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Tétris conclui nova sede da Ferring no Lagoas Park

O projecto, da autoria da Openbook, que visou a expansão dos escritórios da farmacêutica, implicou duplicar a área ocupada, passando de um espaço de 700 m2 para os actuais 2.000 m2

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Tétris conclui nova sede da Ferring no Lagoas Park

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A Tétris, empresa de design e construção do grupo JLL, foi a responsável pela empreitada de construção dos novos escritórios da Ferring Pharmaceuticals, no Lagoas Park, que acolhem o centro de serviços partilhados da multinacional em Lisboa.

O projecto, da autoria da Openbook, surgiu no âmbito da expansão da presença da Ferring na capital portuguesa, que mudou as suas instalações do edifício 6 para o edifício 3 daquele parque de escritórios, no concelho de Oeiras. A expansão implicou duplicar a área ocupada, passando de um espaço de 700 m2 para os actuais 2.000 m2.

Já concluído, o novo centro de serviços da Ferring Pharmaceuticals no Lagoas Park acolhe actualmente cerca de 180 colaboradores, dos quais 70% são profissionais em diferentes áreas das tecnologias de informação e com funções de âmbito internacional. Os restantes estão integrados em equipas e estruturas globais nas áreas financeira, de compras, assessoria legal e de recursos humanos, entre outras. As novas instalações foram desenvolvidas para acompanhar a evolução da equipa da empresa no nosso país, onde tem actualmente em curso processos de recrutamento para mais de 20 novos postos de trabalho, contando superar os 200 colaboradores até ao final deste ano.

Segundo Carlos Cardoso, managing director da Tétris Portugal, este projecto reforça o actual dinamismo que a empresa tem tido no mercado de escritórios e que pauta por ser “cada vez mais desafiante”. “Espaços eficientes e adaptáveis à evolução das novas formas de trabalho e das necessidades das equipas”, assim como preocupações ligadas à sustentabilidade, são os principais desafios, a par com a necessidade de uma “selecção criteriosa de materiais, de processos utilizados em obra e, claro, timings bastante rigorosos”.

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AEP ruma ao Dubai com empresas da fileira dos materiais de construção

A feira internacional BIG 5 Show & Middle East Stone, no Dubai, tem início esta segunda-feira, dia 5 e decorre até 8 de Dezembro

São 10 as empresas portuguesas da fileira dos materiais de construção, pedras e rochas ornamentais que vão participar na feira BIG 5 Show & Middle East Stone, no Dubai, que acontece entre os dias 5 e 8 de Dezembro. A visita conta com a organização da AEP – Associação Empresarial de Portugal.

“Para além da importância que a feira tem para o sector e do potencial do mercado, a grande oportunidade de participar na BIG 5 Show & Middle East Stone está no público, que chega não só da região do Médio Oriente, mas também de países do Golfo, de África, do Sudoeste Asiático e do Cáucaso. As largas dezenas de empresas que já participaram apontam a dimensão dos mercados e a qualidade dos contactos realizados como uma das grandes vantagens”, lembra Luís Miguel Ribeiro, presidente da AEP.

O Dubai tem uma localização estratégica no Golfo e é considerado o maior centro de negócios da região e um dos mercados mais atractivos do globo e é esse factor que leva a AEP a organizar pela 15ª vez consecutiva a participação nacional. A primeira deslocação ao Médio Oriente foi em 2004 e desde essa data a AEP já envolveu largas dezenas de empresas nacionais de diversos sectores.

Em 2021, a BIG 5 Show & Middle East Stone contou com 1200 expositores de 50 países e 37 mil visitantes de 152 nacionalidades. Para esta edição, a comitiva da AEP conta com participação das empresas Central Lobão, Certave, Dikalofer, Globallock, Heliroma, Metalomarão, Mocamar, Ruipedra, Safina e SIB.

O ano passado, o projecto BOW – Business on the Way promoveu a participação de mais de 100 empresas em 17 acções, entre feiras internacionais, missões empresariais (virtuais, físicas e inversas), em 22 mercados distintos.

Desde 1990, ano em que deu início, de uma forma sistemática, à realização de acções de internacionalização, a AEP já organizou, individualmente ou através de parcerias com outras entidades, largas centenas de ações em mercados externos.

O projecto BOW – Business on the Way é desenvolvido pela área internacional da AEP, no âmbito do Portugal 2020 e do Compete 2020, Programa Operacional da Competitividade e Internacionalização, Eixo II – Projectos Conjuntos – Internacionalização.

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CICCOPN forma técnicos de obra em Santo Tirso

Protocolo entre o Centro e diversas entidades públicas e privadas pretende dar resposta às necessidades de mão de obra qualificada no sector da construção

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Teve início, no dia 28 de Novembro, a segunda edição do curso de Técnico/a de Obra/Preparador(a) de Obra – CAD e modelação BIM, nas instalações da antiga fábrica Santo Thyrso, em Santo Tirso. Esta formação resulta de um projecto nascido para dar resposta às necessidades do mercado de trabalho, em sinergia com empresas e entidades locais.

Ao CICCOPN, associam-se o município de Santo Tirso, que cedeu as instalações para a realização da formação, o Centro de Emprego de Santo Tirso, que auxilia e direcciona os formandos actualmente desempregados, e a Garcia Garcia, empresa especializada na área de projecto e construção de edifícios. Nesta segunda edição, associam-se ainda ao projecto as empresas de construção Gabriel Couto e Casais.

“Há uma necessidade muito grande, neste momento, de trabalhadores qualificados para a construção civil. A AICCOPN fala de um número que rondará os 80 mil, por isso, o CICCOPN tem um desafio muito grande, que é encontrar parcerias para, de uma forma célere, fazermos uma formação para o mercado de trabalho”, revelou Rui Valente, director do Centro.

“Pretende-se que quem frequente estas formações adquira as qualificações para um posto de trabalho, com a mais-valia da ligação ao mercado de trabalho, fazendo com que quem termine o curso tenha a sua empregabilidade quase garantida”, salientou.

Luís Vilaça, da empresa Garcia Garcia, afirmou que “pela pouca mão de obra qualificada existente em Portugal, este tipo de cursos auxilia, não só à captação de jovens, mas também à requalificação de pessoas com baixa empregabilidade”.

Sílvia Tavares, vereadora com o pelouro da educação da Câmara de Santo Tirso, reforçou a ideia de que “estas formações são muito importantes para o território, dado que o município tem a preocupação de adaptar a oferta educativa e formativa às necessidades do território, no que diz respeito à empregabilidade”.

Por seu lado, Isabel Cruz, directora do Centro de Emprego de Santo Tirso, frisou que este “assume um forte papel, estando presente sempre que surgem oportunidades de criar emprego ou de dar ferramentas às pessoas que as ajudem a potenciar a entrada no mercado de trabalho. Neste caso, vamos buscar a área de conhecimento para dotar os nossos desempregados de competências que permitam satisfazer as necessidades dos empresários”.

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Reabilitação e redes de saneamento serão prioridade no Orçamento de Azeméis para 2023

Entre os principais projetos do Plano Plurianual de Investimentos para 2023 destaca-se assim a beneficiação e a ampliação da rede de saneamento (com mais de 3,8 milhões de euros), a construção do Parque Urbano de Oliveira de Azeméis (quase 3,5 milhões) ou a edificação do Fórum Municipal

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A Câmara de Oliveira de Azeméis será gerida em 2023 com 58,3 milhões de euros, depois daquele que a autarquia definiu esta quarta-feira como “o maior orçamento municipal de sempre” ter sido aprovado pelo PS com abstenção do PSD.

Para o referido concelho do distrito de Aveiro, isso representa mais 4,6 milhões de euros comparativamente a 2022, apesar de a taxação tributária aos cerca de 70.000 habitantes desse território de 163 quilómetros quadrados manter a isenção de derrama para empresas com volume de negócios inferior a 150.000 euros anuais e preservar a taxa legal mínima de 0,3% no Imposto Municipal sobre Imóveis.

“O documento aprovado garante um forte investimento com capitais próprios em áreas estratégicas para o futuro do concelho, como a educação, a expansão das redes de água e saneamento, a reabilitação urbana e o desenvolvimento económico”, declara o presidente da Câmara, Joaquim Jorge Ferreira.

O autarca socialista realça que o orçamento permitirá ainda “um aumento do investimento com capitais próprios para aproximadamente 22,2 milhões de euros, o que representa um acréscimo de 1,5 milhões face à capacidade inicialmente estimada para 2022”.

Entre os principais projetos do Plano Plurianual de Investimentos para 2023 destaca-se assim a beneficiação e a ampliação da rede de saneamento (com mais de 3,8 milhões de euros), a construção do Parque Urbano de Oliveira de Azeméis (quase 3,5 milhões), a edificação do Fórum Municipal (com quase três milhões) e a criação da Estação Multimodal de Transportes, que abrange a reabilitação do Mercado Municipal (com valores próximos dos três milhões).

Segundo a autarquia, no restante o orçamento demonstra uma distribuição de verbas em que “as principais apostas são a educação (com 15,5 milhões de euros), o ordenamento do território (com 14,6 milhões), os serviços urbanos ambientais (com 3,1 milhões de euros), o apoio às famílias (com 2,3 milhões de euros), a cultura (com 2,1 milhões de euros) e ainda as juntas de freguesia (com dois milhões de euros)”. Nesse caso específico, as transferências municipais para as 12 juntas passaram de um total de 920.000 euros para 1,58 milhões.

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Cosentino reabre as portas do seu City de Amsterdão

A Cosentino reabriu o seu Cosentino City de Amsterdão. A cidade integra a rede de showrooms do grupo, da qual fazem parte também Sydney, Singapura, Nova York, Paris, Londres e Tóquio

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O Cosentino City representa um conceito disruptivo no sector, local de encontro e inspiração para profissionais, seja através das suas plataformas digitais, exposições ou eventos.

O centro de experiências da Cosentino em Amesterdão tem uma área 550 m2, distribuídos em dois andares. A gestão do dia-a-dia é da responsabilidade da administradora da cidade, Lara Leenhouts-Regnault, juntamente com a especialista e arquitecta Vanja Masala. Aqui os visitantes são apresentados às principais marcas da Cosentino, como a Silestone, Dekton e Sensa. O espaço proporciona diferentes experiências em torno dos materiais, incluindo chapas de grande dimensão, maquetes de aplicações de fachadas (ventiladas), espaços de inspiração para cozinha e espaço de banho, amostras de cores e espaços exclusivamente dedicados a profissionais, onde podem trabalhar, organizar reuniões, eventos ou exposições.

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Mota-Engil selecciona Quadrante para a arquitectura e engenharias de estádio na Costa do Marfim

A Quadrante e a Mota-Engil estão a desenvolver o projecto de reabilitação e expansão do Stade Félix Houphouët-Boigny, em Abidjan, na Costa do Marfim, à semelhança do que se passou com o “Stade da la Paz” em Bouaké, também neste país da costa ocidental africana

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O projecto, desenvolvido de forma integrada e coordenada em BIM, contará com uma área de cerca de 27.000 m2 e capacidade para receber cerca de 30 mil espectadores. Está também prevista a reformulação e ampliação das áreas de apoio logístico, zona para atletas, campo de aquecimento, áreas dedicadas aos media e ao público, assim como, acessos e estacionamento com 150 lugares. Adicionalmente será também construído um edifício de escritórios que irá albergar a sede da Office National des Sports, ONS.

“Na Quadrante temos uma equipa de quase 300 arquitectos, engenheiros, especialistas nas áreas da sustentabilidade, BIM, controlo de custos, entre outros, que combinam sinergias para pensar o projecto de uma forma integrada. Acreditamos que esta metodologia permitiu criar uma solução de elevado valor para a Mota Engil, uma vez que todas as especialidades trabalharam em conjunto, optimizando soluções, desde a fase de concurso”, justifica Nuno Costa, CEO da Quadrante.

Relativamente ao projecto de reabilitação no novo estádio “a arquitectura inspirou-se nas referências e cultura locais para criar um ícone marcante e contemporâneo para a cidade de Abidjan. Procurámos tirar partido da estrutura metálica e de betão na materialização da nova cobertura e fachada, que assumem um papel de destaque”, refere Rui Santos, arquitecto da Quadrante responsável pelo projecto.

A parceria da Quadrante com a Mota-Engil remonta desde 2007, em vários projectos que incluem a construção e gestão de infraestruturas para as áreas de Engenharia e Construção, Ambiente e Serviços, Concessões de Transportes, Energia e Mineração, ou seja, em todas as áreas de negócio e nas várias geografias onde a Mota-Engil tem actividade.

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Alterações na contratação pública em vigor a partir de 2 de Dezembro

No final desta semana entram em vigor as alterações recentemente efectuadas ao Código dos Contratos Públicos e às medidas especiais de contratação pública

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As referidas alterações foram introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 78/2022, de 7 de Novembro, o qual cria um novo regime de concepção-construção especial integrado no regime das medidas especiais de contratação pública, tendo em vista, segundo o legislador, possibilitar “a eliminação de dispêndios de tempo e recursos desnecessários”, sempre que a entidade adjudicante considere que “o mercado está em melhor posição de elaborar um projecto de execução de determinada obra (…).”

Das novas regras, que só serão aplicáveis aos procedimentos de formação de contratos públicos que se iniciem após o dia 2 de Dezembro de 2022 e aos contratos celebrados ao abrigo desses procedimentos, destaca-se ainda a extensão do prazo de aplicação das medidas especiais às matérias relativas à habitação e descentralização, às tecnologias de informação e conhecimento e aos sectores da saúde e do apoio social, até 31 de Dezembro de 2026.

O diploma que altera as medidas especiais de contratação pública e o Código dos Contratos Públicos foi publicado em Diário da República. As novas regras entram em vigor no próximo dia 2 de Dezembro e aplicam-se aos procedimentos de formação de contratos públicos iniciados após essa data e aos contratos celebrados ao abrigo dos mesmos.

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‘Estados Gerais’ do Observatório das Autarquias Locais debate novo regime da concepção-construção nas empreitadas

Em cima da mesa da discussão estarão as alterações introduzidas pelo novo Decreto-Lei que altera o Código dos Contratos Públicos e as Medidas Especiais de Contratação Pública e que incidem sobre o regime da concepção-construção

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Sob organização do Observatório das Autarquias Locais (OAL), a segunda edição dos Estados Gerais do Sector da Construção em Portugal decorre amanhã, 24 de Novembro, e tem como tema central “O Novo regime de Concepção-Construção nas Empreitadas”.

Publicado em Diário da República a 7 de Novembro o Decreto-Lei nº78/2022 altera a Lei nº30/2021, de 21 de Maio, que aprova medidas especiais de contratação pública, o Código dos Contratos Públicos e o Decreto-Lei nº60/2018, de 3 de Agosto, que procede à simplificação de procedimentos administrativos necessários à prossecução.

Pouco consensual, o diploma tem do lado da sua defesa quem argumente que passará a ser possível eliminar dispêndios de tempo e de recursos desnecessários por parte das entidades adjudicantes, nos casos em que esta considere que o mercado está melhor posicionado para elaborar um projecto de execução de determinada obra.

Por outro lado, são muitas as vozes que defendem que o novo regime pode limitar a concorrência, privilegia as entidades com maior dimensão, aumenta as possibilidades de conluio na contratação pública e potencia a corrupção.

O debate promovido pela OAL irá analisar, debater e, também, apresentar soluções no âmbito do novo regime da concepção-construção. O encontro, que decorre via on-line, irá juntar empresas, donos de obra, técnicos da área e interessados. Já confirmados estão, entre outros, Alexandra Bragança, presidente da Associação dos Industriais de Construção e Obras Públicas dos Açores (AICOPA), Bartolomeu de Noronha, presidente do Conselho Científico do OAL, Bento Aires, presidente da Ordem dos Engenheiros – Região Norte (OERN), Conceição Melo, presidente do Conselho Directivo Secção Regional Norte da Ordem dos Arquitectos e de representantes das empresas Etermar, Engenharia e Construção, Grupo Casais, Empribuild Engenharia e Tecnovia.

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Localização no novo hospital de Torres Vedras conhecida até Março de 2023

O Ministro da Saúde esteve em Torres Vedras onde recebeu relatório final do Estudo sobre o Futuro da Política Pública da Saúde do Oeste. Até Março será conhecida a localização e só mais tarde será definido o perfil assistencial, o lançamento do concurso público, a elaboração do projecto e a definição do modelo de financiamento

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O Ministro da Saúde, Manuel Pizarro garantiu que até Março de 2023, vai tomar uma decisão sobre a localização do novo hospital para a região Oeste. O responsável pela pasta da Saúde esteve no início desta semana em Torres Vedras para receber o relatório final do Estudo sobre o Futuro da Política Pública da Saúde do Oeste.

O relatório aborda a localização e caracterização das valências do futuro hospital do Oeste bem como os impactos sociais e económicos e as soluções para os polos do actual Centro Hospitalar do Oeste.

“O compromisso que assumi é que o Ministério da Saúde vai analisar exaustivamente este estudo, avaliar elementos complementares que venham a revelar-se úteis e tomar uma decisão sobre a localização da construção do futuro hospital do Oeste e o seu perfil funcional, tendo como limite o final do primeiro trimestre de 2023”, afirmou Manuel Pizarro após uma reunião com autarcas da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Oeste.

Do lado dos autarcas, o presidente da OesteCIM, Pedro Folgado, aplaudiu o “compromisso” da definição da localização até Março e do perfil funcional até Setembro do próximo ano.

Com a entrega do estudo encomendado pela OesteCiM, com soluções para localização, valências a ter, dimensão e destino a dar às actuais instalações hospitalares, o Ministro adiantou que se “avançou decididamente na direcção do novo hospital do Oeste”. Manuel Pizarro remeteu para depois dessa data a definição do perfil assistencial e o lançamento do concurso público a elaboração do projecto ou a definição do modelo de financiamento.

O Ministro equacionou a hipótese de se avançar para uma parceria-público privada “para a construção e manutenção do hospital” e, nesse cenário, o projecto “não necessita de qualquer verba do Orçamento de Estado”, tranquilizando os autarcas em relação à eventual falta de verbas para o projecto no OE2023.

Uma vez que a construção do novo hospital “demorará sempre alguns anos” e que as unidades hospitalares de Torres Vedras e Caldas da Rainha funcionam em «dois edifícios muito vetustos», Manuel Pizarro reconheceu a necessidade de obras de manutenção. Contudo, tendo em conta o cenário de construção de um novo hospital, “as intervenções não podem ser muito vultuosas”.

A região Oeste é servida pelo Centro Hospitalar do Oeste, que integra os hospitais das Caldas da Rainha, Torres Vedras e Peniche, servindo cerca de 300 mil habitantes dos concelhos de Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche, Bombarral, Torres Vedras, Cadaval e Lourinhã e de parte dos concelhos de Alcobaça e de Mafra.

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REmodelação da estação Entre Campos com a construção de novos elevadores.

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Sector dos elevadores com volume de negócios nos 330M€

No final de 2022, o volume de negócios do sector dos elevadores deverá exceder os 330M€, o que representa um aumento de 2,5% face a 2021. Um crescimento impulsionado pela construção residencial e pela melhoria de eficiência energética dos edifícios

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Segundo a análise da Informa D&B, apesar da deterioração da actividade económica e dos elevados custos com que se defrontam os operadores, a actividade do sector será favorecida, no curto e médio prazo, pelos investimentos previstos na área da construção residencial e pela eficiência energética dos edifícios.

Em 2021, o sector manteve a tendência ascendente dos anos anteriores, com um valor de facturação de 323 milhões de euros, mais 2,5% do que em 2020. A área da manutenção e reparação de equipamentos foi responsável pela maior parte do volume de negócios do sector, detendo cerca de 68% do total, com os restantes 32% a corresponder à área da instalação. No entanto, esta última actividade apresentou uma evolução mais robusta, impulsionada pelo dinamismo da construção residencial, tendo aumentado a faturação em 5,1 %, para os 103 milhões de euros.

Ainda em 2021, as importações de equipamentos totalizaram 48 milhões de euros, valor semelhante ao do ano anterior. 95% destas importações têm origem da União Europeia, sendo a Espanha o principal fornecedor, com um peso de 72% do total.

O sector é constituído por um pequeno número de grandes empresas, a maioria integradas em grupos multinacionais com capital estrangeiro, e por um grupo maior de pequenas e médias empresas. As cinco principais empresas detêm uma quota de mercado conjunta de cerca de 75%. Nos últimos anos, a concentração da oferta tem vindo a aumentar, na sequência da aquisição pelos principais operadores de concorrentes de menor dimensão ou de carteiras de clientes de manutenção de equipamentos.

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Parque Industrial da Autoeuropa atrai investidores

A Cushman & Wakefield, anuncia a venda de uma propriedade industrial, com 4.000 m2, no Parque Industrial da Autoeuropa, em Palmela. Esta é a segunda operação na zona, da consultora depois da venda das instalações, com 40.000 m², da Elos à NewCold

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A Cushman & Wakefield, anuncia a venda de uma propriedade industrial, com 4.000 m2, no Parque Industrial da Autoeuropa, em Palmela. Nesta operação, a Cushman & Wakefield representou a Magna Donnelly e a propriedade foi adquirida pela SQC – Sistemas Integrados da Qualidade e Consultadoria, uma empresa especializada em serviços de consultoria.

A propriedade tem uma área total de 4.000 m2, está inserida no Parque Industrial da Autoeuropa e é servida por excelentes acessibilidades, localizando-se muito próximo da autoestrada A2, que liga Lisboa ao Algarve.

“A indústria está a alcançar mais relevo e dinamismo em Portugal. O nosso país surge no radar das grandes companhias industriais pela sua ligação aos portos marítimos, excelentes vias rodoviárias e, também, pela significativa disponibilidade de energias renováveis”, refere Sérgio Nunes, responsável do departamento de Industrial, Logística e Terrenos da Cushman & Wakefield Portugal

A zona de Palmela continua a ser uma das eleitas pelos operadores, sendo que, já este ano, a Cushman & Wakefield foi responsável pela venda das instalações, de 40.000 m², da Elos, em Palmela, à NewCold.

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