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Aprovados 236M€ para infraestruturas das forças de segurança

A verba faz parte do pacote de investimentos, no valor global de 607 M€, aprovado pelo Governo, e que será canalizado para o reforço das infraestruturas e equipamentos das forças de segurança a realizar até 2026

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O Conselho de Ministros aprovou um «compromisso plurianual de investimento em infraestruturas e equipamentos das forças de segurança de mais de 607 milhões de euros», até 2026.

O anúncio foi feito na conferência de imprensa após o Conselho de Ministros, em Lisboa. O plano agora aprovado inclui 236 milhões de euros para infraestruturas, 250 milhões para sistemas de tecnologia de informação e comunicação, 64 milhões para compra de novos veículos, 11,5 milhões para aquisição de novas armas mais adaptadas às ameaças e riscos, 22 milhões para equipamentos para funções especializadas e 5 milhões para equipamento de apoio à actividade profissional. Este ano serão investidos 76 milhões de euros deste programa, que se prolongará até 2026.

Este é «o maior volume de investimento de sempre na modernização, requalificação e dignificação das condições de trabalho e de melhores indicadores de operacionalidade das forças e serviços de segurança», destacou José Luís Carneiro ministro da Administração Interna.

O investimento agora aprovado «dá continuidade a um programa que se iniciou em 2017 e que culminou em 2022, e permitiu a execução de mais de 340 milhões de euros na melhoria das infraestruturas e na modernização dos equipamentos de apoio», disse.

José Luís Carneiro apontou ainda o investimento em curso, «de mais de 40 milhões de euros para o alojamento de agentes da PSP e guardas da GNR e suas famílias, e o pacote de medidas de apoio social sobre o qual temos vindo a dialogar com os municípios, nomeadamente das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto.

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A digitalização na construção não é o futuro… é o presente

A indústria da construção portuguesa terá em breve uma primeira família de normas BIM traduzida para a contexto nacional, este será um passo importante para acelerar a digitalização e industrialização do sector

Os últimos dois anos mudaram a forma como nos relacionamos, como trabalhamos ou prestamos serviços e nem a construção escapou a essa revolução e ainda bem. Vários dados apontam para que o crescimento anual da produtividade do sector nos últimos 20 anos tenha sido apenas um terço da média total da economia. A digitalização do sector é a mais baixa do que em quase todas as outras indústrias. E este é um desafio premente que o sector tem que enfrentar de forma a poder acelerar a sua industrialização, inovação e sustentabilidade. Mas este não é um desafio que se irá colocar no futuro, antes pelo contrário é algo que já está em atraso e que o sector tem hoje que enfrentar. Afinal, a revolução do sector já está em marcha. Em Portugal o Built CoLAB, o laboratório colaborativo para a digitalização da construção, está a liderar esta revolução. O Laboratório foi criado para aproximar a indústria dos centros de investigação e das universidades e tem focado o seu trabalho na transição digital e na transição verde – a Twin Transition – ou seja, na necessidade de acelerar a digitalização e sensibilizar a indústria para a sustentabilidade.

Um dos projectos em curso no Built CoLAB é o processo de tradução de normas internacionais BIM para Portugal. A normalização é um dos “pilares dos processos de implementação do BIM e uma chave para melhorar a colaboração entre todos os actores da indústria”. Nesse âmbito, o laboratório assumiu o papel de Organismos de Normalização Sectorial, sendo a entidade que coordena a Comissão Técnica de Normalização BIM 197, a CT 197, a qual inclui dezenas de outros intervenientes, entre universidades e indústria.

“A CT 197 tem aqui um trabalho de normalização que é desafiante porque a nível europeu nos últimos anos foram produzidas dezenas de normas. Estamos a falar de normas BIM e não só o âmbito do trabalho desta comissão é mais amplo”, afirma António Aguiar Costa Director de Investigação, desenvolvimento e Inovação Built CoLAB.

Se é verdade que a digitalização e inovação da indústria levou à adoptação de novas tecnologias e softwares, de que o BIM é o exemplo mais comum, também é verdade que criou novos desafios “Como é que organizo os dados? Como é que se transmitem esses dados de forma que os outros percebam? Como é que se gere a qualidade desses dados ou dessa informação? Ou do lado da entidade contratante, como é que eu contrato essa informação? Porque de repente não tenho só um projecto ou só uma obra eu tenho isso e mais um modelo digital de informação que vai crescendo ao longo do ciclo de vida do empreendimento”, explica o director de investigação, desenvolvimento e inovação do Built CoLAB.
A normalização do sector é a chave para descodificar e facilitar todo este ‘novo mundo’. “A nível internacional há várias normas, mas uma das mais relevantes é a EN ISO 19 650, que tem várias partes e que foi assumida como norma europeia e é essa família de normas que temos estado a traduzir para Portugal”, sublinha António Aguiar Costa. As normas estão traduzidas e aguardam pela publicação pelo Instituto Português de Qualidade, o que poderá acontecer já no próximo mês de Setembro.

“A norma NP EN ISO 19 650 será um referencial que no fundo vem mudar o paradigma. A adopção da norma, que é um processo voluntário, vem facilitar o processo de gestão da informação pela utilização de standards e guide lines para gerir o fluxo de informação que os novos softwares criaram. No fundo diz-nos como é que vamos comunicar e que informação partilhamos online e que obriga também a ter um ambiente comum de dados para aquele projecto ou para aquele empreendimento”, refere António Aguiar Costa.

Portugal só agora está a dar passos na introdução deste referencial, mas a nível internacional há países, entre eles o Reino Unido, a condicionar o acesso a concursos a entidades que já o adoptem.
Mas o processo de normalização de dados para produtos de construção é em si um desafio, á que é preciso definir o que é informação relevante “não gráfica” e que essa nomenclatura seja entidade por todos e “partilhável”. “A definição destas informações de uma forma normalizada pode ser realizada através da utilização de Modelos de Dados de Produtos ou Product Data Templates”.
Paralelamente à tradução da família de normas BIM a comissão CT197 está a desenvolver dois outros projectos de investigação o SECCLASS e o [email protected]

O primeiro introduz um Sistema de Classificação de Informações sobre Construção. Este sistema será orientado para a metodologia BIM e servirá não só a componente de sustentabilidade, mas também os restantes usos BIM, como a gestão do processo BIM, quantificação, compatibilização de especialidades ou planeamento de obra. “Este sistema vai ser usado por profissionais de projecto, construção e responsáveis pela gestão e manutenção de edifícios. Permitirá unificar a terminologia a todas as escalas, facilitando a comunicação, selecção de materiais e componentes, bem como uma avaliação precisa dos impactos dos edifícios ao longo do seu ciclo de vida”.

Já o [email protected] é um projecto com um financiamento de 8 milhões de euros que envolve mais de 20 entidades, entre universidades e indústria, cujo trabalho de I&D está orientado para o desenvolvimento de ferramentas digitais que facilitarão a introdução do conceito de Digital Twin na indústria de construção. Uma dessas ferramentas é a criação de uma “biblioteca” de objectos BIM. “Uma espécie de plataforma online disponível para que a indústria possa ter o seu objecto de BIM e que arquitectos e projectistas possam usar nos seus projectos”, simplifica António Aguiar Costa.

Um sector a várias velocidades
Quão envolvida está a indústria em Portugal nesta revolução? E quão preparada está para passar de 2.0 a 4.0, em menos do nada? Num país onde as pequenas e médias empresas ainda são a maioria, estas não são questões fáceis de responder. “Acredito que há aqui dois movimentos: há empresas PME, que serão a maioria, que estarão mais alheadas do investimento em tecnologia e inovação, mas há outras que nasceram neste meio e que hoje em dia fazem consultoria BIM, pré construção virtual e noto que essas empresas estão envolvidas em projectos de investimento estrangeiro associado ao sector imobiliário”, arrisca o especialista.

A “obrigatoriedade” de adopção do BIM pode ser um caminho para acelerar o processo de transformação, mas por enquanto “o Governo não quer assumir essa responsabilidade. Contudo, o que acontece é que cria desequilíbrios porque há entidades que têm força e capacidade de investimento para mudar e há outras não e ninguém se responsabiliza por estes que não têm capacidade para fazer a mudança. Uma grande parte das PME não está dentro do processo sequer, e a obrigatoriedade levava a que houvesse um movimento para criar as bases desta mudança, que tem que ser faseada, progressiva e adaptada ao contexto”, defende António Aguiar Costa.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

Manuela Sousa Guerreiro

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15 M€ para nova residência de estudantes em Beja

O projecto, englobado no Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior e que será financiado pelo Programa de Recuperação e Resiliência, prevê a criação de 503 camas

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O Instituto Politécnico de Beja (IP Beja) viu aprovada a sua candidatura, em parceria com a Câmara Municipal de Beja, para a construção de uma nova residência de estudantes. O projecto, englobado no Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior e que será financiado pelo Programa de Recuperação e Resiliência, prevê a criação de 503 camas, num investimento de 15 milhões de euros, com execução até 2026.

Esta foi uma das 33 candidaturas relativas a construção de novas residências aprovadas em Julho e que totalizam um investimento global de 178 milhões de euros, na criação de 5857 novas camas em todo o país.
Em comunicado, o IP Beja “congratula-se com o resultado desta candidatura, fruto de um intenso trabalho de cooperação interinstitucional, que irá dotar o Instituto e a cidade de Beja de um alojamento estudantil com características inovadoras e ganhos de eficácia a vários níveis”.

O PNAE irá financiar 1991 novas camas para estudantes na região do Alentejo, para além da nova residência do IP Beja, Sines irá receber também a nova residência de estudantes do Alentejo Litoral, um projecto promovido pelo IP Setúbal. Para além disso serão ampliadas e renovadas residências de estudantes em Évora e Portalegre.

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Grândola: Investidores comprometem-se a reduzir número de camas turísticas e a proteger recursos hídricos

A redução do número de camas turísticas irá aplicar-se aos empreendimentos turísticos, que se encontram em fase de construção ou em processo de licenciamento

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O Município de Grândola reuniu com os promotores dos empreendimentos turísticos das áreas programadas da faixa costeira, com o intuito de sensibilizar os mesmos para a necessidade de repensarem os seus projectos, com vista à redução do número de camas turísticas, bem como à implementação de medidas que contribuam para o crescimento sustentável da região, em respeito pela população, a natureza e o ambiente.

A participação e os importantes contributos de todos os presentes, revelaram-se unanimes, resultando num compromisso conjunto, com vista à redução significativa do número de camas turísticas, bem como à defesa dos recursos hídricos e à implementação de soluções de dessalinização da água do mar, para utilização das regas dos campos de golfe e áreas verdes.

“O investimento turístico e imobiliário tem de ser assente no crescimento sustentável do nosso concelho, por forma a beneficiar os munícipes e a sua qualidade de vida, tem de respeitar o ambiente, os recursos hídricos, a paisagem e prevenir os riscos das alterações climáticas”, afirmou António Figueira Mendes, presidente da Câmara Municipal de Grândola, salientando a importância da reunião e dos consensos estabelecidos.

Revelámos aos promotores turísticos as nossas prioridades e preocupações a aceitação foi plena. Todos garantiram que tudo farão para o desenvolvimento sustentável do concelho de Grândola”.

A autarquia esclarece que, a redução do número de camas turísticas irá aplicar-se aos Empreendimentos Turísticos, que se encontram em fase de construção ou em processo de licenciamento, abrangidos por áreas programadas em Planos Territoriais de Âmbito Municipal aprovados antes da entrada em vigor do Plano Regional de Ordenamento do Território do Litoral Alentejano (PROTA – 2010).

Actualmente, está em curso e em fase de finalização o processo de alteração do Plano Diretor Municipal, aprovado em Assembleia Municipal, o qual irá definir regras mais apertadas para o investimento turístico e imobiliário.

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Albergaria investe mais de 1 M€ em infraestruturas desportivas

A requalificação teve como objectivo aumentar a eficiência energética, o conforto e a funcionalidade do edifício, e a requalificação do Campo Polidesportivo das Laranjeiras, que serve de complemento descentralizado à oferta da prática desportiva

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No último ano, o Município de Albergaria-a-Velha aplicou mais de 1 milhão de euros em infraestruturas desportivas. Entre os investimentos assume destaque a criação de uma Pista de Tartan, para acolher competições oficiais em diferentes modalidades, e de um Campo de Padel, no complexo desportivo do Estádio Municipal da Branca, reconhecido como campo oficial FIFA desde 2019.

A requalificação da piscina Municipal de Albergaria-a-Velha, com o objectivo de aumentar a eficiência energética, o conforto e a funcionalidade do edifício, e a requalificação do Campo Polidesportivo das Laranjeiras, que serve de complemento descentralizado à oferta da prática desportiva, integraram também este plano de investimento da autarquia.

O município de Albergaria-a-Velha, presidido por António Loureiro, tem assumido um forte compromisso com o bem-estar e a qualidade de vida da comunidade, tendo o executivo definido a tríade social – Desporto, Educação e Cultura – como eixo estratégico para a afirmação territorial e o desenvolvimento do Município.

Este investimento tem sido reconhecido com a atribuição do galardão município Amigo do Desporto, que distingue e premeia as boas práticas no âmbito da promoção da actividade física e do desporto nos municípios portugueses.

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Setúbal: Antiga estação rodoviária dá lugar a supermercado Continente

A obra, a ser executada pela empresa Névoa, contempla a área onde esteve instalada a gare, assim como os restantes quatro andares superiores. Em cima da mesa está a hipótese da demolição do imóvel ou a recuperação do mesmo

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O antigo edifício na Avenida 5 de Outubro, em Setúbal, onde durante mais de cinco décadas funcionou a estação rodoviária vai receber um futuro supermercado Continente. De acordo com o jornal regional o Setubalense, que avança a notícia, o local está a ser alvo de estudos e escavações há cerca de uma semana, com o objectivo de abrir o espaço do Grupo Sonae.

A obra, a ser executada pela empresa Névoa, contempla não só a área onde esteve instalada a gare, popularmente conhecida como ‘os Belos’, cuja designação se deve ao nome de um dos seus primeiros proprietários, como também os restantes quatro andares, alguns ainda utilizados como habitação. Concluída a fase de estudos, sabe O Setubalense que estão em cima da mesa duas hipóteses: a demolição do imóvel ou a recuperação do mesmo.

A antiga estrutura fechou portas em Fevereiro de 2021 por se encontrar “em avançado estado de degradação e subdimensionada para a prestação do serviço público de transporte rodoviário de passageiros”, tendo sido substituída, entretanto, pelo novo Interface de Transportes de Setúbal, já inaugurado, na Avenida dos Ciprestes, junto à Estação Ferroviária, na Praça do Brasil.

Foi em 1949 que a empresa A Transportadora Setubalense deu entrada na autarquia um pedido para a construção de “uma estação terminal e intermediária, privativa das suas carreiras”, que viria a ser inaugurada 10 anos depois, em 1959.

Além da gare foram, ainda, construídos mais quatro pisos. Na época, o primeiro andar acolhia instalações para o público, além do gabinete do chefe de estação, espaço para o pessoal, e, ainda, uma agência de viagens e turismo. Na divisão de cima estava disponível “um gabinete para a gerência”, a par de uma “sala de estar, salão de festas, escritórios e o depósito de bagagens”, enquanto o “terceiro e quarto pavimentos” estavam “reservados a residências”, escreve o O Setubalense.

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Leiria com apoio do PRR para instalação de creches em projectos municipais

O município desenvolveu um ‘projeto-tipo’ para a resposta social de Creche, que foi disponibilizado às instituições que pretendessem candidatar-se com este modelo, estando disponível para outras entidades congéneres do concelh

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Um projeto de ‘creche-tipo’ criado pelo Município de Leiria vai ser implementado no concelho na sequência da aprovação de candidaturas ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), num investimento total de 1,8 milhões de euros, que resultará na oferta de mais de 200 lugares.

O município desenvolveu um ‘projeto-tipo’ para a resposta social de Creche, que foi disponibilizado às instituições que pretendessem candidatar-se com este modelo, estando disponível para outras entidades congéneres do concelho, que desta forma beneficiam de uma redução dos custos relativos à elaboração dos projetos e ainda ganhos de tempo.

Foi o caso da Academia Cultural e Social da Maceira, do Centro Social Paroquial Paulo VI e da Associação de Desenvolvimento e Bem-Estar Social da Freguesia da Barreira.

Por outro lado, foi também contemplada a Fundação Santa Margarida do Arrabal, a Associação de Desenvolvimento Social da Loureira, esta última a quem o Município cedeu uma escola desativada para implementação desta resposta.

Ainda que o PRR financie os projetos a 100 por cento com base na estimativa inicial, o Município de Leiria, consciente do esforço financeiro que as Instituições irão ter para a realização destas obras, em virtude da escalada de preços, definiu critérios de apoio, através de deliberação de Câmara, de 22 de fevereiro de 2022, o que poderá envolver um investimento municipal global na ordem dos 600 mil euros.

Ana Valentim, Vereadora do Desenvolvimento Social da Câmara Municipal de Leiria, considera que a criação destas creches assume grande importância no nosso concelho, onde se tem verificado um forte aumento de procura, resultante da atratividade de Leiria para jovens casais que escolheram este território para darem seguimento aos seus projetos de vida.

“O excelente nível de qualidade de vida e oferta de emprego são algumas das razões para esta crescente procura de Leiria, a que tentamos dar resposta com a criação de boas condições para as crianças, no sentido de fixarmos população e respondermos ao desafio demográfico que o nosso país enfrente”, acrescentou.

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Tétris com facturação de 25M€ no 1º semestre

Confirmando as projecções traçadas no arranque do ano, a Tétris faz um balanço positivo da actividade nos primeiros seis meses e prevê crescimento para a segunda metade de 2022

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(na imagem: Carlos Cardoso, Managing Director da Tétris)

No 1º semestre, a empresa de construção e design do grupo JLL teve um volume global de facturação de 25 milhões de euros, em linha com o registado em igual período de 2021. Ao que acresce “um forte pipeline de novos projectos já contratados”. Em conjunto os dois factores “sustentam as previsões de novo crescimento para a segunda metade do ano que, caso se confirmem, farão de 2022 um ano memorável”, refere a empresa.

Destes, cerca de 65% foram resultado dos projectos desenvolvidos para a área de Office, que somou à volta de 16,1 milhões de euros, destacando-se também o contributo das áreas de Hospitality e Retail, que, representam respectivamente, 14% (3,4 milhões de euros) e 11% (2,7 milhões de euros) dos resultados da empresa. Os restantes 9% foram fruto das linhas de serviço de Pós-Venda (5%), Furniture (3%) e Design (1%).

No 1º semestre a Tétris somou vários projectos na área de Hospitality à sua carteira, somando um total de 32 milhões de euros. Para além da obra do Six Senses Douro Valley, entretanto concluída e que contemplou a reabilitação das Villas da Vinha, a empresa tem em curso a renovação das zonas comuns do Intercontinental Lisboa Hotel e o Hotel dos Capuchos, para o fundo DHM. A área de retalho é uma das que deverá registar maior crescimento nos próximos meses, somando já neste momento, cerca de 2 a 3 milhões de euros em propostas.

“Os bons resultados do semestre vêm confirmar que 2022 será outro ano memorável para a nossa actividade, conforme prevíamos no arranque do ano. E, tendo em conta todo o trabalho actualmente em curso, assim como o forte volume de novos projectos que temos já confirmados, no 2º semestre a tendência não será diferente, o que é especialmente motivador no contexto de desafios conjunturais que enfrentamos a nível económico”, sustenta Carlos Cardoso, Managing Director da Tétris

Já Gonçalo Valente, Business Developer da Tétris e JLL, destaca que “a par com as competências técnicas da nossa equipa, nomeadamente a qualidade dos nossos serviços e a crescente aquisição de novos clientes, este crescimento é também beneficiado pela lógica integrada de prestação de serviços 360º que orienta a JLL, fazendo com que sejamos cada vez mais procurados por clientes que primeiro recorrem às soluções imobiliárias oferecidas no âmbito do grupo, e que depois nos escolhem para executar os seus projectos e obras. E o inverso é também uma realidade recorrente, já que muitos dos clientes que nos procuram pelo nosso track record acabam depois por escolher a JLL para os assessorar na sua estratégia imobiliária”.

Em 2021 a Tétris JLL estabeleceu um novo volume de negócios recorde, com uma facturação de 55 milhões de euros, num crescimento de quase 10% face ao ano anterior e gerando 57% do volume de negócios da JLL em Portugal.

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Teixeira Duarte com lucros de 3,6M€ no primeiro semestre

As Vendas e Prestações de Serviços na Construção cresceram 87.615 milhares de euros, o que corresponde a um aumento de 57% face ao período homólogo de 2021

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A Teixeira Duarte totalizou 3,6 milhões de euros de lucro no primeiro semestre, valor que compara com um prejuízo de aproximadamente 18,6 milhões de euros apurado em igual período do ano anterior.

Segundo a informação remetida à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), neste período, o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) da empresa avançou 68,3% para 43 milhões de euros. Entre Janeiro e Junho, os rendimentos operacionais cresceram 38,3% para 429,4 milhões de euros.

Já os gastos operacionais ascenderam a 386,3 milhões de euros, traduzindo um aumento de 35,6%. Na primeira metade do ano, os resultados financeiros da empresa foram negativos em 7,6 milhões de euros, quando em igual período do ano passado tinham sido negativos em 18,3 milhões de euros.

As Vendas e Prestações de Serviços na Construção cresceram 87.615 milhares de euros, o que corresponde a um aumento de 57% face ao período homólogo de 2021, atingindo 241.255 milhares de euros. Em Portugal este indicador cresceu 57,6% face ao mesmo período do ano anterior, atingindo 108.395 milhares de euros nos primeiros seis meses de 2022. Os mercados externos, na sua globalidade, registaram um aumento de 56,6% face a Junho de 2021, o que corresponde a mais 48.006 milhares de euros, dos quais 15.617 milhares de euros resultam do crescimento da actividade no Brasil e de 40.313 milhares de euros da actividade no Kuwait.

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IPS constrói residências no Barreiro e Sines e amplia unidade em Setúbal

As candidaturas, apresentadas no âmbito do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior, foram recentemente aprovadas e homologadas, tendo obtido o financiamento do PRR num montante de cerca de 9 M€

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O Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) vai avançar com “a ampliação e remodelação da residência de estudantes de Setúbal” e a “construção de duas novas, em Sines e no Barreiro”, passando a dispor de “um total de 476 camas”, avançou o jornal O Setubalense. O IPS prevê que as novas residências possam começar a ser ocupadas a partir de Dezembro de 2023.

De acordo com o IPS, “as candidaturas, apresentadas no âmbito do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior, foram recentemente aprovadas e homologadas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, obtendo assim financiamento do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR) num montante de cerca de 9 milhões de euros”.

Os três projectos correspondem a um reforço de “182 novas camas” ao nível da oferta de alojamento estudantil, o que permitirá “proporcionar uma melhor qualidade de vida aos estudantes deslocados e, por outro lado, dar resposta de alojamento temporário a alguns investigadores e docentes em mobilidade”, sublinha Ângela Lemos, presidente do IPS.

Em comunicado emitido pelo IPS, para a Residência de Estudantes de Santiago, em Setúbal, está prevista “a renovação do edifício existente e a sua ampliação”, sendo que a intervenção deverá estar concluída “até Fevereiro de 2025”. Este alojamento ganhará “85 camas adicionais”, aumentando a sua capacidade para um total de “379 vagas”.

No Barreiro, onde o IPS tem instalada a Escola Superior de Tecnologia, vai ser construída de raiz em terreno cedido pelo município uma área residencial “com capacidade para 50 camas”.

Em Sines será construída uma residência “que pretende servir os estudantes da nova Escola Superior a erigir no Alentejo Litoral”, para acolher 45 alunos. O terreno para a construção foi cedido pelo município siniense.

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