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Mota-Engil com “o melhor resultado registado nos últimos seis anos”

Um aumento impulsionado pelo crescimento da actividade em 19%, naquele que é o melhor primeiro semestre de sempre. A carteira de encomendas atingiu o volume recorde de 9,2 MM€, à qual acresce ainda os novos contratos assinados no 3.º trimestre de 2,2 MM€

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Mota-Engil com “o melhor resultado registado nos últimos seis anos”

Um aumento impulsionado pelo crescimento da actividade em 19%, naquele que é o melhor primeiro semestre de sempre. A carteira de encomendas atingiu o volume recorde de 9,2 MM€, à qual acresce ainda os novos contratos assinados no 3.º trimestre de 2,2 MM€

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O Grupo Mota-Engil anunciou hoje os seus resultados referentes ao primeiro semestre de 2022, “um período marcado por um crescimento muito significativo da sua actividade comercial e operacional, conjugado com um controlo criterioso na gestão financeira que permitiu, ainda que com o impulso da actividade, melhorar os rácios de balanço e melhoria da sustentabilidade financeira”.

De acordo com o comunicado, nos primeiros seis meses do ano o grupo atingiu um crescimento de 19% no seu volume de negócios, alcançando 1.354 milhões de euros, e de 14% no seu EBITDA (para 207 milhões de euros), atingindo em ambos os indicadores valores recordes do Grupo Mota-Engil num primeiro semestre, o que contribuiu decisivamente para alcançar um resultado líquido atribuível ao Grupo de 12 milhões de euros, o que é considerado “o melhor resultado registado nos últimos seis anos”.

Destaque, também, para a carteira de encomendas com um novo recorde, que atingiu em Junho um valor de 9,2 mil milhões de euros. Contudo, e reportando o desempenho comercial à data, o Grupo Mota-Engil refere que já no terceiro trimestre celebrou contratos em Angola, México e Brasil no valor de 2,2 mil milhões de euros, registando-se entre os novos contratos projectos de dimensão média superior e concentrados nos mercados core do Grupo, onde a Mota-Engil estabeleceu que continuará a ser a maior aposta comercial e de investimento nos próximos cinco anos, de acordo com o Novo Plano Estratégico, designado de “Building´26” com vigência entre 2022 e 2026.

Relativamente ao desempenho por área de negócio, merece destaque o crescimento de 28% no negócio de Engenharia e Construção, impactado de forma muito relevante pelo crescimento de 54% em África, com Angola e Costa do Marfim em destaque, onde a facturação duplicou neste período face ao homólogo.

Na América Latina, o Grupo Mota-Engil aumentou o seu volume de negócios em 36%, com preponderância do mercado mexicano, o maior da região, a alcançar um crescimento da actividade em 41%, assim como o Peru que atingiu um crescimento de 55%, sendo ainda de destacar o nível recorde de carteira registado em Junho na América Latina, superior a 3 mil milhões de euros, e que potenciará o crescimento nos próximos anos.

Na Europa, merece ainda destaque o crescimento da actividade em Portugal com +18%, depois do crescimento de 11% em 2021, apresentando o Grupo na região, de forma consolidada, uma ligeira diminuição da actividade, justificada por uma maior selectividade na apresentação de propostas comerciais na Polónia em função da elevada volatilidade na região, assim como pelo efeito da venda realizada em Janeiro das operações no Reino Unido e Irlanda, que dessa forma não contribuíram neste período para a performance operacional da divisão europeia.

No que respeita ao negócio do Ambiente, de destacar o crescimento de 9% no Volume de Negócios, atingindo 220 milhões de euros, suportado essencialmente no crescimento da actividade internacional, que representou, a Junho, 29% do total, em função do crescimento em África, alcançando esta área de negócio um crescimento no EBITDA de 19% e com margem de 32%.

A Mota-Engil Capital, que inclui os activos fora do core de E&C e Ambiente como os multisserviços e imobiliário, apresentou uma diminuição do Volume de Negócios e EBITDA, influenciado pela venda de alguns activos no primeiro semestre tal como previsto no Plano Estratégico.

Desempenho Financeiro

Ao nível da gestão financeira, o Grupo Mota-Engil manteve os seus compromissos de investimento em linha com o projectado no início do ano com um CAPEX de 108 milhões de euros, 55% relacionados com investimento de crescimento e em contratos de médio e longo prazo.

A destacar ainda a tendência de crescimento da rendibilidade operacional conjugada com uma gestão criteriosa de investimentos, o que permitiu reduzir a dívida líquida para 1.117 milhões de euros, melhorando o rácio de Dívida Líquida / Ebitda para 2,6x.

Ainda na vertente financeira, destaque para o aumento de 34% no capital próprio, o que reforça a sustentabilidade do balanço, assim como as condições para a concretização plena do plano estratégico (Building´26), em vigor entre 2022 e 2026.

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Sacyr Neopul conquista projecto na Alta Velocidade da Galiza no valor de 49,4M€

A Sacyr Neopul, empresa portuguesa do grupo Sacyr, é líder do consórcio que acaba de conquistar a adjudicação da pré-manutenção e manutenção das infraestruturas, vias e dispositivos de via das Linhas de Alta Velocidade da Galiza e Eixo Atlântico, projecto com um valor de 49,4 milhões de euros

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A empreitada, adjudicada pela ADIF e com um prazo de execução de 48 meses (mais 12 meses de extensão), consiste na realização de todas as actividades relacionadas com estes subsistemas, que visam garantir a segurança do tráfego, fiabilidade e conforto dos passageiros.

No que respeita aos contratos de manutenção, acresce a manutenção da linha AVE Madrid Norte, o contrato de manutenção da via convencional Sul e a manutenção da catenária convencional Noroeste.

“A vasta experiência da Sacyr Neopul em distintos mercados permitiram a esta empresa portuguesa acumular uma experiência e capacidade únicas no sector ferroviário, incluindo na Alta Velocidade, fazendo com que a mesma seja hoje em dia a especialista do Grupo Sacyr para trabalhos neste sector em todo o mundo”, comenta Marcos Rubio, director do Grupo Sacyr Somague Portugal.

Na Irlanda a Sacyr Neopul ganhou um ICE Award na categoria de serviços especializados, graças às práticas inovadoras na renovação do sistema de electrificação de tracção eléctrica (catenária) no Dublin Area Rapid Train (DART) na capital irlandesa.

A Sacyr Neopul tem actualmente em curso obras ferroviárias em vários mercados distintos como Portugal, Espanha, Reino Unido, Irlanda, Brasil e Uruguai.

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2M€ para a eficiência energética de instalações desportivas

Vai ser lançada a 7ª edição do Programa de Reabilitação de Instalações Desportivas (PRID), programa que terá uma dotação de dois milhões de euros e que em 2023 visará exclusivamente o apoio a projectos de melhoria da eficiência energética destas infraestruturas

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Dado o contexto geopolítico e ambiental que actualmente se atravessa, mas também a urgência do combate às alterações climáticas, decidiu-se que o 7º PRID, gerido pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), seria totalmente canalizado para apoiar os clubes na racionalização do uso de energia, de água e gás, tal como já havia sido anunciado pelo Secretário de Estado da Juventude e do Desporto na audição parlamentar da Comissão de Orçamento e Finanças, no dia 28 de Outubro. As candidaturas serão abertas durante o mês de Janeiro de 2023.

O IPDJ já tinha publicado um conjunto de recomendações aos proprietários/gestores de instalações desportivas de forma a minimizar o impacto dos aumentos dos custos energéticos, consequentes da referida conjuntura (que pode ser consultado neste link). Com a próxima edição, será também proporcionada formação nestas matérias aos clubes.

Algumas das recomendações estruturais podem servir de guia para a apresentação de projectos ao PRID 2023, designadamente, entre outras: a reconversão dos sistemas de iluminação tradicionais para sistemas de tecnologia LED, tanto nas instalações de apoio como nas Instalações Desportivas; instalação de meios de energia renovável, por exemplo, painéis fotovoltaicos entre outros, para produção de energia para autoconsumo, sempre que tal se afigure viável; e instalação de sistemas solar térmico para produção de Águas Quentes Sanitárias (AQS).

O PRID é direccionado a clubes e associações desportivas de Portugal continental e destina-se a promover a requalificação das instalações desportivas ao serviço das comunidades, com o principal objectivo de melhorar as condições de prática desportiva.

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Investimento de 120M€ no Terminal de Contentores Alcântara apresentado esta sexta-feira

A Yilport Ibéria, concessionária do terminal, vai apresentar o investimento de 123 milhões de euros realizado na reconversão e expansão do Terminal de Contentores de Alcântara e onde se inclui a instalação de quatro novas gruas

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O Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, marcará presença na apresentação pública do Investimento de Modernização do Terminal de Contentores de Alcântara, da gestora portuária Yilport Liscont, que se realiza no próximo dia 10 de Novembro, na Gare Marítima de Alcântara, em Lisboa. O projecto de investimento de cerca de 123 milhões de euros inclui quatro novas gruas que chegaram no primeiro dia de 2022.

O evento tem como objectivo revelar o investimento privado de reconversão e expansão que foi feito no Terminal de Contentores de Alcântara, e no qual se inclui a instalação de quatro novas gruas, fabricadas pela empresa japonesa Mitsui, que chegaram a Lisboa, vindas do porto japonês de Oita, no dia 1 de Janeiro de 2022. O investimento engloba seis E-RTG (eléctricos e com operação remota), ECO – Reach Stackers, repavimentação de todo o pátio de contentores e novos edifícios: um para operações/manutenção e outro para inspecções de alfândega e PIF.

Este investimento permitiu introduzir melhorias significativas não só a nível ambiental, como no incremento de segurança das operações quer para os próprios trabalhadores, como para todos aqueles que diariamente prestam a sua actividade no terminal. Em específico, as novas gruas, totalmente eléctricas, vêm possibilitar a movimentação de mercadorias com menores impactos, nomeadamente a diminuição das emissões de CO2 durante as operações.
Estima-se que esta modernização permita aumentar a capacidade de recepção de navios de maior dimensão, reduzir os custos de transporte na cadeia logística, com ganhos nas exportações nacionais e assim atrair mais carga para serem movimentadas em Portugal.

“Este investimento terá um retorno muito revelante para a economia nacional e o hinterland do Porto de Lisboa. Vai permitir diminuir significativamente a emissão de CO2 e contribuir para a sustentabilidade ambiental da operação portuária. De igual forma, a operação remota e semi-automática de equipamentos vai melhorar as condições de trabalho e segurança dos nossos trabalhadores. Finalmente é nossa convicção que o investimento na modernização desta infraestrutura portuaria vai atrair novos serviços e escalas directas transatlânticas para o Porto de Lisboa, que vão por si só alavancar a vocação exportadora da economia nacional”, explica Nuno David Silva, director geral regional da Yilport Ibéria.

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Caminhos para cumprir o PRR na Habitação

Conferência Internacional em Lisboa debate soluções para a execução dos fundos de recuperação disponibilizados pela União Europeia

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A Câmara Municipal de Lisboa, a Housing Europe, a Gebalis e a Associação Portuguesa de Habitação Municipal organizam nos dias 10 e 11 de Novembro a Conferência Internacional “Social Housing and the Recovery Plans – pathways to solutions”, que decorrerá no Fórum Lisboa.

Na conferência serão apresentados os Planos de Recuperação e Resiliência de diversos países no âmbito da habitação pública, nas suas várias vertentes, desde a construção de novas habitações, à melhoria da eficiência energética dos edifícios ou a inclusão habitacional. Estarão presentes representantes das instituições europeias que apresentarão o enquadramento deste fundo financeiro e a sua conjugação com outros fundos disponibilizados pela União Europeia.
Num momento em que cresce a indefinição e a incerteza sobre a capacidade dos países cumprirem os planos aprovados – face às múltiplas adversidades a nível europeu e mundial que têm surgido –, e estando em discussão a necessidade e a possibilidade de alterar ou adaptar os planos para que sejam exequíveis, a conferência Social Housing ganha especial relevância.

Portugal destaca-se no conjunto dos planos de recuperação e resiliência apresentados pelos vários países europeus pelo grande investimento na construção de habitações acessíveis, sofrendo, no entanto, as consequências da escalada de preços da construção, escassez de matérias-primas e, até, pela inexistência de uma indústria de construção com dimensão para responder a estes objectivos.

Neste sentido, a conferência porá o foco sobre a necessidade de monitorização contínua dos Planos de Recuperação e Resiliência nacionais, num evento que é, além de um momento de partilha, um encontro de oportunidade.

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Delegação moçambicana acompanhou formandos no CICCOPN

A formação profissional de jovens moçambicanos no sector da construção civil e obras públicas em Portugal surge depois do acordo assinado em 2021 entre o Governo moçambicano e o CICCOPN

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O Centro de Formação Profissional da Indústria da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (CICCOPN) recebeu a visita de uma delegação composta por Agostinho Milton, Cônsul-Geral de Moçambique no Porto e Zona Norte de Portugal, e Carla Caomba, Directora-Geral do Instituto de Bolsas de Estudo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior da República de Moçambique.

A visita teve lugar na sequência do programa de colaboração rubricado em 2021, no âmbito da formação profissional de jovens moçambicanos no sector da construção civil e obras públicas, entre o Instituto de Bolsas de Estudo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior da República de Moçambique e o CICCOPN.

À margem da visita, Carla Caomba explicou que “esta oportunidade é única para os jovens, complementando aqueles que são os esforços do Governo de Moçambique na formação do capital humano e social, sobretudo na componente técnico-profissional”.

Depois de uma visita ao Centro, Carla Caomba referiu ainda que “o feedback dos formandos é muito positivo, por causa das instalações, mas também pela recepção acolhedora de todos no CICCOPN, fazendo com que estes jovens oriundos das várias províncias de Moçambique se sintam em casa”.

Já no final da visita, a delegação saudou e felicitou os 37 novos formandos, que chegaram de Moçambique a 2 de Novembro deste ano e que agora terão a oportunidade de estudar em Portugal, com bolsas de estudo que garantem benefícios idênticos aos dos formandos portugueses.

Estes jovens poderão levar o conhecimento de volta para o país de origem ou, se preferirem, poderão integrar o sector da Construção em Portugal, com condições e salários dignos. No momento da realização do estágio, que é parte integrante da formação, os jovens poderão escolher entre empresas a operar em Portugal e empresas portuguesas com operações em Moçambique.

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Conheça os nomeados dos Prémios CONSTRUIR 2022 e vote até 17 de Novembro

Pelo 15º ano consecutivo, o jornal CONSTRUIR volta a promover a entrega dos troféus que distinguem a qualidade da obra materializada entre 1 de Janeiro de 2021 e 30 de Setembro de 2022, numa lista da exclusiva e inteira responsabilidade da equipa editorial do CONSTRUIR

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A espera acabou. Pode, desde já, votar nos seus favoritos para eleger os melhores projectos e empresas do último ano, numa votação que decorrerá na página oficial do evento, disponível em https://premios.construir.pt/

Pelo 15º ano consecutivo, o jornal CONSTRUIR volta a promover a entrega dos troféus que distinguem a qualidade da obra materializada entre 1 de Janeiro de 2021 e 30 de Setembro de 2022, numa lista da exclusiva e inteira responsabilidade da equipa editorial do CONSTRUIR.

Arquitectura, Engenharia, Construção e Imobiliário têm nomeadas obras e empresas que se destacaram pelo trabalho desenvolvido ao longo do período em apreciação; capacidade de inovação, visibilidade mediática, distinções nacionais e/ou internacionais, dados estatísticos oficiais, entre outros; Obra pública, obra privada, Internacionalização, Reabilitação, Sustentabilidade são apenas algumas das áreas que os leitores do jornal CONTRUIR vão poder distinguir.

O acesso ao formulário de votação será feito após introdução do endereço de email com que está registado como assinante do CONSTRUIR e/ou como subscritor da Newsletter do CONSTRUIR, sendo que não são aceites novos registos até à data de fecho de votações.

As votações decorrem até dia 17 de Novembro às 18h00. A entrega dos troféus aos projectos consagrados e empresas vencedoras decorre no Cineteatro Capitólio, em Lisboa, no próximo dia 21 de Novembro, a partir das 21h30.

Os Prémios CONSTRUIR 2022 contam com a Ledvance como mainsponsor. Bosch, Cimpor, Efaflu, Jung, KNX, OLI, Otis, Recer, Saint-Gobain, Umbelino Monteiro e Victoria Seguros são os patrocinadores da edição deste ano dos prémios que distinguem os melhores de 2022 naquela que é a única iniciativa a reconhecer as principais áreas da Fileira da Construção.

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Semana da Reabilitação Urbana reúne câmaras do Porto, Gaia, Matosinhos e Maia para debater habitação

O evento vai decorrer de 22 a 24 de Novembro no Palácio da Bolsa, no Porto. A décima edição reúne as quatro autarquias para uma reflexão de âmbito metropolitano

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A Semana da Reabilitação Urbana conta com o apoio da Câmara Municipal do Porto, a que se juntam, pela primeira vez, na qualidade de Municípios Parceiros, as Câmaras Municipais da Maia, de Matosinhos e de Vila Nova de Gaia. A iniciativa reúne o apoio das principais Associações do sector da construção e do imobiliário, das Ordens Profissionais e da Academia.

Mantendo o seu carácter multidisciplinar, a Semana da Reabilitação Urbana apresenta uma ampla programação que integra conferências, workshops e seminários. Ao todo são 12 sessões plenárias, a decorrer no Pátio da Nações, no Palácio da Bolsa, e a que acrescem três seminários jurídicos e outras sessões paralelas, envolvendo mais de 100 oradores ao longo de três dias.

Entre os temas centrais da edição deste ano da Semana da Reabilitação Urbana do Porto destacam-se o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o acesso à habitação, a habitação multifamiliar para arrendamento ou built to rent, mas também dinâmicas de mercado tão importantes para a cidade, e para o país, como são o turismo e o investimento imobiliário.

No palco da Semana da Reabilitação Urbana do Porto estará também de forma muito premente o tema da sustentabilidade e da energia com foco, nomeadamente, no desafio que representam os edifícios NZEB e no potencial da estratégia do Porto “Pacto do Porto para o Clima”. Incluem-se também vários temas da tecnologia, desde logo o potencial do BIM (Building Information Modeling), da construção modular e dos novos materiais.

Reforçando a importância da reabilitação urbana na valorização da cidade, a intervenção de reabilitação e modernização do Mercado do Bolhão ganha destaque na programação da 10.ª edição da Semana da Reabilitação Urbana do Porto.

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Câmara de Lisboa cria Laboratório Urbano para “aproximar os que vivem e fazem cidade”

0 Projecto Smartdest, conduzido pelo Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa é o primeiro desafio do LUL e está a ser implementado na freguesia da Misericórdia

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0 Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL) criou, recentemente, o Laboratório Urbano  de Lisboa (LUL). O objectivo passa por aproximar, cada vez mais, aqueles que vivem e aqueles que pensam e fazem cidade.

0 LUL é um espaço colaborativo de observação, auscultação, desenho, teste e validação de soluções para problemas urbanos, que promove a participação cidadã e a criação de uma ideia de cidade, que se quer actual, sustentável, resiliente, inclusiva e adaptada às necessidades da comunidade

Pretende, ainda, através das suas actividades experimentais, locais e de natureza participativa, criar e testar soluções urbanas inovadoras para o futuro das cidades e, ao mesmo tempo, contribuir para o aumento da literacia em Urbanismo.

0 Projecto Smartdest – “Cities as mobility hubs: Tackling social exclusion through ‘smart’ citizen engagement”, conduzido pelo Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa é o primeiro desafio do LUL e está a ser implementado na freguesia da Misericórdia. Após uma primeira fase de estudo qualitativo aprofundado o LUL levou a cabo um conjunto de acçöes com vista à auscultação, debate e co-construção de soluções para os problemas identificados.

Entretanto, o programa prevê alargar a sua participação a outras áreas da cidade de Lisboa e encontra-se em fase de candidatura a novos projectos.

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Programa nacional de habitação vai ter investimento de 2.377 M€ até 2026

O Governo aprovou em Conselho de Ministros a proposta de lei que prevê o Programa Nacional de Habitação. O PNH tem um horizonte temporal até 2026, uma dotação de 2.377 milhões de euros e contempla 22 medidas

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O Conselho de Ministros aprovou a proposta de lei sobre o Programa Nacional de Habitação (PNH), previsto na Lei de Bases da Habitação e que congrega o quadro de políticas para o sector da habitação, identificando as principais carências, instrumentos e objectivos para a sua progressiva eliminação. O Programa tem um âmbito temporal de 2022-2026 e abrange todo o território nacional.

Na conferência de imprensa após o Conselho de Ministros, o Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, referiu que os desafios actuais nas políticas de habitação consistem em «garantir que todos os agregados têm acesso a uma habitação digna e adequada aos seus rendimentos e à sua dimensão» e «garantir que, a médio prazo, o peso da oferta pública no mercado habitacional é capaz de dar resposta às necessidades e contribuir para a regulação do mercado».

O Programa Nacional de Habitação (PNH) é acompanhado de um compromisso orçamental plurianual, com reflexo já no ano de 2023, abrange todo o território anual, tem um âmbito temporal até 2026 e um investimento previsto de 2.377 milhões de euros. Como avançou o ministro da Habitação e das Infraestruturas, tem como objectivo central o alargamento do parque publico português, uma matéria onde Portugal “compara mal com o resto da Europa”. Apenas 2% do alojamento em Portugal é público quando em vários países europeus essa percentagem é de 30%.

Ao todo estão previstas 22 medidas, com o ministro a salientar aqueles que são os quatro pilares do programa. Entre eles está o 1.º direito, que visa apoiar as famílias mais carenciadas e contando com um envelope financeiro de 1.311 milhões de euros até ao final de 2026. Nesse contexto, o ministro sublinhou que “a esmagadora maioria dos municípios conta com estratégias locais de habitação”, soma já cerca de 300 pedidos de financiamento, respeitantes a 5600 habitações e a 65 municípios, das quais cerca de 1 200 casas já entregues.

Outra das medidas contempla o apoio a população de rendimentos intermédios, classe média, para a qual está a ser construído “um parque publico dirigido à população de rendimentos intermédios e aqui o objectivo principal é mobilizar imóveis do estado que estejam devolutos (incluindo edifícios e terrenos) destinados para a construção ou reabilitação de imóveis. Actualmente estão em curso 870 habitações em projecto em Lisboa, 1.250 em Almada, 200 em Matosinhos e 600 em Oeiras. “Este é um programa que arrancou e dará acesso a 6.800 famílias de classe média”, sublinhou o governante. O investimento previsto para esta alínea é de 859 milhões de euros.

O ministro disse também que 48 milhões de euros vão ser destinados à reabilitação do parque habitacional do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), bem como outros 159 milhões de euros “para aquisição de imóveis por parte do Estado”.

Um terceiro pilar destina-se “encontrar soluções temporárias para situações inesperadas sejam calamidades ambientais, fluxos migratórios ou violência de género”, onde se inclui a Porta de Entrada e a Bolsa de Alojamento Temporário. Neste âmbito serão construídos cerca de 2 mil imóveis, financiados pelo PRR.

O quarto pilar é o da “mobilização do sector privado” onde se inclui “um conjunto de incentivos à oferta privada e social de arrendamento a custos acessíveis”.

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INSURE.hub debate Inovação, Sustentabilidade e Regeneração

A iniciativa é da Universidade Católica Portuguesa e da Planetiers New Generation e vai reunir profissionais, académicos e líderes nas áreas da Sustentabilidade e Regeneração que estão envolvidos em projectos disruptivos, circulares e sustentáveis

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Inspirar, desafiar e promover a mudança nas áreas da Sustentabilidade e Regeneração são os grandes objectivos do INSURE.hub. Uma iniciativa da Universidade Católica Portuguesa, no Porto, através das Faculdades – Católica Porto Business School e Escola Superior de Biotecnologia – e da Planetiers New Generation.

A 2ª Conferência Internacional do INSURE.HUB – Innovation in Sustainability and Regeneration Hub estará dividida em dois momentos: de manhã será apresentado pela academia o estado de arte da Sustentabilidade e Regeneração, e de tarde serão debatidos vários casos de estudo inovadores a nível nacional e internacional. O melhor artigo científico, apresentado durante a manhã, será distinguido com o MDS Best Paper Award.

“Pretendemos que esta conferência demonstre a importância do INSURE.hub como iniciativa transformadora e de partilha de conhecimento transdisciplinar e inovador, essencial para o cumprimento das metas da Europa para 2030 e do Pacto Ecológico Europeu”, reitera João Pinto, vice-presidente da Universidade Católica Portuguesa no Porto.

“Inovação circular e disruptiva”, “Transformação digital e negócios sustentáveis”, “Investimento e financiamento sustentável”, e “Do lixo ao produto” são alguns dos casos de estudo que serão apresentados na 2ª Conferência Internacional do INSURE.HUB – Innovation in Sustainability and Regeneration Hub. Estarão presentes John Melo (CEO da Amyris), Sónia Cardoso (diretora de Sustentabilidade da SONAE SGPS), Martim Santos (Senior Manager KPMG Advisory) e Benedita Chaves (diretora da Unidade de Investigação, Desenvolvimento e Inovação da LIPOR). A mesa redonda “Construir um futuro robusto e sustentável em tempos turbulentos” contará com a presença de Fernando Leite (CEO LIPOR), Filipe Araújo (vice-presidente da Câmara Municipal do Porto), de Mário Vinhas (COO da MDS), e de Paul Hodges (Chairman da New Normal Consulting & Infinity Recycling, The World Economic Forum Global Expert).

Alinhado com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, das metas definidas para a Europa em 2030 e com a Estratégia do Pacto Ecológico Europeu. o INSURE.hub ambiciona contribuir para tornar Portugal num dos mais progressivos países da União Europeia nas áreas da Sustentabilidade e da Regeneração.

A 2ª Conferência Internacional do INSURE.HUB – Innovation in Sustainability and Regeneration Hub decorrerá a 17 de Novembro na Universidade Católica Portuguesa no Porto.

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