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New elevator GEN360 from OTIS, Lyon, France. Advertising not included.

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OTIS apresenta elevador “totalmente digital” ao mercado nacional

O elevador Gen360 foi desenhado para “atender às necessidades actuais e expectativas futuras de um mundo cada vez mais conectado” e adequado para edifícios residenciais e comerciais, novos ou já existentes, e de diferentes dimensões

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OTIS apresenta elevador “totalmente digital” ao mercado nacional

O elevador Gen360 foi desenhado para “atender às necessidades actuais e expectativas futuras de um mundo cada vez mais conectado” e adequado para edifícios residenciais e comerciais, novos ou já existentes, e de diferentes dimensões

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A empresa mundial de fabrico, instalação e manutenção de elevadores e escadas rolantes, OTIS, apresenta agora ao mercado nacional, o Gen360, um novo elevador totalmente digital. Desenhada para “atender às necessidades actuais e expectativas futuras de um mundo cada vez mais conectado”, esta nova plataforma de mobilidade vertical é um sistema inteligente que reinventou o conceito dos elevadores.

Desenhado para ser projectado em edifícios residenciais e comerciais, novos ou já existentes, e de diferentes dimensões, o elevador Gen360 está disponível em diferentes países como: Áustria, Bélgica, França, Alemanha, Itália, Luxemburgo, Espanha, Suíça, Holanda, Reino Unido e agora em Portugal.

A plataforma digital Otis ONE IoT é nativa desta plataforma, fornecendo a inteligência conectada que define este elevador. Ao colectar e analisar grandes quantidades de dados dos sensores inteligentes dos elevadores, a plataforma é capaz de fornecer informações de desempenho em tempo real, comunicação proactiva e insights preventivos. A tecnologia Otis ONE também permite resolver muitos problemas de forma remota e segura. E, com APIs baseadas na cloud (Application Programming Interface), a plataforma integra-se facilmente com outros sistemas de construção inteligente para criar valor aprimorado tanto para instaladores como passageiros.

Com este elevador, os arquitectos ganham liberdade para projectar edifícios com coberturas planas mais atraentes e fáceis de construir, não sendo necessário que haja saliências no topo dos edifícios, o que permite um espaço de refúgio acima do elevador. Isso deve-se a uma plataforma dobrável no tecto da caixa que faz com que a maioria das operações de manutenção sejam realizadas com segurança dentro da cabine, e não em cima da mesma.

Muitos componentes de segurança mecânica foram substituídos pela tecnologia digital “drive by wire”, reconhecida nas indústrias automóvel e aeroespacial, permitindo uma monitorização 24 horas por dia, 7 dias por semana, aumentando a fiabilidade geral e libertando espaço do poço para acomodar cabines maiores. A nova arquitectura electrónica também reduz significativamente o potencial de ocorrências. Se o elevador parar involuntariamente, em muitos casos, o novo sistema de segurança digital é capaz de levar o elevador suavemente até ao andar mais próximo.

O elevador também contempla o novo ecrã eView, com um design de som imersivo que amplia a percepção do espaço, e com uma nova e cuidada iluminação, contendo um interior com mais de 400 mil configurações de design, bem como um conjunto de ferramentas online para oferecer suporte a todas as exigências, desde o design ao serviço e/ou à integração de API.

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Aposta no fotovoltaico cobre 22% das necessidades da base logística d’Os Mosqueteiros

A ENGIE Hemera instalou na base logística do Grupo Os Mosqueteiros em Paços de Ferreira, mais de 2 mil módulos fotovoltaicos, que ocuparão uma área de cobertura de quase 5.000 m2. A instalação permite uma autonomia energética de 22% e a diminuição de 167 toneladas de CO2 por ano da sua pegada de carbono

A ENGIE Hemera instalou um sistema solar fotovoltaico na base logística do Grupo Os Mosqueteiros em Paços de Ferreira, que permite gerar uma autonomia energética de 22% e diminuir as emissões em cerca de 167 toneladas de CO2.

Através desta solução, desenvolvida pela ENGIE Hemera, a base logística de Paços de Ferreira desta cadeia de supermercados vai poder produzir e consumir energia verde nas suas instalações, reforçando o seu compromisso com a sustentabilidade, a poupança de energia e a aposta estratégica de produção de energia própria.

Esta estratégia permite anular 22% das necessidades de consumo desta plataforma logística e atenuar o efeito nefasto do crescente aumento dos custos com a electricidade em Portugal, que tanto está a afectar o sector empresarial.

A instalação de 2.222 módulos na cobertura, numa área total de 4.830 m², permite atingir a potência instalada de 1MWp e criar, em média, uma produção energética anual de 1.256 MWh.

“A transição energética das nossas actividades é uma prioridade. Queremos contribuir com a geração de energia verde para tornar a nossa operação cada vez mais autossuficiente ao nível energético, reduzir os custos com a factura de electricidade, mas também para fazer a nossa parte na sustentabilidade ambiental, uma urgência a que todos diz respeito. O projecto realizado com a ENGIE Hemera é algo de que muito nos orgulhamos e que vai ter um impacto muito significativo no nosso dia-a-dia”, sublinha David Silva, Administrador da Logística do Grupo os Mosqueteiros.

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Soluções Sto integram renovação da Estação Paddington Elizabeth em Londres

A Sto participou no processo de restauração edifício histórico e emblemático que alberga a Estação Paddington Elizabeth em Londres através da aplicação do seu sistema de fachada ventilada StoVentec Glass

O sistema de fachada ventilada com revestimento de vidro StoVentec Glass foi aplicado no espaço que conduz ao átrio principal da estação, garantindo a eficiência energética deste espaço. StoVentec Glass funciona como uma tela protectora para a chuva e pode ser instalado em qualquer tipo de fachada.

Composto por vidro 100% reciclável, este sistema Sto é extremamente resistente, uma vez que possui suportes de painéis feitos de perlite natural, e extremamente flexível permitindo inúmeras possibilidades de design: desenho, ilustração, fotografia, logotipo, etc. No caso da estação de Paddington Elizabeth, em Londres, os painéis foram impressos com um design circular.

Entre os grandes desafios colocados por esta intervenção estava a sua localização, estando um nível abaixo do solo e junto aos limites de várias ruas residenciais e do Canal da Grand Union. O estúdio de arquitectura Weston Williamson + Partners foi capaz de combinar os elementos da antiga estação com o novo design, tendo sempre em mente dois requisitos fundamentais para qualquer projecto arquitectónico actual: eficiência energética e design sustentável.

A configuração final do edifício proporciona um ambiente claro e legível para os passageiros, com vista para o céu a partir das plataformas através de um dossel envidraçado. A copa incorpora, pela mão de Spencer Finch, uma obra de arte em nuvem em larga escala que muda de acordo com a posição do sol e a hora do dia.

Ao integrar o serviço e restaurar as instalações intermodais no topo, o projecto aproveita ao máximo a topografia existente. Grandes vazios e clarabóias trazem luz solar à estação para reduzir a necessidade de luz artificial, e permitem que a ventilação natural faça parte da estratégia ambiental da estação.

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Cristina Almeida assume Markets & Capital Markets da JLL na região do Porto

Cristina Almeida, que integra a equipa da consultora imobiliária desde 2016 é agora a representante da unidade de negócio no norte do país

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Os escritórios do Porto da consultora imobiliária JLL têm uma nova responsável dos segmentos de Markets & Capital Markets. Cristina Almeida, que assumia anteriormente a função de Senior Consultant Office and Retail Leasing, é agora a representante da unidade de negócio no norte do país, assumindo a função de Markets & Capital Markets Porto Director.

Licenciada em Direito pela Universidade Católica do Porto, iniciou o seu percurso profissional como advogada, tendo ingressado na área de Fashion Retail em 2008 e, desde 2016 que integra a equipa da JLL.
“Este é um exemplo claro da aposta contínua da JLL nas suas pessoas, uma realidade que tem, em grande parte, contribuído para os elevados níveis de retenção de talento da empresa”, refere a consultora.

“Ao longo destes últimos anos, a Cristina tem vindo a desenvolver um trabalho notável nas áreas de Leasing Market Advisory e também em Capital Markets pelo que tem sido, inegavelmente, uma peça fundamental nesta equipa. O seu percurso na JLL tem contribuído para o crescimento e reforço do posicionamento da empresa e marca no Porto e, por isso, é com grande satisfação que vemos a Cristina alcançar este marco na sua carreira”, sublinha Mariana Rosa, Head of Leasing Markets Advisory na JLL Portugal.

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Schneider Electric lança versão minimalista dos mecanismos D-Life

A série de mecanismos D-Life aposta na simplicidade geométrica, em materiais de alta qualidade e o melhor desempenho em termos de funcionalidade. Além disso, a sua versatilidade permite inúmeras combinações de acabamentos

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Para acompanhar as novas tendências, a Schneider Electric (SE), especialista na transformação digital da gestão e automação da energia, lançou uma nova versão dos seus mecanismos D-Life, que se destaca pelo design elegante, discreto e contemporâneo, em acabamento branco mate.

A série de mecanismos D-Life aposta na simplicidade geométrica, em materiais de alta qualidade e o melhor desempenho em termos de funcionalidade. Além disso, a sua versatilidade permite inúmeras combinações de acabamentos e funcionalidades para satisfazer qualquer necessidade decorativa e funcional. “O resultado é um produto que se integra facilmente em qualquer ambiente interior, tanto em projectos residenciais como em ambientes comerciais e de lazer”, refere a empresa.

Todos os mecanismos desta gama contam com o selo Green Premium, o programa de sustentabilidade de produtos da Schneider Electric que disponibiliza informação transparente sobre substâncias perigosas, impacto ambiental e instruções para o fim de vida dos produtos. O Green Premium garante o cumprimento das regulamentações mais recentes e a transparência em termos de impactos ambientais, apostando em produtos circulares e com emissões de CO2 reduzidas.

A D-Life é, ainda, compatível com as soluções de automação residencial KNX e Wiser da SE.

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AEG apresenta nova ‘Garrafeira de Envelhecimento’ da gama Matt Black

“Todos os produtos da AEG são projectados para um melhor desempenho e com um foco cada vez maior na sustentabilidade. Na AEG Matt Black Collection conseguimos criar uma estética completamente nova e pensada com base em três pressupostos chave: responsividade, precisão e pureza”, destaca Ângela Pereira, marketing Manager da AEG em Portugal

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A AEG promoveu, esta segunda-feira, uma experiência enológica com Dirk Niepoort e Carlos Raposo, no âmbito da apresentação da gama Matt Black. A Garrafeira de Envelhecimento Premium da Série 8000 foi a “estrela” numa sinergia entre a marca, o produto e os Vinhos Imperfeitos e da Niepoort.

A Garrafeira de Envelhecimento Premium é um produto diferenciador, ideal para conservar e envelhecer diferentes tipos de vinhos de forma a assegurar o cumprimento dos cinco fundamentos da conservação do vinho, como foi explicado e apresentado pelos enólogos que, juntamente com a AEG, promoveram o evento que teve lugar na LUVIN’, em Lisboa.

Ângela Pereira, marketing Manager da AEG em Portugal, diz-nos que “todos os produtos da AEG são projectados para um melhor desempenho e com um foco cada vez maior na sustentabilidade. Na AEG Matt Black Collection conseguimos criar uma estética completamente nova e pensada com base em três pressupostos chave: responsividade, precisão e pureza”.

Além disso, a garrafeira da gama Matt Black, assegura a protecção da qualidade do vinho, uma temperatura estável, humidade automática superior a 50%, zona de armazenamento escura com ambiente isento de vibrações e fluxo de ar de qualidade – “factores importantíssimos para que o investimento que é feito em vinho, seja preservado e possa ser apreciado nos momentos mais especiais”, avança Carlos Raposo.

Na garrafeira de envelhecimento premium da AEG destacam-se detalhes como o espaçamento ideal para acomodar as garrafas de vinho sem danificar os rótulos, compartimentos independentes que permitem uma regulação de temperatura personalizada para tintos entre os 12 e 14ºC e brancos, rosés e espumantes entre 6-12ºC.  A garrafeira ressalva a preservação da matéria corante dos vinhos – o que evita qualquer desvio sensorial – devido à iluminação premium.

Recorde-se que a gama Matt Black da AEG foi reconhecida, em 2021, por um dos mais prestigiados galardões internacionais de design, tendo recebido o prémio RedDot para design de produto.  Sob o escrutínio de um júri internacional, a gama Matt Black impressionou nas áreas de “inovação, funcionalidade, qualidade formal e ergonomia”.

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Topeca lança Tuforte Juntas Hydro

A Topeca acaba de lançar um novo produto especialmente desenhado para a aplicação de banda em juntas de placas de gesso cartonado hidrofugado

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O novo Tuforte Juntas Hydro, é uma argamassa de juntas com uma formulação especialmente desenvolvida para o tratamento de juntas em sistemas de placas de gesso cartonado hidrofugadas.

A nova argamassa é ideal para aplicar em locais interiores onde existe maior presença de água, seja em estado líquido ou vapor (exs.: locais húmidos, cozinhas, casas de banho e balneários).

Permite ainda a regularização de placas de gesso cartonado, dependendo do tipo de revestimento que se pretenda aplicar.

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Geberit recebe ‘Medalha de Platina’ da EcoVadis

A gestão da sustentabilidade da Geberit volta a colocar a empresa no Top 1% de todas as empresas classificadas pela EcoVadis

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Pela terceira vez consecutiva, a Geberit foi distinguida com a ‘Medalha de Platina’ pela sua gestão da sustentabilidade. “Esta é a qualificação mais alta possível que a EcoVadis atribui na sua avaliação anual de empresas. Portanto, a Geberit encontra-se situada no Top 1% de todas as companhias qualificadas pela EcoVadis”, indica David Mayolas, director-geral da Geberit Iberia.

Especialista em louças sanitárias e tecnologia para a casa de banho, a Geberit “está comprometida com a sustentabilidade há mais de 30 anos e quer desempenhar um papel de liderança na mudança para uma indústria sanitária mais sustentável”, afirma.

Já em 1990, a empresa elaborou a sua primeira estratégia ambiental e implementou medidas específicas. Ao longo dos anos, esta estratégia foi-se desenvolvendo gradualmente até se converter numa estratégia abrangente de sustentabilidade, que agora faz parte da sua cultura empresarial e contribui significativamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas.

A metodologia da EcoVadis baseia-se nas normas internacionais de sustentabilidade, entre elas a Iniciativa Mundial de Apresentação de Relatórios, o Pacto Mundial das Nações Unidas e a norma ISO 26000, que abarca 200 avaliações e mais de 160 países. O sistema de análise consiste em 21 indicadores divididos em quatro temas: meio ambiente, práticas profissionais e direitos humanos, ética e compras sustentáveis.

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Design nacional em destaque no maior mercado mundial da fileira casa portuguesa

Mais de 40 empresas rumam à Maison&Objet após vendas para o mercado francês superarem os 500 milhões de euros em 2022

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A Fileira Casa Portuguesa inicia 2023 com uma nova presença de relevo numa das maiores feiras mundiais de mobiliário e design de interiores. No total, 44 empresas oriundas de Portugal demonstram as suas propostas de valor e designs únicos junto dos principais agentes dos diferentes sectores na Maison & Objet, que se realiza de 19 a 23 de Janeiro em Paris.

Tendo em conta as actuais transformações sociais, económicas e políticas, o certame da capital francesa apresenta o tema inspiracional “Take Care!”, que espelha nos produtos em mostra a crescente necessidade do conforto, do respeito pelo património e da consciência ambiental que os utilizadores procuram. A presente edição volta a conectar os prescritores e compradores franceses a um forte contingente nacional, que pretende expressar a modernidade e rejuvenescimento do elevado padrão de qualidade da sua oferta.

Perante a significativa presença nacional na feira, Joaquim Carneiro, Presidente da APIMA, Associação Portuguesa das Indústrias de Mobiliário e Afins, que lidera a participação lusa, afirma que “face ao prolongamento de um cenário conturbado, no qual o conflito na Ucrânia e o incremento do custo das matérias-primas se reafirmam como os principais desafios, é de louvar a resiliência demonstrada pelas dezenas de empresas portuguesas que marcam presença nesta nova edição da Maison & Objet, continuando a procurar novas oportunidades e clientes numa conjuntura sem paralelo”.

“A significância deste certame é comprovada, de forma clara, pelos dados que o mercado francês apresenta para o nosso país: um volume de exportações que ultrapassou os 500 milhões de euros em 2022 e uma quota de mercado que continua a representar cerca de um terço do total das vendas nacionais ao exterior. Manter a trajectória crescente das exportações, para este e para os demais mercados, de forma sustentada e suportada, cada vez mais, em valor acrescentado, é o grande desafio da década para Portugal”, reforça o Presidente da APIMA.

A Fileira Casa Portuguesa prepara-se, assim, para o primeiro ano no pós-pandemia de total normalidade nos certames internacionais, procurando continuar a crescer nos mercados tradicionais e estimular as vendas em algumas geografias de elevado potencial. Promoção que não será realizada exclusivamente “fora de portas”, com a 3ª edição do Portugal Home Week, na Alfândega do Porto, agendada para os dias 15 e 16 de Junho.

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Conferência discute a importância dos solos saudáveis

Com organização conjunta da Associação das Empresas Portuguesa para o Sector do Ambiente, da Ordem dos Engenheiros e da Associação Técnica para o Estudo da Contaminação do Solo e Água Subterrânea, o encontro decorre dia 20 de Janeiro

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Com organização conjunta da Associação das Empresas Portuguesa para o Sector do Ambiente, AEPSA, o Conselho Nacional do Colégio de Engenharia Geológica e de Minas da Ordem dos Engenheiros, OE, e da Associação Técnica para o Estudo da Contaminação do Solo e Água Subterrânea, AECSAS, a conferência tem como objectivo “evidenciar a importância dos solos saudáveis e a imperatividade de promover práticas sustentáveis de gestão dos solos”.

A Comissão Europeia, como parte da sua Estratégia de Protecção do Solo da UE para 2030, anunciou o seu propósito de lançar a Lei dos Solos Saudáveis em 2023 de forma a melhorar significativamente o estado dos solos até 2050 e dar aos solos o mesmo estatuto de protecção que actualmente é atribuído às águas e ao ar, a nível comunitário.
As empresas do sector privado, as universidades e as organizações da sociedade civil com relevância na protecção do solo são estimuladas a participar activamente na discussão desta temática, a integrar os princípios da gestão sustentável dos solos nas suas políticas internas e a facilitar o desenvolvimento de competências e a troca de conhecimentos.

Actualmente, cerca de um terço dos solos encontram-se degradados devido a práticas de gestão não sustentáveis, entre as quais a contaminação química, a actividade mineira e industrial. A gestão sustentável de solos contaminados implica a definição de parâmetros técnicos, bem como a avaliação das concentrações dos contaminantes para identificar os sítios contaminados. A remediação dos solos deve fundamentar-se na avaliação do risco para a saúde humana e os ecossistemas. A informação sobre o estado da qualidade dos solos nos sítios contaminados e as medidas tomadas para promover a sua remediação devem ser tornadas públicas, num quadro de transparência e de participação.

O encontro está agendado para o próximo dia 20 de Janeiro, na sede da Ordem dos Engenheiros, em Lisboa.

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Kabuki uma nova marca de design

O Kabuki tem inspirações asiáticas e promete democratizar o design de interiores, tornando o seu acesso mais simples e acessível

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“O design de interiores não tem de ser caro!”, afirma Sofia Silva, fundadora do Kabuki, uma empresa de design de interiores portuguesa que nasceu há pouco mais de um mês. No website da marca é possível ao visitante requisitar o serviço pretendido, de entre os vários disponíveis e que vão desde o renovar um espaço alterando apenas alguns detalhes, até ao staging de uma casa para aumentar as possibilidades de venda, enviar as medidas e fotografias do espaço, definir o estilo que pretende adoptar e o orçamento disponível. A equipa do KABUKI trabalha o projecto e devolve uma proposta de design completa.

A inspiração que dá nome ao negócio vem do estilo de teatro japonês, Kabuki, conhecido pela dramatização e pela maquilhagem peculiar. “Achamos que a nossa casa é o palco onde nos sentimos confortáveis para receber e até para actuar com a família ou amigos”, contam Sofia e Diogo Colaço, também ele co-fundador da empresa.

Ambos viveram durante quase nove anos na Ásia e sempre lhes chamou a atenção as diferenças de modelos de negócio aplicadas lá fora, em todo o tipo de áreas. Tirando partido da reconhecida “vaidade portuguesa em receber”, decidiram criar um serviço que permitisse a qualquer pessoa, independentemente do seu orçamento ou inclinação para o design, investir na sua casa.

“Este tipo de serviços ainda é visto como algo muito exclusivo e complexo, em que os designers vêm à nossa casa e têm de tirar medidas e depois logo vão fazer o projecto e arranjar as peças de mobiliário e é tudo muito demorado e dispendioso. O que nós queremos fazer com o Kabuki é democratizar e descomplicar o processo”, explica Diogo Colaço.

No fundo, a proposta de valor do Kabuki está em descomplicar o serviço, que é sobretudo feito online, e adaptá-lo às necessidades dos seus clientes. Neste momento, a marca já tem o website no ar e o negócio a correr, onde é possível requisitar os diferentes serviços, consultar os pacotes de preços e arrancar com todo o processo online.

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