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Lighting design valoriza Casal Ribeiro 37

A solução de design de iluminação concebida pela ARTsolutions realça a traça arquitectónica dos quatro edifícios reabilitados pelo Grupo Stakecorp. Um projecto de reabilitação que contou com a assinatura do gabinete de arquitectura Saraiva + Associados

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Lighting design valoriza Casal Ribeiro 37

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Localizado no coração de Lisboa, o projecto Casal Ribeiro 37, em Lisboa é um investimento de 30 milhões do Grupo Stakecorp. O projecto de reabilitação conta com a assinatura do gabinete de arquitectura Saraiva + Associados. A recuperação preservou a identidade histórica do edifício, não só nas fachadas como no interior, evidenciando, à luz dos dias de hoje, a sua elegância original, com apontamentos geométricos e luxuosos.

Com uma área aproximada de 10 mil m2, dos quais quatro mil m2 são subterrâneos, o conjunto é desenhado em forma de V. No interior dos quatro blocos definem-se estilos e conceitos inovadores e distintos: o Action, o Selection, o Collection e o View. O empreendimento coloca no mercado 77 apartamentos, com tipologias T0 a T4, usufruindo de piscina comum, ginásio e de várias comodidades, como segurança 24 horas e serviço de “conciérge”, com preços que variam entre os 500 mil euros a 1,5 milhões de euros.

Para Eurico Almeida, CEO da Stakecorp, o objectivo do “Casal Ribeiro 37” é captar clientes que pretendam viver em permanência no condomínio. “O que queremos é que sejam casas para famílias portuguesas ou estrangeiras que queiram mesmo viver neste local”, recordando ainda que “a recuperação do Casal Ribeiro 37 preservou a identidade histórica do edifício, não só nas fachadas como no interior, evidenciando a sua elegância original”, reforça.

A solução adoptada para iluminação dos exteriores do projecto de investimento do grupo Stakecorp, da responsabilidade da ARTsolutions group, realça a traça arquitectónica dos quatro edifícios que compõem o empreendimento e que datam de finais do século XIX e início do século XX.

“Dado o enquadramento do Casal Ribeiro 37, a sua escala e, por conseguinte, o seu impacto no “perfil da Rua”, a desenvolvemos um conceito de iluminação que destacasse o ritmo de vãos do imponente gaveto e proporcionasse um reforço de luz ao nível dos pisos mais próximos da cota da Rua”, explica Tiago G. da Costa, CEO da ARTsolutions. De acordo com o mesmo responsável, a solução encontrada permite “reduzir significativamente custos ao mesmo tempo que se conseguiu reforçar a identidade do empreendimento”.

“Procuramos sempre a melhor conjugação dos vários tipos de iluminação, técnica / decorativa de interior e de exterior, acompanhado sempre as orientações da arquitectura e a componente financeira dos clientes. O objectivo é gerar emoções com a iluminação, melhorar o conforto no espaço e ajudar a dinâmica de vendas, da manutenção e o controlo de custos do investimento”, explica Tiago G. da Costa.

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STET lança nova geração de pás de rodas

A Cat 980, 986K e 988K Block Handlers foram desenvolvidas para resistir ao ambiente mais exigente e difícil das aplicações de movimentação de blocos e carregamento em pedreiras

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As características da novas Pás de Rodas Cat 980, 986K e 988K Block Handlers funcionam em conjunto para oferecer máquinas poderosas, duráveis e fiáveis que respondam às necessidades dos clientes. Mas esta nova geração aposta também numa maior comodidade do operador, essencial para o aumento da produtividade. Assim, a nova nova geração das cabinas contam com um banco ajustável e um sistema de suspensão pneumático, com opção de escolha entre vários níveis de acabamento e um opcional arnês de quatro pontos. A supressão do som, os selos e os suportes da cabina reduzem o ruído e a vibração para um ambiente de trabalho calmo no interior das Cat 980, 986K e 988K Block Handlers. O operador pode encontrar nas novas cabinas: controlos automáticos de temperatura, ar filtrado, painel de controlo na cabina, monitor de ecrã táctil de alta resolução e a conveniente caixa de armazenamento localizada no chão, que também contribui para o conforto e produtividade durante longos turnos.

O Ride Control é opcional nas Pás de Rodas Cat® 980, 986K e 988K Block Handlers mas altamente recomendado para aplicações de carga e transporte. Um acumulador auxiliar no circuito do elevador amortece o movimento de ligação. É automaticamente activado quando a velocidade do solo atinge um valor pré-estabelecido para proporcionar uma viagem mais suave e confortável em ambientes mais exigentes ou a velocidades mais elevadas.

A nova geração promete um impacto também ao nível dos custos de manutenção, maior facilidade nas verificações diárias e manutenção planeada mais rápida.

Os pontos de serviço das Pás de Rodas Cat 980, 986K e 988K Block Handlers são agrupados e localizados ao nível do solo ou na plataforma para segurança e comodidade. Há também um centro de serviço eléctrico ao nível do solo no lado esquerdo da máquina que lhe dá acesso ao circuito principal disjuntor, disjuntor do motor, interruptor de ligar/desligar o motor, corta-corrente da bateria e ligação remota.

A entrada da cabina proporciona um acesso rápido e fácil ao compartimento do motor, de forma a facilitar as verificações de serviço diárias. Os visores a nível do solo permitem verificar facilmente os níveis de óleo em todos os componentes principais. Os pontos de lubrificação são centralizados e localizados ao nível do solo ou o cliente pode escolher a opção de lubrificação automática que injecta a massa lubrificante em articulações de pinos de ligação em intervalos regulares. A luz de acesso opcional e o sistema de luz de serviço por baixo do capô permitem o acesso iluminado à máquina e verificações diárias, mesmo em situações de pouca visibilidade. O seu Remote Flash funciona em conexão com a agenda do utilizador.

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Leixões: gestão do terminal ferroviário passa para a APDL

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou o diploma que atribui à APDL – Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo a gestão do terminal ferroviário de mercadorias do porto de Leixões

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O Governo aprovou em 28 de Julho, em Conselho de Ministros, a atribuição à APDL a gestão do terminal ferroviário de mercadorias do porto de Leixões. De acordo com o Governo, “o diploma reflecte mais um passo na integração entre a modalidade ferroviária e marítima no transporte de mercadorias, através da gestão de infraestruturas concentrada na autoridade portuária”.

Na altura, o executivo referiu que a mudança objectiva “a coordenação dos sectores” e ultrapassa “constrangimentos de interacção técnico-operacional que decorrem do cenário em vigor”, em que a Infraestruturas de Portugal (IP) gere o terminal.

O Governo referiu ainda que a alteração promove “o reforço da conexão com o ‘hinterland’]do porto de Leixões, sendo este um factor decisivo para o crescimento da infraestrutura portuária e para o desenvolvimento social do território de influência, favorecendo a sua competitividade e a dos seus clientes”.

Para a APDL a mudança terá “um impacto positivo a nível económico, social, bem como a criação de mais um passo decisivo rumo à neutralidade carbónica”. O presidente da APDL, Nuno Araújo, salientou que a alteração vai permitir “aumentar a cota ferroviária, aumentar as mercadorias movimentadas pelo Porto de Leixões, aumentar as soluções para a cadeia logística [com ganhos evidentes tanto em rapidez como em competências], e diminuir a pegada ambiental”. A APDL prevê que a mudança na gestão da infraestrutura ocorra seis meses após a promulgação do diploma, que ainda terá de ser publicado em Diário da República.

Além do terminal de Leixões, este ano a gestão do terminal ferroviário de mercadorias da Guarda vai também passar da IP para a APDL.

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Schneider Electric e Claroty lançam ‘Cybersecurity Solutions for Buildings’ para reduzir ciber riscos nos edifícios inteligentes

A solução para edifícios oferece um inventário exaustivo de activos, acesso remoto seguro e detecção de ameaças, ajudando a garantir a resistência a ciberataques e falhas de equipamento

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A Schneider Electric, lança a solução Cybersecurity Solutions for Buildings, que ajuda todos os clientes de edifícios a proteger os sistemas de gestão de edifícios (BMS, na sua sigla em inglês) e, consequentemente, as suas pessoas, activos e operações. A solução, criada em conjunto com a Claroty, empresa de segurança para sistemas ciber físicos em ambientes industriais, de saúde e comerciais, combina tecnologia premiada com a experiência na indústria e os serviços da Schneider Electric, com vista a identificar os activos de todas as instalações, oferecer capacidades de gestão de riscos e vulnerabilidades, e disponibilizar monitorização contínua de ameaças para proteger os investimentos empresariais.

Sabe-se que 50% dos edifícios actuais ainda estarão, provavelmente, em utilização até 2050. Isto está a levar à digitalização dos activos dos edifícios comerciais, incluindo a modernização dos sistemas de gestão de edifícios. De facto, espera-se que a tecnologia IoT para edifícios cresça dos 1.7 mil milhões de dispositivos conectados existentes no final de 2020 para mais de 3 mil milhões até 2025. À medida que estes edifícios comerciais evoluem para edifícios inteligentes do futuro, partilham pelo menos uma característica comum: uma maior exposição a riscos.
Estudos demonstram que 57% dos dispositivos IoT são vulneráveis a ataques de severidade média ou alta. Os ciberataques já lesaram várias empresas, incluindo infraestruturas críticas como hospitais, Data Centers e hotéis.

“A integração da IoT nos edifícios está a provocar uma mudança emocionante em todo o sector, mas, como acontece com qualquer inovação, também apresenta novos riscos,” afirmou Annick Villeneuve, vice president digital enterprise solutions da Schneider Electric. “Os edifícios podem parecer o alvo perfeito para os agentes de ameaças que procuram perturbar as operações, beneficiar financeiramente e/ou alcançar outros objectivos e, ao fazê-lo, colocar as pessoas em risco. É com isto em mente que nos juntamos à Claroty para oferecer aos nossos clientes uma solução abrangente e líder na indústria, que cobre os riscos operacionais e de segurança únicos que os edifícios de hoje e do futuro enfrentam”, justifica o responsável.

À medida que cada vez mais dispositivos IoT são implementados no espaço dos edifícios e aumenta a conectividade entre a tecnologia operacional anteriormente isolada, os BMS e os seus equivalentes de TI tornaram-nos alvos mais atractivos e vulneráveis a ciberataques. Para além disso, os gestores de instalações supervisionam centenas de vendedores, prestadores de serviços e técnicos de uma forma fragmentada, aumentando a complexidade e o risco.
“Quando se trata de assegurar sistemas ciber físicos, incluindo os BMS, a prioridade número um é manter os processos físicos operacionais e seguros,” comentou Keith Carter, vice president of worldwide channels and alliances da Claroty. “Ao fundir os conhecimentos profundos da Claroty e a tecnologia propositadamente construída com os serviços de renome e o compromisso da Schneider Electric de impulsionar a transformação digital a nível global, estamos a capacitar os nossos clientes para tirarem partido dos benefícios das tecnologias de edifícios inteligentes sem aumentar a sua exposição aos ciber riscos, dando assim um passo profundo no sentido de criar um futuro mais eficiente e sustentável para o planeta”.

A oferta Cybersecurity Solutions for Buildings concebida pela Schneider Electric e pela Claroty inclui as seguintes etapas: descoberta de activos, avaliação de riscos, controlo de acesso remoto e detecção e resposta a ameaças. Proporcionará aos proprietários de edifícios, operadores de instalações e equipas de segurança, sem acrescentar mais carga de trabalho, uma solução simples que identifica riscos de base, reduz continuamente os ciber riscos e os riscos de activos, e identifica e corrige as ameaças no ambiente antes que os serviços sejam interrompidos.

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OBO Bettermann apresenta Quick-Pipe para “instalações novas e posteriores”

Quick-Pipe reúne as vantagens das calhas de instalação eléctrica convencional num sistema inteligente para instalações salientes. Inclui tubos de instalação eléctrica, as abraçadeiras Quick e uma selecção de acessórios

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A OBO Bettermann Portugal apresenta o sistema Quick-Pipe que reúne as vantagens das calhas para cabos e tubos de instalação eléctrica convencionais num sistema inteligente para instalações salientes. Inclui os tubos de instalação eléctrica Quick-Pipe, as abraçadeiras Quick e uma selecção de acessórios que combinam na perfeição.

A instalação e utilização do sistema Quick-Pipe é particularmente flexível e descomplicada, devido aos acessórios que combinam na perfeição e completam o sistema. Os acessórios oferecem vantagens sobretudo no que se refere às possibilidades de construção e de instalação. Os acessórios Quick-Pipe incluem: a derivação em T, o ângulo de 90° e a união.

Todos os componentes do sistema Quick-Pipe estão disponíveis nos quatro tamanhos métricos M16 a M32. Podem ser abertos e fechados sem ferramentas e distinguem-se, especialmente, por também poderem alojar tubos corrugados para além dos tubos de instalação elétrica. Estes são mantidos de forma segura por um contorno de nervura integrado dentro dos acessórios. Podem ser instalados em áreas interiores e exteriores protegidas e são utilizáveis num intervalo de temperaturas entre -25 e +60 °C.

Os componentes do sistema Quick-Pipe são indissociáveis e proporcionam numerosas vantagens durante a instalação. Caso os tubos de instalação elétrica e os acessórios Quick-Pipe sejam fixados com abraçadeiras OBO-Quick, por exemplo, todo o sistema atinge o grau de proteção IP44.

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HAIER EUROPE marca presença na IFA 2022

A exposição que se realiza em Berlim, no início de Setembro, é o palco escolhido para a apresentação das novidades das marcas Candy, Hoover e Haier

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Após uma espera de dois anos, a IFA, o certame dedicado ao mundo da tecnologia, inovação e electrónica de consumo de topo está de regresso de 2 a 6 de Setembro, em Berlim. Um evento onde a Haier Europe, que engloba as marcas Candy, Hoover e Haier estará presente.

Neste que é “um palco mundial para apresentação das novas soluções onde a IoT desempenha um papel fundamental em ambientes idealizados e concebidos especialmente para a Candy, Hoover e Haier. Os consumidores são convidados a submergir nesta nova experiência em casa, a partir de produtos que apresentam, não apenas uma vertente funcional, mas também um design cativante e renovado”, avança o grupo em comunicado.

O espaço expositivo tem uma área de 3.700 m2 e transmite uma nova visão de casa inteligente. Uma viagem pela conectividade, onde os principais palcos são as inovações tecnológicas em produtos com soluções que ganham vida, interagindo com os visitantes através do seu envolvimento em momentos únicos.

A “Haier Europe tem como principal objectivo atender às necessidades de todos os consumidores através de uma inovação tecnológica contínua, do uso cuidadoso da inteligência artificial e do estudo de um design sempre muito avançado e inovador: a abordagem “distância zero” perfeita. Devido a uma estreita conexão entre os produtos, os ecossistemas moldam-se em torno da vida das pessoas, antecipando os seus desejos e oferecendo soluções que simplifiquem e melhorem o quotidiano”, justifica.

Mais uma vez, a app hOn assume um papel central: esta plataforma permite gerir todas as apps das três marcas e aceder a vários serviços devido a uma selecção de um número crescente de parceiros, estabelecidos num ecossistema. Recentemente, o número de utilizadores registrados na aplicação hOn atingiu os 4,5 milhões.

Candy, Hoover e Haier são apresentadas em três macro áreas distintas, lugares dinâmicos e conectados, com três percursos imersivos articulados através de estações dedicadas para descobrir as inovações e os essenciais da gama. Eventos, entretenimento, um show cooking internacional, tudo vai contribuir para oferecer uma experiência muito envolvente.

“A IFA em Berlim é uma ocasião única para apresentarmos as nossas inovações e a nossa liderança. Um evento internacional que toda a indústria (e não só) aguarda com grande entusiasmo. Será o momento de ofereceremos aos nossos stakeholders uma grande experiência tecnológica e imersiva”, afirmou Giampiero Morbello, head of brand & IOT Haier Europe. “A nossa abordagem diversificada permite-nos atingir todos os alvos, com as três marcas, através da personalização dos serviços ao domicílio e do desenho de modelos ilimitados de interacção com o consumidor”, sublinha o responsável.

A IFA 2022 é um momento importante para partilhar também as conquistas mais significativas da empresa, incluindo a abertura de novas fábricas. “Em 2021, concluímos a construção de duas fábricas na Roménia e na Turquia, especializadas no fabrico de frigoríficos e máquinas de secar roupa, respectivamente. Em 2022, iniciou-se a produção na nova fábrica dedicada a máquinas de lavar loiça, na Turquia”.

Haier: Conecte-se ao Extraordinário

O Ecossistema Haier, representa a expressão máxima de uma história que combina design, tecnologia e cenários personalizados e à medida. O lema “Connect to Extraordinary” tem a app hOn como protagonista, através da qual foi aumentado todo o potencial dos electrodomésticos, conseguindo-se a gestão personalizada da casa com um grande nível de eficiência As múltiplas funções dos produtos ganham vida em grandes monitores, que projectam os visitantes em cenários onde a conexão se torna a ferramenta óptima para melhorar a vida quotidiana.

A IFA 2022 será palco de novos lançamentos da marca como o novo serviço WashPass disponível no modo “pagamento por lavagem” (modo pay per wash). “Esta é uma máquina de lavar roupa conectada, tecnologicamente ultra avançada, que doseia automaticamente 4 detergentes específicos, projectada para obter o melhor desempenho de lavagem com o mínimo de compromisso do utilizador”.

Ainda na área da lavagem o grupo irá mostrar a tecnologia dos novos modelos SUPERDRUM, com o maior tambor disponível no mercado, que utilizam tecnologia avançada para garantir o melhor cuidado com a lavagem e com o meio ambiente. Na cozinha, I-PRO SHINE é a resposta para quem procura uma máquina de lavar louça de alto desempenho, depois das mais recentes tecnologias de Inteligência Artificial Inside do [email protected] SERIES 6.

Na gama de refrigeração, não faltam as inovações, incluindo o CUBE 90 SERIES – que, devido à inteligência artificial, se torna o núcleo de todo o ecossistema doméstico, ou o CUBE 90 SERIES 7 e FD 90 SERIES 7 .

Candy: simplifique o seu dia-a-dia

A marca Candy Em Berlim, a marca vai apresentar, através do Simplify your Day, a instalação que inclui soluções inteligentes rodeadas de criações de jovens artistas, onde o visitante pode mergulhar em ambientes multissensoriais e entrar no mundo Candy.

Na entrada, uma parede interativa reproduz cenários quotidianos onde as tarefas domésticas são tratadas de forma original. O coração da exposição pulsa na área “touch&feel” onde pode entrar em contacto com a expressão mais inteligente da Candy, dinamizada pelos serviços disponibilizados pela app hOn. Na área dedicada à máquina de lavar loiça RapidÓ, o mundo real e o virtual juntam-se num grande ecrã e revelam as principais inovações tecnológicas disponíveis. Tirando uma foto sua, também é possível criar versões super personalizadas dos combinados Fresco, colocando a sua imagem nos diferentes andares. O caminho segue no infinito mundo de funções inteligentes das novas máquinas de lavar e secar roupa Candy, incluindo a recém-chegada da família RapidÓ PRO ou a Aquamatic, a mais pequena máquina de lavar roupa disponível na sua categoria, exibida no Design Hub numa edição limitada e muito colorida.

O combinado I-Case foi projectado a partir da criatividade de jovens artistas, estudantes do Instituto Europeu de Design em Milão e vencedor do concurso MDW22. As colecções MODERNA, com formas caracterizadas pelo aço inox e vidro – e ESSENZA – baseadas no estilo e no minimalismo, vão destacar-se no show cooking dinâmico onde será possível testar soluções de marca com os chefs convidados que vão estar a cozinhar ao vivo.

Hoover: qualidade de Vida

Uma imersão profunda na performance e conectividade dos produtos Hoover, através de experiências de realidade aumentada que destacam o vínculo da marca ao design e tecnologia, o que, para a Hoover, representa “Quality for life”: performance dedicada ao bem-estar e qualidade de vida no ambiente doméstico. As necessidades e desejos dos consumidores estão no centro de um projecto impactante que tem por objectivo mostrar ao público soluções tecnológicas de ponta, onde o significado de “alta performance” se amplia. Os visitantes perceberão imediatamente a qualidade em todos os produtos e vão surpreender-se com o design minimalista e renovado, bem como com todas as funções inovadoras em termos de higienização.

Durante o certame o protagonista da marca é o novo aspirador sem fio HF9 com algumas características extraordinárias: o equilíbrio perfeito entre potência e autonomia real para limpar toda a casa e satisfazer todas as necessidades dos consumidores.

A IFA é a ocasião para apresentar também uma selecção de inovações Hoover. As novas máquinas de lavar H-WASH 700, que garantem um aumento de 20% de rendimento na lavagem com uma profundidade reduzida, e as H-DRY 550, a combinação entre design e funcionalidade. Na cozinha, encontramos o H-DISH 700 PRO, o electrodoméstico topo da nova gama de máquinas de lavar louça, que garante o máximo cuidado das peças delicadas, como copos de vinho, ou ainda o forno H-OVEN 500 Steam Plus que usa vapor ou baixa temperaturas devido à tecnologia Steam&Taste. Quanto ao mundo da refrigeração, dá as boas-vindas ao H-FRIDGE 700, o combinado com tecnologia Air Care total no frost para manter os alimentos frescos como no primeiro dia em que foram comprados.

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Espanha e Portugal criam a Mercedes- Benz Trucks Ibéria

Esta alteração aconteceu a partir do dia 1 de Julho de 2022, quando as empresas Mercedes-Benz Trucks Espanha e Mercedes-Benz Portugal passaram a partilhar a mesma equipa de gestão

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Desde o dia 1 de Julho de 2022, as empresas Mercedes-Benz Trucks Espanha e Mercedes-Benz Portugal partilham a mesma equipa de gestão, permitindo a constituição de uma nova organização interna, denominada por Mercedes- Benz Trucks Ibéria.

Desta forma, neste processo de unificação da estrutura de direcção e de gestão de ambos os mercados, Antonio García-Patiño de Mercado continua como CEO da Mercedes-Benz Trucks Espanha, sendo também nomeado CEO da Mercedes-Benz Trucks Portugal, em substituição de António Cabrita Martins, que terminou a sua carreia, na Mercedes-Benz Trucks Portugal.

Manuel Gonzalo Bono, CFO da Mercedes-Benz Trucks Espanha, assumiu esta mesma função para a Mercedes-Benz Trucks Portugal. Já António Louro foi nomeado director geral da Mercedes-Benz Trucks Portugal.

Durante os próximos meses ambas as empresas serão reorganizadas internamente com o objectivo de se obter processos e equipas mais integradas, eficientes e, principalmente, mais focadas nos clientes de toda a Península Ibérica.

“Neste momento, com todas as mudanças que estão a ocorrer no sector automóvel, é muito importante criar equipas fortes e motivadas, que trabalhem unidas. Estou confiante que uma união dos dois mercados, Espanha e Portugal, será uma mais-valia para os nossos clientes e para a nossa rede de concessionários e oficinas autorizadas e que todos saberão valorizar”, segundo Antonio García-Patiño.

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LIDL vai investir na modernização e abertura de novas lojas

A cadeia de retalho vai investir 200 milhões de euros até ao final do ano em Portugal. Deste 125 milhões de euros destinam-se à intervenção no parque de lojas

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Desde 2017, o investimento do Lidl em Portugal já contabilizou 1000 milhões de euros. A cadeia de retalho veio agora sublinhar o compromisso com o país e anuncia o investimento de 200 milhões de euros, a realizar até ao final do ano. A maior parte da verba, 125 milhões de euros, terá como destino “intervenção no parque de lojas (remodelações, modernizações e novas aberturas)”, sublinha a cadeia. “O Lidl contribuirá igualmente, de forma activa, para reabilitar as zonas envolventes, facilitando vida e apoiando as comunidades locais onde está inserido”, acrescenta em comunicado.

O investimento no país tem vindo a intensificar-se ao longo dos anos e, desde 2017, soma cerca de 1000 milhões de euros – em 2018, foi inclusive responsável por 1% do PIB nacional, segundo um estudo de impacto económico realizado pela consultora independente KPMG. Para além da contínua modernização e abertura de lojas, o Lidl inaugurou, em 2020, um novo entreposto em Santo Tirso, semi-robotizado, que levou ao desenvolvimento de uma nova zona industrial no Norte país e à criação de 200 novos postos de trabalho, estando também a construir um novo entreposto em Loures, para reforçar a capacidade de abastecimento e armazenamento das suas lojas da região centro.

Em Portugal há 27 anos, o Lidl tem actualmente uma rede de mais de 269 lojas, de Norte a Sul do país, e quatro entrepostos (Santo Tirso, Palmela, Sintra e Torres Novas), sendo que até ao final de 2022 a cadeia prevê intervir em cerca de 25 lojas, das quais 6 serão totalmente novas.

Actualmente com mais de 8200 colaboradores, e uma aposta numa oferta de emprego estável e de qualidade, as exportações de produtos portugueses que facilita para 29 dos 32 países onde está presente, representam 2% das exportações nacionais de produtos alimentares para países da União Europeia.

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Jorge Mira Amaral reeleito Presidente da ANIET

Apostar na indústria e manter o forte impacto económico na balança comercial é o objectivo para o próximo triénio

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Apostar na indústria e manter o forte impacto económico na balança comercial é o objectivo para o próximo triénio do presidente da Associação Nacional da Indústria Extrativa e Transformadora (ANIET). A reeleição decorreu em Assembleia Geral, onde ficaram definidos também o plano de actividades e os restantes órgãos sociais.

Jorge Mira Amaral foi reconduzido, por unanimidade, a novo mandato na presidência da ANIET. A Assembleia Geral aprovou o plano de actividades para os próximos três anos com foco na resposta às necessidades das empresas associadas.

“O nosso objectivo é continuar a servir os nossos associados, com dedicação e muita acção de proximidade, e aumentar o crescimento, cada vez mais sustentável, das exportações das rochas ornamentais, minerais industriais, metálicos e não metálicos. Somos um país rico em quantidade e em diversidade destes recursos e acreditamos que este sector tem de ser mais divulgado, compreendido e valorizado. Sem indústria extractiva não há presente, nem haverá futuro”, referiu Jorge Mira Amaral.

Tendo em conta obstáculos como o elevado custo de extracção e transformação, comparativamente com outros países concorrentes, a dificuldade em investir em inovação e emprego qualificado, a ANIET pretende “apoiar a internacionalização e exportação, desenvolver uma campanha de comunicação e imagem sobre a importância do sector e tornar possível, a todas as empresas, a sua integração numa economia circular”, acrescentou.

O plano de actividades definido em Assembleia Geral reflecte a preocupação da consolidação da actividade e da dinamização do sector.

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APCMC quer acelerar a digitalização na indústria dos materiais de construção

Parte central do projecto Speed up: Materiais de Construções a nova plataforma da APCMC já arrancou. A Datacheck vai colocar a indústria dos materiais de construção e as empresas distribuidoras a comunicar com base nos mesmos standards, acelerando a digitalização da indústria dos materiais de construção

Designado “Speed Up: Materiais de Construção 4.0” o projecto da Associação Portuguesa dos Materiais de Construção tem como principal objectivo “acelerar a transição dos materiais de construção para uma nova realidade de adopção tecnológica e digital nos processos de negócio das pequenas e médias empresas. Estas são condições essenciais ao desenvolvimento de uma abordagem integral e integrada na fileira da construção nacional. A criação de uma plataforma nacional de produtos para a construção – a datacheck – é o elemento central deste projecto. A plataforma está pronta agora é preciso a adesão da indústria como afirma José Matos, secretário-geral da Associação Portuguesa dos Comerciantes de Materiais de Construção.

O que é a APCMC Datacheck?
É uma plataforma de gestão que será o garante da qualidade da informação sobre os produtos, a qual será directamente carregada e actualizada pelos fornecedores, num formato e com estrutura standard a nível europeu. A partir daí os comerciantes e distribuidores poderão, de forma simples fazer o download de toda a informação sobre os produtos, incluindo preços, imagens, fichas técnicas, etc, etc..

Qual o ponto de situação da implementação da Datacheck?
Este é um projecto que está a ser desenvolvido há cerca de 2 anos. Registou algum atraso devido à pandemia, mas não do ponto de vista do desenvolvimento tecnológico e deverá estar totalmente operacional até ao final do ano. É parte integrante de um projecto mais amplo o “Speed Up: Materiais de Construção 4.0”, que compreende várias componentes e acções no sentido de informação sobre processos e de capacitação das empresas de forma que estas possam tirar maior partido da digitalização nos seus processos internos, sejam eles logísticos, marketing, entre outros.

Qual é a referência base deste projecto?
O elemento mais importante do ponto de vista instrumental e prático é a criação de uma plataforma nacional, um percurso idêntico ao que o resto da Europa, em especial Alemanha, Bélgica, França, Holanda, Itália ou Áustria tem vindo a fazer ao longo dos anos. Seguindo um movimento voluntário, quer das várias associações do sector dos distribuidores quer também da associação europeia de fabricantes que está neste momento em processo formal de criação de um guia europeu que permita standardizar e harmonizar todas estas plataformas nacionais. Este é um trabalho que tem sido feito nos últimos anos e neste momento está a ser criado o standard europeu destas plataformas para que haja uma interoperabilidade entre elas e para que os fabricantes e comerciantes europeus possam receber os dados nos mesmos formatos e não estar cada país a usar formatos diferentes e estruturas de dados diferentes.

Mas há uma obrigatoriedade do ponto de vista legal ou é uma mobilização da indústria/distribuidores?
É um processo voluntário não é obrigatória, mas que está a ser ajustado face às novas regras que estão a ser propostas nesta revisão de regulamento dos produtos de o qual prevê a criação de uma base de dados europeia sobre os produtos de construção, o que por sua vez está ligado à criação de um passaporte europeu de produtos de construção… mas todo este trabalho está a ser feito com base no que já existe na indústria. Não é algo absolutamente novo. Está-se a aproveitar algo que na Europa já é comum que são estas estruturas de dados que estão a ser comunicados dentro do sector por processos deste género e era muito importante que Portugal acertasse o passo com o resto da europa porque vêm aí as obrigações regulamentares.

Em que fase do processo é que estamos?
A plataforma está a funcionar. Obviamente que há ajustamentos que estamos a fazer de funcionalidade e de adaptação do funcionamento que se mostrem necessário que vão surgindo durante a sua utilização, mas neste momento já está a funcional. Temos entre 50 a 60 distribuidores registados na plataforma nacionais e 35 fabricantes registados, embora nem todos eles tenham ainda disponibilizado todos os dados. Este está a ser um processo lento porque apesar da informação existir nas empresas estas, em especial as de média e pequena dimensão, não têm recursos humanos suficientes para tratar os dados que têm em diferentes plataformas e em diferentes formatos ou em departamentos diferentes. A Datacheck tem cerca de 150 campos de informação que podem ser actualizadas permanentemente. Mas estamos a trabalhar com as empresas no sentido de as ajudar a fazer essa adaptação e acelerar esse trabalho.

Com quantas empresas estão a trabalhar?
Estamos a trabalhar com trinta e tal empresas nacionais e internacionais. Aliás, para estas últimas este é um processo mais fácil porque estão habituados a trabalhar desta forma nos mercados europeus e entendem a necessidade de harmonização.

Mas do ponto de vista nacional esta já é uma indústria exportadora…
E por isso também é importante para a indústria nacional, que esta a ter as solicitações noutros mercados e precisa de enviar os seus dados para data pools diferentes em formatos diferentes e, portanto, digamos que se fizer o processo a nível nacional fica com uma estrutura de dados europeia, o que lhe facilita o envio da informação para os seus clientes internacionais. Além disso, este trabalho de harmonização inclui a harmonização com o sistema de classificação de produtos internacional, o eTime.

O que está interligado com recolha de informação que é pedida pela Datacheck.
Exactamente. Tudo isso está integrado na plataforma se for indicado o sistema de classificação e a classe do produto automaticamente são indicadas as características técnicas do produto na própria plataforma. Se o fabricante não utilizar um sistema de classificação vai ter que identificar as características técnicas do produto na plataforma, o que também é possível.
É preciso não esquecer que a jusante desta indústria, estão os projectistas, arquitectos, construtores para quem esta informação e estes dados são importantes e que podem passar a ter acesso a informação estandardizada e que pode ser usada por outras ferramentas e software designadamente o BIM. Um dos elementos que pode acompanhar a informação produto é o objecto BIM que passa a estar disponível logo no artigo.

Quantas empresas já completaram o processo?
Como lhe disse temos registados entre 35 a 40 empresas, mas disponíveis a ser utilizados estão cinco, as restantes estão em diferentes fases do processo e algumas estão quase em fase de arranque outras têm o seu processo interno mais atrasado. Até ao final do contamos ter em funcionamento estas 35 a 40 empresas.

Face ao universo das empresas do sector este número representa quanto?
Em termas de empresas não representará mais de 20% das empresas fabricantes, mas representará em termos de volume de negócios se calhar 80%.

Para as empresas mais pequenas tem sido fácil explicar a importância e fazê-las aderir ao projecto?
É mais complicado porque as empresas têm poucos recursos humanos e estão mais limitadas, mas a aceitação e a adesão das empresas têm sido enormes, demora é tempo a concretizar-se.

Num mundo que já é globalizado só agora a indústria dos materiais de construção está a despertar para esta necessidade de harmonização?
O sector da construção está atrasado. Todos nós gostávamos de estar como o sector automóvel. Isto é um trabalho de fundo que na Europa se está a fazer há 30 anos e nós estamos a começar agora. Claro que aproveitamos tudo o que a Europa já produziu e todo o seu processo de aprendizagem. Hoje é mais fácil porque temos as ferramentas, a experiência, temos as empresas internacionais a trabalhar nos mesmos moldes e temos standards europeus que antes não existiam.
A implementação torna-se mais rápida, mas, ainda assim, é um trabalho que irá demorar meses, devemos atingir um patamar mínimo no final deste ano e depois esperamos que em dois a três anos se complete.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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Corticeira Amorim: vendas crescem em todas as Unidades de Negócio

Apesar de alguns sinais de abrandamento no segundo trimestre, Corticeira Amorim regista crescimento em todas as Unidades de Negócio, não obstante o impacto das pressões inflacionistas, particularmente na energia, matérias-primas e transporte

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As vendas da Corticeira Amorim atingiram 546 milhões de euros no primeiro semestre de 2022, um crescimento de 25,9% face ao período homólogo do ano anterior. A consolidação, desde 1 de Janeiro, da actividade das empresas do Grupo SACI (SACI) contribuiu significativamente para as vendas consolidadas da Corticeira Amorim – excluindo este efeito, o crescimento das vendas teria sido de 12,7%.

Segundo o grupo, apesar de alguns sinais de abrandamento no segundo trimestre, todas as Unidades de Negócio (UN) registaram um crescimento das vendas. “Esta evolução reflecte a melhoria do mix de produto, a subida de preços e o crescimento de volumes. A evolução cambial teve também um impacto positivo nas vendas – excluindo este efeito, as vendas teriam subido 24,2% (+11,0% excluindo as alterações do perímetro de consolidação)”.

O EBITDA consolidado subiu para 98 M€ nos primeiros seis meses do ano, o que compara com 77 M€ no período homólogo. Excluindo o contributo da SACI, o crescimento do EBITDA foi de 13,2%, em linha com a evolução das vendas no período. “Ainda que as pressões inflacionistas, particularmente na energia, matérias-primas e transportes, tenham continuado a penalizar os resultados, os maiores níveis de actividade e a melhoria do mix de produto foram decisivos na protecção da rentabilidade. O rácio EBITDA/Vendas subiu para 18,0% (1S2021: 17,8%)”, refere o comunicado de imprensa.

Após resultados atribuíveis aos interesses que não controlam, o resultado líquido atingiu 48 M€ no final do primeiro semestre, uma subida de 20,6% face ao mesmo período de 2021. Excluindo as alterações no perímetro de consolidação, o resultado líquido cresceu 14,1%. No final de Junho, a dívida remunerada líquida ascendia a 71 M€ (12M21: 48 M€). O primeiro pagamento relativo à aquisição da participação de 50% na SACI (25 M€), a aquisição dos restantes 50% da Cold River’s Homestead (15 M€), o acréscimo das necessidades de fundo de maneio (41 M€), o aumento do investimento em activo fixo (34 M€) e o pagamento de dividendos(27 M€) contribuíram para o crescimento da dívida remunerada líquida face ao final do ano de 2021.

Desempenho por Unidade de Negócio
As vendas da UN Rolhas totalizaram 402 M€, um crescimento de 29,0% face ao primeiro semestre de 2021 (+10,7% excluindo alterações perímetro de consolidação).

A UN Revestimentos registou vendas de 77 M€ (+21,7% face ao período homólogo). Verificou-se um crescimento bastante equilibrado entre as vendas de produtos de trade e de produtos fabricados, destacando-se entre estes, a evolução das vendas dos produtos da linha Amorim WISE e dos produtos lançados recentemente. O EBITDA ascendeu a 2 M€ e o rácio EBITDA/Vendas cifrou-se em 2,8%, penalizado pelo agravamento dos custos, nomeadamente de energia e de matérias-primas não cortiça.

As vendas da UN Aglomerados Compósitos ascenderam a 62 M€ (+7,1% face ao período homólogo), apresentando um crescimento na grande maioria dos mercados onde opera. Sendo os EUA o mercado com o maior peso nesta UN, as vendas beneficiaram da valorização do dólar – excluindo esse efeito, as vendas subiram 4,3%. Os segmentos, Aerospace, Multi-purposes Seals & Gaskets e Mobility continuam a apresentar melhor desempenho, suportando uma melhoria significativa do mix de produto. As joint-ventures Amorim Sports, Corkeen e, a mais recente, Korko, mantiveram um grande dinamismo, permanecendo um importante motor de crescimento. O EBITDA da UN Aglomerados Compósitos subiu para 10 M€ e o rácio EBITDA/Vendas para 15,8% (1S2021: 9,0%).

A UN Isolamentos reverteu a contracção das vendas verificada nos primeiros três meses do ano, terminando o semestre com um crescimento de 10,6%. Os maiores custos operacionais (nomeadamente decorrentes do aumento do preço de energia) e o aumento do preço de consumo de cortiça penalizaram os resultados operacionais. O EBITDA totalizou 1 M€ e o rácio EBITDA/Vendas cifrou-se em 13,6% (1S2021: 19,2%).

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