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Grupo Casais: “Design for Change é o futuro”

A Casais apresentou o primeiro relatório de sustentabilidade, documento onde o grupo reconhece que no desafio por um futuro sustentável “é imperativo que a próxima geração de edifícios incorpore uma mentalidade de projecto e obras pensados para a mudança”

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O Grupo Casais apresentou esta semana o primeiro relatório de sustentabilidade. Um documento onde o CEO António Carlos Rodrigues reconhece que no desafio por um futuro sustentável para a humanidade “é imperativo que a próxima geração de edifícios incorpore uma mentalidade de projecto e obras pensados para a mudança (Design for Change), admitindo que os componentes dos edifícios são capital que não desvaloriza desde que possam ser desmontados e reutilizados, no limite evitando a necessidade de extrair mais recursos nos próximos séculos”, sustenta.

“As construções, a face visível das nossas acções e decisões, serão o espelho da mudança nos nossos comportamentos”, de acordo com António Carlos Rodrigues, que assumiu os compromissos do grupo em matéria de sustentabilidade perante uma audiência que contou com o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio e o Presidente da Agência Portuguesa do Ambiente, Nuno Lacasta.

“No Grupo Casais acreditamos que temos um papel preponderante na construção das sociedades e no futuro das comunidades. Por isso, temos vindo a reforçar o compromisso com a sustentabilidade dos nossos clientes, colaboradores e demais comunidades, contribuindo assim para os pilares de uma sociedade equilibrada e alinhada com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)”, defende o CEO do grupo.

Neste relatório de sustentabilidade, o grupo assume compromissos claros e objectivos, de entre os quais se destaca, por exemplo, o compromisso de incorporar critérios ESG (Ambiental, Social e Governance) em todos os investimentos significativos e na avaliação para a aceitação de grandes projectos. O Grupo Casais assume também o compromisso de assegurar a discriminação positiva de fornecedores e prestadores de serviços com base na proximidade ao local de construção.

A apresentação do relatório de sustentabilidade teve lugar no Mosteiro de Tibães, em Braga, numa cerimónia que também serviu, igualmente, para assinalar a adesão do grupo ao GRACE – Empresas Responsáveis, uma associação empresarial de utilidade pública, sem fins lucrativos, que actua nas áreas da Responsabilidade Social e Sustentabilidade.

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Guardian Glass leva inovações à glasstec 2022

A Guardian Glass vai apresentar-se com um especial foco no atendimento ao cliente na glasstec 2022, o evento mundial para a indústria do vidro que abre portas em Düsseldorf, na Alemanha, de 20 a 23 de Setembro

Será na glasstec que a Guardian Glass vai fazer o anúncio de novas inovações online para apoiar o atendimento ao cliente, incluindo um novo Hub de Recursos que oferecerá aos clientes e à comunidade do vidro em geral, um enorme acervo de informações técnicas. Também contará com um novo Portal de Atendimento ao Cliente para agilizar comunicações e processos – permitindo que os clientes verifiquem facilmente a disponibilidade de produtos, façam uma encomenda e acompanhem as entregas pelo portal – 24 horas por dia.

Além disso, o hub incluirá um novo Centro de Formação online para ajudar os clientes a aprender mais sobre vidro através de uma grande variedade de ferramentas e recursos interactivos que incluem tutoriais em vídeo, módulos credenciados, webinars ao vivo e sessões presenciais reservadas online.

“O nosso novo Portal de Atendimento ao Cliente 24/7, oferecerá uma maneira nova e mais conveniente de trabalhar. Além de processos de encomendas fáceis e transparentes, os clientes podem fazer pedidos, obter orçamentos, solicitar amostras e acompanhar a entrega a qualquer momento. Ao tornar as nossas interacções mais simples, podemos aproveitar ao máximo o futuro juntos”, sublinha Andrew Wilkins, director de Marcas & Comunicações Globais da Guardian Industries

Uma selecção de produtos de vidro inovadores da Guardian em todo o mundo também serão exibidos no stand. Na Europa, estão incluídos o SunGuard eXtraSelective SNX 70, com excelente controlo solar e transmissão de luz que se aproxima de 70%. Para a região de África e Médio Oriente, foi desenvolvido o SunGuard SuperNeutral SN Carbon 50 T para dar resposta à crescente procura por vidros de alto desempenho com aparência cinza neutro e um estilo elegante. Na América do Norte, o novo SunGuard SNR 50 combina neutralidade nítida no exterior com ganhos de 0,25 na redução do calor solar e 48% na transmissão de luz no interior – para criar espaços luminosos e convidativos.

Uma secção do stand presente na glasstec também mostrará como ver amostras de vidro revestido, a fim de fazer escolhas mais informadas. Além disso, a Guardian aproveitará a oportunidade para mostrar o seu compromisso com os desafios ambientais que se colocam ao nível da gestão ambiental através de seminários sobre formas tangíveis de ajudar o sector a atingir metas de sustentabilidade com oradores importantes do sector e outros, de modo a desenvolver um consenso claro em torno dos temas. Estão previstas apresentações sobre as soluções Bird Friendly, construção sustentável e projectos LEED. O stand da Guardian Glass também dará vida à importância de adoptar uma abordagem holística em todo o ciclo de vida do vidro através de um mural interactivo de gestão ambiental.

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Epiroc Iberia apresenta a pá ST1030 convertida de diesel para eléctrica

A Epiroc Iberia apresentou a primeira pá mineira ST1030 convertida de diesel para eléctrica na Europa. O evento foi realizado sob o slogan “Make the Switch” e ccontou com participantes de mais de 20 países

O local escolhido para o encontro foi o nordeste da Espanha, onde fica a seda da HIMESA, parceiro de Assistência Técnica Oficial da Epiroc e principal colaborador na realização da conversão. A Epiroc e a HIMESA trabalham em colaboração há vários anos e, fruto do deste percurso, da experiência adquirida e da sincronia entre ambas as empresas, foi possível concretizar este importante projecto que dará origem a futuras colaborações para realizar mais conversões de diesel para equipamentos movidos a bateria.

O encontro incluiu uma visita às instalações da HIMESA, onde os participantes puderam conhecer a organização da oficina e os benefícios que eles têm ao realizar as conversões. Um enclave privilegiado localizado entre a natureza que serviu de cenário para a demonstração do equipamento.

Este encontro incluiu uma apresentação por parte das deferentes partes envolvidas no projecto que tornou possível a conversão de equipamentos diesel para eléctricos. Jaime Huidobro, gerente geral da Epiroc Iberia, falou sobre as metas de emissão zero da empresa e, por sua vez, Cemre Akalin, product and sales support lead electrified solutions na Epiroc Underground and Parts and Service, explicou a magnitude do projecto do ponto de vista internacional e os benefícios que a conversão de equipamentos subterrâneos para eléctricos trará. Claudia Hortelano, especialista de produto na Epiroc Iberia e Jose Antonio Ciudad, vice-presidente regional de operações da Epiroc para a Europa, África e Oriente Médio, encerraram a palestra, partilhando mais informação sobre a conversão da ST1030 fornecendo detalhes técnicos e discutindo os objectivos futuros para a Divisão de Parts and Service da Epiroc, que incluirá a conversões de novos modelos.

“Após um ano de trabalho, estamos muito orgulhosos de apresentar a pá convertida. O projecto foi realizado por profissionais de diferentes países espalhados por três continentes, com tudo o que isso implica. Durante a reconversão, modificamos o chassi da máquina para abrigar a bateria e a transmissão, e vários componentes do equipamento diesel foram substituídos. Além disso, obtivemos a certificação CE para o equipamento, garantindo assim este primeiro protótipo de uma ST1030 convertida de diesel para eléctrico”, detalhou Claudia Hortelano.

O evento permitiu aos presentes partilharem a sua opinião sobre este projecto de conversão, que marcam o um momento de mudança na indústria mineira em que a aposta em equipamentos sustentáveis será uma realidade cada vez mais maior.

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Hikvision apresenta novas câmaras de segurança para PME

Esta nova série permite protecção de forma “mais eficiente”, uma vez que existem “menos dispositivos para obter uma visão completa e proporcionam maior flexibilidade e durabilidade”

A Hikvision, especialista em soluções de AIoT e serviços de Big Data com foco em segurança, lançou a sua nova linha de câmaras de segurança da série PT (Pan & Tilt), “especialmente projectadas para atender às necessidades de pequenas e médias empresas (PME)”

“Fácil de instalar, esta série de dispositivos consegue cobrir um campo de visão mais amplo graças à sua flexibilidade, mantendo a excelente qualidade de imagem fornecida pelas diferentes tecnologias que a Hikvision implementa nas suas câmaras”, refere a empresa em comunicado.

As novas câmaras requerem menos dispositivos do que aqueles que normalmente são instalados, proporcionando maior flexibilidade e durabilidade. “Graças à sua capacidade panorâmica e de inclinação, as câmaras PT podem ser movidas pelo utilizador e cobrir áreas que anteriormente exigiam um número maior de câmaras fixas a serem implantadas em vários pontos”, explica.

As suas funções de rotação e inclinação motorizadas permitem verificar, sem obstáculos, qualquer ponto específico das instalações. Além disso, a conexão perfeita com a aplicação Hik-Connect da Hikvision permite o controlo e a monitorização remota de qualquer lugar através do telemóvel.

Ao contrário da instalação das câmaras fixas convencionais, que exigem um ajuste cuidadoso do ângulo da câmara e, caso seja necessário alterá-lo, deve ser feito manualmente, os dispositivos da série Hikvision PT simplificam o processo de instalação e melhoram a eficiência do trabalho dos instaladores, graças ao suporte tudo-em-um.

Além deste modelo mais recente, a série PT conta, ainda, as  câmaras bullet PT, que em conjunto com a tecnologia Hikvision ColorVu fornece imagens coloridas 24 horas por dia, 7 dias por semana, as câmaras IP Dome PT, com controlo de movimento para uma ampla cobertura da área e ajuste de ângulo flexível, às quais podem ser incorporadas o zoom óptico, AcuSense, ColorVu e áudio bidirecional, e as câmaras Turbo HD PT com tecnologia Hikvision ColorVu, que são as primeiras câmaras PT analógicas com um microfone incorporado e saída de áudio via cabo coaxial. O seu uso é especialmente recomendado em ambientes fechados.

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dstelecom lança curso técnico superior de telecomunicações no IPCA

A empresa do universo dst lançou o curso Técnico Superior Profissional de Gestão de Redes e Telecomunicações Avançadas, no Instituto Politécnico do Cávado e Ave (IPCA). O curso tem a duração de dois anos, a empresa paga as propinas aos colaboradores e assegura estágio curricular final

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A empresa do universo dst acaba de lançar o curso Técnico Superior Profissional de Gestão de Redes e Telecomunicações Avançadas, no Instituto Politécnico do Cávado e Ave (IPCA), em Braga, com o objectivo de promover a integração de estudantes no mercado de trabalho e, ao mesmo tempo, assegurar a formação técnica altamente qualificada de potenciais talentos na sua área de negócio.

As candidaturas estão abertas até ao dia 22 de Agosto, com vagas limitadas, e o curso arranca já em Outubro.
Com a duração de dois anos, em horário diurno, este curso será leccionado por docentes do IPCA e por trabalhadores especializados da dstelecom. Os últimos seis meses serão dedicados a um estágio curricular, assegurado pela empresa a todos os alunos.

Ao frequentarem o curso, os formandos têm ainda a oportunidade de candidatar-se a uma bolsa de estudo, desde 871 euros/ano, atribuída pela DGES.

Esta formação técnica destina-se a estudantes do ensino secundário profissional de Nível 4, a estudantes do 12º ano completo ou habilitação legalmente equivalente, a titulares de um diploma de especialização tecnológica (CET) ou a titulares de um grau de ensino superior que pretendam a sua requalificação profissional.

No final do ano, os formandos estarão em condições de projectar, instalar, optimizar, configurar e gerir infraestruturas de redes, gerir servidores e serviços de Internet, instalar, configurar e realizar manutenção de sistemas informáticos, instalar e verificar infraestruturas de cablagens para redes, optimizar o desempenho de infraestruturas de redes, elaborar um plano de segurança das infraestruturas de comunicações de dados, manusear redes domésticas, urbanas, fibras e WIFI, bem como planear, instalar, configurar e definir planos de manutenção a equipamentos de redes.

A conclusão deste curso permite a obtenção de um diploma de técnico superior profissional equivalente ao nível 5 do Quadro Nacional de Qualificação.

Este é já o quarto curso criado entre empresas do dst group e o IPCA. A parceria arrancou em 2019 com o curso de Soldadura Avançada da bysteel. Em 2021 surgiu o curso Preparação e Gestão de Obra com a Cari e este ano, para além da dstelecom, estreia-se a dst solar com o curso Energias Renováveis e Sistemas Sustentáveis. O dst group assegura o pagamento das propinas a todos os trabalhadores que queiram enriquecer o seu conhecimento com estas formações.

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Primeiro equipamento de perfuração de superfície eléctrico testado em pedreira na Suécia

O acordo celebrado entre a Epiroc a Skanska Industrial Solutions AB permite testar o primeiro equipamento eléctrico de superfície na Suécia. Este teste é um marco significativo no caminho em direcção à perfuração com emissões zero em minas de superfície e pedreiras em todo o mundo

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“Este é um dia de que nos orgulhamos. Há muitos anos, lideramos o desenvolvimento na redução do consumo de combustível na perfuração de martelos de superfície. Com esta nova solução, damos um salto gigantesco no campo das baixas emissões – estamos praticamente a remover as emissões do processo de perfuração“, afirma Ulf Gyllander, Product Manager tophammer drill rigs, Epiroc Surface division.

O design do equipamento é baseado no comprovado equipamento de perfuração de superfície SmartROC T35. Em combinação com a experiência adquirida com o desenvolvimento de equipamentos eléctricos subterrâneos Epiroc, este SmartROC T35 E foi projectado para aprimorar os padrões ambientais de pedreiras e locais de construção grandes. Além das baixas emissões, este equipamento vem com uma variedade de recursos inteligentes, opções e soluções de automação aprimoradas para alta segurança, fiabilidade e desempenho.

“Com esta conquista, mostramos que as inovações da Epiroc desempenharão um papel significativo na mudança para operações de baixa emissão de carbono em pedreiras e grandes aplicações de construção”, diz Jose M. Sanchez, President, Epiroc Surface division. “Como os nossos objectivos de sustentabilidade estão a par com os nossos clientes, estamos muito satisfeitos por colaborar com a Skanska Industrial Solutions AB nos testes desta importante solução.”

Os testes começarão em Setembro de 2022 numa das pedreiras da Skanska Industrial Solution na região de Estocolmo.

“Um marco foi alcançado e uma nova oportunidade surgiu para reduzir nosso impacto climático. Estou muito feliz com a longa colaboração entre a Epiroc e a Skanska, e é emocionante poder desenvolver esse projecto juntos. Ambas as empresas estabeleceram metas ambientais ousadas – este projecto realmente dá um grande passo em direcção à meta da Skanska de ser completamente neutra em relação ao clima até 2045, o que é uma parte importante de nossa promessa de construir uma sociedade melhor”, diz Johan Eliasson, Project Manager, Skanska Industrial Solutions AB.

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MELOM e Querido Mudei a Casa Obras aumentam 30% em facturação no 1º semestre

As duas insígnias receberam na primeira metade do ano 5.517 pedidos de intervenções, com as remodelações gerais no topo das preferências. Na primeira metade do ano abriram 20 novas unidades das marcas

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A rede de franchising MELOM e Querido Mudei a Casa Obras (QMACO), terminou o primeiro semestre de 2022 com uma facturação de 20,9 milhões de euros, o que representa uma subida de 30% face ao período homólogo do ano passado.

As duas insígnias receberam na primeira metade do ano 5.517 pedidos de intervenção a nível nacional, sendo que o valor médio da obra (não considerando a construção de raiz) para a MELOM fixou-se em 35.808 euros e para o QMACO em 9.823 euros, face aos 14.944 e 4.638 euros do primeiro semestre de 2021, o que representa uma subida para mais do dobro.

No tipo de obra mais solicitado, a remodelação geral mantém-se no topo das preferências, seguida das pequenas intervenções por ordem do número de pedidos: pintura, pavimento, canalização, bricolage & instalações.

Em evidência também a abertura de 20 novas unidades especializadas em obras de pequena e grande dimensão. Os dados revelam que de Janeiro a Junho houve quatro novas aberturas relativas à MELOM e 16 da insígnia QMACO, com uma distribuição geográfica de norte a sul do país.

A aposta na expansão nacional da rede de franchisados é um dos eixos estratégicos e uma solução para quem procura oportunidades de investimento num mercado que, actualmente, é favorável à criação de novas empresas e à entrada de técnicos no negócio das obras em casa.

“Temos assistido nas nossas marcas a empresários de outros sectores que estão a investir neste mercado, uma vez que o mesmo representa uma enorme oportunidade de investimento. A procura continua a ser superior à oferta e por isso o negócio das obras em casa ganha novos investidores. A título de exemplo podemos salientar os últimos casos de novos franchisados que vêm das áreas de retalho, gestão e direito”, sublinha João Carvalho, co-fundador da MELOM (na imagem).

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STET lança nova geração de pás de rodas

A Cat 980, 986K e 988K Block Handlers foram desenvolvidas para resistir ao ambiente mais exigente e difícil das aplicações de movimentação de blocos e carregamento em pedreiras

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As características da novas Pás de Rodas Cat 980, 986K e 988K Block Handlers funcionam em conjunto para oferecer máquinas poderosas, duráveis e fiáveis que respondam às necessidades dos clientes. Mas esta nova geração aposta também numa maior comodidade do operador, essencial para o aumento da produtividade. Assim, a nova nova geração das cabinas contam com um banco ajustável e um sistema de suspensão pneumático, com opção de escolha entre vários níveis de acabamento e um opcional arnês de quatro pontos. A supressão do som, os selos e os suportes da cabina reduzem o ruído e a vibração para um ambiente de trabalho calmo no interior das Cat 980, 986K e 988K Block Handlers. O operador pode encontrar nas novas cabinas: controlos automáticos de temperatura, ar filtrado, painel de controlo na cabina, monitor de ecrã táctil de alta resolução e a conveniente caixa de armazenamento localizada no chão, que também contribui para o conforto e produtividade durante longos turnos.

O Ride Control é opcional nas Pás de Rodas Cat® 980, 986K e 988K Block Handlers mas altamente recomendado para aplicações de carga e transporte. Um acumulador auxiliar no circuito do elevador amortece o movimento de ligação. É automaticamente activado quando a velocidade do solo atinge um valor pré-estabelecido para proporcionar uma viagem mais suave e confortável em ambientes mais exigentes ou a velocidades mais elevadas.

A nova geração promete um impacto também ao nível dos custos de manutenção, maior facilidade nas verificações diárias e manutenção planeada mais rápida.

Os pontos de serviço das Pás de Rodas Cat 980, 986K e 988K Block Handlers são agrupados e localizados ao nível do solo ou na plataforma para segurança e comodidade. Há também um centro de serviço eléctrico ao nível do solo no lado esquerdo da máquina que lhe dá acesso ao circuito principal disjuntor, disjuntor do motor, interruptor de ligar/desligar o motor, corta-corrente da bateria e ligação remota.

A entrada da cabina proporciona um acesso rápido e fácil ao compartimento do motor, de forma a facilitar as verificações de serviço diárias. Os visores a nível do solo permitem verificar facilmente os níveis de óleo em todos os componentes principais. Os pontos de lubrificação são centralizados e localizados ao nível do solo ou o cliente pode escolher a opção de lubrificação automática que injecta a massa lubrificante em articulações de pinos de ligação em intervalos regulares. A luz de acesso opcional e o sistema de luz de serviço por baixo do capô permitem o acesso iluminado à máquina e verificações diárias, mesmo em situações de pouca visibilidade. O seu Remote Flash funciona em conexão com a agenda do utilizador.

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Leixões: gestão do terminal ferroviário passa para a APDL

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou o diploma que atribui à APDL – Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo a gestão do terminal ferroviário de mercadorias do porto de Leixões

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O Governo aprovou em 28 de Julho, em Conselho de Ministros, a atribuição à APDL a gestão do terminal ferroviário de mercadorias do porto de Leixões. De acordo com o Governo, “o diploma reflecte mais um passo na integração entre a modalidade ferroviária e marítima no transporte de mercadorias, através da gestão de infraestruturas concentrada na autoridade portuária”.

Na altura, o executivo referiu que a mudança objectiva “a coordenação dos sectores” e ultrapassa “constrangimentos de interacção técnico-operacional que decorrem do cenário em vigor”, em que a Infraestruturas de Portugal (IP) gere o terminal.

O Governo referiu ainda que a alteração promove “o reforço da conexão com o ‘hinterland’]do porto de Leixões, sendo este um factor decisivo para o crescimento da infraestrutura portuária e para o desenvolvimento social do território de influência, favorecendo a sua competitividade e a dos seus clientes”.

Para a APDL a mudança terá “um impacto positivo a nível económico, social, bem como a criação de mais um passo decisivo rumo à neutralidade carbónica”. O presidente da APDL, Nuno Araújo, salientou que a alteração vai permitir “aumentar a cota ferroviária, aumentar as mercadorias movimentadas pelo Porto de Leixões, aumentar as soluções para a cadeia logística [com ganhos evidentes tanto em rapidez como em competências], e diminuir a pegada ambiental”. A APDL prevê que a mudança na gestão da infraestrutura ocorra seis meses após a promulgação do diploma, que ainda terá de ser publicado em Diário da República.

Além do terminal de Leixões, este ano a gestão do terminal ferroviário de mercadorias da Guarda vai também passar da IP para a APDL.

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Schneider Electric e Claroty lançam ‘Cybersecurity Solutions for Buildings’ para reduzir ciber riscos nos edifícios inteligentes

A solução para edifícios oferece um inventário exaustivo de activos, acesso remoto seguro e detecção de ameaças, ajudando a garantir a resistência a ciberataques e falhas de equipamento

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A Schneider Electric, lança a solução Cybersecurity Solutions for Buildings, que ajuda todos os clientes de edifícios a proteger os sistemas de gestão de edifícios (BMS, na sua sigla em inglês) e, consequentemente, as suas pessoas, activos e operações. A solução, criada em conjunto com a Claroty, empresa de segurança para sistemas ciber físicos em ambientes industriais, de saúde e comerciais, combina tecnologia premiada com a experiência na indústria e os serviços da Schneider Electric, com vista a identificar os activos de todas as instalações, oferecer capacidades de gestão de riscos e vulnerabilidades, e disponibilizar monitorização contínua de ameaças para proteger os investimentos empresariais.

Sabe-se que 50% dos edifícios actuais ainda estarão, provavelmente, em utilização até 2050. Isto está a levar à digitalização dos activos dos edifícios comerciais, incluindo a modernização dos sistemas de gestão de edifícios. De facto, espera-se que a tecnologia IoT para edifícios cresça dos 1.7 mil milhões de dispositivos conectados existentes no final de 2020 para mais de 3 mil milhões até 2025. À medida que estes edifícios comerciais evoluem para edifícios inteligentes do futuro, partilham pelo menos uma característica comum: uma maior exposição a riscos.
Estudos demonstram que 57% dos dispositivos IoT são vulneráveis a ataques de severidade média ou alta. Os ciberataques já lesaram várias empresas, incluindo infraestruturas críticas como hospitais, Data Centers e hotéis.

“A integração da IoT nos edifícios está a provocar uma mudança emocionante em todo o sector, mas, como acontece com qualquer inovação, também apresenta novos riscos,” afirmou Annick Villeneuve, vice president digital enterprise solutions da Schneider Electric. “Os edifícios podem parecer o alvo perfeito para os agentes de ameaças que procuram perturbar as operações, beneficiar financeiramente e/ou alcançar outros objectivos e, ao fazê-lo, colocar as pessoas em risco. É com isto em mente que nos juntamos à Claroty para oferecer aos nossos clientes uma solução abrangente e líder na indústria, que cobre os riscos operacionais e de segurança únicos que os edifícios de hoje e do futuro enfrentam”, justifica o responsável.

À medida que cada vez mais dispositivos IoT são implementados no espaço dos edifícios e aumenta a conectividade entre a tecnologia operacional anteriormente isolada, os BMS e os seus equivalentes de TI tornaram-nos alvos mais atractivos e vulneráveis a ciberataques. Para além disso, os gestores de instalações supervisionam centenas de vendedores, prestadores de serviços e técnicos de uma forma fragmentada, aumentando a complexidade e o risco.
“Quando se trata de assegurar sistemas ciber físicos, incluindo os BMS, a prioridade número um é manter os processos físicos operacionais e seguros,” comentou Keith Carter, vice president of worldwide channels and alliances da Claroty. “Ao fundir os conhecimentos profundos da Claroty e a tecnologia propositadamente construída com os serviços de renome e o compromisso da Schneider Electric de impulsionar a transformação digital a nível global, estamos a capacitar os nossos clientes para tirarem partido dos benefícios das tecnologias de edifícios inteligentes sem aumentar a sua exposição aos ciber riscos, dando assim um passo profundo no sentido de criar um futuro mais eficiente e sustentável para o planeta”.

A oferta Cybersecurity Solutions for Buildings concebida pela Schneider Electric e pela Claroty inclui as seguintes etapas: descoberta de activos, avaliação de riscos, controlo de acesso remoto e detecção e resposta a ameaças. Proporcionará aos proprietários de edifícios, operadores de instalações e equipas de segurança, sem acrescentar mais carga de trabalho, uma solução simples que identifica riscos de base, reduz continuamente os ciber riscos e os riscos de activos, e identifica e corrige as ameaças no ambiente antes que os serviços sejam interrompidos.

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OBO Bettermann apresenta Quick-Pipe para “instalações novas e posteriores”

Quick-Pipe reúne as vantagens das calhas de instalação eléctrica convencional num sistema inteligente para instalações salientes. Inclui tubos de instalação eléctrica, as abraçadeiras Quick e uma selecção de acessórios

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A OBO Bettermann Portugal apresenta o sistema Quick-Pipe que reúne as vantagens das calhas para cabos e tubos de instalação eléctrica convencionais num sistema inteligente para instalações salientes. Inclui os tubos de instalação eléctrica Quick-Pipe, as abraçadeiras Quick e uma selecção de acessórios que combinam na perfeição.

A instalação e utilização do sistema Quick-Pipe é particularmente flexível e descomplicada, devido aos acessórios que combinam na perfeição e completam o sistema. Os acessórios oferecem vantagens sobretudo no que se refere às possibilidades de construção e de instalação. Os acessórios Quick-Pipe incluem: a derivação em T, o ângulo de 90° e a união.

Todos os componentes do sistema Quick-Pipe estão disponíveis nos quatro tamanhos métricos M16 a M32. Podem ser abertos e fechados sem ferramentas e distinguem-se, especialmente, por também poderem alojar tubos corrugados para além dos tubos de instalação elétrica. Estes são mantidos de forma segura por um contorno de nervura integrado dentro dos acessórios. Podem ser instalados em áreas interiores e exteriores protegidas e são utilizáveis num intervalo de temperaturas entre -25 e +60 °C.

Os componentes do sistema Quick-Pipe são indissociáveis e proporcionam numerosas vantagens durante a instalação. Caso os tubos de instalação elétrica e os acessórios Quick-Pipe sejam fixados com abraçadeiras OBO-Quick, por exemplo, todo o sistema atinge o grau de proteção IP44.

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