedro Nunes, Paulo Duarte, da Plataforma Ferroviária Portuguesa, Rita Moura, da Plataforma Tecnológica Portuguesa da Construção e Vasco Lagarto, do Pólo das Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónico.

Actualmente, verifica-se que a adopção do comércio electrónico é vantajosa tanto para as empresas, com a possibilidade de aumento do volume de negócio, como para os consumidores, com o aumento da facilidade de compra e de troca de informação. Contudo, esta transformação digital, a qual requer recursos não só recursos materiais (TICs), como também recursos humanos qualificados, representa actualmente um investimento que poderá não estar facilmente ao alcance das pequenas e médias empresas. Neste contexto, surge a necessidade de se desenvolverem estratégias que as auxiliem esta transição.

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CML destina 200 casas para programa de renda apoiada

Estão concluídas as obras em 25 habitações e, de acordo com a Gebalis, prevê-se a conclusão das obras em cerca de 100 casas até ao final de 2022 e nas restantes durante o primeiro semestre de 2023

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A Câmara Municipal de Lisboa destinou ao Programa de Arrendamento Apoiado (PAA) 200 fogos já em processo de reabilitação pela empresa de gestão da habitação municipal, Gebalis. A entrega das casas deverá ocorrer ainda este ano.

Das casas disponibilizadas, 28 são de tipologia T3 e 12 T4, um conjunto maior do que o total afecto desde o início do programa. Até ao presente foram atribuídos 18 T3 e 3 T4, procurando assim aumentar a capacidade de resposta para as famílias de maior dimensão.

“Com a disponibilização deste grande pacote de casas municipais, dá-se mais um passo no esforço por aumentar a oferta pública de habitação na cidade de Lisboa e concretiza-se o objectivo pelo qual se dotou a Gebalis de 19 milhões de euros”, esclarece Filipa Roseta, vereadora da Habitação. Permitir intervenções de reabilitação de fogos municipais e devolvê-los à sua função social é o objectivo.

Estão concluídas as obras em 25 habitações e, de acordo com a Gebalis, prevê-se a conclusão das obras em cerca de 100 casas até ao final de 2022 e nas restantes durante o primeiro semestre de 2023.

Está, também, em preparação a proposta de uma nova edição do Programa de Renda Acessível (PRA) dirigido às famílias com baixos rendimentos que nem conseguem obter casa por via do PAA nem por via do PRA normal. Para este novo programa foram já destinadas 50 casas.

Até Setembro deste ano, a Câmara Municipal entregou 549 casas, das quais 279 em regime de renda acessível (PRA) e 270 em regime de arrendamento apoiado (PAA). Foi, também, aprovada a atribuição de cerca de 250 subsídios municipais ao arrendamento acessível (SMAA).

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Passadiços do Mondego abrem ao público a 6 de Novembro

O percurso de 12 km pelas margens do rio Mondego e seus afluentes custou 4 milhões de euros e promete “marcar” o turismo da Guarda e da região do Alto Mondego

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(foto: Rui Neto, CMG)
A data de abertura para os Passadiços do Mondego foi anunciada pelo presidente da Câmara da Guarda, Sérgio Costa. “Garanto-vos que haverá um antes e um depois dos Passadiços do Mondego. Este é um investimento fundamental para o Turismo da Guarda e para toda a Região. Esta obra será a referência para o turismo e lazer do nosso Concelho e de todo o nosso território, com a qual poderemos pensar positivamente no seu sucesso futuro. A Guarda está pronta para começar a sua viagem, para o sucesso na atracção do turismo e da actividade económica a nível nacional e internacional”, referiu o autarca no anúncio da data de.

Recorde-se que se trata de um investimento na ordem dos 4 milhões de euros, em parte co-financiados a 85 por cento por fundos europeus, no âmbito do Centro 2020, FEDER. A inauguração contará com a presença da ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa.

Com um percurso pelas margens do rio Mondego e os seus afluentes de cerca 12 km, os Passadiços começam junto à Barragem do Caldeirão, estendendo-se depois pelo vale, nos territórios das localidades de Trinta, Vila Soeiro e terminando já na montanha, em Videmonte.

O percurso aproveita 5Km de caminhos já existentes e integra uma zona de 7km de travessias, passadiços e três pontes suspensas com paisagens de cortar a respiração e onde abundam as veredas, açudes, cascatas, levadas e moinhos. Os Passadiços do Mondego estão integrados no Parque Natural da Serra da Estrela e no Estrela Geopark Mundial da UNESCO.

O Itinerário compreende Geossítios como o Miradouro do Mocho Real, escombreiras e cascalheiras, do Alto Mondego e ainda os vestígios de património industrial de antigas fábricas e engenhos de lanifícios ou de produção de electricidade, nos Trinta, testemunhos de um passado ligado à indústria têxtil deste território, onde teve origem o afamado cobertor de papa. Mas também vestígios mais antigos como uma ponte medieval (entre Pêro Soares e Mizarela) que se acredita ter surgido sobre uma ponte já existente da época romana. Muito para descobrir e aprender num local onde podemos ver a Natureza em harmonia com a passagem humana pela paisagem.
Esta é uma obra de valorização do património natural da Guarda que pretende mostrar a importância deste rio para a região e para o país, destacando o valor cultural e paisagístico das aldeias de montanha que atravessa.

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Lousã no top 8 dos municípios com melhores índices de sustentabilidade

A Lousã foi distinguida como um dos municípios mais sustentáveis do país, com um índice superior a 80%, estando no “top 8” das autarquias com melhores índices de sustentabilidade municipal, de acordo com o galardão de Bandeira Verde ECOXXI

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O ECOXXI é um Programa implementado desde 2005 pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), que visa reconhecer as melhores práticas de sustentabilidade ao nível municipal, através da avaliação, por um conjunto de peritos, de 21 indicadores e 70 subindicadores nas áreas ambiental, social e económica.

A avaliação destes indicadores permite aferir a grande maioria das metas estabelecidas nos 17 Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), incidindo no planeamento e gestão de recursos, bem como na protecção e salvaguarda do património cultural e natural, dando particular ênfase ao cumprimento do ODS de Cidades e Comunidades Sustentáveis e ao da Produção e Consumo Sustentáveis.

Para a edição deste ano foram apresentadas 59 candidaturas e o município da Lousã destacou-se pelas boas práticas, com um índice superior a 80% no conjunto dos indicadores em avaliação.

Depois de escrutinado por aquele grupo de peritos que integram a Comissão Nacional (envolvendo 34 entidades, entre as quais se contam a Agência Portuguesa do Ambiente, a Agência para a Energia, Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, entidades reguladoras e universidades), a Lousã ficou posicionada num grupo restrito de 10 municípios que obtiveram mais de 80%, e que inclui os municípios de Pombal, Santo Tirso, Torres Vedras, Águeda, Braga, Oeiras, Sintra, Leiria e Valongo.

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Câmara de Braga tem um orçamento de 165M€ para 2023

O Município de Braga vai gerir, no próximo ano, um orçamento na ordem dos 165 milhões de euros, que representa um aumento de cerca de 33 milhões de euros, relativamente ao ano anterior

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Os documentos fundamentais à gestão autárquica são apreciados esta Sexta-feira, dia 28 de Outubro, em reunião do Executivo Municipal. O orçamento para 2023, no valor de 165 milhões de euros, apresenta um aumento de cerca de 33 milhões de euros, relativamente a 2022. Um acréscimo que se deve, sobretudo, “à descentralização administrativa nas áreas da Saúde, Educação e Acção Social que irão receber mais 19 milhões de euros, assim como à comparticipação de Fundos Comunitários e do Plano de Recuperação e Resiliência, responsáveis por mais 10 milhões de euros adicionais”, explica o executivo camarário

“Comprometido com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, o Orçamento e as Grandes Opções do Plano para 2023 foram elaborados no cumprimento dos princípios orçamentais e contemplam os projectos, obras e iniciativas estratégicas e prioritárias para a concretização do projecto autárquico, tendo em conta o enquadramento macroeconómico nacional e internacional, a proposta de Lei do Orçamento de Estado para 2023, as consequências da pandemia, da crise energética, da inflação e da guerra na Ucrânia”, sublinha nota da autarquia.

Neste sentido, o Orçamento do Município de Braga para 2023 é de 164.990.000 euros, as Grandes Opções do Plano ascendem a 111,9 milhões de euros, que compreende o Plano Plurianual de Investimentos (PPI) no montante de 47,1 milhões de euros, e as Actividades Mais Relevantes, no valor de 64,8 milhões de euros.

“A proposta de orçamento assume um conjunto de medidas que visam dar resposta aos desafios da sustentabilidade ambiental e materializam iniciativas de apoio social articuladas aos recursos disponíveis para ajudar as famílias a enfrentar crises de origem diversa”, refere Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga.
Estes instrumentos de gestão, “concretizam um conjunto de projectos e acções fundamentais para a prossecução do desenvolvimento do Concelho, de forma a afirmar Braga como Capital de Cultura, mas também a inovar e reforçar respostas sociais e educativas, a liderar nas políticas de sustentabilidade, a promover uma comunidade activa e saudável e a melhorar a rede de acessibilidades rodoviárias e a qualificar o espaço público”, considera Ricardo Rio.

Os projectos prioritários

Na agenda para 2023 consta projectos como o Festival Internacional Literário que está a ser desenhado para substituir a Feira do Livro, o lançamento da Musealização da Insula das Carvalheiras, bem como a conclusão da intervenção do Convento de São Francisco de Real. No próximo ano a câmara conta terminar a primeira parte da requalificação da escola Francisco Sanches e a sua transformação num Centro Cultural. Será ainda lançado o concurso para a construção do Media Arts Center, no antigo Cinema São Geraldo.

Ao nível dos apoios sociais o município pretende desenvolver em 2023 o programa municipal de Combate à Pobreza Energética. Dessa forma, o valor do RADA – programa de apoio de renda apoiada para famílias mais desfavorecidas irá duplicar em relação ao início do mandato (+ 200 mil euros em 2023, passando a totalizar 1,2 milhões de euros).
Ao nível do parque escolar, será reforçada a requalificação do parque escolar, para a qual está reservada uma verba de 7 milhões de euros. Com o executivo a prometer também “um maior investimento em parques infantis, no sentido de criar novas valências e substituir algumas antigas. Irá também ser terminada uma intervenção com vista à Regularização do Rio Torto/Variante Cávado, uma aspiração antiga desta parte do concelho, bem como a Requalificação das Margens da Ribeira de Castro, cerca de 1 milhão de euros.
No próximo ano irá avançar o programa faseado para a implementação da neutralidade energética nos edifícios municipais (incluindo escolas).

Em 2023, a Autarquia Bracarense irá prosseguir com a infra-estruturação do Concelho, com o término da requalificação do Pavilhão das Goladas, a requalificação da Piscina da Ponte ou com o início da construção do Pavilhão da Ginástica. Em 2023 será também realizado o projecto para a requalificação do Estádio 1º de Maio, e continuará a ser implementado o plano faseado de requalificação e certificação dos Parques Infantis.
Ao nível das intervenções estratégicas para o Concelho, destacam-se a requalificação do Túnel da Avenida, juntamente com a Avenida da Liberdade. O Município vai continuar a criar condições para uma mobilidade mais suave, com o lançamento de novas intervenções do “Eu Já Passo Aqui” e da criação de novas ciclovias, bem como dotar as ruas de melhores condições para os peões e pessoas com dificuldades motoras.

Não havendo nenhum imprevisto legal e ou administrativo, em 2023 a Câmara considera haver condições para avançar com a requalificação da antiga Fábrica da Confiança para uma Residência Universitária.

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